domingo, 31 de Agosto de 2008
sábado, 30 de Agosto de 2008
VESTIDA PARA O SUCESSO
por MICHAEL J. McNAMARA
A MODA VEM E VAI, e nenhuma companhia de câmaras sabe isso melhor do que a Olympus – patrocinador oficial da Manhattan’s FashionWeek. A volúvel indústria da moda pode ter influenciado a decisão da companhia para arquivar o desenho flat-top da Evolt E-300 e vestir a sua substituta, a nova Evolt E-500 DSLR de uma forma mais tradicional. Em vez do sistema de espelhos lateralmente amovível que ajudou a criar o perfil da assinatura Evolt, a E-500 volta ao espelho que sobe e ao familiar surto de caixa prisma encontrado na maioria das outras SLR e DSLR. Também tem um visor mais centrado, um flash pop-up normal e um excelente arranjo de base. Mas pode esta nova câmara competir numa categoria que já tem a sua quota de supermodelos?
Se o tamanho é importante para si, a E-500 é de relevo. É referida como uma das mais pequenas e mais leves DSLR’s, quase o mesmo tamanho e peso que a pequena 6MP Pentax DL. A pré-produção E-500 que examinámos parece suficientemente leve para ser feita de madeira, mas de facto está lá uma armação em alumínio para adicionar rigidez, bem como uma caixa em policarbonato forte. (A E-300 tinha uma construção ainda mais forte, mas não foi lançada como uma DSLR de nível de entrada.) Apesar da E-500 ser pequena, achámos que mesmo mãos grandes podem segurá-la confortavelmente graças ao desenho do punho, que tem uma superfície em polímero elástico de boa aderência. Por comparação, a 8MP Canon EOS Digital Rebel XT é pior de segurar por mãos grandes.
Como a terceira DSLR na família Olympus Four Thirds System, a E-500 é compatível com todas as novas lentes Olympus Zuiko Digital e lentes de outras empresas desenhadas com a montagem Four Thirds System. Como um resultado da E-500 diagonal 22.3mm, rácio CCD 4:3, todas essas lentes tem um factor de lentes 2X 35mm. Existem dois kits de lentes E-500 disponíveis. Um incluí a lente Zuiko Digital 14-45mm f/3.5-5.6 e o outro oferece ambas, a 14-45mm e a Zuiko Digital 40-150mm f/3.5-4,5
LIGARTal como na E-300, os controles na E-500 estão muito bem colocados e você pode utilizar o grande botão de configuração sem tirar os olhos do visor. Este botão com 11 especificações de configuração permite-lhe acesso rápido aos modos manual, programado, obturador e prioridade de abertura, mais seis modos ajustáveis pelo utilizador (auto, retrato, macro, desporto, paisagem e imagens nocturnas). O 11º trás um menu ao LCD que o deixa escolher de mais 15 modos pré-configurados, incluindo fogo-de-artifício, velas, configurações chave baixa e chave alta (25 modos de disparo tem de ser um recorde). Adicionalmente, existem configurações de cor (vivida, natural e silenciada), mais espaços de cor Adobe RGB e sRGB.
A E-500 pode ser pequena, mas o seu HyperCrystal LCD é grande – 2,5 polegadas. Com uma resolução de 214.000 pixels, a largo anglo de visão e amplificação de fundo que o torna mais fácil de ver em pouca luz do dia, o LCD pode ser a razão suficiente para trocar a sua E-300 ou passar da Canon EOS Digital Rebel XT (ambas tem LCD’s de 1.8 polegadas). O grande ecrã torna fácil ler os menus e dados de exposição. Em playback, pode também ver até 20 botões de fotos por vez, ou comparar aumentos de zoom em múltiplas imagens simultaneamente, ajudando a verificar detalhes numa sequência. O ecrã também tem espaço suficiente para histogramas RGB separados em conjunto com um histograma integrado para confirmar a exposição.
VISOR: Focagem do ecrã mostrando três zonas AF (A); abertura e valor do obturador (B); confirmação de AF e marca de flash preparado (C); balanço de brancos e indicadores de fecho AE (D); número de fotos armazenadas (em modo de gravação) ou valor composto de exposição (E); modo de medição e verificação da bateria (F); modo de exposição (G). FORÇA INTERIOR
Tal como a E-300, a E-500 trás uma ferramenta Supersonic Wave Filter Dust Reduction que retira a poeira do sensor, uns 8.15MP (efectivos) Frame Transfer CCD ficheiros de imagem podem ser armazenado em modos JPEG, TIFF, RAW, ou RAW + JPEG até 8MP (3264x2448 pixels). Também tem um processador de imagem TruePic TURBO e muitos dos mesmos controlos imagem-qualidade, balanço de brancos, medição de distância e exposição. Com este processador, a Olympus espera modos de disparo até 2.5 fps para 4 RAW, TIFF, ou JPEG’s de alta qualidade, ou um disparo contínuo de 2.5 fps para JPEG’s em modo SQ (rácio de compressão 1:8) quando escrito num cartão SanDisk Extreme III CF. Este processador também permite a remoção de olhos vermelhos na câmara, edição de imagem e diversas opções de conversão preto e branco. A E-500 tem dois media slots de media para cartões CF Tipo I/II, Microdrive e xD-Picture. Infelizmente, não pode guarder imagens simultaneamente em ambos, mas pode copiar de um para o outro.
Circuito de treino
A Olympus também diz que vários circuitos internos foram condensados, reduzindo o tamanho e o consume de energia — mas isso acontece com quase todos os novos modelos de câmara. A última linha: apesar do seu grande LCD de 2,5 polegadas, a E-500 deverá permitir aproximadamente 400 tiros por carga dependendo do uso do flash e da revisão de imagens.
O engenho de autofocus na E-500 é muito similar ao da E-300’s, com três zonas AF seleccionáveis (área central tipo cruz). No entanto, existem agora cinco modos AF e pode configurar botões para aceder aos seus favoritos. O flash pop-up inclui uma luz de ajuda de focagem e a capacidade de focagem de grupos deverá melhorar as suas hipóteses de obter um excelente disparo no modo de focagem manual. Esperemos que seja rápido e sensível como o sistema AF da E-300’s.
A E-500 tem um recém desenvolvido sensor AE com um circuito de pixel activo active para medir luz de baixa intensidade e amplificadores integrais para luz de alta densidade. Esta combinação deve ajudar a melhorar a performance das medições e a precisão em conjugação com as 49 distintas áreas de medição da câmara.
Os modos de medição agora incluem medição Digital ESP, medição média central, medição de spot e o que é chamado medição de spot básico Highlight/Shadow. Estas especificações deixam-no escolher a exposição baseada no valor de exposição de um objecto branco para providenciar uma imagem branca precisa com detalhe, ou na exposição de um objecto escuro para providenciar uma precisa imagem preta com detalhe. Ambos diferem do medidor de spot 2 por cento da E-500’s, que ajusta sempre a exposição baseado em 18 por cento cinzento. A Olympus adicionou um controle de compensação verde-mangenta em adição à compensação vermelha-azul encontrada nas suas outras DSLR´s, assim pode afinar as especificações do seu espaço cor em até 7 passos.
VISTA TRASEIRA: Visor óptico com roda de controlo do dióptero (A); botão de fecho AE/AFL (B); botões de selecção de customização de balanço de brancos e AF (C); botão de modo de disparo de dois objectivos e de cópia do cartão (D); botão OK rodeado pelo balanço de brancos, padrão métrico, modo AF e especificações ISO (E); LCD 2.5 polegadas HyperCrystal (F); botões de levantar o flash, playback, lixo, menu e display de informação (G).Pronta a usar
A Olympus E-500 pode não atrair todos os utilizadores de DSLR, especialmente aqueles que já tem uma pilha de lentes de 35mm de outro fabricante. Mas o seu grande LCD, poderosos controlos de imagem-qualidade e pequeno, leve desenho devem mantê-la na moda por mais tempo que a sua predecessora.
VISTA DO TOPO: Base para flash dedicado e pop-up flash (H); Removedor de poeira luminosa supersonic (I); Grande botão principal de configuração (J); Botões de disparo e composição de exposição (K); controlo principal ajusta a abertura e velocidade de disparo mais zoom em modo playback (L). QUENTE:
- Preço.
- Leve e pequena.
- Remoção de pó Supersonic.
- Lindo LCD 2.5 polegadas.
- Edição de imagem na câmara.
FRIO:
- Não armazena imagens simultaneamente nos cartões CF e xD-Picture.
- Lentes factor 2X 35mm e rácio de aspecto 4:3.
- Máximo 4 imagens no modo sequência.
OLYMPUS EVOLT E-500 DSLR
Imagem: sensor 8.15MP (efectivo) Frame Transfer CCD sensor captura imagens 8MP (3264x2448 pixels) com rácio de aspecto 4:3 e lentes de factor 2X 35mm.
Armazenamento: imagens JPEG, TIFF, RAW e RAW + JPEG num cartão CF Tipo I/II ou xD-Picture.
Sistema AF: sistema selecionável 3-area AF com sensor central tipo cruz; Dynamic-AF tracking, assistência iluminação AF.
Controlos de Exposição: 60– 1/4000-sec shutter speeds plus B.
Flash: pop-up flash sync to 1/250 sec, high-speed FP flash with Olympus FL-50/FL-36; 3-EV-step flash compensation; slow sync; and red-eye reduction.
Metering: digital ESP, centerweighted average, 2% spot, and highlight/shadow basis spot metering. ISO 100–400; 800–3200 in boost mode.
Output: Full Speed USB 2.0.
Power: BLM-1 lithium ion rechargeable.
Size/Weight: 5.0x3.7x2.6 in., 1.2 lb without battery.
quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Para Reciclar
Os jornais, as revistas, os cadernos usados, as pilhas, os plásticos, as latas de refrigerantes e das conservas, o ferro, o vidro e outros materiais podem ser reciclados e deverão ser colocados nos ecopontos de forma separada para poderem ser recolhidos selectivamente.
- Antes de colocar o papel nos locais onde pode ser reciclado, verifique se está escrito dos dois lados, aproveite as folhas escrita só de um lado para os rascunhos e para o seu trabalho diário.
- Arranje um local de sua casa para guardar os jornais velhos e leve-os periodicamente a um centro de recolha de papel.
- As pilhas que já não servem devem ser colocados nos recipientes próprios, de onde são levadas para reciclar.
- Não deite garrafas ou outros utensílios de vidro para o lixo. Junte-os e coloque-os nos locais a partir dos quais são recolhidos para poderem ser reciclados.
- Os funcionários de qualquer escritório deitam para o lixo, anualmente, cerca de 500 kg de material reciclável de primeira qualidade. No seu escritório proponha separar o papel que pode ser reciclado e ofereça-se para periodicamente ir ao papelão colocar o papel acumulado.
- A energia que se poupa ao reciclar uma lata de refresco pode fazer funcionar um televisor durante três horas. Quando utilizar uma lata, lave-a e ponha-a num sítio onde possa ser reciclada.
- A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 w durante quatro horas.
- Tente utilizar baterias que possam ser recarregadas. Cada bateria contém componentes poluentes, que degradam a área onde são despejadas. Caso não sejam recarregáveis, envie-as para as empresas fabricantes, o que poderá encorajá-las a reciclar.
- Cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1140 kg de minério de ferro, 454 kg de carvão e 18 kg de cal.
- A produção de alumínio a partir de ferro-velho despende menos 95% de energia do que a partir do minério. Promova a reciclagem deste material.
- Não queime o seu lixo. A queima dos produtos produz gases tóxicos, que contaminam o meio ambiente. Em vez disso faça a separação do lixo e coloque-o nos locais próprios.
- Em vez de queimar as folhas e os restos dos legumes, proceda à sua compostagem.
- Ao aproveitar as folhas das árvores, a relva e outros detritos orgânicos para fazer adubo não está só a reciclar, está também a diminuir o consumo de adubos químicos.
- Comprima as latas, as embalagens em cartão e todos os recipientes volumosos, de modo a reduzir o volume de lixos.
- Ao mudar o óleo do carro, assegure-se de que este não vai para o esgoto ou para o solo. Entregue-o numa oficina que lhe dê um destino adequado.
- Faça as emendas aos seus textos directamente no ecrã do computador, para evitar impressões desnecessárias e o gasto de papel em rascunhos.
- No emprego, em vez de usar copos de papel, utilize a sua própria chávena.
- Use recipientes que possam ser reutilizados para guardar alimentos no frigorífico, em vez de os embrulhar em película aderente ou papel de alumínio.
- As embalagens sujas de líquidos e alimentos devem ser previamente lavadas e secas antes de seguirem para os ecopontos.
- Deixe os medicamentos fora de prazo no farmacêutico e entregue restos de medicamentos ainda com eventual utilização nos Centros de Saúde.
quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
A Segurança e os Seguros
Os riscos da vida comunitária ao ar livre ou num meio ao qual as crianças/jovens não estão habituados, são múltiplos. Mencionemos simplesmente:- os riscos devidos ao tempo e aos elementos naturais (tempestades, calor, sol, frio extremo…),
- os riscos devidos ao terreno (quedas de água, quedas de pedras, deslizamentos de terras, atolamentos, quebra de gelo no inverno, avalanches…),
- os riscos devidos à fauna (mordeduras, lacerações, ataques de animais…),
- os riscos devidos aos insectos (picadas e mordeduras),
- os riscos de acidente (afogamento, fracturas, queimaduras, frieiras, hipotermia, acidente vascular cerebral, paragem cardíaca, electrocuções…),
- os riscos de doença (envenenamento, ervas com pulgas/carraças, constipação, gastroentrites…)
Evidentemente estes riscos não surgem todos ao mesmo tempo, variando segundo o lugar e a época do ano; e não devem prejudicar a realização de actividades no campo. Mas se sabemos que são reais, que podem acontecer, devemos dar muita importância em reduzir ao mínimo a probabilidade de ocorrência, nomeadamente através da prevenção.
A segurança das crianças/jovens no acampamento é também uma responsabilidade maior. Para além da prevenção, torna-se imperioso a necessidade de se alcançar uma capacidade de intervenção e de educação em segurança.
terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Rugido do passado! MARUSHIN CZ-75
LOUCURA A GAS BLOWBACK COM EJECÇÃO DE CÁPSULAS! A japonesa Marushin tem um longo historial de modelos de airsoft bastante interessantes bem como modelos PFC (Plug Fire Cartridge), aka modelos de armas ou armas de percussão. Enquanto ele tem os óbvios modelos M9 e 1911 na sua selecção, eles nunca tem medo de tentar algo diferente. Isto aplica-se a ambos os modelos que escolheram para replicar, ma neste caso também ao método de operação.
Marcas e símbolos completos – na altura não se preocupavam muito com a exportação! Note também a ausência de linhas de junção.Quando puxa o gatilho pela primeira vez, o cão abre a válvula para colocar gás atrás da BB. A BB é disparada e se prender o gatilho, a culatra não se move. Puxar o gatilho totalmente activa outra válvula, que encaminha o gás para a câmara blowback. Porque um sistema de carga não tem tempo para recuar para alimentar uma cápsula de tamanho real se estiver na traseira da culatra, todo o sistema GBB foi movido para a frente da culatra, debaixo do cano. Como a pistola precisa de uma mola de recuo também, ela foi colocada por sua vez em redor do cano externo. Algumas pistolas reais tem molas de recuo em volta do cano, por isso não é um desenho completamente fora do habitual, mas a CZ-75 real tem uma mola normal e um guia de mola debaixo do cano.
PERFORMANCE?
Uma pistola de capacidade limitada que cospe cápsulas cada vez que você dispara, não é realmente a escolha para um skirmisher, mas a Marushin CZ-75 não é uma completa anedota no departamento da performance – claro considerando a idade. Ela dispara BB’s de 0,2 gramas a cerca de 200 fps com HFC134a e é capaz de colocar disparos em grupos de uma área de um palmo a 5 metros. A acção da culatra é surpreendentemente suave com uma forte mola de recuo, mas o efeito do recuo não tem nada que escrever por causa de peças móveis leves e o uso de HFC134a. Esta pistola no entanto não tem hop-up, mas a mira traseira é bastante alta para aumentar o alcance arqueando ligeiramente as BB’s. (Gostávamos de saber se a falta de hop-up nos modelos iniciais e a razão porque a Marushin coloca dois deles nos seus modelos correntes...)
