sábado, 20 de novembro de 2010

Marushin SAA .45 Peacemaker X-Cartridge Series (Super Chrome Silver)

Parte da série Marushin X-Cartridge, o SAA .45 Peacemaker utiliza cápsulas de .45 para BB's, altamente realísticas, completas com o corpo em bronze e a ponta em alumínio. O Peacemaker ele próprio é feito inteiramente em ABS, com um punho em cor marfim e a armação num acabamento prateado brilhante. 
Apesar de não recomendado como arma de jogo, o Marushin SAA .45 Peacemaker tem um gatilho com uma resposta finamente afinada, e armar o cão é uma brincadeira. Cada vez que se arma o cão, ouvem-se os múltiplos clicks quando o tambor roda de forma a que a próxima munição seja carregada.
O carregamento é realístico também, com a abertura da porta lateral e meio armar do cão, consegue-se retirar as cápsulas com o totalmente funcional extractor, ou alternativamente, inclinar o Peacemaker para trás e apenas deixar a cápsula cair! 
Com tudo o que está dito, o Marushin X-Cartridge Series SAA .45 Peacemaker é um grande negócio por $87. Perfeito para aqueles que gostam de "brincar" aos Índios e Cowboys!
 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Considerações úteis na focagem

  • Para focar com autofoco, escolher o método de focagem (manual ou automático) e premir até meio o disparador. Uma vez premido até meio podemos recompor a cena, mas cuidado porque ao premir o botão até meio também teremos medido a luz, e se esta muda ao recompor a cena podemos mudar consideravelmente a exposição.
  • Olho o foco e logo de seguida mudo a distância focal (zoom) porque ao mudar a distância focal perde-se a focagem ligeiramente. Focar deve ser o último ajuste que fazemos antes de disparar. 
  • Há uma técnica que consiste em focar automaticamente com a câmara e uma vez focado passar a modo manual para que no instante da foto a câmara não se ponha a focar e possamos perder a foto. Esta técnica utiliza-se por exemplo em fotografia nocturna, onde ao não haver luz a câmara não é capaz de focar. Utiliza-se uma lanterna para iluminar onde queremos focar, se foca e passa-se a manual. Também se utiliza em fotografia de circuitos onde podemos focar ao solo por onde vai passar um carro e assim quando este passe já teremos focado à distância e asseguramos não perder a foto. Como vedes o seu uso é muito específico, mas em muitas ocasiões torna-se muito útil. Só há que ter em conta que não se deve variar a posição da câmara ao sujeito uma vez focado.
 
  • Em casos de pouca luz a câmara não pode focar correctamente. Para isso a maioria das câmaras dispõe de um sistema de ajuda à focagem, bem como infravermelhos ou com flash. Ao ajudar com o flash para a focagem teremos em conta que o flash também sairá na foto e isso pode variar como queremos tirar a foto.
  • Em casos de tentar focar zonas sem textura a câmara poderia não conseguir focar, já que o sistema de focagem utiliza contrastes nas margens. Por isso recomenda-se fazer coincidir o ponto de focagem com zonas contrastadas ou texturadas (as pestanas, a barba, uma dobra de roupa, uma moldura de uma janela, etc). Evitaremos as zonas planas sem textura nem contraste. Na foto seguinte focou-se no insecto porque este tinha muita textura e era ao fim e ao cabo o sujeito da foto.
 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AMD K6

 
Depois do fiasco do K5, a AMD trabalhou duro para actualizar seu projecto e lançar o K6 a tempo de competir com o MMX da Intel.

Em termos de recursos, o K6 trazia 64 KB de cache L1 integrado ao processador e compatibilidade com as instruções MMX. Uma grande oportunidade da AMD com o K6 foi mantê-lo compatível com as placas mãe soquete 7 usadas pelo Pentium e Pentium MMX, facilitando bastante a vida dos utilizadores.
Por causa de sua arquitectura mais avançada, o K6 supera em desempenho não somente o Pentium clássico, mas também o Pentium MMX, chegando perto até mesmo do Pentium II em muitas aplicações.

