quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro II

13 - Colocada ao ombro ou segura nas mãos entre dois escuteiros, forma um bom degrau para outro escuteiro escalar um muro;

14 - Apenas com uma, ou com várias ligadas umas às outras, serve para medir a profundidade de ribeiros, lagos ou tanques;

15 - Atando ramos numa extremidade pode ser usada como uma vassoura rudimentar;




terça-feira, 19 de agosto de 2014

Falco columbarius, Esmerilhão


Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Accipitridae.

Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
VULNERÁVEL - VU* (D)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (entre 50-250 indivíduos maturos). No entanto, por ser um taxon visitante não reprodutor cujas condições não se estão a deteriorar nem fora nem no interior da região, o que leva a admitir um risco de extinção mais reduzido em Portugal, desceu uma categoria na adaptação à escala regional.

Distribuição
Tem uma vasta distribuição, essencialmente circumpolar no Holárctico como nidificante. À excepção de um pequeno número de populações (no Sudeste da Islândia, Grã Bretanha, no extremo sul da Noruega, na região dos países bálticos e Bielo-Rússia (Cramp 1998) e no leste da América do Norte (del Hoyo et al. 1994)), as restantes populações são migradoras. Embora as populações ocidentais invernem fundamentalmente na Europa, em regra as áreas de invernada não se sobrepõem às áreas de nidificação (del Hoyo et al. 1994). A região circunmediterrânea (e.g. Península Ibérica e Itália) não parece assumir muita importância como quartel de Inverno (ao contrário do que acontece na região europeia central) e são poucos os indivíduos que chegam ao norte de África (de Juana et al. 1988,  Cramp  1998).

Em Portugal Continental, o esmerilhão ocorre praticamente em todo o território continental português (Costa et al. 1996). Não obstante a ainda deficiente cobertura geográfica e a possibilidade de algum enviesamento nas observações registadas, a espécie tende a ocorrer com maior frequência no baixo Tejo, a sul deste rio e junto ao litoral. Segundo Costa et al. (1996), esta tendência poderá ser explicada pelo facto de o esmerilhão ser essencialmente ornitófago e procurar regiões e locais ricos em aves, como as zonas húmidas e os terrenos agrícolas das extensas planícies alentejanas. Estes autores, reforçados pelas observações de Sunyer & Viñuela (1990), acrescentam ainda que, globalmente em termos nacionais, as regiões onde não se obtiveram registos da espécie correspondem a zonas de habitat desfavorável para a espécie (áreas acima dos 1.000 metros ou densamente florestadas).

População
Não obstante alguns esforços desenvolvidos, como os de Costa et al. (1996) e Elias et al. (1998), a informação sobre o efectivo de esmerilhão que inverna em Portugal é muito reduzida. Parece no entanto ser consensual que é baixa a abundância de esmerilhões a invernarem no país, tendo em conta o número de registos mais recentes, estimando-se que a população invernante esteja compreendida entre os 50 e 250 indivíduos. Uma análise grosseira do número de registos apresentados por Costa et al. (1996) e por Costa (1998e), apontam para uma média de cerca 10 e de 3 indivíduos por ano observados, respectivamente, no país e no Baixo Alentejo. É certo que se trata de uma espécie pouco conspícua, devido ao seu pequeno tamanho e comportamento, e logo difícil de detectar, pelo que é de calcular que estes valores estejam algo subestimados.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente, pois apesar de um ligeiro declínio na Suécia durante 1990-2000, a espécie permanece globalmente estável (BirdLife International 2004). Esta tendência levou a assumir um risco de extinção da população invernante no nosso território mais reduzido, tendo descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Habitat
O habitat onde a espécie ocorre em Portugal é constituído por culturas de sequeiro, pousios e pastagens, principalmente no Sul, lezírias, albufeiras, pauis, prados costeiros e prados de montanha (Costa 1995, Costa 1998e, Costa et al. 1996).

Factores de Ameaça
O continuado declínio dos sistemas de exploração tradicional agrícola e a sua substituição por culturas agrícolas ou florestais de carácter intensivo ou mesmo o mero abandono e conversão para matos degradados, pode vir a ter implicações negativas para a espécie no  médio-longo  prazo.

