quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Perigos que ameaçam as aves

Nos últimos 300 anos extinguiram-se entre 70 a 80 espécies de aves.
Na maior parte dos casos, por culpa do Homem. Hoje em dia, a maior ameaça consiste provavelmente na destruição dos habitats naturais. As matas são arrasadas, as lagoas e paúis são enxugados e as aves não conseguem adaptar-se a estas transformações bruscas do meio em que vivem. Não têm para onde ir, não conseguem reproduzir-se e acabam por morrer.
O Homem destrói deliberadamente grande número de aves, matando-as a tiro, capturando-as com redes ou atraindo-as para varas untadas com visco.
As aves também podem morrer acidentalmente, ao embater em cabos de alta tensão ou envenenadas por substâncias tóxicas que lhes contaminam os alimentos. Muitas aves marinhas ficam embebidas na nafta que os grandes navios petroleiros vertem para o mar.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A Competição

Um acampamento escutista não é local de competição. A pedagogia escutista favorece mais a cooperação, a entreajuda e o progresso individual. Por isso dever-se-á renunciar a toda a forma de competição individual, entendida como “um espírito de competição que leva a igualar ou a superar alguém” (Larousse).
As tabelas de avaliação individual em termos de pontos não têm aplicação num acampamento escutista, essencialmente porque o que pretendem é comparar as crianças/jovens entre eles, o que lhes causa rivalidades. O melhor escuteiro ou escuteira do acampamento não existe. Um acampamento escutista deve proporcionar as mesmas oportunidades a todas as crianças/jovens de serem melhores escuteiros ultrapassando etapas do seu progresso pessoal.
O acampamento pode, todavia, ser percebido como um grande jogo no qual a competição entre as equipas tem o seu lugar. Os objectivos de todo o sistema de avaliação entre as equipas serão, no entanto, limitados. Uma equipa nunca seria capaz de ser a melhor do acampamento: ela não seria a melhor senão num certo número de domínios que convém serem explicitados.
Baseando-se nestes pressupostos, pode-se elaborar um sistema de competição que permita medir o desempenho colectivo de cada equipa em domínios determinados. Podem-se combinar questões de disciplina, por exemplo, limpeza ou pontualidade, mas é necessário tomar atenção a que a estes pontos não seja dada demasiada importância. Uma equipa pode ser obediente e muito disciplinada mas a sua participação nas actividades ser medíocre.
Como avaliar o desempenho? O problema não se coloca da mesma maneira para os jogos competitivos e as provas “olímpicas”, mas pode-se colocar noutros domínios. É desejável que, tendo em conta a pedagogia de participação que o escutismo preconiza, os educadores adultos associem as crianças/jovens à avaliação. Por exemplo, porque não pedir-lhes que escolham a equipa que fez o melhor número de fogo de conselho?
Concluindo, a equipa de educadores adultos deve esforçar-se por arranjar uma sistema de competição justo, que não ocupando um lugar predominante, deva permitir às crianças/jovens participarem na avaliação; a equipa deve estar consciente dos limites de todo o sistema de avaliação. E podemos mesmo perguntar se um sistema de competição entre equipas é realmente necessário para se realizar com êxito um acampamento.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

VFC AK-105

Fabricante: VegaForce Company
Modelo: AK-105
Capacidade: 120 munições
Peso: 3300 gramas
Potência: 330 fps
Motor: EG1300 High Speed
Hop-up: Ajustável
Bateria: 9.6 1400 mAh
Modo de tiro: Semi, Full Auto
Construção: Aço, alumínio, polímero

Pros
+Excelente construção em termos de durabilidade e realismo;
+Receptor em aço;
+Sistema blowback melhorado com espaço para bateria também;
+Excelentes internos bem como rolamentos de 7mm

Contras
-Desculpem. Não consigo pensar em nenhum.

Veredicto
Uma grande arma de fora para dentro, da VFC, sem nada que possamos realmente apontar como uma falha e muitos aspectos positivos que apelam a um vasto grupo de jogadores e coleccionadores.

