segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

KSC KTR-03 GBB (System 7 Two)


Marca: KSC
Código do Produto: KSC-4544416127426
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,800 kgs
Comprimento: 900 mm
Capacidade: 40 bb's
Potência: 360 fps
Fonte de Energia: Green Gas / Top Gas
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático / Automático

A arma real KTR-03 é uma espingarda de assalto AK customizada construída pela Krebs Custom Guns. Baseada no receptor da AK Saiga, é uma versão actualizada da Kalashnikov clássica com algumas características extra.

A versão airsoft tem exactamente as mesmas características com o rail especifico de 3 posições M1913 Picatinny. No topo, pode encontrar uma mira traseira ajustável estilo AR-15/M16 com uma mira dianteira ajustável por elevação. O punho é um M249 SAW estilo punho de pistola com uma coronha  LE de 5 posições. O que temos aqui é uma patetice mas todos sabemos que os patetas são muito inteligentes e este é um desenho muito inteligente.

O tri-rail é suficiente para muitos acessórios e o rail do topo tem espaço suficiente para uma mira telescópica de médio alcance ou uma mira. Ela também tem um botão manual de segurança do lado esquerdo, estilo Galil com uma alavanca selector de segurança estilo AK no lado oposto.

Como muitas armas KSC de gás blow back, o recuo é bastante impressionate e quando dispara em rajada, os 14 disparos por segundo vão de certeza fazer as suas jóias da coroa tremer um pouco. O botão de segurança manual estilo Galil é também o selector de fogo que altamente conveniente para jogadores destros que preferem não tirar a sua mão do punho.

in



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Controlar a Exposição do Flash

O flash proporciona geralmente
boas exposições, mas se o
sensor for bloqueado, é possível
obter resultados estranhos, tais
como esta sobreexposição
grosseira do objecto principal.
Com uso do flash, por vezes o objecto principal da fotografia fica muito escuro, ou demasiado iluminado, ou o flash de enchimento não proporciona os resultados esperados. Estas situações acontecem por uma variedade de razões. É possível que o objecto esteja demasiado próximo ou afastado da câmara, pode ser demasiado pequeno ou estar demasiado descentrado, ou pode ser muito escuro ou claro contra um fundo com a tonalidade oposta. Como já foi abordado anteriormente, é possível usar a compensação, o bracketing, e o bloqueio para controlar a exposição. Com algumas câmaras é possível ter o mesmo tipo de controlo, quando utilizar o flash.

Ícone típico de compensação
do flash.
Bloqueio da Exposição do Flash
O bloqueio da exposição do flash (FE-L – Flash Exposure Lock) funciona de uma forma muito semelhante ao bloqueio da exposição automática (AE Lock). Quando escolhe esta opção e pressiona o botão do obturador, é disparado um “pré-flash” e o sistema de exposição lê e armazena temporariamente os valores da exposição do flash. Depois é possível recompor a cena, realizar ajustes de exposição ou foco, e então tirar a fotografia, usando os valores armazenados. O bloqueio da exposição do flash é extremamente útil quando o objecto principal da cena está descentrado no enquadramento. Também torna possível a eliminação de potenciais erros de exposição causados por reflexos indesejados de superfícies altamente reflectoras, tais como espelhos ou janelas.

As cinco fotografias foram tiradas com flash. A diferença de exposição do flash é de 1 valor de exposição entre cada uma delas.
Compensação da Exposição do Flash
Se o objecto fotografado com flash fica demasiado escuro ou iluminado, é possível usar a compensação da exposição do flash. Este modo funciona exactamente da mesma forma que a compensação da exposição, ajustando a potência do flash, sem alterações na abertura do diafragma ou no tempo de exposição. Esta é uma forma ideal de equilibrar a luz do flash e a luz natural ao usar o flash de enchimento, e de expor correctamente cenas ou objectos que são mais escuros ou claros que o normal. A função de compensação da exposição permite geralmente a variação das exposições do flash em mais ou menos 2 stops, em incrementos de 1/3 de stop.

Compensação da Exposição e do Flash
Também é possível utilizar a compensação da exposição do flash em conjunto com a compensação de exposição da câmara. A compensação da exposição da câmara ilumina ou escurece o plano de fundo, que é iluminado com luz natural, e a compensação da exposição do flash ilumina ou escurece o objecto iluminado pelo flash. Esta é uma combinação eficaz de controlos de exposição que lhe permite captar imagens exactamente como pretende.