O uso abusivo e desregrado de pesticidas pode constituir uma ameaça para as populações cujos indivíduos vêm invernar no nosso país, em face dos efeitos nefastos da bio-acumulação no seu organismo e no sucesso reprodutor. Segundo Hagemeijer & Blair (1997), é provável que a elevada contaminação dos esmerilhões britânicos (a situação mais grave entre as aves de rapina dessa ilha), com organoclorados e outros pesticidas, e que afectou a produtividade das suas populações até inícios da década de 1990 (JNCC 2005), tenha tido origem nas áreas de invernada. Contudo, nos países escandinavos não existem evidências das suas populações estarem a ser contaminadas por pesticidas, desde os anos de 1980 (Hagemeijer & Blair 1997).

O abate a tiro constitui igualmente uma ameaça para esta espécie, pois a sua estadia coincide com a época venatória.

Medidas de Conservação
A conservação do esmerilhão requer a implementação das seguintes acções:
  • campanhas de sensibilização ambiental e de conservação da fauna, em particulardas aves de rapina e outros predadores, dirigidas quer a agricultores, caçadores, guardas  e  gestores  de  caça,  quer  ao  público  em  geral,  afim  de  minimizar  ou erradicar o abate ilegal;
  • sensibilização dos agricultores para a adopção de boas práticas agrícolas, tanto em termos da racionalização no emprego de pesticidas como da utilização preferencial pela luta integrada e de produtos de mais rápida e inofensiva degradação;
  • divulgação e incentivo ao recurso mais generalizado das Medidas Agro-Ambientais junto  a  proprietários  e  produtores  agrícolas,  de  modo  a  ser  mantida  uma  área suficiente de agricultura tradicional nos terrenos do Sul e/ou que minimizem a degradação do habitat e promovam a pecuária extensiva.
  • Tendo em vista a manutenção de habitat favorável a esta espécie, as acções de arborização de terras agrícolas marginais deverão ser efectuadas com folhosas autóctones (sobreiros e azinheiras), e em densidades de plantação que não levem à constituição de povoamentos demasiado densos (de preferência não com mais de 30% de ocupação do solo pelo copado  do  arvoredo).
Uma vez que é uma espécie sobre a qual se sabe muito pouco sobre aspectos demográficos e da sua ecologia no nosso país, é importante realizar censos que permitam conhecer os efectivos médios anuais que visitam o país no Inverno, identificar as regiões ou áreas de maior importância para a espécie e estudar temas como a selecção de habitat e alimentação invernal.

Notas
Enquanto ave de passagem, têm sido muito poucos os esmerilhões observados em Sagres, durante as campanhas de observação de aves migradores (Costa et al. 1998).

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Tokyo Marui M870 Tactical Shotgun


Marca: Tokyo Marui
Código do Produto: TM-4952839140302
Hop-Up: Fixo
Peso: 2,750 kgs
Comprimento: 960 mm
Capacidade: 30 bb's
Potência: 300 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: Pump Action

Graças à Tokyo Marui, que continua a inovar no mercado do Airsoft. A sua última invenção é um novo sistema baseado em células que permite às suas shotgun's M870 disparar entre 3 a 6 BB's de cada vez (é 3 ou 6 de cada vez, você não pode escolher nada no meio).

Continuando com a tradição das suas linhas de shotgun's mais antigas, esta nova M870 também tem 3 canos internos, cada um equipado com um hop-up fixo. Cada célula tem a capacidade de 30 BB's, assim pode continuar a disparar até a célula ficar sem munições antes de a ejectar. A arma apenas recebe uma célula de cada vez, e apenas trás uma célula no momento de compra. Claro, células adicionais estão disponíveis para venda em separado. O gás é armazenado em cartuchos de gás removíveis armazenados na coronha da arma, e tanques de gás adicionais são também vendidos em separado.

A arma é decentemente robusta e definitivamente mais pesada do que as velhas shotgun's Marui M3 e SPAS 12. Com um cano todo em metal e um receptor em alumínio zincado, a arma realmente transmite uma boa sensação ao utilizar. A coronha e o fuste são em plástico. A MELHOR parte desta arma é o som que faz a arma. Muitos clicks e clacks que soam convincentemente ameaçadores e reais.

