quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Nós e amarras LIII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

IÇAMENTOS E MULTIPLICAÇÃO DE FORÇA


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sterna hirundo, Gaivina, Andorinha-do-mar-comum, Garajau (Açores e Madeira)


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.

Tipo de ocorrência
Continente: Estival nidificante.
Açores: Estival nidificante.
Madeira: Estival nidificante.

Classificação
Continente: EM PERIGO - EN* (D)
Fundamentação: Espécie com população muito reduzida (inferior a 50 indivíduos maturos), que ocorre em apenas 2 localizações. Na adaptação à escala regional  desceu uma categoria, por se admitir que a população em Portugal poderá ser alvo de imigração significativa das regiões vizinhas e por não ser de esperar que essa imigração possa vir a diminuir.
 
Açores: VULNERÁVEL - VU (B2ab(ii,iii,iv); D2)
Fundamentação: Espécie colonial que ocorre numa área de ocupação reduzida (provavelmente inferior a 20 km2) e num número restrito de localizações (9-15 colónias), apresentando ainda declínio continuado da área de ocupação, da extensão e qualidade do habitat e do número de localizações.

Madeira: VULNERÁVEL - VU (D1+2)
Fundamentação: Espécie colonial com população reduzida (que se admite poder ser inferior a 1.000 indivíduos maturos) e que ocorre numa área de ocupação muito restrita (inferior a 20 km2).

Distribuição
Espécie com distribuição muito alargada. A área de nidificação é continua desde o noroeste europeu, através da Eurásia até à Península de Kamchatka. Portugal encontra-se no limite sul da área de distribuição da população nidificante europeia (Hagemeijer & Blair 1997). Nidifica igualmente na costa Leste da América do Norte. Inverna na América do Sul até ao Sul da Argentina, ao longo da costa Africana e no Leste da Austrália (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal Continental nidifica em números muito reduzidos, nos estuários do Tejo e Sado.

No arquipélago dos Açores nidifica em todas as ilhas em pequenas colónias, cujo
número total varia de ano para ano (9-15 colónias).No arquipélago da Madeira distribui-se de uma forma dispersa e em colónias de reduzidas dimensões ao longo de todas as ilhas; contudo, a nidificação não tem sido confirmada na Selvagem Grande, pelo menos nos últimos 4 anos (Oliveira P dados não publicados).
 
População
No passado existem registos de nidificação na ria de Aveiro (Vieira 1904) e no estuário do Sado (Coverley 1939). A partir dos anos 90 a sua nidificação tem sido observada regularmente nos estuários do Tejo e Sado, mas sempre em pequenos números (menos de 10 casais, Gonçalo & Elias 1992; T Catry, com. pess.).

Nos Açores, as crónicas históricas do século XVI, de Gaspar Frutuoso, referem a existência de colónias de garajaus no Faial, Pico, Terceira, Graciosa e Santa Maria e mencionam a colheita de ovos (Instituto Cultural de Ponta Delgada 1998). Actualmente, a espécie nidifica em todas as ilhas do arquipélago, sendo mais abundante nas Flores, Terceira, Graciosa, Faial e Santa Maria. Censos completos de toda a zona costeira realizados em 1989 permitiram estimar uma população de 4.015 casais (Monteiro et al. 1996b).

No arquipélago da Madeira a sua população foi estimada entre 250 e 2.500 indivíduos, com base em visitas não sistemáticas a muitos locais com potencial para a espécie e/ou onde a sua ocorrência é conhecida.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora apresente declínios populacionais pontuais dentro da sua área de distribuição europeia (BirdLife International 2004). Em Espanha, é classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004) e apresenta populações estáveis ou em aumento (Dies et al 2003), o que levou a considerar um risco de extinção em Portugal continental mais reduzido, descendo de categoria de ameaça na adaptação à escala regional.

Habitat
É uma espécie costeira, mas nidifica frequentemente ao longo de rios e em zonas húmidas no interior. Alimenta-se sobretudo de pequenos peixes, mas também de crustáceos e insectos.

Em Portugal continental nidifica em salinas e pisciculturas (Elias & Leitão 1992).
 