Na imagem da esquerda, foi usado o flash para fotografar a flor. Na direita, o valor de compensação da exposição foi ajustado para -2, para escurecer o plano de fundo.
É possível utilizar um
flashmeter para
verificar os valores de
exposição com o uso
de flash.
Cortesia da Sekonic.
Bracketing da Exposição do Flash
O bracketing da exposição do flash (Flash Exposure Bracketing - FEB) é uma forma de compensação automática da exposição do flash. Este modo capta uma série de imagens com flash, com valores ligeiramente diferentes, acima e abaixo da exposição recomendada pelo sistema de exposição automática. A potência do flash altera-se em cada imagem, enquanto o nível de exposição do plano de fundo permanece o mesmo.

Sincronização de Alta-Velocidade
Numa câmara com obturador de plano focal, é possível utilizar tempos de exposição mais curtos que a velocidade de sincronização do flash, se o flash usado tiver uma função chamada sincronização de alta velocidade (Também chamada de sincronização de plano focal). Este modo é capaz de expor totalmente uma imagem, porque o flash dispara repetidamente, ao mesmo tempo que a abertura das cortinas do obturador se vai deslocando ao longo do sensor de imagem. A única desvantagem deste modo é que a intensidade do flash é reduzida, e por isso o objecto não pode estar tão afastado, como poderia com um disparo normal. Quanto mais curto for o tempo de exposição, mais próximo o objecto tem que estar.

Como esta função torna possível o uso de flash em tempos de exposição muito curtos, ela aumenta as oportunidades da utilização do flash em exteriores, com luz natural muito intensa.

O flash estroboscópico imobilizou
repetidamente o movimento da
cabeça do pássaro do brinquedo
Aqui são apresentadas algumas situações em que esta função é útil.
  • Imobilizar uma acção, usando um tempo de obturação mais curto, ou obter um plano de fundo desfocado, utilizando uma abertura de diafragma maior.
  • Captar os reflexos do flash, que fazem brilhar os olhos do modelo de um retrato. (catchlights)
  • Iluminar as sombras da imagem.
Flash Estroboscópico
A função de flash estroboscópico dispara o flash várias vezes a alta velocidade, para capturar múltiplas imagens do mesmo objecto, na mesma fotografia. Existem vários exemplos deste tipo de utilização do flash em fotografia de desporto, o que torna possível demonstrar ou analisar a oscilação de um taco ou bastão, por exemplo.



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Spatial Anti-Aliasing


O T-Buffer, inclui também o recurso de FSAA que comentei anteriormente. Em teoria, a vantagem das Voodoo 5 sobre outras placas neste quesito seria o fato do efeito ser aplicado “via hardware”, enquanto nas placas da Nvidia e ATI os efeitos são aplicados “via software”. À primeira vista, isso parece fazer uma grande diferença, mas na prática isso não passa de marketing, já que de qualquer forma a placa terá que renderizar mais pontos e perder desempenho. Se os comandos são dados pelo driver de vídeo (ou seja, “via software”), ou algum componente da placa (“via hardware”), a perda de desempenho e os resultados são os mesmos, tornando a diferença quase nula. No final, o que vale mesmo é a potência da placa.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



terça-feira, 28 de novembro de 2017

A Migração das Aves


O fenómeno da migração das aves, é um dos fenómenos mais fascinantes e simultâneamente menos compreendidos da natureza. Há 4.000 anos os egípcios, registaram pela primeira vez, este fenómeno nas suas pinturas murais. O filósofo grego Aristóteles (séc.III a.c.) estava convencido que as andorinhas hibernavam na lama, e que em Outubro os Rabirruivos se transformavam em Piscos. Hoje em dia, com o auxílio das tecnologias disponíveis sobretudo o radar e os registos dos postos de anilhagem, sabemos que não é assim. No entanto, à medida que a ciência faz novas descobertas, mais e mais questões se levantam, para as quais poderá nunca haver resposta satisfatória. Pensa-se que na Europa as migrações surgiram no fim da última época glaciar, quando vastas áreas de gelos se fundiram, pondo a descoberto novos habitats capazes de proporcionar alimento às aves nidificantes. Apesar de serem relativamente frágeis e vulneráveis, numerosas espécies de aves continuam a fazer todos os anos longas viagens, voando horas e mesmo dias consecutivos sem parar. A Gaivina Ártica (Sterna paradisea) é a campeã de todas as migradoras. Esta espécie percorre cerca de 18 mil km desde a sua área de nidificação no Ártico até à zona de invernada no Antártico, para alguns meses depois fazer todo o caminho de volta, percorrendo num ano cerca de 36 mil km.

