quarta-feira, 22 de outubro de 2008

As aves II

Galinha-d'água Gallinula chloropus 33cm
Muito comum em estuários, ribeiras, paúis e noutros locais encharcados por água doce. Em geral mantém-se escondida entre a vegetação das margens. Os sons que emite são relativamente fortes e fazem lembrar o coaxar das rãs ('curruc', 'kittic' e 'kaak'). Quando nada move o pescoço, aos sacões, para diante e para trás.
Galeirão Fulica atra 38cm
Vive nas águas doces, onde chega a formar grandes grupos. Possui um temperamento belicoso, brigando com frequência e utilizando as patas na luta. Chapinha à superfície dos charcos enquanto ganha velocidade para levantar voo. Emite um 'kewk' relativamente forte e estridente.
Mergulhão-pequeno Tachybaptus ruficollis 27 cm
Procura abrigo e constrói o ninho no meio da vegetação, nas margens das lagoas e dos rios. Os pais podem ser vistos a nadar, transportando os filhos às costas. O seu grito de chamada consiste num trinado forte e estridente; emite também um 'uit, uit'.
Corvo-marinho-de-crista Phalacrocorax aristotelis 76cm
Nidifica em Portugal, em sectores de costa rochosa. A plumagem negra dos adultos apresenta reflexos esverdeados; os jovens têm o ventre branco. Nada debaixo de água com grande rapidez e agilidade para capturar os peixes de que se alimenta.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Auxiliar de memória para os responsáveis de acampamento II

Antes do Acampamento

- Alguns contactos com:

  • o proprietário ou o gestor dos locais
  • os fornecedores locais
  • as autoridades locais (polícia, bombeiros, serviços de saúde)
  • o pároco da paróquia mais próxima
  • o posto do correio
  • a imprensa local
 
- Verificação da segurança do local
- Atribuição dos campos

 
- Montagem das grandes estruturas
- Identificação do acampamento


 
- Sinalização:
  • no exterior (para visitantes)
  • no interior
 

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Versão de metal da pistola RWC 1911 M.E.U. CNC

Construtor: RedWolf Custom Guns
Modelo: Pistola 911 M.E.U.
Capacidade: 28 tiros
Peso: 960 grs.
Potência: 310 fps
Fonte energia: HFC134a, Green Gas
Blowback: Sim
Hop-up: Ajustável
Modo de tiro: Semi
Construção: CNC - armação de alumínio maquinado, culatra e cano exterior

Prós
- Sentir e peso realístico
- Precisão imensa e grande potência
- Bom blowback com uma média de consumo de gás económica

Contras
-Umm... Preço?

Veredicto
Uma pistola toda em metal com CNC maquinado.

Como previmos na nossa review de comparação com a pistola Tokyo Marui M.E.U., vão existir kits de metal para esse modelo. Bem, certos kits de metal construídos para 1911 normais podem ser usados também, mas agora temos um kit específico M.E.U. da PGC com todas as marcas registadas e detalhes. É tempo de construir outra arma RedWolf Custom na moda CNC!

O kit PGC incluiu uma data de peças e muitas das peças da Tokyo Marui são completamente utilizáveis. (A única coisa que pode fazer falta com a Tokyo Marui é que a armação, culatra e cano exterior são em plástica e mão tem as marcas apropriadas…) Por isso nós decidimos usar a cabeça de pistão PDI tipo Winter, que tem as dimensões alteradas para providenciar um efeito de blowback maior. É útil não apenas em tempo frio, mas especialmente com culatras de metal também.
Aqui vamos nós! A pistola original Tokyo Marui M.E.U. está prestes a receber uma mudança de aspecto da PGC e PDI nas mãos experientes de um armeiro.
A mira traseira vai de facto para o lugar sem alterações exteriores, quando resolver puzzle. Aqui está o ângulo de inserção.
As buchas do parafuso do punho são inseridas do interior e seguras com super cola.
Como habitual com peças PGC, as peças que supostamente servem directamente, fazem exactamente isso. A quantidade de acertos desnecessários com este kit é reduzida a zero. O receptor do carregador, os painéis do punho, carregador, a segurança do punho, as alavancas de segurança e outras peças cabem em conjunto como é suposto fazerem-no e para a maioria das peças o processo é só montar com uma peça diferente depois de desmontar.

