quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Simbologia

Vara
Chapéu
Cantil
Estrela



A Flor-de-lis é o símbolo mais forte da tua secção e é aquele que só por si consegue identificar os Exploradores: nos antigos mapas de exploração era esta flor que indicava o Norte.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ares LMG

A ARES é uma excelente imitação da LMG Light Machine Gun construída por Eugene Stoner no inicio dos anos 80 para rivalizar com a FN nos testes de armas automáticas para patrulhas (SAW).
O desenho da Stoner LMG presta homenagem à lendária Stoner 63. O objectivo inicial de Eugene Stoner era desenvolver uma metralhadora ligeira como arma suplementar para soldados de infantaria que disparasse maior volume de fogo contínuo automático do que as armas standard. O resultado foi um sucesso e provou que a  LMG era muito controlável e confiável.
Rails RIS completos na frente permitem-lhe instalar lanternas, lasers, ou montar um sling, se necessário. A LMG não vem com opções de montagem de sling de origem. A Ares LMG traz um corpo todo em metal, completado com um carregador de 500 bb's, esta é uma das poucas armas de apoio às patrulhas com funções de tiro totalmente automático.
Carregadores de reserva estarão disponíveis no futuro. A coronha toda em metal é telescópica.

Ao contrário de muitas das outras equivalentes da LMG, hoje no mercado, a  Ares LMG tem um punho de pistola de tamanho real. O cano pode ser desmontado rápida e facilmente, ideal para mudanças de cano entre acções disparar-e-rezer e acções de tiro de precisão.
Remover o cano dá-lhe acesso à bateria que é armazenada no tubo do gás (bateria 7.4v LiPo recomendada para melhores resultados e fácil encaixe). Se preferir uma bateria NiMH, uma bateria de 8.4v ou 9.6v também cabe. Os carregadores de auto-municiamento são alimentados pela bateria principal, e o cabo de alimentação está escondido sob a correia de falsas munições de 5.56mm. O municiamento do carregador é sincronizado quando prime o gatilho.
A Ares LMG até apresenta um gearbox com um desenho novo e reforçado utilizando Ares' Easy Power Step Up System com rolamentos de esferas de 8mm e buchas de aço com um pistão POM Hard com cabeça de aço 7.  O desenho da engrenagem é standard Marui e é compatível com peças de upgrade de outras marcas.

in Redwolf Airsoft

domingo, 9 de outubro de 2011

Utilizar um flash externo na perfeição

1 - Selector de modos
Tal como as reflex digitais, muitos flashes externos têm vários modos, de manual a totalmente automático, como a medição TTL (Through The Lens).

2 - Cabeça rotativa
A cabeça do flash externo pode ser rodada para cima e para baixo e para os lados, o que lhe dá total controlo da iluminação para fins criativos - quando faz reflectir a luz, por exemplo.

3 - Zoom
Utilize a função de zoom do flash para alterar a dispersão de luz. Na maioria dos casos, o flash calibra-se de forma autónoma tendo em conta a objectiva montada na câmara.

4 - Disparador remoto
A função de disparo remoto de alguns flashes permite activar vários flashes externos em simultâneo.

5 - Adaptador de sapata
Este é o mecanismo que liga o flash externo à câmara. Certifique-se que o flash está bem colocado antes de começar a fotografar.

6 - Luz de carga
O carregamento do flash entre disparos pode demorar alguns segundos. Esteja atento à luz de carga total e, em alguns casos, a um sinal sonoro, para se assegurar de que o flash dispara com a potência desejada cada vez que capta uma foto.
in O Mundo da Fotografia Digital - Junho 2010

sábado, 8 de outubro de 2011

AMD Duron

O Duron é o actual processador de baixo custo da AMD, o substituto dos processadores K6-2 e concorrente directo do Celeron.