Parece evidente que um dos factores relacionados com a migração das aves, é o da abundância ou escassez de alimento. Em muitas regiões do globo, a sua alimentação escasseia durante certas épocas do ano. A maioria das aves morreria se permanecesse nestes locais. É a situação verificada nas regiões com invernos muito rigorosos. Durante esta época, as aves migram para regiões mais amenas com maior abundância alimentar, retornando na Primavera quando, o clima e os recursos alimentares lhes são de novo favoráveis. Por sua vez, as espécies não migradoras são espécies capazes de sobreviver com os recursos alimentares disponíveis nesta época. Com a descida acentuada das temperaturas no Inverno, os insectos escasseiam; é por esta razão que a maioria das aves insectívoras migram.

A migração é uma deslocação regular entre habitats, e não deve ser confundida com divagações, deslocações ocasionais e movimentos dispersivos. A migração é um fenómeno intencional e voluntário, uma viagem de certa envergadura e duração. Tem carácter periódico, dado tratar-se de uma viagem de ida e volta que se repete de forma sazonal e implica locais geográficos bem definidos. O movimento migratório envolve toda a população de uma espécie, e não só uns tantos indivíduos. Os lugares de origem e destino são antagónicos do ponto de vista ecológico.

A vida de uma espécie obrigada a deslocar-se sazonalmente está dividida em
quarto períodos, dois sedentários e outros dois dinâmicos, em trânsito entre habitats, que se sucedem alternadamente. Durante a Primavera o indivíduo está ligado à área de criação, onde encontra condições ideais para se reproduzir. Nos finais do Verão inicia a chamada “migração pós-nupcial”, que o conduz à área onde passará o Inverno. Neste lugar permanece para mal se anuncie a aproximação da Primavera empreender a viagem de regresso. É o que se chama a “migração pré-nupcial”.

Os factores que, num dado momento, desencadeiam a migração das aves, não são de fácil explicação. Muitas das espécies das aves do hemisfério norte começam a sua migração em direcção ao sul, quando ainda existem recursos alimentares mais do que suficientes para a sua sobrevivência. Estas aves não têm maneira de saber que passado algumas semanas a temperatura vai descer e que o alimento vai escassear. O momento do início da migração é provavelmente regulado pelo seu sistema glândular. As glândulas produzem substâncias químicas, as hormonas. Está se em crer que são as variações na produção das hormonas que estimulam a migração das aves. À medida que os dias se tornam mais pequenos, surgem variações na produção de hormonas. Como consequência as aves começam a preparar o seu voo migratório. Contudo esta variação hormonal não explica por exemplo, porque é que diferentes espécies localizadas na mesma região começam a sua migração antes de outras, ou ainda, porque é que aves da mesma espécie não começam a sua migração ao mesmo tempo. Assim o inicio da época da migração não parece depender exclusivamente da duração dos dias, mas também de outros factores como do factor climatérico e da quantidade de alimento disponível.

Na região Paleártica, que inclui a Europa e a metade setentrional de África, as
vias migratórias entre as áreas de criação e os locais tropicais onde passam o Inverno encontram-se obstaculizadas pela presença de mares, desertos e cordilheiras que ocorrem em sentido perpendicular aos das deslocações. Enquanto as aves seguem um rumo norte-sul e vice-versa, os Alpes, os Pirenéus, o sistema central da Península Ibérica, o mar Mediterrâneo, a cordilheira do Atlas e o deserto do Sara são obstáculos que seguem uma trajectória leste-oeste aproximada. Se bem que muitas aves estejam aptas para atravessar o Mediterrâneo em qualquer ponto, os fluxos migratórios concentram-se nos principais estreitos: Gibraltar, Sicília, Bósforo e Península Arábica. Existem no entanto muitas aves que evitam fazer amplos percursos, e se detêm em locais favoráveis das regiões temperadas. É isso que acontece na Península Ibérica, que recebe uma importante população de aves invernantes procedentes do Norte da Europa.

