terça-feira, 14 de abril de 2009

O nosso poder político

Os jogadores de airsoft portugueses ainda estão em estado de choque, a 19 de Março de 2009 a Assembleia da República aprova uma alteração à Lei n.º 5/2006 que vem por em causa a forma como se pratica do airsoft em Portugal.

Para muita gente isso representou um sintoma de perseguição politica à nossa modalidade... Será? A revista espanhola ARMAS n.º 317 de Novembro de 2008, trás um artigo que creio representar, ainda no campo das armas, um exemplo claro do desfasamento entre o poder politico e a realidade do mundo das armas.
Pistola Glock com segurança manual!!!
Recentemente tivemos acesso a um novo modelo de pistola de origem austríaca. O fabricante não é outro que a conhecida marca Glock e a arma em questão a G19.
Clássica entre os diferentes modelos que hoje constituem a ‘família’ de pistolas plásticas mais difundidas em todo o mundo e, com um tamanho que facilita o seu transporte tanto por pessoal uniformizado ou por quem confia nela para defesa ou uso geral, a ‘nova’ G19 inclui uma ‘mudança radical’ até agora inédita nas armas desta marca.
O botão que activa a nova segurança manual está localizado logo acima do botão da retenção do carregador.
Ainda que redundante, a sua posição é óptima.
 A mesma refere-se à transformação do que foi o conceito original desenhado por Gaston Glock nos primeiros anos da década de oitenta, no século passado. O que foi desenhado então, há já quase trinta anos, foi uma semiautomática extremamente simples e segura, com um mecanismo automático que evitava qualquer manipulação adicional por parte do atirador para a sua activação ou desactivação. Carregada a arma, apenas tem de se pressionar o gatilho ­­- que incorpora na sua parte central, uma alavanca que impede o seu accionamento se não for premida adequadamente – para realizar o disparo, mantendo sempre a máxima certeza de que não se fará fogo se não for de uma forma totalmente voluntária.
O desafio luso
Parece que em Portugal pensaram que esse mecanismo, que o fabricante chama de Safe Action pela sua configuração especial e simplicidade, não cumpria com o que os agentes dos seus corpos policiais necessitavam para cumprir as missões atribuídas. Por isso, decidiram adquirir a pistola “made in Áustria” mas com uma série de modificações, das quais vamos fazer eco nas linhas seguintes.
A que mais chama a atenção é o redesenho geral dos seus sistemas internos para acomodar um mecanismo de segurança adicional que se adiciona aos que, automaticamente, actuam sobre a agulha percutora para evitar que alcance a espoleta do cartucho que possa encontrar-se na câmara.
É assim a configuração das Glock 19 portuguesas.
À vista simples nada chama a atenção, mas mesmo assim tem uma importante modificação em relação aos modelos clássicos.
Depois dos estudos pertinentes, que não devem ter sido poucos, para manter a “reputação” internacional da Glock, desenharam uma modificação da configuração original, de forma que o atirador tem a possibilidade, se assim o desejar, de activar um bloqueio manual que complementa os já clássicos.
Colocou-se na armação, próximo do que retém o carregador na sua posição correcta, um dispositivo mecânico que actua sobre a biela que activa o pistão de bloqueio da agulha percutora. Depois do saque, ou acompanhando esse movimento, há que actuar sobre um botão situado no lado esquerdo com o dedo polegar, movimento que, em alguns casos e em função do tamanho da mão do utilizador, obrigará a parar um pouco o empunhamento. Então, a arma passa a funcionar como as anteriores versões, pois mantém-se a “segurança” no próprio gatilho, o que tem uma posição especialmente útil para facilitar o trânsito mais rápido e eficiente desde uma situação de segurança total àquela em que se realizam um ou vários disparos. No lado direito aparece então outro botão, com elementos de cor vermelha que dão aviso visual de que a arma está em disposição de poder efectuar fogo; são marcas localizadas na parte superior e anterior, para que os utilizadores as vejam com facilidade.