Quando finalmente tiver o cano exterior montado, culatra montada, e armação montada em conjunto, o afinamento será inicialmente apertado e alguns afinamentos delicados e sensíveis são necessários no acabamento final. Depois disto terminado com paciência e habilidade, o resultado é não haver folga entre as peças, mas uma acção da culatra suave quando armar e disparar a pistola.
Partindo da esquerda para a direita, uma grande quantidade de peças espera ser instaladas numa armação de alta qualidade.
Como habitual com os seus modelos normais 1911/2011, o cão pode ser desarmado. Nós não entendemos por que razão o nó foi moldado sobre o martelo, em primeiro lugar!
O feixe de mola é apresentado a 13,7 milímetros de largura para encaixar na parte de trás do punho.
O espaço abaixo da câmara foi preenchido para permitir à traseira do cano exterior para baixar cedo e a placa traseira à frente da câmara de blowback foi fortemente modificada (ver imagens) para permitir ao cão empurrar a válvula de disparo completamente. Sem as últimas modificações, a válvula de fecho não activará o disparo da válvula e o blowback será muito curto como resultado. Além disso e as modificações indicadas da mola de saída, nenhumas mais alterações ao material são necessárias.

Como ela dispara? Graças ao fino alinhamento entre as peças, a precisão mantém-se no mesmo excelente nível como originalmente – que não funcionará sempre sem dizer que você instalou peças extras metálicas. O fino alinhamento conjunto com o melhoramento da selagem do gás entre a cabeça do pistão bem selado da PDI e o carregador e sistema de carga e a velocidade aumentou para uma média de 310 fps como resultado. O primeiro tiro disparado foi a 316 fps e depois disso foram consistentes entre 312 fps e 308 fps. Green gas e BB’s de 0.20 grs foram usados à temperatura ambiente.

Nós incluímos a mais aguerrida mola PGC bem como uma mola original de recuo na pistola, assim pode afinar a pistola para a sua preferência e ambiente. A mais forte irá apelar para aqueles que querem mais resistência quando armam a culatra e um recuo mais suave, enquanto a original irá permitir disparar a totalidade das BB’s (28) e continuar a manter a mira depois do último tiro!
Inicialmente a culatra irá mover-se para trás rapidamente e o fecho da válvula não irá armar.
Modificando o prato traseiro desta forma tornará o blowback potente de novo.
Pronto para carregar o gás e disparar, a pistola RedWolf Custom 1911 M.E.U. é uma peça de arte. Você apenas poderá ver marcas diferentes na foto, mas ela será sentida e disparará de uma forma completamente diferente.
No review da pistola Tokyo Marui M.E.U., apenas podemos acusá-la pelas peças plásticas que faziam a pistola leve e falta de marcas. Com o kit de metal PGC, a cabeça do pistão PDI Winter e um excelente trabalho de instalação, atrevemo-nos a dizer que é Perfeita! A pistola está disponível como um modelo completo na RedWolf Custom Guns, ou pode comprar as peças separadamente para testar as suas capacidades como armeiro!
RedWolf Airsoft