As diferentes espécies possuem diferentes estratégias de empreenderem as suas viagens migratórias. Assim as migradoras podem ser nocturnas, como é o caso de muitas espécies de insectívoras, que se alimentam de dia e utilizam a noite para viajar. Exemplo disso são os tordos e as felosas, migradoras de grande distância, que nidificam nos países nórdicos e passam o inverno a sul do equador. Estas aves iniciam o seu vôo migratório pouco depois do sol-posto, utilizando as horas do dia para comer e repousar. As migradoras podem também ser diurnas, como ocorre com as grandes aves planadoras, que necessitam de se apoiar nas correntes térmicas provocadas pela insolação do solo para se deslocarem. No entanto aves de dimensões mais reduzidas como as andorinhas e os andorinhões, são também migradoras diurnas, com a particularidade de serem capazes de se alimentarem em pleno voo.

As diferentes espécies divergem também no modo como se deslocam ao longo do seu trajecto migratório. As migrantes de frente ampla, empreendem os seus trajectos livremente, ultrapassando deste modo, os obstáculos que lhes surgem pelo caminho. A este grupo pertencem os passeriformes, e a maioria das migradoras nocturnas. As migrantes de frente estreita, que constituem uma minoria, são as que tendem a concentrar-se em determinados pontos do seu percurso migratório. O exemplo clássico deste tipo de aves é a Cegonha branca (e também das grandes rapinas) que evitam as grandes massas de água, onde não se produzem as correntes térmicas de que necessitam para planar. É esta razão, que leva a que todos anos se assista a uma enorme concentração de cegonhas no Estreito de Gibraltar, que simplesmente aguardam o momento climático e a direcção do vento mais favorável, para fazer a passagem entre a Europa e a África.

Outro dos factores mais intrigantes no fenómeno da migração é o do sistema de navegação e orientação das aves. E isto porque se conhece muito pouco acerca do seu sistema sensorial. Ao que parece as aves não só utilizam o sol e as estrelas, ou o campo magnético terrestre, como referência de navegação, mas também os acidentes de terreno, os sistemas hidrológicos e montanhosos, as linhas costeiras continentais, os maciços florestais, as manchas de água, a direcção dos ventos dominantes e as massas de ar com diferentes graus de humidade e temperatura. A maior parte das pequenas migradoras não ultrapassa os 30 a 35 Km/hora, quando não há vento, embora muitas tirem partido dos ventos favoráveis. Enquanto as cegonhas mantém facilmente velocidades de 55 Km/hora.

A migração contêm os seus riscos e o seu preço. Evidentemente que os benefícios da migração ultrapassam os seus custos, incrementando o sucesso reprodutivo das espécies, nas zonas temperadas ricas em alimento. Uma grande percentagem de aves morre durante o período migratório. Predadores, más condições climatéricas, a caça, atropelamentos e colisão com edifícios, são algumas das causas apontadas para este facto. No entanto, a causa responsável por mais mortes durante o trajecto migratório das aves, é a degradação e desaparecimento das zonas transitórias de alimentação e recuperação de energia (stopovers). Estes habitats, onde as aves param em média 1 a 5 dias para recuperar energia, e restabelecer as suas reservas de gordura, são essenciais para o sucesso migratório.

A Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, quer pela sua situação geográfica, quer pelas suas características ecológicas, desempenha um importante papel não só, como habitat residencial de algumas espécies, mas também como habitat temporário das espécies em trânsito. A pureza das suas águas, férteis em peixe, assim como a vegetação envolvente, proporcionam o habitat temporário ideal, para as aves em deslocação migratória na região.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

PPS M870 Pump Action Gas Shotgun


Marca: PPS
Código do Produto: PPSGUM-SH-01-0001
Peso: 2,314 kgs
Comprimento: 886 mm
Capacidade: 4 + 1 bb's
Potência: 350 fps
Fonte de Energia: Green Gas / Top Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: Semi-automático


A Remington M870 é uma caçadeira pump action construída nos Estados Unidos e é uma arma popular na escolha das agências da lei para tiro defensivo. É também usada por civis para tiro ao alvo, caça e auto-defesa.

Esta PPS M870 é uma réplica da arma real, com as peças em metal incluindo a culatra, o cano e o tubo do carregador. A coronha e o fuste são em ABS, mas ela opera exactamente como a real, é carregada por baixo e ejecta as células vazias pelo lado. O pump action faz um muito sólido ruído "ker-clunk".