Eles já não as fabricam como o faziam... Nem pensar! No Verão de 2008 a Marushin anunciou que vão lançar outra pistola GBB com ejecção de cápsula, a Glock 21. A CZ-75 era um item de coleccionador já há 10 anos atrás, mas talvez exista a possibilidade destas coisas serem renovadas com nova tecnologia!
A culatra prestes a ir para a frente retira uma munição do carregador e coloca-a na câmara. Tão real quanto possível!
O gás é disparado na traseira da cápsula para atirar a BB e um ejector passivo atira fora a cápsula quando a culatra recua. domingo, 24 de Agosto de 2008
Operação "Fúria do Urso"
A Odetia é uma província Jorgia, mas cobiçada pelos seus antigos governantes a Ruscia.
Forças independentistas, afectas à vizinha Ruscia, teimam em levar a cabo acções armadas contra os ocupantes da Jorgia, que acabaram por responder de forma musculada contra a população civil, o que para a Ruscia foi visto como uma oportunidade de ocupar a sua antiga província!
A cadeia montanhosa a sul da Ruscia é fortemente ocupada e defendida pelas forças da Jorgia, sendo esta passagem essencial às forças da Ruscia para proceder a uma invasão da Odetia.
Forças da Jorgia - Exército regular, ocupam e defendem a cadeia montanhosa.
Exército Regular Rusco – vai invadir a norte da cadeia montanhosa
Milícia da Odetia – Vai infiltrar a cadeia montanhosa a sul
Era este o tema do jogo de airsoft realizado hoje numa herdade perto de Santa Maria de Machede, Évora, organizado ela equipa GOA.
Com cerca de três dezenas de participantes da equipa GOA, da equipa HOT, de Lisboa, de Elvas, de Serpa, de Grândola, etc., o jogo propunha que o Exército Regular Rusco e a Milícia da Odetia capturassem o posto de controle da montanha defendido pelas Forças da Jorgia, desactivando o sistema de segurança da Odetia através de duas disquetes com software especifico para esse fim.
Após algumas horas de duro combate o Exército Regular Rusco tomou posse do posto de controle, tendo as Forças da Jorgia recuado para um posto de defesa secundário.No entanto por descuido, nas regras de defesa de uma posição, 45% das Forças da Jorgia voltaram a ser eliminadas pelo Exército Regular Rusco.
Enquanto as restantes Forças da Jorgia defendiam o posto secundário do ataque do Exército Regular Rusco, os elementos eliminados, após terem efectuado o respaw, dirigem-se de novo ao posto de controle da montanha, mas a meio caminho defrontam-se em dura batalha com a Milícia da Odetia, sendo de novo eliminados.
Um dia de excelente desporto, convívio e muito exercício físico, agravado pela extensão do terreno e a sua morfologia bastante acidentada, bem como pela temperatura bastante elevada.
sábado, 23 de Agosto de 2008
Os transístores
Cada transístor funciona como uma espécie de interruptor, que pode estar ligado ou desligado, como uma torneira que pode estar aberta ou fechada, ou mesmo como uma válvula. A diferença é que o transístor não tem partes móveis como uma torneira e é muito menor, mais barato, mais durável e muito mais rápido que uma válvula.
A mudança de estado por sua vez pode comandar a mudança de estado de vários outros transístores ligados ao primeiro, permitindo processador dados. Num transístor esta mudança de estado pode ser feita biliões de vezes por segundo, porém, a cada mudança de estado é gerada uma certa quantidade de calor e é consumida uma certa quantidade de electricidade. É por isso que quanto mais rápidos tornam-se os processadores, mais eles se aquecem e mais energia consomem.
Um 386 por exemplo consumia pouco mais de 1 Watt de energia e podia funcionar sem nenhum tipo de resfriamento. Um 486DX-4 100 consumia cerca de 5 Watts e precisava de um cooler simples, enquanto Athlon chega a consumir 80 Watts de energia e precisa de no mínimo um bom cooler para funcionar bem. Em compensação o 386 operava a 30 ou 40 MHz enquanto o Athlon opera a até 1.5 GHz.
Como são fabricados os processadores
Chegamos à ideia central deste capitulo que é mostrar como os processadores são fabricados. As ilustrações são cortesia da Intel Corp.
O componente básico para qualquer chip é o waffer de silício que é obtido através da fusão do silício junto com alguns produtos químicos que permitirão sua dopagem posteriormente. Inicialmente são produzidos cilindros, com de 20 a 30 centímetros de diâmetro, que posteriormente são cortados em fatias bastante finas.
Estas “fatias” por sua vez são polidas, obtendo os waffers de silício. A qualidade do waffer determinará o tipo de chip que poderá ser construído com base nele. Para construir um CI com meia dúzia de transístores, pode ser usado um waffer de baixa qualidade, que pode ser comprado a preço de banana de milhares de companhias diferentes. Entretanto, para produzir um processador moderno, é preciso de um waffer de altíssima qualidade, que são extremamente caros, pois poucas companhias tem tecnologia para produzi-los.
Cada waffer é usado para produzir vários processadores, que no final da produção são separados e encapsulados individualmente. Não seria possível mostrar todos os processos usados na fabricação de um processador, mas para lhe dar uma boa ideia de como eles são produzidos, vou mostrar passo a passo a construção de um único transístor. Imagine que o mesmo projecto será repetido alguns milhões de vezes, formando um processador funcional.
Tudo começa com o waffer de silício em seu estado original:
A primeira etapa do processo é oxidar a parte superior do waffer, transformando-a em dióxido de silício. Isto é obtido expondo o waffer a gases corrosivos e altas temperaturas. A fina camada de dióxido de silício que se forma é que será usada como base para a construção do transístor.
Em seguida é aplicada uma camada bastante fina de um material fotossensível sobre a camada de dióxido de silício.Usando uma máscara especial, é jogada luz ultravioleta apenas em algumas áreas da superfície. Esta máscara tem uma padrão diferente para cada área do processador, de acordo com o desenho que se pretende obter. A técnica usada aqui é chamada de litografia óptica.
A camada fotossensível é originalmente sólida, mas ao ser atingida pela luz ultravioleta transforma-se numa substância gelatinosa, que pode ser facilmente removida.Depois de remover as partes moles da camada fotossensível, temos algumas áreas do dióxido de silício expostas, e outras que continuam cobertas pelo que restou da camada:
O waffer é banhado com um produto especial que remove as partes do dióxido de silício que não estão protegidas pela camada fotossensível. O restante continua intacto.Finalmente, é removida a parte que restou da camada fotossensível. Note que como temos substâncias diferentes é possível remover uma camada de cada vez, ora o dióxido de silício, ora a própria camada fotossensível. Com isto é possível “desenhar” as estruturas necessárias para formar os transístores. Temos aqui pronta a primeira camada. Cada transístor é formado para várias camadas, dependendo do projecto do processador. Neste exemplo, temos um transístor simples, de apenas quatro camadas, mas os processadores actuais utilizam um numero muito maior de camadas, mais de vinte em alguns casos, dependendo da densidade que o fabricante pretende alcançar.
Começa então a construção da segunda camada do transístor. Inicialmente o waffer passa novamente pelo processo de oxidação inicial, sendo coberto por uma nova camada (desta vez bem mais fina) de dióxido de silício. Note que apesar da nova camada de dióxido, o desenho conseguido anteriormente é mantido.Em seguida é aplicada sobre a estrutura uma camada de cristal de silício. Sobre esta é aplicada uma nova camada de material fotossensível.
Novamente, o waffer passa pelo processo de litografia, desta vez utilizando uma máscara diferente.
Novamente, a parte da camada fotossensível que foi exposta à luz é removida, deixando expostas partes das camadas de cristal de silício e dióxido de silício, que são removidas em seguida.
Como na etapa anterior, o que restou da camada fotossensível é removida. Terminamos a construção da segunda camada do transístor.
Chegamos a uma das principais etapas do processo de fabricação, que é a aplicação das impurezas, que transformarão partes do waffer de silício num material condutor. Estas impurezas também são chamadas de íons. Note que os íons aderem apenas à camada de silício que foi exposta no processo anterior e não nas camadas de dióxido de silício ou na camada de cristal de silício.
É adicionada então uma terceira camada, composta de um tipo diferente de cristal de silício e novamente é aplicada a camada fotossensível sobre tudo.
O waffer passa novamente pelo processo de litografia, usando mais uma vez uma máscara diferente.
As partes do material fotossensível expostas à luz são removidas, expondo partes das camadas inferiores, que são removidas em seguida.
Temos agora pronta a terceira camada do transístor. Veja que a estrutura do transístor já está quase pronta, faltando apenas os três filamentos condutores.
Uma finíssima camada de metal é aplicada sobre a estrutura anterior. Nos processadores actuais, que são produzidos através de uma técnica de produção de 0.13 mícron, esta camada metálica tem o equivalente a apenas 6 átomos de espessura.
O processo de aplicação da camada fotossensível, de litografia e de remoção das camadas é aplicado mais uma vez, com o objectivo de remover as partes indesejadas da camada de metal. Finalmente temos o transístor pronto.
Cada processador é constituído por vários milhões de transístores. Um Pentium II possui pouco mais de 9 milhões de transístores. Um Pentium III Coppermine já possui 22 milhões. Um Athlon Thunderbird possui 35 milhões de transístores, enquanto um Pentium 4 possui incríveis 42 milhões. Graças ao nível de miniaturização que temos actualmente, estas quantidades fabulosas de transístores ocupam uma área muito pequena. Um Athlon Thunderbird por exemplo mede apenas 112 milímetros quadrados. Com isto, um único waffer de silício é suficiente para produzir vários processadores, que são separados no final do processo de fabricação.
Finalmente, os processadores são encapsulados numa estrutura de silício, que os protege e facilita o manuseio e instalação. O formato do encapsulamento varia de processador para processador, na foto abaixo temos um Athlon Thunderbird. Note que a parte central é a própria parte inferior do waffer de silício, exposta para melhorar a dissipação de calor. Não é preciso dizer que qualquer dano neste parte será suficiente para inutilizar o processador.
sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
Detalhes sumarentos - Revelar destaques! Expor sombras!
Existem imensas coisas bonitas para fotografar em queda: as frescas folhas coloridas; as brilhantes maçãs vermelhas e as abóboras cor de cera. Infelizmente toda aquela bonita luz de Outono pode fazer as suas fotos parecerem com muito contraste. Enquanto algum contraste dá às suas fotos a necessária rotura, luzes demasiado brilhantes podem deixar as suas fotos com feios pontos brancos que imprimem brancos gritantes. Sombras demasiado escuras podem ir até ao preto, bloqueando áreas onde quer ver detalhe.Entre no Adobe Photoshop's, ferramenta Shadow/Highlight - excelente para a correcção de imagens com fundos escuros ou primeiros planos muito brilhantes.
É também excelente para mostrar detalhes que estão escondidos por muita escuridão ou luminosidade.
Shadow/Highlight trabalha mais como uma ferramenta de limpeza do que o faz Dodge ou Burn, que encontra arestas e melhora-as para revelar e criar detalhes. E trabalha muito bem. Os Passos 1 a 4 são simples; siga através do Passo 5 para um bónus de pontos extra.
PASSO 1 – Copie aquele fundo. Não quer arruinar o seu original, assim faça uma cópia do layer do fundo (o único layer que existe de momento) e trabalhe nisso. Vá a Layer > Duplicate Layer e clique OK. Olhe para a sua palete de Layers (se não a consegue encontrar, clique F7 para a fazer esconder ou aparecer). Agora tem dois layers, o seu Fundo e a Cópia. Irá seleccionar a Cópia, pode seguir para o Passo 2.
PASSO 2 – Escolha Shadow/Highlight. Pegue a ferramenta de que precisa indo a Image > Ajustments > Shadow/Highlight. Se vir um intimidante número de opções, desactive Show More Options. Vai ver uns relaxantes dois cursores: um para Shadows e outro para Highlights.
PASSO 3 – O Shadow sabe. As definições de defeito desta ferramenta estão destinadas à reparação de imagens com fundos escuros, mas para a maioria das situações esses números irão provavelmente parecer demasiado fixos. Para se lembrar de como a sua foto era antes, desactive o Preview. É interessante o que a ferramenta pode fazer, mas não é o mesmo que tirar uma foto no exterior, as pálidas sombras resultantes nas árvores são irrealistas e simplesmente estranhas.
PASSO 4 – Luz da sua vida. O nascer do Sol brilhante é bonito, mas demais é cegante (especialmente nas abóboras sempre com cores quentes). Até mesmo para fora da imagem, temos de lhes baixar o tom. Peque no cursor Highlights e mova-o lentamente para a direita. Luminosidades geralmente requerem um toque mais suave do que as sombras e tem a tendência para parecer demasiado trabalhada no Photoshop rapidamente. Ainda precisa de mais trabalho? Siga para o Passo 5.
PASSO 5 – Aquelas irritantes opções avançadas. Se ainda não gosta do aspecto da sua imagem, seleccione ‘Show More Options’.LARGURA DOS TONS: Isto define o tamanho do leque de tons que quer para luminosidade ou sombra. Tente baixar para 50% da definição se achar que muitos meios-tons estão a ser afectados.
RAIO: Isto monitoriza quantos pixels escuros ou claros serão contados como sombras ou luminosidades. Imagens pequenas devem ter um raio pequeno. Se estiver a trabalhar numa imagem com 72 dpi, baixe-o para perto de 10. Se estiver a trabalhar numa foto maior, o valor por defeito, 30, deve ser suficiente. Um Raio definido muito alto pode não apresentar detalhes suficientes.
CORRECÇÃO DE COR: Não gosta da forma que a ferramenta afectou as cores em luminosidades e sombras que alterou? Pode aumentar ou diminuir a sua saturação movendo a Correcção de Cor para a esquerda para a baixar, ou para a direita para a levantar. Isto é uma questão de gosto.
CONTRASTE DE MEIOS-TONS: Isto é confortantemente óbvio: mova-o para a esquerda ou direita para baixar ou aumentar o contraste.
CLIP: Genericamente falando, não mexa no Clip. Se quer que os seus tons mais escuros virem pretos ou os mais claros virem brancos, pode aumentar a percentagem. Mas desde que a única razão porque abriu esta ferramenta foi para reduzir o contraste, é provavelmente melhor deixá-lo em paz.
quarta-feira, 20 de Agosto de 2008
Recomendações Ambientais IV

- Os pesticidas e os fertilizantes químicos devem ser aplicados com muito cuidado e com as doses absolutamente necessárias para evitar a poluição do ambiente.
- Quando levar o seu cão à rua remova as fezes, porque elas são geralmente portadoras de bactérias, vírus ou parasitas que podem contaminar as águas ou provocar doenças. Lembre-se que uma criança pode involuntariamente cair em cima de uma delas.
- Quando comprar um jogo ou brinquedo verifique se é bem feito, de forma a durar bastante tempo, para que seja bem aproveitado. Lembre-se que um brinquedo só dura se colaborar e não o estragar.
- Prefira as impressoras a jacto de tinta em relação às de laser, pois as primeiras usam menos 99% de energia durante a impressão.
- Quando comprar um aparelho electrodoméstico, escolha o que gastar menos energia.
- Se for possível, opte por um computador portátil. Este consome 1% da energia de um computador de secretária
- Ao comprar presentes ou objectos decorativos, certifique-se de que não são feitos de materiais extraídos de animais ou plantas em vias de extinção.
- Não compre produtos não certificados feitos com madeira proveniente das florestas tropicais - pau-rosa, mogno, teca, ébano.
