domingo, 24 de dezembro de 2017

Grandes Guitarristas XXII




sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Fotografia de Estúdio


A luz que necessita para fotografar é muitas vezes proporcionada pela Natureza. No entanto, há alturas em que não existe luz suficiente, ou o tipo certo de iluminação, para a realização dos seus objectivos. Nestas alturas, os fotógrafos usam flashes electrónicos ou luzes de estúdio, acompanhados de reflectores, difusores e outros dispositivos que ajudam a controlá-los. Os estúdios profissionais gastam pequenas fortunas em equipamento de iluminação, mas nem toda a gente precisa de um estúdio profissional. Ruth Bernhard, que recebeu parte dos seus conhecimentos de Edward Weston, fez fotografias fantásticas de conchas, com o equipamento mais simples e barato que se possa imaginar. Em 1945, escreveu: “Antes de fotografar, eu dedico muito tempo ao estudo da iluminação. Gosto de utilizar projectores pequenos e pouco potentes em combinação com espelhos de toilette – do tipo das “lojas dos 300”. Raramente direcciono a luz directamente para a superfície, prefiro usá-la tangencialmente. Se alguma sombra mais dura interfere com a delicadeza da composição, uso ecrãs de difusão, mesmo nos espelhos. Com uma luz suave e pouco abundante, e um planeamento cuidado, a lindíssima forma plástica da concha pode ser recriada.” Por causa do custo e dos conhecimentos requeridos, a fotografia de estúdio tem estado reservada aos fotógrafos profissionais. No entanto, com o aparecimento das câmaras digitais e a enorme expansão de publicações baseadas na Internet e de leilões on-line, este tipo de fotografia é realizado hoje em dia por milhões de fotógrafos amadores.




quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Orientação pelo método das sombras iguais

Este método é muito mais preciso do que o anterior, mas é mais exigente na sua execução. A hora ideal para o aplicar é por volta do meio-dia solar e a vara a usar deve ficar completamente vertical e proporcionar pelo menos 30cm de sombra.

Começa-se por marcar, com uma pedra ou uma estaca, a ponta da sombra da vara. Com uma espia atada a uma estaca e a outra ponta atada à vara, desenha-se um arco cujo centro é a vara e raio igual ao comprimento da sombra inicial marcada, tal como na figura da esquerda.

Com o passar do tempo, a sombra vai-se encurtando e deslocando, mas a partir de certa altura volta a aumentar o seu comprimento e acaba por chegar até ao arco que foi desenhado no chão. Marca-se então o local onde incide a ponta da sombra. Unindo as duas marcas, obtemos uma linha que define a direcção Este-Oeste, tal como na figura da esquerda. Uma vez que a vara está exactamente à mesma distância entre as duas marcas, é fácil traçar então a linha da direcção Sul-Norte.

Usando um ramo com ponta bifurcada, uma vara ou ramo e algumas pedras, monta-se um sistema como o da figura à esquerda. As pedras ajudam a segurar a vara. Dependurando da ponta da vara um fio com uma pedra atada na ponta, obtém-se uma espécie de fio-de-prumo que garante assim termos uma linha exactamente vertical, tal como se exige neste método.





segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ARES SA VZ58 Assault Rifle AEG - Versão curta


Marca: ARES
Código do Produto: VZ-58-S
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,874 kgs
Comprimento: 663 mm
Capacidade: 160 bb's
Potência: 320 fps
Tamanho da Bateria: 7.4v
Modo de Tiro: Semi-automático / Automático

A vz. 58 (modelo 58) é uma espingarda de assalto em 7.62mm construída na Checoslováquia e aceite ao serviço nos fim dos anos 50. Apesar de externamente a vz. 58 lembrar a soviética AK-47, tem um desenho base diferente baseado num pistão de gás de curso-curto. Não partilha peças com as espingardas Kalashnikov, incluindo o carregador.

O melhor na Ares VZ58 AEG é que replica a arma real ao pormenor.