A VELHA HISTÓRIA
É na maioria das vezes um sinal de sucesso, quando um pequeno número de modificações é efectuado num desenho existente quando o tempo passa. A Avtomat Kalashnikova 47 é um grande exemplo disso, tendo recentemente atingido a idade de 60 anos. Mesmo nas variantes mais modernas continua a reconhecer-se facilmente a origem e a maioria das peças é admiravelmente similar – se não mesmo directamente intercambiáveis. Enquanto a mais óbvia diferença cosmética foi a mudança da armação em madeira para polímero e uma melhorada selecção de calibres (5.45, 5.56 em adição ao original 7.62), por dentro a AK modernizada passou por uma alteração de desenho rápida, que diminuiu o peso das peças móveis para reduzir o coice.

Um exemplo da moderna série 100 é a AK-105, que foi desenhada para substituir a AKS-74U, partilhando o mesmo calibre 5.45mm. Parece que o último modelo foi criado para ser um pouco mais curto, o que afecta demasiado a eficácia da arma para o agrado do utilizador. Como resultado foi tomada a decisão de aumentar um pouco o comprimento do cano e o pistão de gás nestas armas é de comprimento total para melhorar a compatibilidade com a versão de comprimento total AK-74M. A arma continua a ser muito compacta e fácil de manipular dentro de veículos graças ao cano curto e à coronha dobrável.

DA VFC PARA OS FANS DA AK
A VegaForce Company fala muito das suas séries da AK, dizendo que as suas AK’s são a Versão Perfeita, construída especialmente para jogadores que amam as séries AK. Baseada nas especificações a reclamação é inteiramente plausível: Receptor de aço estampado, cano exterior numa peça em CNC maquinada e uma gearbox de 7mm com gears de aço e um pistão de polímero reforçado. A VFC menciona uma resistência de 10.000 tiros, mas na prática já vimos estas AEG’s de alta qualidade, disparar facilmente três a cinco vezes esse valor, antes de as peças sofrerem estragos suficientemente graves para serem substituídas.

A VFC AK-105 é embalada numa caixa típica de uma AEG com impressões coloridas e poliestireno no interior para segurar a arma no seu lugar. Quando se tira da caixa, não pode evitar ficar impressionado: Mesmo tendo o prazer de ver muitos modelos de airsoft de qualidade ao longo dos anos, segurar uma particularmente bem feita sabe sempre bem. Uma AK-105 real estava fora do alcance para comparação, mas baseado na experiência com a AK-103, o aspecto e sentir da VFC AK-105 pode ser classificado de extremamente próximo do seu parceiro real.
A AEG pode ser desmontada como a real. Ligação bastante forte na junção entre o receptor e o cano externo.
O rail de montagem e miras ópticas standard russo permite-lhe o uso de uma variedade de miras extras. Note as marcas realísticas.
EXTERIOR
A VFC tem uma habilidade especial para trabalhar com metais, que inclui não só a formação das peças, mas também o acabamento. A série VFC AK tem um receptor de aço estampado – tal como a real – com um revestimento eléctrico chamado CED, que significar Cathode ElectroDeposition. É um avançado revestimento especial contra a corrosão e muito usado na indústria automóvel. Não apenas é o acabamento esperado para ser durável, mas também tem um aspecto excelente. Quanto às marcas, é melhor ver as fotos!

Se a peça principal do receptor define o standard alto, o resto da AEG também sobe facilmente. O cano externo de uma peça CNC maquinada está preso ao receptor, e a junção é sólida – o cano externo não precisa nunca de ser removido para desmontar. Na ponta do cano externo encontra-se uma boca em aço. Na arma real ela captura parte do sopro da boca para assegurar gás suficiente para o pistão de gás, apesar do cano curto. Desactivar um pino de retenção permite-lhe retirar o dispositivo da boca, revelando uma rosca bastante grande, que pode ser montada com o silenciador opcional específico AK, construído pela VFC. Se quiser usar um tapa-chamas ou silenciador da sua própria escolha, pode encontrar um conjunto de parafusos e desaparafusar a grande peça enfiada para revelar uma rosca 14mm CCW.