sábado, 18 de outubro de 2008

Supercomputadores - A história

Os primeiros supercomputadores começaram a surgir na década de 60, alias uma década de muitos avanços, já que no final da década de 50 foi feita a transição das válvulas para os transístores. Cada transístor era centenas de vezes menor que uma válvula, era muito mais durável e tinha a vantagem de gerar pouco calor.
Todos os computadores da década de 60 já utilizavam transístores, o que permitiu o desenvolvimento dos primeiros minicomputadores. Naquela época, minicomputador era qualquer coisa do tamanho de um armário, com uma capacidade de processamento inferior ao de uma agenda electrónica actual e das mais baratas.
Os computadores de grande porte, porém, continuaram a ser desenvolvidos, passando a ser chamados de supercomputadores. O primeiro supercomputador para fins comerciais foi o CDC 6600, que foi seguido pelos IBM 360/95 e 370/195.
Na década de 70 surgiu uma nova revolução, os microchips, formados por alguns milhares de transístores. Um microchip sozinho oferecia uma capacidade de processamento equivalente à de um minicomputador, mas em compensação era escandalosamente menor e mais barato. Surgiram então os primeiros microcomputadores.
Os supercomputadores da década de 70 já eram centenas de vezes mais poderosos do que os produzidos uma década antes, os principais modelos foram o CDC 7600, o BSP, produzido pela Burroughs e o ASC da Texas Instruments.
Estes sistemas atingiram a marca de 100 megaflops, ou seja, 100 milhões de cálculos de ponto flutuante por segundo. Esta é a mesma capacidade de processamento de um Pentium 60, a diferença é que o Pentium surgiu quase 20 anos mais tarde.
No final da década de 70 sugiram os supercomputadores Cray, produzidos pela Seymour. O primeiro da linha, chamado de Cray 1 processava 100 megaflops, porém o Cray-XMP atingiu a incrível marca de 1 Gigaflop, no início da década de 80. Esta é uma capacidade de processamento próxima à de um Pentium II 350.
Os supercomputadores desta época foram usados principalmente na corrida espacial, aliás eles foram os principais responsáveis pelo sucesso do programa espacial Americano sobre o Russo. Uma viagem espacial demanda um número absurdo de cálculos. Os Americanos tinham computadores melhores que os Russos, o que antecipava seus lançamentos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Prestações: dados das objectivas

Além do sensor CCD, a lente é um componente das câmaras digitais que, supostamente, tem também grande importância para obter fotos de alta qualidade. As câmaras digitais mais simples tem uma distância focal fixa que não permite mudar a zona fotografada. As câmaras com uma objectiva zoom de 3x se estabeleceram na gama média. A sua distância focal oscila quase sempre entre os 38 e os 114 milímetros, quer dizer, desde uma certa panorâmica (para fotos em interiores) até uma ligeira telefoto para retratos e fotografia desportiva. Em consequência, trata-se de uma solução adequada para quase todas as situações que se apresentam na fotografia quotidiana. 
Zoom digital

Os principiantes costumam sentir-se confundidos pelo termo “zoom digital”. Trata-se de uma função electrónica que amplia uma secção da foto para simular o efeito telefoto. Mas há que ter cuidado: a câmara digital só grava uma determinada zona dos pixels capturados para ampliá-la depois. O resultado é que se reduz a resolução da fotografia. Este método é idêntico à função de ampliação selectiva que incorporam programas de fotoedição: neste caso, também se gravam partes da foto que se extrapolam para um formato de imagem de maior tamanho. Não obstante, este não é precisamente bom para a qualidade da imagem, já que este processo não adiciona nenhum dos detalhes que se revelariam se se tirasse a fotografia com uma verdadeira objectiva zoom.

Monitor LCD

Muitos fotógrafos baseiam a sua decisão de compra de uma câmara digital numa característica determinada: o monitor LCD. Este elemento permite ver e analisar as fotos realizadas de forma imediata. As fotografias que saem mal podem apagar-se de imediato para deixar espaço para outras.
Quase todas as câmaras digitais são capazes de reproduzir a imagem que capta o visor no monitor LCD. Se trata de uma prestação particularmente útil, porque significa que não há que manter a câmara pregada ao olho e se podem tirar fotos de perspectivas pouco habituais. Isto é particularmente o caso dos modelos que dispõe de um monitor LCD móvel, já que se pode controlar facilmente a imagem que se deseja obter ao nível do solo ou acima da cabeça.