- Não compre conchas nem corais, pois, ao fazê-lo, está a contribuir para a destruição dos recifes.
- As folhas, os ramos, as ervas, o estrume e alguns lixos orgânicos podem ser aproveitados para fazer fertilizantes orgânicos, que ajudam a preservar o solo.
- Quando for dispensável não utilize o carro para se deslocar, prefira os transportes públicos.
- Mantenha o carro afinado de forma a poupar combustível.
- O líquido anticongelante usado no sistema de refrigeração dos automóveis é tóxico. Não deixe, por isso, pingos de anticongelante no chão.
- Andar de bicicleta em vez de conduzir um automóvel poupa energia, reduz a poluição e contribui para o seu exercício físico.
- Na praia, não colha nem pise as plantas que crescem nas dunas. O solo desnudado facilita a erosão, e o ataque de agentes atmosféricos, físicos ou químicos.
- Ao visitar uma área protegida, não colha flores, não corte ramos nem faça inscrições nas árvores.
- Quando for caçar, respeite os regulamentos cinegéticos.
- Poupe combustível evitando a condução nervosa e as acelerações bruscas.
- Partilhe a utilização do seu automóvel.
- Mantenha os pneus com a pressão correcta, evitando o seu desgaste prematuro e um maior consumo de combustível.
terça-feira, 19 de Agosto de 2008
A disciplina
A vida comunitária no acampamento exige disciplina. Deve ser estabelecido um regulamento que tem que ser conhecido e cumprido por todos. Poder-se-á até associar à elaboração do regulamento as crianças/jovens, tanto quanto possível e gradualmente, dependendo das suas idades.
Esta regulamentação será positiva. Deve-se evitar a utilização de frases do estilo É totalmente interdito…, sendo preferível fórmulas positivas que indiquem coisas a fazer ou atitudes a adoptar. Por exemplo:
- arranjo o meu saco cama todas as manhãs, ao levantar;
- levo o meu prato à cozinha depois de cada refeição;
- respondo sempre que me chamarem;
- permaneço sempre no interior dos limites do campo, a não ser que tenha licença para sair.
A aplicação deste regulamento não implicará nem sanções nem recompensas.

segunda-feira, 18 de Agosto de 2008
SOCOM GEAR CQB ELITE vs. TOKYO MARUI M.E.U. PISTOL
Fabricante: SOCOM GEAR / Tokyo Marui Modelo: Wilson Combat CQB Elite / M.E.U. Pistol
Capacidade: 15+1 / 28+1
Peso: 950g / 850 g
Power: 290 fps / 300 fps
Power Source: HFC134a / Top Gas
Blowback: Sim
Hop-up: Ajustável
Modo de disparo: Semi
Construção: Toda em metal / ABS e detalhes em metal
Pros
Os aspectos fortes da Tokyo Marui incluem alta performance e precisão com um bom acabamento geral e uma qualidade confiável. A SOCOM GEAR oferece resistência e durabilidade com a sua construção metálica e inclui dois carregadores e painéis reais do punho por um preço acessível.
Contras
A Tokyo Marui é bastante leve e a aquisição de peças metálicas irá aumentar o preço significativamente. A SOCOM GEAR tem pesadas peças em metal, mas o ajuste das peças deixa margem para melhorias e afecta a precisão e o desempenho.
Veredicto
Não há melhor pistola do que destas, apenas uma pistola é a melhor para você. É uma decisão subjectiva e todos devem poder escolher a mais adequada delas depois de ler esta análise.
A 1911 é muito como o metal pesado – parece nunca morrer! Saber se isso é uma coisa boa ou não, naturalmente que depende de a quem você perguntar. Estamos vivendo o último semestre de 2008 e o venerável calibre de pistola .45 de há quase uma centena de anos atrás ainda é encontrado no uso regular e serviço em todo o mundo. Quer goste ou não da pistola, um certo John Moses deve ter feito alguma coisa bem.
Baseada no sistema de recuo de cano curto de J. M. Browning, a 1911 introduziu este Modus Operandi ainda encontrado em quase todas as populares pistolas de serviço. Com o cano e a culatra travados em conjunto em bateria, o cartucho será inflamado quando o gatilho é puxado para deixar cair o martelo. A força de recuo da bala em aceleração faz a culatra e o cano recuarem em conjunto – ainda travados em conjunto para conter a alta pressão no interior da câmara. A diferença de peso entre a bala e a culatra fazem a última mover-se mais lentamente, assim a bala tem tempo para sair do cano e deixar a pressão dentro do cano baixar. Com o impulso/inércia o cano e a culatra continuam movendo-se para trás e após alguns milímetros de viagem a traseira do cano retida em baixo por uma ligação, permitindo que a culatra continue viajando para trás e extraia a cápsula a câmara.
Quando a 1991 foi substituída pela Beretta M92FS nas forças armadas dos EUA com pistola de serviços nos anos 80, o velho desenho continuou a viver ao uso dos atiradores civis e modelos personalizados melhorados foram desenvolvidos para mais exigentes usos, tais como tiro desportivo competitivo e unidades especiais policiais e militares. A quantidade de diferentes variantes “Tactical” da 1911 provavelmente atinge as centenas e todas elas introduzem algum tipo de melhorias ou “melhorias” ao desenho original. Vamos agora dar uma vista de olhos em réplicas de duas dessas pistolas: A M.E.U. Pistol e a Wilson Combat CQB Elite.
VAIDADE OU APENAS UM ASPECTO EXIGENTE?
Ambas as pistolas embaladas em caixas algo bonitos. A caixa da pistol Tokyo Marui M.E.U. tem um esquema de cores desérticas como a tendência actual e os insertos de esferovite cobertos com um pano com um padrão digital de camuflagem deserto. Tal como nós esperávamos da Tokyo Marui, os acessórios são recomendados e o pacote inclui:
A pistola
Um carregador
Um saco de BBs
Tampa do cano
Vara de limpeza
Chave de bucha / ferramenta de auxílio de carregamento
Estas pistolas são familiares próximas na prática. A Tokyo Marui tem as marcas da Novak sobre licença.
Ambas tem serrilhado para armar na frente e um forte suporte de recuo da mola. Note-se possíveis encaixes para adaptador de silenciador na CQB Elite.
A SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite vem numa caixa de cartão rijo castanho com uma etiqueta com um forte tema Wilson Combat. Isto não é surpresa, já que a pistola é oficialmente licenciada pela Wilson Combat. É sempre refrescante ver fabricantes de airsoft afixar logos legalmente e claro isto não poderia ser feito sem contar também com as mentes abertas dos fabricantes de armas reais. A esferovite é coberta neste caso com um tecido negro e o pacote inclui:
A pistola
2 carregadores
Um manual de utilizador SOCOM GEAR
Um manual de utilizador da WE 1911
A lista pode parecer curta, mas é muito importante enfatizar que esta pistola vem com dois carregadores de 15 tiros. O manual WE é o mais detalhado dos dois e é escrito em Inglês, Espanhol, Alemão e Italiano, enquanto o simplista manual da SG é apenas em Inglês.
A entrada do carregador da CQB Elite está em calha nos lados, enquanto a M.E.U. Pistol tem a borda angular na retaguarda também.
A M.E.U. vem com um carregador de 27 tiros e uma ferramenta manual. A CQB Elite inclui por seu lado 2 carregadores de 15 tiros.
MAIS ESTÉTICA E DETALHES
Enquanto estas pistolas são réplicas de diferentes modelos, elas podem ser comparadas em termos de qualidade de construção e detalhes. Quando pela primeira ver pegar num 1911 de Airsoft, rapidamente verificará se é pesada ou não. A pistola TM M.E.U. não é certamente uma arma pesada com 850 gramas com o carregador, mas pode dizer claramente a diferença pela mão quando a compara com a SG CQB Elite, que sobe a escala para 960 gramas. A M.E.U. tem grandes pesos metálicos escondidos nos painéis do punho, enquanto a CQB Elite punhos ocos assim o balanço das contas para esta grande diferença no sentir, mesmo sendo 110 gramas, não é assim tanta diferença como peso total.
O que melhor reparará quando comparando o peso será o punho. Este volta vai para a SOCOM GEAR sem sombra de dúvidas: A adaptação de borracha que envolve o punho da Tokyo Marui é plastificada e feita de múltiplas peças, no entanto providencia um punho adequado e parece bom. A SOCOM GEAR decidiu usar o actual punho Wilson Combat e eles são possivelmente os melhores painéis de punho que vimos para a 1911 até hoje. Embebidos com a medalha Wilson’s Eagle, os painéis do punho são em polímero preto com um pequeno padrão interessante, que não só parece excelente, mas providencia também um bom punho. Os sulcos entre os cumes parecem linhas e não linhas de altitude linhas num mapa
Além dos punhos e peso, a maioria dos pontos em acabamento externo vão para a Tokyo Marui. Tendo aparentemente aprendido alguma coisa depois de lançarem a sua 1911 que parece ser de plástico mesmo a um metro de distância, eles trabalharam para criar um mais bonito acabamento mate para a M.E.U. Pistol e ela lembra o famoso acabamento WA “Carbon Black” – embora não seja tão cinzento. A Toky Marui tem apenas a suas próprias marcas de fabrico e claro ASGK no lado direito da armação, mas as miras tem as marcas da Novak debaixo da licença oficial. As miras não tem pontos brilhantes, o que é bom para tiro ao alvo mas seria uma boa adição para condições de baixa luz. A mira frontal é serrilhada para prevenir encadeamento e a imagem é bastante acentuada.
A SOCOM GEAR CQB Elite é em metal, mas o acabamento não é tão convincente com desigualdades e marcas de fundição. As marcas estampadas são bastante boas e só um pequeno logo WE é encontrado no lado esquerdo da guarda do gatilho e “Made in Taiwan” está escondido debaixo de “Wilson Combat Brryille, AR U.S.A.” no lado direito da armação. A mira contém três pontos brancos nos lugares óbvios, que não aparecem na escuridão mas ajudam quando a luz é pouca. Infelizmente o acabamento das miras é fraco com cantos redondos, que fazem uma imagem de tiro abaixo do óptimo.
As miras da CQB Elite tem pontos brancos para pontaria rápida, mas falta-lhes nitidez. A mira frontal não pode ser removida.
A M.E.U. Pistol tem uma excelente mira, mas uma limitada capacidade com pouca luz. Ambas as miras podem ser removidas.
A batalha terminou e ambos os contendores estão ainda fortes no ringue. Você será o juiz de qual deles ganhou!
VEREDICTO
Como já estava implícito no sumário no inicio, é impossível dizer “X é melhor”. Ambas as pistolas têm os seus pontos fortes em áreas diferentes e são traídas por pequenas falhas noutras áreas. Ambas estas pistolas irão encontrar os seus fans e nós esperamos que esta análise o ajude a escolher uma que não o desaponte em áreas que valoriza numa pistola de airsoft.
Se valorize uma arma pesada e clincks metálicos numa pistola, então escolher a CQB Elite é a opção clara. Como bónus também traz um rail para um laser ou uma lanterna, para aqueles que querem colocar acessórios na pistola. Com dois carregadores incluídos, a CQB Elite faz uma boa oferta pelo valor e aqueles painéis do punho reais são um bom detalhe também.
Tokyo Marui é uma marca de confiança e a M.E.U. Pistol não surpreendeu negativamente nem positivamente. É imensamente precisa com uma elevada qualidade de construção e de muita confiança, mas um pouco leve para segurar e com um preço bem alto. O generoso carregador dá-lhe um bom poder de fogo fora da caixa, assim é especialmente atractiva para jogadores.
Produtos analisados:
Capacidade: 15+1 / 28+1
Peso: 950g / 850 g
Power: 290 fps / 300 fps
Power Source: HFC134a / Top Gas
Blowback: Sim
Hop-up: Ajustável
Modo de disparo: Semi
Construção: Toda em metal / ABS e detalhes em metal
Pros
Os aspectos fortes da Tokyo Marui incluem alta performance e precisão com um bom acabamento geral e uma qualidade confiável. A SOCOM GEAR oferece resistência e durabilidade com a sua construção metálica e inclui dois carregadores e painéis reais do punho por um preço acessível.
Contras
A Tokyo Marui é bastante leve e a aquisição de peças metálicas irá aumentar o preço significativamente. A SOCOM GEAR tem pesadas peças em metal, mas o ajuste das peças deixa margem para melhorias e afecta a precisão e o desempenho.
Veredicto
Não há melhor pistola do que destas, apenas uma pistola é a melhor para você. É uma decisão subjectiva e todos devem poder escolher a mais adequada delas depois de ler esta análise.
A 1911 é muito como o metal pesado – parece nunca morrer! Saber se isso é uma coisa boa ou não, naturalmente que depende de a quem você perguntar. Estamos vivendo o último semestre de 2008 e o venerável calibre de pistola .45 de há quase uma centena de anos atrás ainda é encontrado no uso regular e serviço em todo o mundo. Quer goste ou não da pistola, um certo John Moses deve ter feito alguma coisa bem.
Baseada no sistema de recuo de cano curto de J. M. Browning, a 1911 introduziu este Modus Operandi ainda encontrado em quase todas as populares pistolas de serviço. Com o cano e a culatra travados em conjunto em bateria, o cartucho será inflamado quando o gatilho é puxado para deixar cair o martelo. A força de recuo da bala em aceleração faz a culatra e o cano recuarem em conjunto – ainda travados em conjunto para conter a alta pressão no interior da câmara. A diferença de peso entre a bala e a culatra fazem a última mover-se mais lentamente, assim a bala tem tempo para sair do cano e deixar a pressão dentro do cano baixar. Com o impulso/inércia o cano e a culatra continuam movendo-se para trás e após alguns milímetros de viagem a traseira do cano retida em baixo por uma ligação, permitindo que a culatra continue viajando para trás e extraia a cápsula a câmara.
Quando a 1991 foi substituída pela Beretta M92FS nas forças armadas dos EUA com pistola de serviços nos anos 80, o velho desenho continuou a viver ao uso dos atiradores civis e modelos personalizados melhorados foram desenvolvidos para mais exigentes usos, tais como tiro desportivo competitivo e unidades especiais policiais e militares. A quantidade de diferentes variantes “Tactical” da 1911 provavelmente atinge as centenas e todas elas introduzem algum tipo de melhorias ou “melhorias” ao desenho original. Vamos agora dar uma vista de olhos em réplicas de duas dessas pistolas: A M.E.U. Pistol e a Wilson Combat CQB Elite.
VAIDADE OU APENAS UM ASPECTO EXIGENTE?
Ambas as pistolas embaladas em caixas algo bonitos. A caixa da pistol Tokyo Marui M.E.U. tem um esquema de cores desérticas como a tendência actual e os insertos de esferovite cobertos com um pano com um padrão digital de camuflagem deserto. Tal como nós esperávamos da Tokyo Marui, os acessórios são recomendados e o pacote inclui:
A pistola
Um carregador
Um saco de BBs
Tampa do cano
Vara de limpeza
Chave de bucha / ferramenta de auxílio de carregamento
Estas pistolas são familiares próximas na prática. A Tokyo Marui tem as marcas da Novak sobre licença.
Ambas tem serrilhado para armar na frente e um forte suporte de recuo da mola. Note-se possíveis encaixes para adaptador de silenciador na CQB Elite. A SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite vem numa caixa de cartão rijo castanho com uma etiqueta com um forte tema Wilson Combat. Isto não é surpresa, já que a pistola é oficialmente licenciada pela Wilson Combat. É sempre refrescante ver fabricantes de airsoft afixar logos legalmente e claro isto não poderia ser feito sem contar também com as mentes abertas dos fabricantes de armas reais. A esferovite é coberta neste caso com um tecido negro e o pacote inclui:
A pistola
2 carregadores
Um manual de utilizador SOCOM GEAR
Um manual de utilizador da WE 1911
A lista pode parecer curta, mas é muito importante enfatizar que esta pistola vem com dois carregadores de 15 tiros. O manual WE é o mais detalhado dos dois e é escrito em Inglês, Espanhol, Alemão e Italiano, enquanto o simplista manual da SG é apenas em Inglês.