O Duron utiliza a mesma arquitectura do Athlon Thunderbird, porém, vem com muito menos cache. Enquanto o Athlon Thunderbird vem com 256 KB de cache L2, o Duron vem com apenas 64 KB de cache L2, também full speed.
Entretanto, apesar da pouca quantidade de cache L2, o Duron traz um enorme cache L1 de 128 KB, totalizando 192 KB de cache, mais cache que o Celeron, que tem 32 KB de cache L1 e 128 KB de cache L2, totalizando 160 KB de cache.
 
Tratando-se de cache, o Duron traz mais uma vantagem em relação ao Celeron. No Duron, o cache L2 é exclusivo, isto significa que os dados depositados no cache L1 e no cache L2 serão diferentes. Temos então realmente 192 KB de dados depositados em ambos os caches. No Celeron, o cache é inclusivo, isto significa que os 32 KB do cache L1 serão sempre cópias de dados armazenados no cache L2. Isto significa que na prática, temos apenas 128 KB de dados armazenados em ambos os caches.
Todos os Durons utilizam o socket A, pois a AMD começou a produção depois que já havia feito a migração e dominado a tecnologia de incluir cache L2 no próprio núcleo do processador.

O Duron vem surpreendendo em termos de desempenho, ganhando por uma grande margem a um Celeron da mesma frequência, apresentando um desempenho muito semelhando ao de um Athlon de arquitectura antiga (com cache L2 à metade ou 2/5 da frequência do processador). O melhor de tudo é que apesar do desempenho mais do que convincente, o Duron custa menos do que o Celeron com a mesma frequência, e naturalmente, muito menos do que Pentium III ou Athlon.
Para quem está procurando um computador de alto desempenho, mas quer gastar pouco está próximo do ideal.

O Duron de 750 MHz supera em desempenho um Athlon de arquitectura antiga de 700 MHz, ficando muito próximo de um Pentium III também de 700 MHz, ambos os processadores são bem mais caros. Numa comparação directa com o Celeron que seria seu concorrente directo, novamente o Duron leva vantagem, superando facilmente o Celeron de 700 MHz, a versão mais rápida actualmente. Mesmo um Celeron de 566 MHz overclockado para 850 MHz, usando bus de 100 MHz tem dificuldade em acompanhá-lo, ficando atrás na maioria das aplicações.
Claro que se comparado com um Athlon Thunderbird o Duron perde em todos os requisitos (embora por uma pequena margem) pois o Duron nada mais é do que um Athlon Thunderbird com menos cache.

Apesar disso, os dois processadores são fabricados em fábricas separadas e existe uma pequena diferença na técnica de fabricação de cada um.

Tradicionalmente, os processadores utilizam alumínio nos filamentos que interligam os transístores. O alumínio é um material fácil de se trabalhar, que não reage com o silício. Por outro lado, o alumínio não é um condutor tão bom quanto o cobre, ouro, platina ou outros materiais mais “nobres”.
O cobre é um bom sucessor, pois é um material barato e que pode ser aplicado através das reacções químicas usadas para construir um processador, ao contrário do ouro por exemplo. Mas, o problema em utilizar cobre no lugar do alumínio é que ele reage com o silício, tornando o processador imprestável.

A IBM desenvolveu então uma técnica que permite usar uma finíssima camada de alumínio entre o silício e o filamento de cobre, isolando os dois materiais. O uso de cobre permite que o processador seja capaz de operar a frequências mais altas e manter-se estável trabalhando a temperaturas mais altas.

A AMD usa esta técnica de produção em todos os Athlons Thunderbird. Por outro lado, os Durons são fabricados numa fábrica separada, que utiliza a velha técnica de produção de filamentos de alumínio. Por enquanto o uso do cobre é uma exclusividade da AMD, já que a Intel ainda não usa a técnica nem no Pentium III nem nas versões seguintes do Pentium 4.
Esta é mais uma forma de cortar os custos de produção do Duron. Tem sua lógica, pois os Athlons operam a frequências muito mais altas que os Durons

O Duron baseado no core Thunderbird é chamado de Spitfire. Existe uma versão do Duron baseada no core Palomino, que é chamada de Duron Morgan. O Morgan também traz compatibilidade parcial com as instruções SSE, por isso trouxe um pequeno ganho de desempenho por ciclo de clock em relação às versões anteriores. O core Morgan é usado nos Durons de 1.0 Ghz em diante e também nos de 950 MHz de produção mais recente.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Aquila chrysaetos, Águia-real

Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Accipitridae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
EM PERIGO - EN  (D)
Fundamentação: Espécie com população muito reduzida (c. 60 casais).
 