É muito fácil de transportar devido à sua leveza e muito agradável de disparar apesar de às vezes o pump action parecer um pouco preso. Com HFC 134A a performance é de 250fps, e nos testes, o máximo usando Top Gas foi 350 fps.




in



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Utilizar o Flash de Sincronização Lenta

Ícones de retrato nocturno
(à esquerda) e retrato
diurno (à direita).
As fotografias tiradas com flash mostram geralmente objectos em primeiro plano bem expostos, contra fundos completamente negros. O uso do flash de sincronização lenta, minimiza este problema, porque este usa o disparo do flash para iluminar o primeiro plano, mantendo o obturador aberto mais tempo que o normal para iluminar o plano de fundo. Muitas câmaras usam-no, seleccionando o modo de prioridade ao obturador e velocidades de obturação tais como 1/20. No entanto, é sempre necessário experimentar porque é difícil prever os resultados.

O flash foi usado em modo de sincronização lenta, fazendo com que a noiva apareça imobilizada, enquanto que as luzes no plano de fundo apareçam turvas e arrastadas.
O flash de sincronização
lenta usado ao pôr‑do‑sol
capturou as gaivotas em
pleno voo, com efeitos
interessantes.
Em muitos casos, a velocidade de obturação utilizada neste modo, permite que apareça um arrasto em objectos em movimento, ou que a imagem fique tremida devido aos movimentos da própria câmara. Para o evitar, use um tripé e fotografe motivos estáticos. Ou então use criativamente este efeito. Uma explosão de luz de flash, combinada com um tempo de obturação muito longo pode proporcionar efeitos interessantes. O flash imobiliza nitidamente os objectos, e os movimentos da câmara ou dos objectos iluminados por uma luz fraca turvam a imagem, criando faixas, durante o tempo em que o obturador está aberto.

Quando usa o flash de sincronização lenta, algumas câmaras permitem a escolha entre a sincronização à primeira ou à segunda cortina. A sua escolha determina se o flash dispara imediatamente após a abertura da primeira cortina, ou imediatamente antes do aparecimento da segunda. As diferenças podem ser surpreendentes. Por exemplo, ao fotografar o movimento de um carro à noite, a sincronização à primeira cortina vai fazer com que o rasto de luzes apareça à frente do carro, enquanto que a sincronização à segunda cortina faz com que apareça atrás do carro em movimento.





quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Motion Blur

Este recurso permite tornar a movimentação dos objetos mais real, melhorar a fluidez dos quadros. Na maioria dos jogos 3D atuais, é comum termos objetos se movendo muito rapidamente. Mesmo se a placa de vídeo for capaz de manter um FPS alto, digamos 60 quadros por segundo, normalmente considerados ideais pelos fabricantes, temos imagens quebradas caso algum objeto se mova muito rapidamente, vá de um canto ao outro da tela em algo como 3 centésimos de segundo, movimentos comuns em jogos de tiro ou corrida.

Usando um Buffer convencional, provavelmente a placa será capaz de mostrar apenas dois quadros, um com o objeto em um dos cantos e outro quadro com o objeto já tendo feito quase todo o seu movimento, já do outro lado da tela. Com apenas estes dois quadros, o espectador dificilmente conseguiria perceber a movimentação do objeto. Se por acaso o objeto fosse um tiro, só o perceberia quando fosse tarde demais. Veja o que acontece nas imagens abaixo (as imagens são cortesia da 3dfx Inc.)


Usando o T-Buffer, este problema pode ser parcialmente solucionado, usando o recurso de Motion Blur. Funcionaria assim. Digamos que o chipset de vídeo tivesse o mesmo desempenho do da placa do exemplo anterior e, assim como ele, fosse capaz de gerar 60 quadros por segundo. Com ambos fazendo a mesma tarefa, teríamos praticamente o mesmo resultado, ou seja, em um quadro teríamos a objeto de um lado e no quadro seguinte já o teríamos do outro lado da tela. Porém, usando o T-Buffer teremos os dois quadros armazenados no T-Buffer e na hora de fazer a renderização da imagem, o chipset de vídeo teria acesso aos dois frames, e poderia “prever” a movimentação rápida. O que ele faz então? Ele combina os dois quadros, formando um único quadro onde o movimento é melhor representado, como nas fotos a seguir:


Veja que o movimento seria muito mais facilmente percebido pelo espectador, já que em ambos os casos as imagens não são exibidas por mais de 3 centésimos de segundo.