A entrada do carregador da CQB Elite está em calha nos lados, enquanto a M.E.U. Pistol tem a borda angular na retaguarda também.
A M.E.U. vem com um carregador de 27 tiros e uma ferramenta manual. A CQB Elite inclui por seu lado 2 carregadores de 15 tiros. MAIS ESTÉTICA E DETALHES
Enquanto estas pistolas são réplicas de diferentes modelos, elas podem ser comparadas em termos de qualidade de construção e detalhes. Quando pela primeira ver pegar num 1911 de Airsoft, rapidamente verificará se é pesada ou não. A pistola TM M.E.U. não é certamente uma arma pesada com 850 gramas com o carregador, mas pode dizer claramente a diferença pela mão quando a compara com a SG CQB Elite, que sobe a escala para 960 gramas. A M.E.U. tem grandes pesos metálicos escondidos nos painéis do punho, enquanto a CQB Elite punhos ocos assim o balanço das contas para esta grande diferença no sentir, mesmo sendo 110 gramas, não é assim tanta diferença como peso total.
O que melhor reparará quando comparando o peso será o punho. Este volta vai para a SOCOM GEAR sem sombra de dúvidas: A adaptação de borracha que envolve o punho da Tokyo Marui é plastificada e feita de múltiplas peças, no entanto providencia um punho adequado e parece bom. A SOCOM GEAR decidiu usar o actual punho Wilson Combat e eles são possivelmente os melhores painéis de punho que vimos para a 1911 até hoje. Embebidos com a medalha Wilson’s Eagle, os painéis do punho são em polímero preto com um pequeno padrão interessante, que não só parece excelente, mas providencia também um bom punho. Os sulcos entre os cumes parecem linhas e não linhas de altitude linhas num mapa
Além dos punhos e peso, a maioria dos pontos em acabamento externo vão para a Tokyo Marui. Tendo aparentemente aprendido alguma coisa depois de lançarem a sua 1911 que parece ser de plástico mesmo a um metro de distância, eles trabalharam para criar um mais bonito acabamento mate para a M.E.U. Pistol e ela lembra o famoso acabamento WA “Carbon Black” – embora não seja tão cinzento. A Toky Marui tem apenas a suas próprias marcas de fabrico e claro ASGK no lado direito da armação, mas as miras tem as marcas da Novak debaixo da licença oficial. As miras não tem pontos brilhantes, o que é bom para tiro ao alvo mas seria uma boa adição para condições de baixa luz. A mira frontal é serrilhada para prevenir encadeamento e a imagem é bastante acentuada.
A SOCOM GEAR CQB Elite é em metal, mas o acabamento não é tão convincente com desigualdades e marcas de fundição. As marcas estampadas são bastante boas e só um pequeno logo WE é encontrado no lado esquerdo da guarda do gatilho e “Made in Taiwan” está escondido debaixo de “Wilson Combat Brryille, AR U.S.A.” no lado direito da armação. A mira contém três pontos brancos nos lugares óbvios, que não aparecem na escuridão mas ajudam quando a luz é pouca. Infelizmente o acabamento das miras é fraco com cantos redondos, que fazem uma imagem de tiro abaixo do óptimo.
As miras da CQB Elite tem pontos brancos para pontaria rápida, mas falta-lhes nitidez. A mira frontal não pode ser removida.
A M.E.U. Pistol tem uma excelente mira, mas uma limitada capacidade com pouca luz. Ambas as miras podem ser removidas.
A batalha terminou e ambos os contendores estão ainda fortes no ringue. Você será o juiz de qual deles ganhou!VEREDICTO
Como já estava implícito no sumário no inicio, é impossível dizer “X é melhor”. Ambas as pistolas têm os seus pontos fortes em áreas diferentes e são traídas por pequenas falhas noutras áreas. Ambas estas pistolas irão encontrar os seus fans e nós esperamos que esta análise o ajude a escolher uma que não o desaponte em áreas que valoriza numa pistola de airsoft.
Se valorize uma arma pesada e clincks metálicos numa pistola, então escolher a CQB Elite é a opção clara. Como bónus também traz um rail para um laser ou uma lanterna, para aqueles que querem colocar acessórios na pistola. Com dois carregadores incluídos, a CQB Elite faz uma boa oferta pelo valor e aqueles painéis do punho reais são um bom detalhe também.
Tokyo Marui é uma marca de confiança e a M.E.U. Pistol não surpreendeu negativamente nem positivamente. É imensamente precisa com uma elevada qualidade de construção e de muita confiança, mas um pouco leve para segurar e com um preço bem alto. O generoso carregador dá-lhe um bom poder de fogo fora da caixa, assim é especialmente atractiva para jogadores.
Produtos analisados:
- Tokyo Marui M.E.U. Pistol carregador de 28 tiros para a M.E.U.
- SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite carregador de 15 tiros para a CQB Elite (Disponível em breve)
sábado, 16 de Agosto de 2008
Como são fabricados os processadores
Até mudarem o mundo como o conhecemos, os chips passaram por um longo processo evolutivo. Tudo começou com as válvulas, que evoluíram para os transístores, considerados a maior invenção do século.
Fora o preço, os primeiros transístores não foram lá nenhuma revolução sobre as antigas válvulas, tanto que elas sobreviveram durante vários anos depois que os transístores começaram a ser produzidos em escala comercial.
O grande salto veio quando se descobriu que era possível construir vários transístores sobre a mesma pastilha de silício. Isso permitiu diminuir de forma gritante o custo e tamanho dos computadores. Entramos então na era do microchip.
O primeiro microchip comercial foi lançado pela Intel em 1971 e chamava-se 4004. Como o nome sugere, ele era um processador de apenas 4 bits que era composto por pouco mais de 2000 transístores. Veja uma foto dele abaixo:
De lá pra cá, foi um longo caminho. Enormes investimentos foram feitos e muitos dos maiores génios do planeta trabalharam em busca de soluções para questões cada vez mais complexas. Veremos agora como os computadores evoluíram, das válvulas ao Athlon e Pentium 4.
Fora o preço, os primeiros transístores não foram lá nenhuma revolução sobre as antigas válvulas, tanto que elas sobreviveram durante vários anos depois que os transístores começaram a ser produzidos em escala comercial.
O grande salto veio quando se descobriu que era possível construir vários transístores sobre a mesma pastilha de silício. Isso permitiu diminuir de forma gritante o custo e tamanho dos computadores. Entramos então na era do microchip.
O primeiro microchip comercial foi lançado pela Intel em 1971 e chamava-se 4004. Como o nome sugere, ele era um processador de apenas 4 bits que era composto por pouco mais de 2000 transístores. Veja uma foto dele abaixo:
De lá pra cá, foi um longo caminho. Enormes investimentos foram feitos e muitos dos maiores génios do planeta trabalharam em busca de soluções para questões cada vez mais complexas. Veremos agora como os computadores evoluíram, das válvulas ao Athlon e Pentium 4.sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
Tendo uma visão mais ampla
Nunca utilizar uma câmara digital para filmar uma longa mesa de jantar auxiliado por um directo flash. Essa foi a lição que aprendi e discuti em Janeiro de 2005 no "SLR" ( "Digital ou Filme"). Apesar de o flash fazer um incrível trabalho de iluminação do comprimento da mesa e as lentes de 18 milímetros configuradas a f/5.6 providenciarem espantosamente nítidos detalhes em cada face, o sensor digital de limitação da latitude de exposição queimou a iluminação de primeiro plano.Leitores simpáticos fizeram sugestões. Porque não utilizar flash com limites de rejeição? Nada feito. O limite máximo era demasiado elevado.
Porque não fotografar com a luz existente? Devido ao facto de a principal fonte de iluminação ser a partir da janela do fundo, à direita da mesa. Porque não deixar a câmara digital, e fotografar com película, que tem mais exposição de latitude? Porque eu não tinha trazido uma câmara de película SLR 35 milímetros.
Porque é que não me movi para a esquerda e fotografei a mesa de lado? Devido ao facto de a esquerda do restaurante estar cheio de mesas com pessoas jantando, não podia claro obter um ângulo adequado para filmar uma tal imagem.
Mas, recentemente, eu tive outra oportunidade. No mesmo restaurante, na mesma altura do dia (tarde). Mesmo evento, com muitas das mesmas pessoas: alguns directores e accionistas da McPhee's Grill, em Templeton, na Califórnia. Muitos dos mesmos problemas técnicos, mas desta vez uma prorrogação...! Apenas quando eu tinha começado a esfregar as minhas mãos de desespero, toda a gente nas outras mesas de repente se levantou e saiu!
Descobri que todos os outros clientes eram membros de uma associação automobilística, com um menu fixo e tempo da partida.
Pode apostar que eu rapidamente rodei para o meio do lado da mesa, o meu zoom 18-200 milímetros f/3.5- 6.3D II Tamron para o ângulo mais amplo, e de utilizado até que eu ter todos os accionistas e directores. "Tenha certeza que pode ver a minha lente," gritei para as pessoas do outro lado da mesa, por isso os seus rostos não estariam escondidos por aqueles ao lado na mesa.
Com a minha Konica Minolta Maxxum 7D configurada para programa de exposição e a Sigma 500 EF-500 DG Super Flash em ecrã amplo (para corresponder à luz da janela a partir do outro lado da mesa º), tive a oportunidade de obter uma foto no último cartão de memória. Foi um tiro de sorte.

quinta-feira, 14 de Agosto de 2008
Recomendações Ambientais III
Na Rua- Nunca deite lixo para o chão. Se for para o campo, praia ou andar de barco leve um recipiente para guardar o lixo. Se puder, apanhe algum lixo que esteja já nos diferentes locais quando aí chegou.
- A água é indispensável à existência da vida animal e vegetal. Deve-se evitar poluir a água, talvez começando por não deitar lixo para os rios, lagos e mares.
- As embalagens de plástico e outro lixo que se deita ao mar matam, por ano, milhares de animais marinhos. Por vezes estes ingerem-nos pensando que é comida. Não deixe lixo na praia.
- Não abandone linhas de pesca, sacos plásticos e garrafas de vidro, pois poderão causar ferimentos a animais.
- Quando circular em qualquer meio de transporte, não deite qualquer tipo de lixo pela janela, mesmo que seja só um papelito. Muito menos despeje lixo fora dos contentores ou nas bermas das estradas.
- Quando despejar lixo em caixotes ou contentores, prefira utilizar recipientes com tampa, para reduzir as hipóteses do lixo ser derramado e espalhado. O lixo espalhado atrai ratos, baratas e moscas, que podem funcionar como vectores de diversas doenças, para além de poluir visualmente.
- Em dias em que não é efectuada a recolha de lixo, evite colocar o seu nos contentores, para que estes não transbordem e o lixo se espalhe.
- O fundo de uma garrafa pode provocar um incêndio por fazer convergir os raios solares quando nele incidem. Não se devem abandonar garrafas no campo ou nas bermas das estradas.
- Quando for às compras prefira sacos de papel ou lojas que os forneçam. No entanto o melhor será levar de casa um saco que lhe tenham dado noutra altura, pois a produção de sacos de papel é, também, causadora de perturbações ambientais.
- Ao fazer compras, escolha produtos com embalagens de papel reciclado.
- Prefira produtos verdes. O rótulo ecológico europeu é a garantia de que o produto causa poucos danos ambientais durante o seu ciclo de vida.
- Muitas embalagens utilizadas nos supermercados e nas hamburguerias são feitas de poliestireno, um derivado do petróleo. Este material não pode ser reciclado e, quando queimado, liberta substâncias que destroem a camada de ozono. Evite-as.
- Evite comer fast food, pois a maior parte das empresas são responsáveis pela produção de enormes quantidades de resíduos. Ao evitar este tipo de alimentos estará a contribuir para a redução do volume de resíduos.
- Prefira alimentos biológicos, pois na sua produção são utilizados menos produtos químicos. Para a além de serem mais saudáveis, são menos ofensivos para o ambiente.
- Prefira as embalagens de cartão às de plástico, por exemplo quando for comprar ovos.
- Prefira os produtos com embalagens de tamanho familiar. As embalagens são responsáveis por cerca de metade do volume de lixo doméstico.
- Dê preferência à utilização de refrigerantes em garrafas recicláveis.
- Quando encontrar aros de plástico na praia corte-os ou, pelo menos ponha-os no lixo para não serem arrastados para o mar. Podem matar alguns animais marinhos.
- Não liberte balões para o ar. Quando os comprar mantenha-os presos para não fugirem, porque podem ir parar ao mar e se algum animal pensa que é comida e os ingere pode morrer.
- Quando passear numa floresta tenha muito cuidado com o que possa provocar um incêndio.
quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
A Higiene
Os hábitos de higiene, como o lavar-se, lavar os dentes, mudar de roupa, variam de pessoa para pessoa. O Acampamento, enquanto quadro de vida comunitária, deve favorecer a manutenção ou a aquisição de hábitos saudáveis de higiene. Não é somente uma responsabilidade perante os pais, mas também uma responsabilidade educativa que vai ao encontro dos objectivos da saúde no escutismo.
Nomeadamente, é preciso verificar que as crianças/jovens, à saída, levam roupa interior e meias suficientes para mudarem todos os dias. Por outro lado, o horário deve prever dois períodos por dia que permitam a cada um fazer a sua higiene, um de manhã e outro ao fim do dia.
Não é ecológico fazer-se a higiene nos locais de banho pois o sabão e os dentríficos, mesmo que biodegradáveis, são poluentes.
Além disso os adultos responsáveis deverão ter a preocupação de garantir que os diversos locais de campo estão limpos, particularmente a cozinha, o espaço de refeição ou refeitório e as casas de banho. Os espaços de dormir e a loiça devem também ser inspeccionados de tempos a tempos. Recomenda-se que, diariamente, de preferência depois do jantar, cada equipa cumpra uma curta faxina de serviços ou de limpeza. Estas faxinas efectuar-se-ão rotativamente.
terça-feira, 12 de Agosto de 2008
Um desilusão troiana...
- A demasiado elevada altura do balcão da bilheteira;
- A ausência de um parque de estacionamento para os utentes dos barcos;
- A remodelação do passeio da estrada de forma a permitir o acesso aos barcos de cidadãos com deficiência;
- A criação de pontos de abrigo contra as intempéries ao longo do percurso da estrada, para os peões;
- O alargamento do barranco criado na duna de forma a permitir a passagem de uma terceira viatura, em caso de acidente que bloqueie as duas vias, ou de uma viatura de emergência num momento de grande volume de tráfego no sentido exterior em que a via de acesso ao barco estará forçosamente bloqueada pelas viaturas na fila de espera;
- A criação de um sala de espera no cais de embarque!
segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
Inokatsu MAG58
Fabricante RedWolf Custom Guns Modelo MAG58 Steel version
Capacidade 1300 rds
Peso 12,000 g
Power 400 fps
Motor Systema Torque Up
Hop-up Ajustável
Bateria 11.1V Lithium
Modo de tiro Full Auto
Construção Toda em aço + Madeira e Alumínio
Prós
Possivelmente a mais realística de todas as GPMG
Rápida mudança da mola
Gearbox metálica CNC
Contras
Pesada
Veredicto
Não cometa erros: Se precisa de uma metralhadora para uma reconstituição moderna ou histórica, a MAG58 ou M240B é a sua escolha!
Qual é a melhor metralhadora das redondezas? Não, não é a arma de ratos 5,56 SAW. Esteja atento para a General Purpose Machine Gun em 7,62, da Bélgica, a MAG58! Adoptada com algumas modificações pelas forças armadas dos E.U.A. sob a referência M240B, esta metralhadora é uma obrigação para os atiradores de apoio lá fora. ATENÇÃO: É pesada!