O ecrã de controlo, senão como meio para realizar os ajustes básicos da câmara. Com ajuda de um menu e as teclas de cursor, o fotógrafo pode estabelecer a resolução, o grau de compressão e parâmetros similares.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

As aves

Garça-branca Egretta garzetta 56cm
Nidifica em colónias, situadas próximo de rios, charcos ou lagoas; também na costa marítima, em ilhotas rochosas. O bico é escuro e as pernas são pretas, com as patas amarelas. Foi muito perseguida no início do século XX, por causa das penas que eram utilizadas em adornos do vestuário feminino.
Garça-boieira Bubulcus ibis 51cm
Durante a época de nidificação apresenta tonalidades avermelhadas na cabeça e no dorso. O bico e as patas são amarelados. Encontra-se com frequência junto do gado, por vezes em locais áridos. Cria em colónias e constroi o ninho nas árvores ou em ilhotas rochosas no mar.
Cegonha-branca Ciconia ciconia 102cm
Na Alemanha é considerada ave nacional. Constroi o ninho em árvores e no cimo dos edifícios e ruínas. As cegonhas da Península Ibérica vão passar o inverno nas estepes e savanas da África Ocidental. Nalguns países, costuma dizer-se que as cegonhas trazem os bebés.
Garça-real Ardea cinerea 90cm
Cria nas árvores e em escarpas rochosas. É muito comum no país durante os meses de Outono e Inverno, podendo ser vista principalmente nos estuários, açudes e junto às margens dos rios. Alimenta-se em grande parte de peixes que captura arpoando-os com o bico.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Auxiliar de memória para os responsáveis de acampamento

Preparação do Acampamento

  • Escolha do tipo de acampamento
  • Duração do acampamento
  • Datas do acampamento
  • Distribuição das responsabilidades pela equipa de educadores adultos
  • Participação nas actividades de formação especializadas, se necessário
  • Escolha e reserva do local para acampar
  • Reconhecimento do local
  • Previsão orçamental
  • Preparação pedagógica com as crianças/jovens: escolha do tema, escolha das actividades, actividades técnicas preparatórias
  • Compra, aluguer empréstimo ou fabricação do material
  • Reservas para o transporte
  • Pedido de autorização distrital para acampar
  • Informações às famílias das crianças/jovens
  • Recrutamento de auxiliares de campo, segundo necessidades
  • Elaboração do programa
  • Certificado de saúde dos participantes
  • Autorização dos pais
  • Acordo com fornecedores
  • Inventário e reparação do equipamento
  • Verificação dos seguros
  • Grelha das ementas
  • Compra dos víveres não perecíveis
  • Comunicados de imprensa (rádio e jornais locais)
  • Expedição de material e das bagagens
  • Pagamento das inscrições
  • Regulamentação

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Peças de upgrade da PDI VSR-10

PDI CO. LTD.

A PDI é um dos mais velhos fabricantes de peças de upgrade, no negócio do airsoft e tem sem dúvida a maior variedade de peças no seu catálogo. De espingardas de sniper operadas por mola até peças internas de AEG, bem como melhorias de performance para os últimos modelos Gas Blowback e AEP, a PDI tem as peças para afinar a sua arma. As suas instalações de fabrico são usadas também para outras produções industriais (tais como marcadores para segurança e polícia, robótica e assim por diante), assim a maquinaria e capacidade de engenharia é de superior qualidade.

Enquanto algumas das peças tem uma aproximação simplista, outras podem mudar completamente a forma como as peças funcionam porque a PDI apresentou uma ideia melhor. Quer a peça seja algo que toda a gente espera ou uma ideia original, o trabalho e o acabamento é sempre de superior qualidade.

A variedade de peças pode tornar-se confusa quando se faz o upgrade de um modelo com muitas opções disponíveis e nem tudo irá caber em conjunto correctamente. Este artigo destina-se a clarificar como escolher as melhores peças para a sua espingarda da série Tokyo Marui VSR-10.
Um pistão de vácuo (VC) é fechado quando vai para a frente, mas abre para prevenir pressão negativa num cano comprido.
MOLAS

Provavelmente a primeira coisa que escolherá será a mola, assim vamos começar por aí. As molas PDI são feitas manualmente de ligas de aço cromo silício, que é o mesmo material usado nas molas de suspensão de comboios e camiões. O alto nível do material e o correcto processo de tratamento térmico faz as molas durarem muito tempo com uma potência estável. Existem dois tipos de molas específicas para a VSR e também uma série de molas tipo geral SPR.