As peças em polímero são sólidas e não podem ser distinguidas das reais. Enquanto os jogadores de airsoft continuam a queixar-se das linhas de junção mais vezes do que necessário, elas são muitas vezes encontradas também nas armas reais. Acabando as linhas de junção fora da vista iria fazer a AEG parecer “demasiado limpa”, o que acontece com as séries AK da Tokyo Marui. Armas reais são agrestes e assim devem ser as suas parceiras de airsoft! O carregador incluído é também em polímero como deveria ser e leva 120 bb’s. Como era esperado da VFC, nenhum problema de alimentação durante os nossos testes.

No fim de tudo o exterior não pode ser acusado de qualquer falha. Mais uma vez o punho é grande para uma AK, mas é algo que aceitamos porque preferimos ter um motor que proporciona fogo semi-automático e automático, em vez de uma mola num punho de tamanho real.
A vara de limpeza é uma de comprimento total em vez de ser apenas um mero add-on cosmético. O guarda-mão é de um tipo moderno de polímero e não pode ser distinguido do real.
Removendo a coberta superior permite inserir uma bateria do tipo fino debaixo dela. A acção blowback não impede a instalação da bateria aqui.
ALINHANDO E DESMONTANDO
A VFC fez a mira dianteira realística, assim pode ser alinhada para elevação e para deslizamento ajustando a mira dianteira. A mira traseira é usada para configurar o alcance – uma característica muitas vezes ignorada pelos jogadores.

Ter acesso ao interior de uma AEG AK nunca foi tão fácil. Como já vimos na VFC antes, mesmo quando constroem uma arma com aspecto tradicional de que outros já produziram um modelo de airsoft, irá sempre encontrar várias inovações aplicadas. Depois da usual remoção da coberta superior, punho e selector, pode empurrar o sistema hop-up para a frente e tirar a gearbox do receptor! Com alguns outros modelos vai precisar de alargar alguns parafusos e desmontar a frente da arma também.

A VFC replicou a desmontagem de campo pelo que pode remover o tubo do pistão do gás movendo a alavanca no lado direito da mira traseira. Depois disso pode aceder a uma alavanca para alargar a frente do guarda-mão e removê-lo também. Exactamente como na real!
A mira traseira pode ser definida rapidamente para vários alcances. Esta característica pode ser usada para colocar os tiros disparados ainda mais longe.
A boca de aço pode ser desaparafusada para revelar uma grande rosca para silenciadores específicos AK, mas também está lá uma rosca de 14mm CCW. Mira dianteira totalmente ajustável.

domingo, 5 de outubro de 2008

Patriotismo e decência


Hoje optei por trazer ao lume um texto da minha mais recente leitura: "Algumas Distracções" de Francisco José Viegas:

"Falar de patriotismo é uma receita segura para obter unanimidades: quem se negará a ser patriota nos momentos difíceis? O apelo do presidente da República a um «patriotismo moderno e democrático» tem água no bico. Em primeiro lugar porque não têm nada a ver com patriotismo. Tem, antes, a ver com decência - porque o que está a fazer falta ao país não é patriotismo, sardinha assada, vitórias da selecção, fado, Camões e Saramago. O que faz falta é, precisamente, decência - na forma como se tratam os juízes, como se tratam os cidadãos, como os titulares dos cargos públicos são responsabilizados pelas suas asneiras e deslizes, como se respeita o ambiente e o território, como se preserva a identidade e a cultura, como se tratam as crianças, como se lida com os números do desemprego, como se protegem os velhos, como se humanizam os hospitais, como se apoiam as famílias, como se impede o Estado de - sempre que pode - desrespeitar os cidadãos, como se corrigem os desvarios das cidades portuguesas, como se reparam as injustiças, como se castiga a corrupção, como se impedem os políticos e os empresários de nunca serem responsabilizados por erros fatais. O patriotismo não tem nada a ver com isso. O patriotismo não vale nada ao pé disto. Em vez de patriotismo moderno, o presidente devia ter pedido decência. Exactamente isto, que é tão simples e tão mais moderno e útil para os portugueses - além de estar à vista de toda a gente, faltando apenas que alguém o diga com uma clareza insuspeita. Ser patriota num país mal frequentado não é vantagem nenhuma. Pelo contrário. 16.6.03"

Passados mais de cinco anos, será que este texto deixou de ter razão de ser? Infelizmente não!

sábado, 4 de outubro de 2008

O parecer das APD's do airsoft

Em discussão está a Proposta de Lei n.º 222/X que se propõe alterar de um forma anárquica e irrealista a Lei n.º 5/2006.