Distribuição
A águia-real encontra-se distribuída por grande parte do Holárctico, principalmente entre os 70ºN e os 20ºN, concentrando-se em maior número no Paleárctico Oriental e na zona Oeste da América do Norte (Watson 1997, del Hoyo et al. 1994). Na Europa apresenta uma área de nidificação alargada (BirdLife International 2004). A maioria das aves são residentes, mas nas latitudes mais setentrionais, aves sobretudo juvenis e imaturas migram do Norte da Fenoscândia para a Europa Oriental, no Inverno (Tucker & Heath 1994).

Em Portugal a população encontra-se distribuída por cinco núcleos: serras do Noroeste, serras do Alvão e do Marão, Alto Douro e Nordeste Transmontano, Alto Tejo e Bacia do Guadiana (Rosa et al. 2001c). Encontra-se extinta na região das serras Algarvias desde 1995 (L Palma,  com. pess. in Rosa et al. 2001c).

População
Tendo por base as estimativas resultantes do primeiro censo nacional completo realizado em 1997 (Rosa et al. 2001c), estima-se que os cinco núcleos conhecidos possuem o seguinte  efectivo:  nas  serras  do  Noroeste  possivelmente  extinto  na  actualidade  (mas com 3-4 casais em 1997); 1 casal nas serras do Alvão e do Marão; 43-46 casais  no Alto Douro e Nordeste Transmontano; 9 casais no Alto Tejo; 4-5 casais na bacia do Guadiana.

Cerca de 60% dos casais possuem territórios internacionais, nidificando alternadamente nos dois países ou, nas situações em que tal não se verifica, utilizando regularmente território português para caçarem, sendo certo que as suas áreas vitais incluem território espanhol e português (Rosa et al. 2001c).

A comparação com as estimativas anteriores (15 a 20 casais em 1981 (Rufino et  al. 1985), 16 a 20 em 1985, 23 a 30 em 1986, 28 a 38 em 1989, 41 a 50 em 1993 e 51 a 60 em 1996 (Pombal 1996) sugere que a população portuguesa sofreu um aumento nas últimas duas décadas, embora os núcleos das serras do Noroeste (possivelmente extinto, J Jambas, com. pess.) e Alvão-Marão estejam em franca regressão e a espécie se tenha extinguido nas serras Algarvias (Rosa et al. 2001c).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara, tendo menos de 10.000 casais (BirdLife International 2004).

Habitat
Esta ave possui vastos territórios, ocupando uma ampla variedade de habitats, preferencialmente em áreas pouco humanizadas, com encostas declivosas e agrestes, em geral com escarpas rochosas, situadas em zonas montanhosas e vales de grandes rios (Tucker & Heath 1994). Evita zonas húmidas, assim como florestas densas, preferindo áreas abertas com vegetação baixa ou dispersa. Utiliza rochedos, árvores e outros pontos de observação como poleiros (Cramp & Simmons 1980).

Nidifica em afloramentos rochosos e escarpas, localizando os ninhos em saliências, os quais por vezes são parcialmente suportados por arbustos que lhes proporcionam sombra, e ocasionalmente utiliza árvores (5 a 10% dos casais). Cada casal dispõe geralmente de vários ninhos alternativos, que podem ser utilizados alternadamente.