Em jogos com movimentos muito rápidos, como os de tiro ou corrida, este recurso pode melhorar perceptivelmente a jogabilidade.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



terça-feira, 21 de novembro de 2017

Tipos de Patas


  1. Os passeriformes possuem dedos independentes e flexiveis, sendo que um deles se encontra virado para trás, ideal para se agarrar aos ramos das árvores;
  2. As aves não voadoras como a avestruz tem as suas pata adaptadas para a corrida;
  3. Os Picapaus têm patas com dois dedos virados para a frente e dois dedos virados paratrás, ideais para trepar aos troncos das árvores;
  4. As patas das Garças com longos dedos permitem a distribuição do seu peso por uma maior superfície, o que possibilita que estas se desloquem em solos lamacentos sem se enterrarem;
  5. As aves nadadoras, tais como Patos e Mergulhões, têm os seus dedos ligados por uma membrana interdigital, o que lhes permite locomoverem-se melhor na água, do que no solo;
  6. As garras fortes e poderosas de Águias, Falcões, Corujas e Mochos, são utilizadas para capturar, matar e transportar as suas presas.



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Socom Gear Barrett M107 GBB Shell Ejecting (8MM)


Marca: Socom Gear
Código do Produto: SOG-GBB-M107
Hop-Up: Ajustável
Peso: 10,400 kgs
Comprimento: 1,440 mm
Capacidade: 10 bb's
Potência: 260 fps
Fonte de Energia: CO2
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

Histórias da Espingarda de Sniper CO2 Barrret M107, com cápsulas ejectáveis tem pairado pelo universo do airsoft à muito tempo, assim quando nós, na RedWolf, recebemos a notícia da sua breve chegada, tudo o que pudemos fazer foi esperar em frente da porta como uma criança na véspera do dia de Natal. O dia chegou e aqui está, a Socom Gear M107 GBB Shell Ejecting Sniper Rifle e sim, é algo de belo. O facto de ser totalmente licenciada exclusivamente à Socom Gear, a companhia irmã da Madbull, com todas as marcas correctas, apenas a torna em algo muito mais especial.

Here is RedWolf TV's Tim's take on this monster of a rifle:

Olhando para a caixa preta que nos chegou, podemos pensar que parece mais pequena do que esperava. Isto muda quando a abre e descobre que ela vem em várias pequenas partes. Lá está o receptor inferior, mais pesado do que a maioria das GBBR's de airsoft actuais. E depois a combinação do receptor superior e do cano externo, mais pesada do que a maioria das armas de airsoft em geral.

O ferrolho e transportador, bi-pé e alça de transporte estão arrumadas no interior intocadas e sem um risco.

Pode-se pensar que uma vez que esta não é a réplica de airsoft mais barata no mercado, deveria ter chegado na sua forma final. Muito como as suas parceiras AEG, tem de a montar você, mas não é difícil. Alguns ajustestem de ser feitos no receptor superior e cano externo, depois você coloca no seu lugar o ferrolho no receptor inferior mesmo à frente do tubo da mola de recuo. Para  tornar as coisas mais fáceis para você, monte o bi-pé e levante-o antes de fazer mais alguma coisa. Depois disso, monte o receptor superior no seu lugar, a frente primeiro, puxe a alavanca de carga para trás um pouco (tenha a certeza de que desliza para a posição suavemente para o que podem ser necessárias várias tentativas) e então a traseira do receptor superior deve encaixar confortavelmente no inferior.

Use as alças incluídas para as manter no lugar, prenda a alça de transporte e pronto, está preparado para seguir! Não se preocupe, RedWolf Tim está a trabalhar num vídeo 'como-fazer' quanto a montar a M107 porque visualmente é sempre mais fácil.

Agora está apresentada na sua forma final. Tudo o que pode fazer é sentar-se e admirá-la à distância, mas não por muito tempo porque quer experimentar e pegar nela assim que a montar mas lembre-se que ela pesa quase 12 quilos. Isso pode soar não tão fácil, mas 12 quilos espalhados por 144 cm fazendo-o acreditar que está transportando a sua nova namorada por aí esperando não a deixar cair no primeiro encontro. Isto deve-se principalmente ao seu corpo de metal com o receptor superior e inferior em aço, bi-pé e alça de transporte que se sente bem e incrível ao mesmo tempo.

Todas as outras peças metálicas são em alumínio com um punho e extremidade da coronha de borracha. A caixa do carregador é metálica bem como as cápsulas que transportam BB's de 8mm. A propósito uma réplica disparando BB's de 8mm é tão rara como ganhar um prémio nas slots machines.