O calcanhar de Aquiles do K6 porém, é seu coprocessador aritmético, que possui uma arquitectura muito mais simples do que os modelos utilizados pela Intel no Pentium MMX e no Pentium II, sendo por isso bem mais lento.
Apesar deste defeito não atrapalhar o desempenho do K6 em aplicações de escritório, faz com que o seu desempenho em aplicações gráficas, como processamento de imagens ou vídeos, jogos com gráficos tridimensionais (como o Quake II) fique bastante prejudicado. Nestas aplicações o K6 chega a ser mais de 20% mais lento que um Pentium MMX do mesmo clock e uma percentagem ainda maior se comparado com processadores Pentium II ou Pentium III.
Na época do lançamento, o K6 não era exactamente um processador de baixo custo, pelo contrário, o mais enfatizado pela AMD era o seu bom desempenho em inteiros e sua arquitectura mais avançada. Na  verdade, o K6 já é um processador de sexta geração, com uma arquitectura muito semelhante à dos processadores Pentium II e Pentium III. A principal diferença entre a arquitectura destes processadores e do Pentium e Pentium MMX antigos é que esta nova safra de processadores já incorpora um núcleo RISC, são na verdade processadores Post-RISC.
Foi esta mudança de filosofia que permitiu que a frequência dos processadores crescesse tanto nos últimos tempos. Veja, um Pentium MMX de 233 MHz utiliza uma arquitectura de 0.35 mícron. Quanto menores os transístores, mais alta será a frequência de operação que o processador será capaz de atingir. Seguindo esta regra, dá para imaginar que se produzido numa técnica de 0.13 mícron, como os processadores mais actuais, o 233 MMX pudesse operar a 700, talvez 800 MHz. Pois bem, a Intel já demonstrou um protótipo do Pentium 4 de 0.13 mícron operando a nada menos que 3.5 GHz. Ou seja, não foi apenas a miniaturização dos transístores, mas também a evolução nos projectos dos processadores que permitiram que a indústria de semicondutores chegasse aonde chegou.
Frequência x Aquecimento

Quanto mais elevada for a frequência de operação de um processador, maior será a quantidade de calor gerado. Justamente por isso, os fabricantes procuram desenvolver novas tecnologias de fabricação, que permitam produzir chips com transístores cada vez menores, a fim de diminuir o consumo de energia e consequentemente a geração de calor. 

As primeiras versões do K6 utilizavam uma técnica de produção de 0.35 mícron e utilizavam tensão interna de 2.9 ou 3.2 volts. Estas primeiras séries são chamadas de “modelo 6” e costumavam aquecer bastante, necessitando de um cooler de boa qualidade. 
A partir da versão de 233 MHz, o K6 passou a ser produzido usando uma nova técnica de produção de 0.25 mícron, o que garante uma geração de calor bem menor. Estas versões são chamadas de “modelo 7” e operam com tensão de apenas 2.2v. 
Note que apesar do encaixe ser o mesmo, nem todas as placas socket 7 oferecem os 2.2v exigidos pelos K6 modelo 7. Na verdade, a maioria das placas antigas só são capazes de fornecer 3.3 ou 3.5v, as tensões utilizadas pelo Pentium antigo.
Todos os K6 de 166 e 200 MHz são produzidos usando-se a técnica de produção de 0.35 mícron, enquanto que todos os processadores de 266 e 300 MHz o são pela técnica de 0.25 mícron. O problema são os processadores de 233 MHz, pois estes foram fabricados com ambas as técnicas, dependendo da série. Para reconhecer um ou outro, basta olhar a voltagem que está estampada no processador.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Emys orbicularis, Cágado-de-carapaça-estriada

Taxonomia
Reptilia,  Testudines,  Emydidae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
EM PERIGO  .  EN  (B2ab(ii,iii,v)).
Fundamentação: Espécie com área de ocupação inferior a 500 km2.  Admite-se que apresente fragmentação elevada e um declínio continuado da área de ocupação, da qualidade e quantidade do habitat e do número de indivíduos maduros.
 