Metralhadoras pode ser um pouco de um nicho em Airsoft e não há muitas opções que não tenham sido fabricadas nos finais dos anos 90 e início do novo milénio. Se você quis ser um artilheiro de volta a esses tempos, então, sua melhor aposta será a de obter uma clássica metralhadora em segunda mão como a Asahi com uma sonda externa do ar, ou receber uma eléctrica TOP - o que honestamente não têm o mais alto nível de confiabilidade visto em armas eléctricas. No entanto, durante os últimos anos temos visto algumas muito boas armas de apoio com uma construção sólida e um mecanismo de AEG comprovado rolando dentro, entre elas a série Inokatsu M60. Se o M60 é chamado de "Porco", isso faz da MAG 58 um javali então! Serve uma justiça cósmica que este modelo tenha sido reproduzido como um modelo airsoft.
A FN MAG 58
A MAG 58 é uma metralhadora alimentada com cinto resfriado a ar, disparando munição calibre 7,62 NATO a 650-1000 tiros por minuto. A taxa de fogo na extremidade inferior e o pesado peso torna-a mais fácil de controlar e a imensa confiabilidade fê-la uma arma muito confiável entre as tropas no terreno. Ela está em uso por forças armadas dos E.U.A. como M240 e uma variante chamada M240B com funcionalidades como rail adicional e um amortecedor hidráulico para melhorar a eficácia em combate e a versatilidade ainda mais.
Se gosta de que as suas armas de airsoft sejam pesadas o suficiente para fazer cair o mais magro dos tipos com o peso, não aceite nenhum substituto para o aço. Não só é mais pesado, mas tem também esta coisa pouca agradável chamada força, o que significa que pode manipular a arma como se fosse a coisa real. Não há mais rotura pot-metal ou o alumínio dobra quando você o puxou à pressa!
As RWC MAG 58 e M240B são baseadas em kits Inokatsu com a nossa própria selecção de partes internas de primeira qualidade da Systema e Deep Fire para uma prestação acção fiável.
Estes modelos são enviados em uma pequena caixa para economizar espaço volumétrico no transporte marítimo, assim a primeira coisa a fazer é colocar as principais peças em conjunto. O processo de montagem é simplesmente a desmontagem invertida na mesma ordem. A gearbox já estará no interior do receptor, de modo que você simplesmente juntará a culatra deslizando-a nas ranhuras na parte de trás do receptor. Você deve anexar a culatra antes de anexar o pinho, e quando da desmontagem o punho deve ser removido primeiro: Se a gearbox é removida quando o punho está anexo, os contactos de fogo podem desactivar os contactos do micro interruptor, o que irá exigir a substituição do interruptor.
Após anexar a culatra e o punho, a arma apenas precisa de um cano para parecer completa. É anexo a partir da frente, puxando-o para o receptor e rodando o cilindro cerca de 45° para a direita. Vai ouvir o bloqueio ratchet clique algumas vezes: Não há necessidade de apertar mais o cano exterior. Para levantar a pega de transporte para transportar a metralhadora, simplesmente aperte a alavanca de libertação convenientemente ao do alcance de seu dedo indicador.
Evidentemente nenhuma arma de apoio é completa sem pelo menos, um cinto pendurado a partir da bandeja de alimentação para colocar a cereja no topo do olhar que grita: "Eu quero dizer negócio!", mas para a utilização real que você vai querer adicionar o dispositivo alimentação também. Embora anexar o dispositivo de alimentação não é o simples clique de meio segundo como com uma M4, adicionar BB’s ao carregador, não é necessário removê-lo da arma e é automaticamente ferida por um motor dedicado quando você disparar.
O saco de nylon da munição está anexo a uma chapa metálica pendurada sobre o lado esquerdo da arma e que contém uma caixa de papelão para munição. A rede é ligada à saída vermelha provenientes da porta de ejecção e a mola de aço do tubo de alimentação recolhe na mesma abertura abaixo do receptor. O revestimento cinza de algumas armas ou a pintura irá contribuir para camuflar estas de olhos curiosos, embora sejam inferiores à arma bastante ocultada para começar.
GEARBOX
Removendo o punho e a culatra permite que faça deslizar um sólido tijolo de alumínio para fora à parte traseira do receptor. Enquanto as gearbox são normalmente moldadas com bastante precisão para caber dentro de diversos espingardas de assalto e metralhadoras, este não tem sido uma preocupação com esta metralhadora de maior calibre. Tornar a gearbox em uma besta rectangular significa também que a espessura da parede é imensa e não há "janelas cilindro" sobre os lados para criar pontos fracos. Não me atreveria a dizer que esta casa é indestrutível com qualquer primavera! (É claro que é uma outra questão se seria apropriado que peças internas estivessem disponíveis para conduzir uma mola tão forte...)
Uma vez que estas são construídas em casa por técnicos da RedWolf, os conteúdos da gearbox foram cuidadosamente seleccionados e instalados para garantir uma alta performance. Os pneumáticos são todos Systema, com a compressão verificada em todos os O-rings para evitar fugas. A peça base é constituída por um motor Systema Torque Up, seguido por um conjunto de aço Systema Torque Up conjunto gear e no final a parte mecânica é um pistão com todos os dentes metálicos Deep Fire. A gearbox só permite a utilização buchas 6 milímetros, pelo que fomos para o sólido para torná-lo mais à prova de bomba. Esta configuração permite usar uma bateria de alta tensão para a alta velocidade de tiro, mas também proporciona torque se quiser ter sua arma disparar mais difícil. Você pode simplesmente mudar a mola e bateria ao seu gosto!
Gostaria de ter um tal monstro de arma airsoft? Não sabemos quem são os atiradores de apoio, mas se você estiver procurando por uma réplica de metralhadora 7,62, não ficará desapontado com esses modelos. Com acabamento premium, detalhes e peso e os melhores internos que o dinheiro pode comprar, você não pode ir realmente mal com as versões de aço da RWC MAG 58 ou M240B.
Capacidade 1300 rds
Peso 12,000 g
Power 400 fps
Motor Systema Torque Up
Hop-up Ajustável
Bateria 11.1V Lithium
Modo de tiro Full Auto
Construção Toda em aço + Madeira e Alumínio
Prós Possivelmente a mais realística de todas as GPMG
Rápida mudança da mola
Gearbox metálica CNC
Contras
Pesada
Veredicto
Não cometa erros: Se precisa de uma metralhadora para uma reconstituição moderna ou histórica, a MAG58 ou M240B é a sua escolha!
Qual é a melhor metralhadora das redondezas? Não, não é a arma de ratos 5,56 SAW. Esteja atento para a General Purpose Machine Gun em 7,62, da Bélgica, a MAG58! Adoptada com algumas modificações pelas forças armadas dos E.U.A. sob a referência M240B, esta metralhadora é uma obrigação para os atiradores de apoio lá fora. ATENÇÃO: É pesada!
Metralhadoras pode ser um pouco de um nicho em Airsoft e não há muitas opções que não tenham sido fabricadas nos finais dos anos 90 e início do novo milénio. Se você quis ser um artilheiro de volta a esses tempos, então, sua melhor aposta será a de obter uma clássica metralhadora em segunda mão como a Asahi com uma sonda externa do ar, ou receber uma eléctrica TOP - o que honestamente não têm o mais alto nível de confiabilidade visto em armas eléctricas. No entanto, durante os últimos anos temos visto algumas muito boas armas de apoio com uma construção sólida e um mecanismo de AEG comprovado rolando dentro, entre elas a série Inokatsu M60. Se o M60 é chamado de "Porco", isso faz da MAG 58 um javali então! Serve uma justiça cósmica que este modelo tenha sido reproduzido como um modelo airsoft.
A FN MAG 58 A MAG 58 é uma metralhadora alimentada com cinto resfriado a ar, disparando munição calibre 7,62 NATO a 650-1000 tiros por minuto. A taxa de fogo na extremidade inferior e o pesado peso torna-a mais fácil de controlar e a imensa confiabilidade fê-la uma arma muito confiável entre as tropas no terreno. Ela está em uso por forças armadas dos E.U.A. como M240 e uma variante chamada M240B com funcionalidades como rail adicional e um amortecedor hidráulico para melhorar a eficácia em combate e a versatilidade ainda mais.
Se gosta de que as suas armas de airsoft sejam pesadas o suficiente para fazer cair o mais magro dos tipos com o peso, não aceite nenhum substituto para o aço. Não só é mais pesado, mas tem também esta coisa pouca agradável chamada força, o que significa que pode manipular a arma como se fosse a coisa real. Não há mais rotura pot-metal ou o alumínio dobra quando você o puxou à pressa!
As RWC MAG 58 e M240B são baseadas em kits Inokatsu com a nossa própria selecção de partes internas de primeira qualidade da Systema e Deep Fire para uma prestação acção fiável.
Estes modelos são enviados em uma pequena caixa para economizar espaço volumétrico no transporte marítimo, assim a primeira coisa a fazer é colocar as principais peças em conjunto. O processo de montagem é simplesmente a desmontagem invertida na mesma ordem. A gearbox já estará no interior do receptor, de modo que você simplesmente juntará a culatra deslizando-a nas ranhuras na parte de trás do receptor. Você deve anexar a culatra antes de anexar o pinho, e quando da desmontagem o punho deve ser removido primeiro: Se a gearbox é removida quando o punho está anexo, os contactos de fogo podem desactivar os contactos do micro interruptor, o que irá exigir a substituição do interruptor.Após anexar a culatra e o punho, a arma apenas precisa de um cano para parecer completa. É anexo a partir da frente, puxando-o para o receptor e rodando o cilindro cerca de 45° para a direita. Vai ouvir o bloqueio ratchet clique algumas vezes: Não há necessidade de apertar mais o cano exterior. Para levantar a pega de transporte para transportar a metralhadora, simplesmente aperte a alavanca de libertação convenientemente ao do alcance de seu dedo indicador.
Evidentemente nenhuma arma de apoio é completa sem pelo menos, um cinto pendurado a partir da bandeja de alimentação para colocar a cereja no topo do olhar que grita: "Eu quero dizer negócio!", mas para a utilização real que você vai querer adicionar o dispositivo alimentação também. Embora anexar o dispositivo de alimentação não é o simples clique de meio segundo como com uma M4, adicionar BB’s ao carregador, não é necessário removê-lo da arma e é automaticamente ferida por um motor dedicado quando você disparar.O saco de nylon da munição está anexo a uma chapa metálica pendurada sobre o lado esquerdo da arma e que contém uma caixa de papelão para munição. A rede é ligada à saída vermelha provenientes da porta de ejecção e a mola de aço do tubo de alimentação recolhe na mesma abertura abaixo do receptor. O revestimento cinza de algumas armas ou a pintura irá contribuir para camuflar estas de olhos curiosos, embora sejam inferiores à arma bastante ocultada para começar.
GEARBOXRemovendo o punho e a culatra permite que faça deslizar um sólido tijolo de alumínio para fora à parte traseira do receptor. Enquanto as gearbox são normalmente moldadas com bastante precisão para caber dentro de diversos espingardas de assalto e metralhadoras, este não tem sido uma preocupação com esta metralhadora de maior calibre. Tornar a gearbox em uma besta rectangular significa também que a espessura da parede é imensa e não há "janelas cilindro" sobre os lados para criar pontos fracos. Não me atreveria a dizer que esta casa é indestrutível com qualquer primavera! (É claro que é uma outra questão se seria apropriado que peças internas estivessem disponíveis para conduzir uma mola tão forte...)
Uma vez que estas são construídas em casa por técnicos da RedWolf, os conteúdos da gearbox foram cuidadosamente seleccionados e instalados para garantir uma alta performance. Os pneumáticos são todos Systema, com a compressão verificada em todos os O-rings para evitar fugas. A peça base é constituída por um motor Systema Torque Up, seguido por um conjunto de aço Systema Torque Up conjunto gear e no final a parte mecânica é um pistão com todos os dentes metálicos Deep Fire. A gearbox só permite a utilização buchas 6 milímetros, pelo que fomos para o sólido para torná-lo mais à prova de bomba. Esta configuração permite usar uma bateria de alta tensão para a alta velocidade de tiro, mas também proporciona torque se quiser ter sua arma disparar mais difícil. Você pode simplesmente mudar a mola e bateria ao seu gosto!Gostaria de ter um tal monstro de arma airsoft? Não sabemos quem são os atiradores de apoio, mas se você estiver procurando por uma réplica de metralhadora 7,62, não ficará desapontado com esses modelos. Com acabamento premium, detalhes e peso e os melhores internos que o dinheiro pode comprar, você não pode ir realmente mal com as versões de aço da RWC MAG 58 ou M240B.
domingo, 10 de Agosto de 2008
A Evolução dos Computadores II
Sem dúvida, o computador mais famoso daquela época foi o ENIAC (Electronic Numerical Integrator Analyzer and Computer), construído em 1945. O ENIAC era composto por nada menos do que 17,468 válvulas, ocupando um armazém imenso. Porém, apesar do tamanho, o poder de processamento do ENIAC é ridículo para os padrões actuais, suficiente para processar apenas 5.000 adições, 357 multiplicações e 38 divisões por segundo, bem menos até do que uma calculadora de bolso actual, das mais simples.
A ideia era construir um computador para realizar vários tipos de cálculos de artilharia para ajudar as tropas aliadas durante a segunda Guerra Mundial. Porém, o ENIAC acabou sendo terminado exactamente 3 meses depois do fim da Guerra e acabou sendo usado durante a guerra fria, contribuindo por exemplo no projecto da bomba de Hidrogénio.
Se acha que programar em C ou em Assembly é complicado, imagine como era a vida dos programadores daquela época. A programação do ENIAC era feita através de 6.000 chaves manuais. A cada novo cálculo, era preciso reprogramar várias destas chaves. Isso sem falar no resultado, que era dado de forma binária através de um conjunto de luzes. Não é à toa que a maior parte dos programadores da época eram mulheres, só mesmo elas para ter a paciência necessária para programar e reprogramar esse emaranhado de chaves várias vezes ao dia.
Abaixo está a foto de uma válvula muito usada na década de 40:

Vendo essa foto é fácil imaginar porque as válvulas eram tão problemáticas e caras: elas eram simplesmente complexas demais.
Mesmo assim, na época a maior parte da indústria continuou trabalhando no aperfeiçoamento das válvulas, obtendo modelos menores e mais confiáveis. Porém, vários pesquisadores começaram a procurar alternativas menos problemáticas.
Várias destas pesquisas tinha como objectivo a pesquisa de novos materiais, tanto condutores, quanto isolantes. Os pesquisadores começaram então a descobrir que alguns materiais não se enquadravam nem em um grupo nem no outro, pois de acordo com a circunstância, podiam actuar tanto quando isolantes quanto como condutores, formando uma espécie de grupo intermediário que foi logo apelidado de grupo dos semicondutores.
Haviam encontrado a chave para desenvolver o transístor. O primeiro projecto surgiu em 16 de Dezembro de 1947, onde era usado um pequeno bloco de germânio (que na época era em conjunto com o silício o semicondutor mais pesquisado) e três filamentos de ouro. Um filamento era o pólo positivo, o outro o pólo negativo, enquanto o terceiro tinha a função de controlo. Tendo apenas uma carga eléctrica no pólo positivo, nada acontecia, o germânio actuava como um isolante, bloqueando a corrente. Porém, quando uma certa tensão eléctrica era aplicada usando o filamento de controlo, um fenómeno acontecia e a carga eléctrica passava a fluir para o pólo negativo.
Haviam criado um dispositivo que substituía a válvula, sem possuir partes móveis, gastando uma fracção da electricidade gasta por uma válvula e ao mesmo tempo, muito mais rápido.
Este primeiro transístor era relativamente grande, mas não demorou muito para que este modelo inicial fosse aperfeiçoado. Durante a década de 50, o transístor foi gradualmente dominando a indústria, substituindo rapidamente as problemáticas válvulas. Os modelos foram diminuindo de tamanho, descendo de preço e tornando-se mais rápidos. Alguns transístores da época podiam operar a até 100 MHz. Claro que esta era a frequência que podia ser alcançada por um transístor sozinho, nos computadores da época, a frequência de operação era muito menor, já que em cada ciclo de processamento o sinal precisa passar por vários transístores.