O catálogo normal do fabricante se acompanha de uma folha adicional em português,
para que o utilizador conheça melhor a arma que lhe é entregue.
Falámos com polícias em Portugal. No geral, aqueles com certa experiência com as armas ou os que trabalham em unidades de intervenção, comentaram-nos que essa transformação não era mais do que o resultado de uma “obsessão” dos responsáveis políticos que dirigem o Ministério do Interior português, pois a concepção original desse modelo o converte numa referência mundial em segurança e funcionalidade. Houve inclusive alguém que apontou a possibilidade de eliminar esse “acessório”, em que além de pouco funcional não encontrava qualquer acréscimo positivo no fim pretendido.
"Força de Segurança" num vistoso tom branco, está pintado no lado da corrediça.
Identifica as novas armas destinadas a Portugal.
Sem querer entrar em polémica, a verdade é que adicionar uma segurança manual a um sistema de seguro automático não é mais do que uma redundância que tem pouco a ver com as qualidades pretendidas para quem está sendo dotado com este modelo. Faz com que o funcionamento geral seja mais lento, pois requer-se mais algum tempo entre o saque e o disparo, além de adicionar um “problema” mais no caso de quem a use não se recorde de desactivá-lo no caso de uma situação com alto índice de stress. Se é verdade que para a maioria agentes lusos, que como em outras nações europeias, tem falta de um programa de formação intensivo e eficaz no manejo das armas curtas, vá supor-se mais uma vantagem do que uma desvantagem, pois é difícil que tenha de sacá-la no decorrer de uma operação ao longo da sua vida; para os seus “gestores”, supor-se-á uma “segurança” acrescida que evite um disparo involuntário, ainda que como contraposição também pode incidir em situações em que os agentes sejam atingidos por projécteis daqueles com quem se enfrentam.
As armas curtas que se estão distribuindo em Portugal incluem as siglas "LSU" nas suas marcações.
A G19 adquirida para os polícias portugueses incorpora também outra modificação que pode considerar-se também mais do que um problema pontual. Foi prevista com um mecanismo de libertação do carregador ambidestro. Não é o clássico que pode colocar-se num lado e no outro para poder ser usado por destros ou canhotos. É um que liberta a retenção do carregador indistintamente se se pressiona o botão situado no lado esquerdo ou no direito, o que pode incidir em mais de uma situação em que, involuntariamente, se produza a extracção do carregador que acolhe os quinze cartuchos alojados no carregador standard deste modelo.
Em algumas unidades é especialmente útil o ponto de ligação situado na base do punho,
para que a arma fique sempre "sujeita" por um fiador.
Outro “ponto forte” que não é nada operacional é o que se refere à inclusão de um visível letreiro de cor branca, com o rótulo “Força de Segurança”, em ambos os lados da corrediça, mais adiantado no direito e centrado no esquerdo. É verdade que ajuda a identificar, ao quem posso lê-lo quando se encontra imerso numa situação “explosiva”, como Policia a quem emprega a arma, o objectivo que pode ter motivado a inclusão dessas frases pintadas sobre o acabado Tenifer clássico nas Glock. Também o é o facto que pode produzir algum reflexo nada discreto, sobretudo em situações em que o nível de luz seja baixo; outro detalhe refere-se ao facto de que pode chegar a afectar a arma gerando oxidações ou que acabe degradando-se com o uso continuado.
O botão da nova segurança integra-se bem neste modelo.
É um "pequeno" detalhe que pode passar despercebido aos neófitos.
Muitas dúvidas