Os diâmetros das molas são 11mm/8mm, ou 13mm/11mm. A mola 11mm/8mm é similar ao tamanho da mola original, assim se está a efectuar o upgrade só da mola (o que é bom para upgrades médios), então este tamanho pequeno é melhor. As molas VSR maiores e as séries SPR são melhores se fizer o upgrade completo com internos PDI, porque a maioria dos pistões PDI e guias de mola são construídos com as molas maiores em mente.

Como calcular a percentagem correcta para a velocidade desejada? A PDI tem um sistema baseado na energia expelida, assim uma mola 300% não significa velocidade triplicada, mas energia triplicada. No caso da série VSR-10, 100% está definido para 0.8 joules.
  • Exemplo 1, mola VSR 160%: 0.8 Joules x 1.6 = 1.28 Joules -> aprox. 371 fps com uma BB 0.2g.
  • Exemplo 2, mola VSR 330%: 0.8 Joules x 3.3 = 2.64 Joules -> aprox. 533 fps com uma BB 0.2g.
CILINDROS 

O método de fabricação dos cilindros PDI é forjar a frio, que é como os canos das espingardas reais de sniper são produzidas. A maquinaria usada neste processo custa quase tanto como um novo carro desportivo de uma marca de topo, mas a conseguida super fina tolerância de uma centésima de milímetro faz estes cilindros os mais precisos do mercado.

A PDI faz dois tipos principais de cilindros para a série VSR-10: Precisão e B-UP. Cilindros regulares tem um diâmetro de 22mm, enquanto a série B-UP tem 23mm. Todas as peças dentro do cilindro tem de ser do tipo B-UP e você precisa de usar anéis especiais dentro da culatra também. É comum confundir o objectivo do Bore Up de produzir mais ar para canos longos. Apesar de ele certamente ajudar um pouco com canos longos também, o objectivo primário de aumentar o diâmetro do cilindro é melhorar a eficiência; mais velocidade com a mesma mola. A PDI também constrói uma cabeça de cilindro curta no tamanho B-UP, assim os utilizadores de canos curtos podem apreciar o benefício também.
Benefícios do gatilho V mostrados graficamente. O pistão não é empurrado para cima, assim a posição de inicio é mais estável com molas de alta potência.
Como a área da face do pistão foi aumentada de 380.133 para 415.476 mm quadrados, ele empurra mais ar por cada milímetro da sua deslocação. Por causa do peso de um pistão B-UP ser praticamente o mesmo de um normal e a BB é mais leve em comparação, a velocidade do pistão é virtualmente fixada. O volume do ar utilizado é aumentado em 9.3% e é empurrado para fora ao mesmo tempo, o que significa que a velocidade da BB aumenta.

PISTÕES

Quando se trata de pistões, a PDI tem uma série de diferentes desenhos para diferentes objectivos. Como explicado no tema CILINDROS, você precisa de escolher entre o tamanho normal ou B-UP primeiro. Também alguns pistões tem um diâmetro menor para molas 11mm/8mm, assim lembre-se disso também. Muitos pistões são para molas 13mm/11mm. Depois de escolher o tamanho correcto, é uma questão de força estrutural de acordo com o nível de potência: os Barikaru são os pistões mais ligeiros e não devem ser usados com molas ultra fortes. Estes pistões são a opção mais leve quando precisa da melhor precisão, porque eliminam muitas das vibrações da aceleração do pistão e paragem. Então vem os pistões de alumínio com cortes neles e finalmente os incluídos pistões.

Existem duas principais cabeças de pistões: Vacuum (VC) e Hard (HD). O pistão Hard proporciona uma selagem todo o tempo, assim não precisa de ser explicado. Ambas as cabeças de pistão são preparadas para proporcionar uma selagem apertada na deslocação para a frente sem fricção desnecessária.

O pistão Vacuum tem um buraco no meio da cabeça do pistão, com uma pequena bola de borracha dentro. A necessidade disto surge se estiver a usar um cano longo: quando o pistão empurra todo o ar para fora do cilindro mas a BB ainda está no cano, a queda de pressão pode reduzir a velocidade. O desenho ventilado PDI permite ao ar entrar no cano para eliminar a pressão negativa. Veja o diagrama para uma visão corte do desenho.