As associações promotores de desporto do airsoft apresentaram uma proposta conjunta de alteração da proposta de lei.

Apesar de discordar profundamente do primeiro parágrafo da Situação 1 da proposta das APD's quando pretendem que a responsabilidade pela pintura da arma seja exclusivamente do utilizador da arma e não do armeiro que a vende... Não faz sentido! Que confiança poderão ter as autoridades policiais na questão da pintura das armas quando são as APD's a pretender descartar os armeiros dessa responsabilidade?

Se as armas saem por pintar do estabelecimento do armeiro, que garantia podem as APD's apresentar às autoridades de que essa arma de airsoft será alguma vez pintada?

Não será mais um contributo para a ilegalidade?

No entanto apesar de tudo optei por hoje divulgar a proposta das APD's!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Os supercomputadores III

IBM ASCI White
Modelos

Um dos supercomputadores mais poderosos alguns anos atrás era o IBM ASCI White. Ele possuía nada menos que 8192 processadores IBM Power 3 de 375 MHz com filamentos de cobre. A baixa frequência de operação dos processadores era justificada pela necessidade de uma estabilidade irretocável e baixa dissipação de calor. O supercomputador tinha um poder de processamento estimado em 12.3 teraflops, uma potência mais de mil vezes superior à de qualquer PC topo de linha da época. Completando, temos 6 Terabytes de memória RAM e um total de 160 Terabytes de armazenamento em disco. Em compensação o sistema é simplesmente gigantesco, ocupando uma área equivalente à de dois campos de basquetebol.

Outro sistema bastante poderoso era o ASCI Blue-Pacific, formado por 1296 nós, de 4 processadores cada, totalizando 5856 processadores PowerPC604e de 332 MHz em paralelo. 423 dos nós tinham 2.5 GB de memória RAM cada, e os demais tinham 1.5 GB cada, totalizando 2.6 Terabytes no total.
ASCI Blue-Pacific
A capacidade de armazenamento em disco ficava em 62.3 Terabytes. A velocidade total de acesso a disco chegava a 10.5 GB/s, quase mil vezes o que tínhamos num computador de mesa. Esse aparato todo era dividido em 162 gabinetes ligados entre si, que também ocupavam a área de dois campos de basquetebol.

Sistemas como estes eram extremamente poderosos, o problema é que eram incrivelmente caros, custando dezenas de milhões de dólares. Tanto o ASCI White, quanto o ASCI Blue-Pacific eram únicos e existiam no mundo apenas mais alguns poucos supercomputadores com uma potência próxima à mostrada por eles.

Uma opção mais barata para uma companhia que precisava de um supercomputador, mas não tinha tanto dinheiro assim disponível era usar um sistema de processamento distribuído, ou cluster. Um cluster formado por vários PC's comuns ligados em rede. Em muitos casos sequer nem era preciso que os PC's tivessem uma configuração idêntica e a conexão podia ser feita através de uma rede Ethernet 10/100, ou mesmo através da Internet.
Gravador de dados multi-beam Seti@Home
O exemplo mais famoso de processamento distribuído foi o projecto Seti@Home, onde cada voluntário instalava um pequeno programa que utilizava os ciclos de processamento ociosos da máquina para processar as informações relacionadas ao projecto. Os pacotes de dados de 300 KB cada chegavam pela Internet e demoravam várias horas para serem processados. Isso permitiu que mais de 2 milhões de pessoas, muitas com conexão via modem participassem do projecto. O sistema montado pela Seti@Home é considerado por muitos o supercomputador mais poderoso do mundo.