Nos Açores nidifica em praias de areia ou calhau associadas a falésias costeiras e ilhéus.

No arquipélago da Madeira ocorre fundamentalmente em zonas de falésia costeira e ilhéus; contudo, na Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora nidifica em praias de areia onde existem plataformas muito próximas da zona intertidal (Oliveira & Menezes in press).

Factores de Ameaça
A principal ameaça à conservação desta espécie é a destruição do habitat de nidificação.

A pequena população nidificante de Portugal Continental pode sofrer efeitos adversos de abandono de salinas e de perturbação elevada nas pisciculturas.

Nos Açores, esta destruição do habitat de nidificação ocorre directamente através da ocupação humana da zona costeira e indirectamente com a introdução de plantas e animais não indígenas. Neste arquipélago, outras ameaças estão relacionadas com a perturbação devido à presença humana perto das colónias na época de nidificação, com a presença de predadores naturais, como a gaivota Larus cachinnans atlantis e com a competição por presas alimentares com as pescarias locais (Monteiro et al. 1996b).

No arquipélago da Madeira, a perda e degradação de habitat constituem ameaças históricas que se mantêm nos nossos dias. A perturbação humana é também factor limitante, que continuamente tem vindo a crescer Medidas de Conservação No Continente, as áreas onde a espécie nidifica são Áreas Classificadas (Áreas Protegidas e Zonas de Protecção Especial). A sensibilização do público em geral e, em particular, de salineiros e piscicultores para a conservação desta e de outras espécies com ecologia semelhante é uma medida de grande prioridade.

Nos Açores, a maior parte das colónias desta espécie ocorre em Zonas de Protecção Especial tendo o regime de protecção dessas Zonas sido reforçado através da elaboração de planos de gestão e da sinalização e vigilância das mesmas. No entanto, a sua conservação depende da implementação no terreno desses planos de gestão. Nesta região, as prioridades de conservação incluem a erradicação de mamíferos não indígenas e o restauro dos habitats naturais dos ilhéus e também a monitorização contínua das populações do arquipélago. Em termos de investigação, constituem prioridades a obtenção de dados de produtividade e a avaliação do impacto das diferentes ameaças na distribuição das colónias, e na sua produtividade e sobrevivência. Ao abrigo do projecto LIFE “Gestão integrada de zonas costeiras e marinhas dos Açores” decorreu um programa experimental de recuperação do habitat natural através da erradicação de espécies não indígenas invasoras. O mesmo programa permitiu ainda investigar a biologia e a ecologia das aves marinhas dos Açores, definir as medidas prioritárias de conservação e assegurar a monitorização da distribuição e das tendências populacionais. Foram também realizadas acções de sensibilização ambiental sobre as aves marinhas que nidificam nos Açores para as quais foram produzidos materiais promocionais e didácticos.

No arquipélago da Madeira não foram implementadas medidas dirigidas a esta espécie; contudo, parte da sua área de ocorrência está incluída em distintas áreas protegidas.

Notas
Como migrador de passagem, é uma espécie comum ao longo da costa de Portugal Continental.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CAA Airsoft Division 10.5 inch M4 Rifle - BK


Marca: CAA Airsoft Division
Código do Produto: CAD-AG-02-BK
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,170 kgs
Comprimento: 700 mm
Capacidade: 360 bb's
Potência: 400 fps
Tamanho da Bateria: 7.4v tamiya lipo
Modo de Tiro: Semi-automático, Automático

A série M4 da CAA é uma linha de AEG construídas totalmente em metal com diferentes estilos e especificações. Ambas, a Carabina 14.5 e a 10.5 CQB estão equipadas com a com o sistema de rails em fibra de nylon leve M4S1. A marcas oficiais da CAA e o número de série único estão gravados a laser no receptor metálico.

O punho de pistola ergonómico em fibra de nylon consegue providenciar uma grande conforto e uma excelente utilização.