Procura alimento em zonas abertas, matagais, terrenos incultos, terrenos agro-pastoris, montados e zonas com escassa vegetação em encostas de pendente suave mas com orografia dobrada, normalmente associados ao aproveitamento extensivo de gado. A subsistência desta espécie em locais onde a presença de presas é baixa está associada à capacidade de explorar extensas áreas em busca de alimento, mas também é devida à sua autonomia competitiva e dieta pouco especializada (Cramp & Simmons 1980).

Factores de Ameaça
Segundo Pacheco et  al. (1999), Palma  et  al.  (1999a)  e  informação  não  publicada  (C Pacheco, A Monteiro & N Onofre, com. pess.), os principais factores de ameaça a esta grande águia são o envenenamento e a perseguição directa, nomeadamente, através do abate, pilhagem ou mesmo da destruição de ninhos, a degradação da qualidade do habitat e  a perturbação dos locais de nidificação. Esta última é geralmente provocada por actividades agro-silvícolas, actividades cinegéticas, de turismo e de lazer, e conduz a um abaixamento da produtividade da população e até mesmo ao abandono de territórios.

A colisão e, principalmente, a electrocussão em linhas de transporte de energia eléctrica constituem também um factor importante de mortalidade não natural. A instalação de parques eólicos e estruturas associadas (linhas eléctricas, caminhos) próximo de locais de nidificação ou de circulação de aves pode ter um impacto significativo devido ao risco de colisão ou electrocussão e ao aumento de perturbação associados.

O abandono e alteração de diversas práticas agro-pecuárias tradicionais, caso da cerealicultura e pastoreio extensivo, bem como uma exploração cinegética desregrada, conduzem a uma diminuição das populações de presas.

A alteração e fragmentação de habitat motivada por rearborizações com pinheiro e eucalipto, a construção de infra-estruturas (barragens, estradas, caminhos) e a actividade de extracção de inertes, constituem um factor importante de degradação do habitat de nidificação e de alimentação.

A depleção da sua presa preferencial - o coelho-bravo Oryctolagus cuniculus -, que é motivada principalmente pela incidência da mixomatose e da virose hemorrágica, tem contribuído certamente para uma redução da disponibilidade alimentar ao longo da sua área de distribuição.

A falta de sensibilidade ambiental por parte de alguns sectores da população, como caçadores, criadores de gado, columbófilos e gestores florestais, que vêem nesta espécie um certo entrave para algumas actividades, é a causa de conflitos que levam à perseguição da espécie.

Medidas de Conservação
A conservação desta espécie passa pela implementação das seguintes medidas:
  • ampliar as sanções legais para os prevaricadores em matéria de perseguição/abate de espécies protegidas e aumentar eficácia dos meios e esforços de fiscalização e vigilância nas áreas de nidificação durante os períodos mais sensíveis;
  • implementar uma estratégia contra o uso de venenos no meio rural;
  • proibir ou condicionar a instalação de traçados eléctricos, parques eólicos, estradas, albufeiras e outras infra-estruturas nas zonas importantes para espécie (nidificação, invernada/dispersão). Corrigir e sinalizar traçados e apoios da rede de distribuição de  electricidade  que  sejam  considerados  perigosos.  Monitorizar  o  impacte  das linhas eléctricas de transporte de energia sobre os núcleos mais importantes da espécie;
  • elaborar  e  implementar  planos  de  gestão  nas  ZPE’s  mais  importantes  para  a espécie  e  promover  a  manutenção  e  valorização  do  mosaico  agro-florestal  nas áreas classificadas em que ocorre através de aplicação de programas de Medidas Agro-Ambientais nos principais núcleos;
  • aumentar  a  disponibilidade  alimentar  associada  às  explorações  agro-pecuárias através da criação e gestão de campos de alimentação de aves necrófagas;
  • estabelecer programas de recuperação das populações de coelho-bravo através da implementação de técnicas de repovoamento e reforço dos efectivos com controlo sanitário, e de uma correcta gestão cinegética;
  • realizar uma campanha nacional de sensibilização e educação ambiental da população rural relativamente às aves de rapina;
  • estabelecer sistemas eficazes de monitorização da espécie nas áreas problemáticas e/ou especialmente importantes para a população nacional.
 in Livro Vermelho dos Vertebrados