As características que encontra na réplica de airsoft são as que vai encontrar na arma real. Por exemplo, quão rígida é a coronha dobrável, mas uma vez na posição não há virtualmente qualquer oscilação.

O guarda-mato do gatilho curvo é bastante único mas foi propositadamente colocado ali tornando fácil para pessoas dextras usar a sua mão esquerda para recarregar. Pode ser difícil no entanto se usar luvas.

Dispara de uma forma muito similar à série Ares Amoeba M4 significando que usam um sistema interno muito similar. Basicamente, o puxar o gatilho é incrivelmente duro pelo que cada pressão parece leve, significando que pode puxar o gatilho tão rapidamente como consegue premir o botão esquerdo do rato em todo os jogos de tiro. Uma das mais convenientes características é a localização do disco de ajustamento do hop-up. Uma vez que puxe para trás a alavanca de carga, vai verificar que ele está exactamente ali.

Rodando no sentido do relógio aumenta o hop-up e vice-versa.

Existem correntemente duas versões da VZ58. Uma longa e a versão curta. A principal diferença entre ambas é obviamente a diferença de comprimento, mas a versão curta faz mais por isso ao ter a localização da bateria debaixo do fuste enquanto você tem de remover uma data de peças externas para chegar ao compartimento da bateria na versão longa que é no punho dianteiro.

Eles afirmam que AEG's como a versão curta são perfeitas para CQB com a potência de 320 fps. A versão longa é melhor adequada para jogos no campo porque há um salto significativo nos fps em cerca de 80. Usando uma bateria 7.4 Lipo será suficiente porque será rápida, precisa e consistente.


in


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Flash Externo e Acessórios

Os alimentadores aceleram os tempos de reciclagem e
permitem a realização de sessões fotográficas
mais longas.
Existe uma variedade de acessórios para flashes externos, tanto para uso geral, como para fotografia de estúdio.

• Os alimentadores para flash contêm grandes baterias recarregáveis que se ligam ao flash por cabo, e são suficientemente compactos para transportar no cinto. Eles não só possibilitam a realização de sessões fotográficas mais longas, como também reduzem o tempo de reciclagem da carga do flash (o tempo que demora o flash a recarregar para estar pronto para a próxima fotografia). Com um acessório deste tipo, nunca vai falhar uma fotografia por causa da falta de bateria ou porque o flash não reciclou suficientemente depressa. Quando acontece, numa série de fotografias, aparecer uma que é muito mais escura que as outras, quer dizer que foi tirada antes do flash ter tido tempo para recarregar.

Suporte para flash.
• Os suportes para flash, muitas vezes utilizados pelos fotógrafos de casamentos, elevam o flash para que fique mais afastado do eixo da objectiva. Isto não só elimina os olhos vermelhos, como também permite iluminar a cena de um ângulo que produza algumas sombras. Estes suportes são montados na câmara através do encaixe para o tripé. O flash é encaixado numa sapata sem ligações e estas são feitas através de um cabo de sincronia.

• Os reflectores de flash reflectem a luz emitida pelo flash, suavizando-a, porque usam uma maior superfície reflectora. Uma das versões destes reflectores usa aberturas para permitir que alguma da luz seja reflectida pelo tecto, enquanto que o resto é reflectido na direcção do objecto.

Reflectores de flash.
• Os difusores de flash são como caixas de luz translúcidas que espalham a luz do flash, de forma a suavizá-la.

• Os cabos de extensão (mostrados abaixo) permitem ligar o flash à câmara sem ter que o montar na sapata. Isto permite usar o flash a alguma distância da câmara, através do uso de um tripé. O flash integrado na câmara está muito perto do eixo da objectiva, e dispara ao longo desse mesmo eixo. Afastar o flash da objectiva usando um cabo de extensão permite obter efeitos de luz mais interessantes e projectar sombras que mostram a textura e o relevo dos objectos.