A coronha desmontável em fibra de nylon pode ser configurada em 6 posições diferentes. Existe um compartimento de armazenamento na coronha para baterias 4X CR123. O apoio da face ajustável instalado no rail lateral da coronha pode ser removido para ser substituído por outros acessórios, tais como bolsa para carregador ou suporte para munições.

in


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Modo de Reprodução

A Kodak Easyshare permite
arrastar imagens para
álbuns fotográficos usando
um estilete.
Quase todas as câmaras digitais possuem um ecrã LCD e um modo de reprodução, para exibir e percorrer as fotografias tiradas. Apesar de ser muito útil, é difícil fazer “decisões de guardar ou apagar” imagens, porque a dimensão e resolução destes monitores está muito longe da dos monitores de computadores de qualidade.

Apesar desta limitação, aqui estão algumas das características mais úteis do modo de reprodução.

A edição da imagem directamente na câmara permite-lhe remover olhos vermelhos, ajustar tons e cores, reduzir o tamanho de uma imagem, adicionar margens e usar efeitos especiais. Todas as alterações são realizadas numa cópia, para que a imagem original se mantenha inalterada. Esta característica relativamente nova torna-se cada vez mais importante, na medida em que as câmaras possibilitam o envio de fotografias directamente para páginas de partilha na Web, impressoras e endereços electrónicos.

Os slide shows exibem as imagens em sequência no monitor da câmara, mas muitas câmaras digitais têm uma saída de vídeo (NTSC ou PAL) que permite ligá-las a um televisor usando uma entrada padrão ou terminais de video-in. Algumas câmaras usam efeitos especiais tais como o Dissolve (transição suave entre as imagens), e alguns modelos permitem até acompanhar o slide show com música. Todavia, a não ser que se copiem imagens mais antigas novamente para a câmara, esta é apenas uma vantagem momentânea. A partir do momento em que se apagam imagens, para se obter mais espaço para novas fotografias, deixa de ser possível exibi-las na câmara. No entanto, é possível usar um programa no computador para criar slide shows e gravá-los em DVD para reproduzir num leitor. Muitas câmaras permitem reproduzir som ou vídeo anteriormente capturados.
 
Álbuns fotográficos. Se a câmara permite armazenar uma selecção de fotografias num álbum fotográfico, é possível rever as imagens nesse modo.
 
A gestão de imagens permite-lhe percorrer as imagens captadas e eliminar, rodar, renomear, imprimir, proteger, copiar ou geri-las de qualquer outra forma. Muitas câmaras também permitem a visualização de grupos de imagens em mosaico, de forma a localizar e seleccionar rapidamente as imagens que procura. Muitas permitem até ampliar a imagem para ver os detalhes – uma óptima forma de confirmar a nitidez, as cores e os tons. Algumas câmaras recentes possuem um ecrã táctil permitindo gerir as imagens com um estilete em vez de botões ou discos selectores.
 
É possível tirar uma fotografia
em modo de Retrato (em cima)
ou de Paisagem (em baixo).
A impressão directa das imagens permite usar o monitor da câmara para seleccionar as imagens a imprimir, quando se dispensa o computador para imprimir directamente a partir da câmara.
 
Um sensor de orientação, usado em várias câmaras, detecta o movimento de virar a câmara na vertical para tirar uma fotografia, e inclusivamente reconhece a orientação correcta da imagem. Quando a imagem é reproduzida, esta aparece girada no ecrã para que não tenha que rodar a câmara para vê-la ou virar a cabeça para o lado quando a visualiza no ecrã do televisor. (A rotação automática não funciona correctamente quando a câmara é disparada directamente para cima ou para baixo, pelo que pode escolher desligar esta função). As imagens podem ou não aparecer viradas no computador, porque isso depende do programa que é usado.
 
Também é possível usar um comando Rodar no menu de reprodução para rodar apenas imagens específicas captadas anteriormente.
 