A Barrett M107 vem um carregador de 10 disparos, mas apenas vem com 5 cápsulas.

ATENÇÃO. Antes de carregar uma cápsula, você tem de apertar a base da cápsula. As cápsulas elas próprios são onde o CO2 é armazenado, Mas como o carrega? A M107 vem com um carregador de CO2. Abra-o, insira uma cápsula de CO2, aparafuse-a bem e carregue as cápsula como o faz num carregador de pistola. Coloque as BB's no topo da cápsula, coloque-a no carregador, insira-o na M107, puxe a alavanca de carga e deixe-a voar! Soa de forma incrível.

Agora, não espere um grande milagre de potência. Mesmo sendo potenciada por gás CO2, a pesada e maior BB vai viajar muito mais devagar do que uma BB de 6mm. O que obterá são 260 fps mas não deixe que isso o decepcione! 250fps com uma BB de 0.48g são perto de 1.5 joules. Agora imagine se fosse em vez disso uma BB de 6mm 0.2g. Iria medir perto de 400 fps o que é um bom pedaço!

De certeza, a M107 tem o aspecto e a potência de um Bentley mas ninguém falou do 'coice' desta magnífica besta. É alguma coisa. Deitado com os pés premidos contra a parede não vai impedir a M107 de o empurrar para trás ainda mais do que o seu ombro irá sentir. Claro, não é doloroso de todo porque é airsoft mas continua a ser muito impressionante. Mas espere, há mais! A pressão do CO2 vai empurrar a alavanca de carga para trás ejectando a cápsula com um perfeito 'clang'. O primeiro tiro vai espantá-lo, mas depois vai querer continuar a carregar no gatilho até ficar fora.

Existe uma grande quantidade de peças móveis que necessitam de ser oleadas para trabalhar suavemente e consistentemente. A única coisa em falta é um som de grande BOOM mas tirando isso, é uma magnifica peça de engenharia!

Dê uma vista de olho no Manual PDF:



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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Flash Desligado

Ícone universalmente reconhecido,
para o flash desligado.
Em muitas câmaras, quando pressiona o botão do obturador até meio, acende-se um indicador que o avisa que o flash vai disparar quando tirar a fotografia. É necessário estar atento a este aviso, para não ser surpreendido pelo disparo do flash. A luz do flash pode chamar atenções indesejadas, especialmente em galerias de arte ou museus, onde o uso do flash é normalmente proibido. Para prevenir que o flash dispare, é possível desligá-lo. Mas também o pode desligar por razões criativas. Pode haver situações em que a luz é fraca, mas em que pretende captar as cores únicas que ela produz. Por exemplo, pode pretender captar o brilho romântico de um espaço interior, ou a escuridão taciturna de uma fotografia à noite.

luz disponível pode proporcionar cores
muito agradáveis a uma fotografia.
Noutros modos, o flash expõe correctamente o motivo em primeiro plano, mas mantém o plano de fundo demasiado escuro. O uso da luz disponível pode proporcionar imagens muito melhores.

A maneira de desligar o flash varia de câmara para câmara. Nos flashes externos, existe geralmente o botão de ligar/desligar, ou pode-se seleccionar o modo de flash desligado, por vezes chamado cancelamento do flash (flash cancel) ou flash proibido (flash prohibited) que desliga tanto os flashes externos, como os integrados. Em algumas câmaras, basta fechar o flash.

Podem-se obter cores muito
mais naturais em retratos
fotografados em interiores,
com o flash desligado.
Quando fotografa em condições de luz fraca, sem usar o flash, há algumas questões a ter em atenção, pata obter melhores resultados e evitar que a fotografia fique tremida devido ao movimento da câmara.
  • Aumentar a sensibilidade (ISO) da câmara, apesar de isto adicionar ruído à imagem.
  • Usar um tripé para suportar a câmara, colocá-la numa prateleira ou numa vedação, ou encostá-la a uma árvore ou outro suporte sólido.
  • Colocar a câmara numa superfície estável e usar o temporizador, controlo remoto, ou cabo disparador para desencadear a obturação, de forma a não mover a câmara, como acontece quando pressiona o botão do obturador com o dedo.

Nesta fotografia, foi usado o zoom da objectiva durante uma exposição longa.
A câmara estava apoiada numa grade.