sexta-feira, 18 de junho de 2010

Antes de sair para fazer fotos

Se vais de viagem ou pensas sair para fazer fotos não te esqueças de verificar que o teu material está completo e em dia.

Não te esqueças de levar as baterias bem carregadas e os cartões já formatados. Se vais de viagem não te esqueças do carregador de baterias. 
Pensa se vais ter capacidade suficiente com os cartões que levas e se necessitas de mais espaço planeia como o vais fazer. Dependendo do país para onde vais podes passar cartões para um DVD no destino ou transferi-los para um computador portátil, etc. 

Limpa os teus filtros e objectivas.
Lembra-te de fazer uma revisão a tudo o que podes necessitar.

Tudo isto é muito evidente, mas não é a primeira nem a segunda vez que ficamos sem baterias por não as ter recarregado antes de sair.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Em tempos de crise...

Em tempos de crise quem mais me dá mais meu amigo é...

Hoje passei mais de uma hora numa acção de formação, no fim fiquei a pensar, será que anda tudo cego?
 
Ou então à quem seja tão bom a vender a banha da cobra que os alvos nem se apercebem do que podem usufruir se forem bater a outra porta...

A crise no mercado imobiliário é grande, os bancos já passaram a fase em que tudo usavam para atrair clientes para o crédito imobiliário... Com a crise as dificuldades são mais que muitas, as avaliações imobiliárias atingem valores muito mais baixos do que o habitual e, a maioria dos bancos não concede empréstimos superiores a 80% do valor da avaliação.
 
Com um mercado de arrendamento mau, ou quase inexistente, a objectivo da maioria dos casais é adquirir a sua própria habitação, o que em tempos de crise se transforma num mar de obstáculos.

No entanto algumas imobiliárias disponibilizam atractivos que facilitam a vida aos clientes, a ERA é uma delas...
 
Entre muitos outros, disponibiliza um seguro que cobre a assistência em ocorrências no edifício, no equipamento do mesmo e até na pessoa do proprietário sem qualquer encargo quer para o vendedor quer para o comprador! 
Mas não se fica por aí, os clientes vendedores podem dar-se ao luxo da oferta de uma semana de férias no Algarve e colaborar numa campanha ambiental que além de incluir o apadrinhamento da plantação de uma árvore, inclui vales de bónus de algumas centenas de euros em produtos amigos do ambiente. 
Então porque não usufruem desses benefícios? Porque se calhar a crise obriga a uma ânsia de vender que nem se avalia as possibilidades que nos permitem usufruir de mais ganhos, ou porque se calhar vender banha da cobra continua a ser a melhor forma de sobreviver em tempos de crise e os lesados quando se apercebem disso já é demasiado tarde para remediar os prejuízos.

Por isso estou fazendo o possível e por vezes até o impossível por no conselho de Alcácer do Sal mudar isso, será que vou ser bem sucedido? Depende de si!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Modo Real x Modo Protegido

Operando em modo real, o processador funciona exactamente como um 8086, apenas trabalhando com uma velocidade maior. Não somente o 386, mas todos os processadores actuais podem alternar entre o modo real e o modo protegido livremente, sempre que necessário. No modo real, rodamos o MS-DOS e outros aplicativos de modo real mais antigos, enquanto no modo protegido rodamos o Windows e seus programas. 
Com certeza, alguma vez ao tentar rodar um programa antigo, você já se deparou com uma enigmática mensagem de falta de memória, apesar dos manuais do programa dizerem que ele precisa apenas de 500 ou 600 KB de memória e você ter instalado bem mais do que isso. Estas mensagens surgem por que estes programas rodam com o processador operando em modo real onde, como o 8086, ele é capaz de reconhecer apenas o primeiro Megabyte da memória RAM. Este primeiro Megabyte por sua vez, é subdividido em dois blocos, chamados de memória convencional e memória estendida. 
A memória convencional corresponde aos primeiros 640 Kbytes da memória, e é a área de memória usada pelos programas que operam em modo real. Os 384 kbytes restantes são chamados de memória superior, e são reservados para armazenar uma cópia do BIOS, que passa a ser executado mais rapidamente, já que a memória RAM é muito mais rápida do que o chip de memória ROM ou Flash onde ele é originalmente armazenado. Esta cópia do BIOS é chamada de “Shadow”, ou sombra, e serve para aumentar o desempenho geral do sistema. A memória superior também é usada para armazenar sombras dos BIOS de outros dispositivos, como placas de vídeo, aumentando também a velocidade de operação destes periféricos.
Apesar de existirem 640 Kbytes de memória convencional, prontos para serem usados por qualquer programa que opere em modo real, nem toda esta memória fica disponível, já que parte dela é usada pelo MS-DOS e drivers de dispositivos de modo real. É possível liberar mais memória convencional, editando os arquivos de inicialização do DOS, conseguindo assim rodar estes programas. 
Quando o computador é ligado, o processador está operando em modo real. Quem dá o comando para que ele mude para o modo protegido é o sistema operativo. No caso do Windows, este comando é dado durante o carregamento do sistema. 