Como o leitor terá podido observar, a chegada deste novo modelo parece trazer mais sombras do que luzes num conceito que já foi aprovado e validado, nos cenários mais difíceis. De momento, a realidade da entrada em serviço levou ao aparecimento de certos comentários negativos em relação com o que já explicamos acerca da segurança, botão de retenção e letreiro na corrediça.
O novo activador da segurança manual inclui, no seu lado direito,
marcas de cor vermelha que avisam de que a arma está em posição de fogo.
Pelo contrário, a sua chegada às polícias portuguesas será – e isto sim está mais do que claro – um avanço contundente no que é a sua potência de fogo, segurança de uso, portabilidade e, o que é mais importante, fiabilidade. Os primeiros exemplares entregues – muito poucos – foram-no faz agora um ano, numa cerimónia oficial que contou com a presença do Ministro Rui Pereira, responsável do Interior. Teve lugar nas instalações de Queluz e os destinatários foram tanto uniformizados da Polícia de Segurança Pública (PSP) como da Guarda Nacional Republicana (GNR), um corpo de carácter policial que, como a Guarda Civil espanhola, realiza tarefas de Segurança interior.
Desde então, as novas G19 vão chegando a conta-gotas aos utilizadores, ainda que nos últimos meses – no início de Setembro de 2008 teve lugar a recepção de um lote de 8.750 novas armas deste tipo –, se tenham intensificado as entregas a unidades tão representativas como o Regimento de Infantaria n.º 1, onde podemos aproximar-nos deste novo modelo usado por unidades de intervenção, anti-distúrbios, desactivadores, mergulhadores ou de salvamento multipropósito. Prevê-se que até 2012 estejam em serviço entre 42.000 e 50.000 pistolas. Outras do mesmo fabricante, já eram usadas por unidades especiais ou por outros corpos de Segurança, como a Polícia Marítima desde princípios de 2007.
As entregas, que contemplam exemplares fabricados nas instalações que a Glock tem na Áustria, vão permitir retirar catorze modelos que estavam em serviço na PSP e doze na GNR. Muito antigos e com “raridades” clássicas como as PP (Polizei Pistole) da Walther, incluíam armas de calibres como o 7,65 ou o 9 Curto, mudança que também vai permitir a homogeneização nos cartuchos usados e nos métodos formativos.
A compra, na qual se vão investir uns dezoito milhões de euros, é o fruto de um processo que se iniciou há um par de anos, quando se constatou da forma como o estado das armas curtas que se usavam era em mais de um caso lamentável. Estabeleceu-se um conjunto de especificações e abriu-se um concurso internacional. Na comissão formada para o efeito, incluíram-se técnicos e contou-se com o assessoramento dos responsáveis do Grupo de Operações Especiais (GOE, PSP) e Companhia de Operações Especiais (COE, GNR). Ao concurso apresentaram-se fabricantes alemães, israelitas, suíços e italianos.
Sabemos que em Março do ano passado tiveram lugar umas avaliações que contaram com a presença da ganhadora e das P30 e USP “Compact” da H&K, “Jericho” RSL da Israel Weapons Industries (IWI), Px4 “Storm” da Beretta e Pro 2022 da SIG-Sauer. Nas primeiras provas participaram especialistas da PSP e GNR procedentes de divisões de patrulha, trânsito ou investigação criminal; as avaliações complementares relacionadas com o uso, o preço ou a manipulação, estas últimas dirigidas por elementos do GOE e da COE.
Estas Glock incluem, também como novidade, um retém do carregador ambidestro.
Modelo comum
No fim do processo se tomou a decisão que parece mais acertada, pois permitirá dar baixa de armas com muitos anos de serviço e normalizar a munição. Previu-se que os agentes receberiam uma nova pistola e a mantenham até que deixem o serviço, incidindo assim um maior interesse pessoal no seu cuidado e manutenção.
Agora mesmo está aberto outro concurso destinado ao coldre. De momento, foram-se entregando com os Safariland de vaso rígido e triplo dispositivo de retenção, ainda que possam optar por um novo modelo que seguramente não será tão eficaz mas mais económico.