A informação sobre uma imagem pode ser exibida em muitas câmaras. Esta informação, chamada de metadata Exif, é guardada no ficheiro de imagem no momento em que tira a fotografia. Pode incluir a data e a hora em que a imagem foi captada, o tempo de obturação e a abertura, e uma imagem em miniatura. Alguns modelos também realizam um histograma e um aviso de altas luzes (sobreexposição). Algumas câmaras permitem também seleccionar a quantidade de informação a ser mostrada, de forma a aceder a todos os dados quando revê as imagens, ou desligar essa função quando visualiza as imagens em slide show.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Diâmetro dos discos

O tamanho dos discos magnéticos determina o tamanho físico do disco rígido. Actualmente são utilizados discos de 3.5 polegadas de diâmetro, mas também é possível encontrar alguns modelos mais antigos de 5.25 polegadas (quase do tamanho de um drive de CD-ROM), como os modelos Quantum Bigfoot, muito vendidos há tempos atrás.
Estes discos maiores, porém, não são uma boa opção, pois são bem mais lentos e mais passíveis de problemas que os seus irmãos menores. Isso deve-se à vários factores: sendo os platters maiores, não se consegue fazê-los girar a uma velocidade muito alta, ocasionando lentidão no acesso aos dados gravados. Devido à superfície dos discos ser muito maior, as cabeças de leitura demoram muito mais tempo para conseguir localizar os dados, justamente devido à maior distância a ser percorrida.


Devido ao maior esforço, o mecanismo de rotação também é mais passível de defeitos e os discos magnéticos são mais vulneráveis a impactos e vibrações. Finalmente, por serem maiores, os discos acabam tornando-se mais caros de se produzir.

Existem também discos de 2.5 polegadas, destinados a notebooks, devido ao seu tamanho reduzido e baixo consumo de energia. Existem também, discos miniaturizados, destinados a aparelhos menores, como handhelds, palmtops, câmaras digitais, colectores de dados etc. que chegam a ser menores que uma moeda de 1 euro.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Nós e amarras LII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 
Estacas e espeques
 
 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sterna sandvicensis, Garajau

Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.

Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
QUASE AMEAÇADO - NT* (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (inferior a 1.000 indivíduos maturos).

No entanto, por ser um taxon visitante não reprodutor cujas condições não se estão a deteriorar nem fora nem no interior da região, o que leva a admitir um risco de extinção mais reduzido em Portugal, desceu uma categoria na adaptação à escala regional.

Distribuição
Espécie com distribuição muito alargada. A área de nidificação compreende zonas costeiras da América do Norte e do Sul, Caraíbas e Eurásia. A subespécie nominal Sterna sandvicensis sandvicensis nidifica em zonas costeiras da Europa Ocidental (França, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Grã-Bretanha), mar Báltico, mar Negro, mar Cáspio, mar de Azov e Mediterrâneo Ocidental (Hagemeijer & Blair 1997). As populações da Europa Ocidental invernam sobretudo entre a Mauritânia e a África do Sul. As populações do mar Negro, mar Cáspio e mar de Azov invernam sobretudo no mar Negro e Mediterrâneo Oriental (Hagemeijer & Blair 1997).

Os indivíduos que invernam em Portugal distribuem-se ao longo da costa continental, ocorrendo sobretudo na Ria de Aveiro, estuários do Tejo e Sado, Ria de Alvor e Ria Formosa.

População
Não existem estimativas concretas da população invernante. As observações de vários ornitólogos nas diferentes zonas húmidas costeiras sugerem uma população de cerca de 1.000 indivíduos (J Ministro, NM Lecoq, L Gordinho, J Petronilho, J Neto, com. pess.), não havendo evidências que tenha declínio continuado. No entanto, desconhece-se se esta população sofre flutuações acentuadas, como acontece noutras espécies desta família.

Durante o período de passagem pós-nupcial, chegam a observar-se concentrações de mais de 1.000 indivíduos em zonas húmidas do litoral (Farinha & Costa 1999).

As população ocidental desta espécie, invernante na costa da Península Ibérica, apresenta-se em aumento (Wetlands International 2002). Esta tendência, juntamente com o facto de se admitir que o habitat não esteja em declínio em Portugal, levou a assumir um risco de extinção da população invernante no nosso território mais reduzido, tendo descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Depauperada, tendo a população nidificante apresentado um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004).

Habitat
Esta espécie inverna ao longo da orla costeira, nomeadamente em estuários e zonas húmidas costeiras.

Factores de Ameaça
Desconhece-se a dieta da espécie ao longo da costa, bem como o possível impacto que actividades como aquacultura e pesca artesanal poderão ter nos recursos alimentares desta espécie. Não estão apontadas ameaças particulares para os locais de refúgio.