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mística

O explorador deve ir em busca do desconhecido e, mesmo sem saber os perigos que podem aparecer durante o seu o caminho, ele não tem medo e avança! Tem fé, força, coragem e ousadia para encontrar aquilo que procura!
Para além disto temos uma Aliança com Deus e vamos tentar descobrir a Terra Prometida que Ele prometeu, no Antigo Testamento, ao seu Povo. Com Fé, Coragem e Audácia, vamos vencer um caminho, descobrir aquilo que significa a promessa de Deus e encontrar aqui mesmo ao lado a Sua Terra Prometida.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

James Weekend Warrior Neoprene Hard Foam Mask

Protecção inferior da face; este modelo é feito de um fino material de espuma de alta densidade com com uma forra hermética de tecido de Neoprene. O resultado é que a forra protege a espuma de estragos e desgaste, enquanto que a espuma de alta densidade permite à máscara uma resistência similar ao polímero de alta qualidade, no entanto com um peso muito mais reduzido graças ao material aligeirado.


O corpo principal protege a parte inferior da face, incluindo o queixo, a boca e nariz.
Fivelas em ambos os lados prendem as correias ajustáveis atrás, com uma protecção traseira da correia. A combinação de materiais fortes e um desenho generoso espalham a tensão, tornando-a mais confortável para o uso prolongado. A ponte do nariz é coberta por uma tira de Neoprene puro que, além de proteger, não é tão irritante como uma ponte de protecção rígida.

O desenho está disponível em diferentes cores de padrões camuflados.

in Redwolf Airsoft

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Fotos com flash

Fotografar com flash não é algo que se faça apenas em condições de baixa luminosidade - na verdade, é uma forma de arte. Apesar de o desempenho com elevadas sensibilidades ISO ser notável, especialmente nas reflex digitais mais recentes, tal não significa que o flash tenha os seus dias contados. Com efeito, a fotografia com flash está viva e recomenda-se, permitindo-lhe criar imagens originais e com um toque de classe.

É possível que se sinta intimidado pela perspectiva de dominar a fotografia com flash e confuso pelo palavreado profissional, como "sincronização à segunda cortina", "exposição do flash" e "disparadores remotos", mas não é tão complicado quanto parece. Nestes artigos, vamos explicar-lhe tudo o que precisa de saber sobre este assunto, para que tudo seja mais simples.

Vamos mostrar-lhe algumas técnicas básicas de flash, antes de partilhar alguns segredos profissionais que o encorajarão a ser criativo. Quer use o flash incorporado para eliminar sombras nos retratos ou recorra a técnicas avançadas com vários flashes externos para obter efeitos modernos, ficará espantado com o que um flash pode fazer pelas suas fotos.

FLASH DE ENCHIMENTO

Use o flash incorporado para eliminar sombras.

Recorrer ao flash de enchimento é uma das técnicas fotográficas mais simples de dominar. Para além de dar às suas imagens um ar profissional, tem a vantagem de poder usar o flash incorporado na sua câmara para o conseguir.

Independentemente de lhe parecer estranho, a verdade é que a técnica do flash de enchimento é utilizada especialmente em dias com muito Sol, sendo que quanto mais luz houver, mais terá de recorrer a ela. Imagine que está a fazer um retrato sob a luz do meio-dia. A menos que se encontre numa zona com muita sombra, a luz do Sol irá criar sombras inestéticas no rosto do retratado, sobretudo na zona dos olhos.

Desta forma, para eliminar estas áreas escuras, basta activar o flash para encher com luz estas áreas. Poderia utilizar um flash externo, mas o incorporado na câmara é suficientemente potente para a maioria das situações, e assim não precisa de transportar equipamento adicional.