Distribuição
O cágado-de-carapaça-estriada ocorre na Europa e Norte de África, designadamente em Marrocos, na Tunísia e na Argélia. Na Europa, distribui-se por núcleos dispersos na Península Ibérica, na Europa Central e de Este. No entanto, considera-se  que  não  existem  populações  autóctones  na  região  Este  de  França,  na Holanda, no Oeste da Alemanha, Dinamarca e Suíça e em quase todo o território da  Áustria  e  da  República  Checa.  Distribui-se  também  pela  região  ocidental  da Ásia, do Noroeste do Irão e Iraque ao Norte da Síria (Ernest & Barbour 1989, Gasc et al. 1997, Keller & Andreu 2002).

Em Portugal a sua distribuição é fragmentada. Numa análise por bacias hidrográficas, os resultados indiciam que esta espécie é mais rara a norte do rio Tejo, estando  referenciadas  populações  no  Paul  da  Tornada,  nas  Lagoas  do  Prado  (Vila Verde) e na área do Douro Internacional. Na bacia do rio Tejo, esta espécie pode ser encontrada no Paul do Boquilobo, nas sub-bacias hidrográficas dos rios Ponsul e Erges e da ribeira de Nisa. As bacias hidrográficas mais importantes para esta espécie são a do rio Guadiana, entre os rios Mira e Arade e entre os rios Arade e Guadiana (Araújo et al. 1997, Godinho et al. 1999).
 
População
Não existem estimativas da densidade populacional para esta espécie em Portugal e, na maioria dos casos, as observações referem-se a indivíduos isolados ou pequenas  populações.

No entanto, foram encontradas várias populações com um número relativamente elevado de indivíduos, associadas a habitats aquáticos temporários, principalmente no Sul do País (Araújo et al. 1997, P Segurado, com. pess.).
 
Habitat
Esta  espécie  ocorre  em  habitats  dulciaquícolas  ou  de  baixa  salinidade,  com águas  paradas  ou  de  corrente  lenta,  permanentes  ou  temporárias,  tais  como charcos, albufeiras, represas, rios e ribeiras (Araújo et al. 1997, Keller 1997).

As maiores populações encontradas estão associadas a zonas de charcos temporários, único tipo de habitat em que se julga que a espécie não coexiste com o cágado-mediterrânico  Mauremys  leprosa  (P  Segurado, com. pess.).
 
Factores de ameaça
Os factores de ameaça determinados em Portugal são comuns aos referidos para as populações dos outros países da sua área de distribuição. Assim, a alteração e destruição das zonas húmidas, quer devido à captação de água ou à implantação de infra-estruturas, quer devido à poluição da água de origem agrícola, doméstica e industrial, são as principais causas de ameaça.

Constituem igualmente factores de ameaça relevantes a mortalidade por atropelamento e as capturas acidentais em resultado da pesca. Similarmente as capturas motivadas por actividades científicas, de recreio e de comércio, poderão ter impacto  nas  populações  locais  desta  espécie.

Embora não tenha sido avaliado, na natureza, o impacto causado pela introdução de espécies não-indígenas, tais como as tartarugas de água doce Trachemys sp, este  poderá  também  vir  a  ter  consequências  negativas,  a  nível  local  (Cadi  & Poli 2004).

Existem ainda factores de risco associados às características biológicas intrínsecas da  espécie, designadamente a sua maturação sexual tardia, a relativa baixa mobilidade e baixa taxa de crescimento, que contribuem para o reduzido recrutamento, e ainda uma capacidade de dispersão limitada e uma fraca capacidade de recuperação (Araújo et al. 1997, Keller 1997).
 
Medidas de conservação
Para a conservação desta espécie consideram-se necessárias medidas que possibilitem a conservação dos seus habitats, designadamente os charcos temporários. Para além disto, considera-se essencial a realização de acções de sensibilização ambiental e o reforço da fiscalização. É também relevante o desenvolvimento de acções que contribuam para a erradicação de espécies invasoras competidoras como as do género Trachemys.