Medidas de Conservação
As maiores concentrações de garajau-comum ocorrem em Áreas Protegidas. São necessários censos que localizem concretamente todas as áreas de ocorrência ao longo da orla costeira. Estudos que identificassem as principais zonas de alimentação e descanso, bem como as suas características seriam úteis para propor medidas de gestão adequadas.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

APS Guardian Combat


Marca: APS
Código do Produto: ASR112
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,894 kgs
Comprimento: 690 mm
Capacidade: 300 bb's
Potência: 350 fps
Tamanho da Bateria: 7.4v lipo
Modo de Tiro: Semi-automático, Automático

Similar à ASR102, a ASR112 tem um desenho de duplo aspecto do fuste de RIS. Tem um cano curto comparado com outras espingardas APS EBB. Afinal, a ASR112 tem uma frontal PRI e uma mira traseira táctica de combate articulada que pode tornar esta arma numa arma excelente para jogos CQB!

Especificações:
Calibre: 6mm BB
Tamanho do cano interno: 6.05mm
Fonte de Energia: Bateria 8.4v Ni-MH
MOSFET Instalado
7mm Metal Bushing
Velocidade: 280~330 FPS
Alcance máximo: 80 Metros
Alcance efectivo: 30 Metros
Selector de Tiro: Segurança / Semi-automático / Automático
Coronha e Punho em plástico vs Corpo em Metal, Gearbox, Fuste e Carregador
Ritmo de Fogo: 750 ~ 850 disparos por minuto
Capacidade do Carregador: 300 BB's
Dimensões: 67cm(L) x 23cm(H) x 7cm(W)
Peso: 2.8kg
O pacote contém:
- 1 x Arma EBB
- 1 x Carregador
- 1 x Manual do Utilizador

Nota: Os FPS referidos são apenas para referência. Os resultados actuais podem variar de acordo com vários factores.

in


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Fotografia Contínua

A velocidade com que é possível
capturar imagens em modo de
disparo Contínuo é especificada
em fotogramas por segundo (fps).
A velocidade normal encontra-se
entre os 3 e os 5 fps.
Na maioria das situações, só se tira uma fotografia de cada vez, mas esta não é a única forma de fotografar. Também é possível captar sequências de fotografias. No modo Contínuo, basta manter a pressão no botão do obturador e as imagens são captadas sequencialmente até se soltar o botão. O número de imagens que é possível capturar de uma só vez está limitado pela capacidade da memória intermédia da câmara (buffer) – um tipo de memória que é capaz de armazenar rapidamente as imagens capturadas sequencialmente. Nas câmaras mais económicas, com memória intermédia pequena ou sem memória intermédia, é possível que a câmara use uma imagem de menores dimensões para capturar sequências, já que isso reduz o tempo de processamento e de armazenamento.


Ícones dos modos de disparo
Contínuo (em cima) e disparo
Único (em baixo).

Depois de fotografar uma sequência, pode escolher a melhor imagem, usar a totalidade das imagens para criar uma animação exibindo a sequência rapidamente como fotogramas num filme, ou juntar uma série de sequências de forma a realizar um pequeno filme.













O modo Contínuo permite capturar
uma série de imagens semelhantes
às de um filme. Depois, pode escolher
a melhor para imprimir, usá-las todas
para criar uma animação ou utilizar
uma série para analisar uma acção,
como o movimento de um taco
de golfe ou de um bastão de basebol.




A câmara é capaz de armazenar as imagens na memória intermédia (buffer) mais rapidamente que no cartão de memória. Uma memória interna de grande capacidade permite-lhe captar mais imagens no modo Contínuo.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A placa controladora

Todo o funcionamento do disco rígido, a movimentação da cabeça de leitura, a velocidade de rotação, a leitura e gravação dos dados, o envio e recebimento de dados através da porta IDE, etc. é coordenado pela placa controladora. Nos discos rígidos mais antigos, a placa controladora era uma placa separada, conectada a um slot ISA e ligada ao disco rígido por dois cabos de dados. Este arranjo era muito ineficiente, pois a distância tornava a comunicação muito susceptível a interferências e corrupção de dados.