A maioria das reflex digitais tem uma função de compensação do flash (diferente da compensação da exposição habitual), podendo usá-la para alterar a intensidade do flash. Muitas vezes, em situações de luz intensa, precisará de adicionar um ou mais stops à compensação de flash.

Normalmente, esse ajuste tem como efeito secundário o escurecimento do plano de fundo, dando intensidade à foto.

in O Mundo da Fotografia Digital - Junho 2010

domingo, 2 de outubro de 2011

Athlon Thunderbird

A versão original do Athlon foi lançada pouco depois do Pentium III com core Katmai. Como os dois processadores utilizavam cache L2 trabalhando a metade da frequência do processador, a luta manteve-se equilibrada, com o Pentium III ganhando em algumas aplicações e o Athlon em outras. Apesar de no geral o Athlon ganhar por uma pequena margem, o posto de processador mais rápido acabava sendo conquistado pelo processador com uma frequência de operação mais alta.

Mas, o Athlon começou a ficar para trás depois de a Intel ter lançado as novas versões do Pentium III, baseadas no core Coppermine, devido ao seu cache L2 mais lento. Enquanto num Pentium III de 900 MHz o cache L2 opera à mesma frequência do processador, num Athlon antigo, também de 900 MHz, o cache L2 operava à apenas 300 MHz, 1/3 da frequência. Disse "operava" pois isto mudou com o lançamento do Thunderbird.

É muito difícil encontrar um Athlon antigo hoje em dia, pois estes processadores saíram de linha a muito tempo e não chegou a ser vendido um número tão grande assim de unidades. O Athlon Thunderbird também já tem seu sucessor, o Palomino. Posteriormente iremos falar dele! Tudo o que se disse até agora sobre a arquitectura do Athlon continua válido para o Thunderbird. Não houve mudanças no projecto do processador, apenas no cache L2, que passou a ser de apenas 256 KB (contra os 512 KB dos antigos) mas que em compensação passou a operar na mesma frequência do processador, como no Pentium III Coppermine.

Foi na época do lançamento do Thunderbird que houve a migração do slot A para o socket A. A AMD optou por fazer essa mudança de forma abrupta. Simplesmente parou a produção dos processadores antigos e passou a vender apenas o Thunderbird.

Este movimento foi coordenado com os fabricantes de placas, que na mesma data retiraram do mercado as antigas placas slot A e passaram a vender apenas as placas socket A que utilizamos até hoje.

A AMD chegou a produzir uma série do Thunderbird em formato slot A, que foi vendida a integradores como a Dell, que ainda tinham estoques de placas slot A, mas esta foi uma série limitada, que não chegou a ser vendida directamente ao consumidor. Infelizmente não existe nenhum adaptador que permita instalar um Thunderbird numa placa slot A ou um Athlon antigo numa placa socket A.
Athlon Thunderbird
Em termos de performance, o Thunderbird supera um Pentium III Coppermine da mesma velocidade na maioria das aplicações. Em alguns testes o Pentium III se sai mais rápido, mas no geral o Thunderbird é superior, apesar de ser mais barato. 
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

sábado, 1 de outubro de 2011

Gasterosteus gymnurus, Esgana-gata

Taxonomia
Actinopterygii,  Gasterosteiformes,  Gasterosteidae.

Tipo de ocorrência
Exibe populações migradoras anádromas e populações residentes.
 
Classificação
EM  PERIGO  –  EN  (B2ab(iii,v)c(iv))
Fundamentação:  Espécie  com  área  de  ocupação  muito  reduzida  (menor  que 30 km2) associada a uma distribuição severamente fragmentada e ainda a um declínio continuado da qualidade do habitat. A inexistência de informação relativa à tendência  populacional abre  a  possibilidade  de  poder  ter  ocorrido  um  declínio continuado  no  número  de indivíduos  maduros  ou  estar  sujeita  a  uma  flutuação acentuada  dos  seus  efectivos.