Octavio Diez Cámara"

sexta-feira, 10 de abril de 2009

As Aves XVII

Pardal Passer domesticus 14,5 cm
Ave bem conhecida, pela sua vulgaridade e abundância. Permanece todo o ano na proximidade das quintas e nas cidades. Constrói o ninho nos edifícios. Costuma formar grandes bandos nos locais onde dorme e nas zonas onde se alimenta. Emite uma série de chiados ('tchirp-tchirp', 'tschrec', etc.)
Papa-figos Oriolus oriolus 24 cm
Vive nos bosques e possui um comportamento discreto. O macho emite um assobio forte e melodioso, quase humano - 'huiah-huioh'. Cria na Europa, onde permanece apenas durante a estação quente. Passa o Inverno no continente africano.
Serino Serinus serinus 11,5 cm

É um parente próximo do canário doméstico. Emite um gorjeio agradável em voo e também um 'chit-chit-chit' ou um 'tuit' melodiosos, pousado no cimo das árvores. Os adultos têm uma mancha amarela na base da cauda, visível quando voam.
Tentilhão Fringilla coelebs 15 cm

É comum em zonas arborizadas. No Inverno reúne-se em bandos, surgindo então em habitats mais descobertos. O macho possui uma plumagem nupcial vistosa, mas a fêmea é acastanhada. Tem um canto melodioso e emite com frequência um 'pink-pink' forte e seco, muito característico.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Os valores do escutismo

OS VALORES DO ESCUTISMO EXPRESSAM-SE ATRAVÉS:

• Da Lei do Escuta
• Dos Princípios do Escuta
• Da Promessa do Escuta

A Lei do Escuta nasce com o Escutismo em Browsea, em 1907. E nasce como uma sólida regra de jogo, deste novo método de educação. Na leitura de qualquer Artigo da Lei não se verificam quaisquer imposições ou impedimentos, mas a afirmação de um certo número de verdades que devem definir o perfil de um Escuta. O Escuta é a Lei, ser escuteiro é cumprir a sua Lei. Desde cedo o jovem pode formar a sua consciência tendo como referência esta Lei definida em dez artigos: o jovem julga-se a si mesmo e examina se corresponde a esta definição. Basta que a Lei seja a regra do jogo, pois ao jogar-se, os valores nela contidos são adquiridos naturalmente.

 
LEI DO ESCUTA

1. A honra do Escuta inspira confiança.
2. O Escuta é leal.
3. O Escuta é útil e pratica diariamente uma boa acção.
4. O Escuta é amigo de todos e irmão de todos os outros Escutas.
5. O Escuta é delicado e respeitador.
6. O Escuta protege as plantas e os animais.
7. O Escuta é obediente.
8. O Escuta tem sempre boa disposição de espírito.
9. O Escuta é sóbrio, económico e respeitador do bem alheio.
10. O Escuta é puro nos pensamentos nas palavras e nas acções.
 
PRINCÍPIOS DO ESCUTA

1. O Escuta orgulha-se da sua fé e por ela orienta toda a sua vida.
2. O Escuta é filho de Portugal e bom cidadão.
3. O dever do Escuta começa em casa.

 
PROMESSA DO ESCUTA

Prometo pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por:
1. Cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria.
2. Auxiliar os meus semelhantes em todas as circunstâncias.
3. Obedecer à Lei do Escuta.

sábado, 4 de abril de 2009

Expo Autocasião

De 02 a 05 de Abril de 2009, decorre no Parque de Feiras e Exposições de Grândola a Expo Autocasião.
Obviamente que fui visita-la, não para comprar uma nova viatura, pois a crise não o permite, mas para pelo menos poder ver o que o mercado disponibiliza.
Em exposição um vasto leque de viaturas, desde o motociclo de quatro rodas até ao Porsche, passando pelos imponentes Mercedes, BMW, Audi, etc.
Encontrei a viatura que povoa os meus sonhos à muito... Uma Mitsubishi Strakar de cabine dupla, mas que infelizmente, por 22.000 razões, não irá passar disso...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Resolver problemas III

Problemas de navegação

Algumas páginas não são carregadas correctamente.
● O browser deve estar dotado de programas adicionais, conhecidos por plug-ins. Geralmente, o programa de navegação avisa-o se faltar algo para visualizar o sítio e pergunta-lhe se quer transferi-los e instalá-los.
● Se o problema não está nos plug-ins, as definições de segurança do seu browser podem ser demasiado elevadas: verifique, escolhendo Ferramentas > Opções da Internet > Segurança > Personalizar nível.
Sei que o endereço do sítio está correcto, mas não consigo ligar-me.
O servidor (computador da rede) onde o sítio está hospedado pode ter problemas: tente mais tarde. Se navegar no seu local de trabalho, o sítio pode estar bloqueado pelo administrador de
rede da sua empresa.
Como fechar janelas do programa de navegação, algumas sem a cruz em cima, à direita, que aparecem sem eu querer?
É mais um truque utilizado por sítios “suspeitos” para aumentar, de forma artificial, as visitas às suas páginas.
Coloque a janela em primeiro plano e (no teclado), tendo a tecla Alt premida, carregue uma vez a F4.
O que fazer quando aparecem janelas com mensagens alarmistas?
Regra geral, são mensagens dissimuladas, com o objectivo de o fazer instalar software indesejado. Prima a tecla Esc para desaparecerem.