A partir do advento dos discos IDE, a placa controladora passou a fazer parte do próprio disco rígido. Nada mais lógico, pois a placa controladora precisa ser construída de acordo com a arquitectura física do disco, e jamais funcionaria em outro modelo, sendo assim, não existiria motivo para mantê-los separados. Além da praticabilidade, este arranjo permite uma comunicação de dados muito mais eficiente, já que são usados cabos muitos mas curtos. É por isso que não dizemos “controladora IDE” e sim “interface IDE”, pois ela funciona apenas como um meio de comunicação, já que a controladora faz parte do próprio disco rígido.

Apesar de pequena, a placa controladora de um disco actual é muito mais sofisticada do que um computador antigo inteiro, (um 286 por exemplo), possuem mais poder de processamento e até mesmo mais memória, na forma do cache ou buffer, por sinal um dos grandes responsáveis pelo desempenho dos discos rígidos actualmente. Os discos rígidos actuais podem trazer até 2 MB de cache, que armazena os dados acedidos, diminuindo bastante o número de leituras. Dados armazenado no cache podem ser transferidos quase que instantaneamente, usando toda a velocidade permitida pela interface IDE, enquanto um acesso a dados gravados nos discos magnéticos demoraria muito mais tempo.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Nós e amarras LI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

 Estacas e espeques
 
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sylvia borin, Toutinegra-das-figueiras, Felosa-das-figueiras

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Sylviidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
VULNERÁVEL - VU* (D)
Fundamentação: Espécie com população muito reduzida (admite-se que pode ser inferior a 250 indivíduos maturos). Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se admitir que a população em Portugal poderá ser alvo de imigração significativa das regiões vizinhas e por não ser de esperar que essa imigração possa vir a diminuir.

Distribuição
Durante a época de reprodução distribui-se de forma alargada por toda a Europa e Oeste da Ásia até à Sibéria central (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal é uma espécie restrita ao extremo Noroeste do continente, apesar de ocorrerem alguns registos em áreas mais a sul (ICN dados não publicados).

População
A população nacional será certamente superior a 50 e inferior a 1.000 indivíduos maturos.

No decorrer dos trabalhos do Novo Atlas a espécie foi detectada em 32 quadrículas (ICN dados não publicados). No Parque Nacional da Peneda-Gerês (onde se encontram 5 destas quadrículas) a espécie foi detectada em 22 quadrículas de 2x2 km (Pimenta & Santarém 1996). Extrapolando uma densidade semelhante para a totalidade da área de ocorrência, obteríamos uma estimativa inferior a 300 indivíduos, portanto bastante abaixo do valor charneira de 1.000.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Esta espécie em Espanha está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004), o que leva a admitir um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação regional.

Habitat
Bosques ribeirinhos, bosques de folhosas, sobretudo carvalhos Quercus spp., normalmente na proximidade de lameiros (Rufino 1989). No Parque Nacional da Peneda-Gerês, que deverá albergar a maioria da população nacional, ocorre fundamentalmente em carvalhais de carvalho-negral Quercus pyrenaica com sub-bosque  desenvolvido, ocorrendo também em bosques ribeirinhos na proximidade de lameiros e silvados (Pimenta & Santarém 1996).

Factores de Ameaça
Não são conhecidos os factores de ameaça à espécie. A reduzida dimensão da população deverá torná-la particularmente susceptível à destruição de bosques ribeirinhos e manchas de carvalhal.

Medidas de Conservação
Manutenção de bosques ribeirinhos e manchas de carvalho-negral.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Marushin COP357 Long Barrel Silver

Marca: Marushin
Código do Produto: MRUS-4920136047747
Hop-Up: Fixo
Peso: 520 grs
Capacidade: 4 bb's
Potência: 300 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: semi-automático

Diga olá à nova Marushin's COP357 Silver Long Barrel Version. Como pode ver pelas imagens, ela tem 4 canos em vez de um. Infelizmente ela apenas pode disparar 4 vezes mas é o único senão. Ela parece bastante realística apesar de ser construída em plástico ABS mas para compensar isso, é bastante forte mesmo para o seu pequeno tamanho, perto de 300 fps em dias bons.