GUIAS DE MOLAS

Você poderá pensar que não há muito num guia de mola e apenas um ou dois tipos seriam suficientes, certo? Bem, o guia da mola ele próprio é uma simples peça, mas tem de encaixar no resto das peças por isso escolha-o cuidadosamente! Aqui estão as variáveis que afectam a escolha:
  • Guia de mola de 7mm ou 9mm para molas de 11/8mm ou 13/11 respectivamente
  • Guia de mola normal ou B-UP para combinar com o tamanho do cilindro
  • Tipo VC ou HD. (VC é mais curto para criar espaço para a ventilação da cabeça do pistão; também trabalha com outros pistões.)
PALSONITE?

Sim, é o que nós dissemos quando ouvimos a primeira vez sobre isto. É um tratamento especial da face do aço, executado num incrível banho de sal de nitrato a baixa temperatura. Ele deixa uma excelente cor preta na peça e proporciona uma alta resistência da face para reduzir a fricção. É muito mais resistente aos riscos comparado com as faces em teflon!

Algumas peças PDI para as definições da VSR-10. Spot do pistão ultra-leve Barikaru, Palsonite cilindro e pistão super forte entre outros.
GATILHO V

Quando a tensão da mola fica alta, pode haver efeitos surpreendentes. O sistema ‘sear’ original da VSR foi desenhado para providenciar um leve e nítido puxar do gatilho e muitas peças PDI seguem essa ideia. O primeiro e segundo ‘sear’ estão disponíveis – CNC maquinado de aço carbónico - mas para os mais altos níveis de potência a PDI redesenhou os ângulos para prevenir a traseira do pistão de empurrar para cima contra a face do cilindro. O gatilho V vem com um conveniente fim do pistão para caber em cilindros regulares e B-UP. 

RedWolf Airsoft

sábado, 11 de outubro de 2008

A famigerada proposta de lei nº 222/X

O semanário SOL apresenta hoje na sua página 30 um artigo sobre as implicações das alterações à lei das armas nas actividades de airsoft e paintball:

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O Ambiente

Esta é uma outra responsabilidade educativa do acampamento, e não a menor! A preocupação ecológica traduz-se, primeiro, pelo respeito das leis e regulamentos em vigor. É da competência dos adultos responsáveis conhecer as leis e regulamentos em matéria ambiental que se aplicam nos locais onde se vai desenrolar o acampamento. Pode-se fazer fogueiras? Cavar buracos? Tomar banho? Onde colocar os lixos? Os regulamentos podem ser de um município, de um parque, de uma base ao ar livre, dum parque de campismo… Estes regulamentos deverão ser afixados e explicados às crianças/jovens.
Em segundo lugar, todos os agrupamentos/unidades deveriam munir-se da sua própria regulamentação interna referente à protecção do ambiente. Alguns exemplos de disposições.
  • Deixam-se as flores e as plantas onde estão; apanhando uma flor estamos a impedir a planta de se reproduzir e de fazer outras flores.
  • Em caminhadas no campo, juntar todo o lixo produzido.
  • As árvores devem ser cuidadas; Quando pregamos pregos, tiramos a casca, cravamos o nome, estamos a feri-la.
  • Os animais selvagens devem alimentar-se por eles próprios. Ao se alimentar um animal selvagem, está-se-lhe a causar dependência (poderá vir a ter mais dificuldade em se alimentar sozinho) e arrisca-se a morrer ou a tornar-se nocivo ou perigoso a longo prazo.
  • Tapam-se os buracos que se cavaram.
  • Apanham-se todos os objectos que se encontram atirados na natureza.
Sobre as fogueiras em campo, a equipa de animação provará uma preocupação de economia dos recursos naturais. É mesmo indispensável fazer um fogo de conselho todas as noites? Pode- se trocar os fogos de conselho por vigílias, jogos nocturnos, observação de estrelas…
Outras disposições aplicam-se ao equipamento: as machadas e as facas de caça devem ser interditas, os mata-moscas em aerossol serão substituídos por produtos ecológicos líquidos ou em pomada, a utilização de candeeiro a petróleo estará interdito e juntar-se-ão as pilhas gastas para se depositarem num centro de recuperação de lixos perigosos.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Muito ou ainda mais? A resolução!