Distribuição
Ocorre nos rios que desaguam no Mediterrâneo e na costa europeia do Atlântico a sul do Canal da Mancha e ao longo da costa oeste das Ilhas Britânicas e na bacia hidrográfica do Reno (Kottelat 1997).

Em  Portugal  a  sua  presença  está  confirmada  nas  bacias  hidrográficas  dos  rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Mondego, Tejo, Sado, Mira e algumas ribeiras do Algarve (Almeida 2002, Mesquita & Coelho 2002).

População
Calcula-se que o número de indivíduos maduros seja superior a 10.000. Esta espécie é mais abundante nas bacias hidrográficas do norte do país.

Com base na informação referente às populações espanholas (Doadrio 2001a), é muito provável que tenha existido uma redução no efectivo populacional nos últimos anos, resultante do declínio da qualidade do habitat, em particular devido à poluição do meio aquático.

Existe  um  profundo  desconhecimento  desta  espécie  em  Portugal,  razão  pela qual não é possível determinar se ocorreu um declínio continuado da sua população. 

Contudo, observações pontuais efectuadas pelos autores em determinadas bacias hidrográficas, fazem pressupor que o seu efectivo populacional poderá estar sujeito a acentuadas flutuações interanuais, observando-se uma tendência geral de decréscimo.

Habitat
Os rios permanentes constituem o principal habitat das populações dulciaquícolas desta espécie. No caso dos núcleos populacionais anádromos, o habitat utilizado inclui  o  litoral costeiro  adjacente  aos  estuários,  as  zonas  estuarinas  e  os  ambientes  dulciaquícolas (Viegas  1949,  Maitland  &  Linsell  1986,  Almaça  1996, Doadrio  2001a).

Factores de Ameaça
Os  principais  factores  de  ameaça  estão  relacionados  com  a  perda  de  habitat resultante  da  construção  de  barragens  e  açudes,  da  extracção  de  inertes,  da poluição  aquática  e  da  introdução  de  espécies  não-indígenas  piscívoras,  em particular  o  lagostim-vermelho  Procambarus  clarkii  (Doadrio  2001a,  Foster et al. 2003).

Medidas de Conservação
Esta espécie está abrangida pela legislação nacional de defeso. Nos ambientes dulciaquícolas a implementação de planos de ordenamento, designadamente os Planos de Bacia Hidrográfica e as medidas preconizadas na Directiva-Quadro da Água deverão atingir a melhoria permanente da qualidade dos habitats aquáticos e melhorar as condições para a espécie. Para a conservação do esgana-gata é preciso efectuar a recuperação dos seus habitats.

As  lacunas  de  conhecimento  relativas  a  esta  espécie  justificam  a  realização  de estudos científicos no domínio da dinâmica populacional, biologia e ecologia, estado do habitat e ameaças. É igualmente aconselhável um estudo que determine quais as medidas de conservação adequadas à espécie e pôr em prática um plano de monitorização que avalie periodicamente a tendência demográfica das populações  nacionais.

Notas
No caso da outra espécie de esgana-gata Gasterosteus aculeatus L. são conhecidos núcleos populacionais ocorrentes na mesma bacia hidrográfica que exibem características distintas no que concerne a fenómenos migratórios. Snyder (1991) descreve para a mesma bacia hidrográfica a existência de uma população estuarina que evidencia uma marcada anadromia, invernando na zona marinha costeira e efectuando uma migração reprodutora para os ambientes dulciaquícolas durante a Primavera e ainda duas populações dulciaquícolas, uma sedentária e outra migradora que utiliza duas zonas distintas, uma para passar o Inverno e outra para se reproduzir.  Embora  não  existam  informações consistentes  para  as  populações portuguesas de esgana-gata, é muito provável que a situação descrita anteriormente para G. aculeatus se verifique igualmente em Portugal com G. gymnurus.

Outra bibliografia consultada
Rebelo & Pombo (2001); Wood (2003).

in Livro Vermelho dos Vertebrados