Em modo protegido, o processador é capaz de reconhecer toda a RAM instalada no sistema, além de incorporar recursos como a multitarefa e a memória virtual em disco. É neste modo que usamos a interface gráfica do Windows e rodamos seus aplicativos.

domingo, 13 de junho de 2010

A fauna do estuário do Sado

Ictiofauna

O estuário do Sado apresenta ao nível das populações fito, zoo, e ictioplantônicas, valores de densidade e diversidade elevados, evidenciando por isso uma boa qualidade ambiental (Bruxelas et al., 1992).
 
A riqueza destas populações constitui a base da cadeia alimentar para comunidades superiores, nomeadamente os peixes; Sobral e Gomes (1997) referem cerca de 55 espécies existentes no estuário, sendo claro que para algumas delas a zona estuarina actua como viveiro natural (nursery), facto que se reveste de grande importância e que deverá ser tido em conta na gestão da área, numa perspectiva de sustentabilidade global. No vasto conjunto de espécies presentes há a registar a captura de espécies de grande valor comercial, nomeadamente a enguia Anguilla anguilla, o robalo Dicentrarchus labrax, o salmonete Mullus surmuletus, o sargo Diplodus sp., o besugo, o goraz Pagellus bogaraveo, a dourada Sparus aurata e o linguado Solea senegalensis, além de muitas outras de menor valor, mas cuja captura assume também significado económico para as comunidades piscatórias locais, como sejam as raias Raja sp, o biqueirão Engraulis encrasicolus, a faneca Trisopterus luscus, o carapau Trachurus trachurus, o ruivo Trigla lucerna, a solha Platichthys flesus e o charroco Halobatrachus didactylus; este último especialmente apreciado em Setúbal e profundamente ligado à vivência do rio, pois os habitantes ribeirinhos de Setúbal são conhecidos por esse nome, registando-se ainda a sua representação na toponímia, cujo melhor exemplo é o grupo de salinas da Encharroqueira, já assim designado no século XVI. 
Herpetofauna

A presença de zonas húmidas constitui um factor determinante para a ocorrência de anfíbios. A existência na Lezíria do Sado de uma tipologia muito diferenciada destes habitas, como sejam salinas abandonadas, arrozais, charcas, canais de rega e pequenos açudes, possibilitam a presença de uma comunidade de anfíbios rica e diversificada.
 
A comunidade de répteis está igualmente bem representadas, quer por espécies de hábitos marcadamente aquáticos como as cobras-de-água e os cágados, quer por outras típicas de biótopos diferentes bem representados igualmente da área de estudo, como as áreas de substrato arenoso das quais dependem várias espécies de hábitos marcadamente psamófitos. 
No entanto, a área do estuário e sua envolvente não assumem uma importância decisiva, no contexto nacional, para nenhuma espécie destes dois grupos faunísticos.
in Reserva Natural do Estuário do Sado
Uma contribuição para o plano de gestão

Instituto de Conservação da Natureza
2004

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sinais de Pista I

Caminho a seguir com separação de elementos:
Exemplo de separação de uma patrulha
2 elementos pela esquerda e 3 pela direita
Exemplo de separação
Os Águias vão pela esquerda e os Morcegos pela direita

Caminho a seguir com transposição de obstáculos
Amigos
Inimigos
Água Potável
Pode-se beber e cozinhar
Água Boa
Não é boa para beber, mas pode ser usada para lavagens ou tomar banho
Água Perigosa
Pode estar contaminada ou ser perigosa para tomar banho devido a forte corrente


Indicação para lenha:
Lenha Boa ou Tem autorização para apanhar
Lenha Má ou Não tem autorização para apanhar

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Posição clássica

Aqui apoiamos a guitarra na perna esquerda e o braço fica mais inclinado para cima.
É conveniente utilizar um apoio para os pés. Esta posição dá uma grande liberdade à mão esquerda e serve para tocar todos os estilos de música, de preferência em guitarras com cordas de nylon.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Conselhos

Já sabes, a câmara sempre pendurada ao peito.

Se puderes, apoia-te em paredes, muros, árvores... Isso fará com que o teu corpo esteja muita mais firme. Podes apoiar o braço ou o cotovelo e assim evitarás o movimento da câmara. 
Também podes aumentar a estabilidade do teu corpo fazendo um tripé com ele. Para isso flexiona a perna esquerda e apoia nela o cotovelo esquerdo e apoia toda a perna direita (joelho e pé) no solo. 

Deste modo converte-te-ás num tripé humano. Comprova-o e verás como te mexes muito menos. A física não engana, três pontos e melhor do que dois.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

386SX

Como o 386 era um processador de 32 bits, foi preciso desenvolver toda uma nova categoria de chipsets e circuitos de apoio para trabalhar com ele, o que acabou encarecendo bastante os sistemas baseados no 386 e afastando muitos compradores em potencial. 