Praticamente não à nenhum outro aspecto da fotografia digital que origine tanto debate como a importância da “resolução”. Ainda que ele seja justificável em certa medida, também é comparável ao desejo dos automobilistas de dispor da máxima potência possível, apesar da congestão crónica do tráfego...

Para compreender este termo, à que recordar qual é a estrutura de uma foto digital. Consta de elementos conhecidos como “píxels”, que são as partes mais pequenas de uma imagem deste tipo. A foto digital obtém-se juntando um número imenso destes píxels como num mosaico, ou melhor como uma folha de papel quadriculado em que se preenchem destes quadradinhos com um lápis para obter uma imagem reconhecível desde certa distância.

O sensor CCD e os píxels

A resolução de uma “imagem em papel quadriculado” como esta é igual ao número de quadradinhos que contém a folha. Algo parecido ocorre com as câmaras digitais: com ajuda de uma quantidade enorme de diminutos fotodiodos fotosensiveis, conhecidos como elementos CCD, desagregam a imagem captada pela objectiva em milhões de “quadradinhos coloridos” individuais (quer dizer, a deixam “resolvidas” em píxels) e os guardam para os apresentar nos seus monitores LCD ou para os transferir para um computador.

Quanto maior seja o número de fotodiodos que integram o sensor de uma câmara digital, maior será a sua resolução. Nos dados técnicos, esta resolução expressa-se pelo número exacto de píxels (por exemplo, 2.048 x 1.536 píxels) ou bem, para simplificar, em milhões de píxels. No calão informático, um milhão indica-se como um “mega”.

Então o que é uma "câmara de 3 megapíxels”?

Uma vez que abrimos passo através de toda esta linguagem técnica, sabemos já que uma câmara de 3 megapíxels é um modelo cujo sensor de gravação contém aproximadamente três milhões de fotodiodos ou píxels, geralmente 2.048 píxels na horizontal por 1.536 píxels na vertical. Se multiplicarmos estes valores, obtém-se o número mágico (exactamente 3.145.728). Na prática, isto significa sensivelmente que a câmara pode converter qualquer motivo ao qual se dirija a objectiva, seja a Torre Eiffel ou uma joaninha, num mosaico formado por 3,1 milhões de células.

Se fotografarmos um motivo como este com uma câmara de 3 megapíxels...
...esta resolução permite apreciar inclusive os pequenos detalhes.

A resolução: dados fundamentais

Quantos mais píxels tem uma câmara, maior é a sua capacidade para reproduzir até os mais pequenos detalhes e estruturas. É como comparar um mosaico de muitas células pequenas com outro formado por umas poucas células grandes. Não obstante, nem sempre é preciso utilizar a máxima resolução.

A resolução (= número de píxels numa foto digital) não diz tanto da qualidade da imagem como do tamanho que pode ter a cópia impressa em papel.

Quanto maior seja a resolução, maior será o arquivo da imagem e menor o número de imagens que poderá armazenar no cartão de memória.

Convém saber que: ainda que se disponha de uma câmara digital de alta resolução, nem sempre é preciso tirar fotos à “máxima capacidade”. Quase todas as câmaras permitem variar a resolução para cada disparo, de modo que é possível fazer fotos de pequena resolução inclusive com uma câmara de 5 megapíxels.

Norma empírica: Uma resolução de 2 megapíxels pode ser perfeitamente adequada para uma página web, para enviar por correio electrónico ou para obter uma cópia em papel no formato standard de 10 x 15 cm. A resolução pode ser um pouco maior para os formatos de cópia de maior tamanho ou para realizar ampliações selectivas: neste caso será muito útil dispor de uma resolução de 3, 4 ou 5 megapíxels, segundo as necessidades individuais.