Mas, o grande salto foi a substituição do germânio pelo silício. Isto permitiu miniaturizar ainda mais os transístores e baixar seu custo de produção. Os primeiros transístores de junção comerciais foram produzidos partir de 1960 pela Crystalonics.
A ideia do uso do silício para construir transístores é que adicionando certas substâncias em pequenas quantidades é possível alterar as propriedades eléctricas do silício. As primeiras experiências usavam fósforo e boro, que transformavam o silício em condutor por cargas negativas ou condutor por cargas positivas, dependendo de qual dos dois materiais fosse usado. Estas substâncias adicionadas ao silício são chamadas de impurezas, e o silício “contaminado” por elas é chamado de silício dopado.
O funcionamento de um transístor é bastante simples, quase elementar. É como naquele velho ditado “as melhores invenções são as mais simples”. As válvulas eram muito mais complexas que os transístores e mesmo assim foram rapidamente substituídas por eles.
Um transístor é composto basicamente de três filamentos, chamados de base, emissor e colector. O emissor é o pólo positivo, o colector o pólo negativo, enquanto a base é quem controla o estado do transístor, que como vimos, pode estar ligado ou desligado. Veja como estes três componentes são agrupados num transístor moderno:
Quando o transístor está desligado, não existe carga eléctrica na base, por isso, não existe corrente eléctrica entre o emissor e o colector. Quanto é aplicada uma certa tensão na base, o circuito é fechado e é estabelecida a corrente entre o emissor e o receptor.Outro grande salto veio quando os fabricantes deram-se conta que era possível construir vários transístores sobre a mesma placa de silício. Havia surgido então o circuito integrado, vários transístores dentro do mesmo encapsulamento. Não demorou muito para surgirem os primeiros microchips.
sábado, 9 de Agosto de 2008
O DECLÍNIO E QUEDA II
de escolher uma câmara correctamente
BY HERBERT KEPPLER
Dê uma vista de olhos nos controles da parte traseira e superior da topline Konica Minolta Maxxum 7D e da compacta 5D. A miríade de botões e mostradores na 7D podem levar uma pessoa a pensar que só um fotógrafo altamente qualificado como um piloto de um Boeing 747 pode operar a câmara, enquanto que um noviço não qualificados como um pilo estagiário de um Piper CUB não terá problemas com o controle imensamente simplificado da 5D. Errado. Dentro de cerca de meia hora, a maioria de vocês terão percebido a lógica dos controles 7D e será capaz de utilizá-los mesmo quando tirar fotos com a câmara ao nível dos olhos. Mas muitas dos controles das 5D's estão escondidos, acessíveis apenas baixando a câmara dos seus olhos e usando vários menus de navegação no painel LCD para localizar os controles e, depois, para os controlos de níveis. Encontrar a compensação de flash no LCD das 5D's pode ser feito, mas é difícil.
Se você for um fotografo por instinto, poderá nunca usar o menu de controles como a compensação de flash ou a compensação de exposição. A 5D seria, então, ideal para você. Para um amador cuidadoso ou um profissional, ser capaz de acesso e de controlo conjunto, mantendo a 7D ao nível dos olhos pode ser essencial e, portanto, vale o peso, tamanho e preço.
Eu utilizei a Konica Minolta Maxxum 5D e 7D como exemplos de uma compacta DSLR vs uma maior e mais pesada, e mais externamente controlada DSLR, mas penso que vale a comparação com a Canon, Nikon, Olympus e Pentax DSLRs. Evidentemente,as especificações técnicas das topline DSLR , tais como tempo de inicialização, desfasamento temporal do obturador de libertação e modo de disparo são geralmente considerados superiores aos dos compactas DSLR. Mas a superior configuração de conveniência a nível do olho das topline DSLR é muitas vezes esquecido, dado o modo simples como os controles das compactas DSLR muitas vezes aparecem.
sexta-feira, 8 de Agosto de 2008
Recomendações Ambientais II

- Sempre que for o último a sair de um compartimento da casa apague a luz. Instale detectores de presença que desligam as luzes quando uma sala está desocupada.
- Tente isolar as frestas das janelas e portas para evitar perdas de energia em casa; feche as cortinas para evitar as trocas de energia.
- Sempre que abrir o frigorífico retire tudo o que precisa de uma só vez e rapidamente.
- Mantenha a temperatura do frigorífico acima dos 5-6ºC. Temperaturas inferiores são inúteis e aumentam o consumo de energia em 7-8%.
- Apalpe a comida que está no frigorífico, se estiver gelada, o botão está regulado para temperaturas demasiado baixas. Para poupar energia, aumente ligeiramente a sua temperatura.
- Tente manter as lâmpadas e os globos ou protectores de lâmpadas bem limpos para que a energia gasta seja aproveitada na totalidade. As lâmpadas limpas gastam menos energia.
- Substitua lâmpadas normais, por lâmpadas fluorescentes de baixo consumo. Para além de obter maior luminosidade, poupa energia.
- Tente manter as luzes de que não necessita apagadas. Para ler procure um local perto de uma janela ou com boa luz do dia e atrase ou evite a luz artificial.
- Ao passar a ferro, desligue-o um pouco antes de acabar. Ele manter-se-á quente durante o tempo necessário para acabar a sua tarefa.
- Faça uma reunião familiar para elaborar uma lista de todas as pequenas acções que podem facilmente ser feitas para poupar energia. Estabeleça um plano de poupança e vai ver que as suas contas de electricidade vão diminuir.
- Prefira as máquinas de calcular (e outros aparelhos) que funcionam com luz solar.
- Dê preferência à aquisição de pilhas recarregáveis. Necessitará também de um carregador de pilhas que ficará pago em poucas pilhas.
- Não utilize detergentes com fosfatos.
- Utilize aparelhos que não utilizem clorofluorcarbonetos (CFCs).
- Por ano são usados milhares de metros de toalhas de papel. Tente utilizar toalhas de pano em vez de papel.
- Guarde os sacos de plástico para voltar a utilizá-los. Se necessário, vire-os ao contrário, lave-os e ponha-os a secar.
- Guarde roupa velha ou trapos para poder usar em alturas em que necessita limpar algo como tintas quando está a pintar.
- Observe os livros, brinquedos ou roupas que já não usa. Conforme o caso pode dar os que já não quiser a hospitais, organizações de beneficência ou outras instituições.
- Os aros de plástico que mantêm juntas as latas de refrigerantes podem matar alguns animais que introduzem neles o bico ou o pescoço, impedindo-os de se alimentarem ou respirarem. Quando deitar fora estes aros corte-os.
- Os pesticidas devem ser guardados em local fechado e isolado. Muitos envenenamentos em zonas rurais são provocados por pesticidas.
- Segundo a NASA, as plantas de interior são importantes auxiliares da luta contra a poluição em recintos fechados.
- Deixe sempre os produtos perigosos nas embalagens de origem para evitar que alguém os confunda com outros.
- Desligue o monitor se o computador estiver inactivo durante mais de 15 minutos.
- Se viver numa zona quente, escolha uma cor clara para as paredes exteriores da sua casa, caso contrário, é mais eficiente utilizar tons mais escuros.
- Utilize cores claras no interior da sua casa para que a luz natural e artificial seja mais facilmente reflectida.
- Prefira tintas de água às de base solvente.
- Substitua o ambientador por uma solução de ervas aromáticas com sumo de limão.
- Antes de lavar a loiça mais suja, limpe-a com papel e, se necessário, deixe-a "de molho".
- Evite o uso de papéis decorados, engessados ou perfumados, pois possuem produtos que dificultam a reciclagem.
- Evite o uso de papel de alumínio na cozinha.
- Regue as plantas da casa com a água recuperada da chuva ou com a que sobra na panela depois de alguém ferver ou aquecer vegetais. Esta será mais rica em nutrientes, embora seja necessário deixá-la arrefecer antes da rega.
- Faça o seu próprio estrume com resíduos de jardim (aparas de relva, folhas) e, se necessário, enriqueça-o com matéria orgânica. Informe-se sobre as técnicas da compostagem.
- Adopte uma alimentação mais rica em alimentos de níveis mais baixos da cadeia alimentar - hortaliças, cereais, legumes e consuma menos carne vermelha. Estará assim a reduzir o uso de recursos naturais na produção alimentar.
- Evite aquecedores com a resistência eléctrica à vista, pois o seu consumo é muito elevado e secam demasiado o ar.
- Mantenha os bicos de gás, as placas e o forno limpos, para manter o rendimento.
- Feche sempre bem a porta do frigorífico. Se ficar aberta haverá um maior dispêndio de energia para manter a temperatura e os alimentos poderão estragar-se.
- Na compra de um frigorífico, prefira um com descongelamento manual, em detrimento de um com descongelação automática, porque o primeiro gasta menos energia.
- Se vai construir a sua casa, adopte uma forma rectangular, pois as formas em L, T ou U aumentam o número de paredes exteriores, que ficam expostas ao frio do inverno.
- Proteja as portas de entrada em casa com portas interiores, formando halls de entrada que dificultam a entrada do frio ou do calor na casa.
- Posicione a chaminé da sua lareira numa parede interior, de modo a que o calor gerado não se perca e seja conservado no interior da casa.
- No jardim da sua habitação coloque arbustos e vedações nos lados mais ventosos, para cortar o ar frio, tornando o aquecimento mais eficiente durante o Inverno.
- Posicione as árvores do jardim a sul e oeste da sua casa, para permitir uma sombra refrescante no Verão durante a parte mais quente do dia.
- Tente isolar as frestas das janelas e portas para evitar perdas de energia em casa; feche as cortinas para evitar as trocas de energia.
- Sempre que abrir o frigorífico retire tudo o que precisa de uma só vez e rapidamente.
- Mantenha a temperatura do frigorífico acima dos 5-6ºC. Temperaturas inferiores são inúteis e aumentam o consumo de energia em 7-8%.
- Apalpe a comida que está no frigorífico, se estiver gelada, o botão está regulado para temperaturas demasiado baixas. Para poupar energia, aumente ligeiramente a sua temperatura.
- Tente manter as lâmpadas e os globos ou protectores de lâmpadas bem limpos para que a energia gasta seja aproveitada na totalidade. As lâmpadas limpas gastam menos energia.
- Substitua lâmpadas normais, por lâmpadas fluorescentes de baixo consumo. Para além de obter maior luminosidade, poupa energia.
- Tente manter as luzes de que não necessita apagadas. Para ler procure um local perto de uma janela ou com boa luz do dia e atrase ou evite a luz artificial.
- Ao passar a ferro, desligue-o um pouco antes de acabar. Ele manter-se-á quente durante o tempo necessário para acabar a sua tarefa.
- Faça uma reunião familiar para elaborar uma lista de todas as pequenas acções que podem facilmente ser feitas para poupar energia. Estabeleça um plano de poupança e vai ver que as suas contas de electricidade vão diminuir.
- Prefira as máquinas de calcular (e outros aparelhos) que funcionam com luz solar.
- Dê preferência à aquisição de pilhas recarregáveis. Necessitará também de um carregador de pilhas que ficará pago em poucas pilhas.
- Não utilize detergentes com fosfatos.
- Utilize aparelhos que não utilizem clorofluorcarbonetos (CFCs).
- Por ano são usados milhares de metros de toalhas de papel. Tente utilizar toalhas de pano em vez de papel.
- Guarde os sacos de plástico para voltar a utilizá-los. Se necessário, vire-os ao contrário, lave-os e ponha-os a secar.
- Guarde roupa velha ou trapos para poder usar em alturas em que necessita limpar algo como tintas quando está a pintar.
- Observe os livros, brinquedos ou roupas que já não usa. Conforme o caso pode dar os que já não quiser a hospitais, organizações de beneficência ou outras instituições.
- Os aros de plástico que mantêm juntas as latas de refrigerantes podem matar alguns animais que introduzem neles o bico ou o pescoço, impedindo-os de se alimentarem ou respirarem. Quando deitar fora estes aros corte-os.
- Os pesticidas devem ser guardados em local fechado e isolado. Muitos envenenamentos em zonas rurais são provocados por pesticidas.
- Segundo a NASA, as plantas de interior são importantes auxiliares da luta contra a poluição em recintos fechados.
- Deixe sempre os produtos perigosos nas embalagens de origem para evitar que alguém os confunda com outros.
- Desligue o monitor se o computador estiver inactivo durante mais de 15 minutos.
- Se viver numa zona quente, escolha uma cor clara para as paredes exteriores da sua casa, caso contrário, é mais eficiente utilizar tons mais escuros.
- Utilize cores claras no interior da sua casa para que a luz natural e artificial seja mais facilmente reflectida.
- Prefira tintas de água às de base solvente.
- Substitua o ambientador por uma solução de ervas aromáticas com sumo de limão.
- Antes de lavar a loiça mais suja, limpe-a com papel e, se necessário, deixe-a "de molho".
- Evite o uso de papéis decorados, engessados ou perfumados, pois possuem produtos que dificultam a reciclagem.
- Evite o uso de papel de alumínio na cozinha.
- Regue as plantas da casa com a água recuperada da chuva ou com a que sobra na panela depois de alguém ferver ou aquecer vegetais. Esta será mais rica em nutrientes, embora seja necessário deixá-la arrefecer antes da rega.
- Faça o seu próprio estrume com resíduos de jardim (aparas de relva, folhas) e, se necessário, enriqueça-o com matéria orgânica. Informe-se sobre as técnicas da compostagem.
- Adopte uma alimentação mais rica em alimentos de níveis mais baixos da cadeia alimentar - hortaliças, cereais, legumes e consuma menos carne vermelha. Estará assim a reduzir o uso de recursos naturais na produção alimentar.
- Evite aquecedores com a resistência eléctrica à vista, pois o seu consumo é muito elevado e secam demasiado o ar.
- Mantenha os bicos de gás, as placas e o forno limpos, para manter o rendimento.
- Feche sempre bem a porta do frigorífico. Se ficar aberta haverá um maior dispêndio de energia para manter a temperatura e os alimentos poderão estragar-se.
- Na compra de um frigorífico, prefira um com descongelamento manual, em detrimento de um com descongelação automática, porque o primeiro gasta menos energia.
- Se vai construir a sua casa, adopte uma forma rectangular, pois as formas em L, T ou U aumentam o número de paredes exteriores, que ficam expostas ao frio do inverno.
- Proteja as portas de entrada em casa com portas interiores, formando halls de entrada que dificultam a entrada do frio ou do calor na casa.
- Posicione a chaminé da sua lareira numa parede interior, de modo a que o calor gerado não se perca e seja conservado no interior da casa.
- No jardim da sua habitação coloque arbustos e vedações nos lados mais ventosos, para cortar o ar frio, tornando o aquecimento mais eficiente durante o Inverno.
- Posicione as árvores do jardim a sul e oeste da sua casa, para permitir uma sombra refrescante no Verão durante a parte mais quente do dia.
terça-feira, 5 de Agosto de 2008
A vida no acampamento
O horário diário de um acampamento deve permitir às crianças/jovens recuperarem do cansaço. Deve incluir períodos de calma (sesta ou descanso, actividades em pequeno grupo com um adulto…), o período de sono terá horas fixas, com a duração mínima diária de nove horas. As actividades não devem estender-se pelas horas de sono. Igualmente as refeições deverão ser tomadas a horas fixas e sem precipitações.
Mesmo que inseridas no programa de campo, as actividades podem ser modificadas, especialmente se as condições de tempo não o permitirem. Não se deve hesitar em revê-las no decurso do acampamento, se tal se tornar necessário. Os adultos responsáveis zelarão não só pela variedade das actividades, como também pelo seu equilíbrio no tempo. Por exemplo, não se programam duas actividades fisicamente exigentes, uma a seguir à outra, os tempos livres devem ser limitados, devem-se prever actividades para o caso de chover (plano B), programarem-se actividades de desenvolvimento espiritual, assim como actividades de descontracção.