domingo, 29 de março de 2009

Manual de fotografia III

Amplitude tonal 

Os nossos olhos conseguem distinguir muito mais diferenças de tonalidade do que qualquer filme. Conseguimos olhar para um pôr do Sol sobre o horizonte distinguindo desde o Sol brilhante até aos detalhes do chão já na penumbra. Nenhum filme tem uma amplitude tonal que se compare à dos nossos olhos, que se estima que seja entre 12 e 13 pontos de exposição. Temos que saber que um filme negativo tem um amplitude de 7 pontos de exposição e um filme de diapositivos de apenas 5 pontos. 
Este conceito de amplitude tonal é útil para percebermos que quando fotografamos um diapositivo só se conseguirão distinguir as tonalidades até 2 ½ pontos acima e abaixo da exposição escolhida. Tudo o que estiver acima desse intervalo será retratado como branco e o que estiver abaixo como preto. Só tendo isto em conta podemos decidir quais os tons que queremos que se possam distinguir e quais aqueles que são dispensáveis. Por exemplo, cheguei um dia a Burano, uma pequena ilha junto a Veneza, já depois do pôr do Sol. O céu encoberto estava muito mais luminoso do que as belas casas da ilha, mas como dificilmente lá voltaria era uma oportunidade fotográfica a não perder. Medi a luz e defini a exposição considerando apenas as casas, reenquadrei e fotografei, sabendo que conseguiria captar as cores vivas das casas mas que o céu surgiria como um fundo branco, sem textura.
  • + 2 ½ pontos: branco puro
  • + 2 pontos: muito claro
  • + 1 ½ pontos: mais claro
  • + 1 ponto: claro
  • + ½ ponto: levemente claro
  • Valor da exposição: tom médio
  • - ½ ponto: levemente escuro
  • - 1 ponto: escuro
  • - 1 ½ pontos: mais escuro
  • - 2 pontos: muito escuro
  • - 2 ½ pontos: negro puro
Quem tiver uma máquina fotográfica com medição pontual (spot) pode medir o ponto mais escuro daquilo que vai fotografar e o mais claro. Se a diferença de exposição entre os dois pontos for superior à amplitude tonal do filme que estiver a utilizar vai ter que optar entre perder detalhe nas sombras ou nas partes mais claras da imagem. Sabendo isto podemos determinar com grande exactidão o aspecto final de cada fotografia que tiramos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

As Aves XVI

Gaio Garrulus glandarius, 34 cm
Gosta de áreas arborizadas, nomeadamente de pinhais, olivais e montados. Emite um grasnido desagradável, forte e rouca. Quando voa deixa ver uma mancha branca que possui no dorso, junto à base da cauda. Permanece no país todo o ano. 
Pega-azul Cyanopica cyanus, 34 cm
Costuma andar em grupo. É uma ave ruidosa, emitindo com frequência um grasnido áspero. Prefere áreas arborizadas com algumas clareiras, nomeadamente os pomares, pinhais, olivais e montados. Constrói o ninho nas árvores. 
Pega Pica pica, 46 cm
A cauda comprida e a plumagem branca e preta, com reflexos metálicos, conferem-lhe um ar muito característico. Abunda nalgumas regiões do país, faltando por c0mpleto noutras. Emite uma série de grasnidos roucos, por vezes, por vezes em sucessão rápida. 
Corvo Corvus corax, 64 cm
É a maior ave terrestre de cor completamente negra que ocorre em Portugal. Tem um voo pesado, mas plana com frequência e consegue executar acrobacias durante a parada nupcial. Fora da época de nidificação costuma juntar-se em bandos.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Valores do escutismo (finalidades educativas)