Recarregar é bastante interessante porque terá de puxar atrás a peça de ferro traseira e então o cano irá dobrar abrindo. Cada buraco tem a sua própria unidade de hop up e carrega uma BB em cada, num total de 4. Inserir o gás debaixo do punho da pistola e estará pronto a disparar!

Esta também vem em duas diferentes formas. A Silver Shorter Version e a Black Heavyweight Version.




in


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Capturar Imagens

É importante ter bons
reflexos quando se
fotografam objectos
em movimento.
Henri Cartier-Bresson é famoso pelas suas fotografias que captam o “momento decisivo”, em que acções não relacionadas se interceptam num único instante, o que produz uma imagem inesquecível. A sua coordenação entre o olho e a mão não encontrou rival e ele conseguiu obter tais resultados porque estava sempre preparado. Nunca hesitou na utilização dos controlos da câmara, ou no aproveitar das oportunidades.

A maior parte das câmaras digitais têm sistemas de exposição e foco automáticos, que o libertam da preocupação com os controlos. No entanto, estas câmaras têm outros problemas que tornam os momentos decisivos difíceis de capturar. Muitos destes problemas foram resolvidos nas câmaras mais caras, mas permanecem nas mais económicas.

Uma das coisas que desorientou os fotógrafos é o tempo de espera entre o pressionar do obturador e o momento em que a imagem é realmente captada. Este e outros tempos de espera inerentes às câmaras digitais, afectam a capacidade de captar expressões fugazes ou dar resposta a acções rápidas quando se tiram fotografias.

O tempo de arranque é o tempo que demora a poder tirar uma fotografia depois de ligar a câmara. As câmaras digitais costumavam ter um tempo de arranque muito longo, mas agora, a maioria arranca quase instantaneamente.

O atraso do obturador é o tempo de espera entre o pressionar do botão do obturador e a real captação da imagem. Este compasso de espera acontece porque a câmara demora tempo a desimpedir o sensor da imagem, estabelecer o balanço de brancos correcto e focar a imagem, antes de disparar o flash (quando é necessário) e tirar a fotografia. As melhores câmaras quase não têm atraso do obturador.

O tempo de processamento ocorre quando uma imagem é processada e armazenada, especialmente quando é usada a função de redução de ruído. Este atraso foi reduzido significativamente através da introdução na câmara de uma memória interna ou intermédia (buffer). As imagens são temporariamente armazenadas na memória interna enquanto aguardam o processamento, já que podem ser armazenadas mais rapidamente na memória intermédia do que no cartão de memória. É possível fotografar até encher a memória interna, e depois continuar a fotografar assim que algumas imagens tenham sido transferidas daí para o cartão de memória.

O tempo de reciclagem do flash ocorre quando se captura uma sequência de imagens com flash. Enquanto o flash está a carregar, geralmente não é possível tirar uma fotografia, ou quando é possível, esta fica subexposta. Em ambos os casos é necessário aguardar que o flash carregue para tentar de novo.

Escurecimento do visor. Quando se tira uma fotografia com uma câmara reflex, o seu espelho levanta-se para permitir que a luz incida sobre o sensor. Enquanto o espelho está levantado não é possível ver através do visor. Este bloqueio deve ser o mais curto possível. Todos estes atrasos afectam a velocidade com que se liberta da primeira fotografia, ou com que se captura uma série de imagens (designado comummente como intervalo entre disparos). Se os atrasos forem demasiado longos, podem-se perder oportunidades de fazer boas fotografias.

Quando se antecipa a acção, compõe-se a cena
e foca-se a imagem. Assim que a acção acontece,
é possível captar a imagem imediatamente.
Para reduzir estes atrasos quando captura fotografias de acção, pode compor a imagem e pressionar o botão do obturador até meio para estabelecer os valores de foco e exposição. Esta posição deve ser mantida até que a acção antecipada aconteça, e então o botão deve ser premido até ao fim para tirar a fotografia. (Este procedimento gasta a bateria mais rapidamente). A câmara dispara imediatamente porque o foco e a exposição tinham já sido calculados.

Em algumas câmaras também se pode pressionar o botão do obturador até ao fim, de uma vez, mas haverá um compasso de espera até a fotografia ser tirada e é possível que fique desfocada.