Que fazer no caso de chover? Tudo depende do que chuva signifique. Não se modifica um plano de actividades devido a um simples aguaceiro. Se a chuva persistir, podem-se fazer ainda actividades de ar livre, na condição de as crianças/jovens estarem devidamente vestidas (impermeável e botas de borracha). Quando a roupa estiver encharcada, as crianças/jovens devem poder mudar-se e vestir roupa seca.
Em caso de tempestade, dever-se-á actuar com a maior prudência. As excursões devem ser canceladas e devem ser evitadas todas as actividades com ou na água. Se numa saída forem surpreendidos por uma tempestade, deve-se procurar um lugar seguro para se poderem abrigar. Ninguém deve ficar desprotegido, mas deve haver o cuidado de se procurar um outro abrigo que não uma árvore isolada. Se a chuva persistir mais que um dia, organizar-se-ão actividades alternativas de interior ou de segurança como jogos, trabalhos manuais, canções, mímicas… No entanto é preciso prever uma actividade de ar livre por dia.
Não é só a chuva que compromete o programa de actividades. É preciso também prestar atenção aos transtornos causados pelo calor e pelo sol. Os golpes de sol e as insolações não ser devem ser considerados de forma ligeira.
É também preciso saber que alguns alimentos (particularmente a maionese, os ovos, a carne, aves de capoeira e o peixe) suportam muito mal a exposição ao sol e ao calor, mesmo durante um curto espaço de tempo; e que podem causar intoxicações alimentares.
No caso do calor ser muito elevado, é preferível anular as actividades fisicamente exigentes e prolongar as banhocas.
Deve-se igualmente tomar cuidado para que as crianças/jovens levem consigo creme protector solar em quantidade suficiente para se protegerem durante todo o tempo de duração de acampamento.
No InvernoTanto quanto possível, durante o dia, as actividades devem desenrolar-se no exterior e permitirem que as crianças/jovens se mexam. Se não estiver muito frio, podem também fazer-se reuniões/encontros, actividades de expressão (escultura no gelo, por exemplo), mas estas actividades devem ser de curta duração de forma a não ter as crianças/jovens parados mais que 10 ou 15 minutos.
O programa deve prever reuniões no interior se estiver muito frio ou houver um nevão.

segunda-feira, 4 de Agosto de 2008
Kar98K Sporter
Fabricante: Marushin Modelo: Kar98K Sporter
Capacidade: 5
Peso: 2700 g
Power: 290 fps (0.34g)
Power Source: HFC134a
Blowback: Nenhum
Hop-up: Adjustable LD-2
Modo de tiro: Acção manual
Construção: Madeira real, alumínio, ABS
Prós
+Construção e acção bastante realística
+Excelente acabamento
+Força decente fora da caixa
+Ejecção de cápsulas
Contras
-Pouca capacidade
-Calibre 8mm
-Ejecção das cápsulas
Veredicto
Um fuzil baseado no Kar98k muito realístico com um aspecto único e um realismo insuperável. Carregando este fuzil com clipes abertos e accionando a acção para carregar as cápsulas é uma experiência acima de qualquer máquina de costura eléctrica!
Um fuzil alemão
Se você pensou que o Kar98 do ano 98 tem 10 anos de idade, você foi enganado por uma centena de anos. Quando este fuzil foi adoptado, foi considerado um fuzil curto, daí o nome Karabiner, o que é obviamente o alemão de carabina. O modelo Kar98k (por Kurz) foi reduzido ainda mais para a utilização da Wehrmacht, em 1935, mas mesmo com esta alteração ele ainda tinha 1110 mm de comprimento. Com os seus 600 milímetros (~ 24 ") de cano seria um sniper rifle pelos padrões de hoje. A Kar98k tem um carregador com uma pequena capacidade de cinco, mas tendo em vista o poder de fogo do homem de infantaria foi equilibrado com a utilização eficaz de metralhadoras a nível de esquadra.
Os desenhadores na Mauser realmente colocaram o dedo na ferida na sua concepção original, porque a acção da Mauser é uma norma muito difundida entre fabricantes de fuzis de todo o mundo, da Europa à Ásia e aos Estados Unidos. Podemos dizer que é para as espingardas de ferrolho aquilo que o recuo do cano curto de Browning é nas pistolas automáticas. A esta luz não é de estranhar que tenha desovado muitas variantes desportivas e de caça, mais ou menos com base na mesma acção dos tempos do Império Alemão.
Operada a gás, ejecção das cápsulas
A mais intrigante característica da série Marushin Kar98k é a operação, que é claramente mais realista do que qualquer APS ou VSR e até mesmo um grau superior em comparação com as espingardas STAR e Tanaka. O gás é carregado em um surpreendentemente grande tanque de gás escondido dentro do ferrolho e as BB’s são carregados nas cápsulas de latão. As munições podem ser carregadas no carregador da espingarda, um por um, ou com a ajuda de um clip se você estiver com pressa e necessidade da conveniência. Cápsulas extra estão disponíveis e podem ser transportadas em bolsas da era da Segunda Guerra Mundial! Uma carga de gás é suficiente para dezenas e dezenas de disparos, assim você recarregará a espingarda umas quantas vezes antes de despertar da imersão no jogo e pegar na garrafa de gás.
É uma sensação totalmente diferente de jogar com uma espingarda de ferrolho deste tipo, em comparação com as livre de problemas armas eléctricas ou até mesmo a acção mais exigentes das espingardas de ferrolho, que apenas lhe permitem disparar uma BB por vez. Sem dúvida que não é fácil, mas a sensação de que você sente quando pega este fuzil nas suas mãos com apenas quatro cápsulas no carregador e uma na câmara é como entrar numa máquina do tempo. O acto de abater um adversário está num nível completamente diferente!
Utilizando o Marushin Kar98k exige uma rápida e decisiva acção de carga, mas com toque direito ele não falha – e irá suavizar num curto período de tempo quando começar a usá-lo. Dispara as BB’s com bastante precisão, e a primeira fase de aceleração acontece ainda dentro da cápsula. O cano tem dois núcleos hop-up para providenciar suficiente apoio para as pesadas BB’s.
A potência de origem são uns dignos 290 fps com HFC134a e 0.34g BB’s, o que significa 1,32 joules de energia e equivale a quase 380 fps no "0.2g mundo". Estes números são ainda perfeitamente legal até mesmo no Japão, pois os modelos airsoft de 8 milímetros são isentos do estrito limite 0,98 Joule, e têm de ser inferiores a 1,64 joules por sua vez. Usando Top Gás aumenta a energia de 1,92 joules, o que equivale a energia de uma 0.2g BB viajando a mais de 450 fps! No entanto, a alta pressão do gás requer que você bloqueie uma válvula de descarga ao lado da válvula de encher. Não podemos recomendar-lhe para tentar isto no seu próprio país.
Com as armas gás blowbacks tornando-se cada vez mais populares, há um natural esforço para tornar a acção manual das armas de certa forma mais atraente. O blowback seria difícil de executar para estes, mas a utilização de cápsulas é algo que as blowbacks a gás não podem oferecer de uma forma sensata. Já vi shotguns Tanaka (não esquecer o Airsoft Cirurgião Slugshot e Buckshot!), a versão Tanaka recém liberada a gás em cápsulas do seu famoso M500 com a SAA próximo na linha, de forma que espingardas de ferrolho merecem bem como alguma atenção.
Para ser honesto, modelos de ejecção de cápsulas não são para todos. Com uma capacidade de cinco e um virtual "tem " de apanhar as cápsulas, é preciso muita habilidade e a correcta mentalidade para usar essas armas no campo. Se você for homem o suficiente para assumir o desafio, não é inédito de ver a estes em acção nos domínios batalha, mas para o resto de nós eles ainda são muito divertidos por andarem à procura das cápsulas!
Capacidade: 5
Peso: 2700 g
Power: 290 fps (0.34g)
Power Source: HFC134a
Blowback: Nenhum
Hop-up: Adjustable LD-2
Modo de tiro: Acção manual
Construção: Madeira real, alumínio, ABS
Prós
+Construção e acção bastante realística
+Excelente acabamento
+Força decente fora da caixa
+Ejecção de cápsulas
Contras
-Pouca capacidade
-Calibre 8mm
-Ejecção das cápsulas
Veredicto
Um fuzil baseado no Kar98k muito realístico com um aspecto único e um realismo insuperável. Carregando este fuzil com clipes abertos e accionando a acção para carregar as cápsulas é uma experiência acima de qualquer máquina de costura eléctrica!
Um fuzil alemão
Se você pensou que o Kar98 do ano 98 tem 10 anos de idade, você foi enganado por uma centena de anos. Quando este fuzil foi adoptado, foi considerado um fuzil curto, daí o nome Karabiner, o que é obviamente o alemão de carabina. O modelo Kar98k (por Kurz) foi reduzido ainda mais para a utilização da Wehrmacht, em 1935, mas mesmo com esta alteração ele ainda tinha 1110 mm de comprimento. Com os seus 600 milímetros (~ 24 ") de cano seria um sniper rifle pelos padrões de hoje. A Kar98k tem um carregador com uma pequena capacidade de cinco, mas tendo em vista o poder de fogo do homem de infantaria foi equilibrado com a utilização eficaz de metralhadoras a nível de esquadra.
Os desenhadores na Mauser realmente colocaram o dedo na ferida na sua concepção original, porque a acção da Mauser é uma norma muito difundida entre fabricantes de fuzis de todo o mundo, da Europa à Ásia e aos Estados Unidos. Podemos dizer que é para as espingardas de ferrolho aquilo que o recuo do cano curto de Browning é nas pistolas automáticas. A esta luz não é de estranhar que tenha desovado muitas variantes desportivas e de caça, mais ou menos com base na mesma acção dos tempos do Império Alemão.Operada a gás, ejecção das cápsulas
A mais intrigante característica da série Marushin Kar98k é a operação, que é claramente mais realista do que qualquer APS ou VSR e até mesmo um grau superior em comparação com as espingardas STAR e Tanaka. O gás é carregado em um surpreendentemente grande tanque de gás escondido dentro do ferrolho e as BB’s são carregados nas cápsulas de latão. As munições podem ser carregadas no carregador da espingarda, um por um, ou com a ajuda de um clip se você estiver com pressa e necessidade da conveniência. Cápsulas extra estão disponíveis e podem ser transportadas em bolsas da era da Segunda Guerra Mundial! Uma carga de gás é suficiente para dezenas e dezenas de disparos, assim você recarregará a espingarda umas quantas vezes antes de despertar da imersão no jogo e pegar na garrafa de gás.
É uma sensação totalmente diferente de jogar com uma espingarda de ferrolho deste tipo, em comparação com as livre de problemas armas eléctricas ou até mesmo a acção mais exigentes das espingardas de ferrolho, que apenas lhe permitem disparar uma BB por vez. Sem dúvida que não é fácil, mas a sensação de que você sente quando pega este fuzil nas suas mãos com apenas quatro cápsulas no carregador e uma na câmara é como entrar numa máquina do tempo. O acto de abater um adversário está num nível completamente diferente!Utilizando o Marushin Kar98k exige uma rápida e decisiva acção de carga, mas com toque direito ele não falha – e irá suavizar num curto período de tempo quando começar a usá-lo. Dispara as BB’s com bastante precisão, e a primeira fase de aceleração acontece ainda dentro da cápsula. O cano tem dois núcleos hop-up para providenciar suficiente apoio para as pesadas BB’s.
A potência de origem são uns dignos 290 fps com HFC134a e 0.34g BB’s, o que significa 1,32 joules de energia e equivale a quase 380 fps no "0.2g mundo". Estes números são ainda perfeitamente legal até mesmo no Japão, pois os modelos airsoft de 8 milímetros são isentos do estrito limite 0,98 Joule, e têm de ser inferiores a 1,64 joules por sua vez. Usando Top Gás aumenta a energia de 1,92 joules, o que equivale a energia de uma 0.2g BB viajando a mais de 450 fps! No entanto, a alta pressão do gás requer que você bloqueie uma válvula de descarga ao lado da válvula de encher. Não podemos recomendar-lhe para tentar isto no seu próprio país.
Com as armas gás blowbacks tornando-se cada vez mais populares, há um natural esforço para tornar a acção manual das armas de certa forma mais atraente. O blowback seria difícil de executar para estes, mas a utilização de cápsulas é algo que as blowbacks a gás não podem oferecer de uma forma sensata. Já vi shotguns Tanaka (não esquecer o Airsoft Cirurgião Slugshot e Buckshot!), a versão Tanaka recém liberada a gás em cápsulas do seu famoso M500 com a SAA próximo na linha, de forma que espingardas de ferrolho merecem bem como alguma atenção.
Para ser honesto, modelos de ejecção de cápsulas não são para todos. Com uma capacidade de cinco e um virtual "tem " de apanhar as cápsulas, é preciso muita habilidade e a correcta mentalidade para usar essas armas no campo. Se você for homem o suficiente para assumir o desafio, não é inédito de ver a estes em acção nos domínios batalha, mas para o resto de nós eles ainda são muito divertidos por andarem à procura das cápsulas!
domingo, 3 de Agosto de 2008
Um mundo de pulgas e elefantes
Há alguns dias atrás chegou-me às mãos uma obra intitulada "As chaves da liderança" com o subtítulo "Os pensadores mais brilhantes de hoje escrevem para os directores de amanhã", da autoria de W. Bennis, G. M. Spreitzer e T. G. Cummings, Editores.
Apesar de ainda não ter terminado a sua leitura, algum do seu conteúdo leva-me a questionar, será que os nossos politicos alguma vez leram isto? Perante uma politica que coloca em risco a sobrevivência da micro, pequena empresa e facilita a actividade dos grandes empreendimentos, questiono de todo essa possibilidade.
Leiam os paragráfos seguintes e digam-me se estou errado:
O universo das organizações está submetido a um processo acelerado de divisão em pulgas e em elefantes. Os elefantes são as grandes organizações e empresas, tanto privadas como publicas; as pulgas são as novas empresas tecnológicas e os novos ponto.com, as pequenas empresas de consultores e profissionais, os profissionais autónomos e os fornecedores especializados que trabalham para os elefantes. Numa escala menor, as pulgas também são os pequenos negócios que povoam as nossas ruas de restaurantes, lojas familiares, cabeleireiros, agências imobiliárias, sem esquecer a centenas e milhares de organizações não lucrativas, como as nossas escolas e igrejas.
Apesar de ainda não ter terminado a sua leitura, algum do seu conteúdo leva-me a questionar, será que os nossos politicos alguma vez leram isto? Perante uma politica que coloca em risco a sobrevivência da micro, pequena empresa e facilita a actividade dos grandes empreendimentos, questiono de todo essa possibilidade.
Leiam os paragráfos seguintes e digam-me se estou errado:
O universo das organizações está submetido a um processo acelerado de divisão em pulgas e em elefantes. Os elefantes são as grandes organizações e empresas, tanto privadas como publicas; as pulgas são as novas empresas tecnológicas e os novos ponto.com, as pequenas empresas de consultores e profissionais, os profissionais autónomos e os fornecedores especializados que trabalham para os elefantes. Numa escala menor, as pulgas também são os pequenos negócios que povoam as nossas ruas de restaurantes, lojas familiares, cabeleireiros, agências imobiliárias, sem esquecer a centenas e milhares de organizações não lucrativas, como as nossas escolas e igrejas.Os elefantes são os que despertam a curiosidade dos especialistas e da imprensa, mas a maioria das pessoas trabalha nas pulgas. Os elefantes tornam-se grandes e sólidos, mas as inovações provêem, em geral, das pulgas. Os elefantes são importantes, sobretudo as companhias multinacionais e as globais, dado que fertilizam o mundo com as suas ideias e tecnologia, conseguindo reunir os enormes recursos necessários para a prospecção petrolífera, para a construção de aeronaves , para a investigação de novos medicamentos e para a distribuição dos seus produtos de marca por todo o mundo. São as empresas que aproveitam as vantagens de escala e a sua impressionante dimensão para melhorarem a sua produtividade e reduzirem os custos para o consumidor final. De facto, se existe algo crucial para um elefante, este elemento é a dimensão. O esforço permanente em crescer proporcionou-nos, nos últimos anos, o espectáculo de elefantes a comerem-se uns aos outros ou, como os seus protagonistas diriam, unindo-se em casamento nas denominadas fusões estratégicas.