“Não deixes a técnica sobrepor-se à moral. O desembaraço em campo, a arte do explorador, o campismo, as expedições, as boas acções, os Jamborees, a camaradagem, tudo isso são meios, não o fim a atingir. O fim é o carácter – carácter com um propósito é que a próxima geração seja dotada de bom senso num mundo insensato, e desenvolver a mais elevada concretização do serviço, que é o Serviço activo do Amor e do Dever para com Deus e o próximo.”
(in O Rasto do Fundador)

Embora tenha havido ao longo dos anos algumas adaptações de linguagem, as Finalidades Educativas do Escutismo, mantêm a fidelidade ao preconizado pelo fundador Baden Powell. Hoje as Finalidades Educativas do Escutismo caracterizam-se da seguinte forma:
  • Relação consigo próprio
  • Relação com o seu corpo
  • Relação com o meio
  • Relação com os outros
  • Relação com Deus
Estas Finalidades encerram em si valores universais que constituem o Ideal Escutista e que, de uma forma sintética, se podem caracterizar da seguinte forma:

Relação consigo próprio: Desenvolvimento do Carácter
Honra, responsabilidade, obediência, verdade, lealdade, confiança, alegria, liberdade, humildade, coragem, sentido crítico, ...

Relação com o seu corpo: Desenvolvimento físico/saúde
Saúde, competência, higiene pessoal, alimentação, esforço, pureza, sacrifício, alma sã em corpo são, ...

Relação com o meio: Desenvolvimento prático/criatividade
Inventar, criar, transformar, não dependência, respeito, protecção, harmonia,...

Relação com os outros: Desenvolvimento da solidariedade/sentido dos outros
Sentido comunitário, a vida em sociedade, fraternidade universal, caridade, corresponsabilidade, amizade, respeito, ...

Relação com Deus: Desenvolvimento espiritual
Dever para com Deus, sentido criatural, sentido filial, fé aplicada à vida, comunhão, procura, peregrinação, felicidade, ...
 
Estas Finalidades Educativas consubstanciam para nós a educação integral, porque abrangem todos os aspectos e dimensões da pessoa; melhorar o carácter e a saúde, substituir o egoísmo pelo serviço, dotar de bom senso, são sinais claros de uma educação integral. A pessoa é no entanto um todo, único e irrepetível, e tudo nela está ao serviço do todo, falhar um aspecto ou uma dimensão é falhar a pessoa.

Para além de integral pretende-se uma educação harmoniosa, tendo em conta uma equilibrada realização de todos os aspectos e dimensões da pessoa, e progressiva, respeitando o natural despertar das potencialidades do ritmo, da idade, e das várias dimensões.

terça-feira, 17 de março de 2009

Resolver problemas II

Problemas de navegação
Algumas páginas não são carregadas correctamente.
● O browser deve estar dotado de programas adicionais, conhecidos por plug-ins. Geralmente, o programa de navegação avisa-o se faltar algo para visualizar o sítio e pergunta-lhe se quer transferi-los e instalá-los.

● Se o problema não está nos plug-ins, as definições de segurança do seu browser podem ser demasiado elevadas: verifique, escolhendo Ferramentas > Opções da Internet > Segurança > Personalizar nível.

 
Sei que o endereço do sítio está correcto, mas não consigo ligar-me.
O servidor (computador da rede) onde o sítio está hospedado pode ter problemas: tente mais tarde.
Se navegar no seu local de trabalho, o sítio pode estar bloqueado pelo administrador de rede da sua empresa.
 
Como fechar janelas do programa de navegação, algumas sem a cruz em cima, à direita, que aparecem sem eu querer?
É mais um truque utilizado por sítios “suspeitos” para aumentar, de forma artificial, as visitas às suas páginas. Coloque a janela em primeiro plano e (no teclado), tendo a tecla Alt premida, carregue uma vez a F4.
 
O que fazer quando aparecem janelas com mensagens alarmistas?
Regra geral, são mensagens dissimuladas, com o objectivo de o fazer instalar software indesejado. Prima a tecla Esc para desaparecerem.