Para contornar este problema, a Intel optou por lançar uma versão de baixo custo do 386, baptizada de 386SX, que apesar de continuar funcionando internamente com palavras de 32 bits, comunicava-se com a memória RAM e os demais periféricos usando palavras de 16 bits (como o 286). Apenas para diferenciar os dois processadores, a Intel passou a chamar o 386 original de 386DX. 
Esta arquitectura permitiu que fossem aproveitados os mesmos periféricos usados em placas de computadores 286, tornando as máquinas baseadas no 386SX muito mais acessíveis. Para ter uma ideia, um PC básico equipado com um 386SX, chegava a custar menos de 1.000 dólares, quase metade de um equipamento com uma configuração parecida baseado no 386DX. 

Apesar de, devido ao preço, o 386SX ter tornado-se uma boa opção em termos de custo-beneficio, em termos de performance ele ficava bem atrás de um 386DX da mesma frequência, pois apesar de internamente os processadores serem idênticos, o SX usava praticamente os mesmos componentes usados nos computadores 286, acedendo à memória usando palavras de 16 bits e, para completar, as placas mãe para ele não possuíam memória cache.

domingo, 6 de junho de 2010

O Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal


No dia 19 de Abril de 2006, foi apresentado o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal (660 páginas), editado pelo então Instituto da Conservação da Natureza. 
A iniciativa do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal partiu do Instituto da Conservação da Natureza - entidade cuja competência de elaborar inventários e listas de espécies ameaçadas para registo nos Livros Vermelhos lhe é atribuída pelo Decreto-Lei n.º 193/93, de 24 de Maio – e congregou investigadores e técnicos de conservação da natureza provenientes de instituições do Continente e das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. 
A equipa, que integra cerca de 180 peritos, é coordenada por Maria João Cabral (ICN) e constituída por uma comissão de editores - Ana Isabel Queiroz (ICN), Jorge Palmeirim (FCUL), Júlia Almeida (ICN), Leonor Rogado (ICN), Margarida Santos-Reis (FCUL), Maria Elisa Oliveira (ICN), Nuno Ferrand de Almeida (FCUP), Pedro Raposo de Almeida (Univ. Évora; IO/FCUL), Thomas Dellinger (Univ. Madeira) -, grupos de uma autores e colaboradores. No total, são feitas 551 avaliações, correspondendo a 512 espécies selvagens de vertebrados. Nesta edição são listadas espécies de peixes dulciaquícolas e migradores, anfíbios, répteis, aves e mamíferos que ocorrem em todo o território português. Para cada espécie, o Livro Vermelho indica o seu estatuto de ameaça e avalia quantitativamente os níveis de risco de extinção. Para as espécies consideradas Ameaçadas, Quase Ameaçadas ou com Informação Insuficiente, foram desenvolvidas fichas descritivas com informação sobre as populações, causas de ameaça e de medidas de conservação. 
Este Livro Vermelho segue o novo sistema de avaliação e classificação de espécies ameaçadas da IUCN (União Mundial para a Conservação) e as recomendações elaboradas para a sua aplicação. Este sistema de avaliação (versão 3.1:IUCN 2001) permite estimar a probabilidade de extinção de cada espécie num determinado período, tendo em conta as condições passada, actual e futura. 
A avaliação no Continente, Açores e Madeira, apura que 256 (46%) das entidades estudadas não estão consideradas como ameaçadas (categoria: Pouco Preocupante - LC).

No Continente português, foram avaliadas 441 entidades, das quais 212 (48%) foram classificadas como Pouco Preocupante (LC). Entre os grupos taxonómicos avaliados, o dos peixes dulciaquícolas e migradores é o que apresenta uma percentagem mais elevada de entidades classificadas em categorias de ameaça (CR, EN, VU) ou quase ameaçadas (NT) (69%). Seguem-se-lhes as aves (38%), os répteis (32%), os mamíferos (26%) e os anfíbios (19%). Nos anfíbios e nos répteis, uma fracção significativa das entidades avaliadas foi classificada na categoria de Pouco Preocupante (LC) (81% e 68%, respectivamente).
 
Nos Arquipélagos dos Açores e Madeira, foram avaliadas respectivamente 51 e 59 entidades, das quais 17 (33%) e 27 (46%) foram classificadas como Pouco Preocupante (LC). A avaliação indica uma situação de risco de extinção muito semelhante para os mamíferos que ocorrem nos dois arquipélagos, sendo no entanto de salientar a elevada percentagem de espécies de mamíferos considerados Criticamente em Perigo (CR) na Madeira (25%). No caso das aves, o risco de extinção global é menor na Madeira (onde as espécies consideradas Pouco Preocupante (LC) atingem os 55%) do que nos Açores. 
Os principais factores de ameaça identificados estão, de uma forma geral, relacionados com a destruição, degradação e fragmentação dos habitats naturais, resultantes de acções do Homem.

Esta edição do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal faz a revisão dos dados publicados nos Livros Vermelhos de 1990-93 (SNPRCN 1990, 1991, ICN 1993). Fica alcançada uma meta no processo de avaliação da fauna de vertebrados de Portugal.

Fonte: ICNB