Depois do casamento ou da boda, a primeira coisa que os elefantes fazem é uma dieta de emagrecimento, diminuindo milhares de postos de trabalho em áreas da produtividade. Neste aspecto, os elefantes gostam da formula de 1/2 X 2 X 3, ou seja, conseguir, num prazo de cinco anos, por exemplo, reduzir para metade o numero de empregados, tendo estes de trabalhar o dobro e produzir o triplo. É, sem duvida, óptimo para os accionistas, mas não tanto para essa metade de empregados despedidos. Dai que, se existe a necessidade de criar emprego, não vale a pena olhar para os elefantes; são as pulgas que o criam. Trata-se de uma lição que os Norte-Americanos aprenderam há algum tempo e que agora a Europa começa lentamente a compreender.
Também não merece a pena procurar novas ideias imaginativas nos elefantes. A eficiência é, em muitos sentidos, incompatível com a criatividade. O elefante eficiente não gosta de esbanjar; incomodam-no as experiências arriscadas, fica nervoso com a inconformidade e prefere a previsibilidade ao risco. Os elefantes preferem acolher as inovações quando estas já demonstraram a sua validade e foram desenvolvidas, dando-Ihes a dimensão e a massa critica necessárias, promovendo-as e colocando-as no mercado a um preço aceitável. Em resumo, as ideias novas provem das pulgas, por vezes de pulgas que surgiram do nada, sem nenhuma relação com o sector no qual se implantam, como as amazone.com deste novo mundo. O problema é que as pulgas costumam viver na pele dos elefantes e não dentro deles. Quando um elefante compra os direitos sobre o produto de uma pulga, sacode-a o mais depressa possível.
As pulgas apresentam os novos problemas de liderança a qualquer nível social. Que tipo de liderança exige uma organização do tipo pulga, sobretudo se for inovadora? Que características se observam numa organização pulga de sucesso? As pulgas podem, ou devem, crescer até se transformarem em elefantes? Como conseguir que os elefantes criem as pulgas ou, pelo menos, as protejam, tolerem as suas picadelas e aproveitem a sua criatividade? Como nasce uma determinada organização pulga inovadora? Qual é o historial académico do seu líder? É possível formar empresários inovadores ou e tudo uma questão genética e de sorte?
As pulgas estão actualmente na moda. As reuniões das «primeiras quartas-feiras do mês», que começaram em Londres e se estenderam a outras cinquenta cidades britânicas, tornaram-se mercados de pulgas, e não propriamente de antiguidades, que numa tarde atraem cerca de três mil jovens, futuros criadores de pulgas ponto.com. Existem estudantes que interrompem os seus cursos MBA para entrarem numa pulga recém-criada, como se, de repente, se tivessem apercebido de que as escolas empresariais são só um complemento distintivo para os elefantes. Deve ser assim? Ou talvez devessem ser estas escolas os jardins-de-infância das pulgas? Podem receber ambos os mundos ou as próprias escolas transformaram-se em elefantes, incapazes temperamental me me de receber as pulgas?
As pressões de um mundo global, que levam a aumentos de escala, aliadas ao ritmo sem precedentes da mudança tecnológica, que exige cada vez mais criatividade, parecem indicar que todas as sociedades necessitam de uma mistura de pulgas criativas e elefantes produtivos. As perguntas que fizemos tem, portanto, uma certa urgência, se quisermos aproveitar todas as vantagens das novas fronteiras abertas pela tecnologia.
sábado, 2 de Agosto de 2008
O Regime Simplicado
Num período em que o combate ao défice tudo justifica, resolveu o Estado que as empresas e/ou empresários que não facturem mais de 149.639,37€ tem de ser tributadas pelo Regime Simplificado...O que quer isto dizer? Algo de muito linear, uma empresa que não facture mais de 149.639,37€ será tributada sobre a totalidade da sua factura de vendas e/ou serviços independentemente do valor de despesas que tenha realizado para auferir esses valores de facturação...
Segundo o Estado as empresas existem para obterem obrigatoriamente lucros! Será que nenhum politico pensou que um empresário pode seguir essa opção apenas para não estar sujeito às ordens de um chefe e/ou patrão, limitando-se muitas das vezes a auferir do vencimento que lhe é pago mensalmente pela sua empresa e sobre o qual irá pagar IRS como qualquer outro trabalhador por conta de outrem?Vamos analisar um caso hipotético, a empresa 'X' factura 10.000,00€/mensais, tem 3 funcionários, um dos quais é o proprietário da empresa. cada um dos empregados aufere 800,00€ mensais, o gerente/patrão aufere 1.000,00€ mensais. A empresa realiza aquisições de mercadoria para venda no valor de 85.000,00€, paga de renda pelas instalações comerciais 1.000,00€/mensais, paga de energia eléctrica 150,00€/mensais, em despesas diversas (água, papel, tinta para as impressoras, produtos de limpeza, telefone/telemóvel, seguros, combustível com a viatura da empresa, juros bancários, etc., etc.) tem um encargo mensal de 500,00€.
Vamos apurar isto:
Compras............................................................. 85.000,00€- Salários............................................................... 36.400,00€
- Segurança social e seguro pessoal................... 18.200,00€
- Rendas................................................................ 12.000,00€
- Energia eléctrica.................................................. 1.800,00€
- Despesas diversas............................................... 6.000,00€
- Sub-Total...........................................................159.400,00€
- Vendas...............................................................120,000,00€
- Total................................................................... -39.400,00€
O Estado não quer saber para nada dos 159.400,00€ de despesas, esta empresa terá de liquidar ao Estado 20% do seu volume global de vendas ou seja 120.000,00€ x 20% = 24.000,00€!!!!!Assim o empresário que já recorrera à banca para cobrir os 39.400,00€ de saldo negativo entre as suas receitas e as suas despesas terá de voltar a fazê-lo para obter mais 24.000,00€ para pagar ao Estado, resumindo: no ano seguinte o empresário terá de liquidar à banca as prestações e os juros de empréstimos de 63.400,00€...
Esta empresa poderá recuperar? Poderá manter os três postos de trabalho que assegura? Dificilmente! Mas é esta a forma que os nossos políticos consideram a mais correcta para apoiar o pequeno e médio empresário (dimensão da grande maioria das empresas portuguesas)!
Como poderá então a nossa economia recuperar? Eu não sei! Você sabe?

sexta-feira, 1 de Agosto de 2008
O DECLÍNIO E QUEDA
de escolher uma câmara correctamente
BY HERBERT KEPPLER

Konica Minolta Maxxum 7D
Que horrosa confusão de controles! Eu consiguirei alguma vez aprender a usá-los? Vai aprender e usá-los com a sua câmara em posição de tiro, também.
Que horrosa confusão de controles! Eu consiguirei alguma vez aprender a usá-los? Vai aprender e usá-los com a sua câmara em posição de tiro, também.
Bem-aventurados os moradores das cidade ou suburbanos que podem visitar uma bem abastecida loja de câmaras e na realidade manipular a DSLRs que os anúncios e relatórios de testes elogiam assim tão largamente. Que câmara possui a mais brilhante e a mais alta ampliação do visor? Como muito do que você perde em cada uma pequena, leve, câmara barata com um espelho prisma, em vez de um de corpo inteiro? É uma poupança de algumas centenas de dólares e de algumas onças, vale a pena ter diminuído a capacidade de busca? Pode a câmara cujas características você prefere usar uma série de aspectos comparada com a sua segunda escolha?
Somente você tem as respostas e você só pode alcançá-las definitivamente manipulando as próprias câmaras, pessoalmente.
Infelizmente, cada vez menos compradores estão tirando partido do exame da câmara online, mesmo quando têm essa hipótese. Comprar online é demasiado fácil, seja a selecção de uma câmara ou roupa interior. Se estiver vivendo no interior, não tem carro, nem autocarro e fica a centenas de quilómetros a partir da loja de câmaras mais próxima, comprar online pode ser a sua primeira e última opção. Neste caso, apenas, será dispensado por mim de mais ouvir mais contra as compras na Internet.
Ainda assim, fico sempre espantado com a forma como muitos compradores de câmaras estão mal preparados antes de dar entrada dos seus números de cartão de crédito ou transferir o seu dinheiro que tanto lhes custou a ganhar. Espero que a maior parte de vocês faça o seu trabalho de casa correctamente – leia relatórios de testes da POP FOTO, pergunte aos amigos que tem DSLRS, ou ir online e procurem por informação útil em muitos sites e fóruns relacionados com fotos.
Todos estes passos são importantes, mas eles ainda não são o suficiente. Quase todo mundo lê as folhas de especificações da câmara indicando o que as câmaras têm, mas nem todos verificam o que tem sido deixado de fora. Talvez queira um painel LCD de informação iluminado visível com pouca luz, preview de profundidade de campo, contacto PC flash no corpo da câmara, controle de compensação de flash, disparador remoto de infravermelho e bloqueio de espelho. Vai lembrar-se de olhar para tudo isto quando fizer a sua investigação?
Antes de ir adiante, vamos dispensar os muitas vezes aceites disparates de que os corpos de plástico das SLRs são claramente inferiores aos de metal existentes. Substituição de um corpo de policarbonato por um corpo parcial ou totalmente em metal incomodava-me nos primeiros dias dos policarbonatos, mas tenho vindo a ter uma relação saudável com o plástico que, ao longo dos anos e descobri que apresenta-se bem o suficiente para o acidentado uso amador. (Embora eu ainda opte por metal se eu fosse um fotografo de desportos olímpicos cobrindo uma corrida de trenós a partir do lugar do condutor.)
Objectivas plásticas também não me incomodam mais – embora eu suspeite que a maior parte dos fabricantes tenham interrompido a sua utilização, uma vez que pareciam pegajosas.
Será que aspecto do corpo de plástico preto o preocupa? Mais e mais DSLRs de baixo custo de produção estão disponíveis cromo-pintadas como uma alternativa para o acabamento preto.
DSLRs de preços moderados não são as únicas que podem não ter recursos. Depois de comprar uma DSLR topo de linha, eu precisava ligá-la por wireless. Adivinhem? Eu não poderia. A câmara só tinha um terminal para uma ligação por fio. Quando eu levei o problema a um técnico da companhia da câmara, ele lealmente fez notar que as ligações wireless deverão ser disponibilizadas no futuro. Mas se nós estamos fazendo uma lista de desejos, porque não pedir duas versões – uma versão em infravermelho para curtas distâncias, e uma rádio-operada para grandes distâncias?
Repare que eu disse que DSLRs a preço moderado "pode" ter falta de recursos. Em SLRs 35 milímetros de baixos preços, algumas características estão, de facto, muitas vezes ausentes, como a preview de profundidade de campo, o sistema de libertação do cabo, terminais de PC no corpo da câmara.
Surpreendentemente, muitas US $ 1000 – e sub DSLRs têm a maior parte dos sinos e assobios dos mais caros DSLRs. Porém, os controles para esses sinos e assobios foram removidos. Acho que estas deslocalizações são um dos mais perturbadores elementos das novas DSLRs compactas. Nos seus bem sucedidos esforços para trazer o tamanho e o preço das DSLRs para baixo, muitas vezes criadores eliminaram controlos mecanicamente operados para produzir corpos de contornos mais suaves. Por isso não tão claro que, DSLRs compactas tenham falta de muitos recursos, mas os seus controlos e pode ser bem menos conveniente para configurar.
Somente você tem as respostas e você só pode alcançá-las definitivamente manipulando as próprias câmaras, pessoalmente.
Infelizmente, cada vez menos compradores estão tirando partido do exame da câmara online, mesmo quando têm essa hipótese. Comprar online é demasiado fácil, seja a selecção de uma câmara ou roupa interior. Se estiver vivendo no interior, não tem carro, nem autocarro e fica a centenas de quilómetros a partir da loja de câmaras mais próxima, comprar online pode ser a sua primeira e última opção. Neste caso, apenas, será dispensado por mim de mais ouvir mais contra as compras na Internet.
Ainda assim, fico sempre espantado com a forma como muitos compradores de câmaras estão mal preparados antes de dar entrada dos seus números de cartão de crédito ou transferir o seu dinheiro que tanto lhes custou a ganhar. Espero que a maior parte de vocês faça o seu trabalho de casa correctamente – leia relatórios de testes da POP FOTO, pergunte aos amigos que tem DSLRS, ou ir online e procurem por informação útil em muitos sites e fóruns relacionados com fotos.
Todos estes passos são importantes, mas eles ainda não são o suficiente. Quase todo mundo lê as folhas de especificações da câmara indicando o que as câmaras têm, mas nem todos verificam o que tem sido deixado de fora. Talvez queira um painel LCD de informação iluminado visível com pouca luz, preview de profundidade de campo, contacto PC flash no corpo da câmara, controle de compensação de flash, disparador remoto de infravermelho e bloqueio de espelho. Vai lembrar-se de olhar para tudo isto quando fizer a sua investigação?
Melhor? A sério? Muitos controles são transferidos para o painel LCD. Vai jogar às escondidas utilizando-os (não ao nível dos olhos).
Antes de ir adiante, vamos dispensar os muitas vezes aceites disparates de que os corpos de plástico das SLRs são claramente inferiores aos de metal existentes. Substituição de um corpo de policarbonato por um corpo parcial ou totalmente em metal incomodava-me nos primeiros dias dos policarbonatos, mas tenho vindo a ter uma relação saudável com o plástico que, ao longo dos anos e descobri que apresenta-se bem o suficiente para o acidentado uso amador. (Embora eu ainda opte por metal se eu fosse um fotografo de desportos olímpicos cobrindo uma corrida de trenós a partir do lugar do condutor.)
Objectivas plásticas também não me incomodam mais – embora eu suspeite que a maior parte dos fabricantes tenham interrompido a sua utilização, uma vez que pareciam pegajosas.
Será que aspecto do corpo de plástico preto o preocupa? Mais e mais DSLRs de baixo custo de produção estão disponíveis cromo-pintadas como uma alternativa para o acabamento preto.
DSLRs de preços moderados não são as únicas que podem não ter recursos. Depois de comprar uma DSLR topo de linha, eu precisava ligá-la por wireless. Adivinhem? Eu não poderia. A câmara só tinha um terminal para uma ligação por fio. Quando eu levei o problema a um técnico da companhia da câmara, ele lealmente fez notar que as ligações wireless deverão ser disponibilizadas no futuro. Mas se nós estamos fazendo uma lista de desejos, porque não pedir duas versões – uma versão em infravermelho para curtas distâncias, e uma rádio-operada para grandes distâncias?
Repare que eu disse que DSLRs a preço moderado "pode" ter falta de recursos. Em SLRs 35 milímetros de baixos preços, algumas características estão, de facto, muitas vezes ausentes, como a preview de profundidade de campo, o sistema de libertação do cabo, terminais de PC no corpo da câmara.
Surpreendentemente, muitas US $ 1000 – e sub DSLRs têm a maior parte dos sinos e assobios dos mais caros DSLRs. Porém, os controles para esses sinos e assobios foram removidos. Acho que estas deslocalizações são um dos mais perturbadores elementos das novas DSLRs compactas. Nos seus bem sucedidos esforços para trazer o tamanho e o preço das DSLRs para baixo, muitas vezes criadores eliminaram controlos mecanicamente operados para produzir corpos de contornos mais suaves. Por isso não tão claro que, DSLRs compactas tenham falta de muitos recursos, mas os seus controlos e pode ser bem menos conveniente para configurar.
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