Difusor de flash.




quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Soft Shadows e Reflectance Blur


Estes efeitos permitem suavizar as sombras de objetos. No mundo real, quando temos uma sombra sobre uma superfície que não é muito reflexiva, como plástico ou madeira por exemplo, a sombra aparece distorcida. Este recurso permite simular o mesmo efeito dentro dos jogos.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Orientação pelo método da sombra da vara

Este método não oferece uma precisão exacta, devendo ser aplicado ou de manhã ou de tarde. Para a vara, não é necessário que seja uma vara propriamente. De facto, este método permite que seja usado qualquer ramo, direito ou torto, ou até mesmo usar a sombra de um ramo de uma árvore, uma vez que apenas  interessa a sombra da ponta do objecto que estamos a usar.

Assim, começa-se por marcar no chão, com uma pedra, uma estaca ou uma cruz, o local onde está a ponta da sombra da vara. Ao fim de algum tempo, a sombra moveu-se, e voltamos a marcar do mesmo modo a ponta da sombra da vara. Se unirmos as duas marcas, obtemos uma linha que define a direcção Este-Oeste.

O tempo que demora a obter um deslocamento da sombra (bastam alguns centímetros) depende também do comprimento da vara. Assim, uma vara de 1m de comprimento leva cerca de 15 min a proporcionar um deslocamento da sombra suficiente para se aplicar este método.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Utilizar um Flash Externo

Uma sapata ou conexão de
sincronização permite a ligação
de uma unidade externa de
flash à câmara.
Imagem cortesia da Olympus.
O flash integrado é muito conveniente, porque o acompanha aonde quer que vá. No entanto, estas unidades de flash não têm muito alcance e é impossível afastá-lo da câmara para eliminar os olhos vermelhos. As imagens captadas com este tipo de flash também costumam ter uma iluminação monótona e sem sombras, que minimiza os volumes e as texturas das superfícies. Para ultrapassar estes problemas é necessário um flash externo.

Ligações de Flashes Externos
Existe mais do que uma maneira de ligar um flash externo a uma câmara:

• Uma sapata para flash (hot shoe) segura um flash externo no topo da câmara e providencia as ligações eléctricas entre o flash e a câmara. Basta deslizar a base do flash para dentro da sapata e apertar uma roda para segurá-lo no seu lugar. Também há cabos de extensão com sapata que permitem montar o segurar o flash longe da objectiva para obter uma iluminação lateral mais dramática, e eliminar os olhos vermelhos. Estes cabos também podem ser utilizados para ligar uma potente unidade de flash de punho.

Flash de punho com controlo
remoto.
• O terminal PC (Prontor-Compur) é usado para ligar luzes de estúdio, usando um conector de rosca para uma ligação segura. Este tipo de ligação também permite ligar uma unidade de flash separada com um cabo de sincronização. Este cabo de sincronização faz a mesma ligação eléctrica que a sapata, mas permite retirar o flash da câmara. Muitas câmaras possuem aquilo que parece ser uma sapata sem ligações eléctricas. A única função destas sapatas é segurar o flash no topo da câmara, enquanto as ligações eléctricas são feitas com um cabo de sincronização ligado a um terminal PC.

Ken Kobre, autor de um texto
best seller sobre fotojornalismo,
desenvolveu o Lightscoop, que
amplia a superfície do flash
integrado, para suavizar a sua
luz.
Cortesia de www.lightscoop.com.
• Ligação sem fios. Se a sua câmara não possuir uma sapata ou outra ligação para flash, tal como acontece com muitas câmaras de bolso, é possível usar uma unidade escrava de flash. Estas unidades têm um sensor que dispara o flash sempre que é disparado o flash integrado da câmara. Como muitas câmaras digitais disparam o flash duas vezes por cada fotografia (o primeiro disparo é usado para determinar o balanço de brancos, e por vezes, o foco), estas unidades escravas estão projectadas para disparar apenas quando acontece o segundo disparo do flash da câmara.

Uma pequena unidade escrava de flash pode ser ligada a uma câmara de bolso, para aumentar o alcance do flash.