Estão  a  decorrer  acções  de  investigação  com  implicações  para  a  conservação desta espécie, especificamente sobre os seus padrões de ocorrência a diferentes escalas  espaciais.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Líderes de Patrulha

O melhor progresso é feito naquelas unidades em que poder e responsabilidades são realmente colocados nas mãos dos Líderes de Patrulha. Esse é o segredo do sucesso de muitos Chefes Escoteiros, quando uma vez que tenham meia dúzia de Líderes de Patrulhas, realmente os fazem agir como se fossem Chefes Assistentes. Os Chefes Escoteiros encontram os capazes de, por si mesmos, seguir adiante e aumentar suas unidades, seja iniciando uma nova patrulha ou adicionando recrutas a uma existente.
Espere bastante de seus Líderes de Patrulha, e nove em dez vezes eles superarão suas expectativas, mas se você sempre lhes der comida na boca e não confiar neles, você nunca conseguirá que façam qualquer coisa por iniciativa própria.

Junho de 1910.
 Pensamentos de B-P
contribuições de Baden-Powell para "The Scout"

domingo, 14 de novembro de 2010

Crismas em Grândola

Pelas 11:00 horas do dia 14 de Novembro, a igreja matriz de Grândola foi palco da cerimónia do crisma de 48 paroquianos de Grândola e um paroquiano de Azinheira de Barros.
Seguiu-se uma almoço convívio em que participaram muitos do paroquianos, bem como D. António Vitalino, Bispo da Diocese de Beja e D. Manuel Falcão, Bispo emérito da Diocese de Beja. 
Confirmação ou Crisma 

1. Confirmação ou Cris­­ma. Sacramento intimamente li­ga­do ao Baptismo, cujos efeitos confir­ma por uma infusão mais ampla do Es­p­í­rito San­to, significada pela unção com o óleo do Crisma com a imposição das mãos. Da­qui os nomes por que é conhe­cido: Con­fir­mação, Crisma, Sacramen­to do Es­pí­ri­­to Santo. A distinção entre os dois sa­cra­mentos aparece clara nos tempos apos­tólicos (cf. Act 8,14-17 e 19,1-7), mas durante séculos tal distinção deixou de ser clara e ainda hoje, nas Igrejas do Oriente, os dois sacramentos são conferidos conjuntamente, mesmo a crian­ças. A teologia escolástica viu a C. como sacramento da adultez cristã, conferindo a capacidade de participar activamente no múnus sacerdotal, profético e senhorial de Cristo, o Ungido por excelência do Espírito San­to. É ministro ordinário da C. o bispo, e, extraordinário, o presbítero, por delegação (casos de vigários episcopais e de párocos na confirmação de adultos) ou por força do direito (admi­nistração em perigo de morte). Como sa­cramen­to de vivos, pressupõe o estado de gra­ça e, no caso de adultos, a devida pre­pa­ração. A idade aconselhada (pela CEP, Decr. 25.3.1985) é por volta dos 14 anos. Com funções de conduzir o crismando ao sacramento, de o apresentar ao minis­tro e de o ajudar no cum­primento dos com­promissos bap­tis­mais, deve admitir-se um padrinho ou uma madrinha, pre­fe­rivelmente o/a do Baptismo, a quem se exige que seja crismado/a e competente. Imprimindo carácter (de soldado de Cristo, i.e., de apóstolo militante), a C. não pode ser reiterada. Na actual discipli­na litúrgica (cf. Preliminares do Ritual da Con­fir­mação, do Pontifical Romano), a administração da C. inclui: imposição das mãos sobre a cabeça dos confirmandos (a que se associam os presbí­te­ros pre­sentes), a pedir que sobre eles desça o Espírito Santo, seguindo-se a un­ção com o óleo do Crisma na fronte, manten­do a mão sobre a cabeça (ma­té­ria), enquanto o ministro diz: “Recebe, por este sinal, o Espírito Santo, o dom de Deus” (forma). As confirmações de­vem registar-se em livros próprios exis­tentes na Cúria diocesana e na pa­róquia (Decr. da CEP, 25.3.1985) e averbadas no livro dos Baptismos. Na falta de registo, a prova da C. pode ba­sear-se na declaração de uma só testemunha de toda a confiança ou do juramento do próprio, se tiver sido cris­mado em idade adulta (CDC 880-896).

2. Em CDC (147), confirmação é a provisão de ofício eclesiástico quando precedida de eleição ou postulação.