Este tipo de sistema pode ser construído usando por exemplo a rede interna de uma empresa. Utilizando o software adequado, todos os computadores podem fazer parte do sistema, alcançando juntos um poder de processamento equivalente ao de um supercomputador. O mais interessante é que estes PC's poderiam ser usados normalmente pelos funcionários, já que o programa funcionaria utilizando apenas os ciclos ociosos do processador.
Cluster Beowulf
A tecnologia de cluster mais usada actualmente são clusters Beowulf, formados por vários computadores interligados em rede. Não é necessário nenhum hardware sofisticado, um grupo de PC's de configuração mediana ligados através de uma rede Ethernet de 100 megabits já são o suficiente para montar um cluster beowulf capaz de rivalizar com muitos supercomputadores em poder de processamento. A ideia é criar um sistema de baixo custo, que possa ser utilizado por universidades e pesquisadores com poucos recursos.

O primeiro cluster beowulf foi criado em 1994 na CESDIS, uma subsidiária da NASA e era formado por 16 PCs 486 DX-100 ligados em rede. Para manter a independência do sistema e baixar os custos, os criadores optaram por utilizar o Linux.
Estes clusters não servem para processar dados em tempo real (um jogo qualquer por exemplo), mas apenas para processar grandes quantidades de dados, que podem ser quebrados em pequenas partes e divididos entre os vários computadores. Uma área onde são populares é na aplicação de efeitos especiais e renderização de imagens para filmes de cinema. Há inclusive casos de filmes como Shrek e Final Fantasy que foram feitos inteiramente em clusters beowulf.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Introdução ao mundo da fotografia digital III

Câmaras compactas de fácil manejo

Se não tem grandes pretensões em relação à composição ou à exposição das suas fotografias, mas apenas lhe basta tirar as melhores fotos possíveis fácil e rapidamente, as câmaras desta categoria são as ideais para si. São tão práticas que se podem levar para todos os lugares e, se a situação o requerer, muitos destes modelos não só incorporam potentes funções automáticas, mas também várias opções de ajuste manual que permitem adaptar a câmara às circunstâncias do momento.
Estas câmaras costumam ter valores de resolução entre 1,5 e 2,5 milhões de pixels, que desde logo é mais do que suficiente para obter cópias de alta qualidade em papel de formato standard.

Câmaras com visor clássico

A câmara digital mais habitual é comparável a uma câmara convencional de 35 mm, tanto nas suas dimensões como nas suas prestações e manejo. Estes modelos quase sempre incorporam um visor óptico, uma objectiva com zoom, um pequeno monitor para visualizar as fotografias realizadas e uma ranhura para inserir um cartão de memória no qual pode gravar as imagens digitais.

Uma câmara ligeiramente maior tem uma vantagem concreta, a de admitir melhores objectivas. Por norma, os sistemas ópticos costumam ter maior potência e prestações quanto maior for o seu tamanho.
O funcionamento de uma câmara deste tipo é, além disso, muito similar ao das câmaras convencionais: vê-se pelo visor, escolhe-se a zona a fotografar e deixa-se que os programas automáticos se ocupem de focar e de ajustar correctamente a exposição. A câmara costuma agradecer realizando boas fotos.

Se prefere realizar estes ajustes você mesmo, verá que as câmaras com visor costumam oferecer mais opções para anular as funções automáticas, que os modelos ultracompactos, por exemplo, para realizar a focagem de forma manual e para ajustar a velocidade de obturação e a abertura.

As câmaras desta categoria costumam ter uma resolução de 3, 4 ou 5 milhões de pixels, o que significa que se recolhem dados suficientes para obter incluso cópias de maior formato.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Habitats II

Algumas aves vivem nas cidades e nas aldeias. Nidificam nos edifícios e aproveitam a comida que o Homem lhes proporciona.
Nas matas existe alimento em abundância, o que permite suportar uma grande quantidade de aves. Podem nidificar na copa das árvores, nos arbustos mais densos ou em buracos dos troncos. 
No litoral podem ver-se limícolas remexendo o lodo em busca de vermes e moluscos, enquanto outras espécies apanham peixes mergulhando no mar.
Algumas límicolas nidificam em praias de cascalho, as Andorinhas-do-mar criam nas dunas e as Gaivotas e Corvos-marinhos preferem as escarpas rochosas.