Unidades de Flash Dedicadas
Ring-Lite, da Canon desenhado
para fotografia de close-up.
As unidades externas de flash são disponibilizadas por várias fontes diferentes, mas as melhores são as chamadas unidades de flash dedicadas, que são geralmente disponibilizadas apenas pelo fabricante da câmara. O termo “dedicadas” significa que a unidade de flash está projectada para funcionar com um modelo de câmara específico. Apenas o flash dedicado é completamente integrado no sistema de exposição automática da câmara, oferecendo funções adicionais para expandir as capacidades da câmara. As unidades de flash não dedicadas têm que ser normalmente utilizadas em modo manual. Uma das vantagens do flash dedicado é que o sistema de exposição da câmara isola o flash quando é atingida a exposição correcta, tal como acontece com o flash integrado. As unidades de flash que não são projectadas especificamente para o modelo da sua câmara, disparam normalmente a potência máxima, e a exposição tem que ser controlada através dos parâmetros da câmara. Os flashes dedicados também fazem zoom, para cobrir a cena inteira, de forma a acompanhar o zoom ou a troca das objectivas. Assim como ao afastar o zoom, aumenta o ângulo de visão, o flash expande o seu feixe de luz de forma a cobrir toda a área. Ao aproximar o zoom, ou trocar de objectiva para uma distância focal mais longa, o feixe de luz do flash estreita-se, aumentando o seu alcance.

Uma das maiores vantagens de muitas unidades externas, é que permitem rodar a cabeça do flash, para reflectir a sua luz em paredes, tectos, ou reflectores próprios. Isto permite difundir e suavizar a luz, iluminar as sombras e distribuir a luz sobre uma área muito maior. Os objectos de fundo ficam muito mais iluminados do que com o flash directo. A luz reflectida percorre uma distância muito maior, pelo que o alcance do flash é menor. É possível verificar que algumas divisões são demasiado grandes para que o flash reflectido funcione eficientemente, a menos que haja outro objecto grande e claro, que não as paredes ou o tecto, onde reflectir a luz do flash. Usar o flash desta forma também consome mais energia, pelo que o tempo de reciclagem se torna maior.

Flash Anelar
Uma nova variação do flash anelar é o
Twin Lite da Canon, que tem duas
cabeças de flash ajustáveis. Funciona
quase como um estúdio montado
na câmara.
Existem duas importantes razões para usar o flash em fotografia de close-up. Com o uso de um flash, é possível usar aberturas menores para obter uma maior profundidade de campo, e explosões de luz muito curtas, a pequenas distâncias, evitam que a imagem fique tremida devido a movimentos do objecto ou da câmara.

Também é possível reflectir a luz do flash num reflector para iluminar o objecto de outro ângulo, para obter um melhor efeito de luz. Um tipo de flash especial para esta utilização é o flash anelar. Estas unidades de flash, que encaixam em volta da objectiva e disparam um circulo de luz para o objecto, são ideais para fotografia de close-up, nos ramos da medicina, medicina dentária e fotografia de natureza. Como este tipo de flash não produz sombras, é possível determinar o disparo de apenas um dos lados do anel, ou que um dos lados dispare com mais intensidade que o outro, para que sejam formadas sombras que revelem a textura e modelação do objecto. A Canon fabrica o flash Macro Twin Lite, projectado para fotografia de close-up profissional. Existem também outras empresas que fabricam unidades de flash semelhantes a esta. Nestas unidades de flash, as cabeças podem ser rodadas independentemente à volta da objectiva, apontadas separadamente e até mesmo removidas do suporte e montadas fora da câmara.



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Focal Anti-Aliasing


Este é mais um recurso interessante, consiste em variar o foco da imagem, fazendo o espectador se concentrar no objeto principal. Este efeito é muito usado no cinema e em animações. Usando este recurso é possível desfocar as imagens de fundo enquanto o personagem está próximo e desfocar os objetos mais próximos quando ele está mais distante. Este recurso não é usado automaticamente, mas fica à disposição dos programadores para que o utilizem em seus jogos, nas cenas que acharem conveniente.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto