sábado, 7 de fevereiro de 2009

Exposição de pintura e escultura

No dia 07 de Fevereiro de 2009, foi inaugurada, em Grândola, uma exposição de pintura e escultura, pelo grupo Artefacto.
 
A sala de exposições da Biblioteca de Grândola foi palco de uma representação que promoveu a apresentação das obras expostas.
 
De realçar:

Pela positiva, mais uma iniciativa cultural neste vila!

Pela negativa, que sejam sempre as mesmas poucas caras que se encontram no público! Depois as pessoas queixam-se de não existirem actos culturais na vila...
 
Foram expostas esculturas de Moisés, pinturas de Teresa Trigalhos (Ciclo Ilha dos Imortais), Elsa Oliveira (Máscara), Carlos Gargaté (Máscara) e Zoran.
 
Mais do que as palavras, ficam as imagens da inauguração:

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Barragem do Pego do Altar

Na minha actividade profissional passo diariamente junto a uma barragem, que elegi como o meu local de descanso para ingerir o almoço, a barragem do Pego do Altar.
Inaugurada em 1949, esta barragem tem como objectivo aumentar o aproveitamento hidroagrícola do Vale do Sado.
A barragem do Pego do Altar, caracterizada por enrocamento homogéneo com cortina metálica na face montante, está localizada na ribeira de Santa Catarina.
A cultura mais abrangida pelos recursos hídricos desta barragem é a do arroz, com grande vantagem sobre outras menos significativas em termos de rega, como a do girassol ou do tomate. Para além desta funcionalidade, a barragem também possui uma central hidroeléctrica, com cerca de 5,2 GWh de energia produzida, em termos médios anuais.
Existe ainda outra componente que acrescenta valor à barragem, a componente lúdica e de lazer, com paisagens a convidar, tanto para uma caminhada descontraída nas suas margens, como para a prática de várias actividades aquáticas, entre as quais a pesca desportiva e a vela.
 
LOCALIZAÇÃO
Povoação: Sta Susana
Concelho: Alcácer do Sal
ANO DE INÍCIO DE FUNCIONAMENTO: 1949
ENTIDADE GESTORA: Associação de Beneficiários de Vale do Sado
FINALIDADE: Rega /Indústria
BACIA HIDROGRÁFICA
Linha de Água............................................. Ribeira de Alcáçovas
Área da bacia hidrográfica ........................ 743 km2
Precipitação média anual .......................... 558 mm
Afluências anuais médias........................... 34,5 hm3
Caudal de cheia do projecto....................... 989 / 1133 m3/s
Período de retorno...................................... 1000 / 5000 anos
ALBUFEIRA
Nível pleno de armazenamento (NPA) ... 52,26 m
Nível de máxima cheia (NMC).................. 52,26 m
Nível mínimo de exploração (NmE) ........ 12,35 m
Capacidade total.......................................... 94,00 hm3
Capacidade útil............................................ 80,00 hm3
Volume morto ............................................ 14 hm3
Área inundada ........................................... 876 ha
BARRAGEM
Tipo: Enrocamento homogéneo com cortina metálica na face montante
Comprimento do coroamento.................. 192 m
Cota do coroamento ................................. 56 m
Largura do coroamento ........................... 5 m
Altura máxima acima do leito ................. 56 m
Altura máxima acima da fundação.......... 63 m
Inclinação do paramento de montante .. 1/1.25 (V/H)
Inclinação do paramento de jusante ...... 1/1.4 (V/H)
Fundação: os xistos formam o bed rock dos depósitos superficiais e afloram largamente nas margens das ribeiras ou nas vertentes do vale; verificou-se que a irregularidade dos seus afloramentos traduzia a variação de composição ou de resistência à erosão. Devido às falhas e esmagamento, os xistos revelaram-se pouco compactos e bastante permeáveis. Houve necessidade de executar injecções de cimento para suprimir as infiltrações rápidas.
DESCARREGADOR DE CHEIAS
Tipo:poço vertical ligado à segunda galeria da descarga de fundo; o escoamento faz-se sempre em superfície livre, formando-se um jacto à saída
Cota da crista da soleira .......................... 48,76 m
Caudal máximo de projecto .................... 1200 m3/s
OUTROS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA
Descarga de Fundo
Tipo:em galeria de betão, sob o flanco direito do vale
Caudal ....................................................... 80 m3/s
Tomada de Água
Tipo: torre de betão com tubagem no interior com 1,5 m de diâmetro, que conduz à central e ao canal de rega; a entrada de água faz-se por 3 tomadas de água localizadas na torre
Caudal ....................................................... 7 m3/s

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Do pixel ao papel

Apesar de todo o entusiasmo que desperta a Internet, no entanto frequentemente pode dar-se o caso de que não seja suficiente enviar fotos por meios electrónicos, ou visualizá-las no ecrã ou então que se prefira colocá-las num álbum ou levá-las na carteira. Em consequência, é preciso por a foto em papel. De seguida se descrevem as diversas opções existentes para tal fim.
Reprodução própria
Para os utilizadores do computador, a opção mais óbvia é, em principio, a própria impressora (de
jacto de tinta). Com o correspondente papel especial, estes sistemas podem alcançar uma altíssima qualidade de impressão que apenas se distingue de uma foto “verdadeira”. Sem dúvida, quem tenha tentado imprimir as 100 fotos das suas férias por este meio terá podido dar-se conta de que se torna bastante caro. Além do tempo que se perde com o computador e a impressora, sempre podem aparecer problemas: o tinteiro se esgota a meio de uma cópia, o caro papel especial encrava e é preciso tirá-lo em pedaços, a cabeça de impressão suja-se depois de tantas cópias e começam a sair fotos com falhas, etc.

 
Os pixeis em autêntico papel fotográfico
A alternativa à reprodução pelos seus próprios meios é tão fácil e cómoda como económica: envie as suas fotos ao serviço de reprodução de uma empresa especializada através da Internet. Através de um programa gratuito, poderá escolher o seu laboratório preferido, especificar a quantidade e o formato das cópias que deseja e esperar que o carteiro traga as fotos a sua casa nuns dias, com uma qualidade perfeita e em papel fotográfico autêntico.

Em comparação com as cópias obtidas com impressoras de jacto de tinta, estas fotos:

  • não tem borrões;
  • são muito menos sensíveis à luz (e, por conseguinte, se mantém durante muitos anos);
  • são estáveis e indistinguíveis de uma foto “normal”, devido à espessura do papel fotográfico.
 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

As Aves XII

Bufo-real Bubo bubo 66-71cm 
É a maior rapina nocturna da Europa. Deixa ouvir um 'oo-hu' forte e profundo, que lhe dá o nome. Entre as suas presas habituais figuram os coelhos, raposas jovens e outros animais do mesmo tamanho.
 
Coruja-das-torres Tyto alba 34cm
Avista-se geralmente ao crepúsculo, enquanto caça pequenos roedores. Emite um guincho prolongado e estridente, algo sinistro. Cria em celeiros, nas igrejas e em velhas casas semiarruinadas.
 
Mocho-galego Athene noctua 22cm
Vê-se com alguma frequência durante o dia, pousado em pé nos postes das vedações ou noutros poleiros bem em evidência. Quando intrigado abana o corpo e oscila com a cabeça antes de levantar voo.
 
Cortiçol-de barriga-negra Pierocles orientalis 34cm
Cria no chão, em terrenos secos e pedregosos, semidesérticos. Voa com rapidez, geralmente de madrugada e ao entardecer quando se desloca aos bebedouros. Emite um grito áspero: 'churr-rur-rur'.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

7º Grande Prémio Freguesia de Grândola


Hoje pelas 11:15 coloquei-me ao volante da minha viatura e iniciei a marcha para a igreja matriz de Grândola, a fim de assistir à missa dominical. 
Com grande surpresa minha na rua D. Nuno Alvares Pereira perto da rotunda, na Praça da República, um sinal de Sentido Obrigatório obrigava-me a virar para a rua Vasco Gonçalves...

Cumpro-o e tento sair para a rua Dr. José Pereira Barradas pela rua Manuel Batista dos Reis, quer pela rua das Figueiras Bravas, mas encontro ambas fechadas com fitas...
 
Regresso e tento alcançar a avenida António Inácio da Cruz, para dessa forma chegar à igreja matriz pelo lado oposto, no entanto todas as ruas de acesso à avenida ostentavam o sinal de Sentido Proibido...

Sigo até ao largo Zeca Afonso, para descobrir que o acesso à avenida apenas era permitido no sentido da saída da vila, faço inversão de marcha e ao chegar à rotunda na Praça da República, inquiro um agente da GNR, que orientava o trânsito no local, que percurso poderia seguir para chegar à igreja matriz, ele apresenta-me várias sugestões, mas informo-o que já as tentara e estavam fechadas... Aconselha-me então a sair da vila para o IP1 e entrar na vila por outra entrada que me permitisse o acesso à zona residencial onde se situa a igreja matriz... Agradeci-lhe e respondi-lhe que dava menos trabalho deixar o carro no bairro de S. João e fazer a pé o percurso até à igreja matriz!
 
Quando fazia esse percurso a pé, sob as bátegas da chuva, não pude deixar-me de recordar que há alguns meses atrás me deslocara, de carro, bastante lesionado no joelho direito, em virtude de uma queda de bicicleta, para o Centro de Saúde de Grândola e graças a isso, pouco mais de 10 minutos depois do acidente, estava a ser tratado por profissionais competentes... Se fosse hoje teria de dar uma 'volta' tão grande de carro que provavelmente o meu joelho não suportaria esse esforço e teria de ligar para o 112 para ser socorrido por uma ambulância!

O valor de uma actividade como o 7º Grande Prémio Freguesia de Grândola é inquestionável! Mas a organização do mesmo, quando planeia o percurso do mesmo, não pode dar-se ao luxo de pura e simplesmente dividir ao meio a vila de Grândola, obrigando que quem se quer deslocar de uma área para a outra da vila tenha de sair da vila e rodear a mesma para entrar na outra área. O que até se torna mais grave quando numa das áreas (apesar de ser a de menor dimensão e consequentemente com menos habitantes), se situar o Centro de Saúde, as farmácias, o quartel do bombeiros, etc., etc., que graças a essa divisão ficaram subitamente muito mais distantes!