A boa notícia é que a M870 pode receber green gas! Uma carga completa pode permitir até 100 tiros de 3 BB's de cada vez.



in


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Modos de Exposição

As câmaras digitais normalmente oferecem mais que uma forma de controlar a abertura e a velocidade do obturador – são os modos de exposição. Todos esses modos permitem bons resultados na maioria das situações. No entanto, em situações específicas, cada um deles pode ter determinadas vantagens. Estes são os modos que pode encontrar:

• O modo totalmente Automático define a velocidade de obturação e a abertura sem a sua intervenção. Isso permite-lhe fotografar sem se preocupar com as definições, para que possa concentra-se na composição e na focagem. Neste modo não é possível alterar muitas das definições da câmara.

• Os modos de Cena, que podem ter várias designações, ajustam automaticamente as definições para condições específicas, como paisagem, retrato, retrato nocturno, desporto, ou close-up. Em algumas câmaras a quantidade de opções disponíveis tornou-se de difícil acesso, já que a selecção é feita a partir do menu.

Os modos de exposição e as suas designações
variam de câmara para câmara. Os que lhe
dão um maior controlo costumam estar
indicados por letras. Os que são totalmente
automáticos, normalmente chamados Modos
de Cena, estão identificados por ícones como
estes, apresentados num disco de modos da
Canon.
• O modo Programa AE (auto exposição) é semelhante ao modo totalmente automático, que define a velocidade e a abertura, mas permite-lhe alterar muitos dos parâmetros da câmara. Neste modo muitas câmaras também lhe permitem escolher uma série de combinações de abertura/velocidade que garantem a mesma exposição recomendada pela câmara. Isso dá-lhe um maior controlo sobre a profundidade de campo e sobre o registo do movimento. Uma das grandes vantagens deste modo é o facto de o fotógrafo ser avisado quando os parâmetros da exposição excedem a gama da câmara.

• O modo de Prioridade ao Obturador AE permite-lhe escolher a velocidade do obturador e a câmara selecciona automaticamente a abertura necessária para uma boa exposição. Opte por este modo quando a representação do movimento for o mais importante. Por exemplo, quando fotografas cenas de acção, como as registadas pelos fotógrafos de vida selvagem, de desporto ou fotojornalistas, o modo de Prioridade ao Obturador pode ser o ideal. Assim assegura-se que a velocidade do obturador é suficientemente rápida para congelar a acção, ou assaz lenta para a arrastar.

• O modo de Prioridade à Abertura AE permite-lhe escolher a abertura e a câmara define automaticamente a velocidade do obturador indicada para uma exposição correcta. Deve escolher este modo sempre a o controlo da profundidade de campo seja essencial. Para se certificar que toda a imagem ficará nítida, como numa paisagem, escolha uma abertura pequena. O mesmo deve acontecer com a fotografia de close-up (planos fechados) em que a limitada profundidade de campo é sempre uma preocupação. Para desfocar o plano de fundo, evitando que ele se torne distractivo num retrato, escolha uma abertura grande.
Em algumas câmaras a selecção dos modos
de exposição é feita através de botões ou
do menu.
• O modo Manual permite-lhe escolher tanto a velocidade do obturador como a abertura. Neste caso esses dois parâmetros não são conjugados automaticamente como nos outros modos. Normalmente este modo é utilizado apenas quando nenhum dos outros permite o resultado desejado. Algumas câmaras têm a opção Bulb neste modo, o que permite capar tempos de exposição muito longos quando fotografa com iluminação nocturna, por exemplo. No modo Bulb o obturador permanecerá aberto enquanto pressionar o botão do obturador.

• O modo Personalizado existente nas câmaras mais avançadas e permite-lhe guardar definições pessoais. Isso é tão simples quanto definir a câmara da forma que quer e depois seleccionar o comando do menu que lhe dá acesso às definições personalizadas. Algumas câmaras permitem-lhe salvar uma ou mais definições para que posteriormente possa aceder directamente a elas através do disco de modos. Se utiliza as mesmas definições constantemente, esta é uma óptima forma de as guardar. Por exemplo, pode salvar um conjunto de parâmetros para a macrofotografia e usar qualquer modo de exposição normal para captar outras cenas.




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Como recuperar dados de discos rígidos defeituosos


Para muitos, o pior pesadelo seria o disco rígido do computador de trabalho, com todos os arquivos importantes simplesmente parasse de funcionar, ou então que os dados fossem apagados por um vírus ou semelhante.

A melhor prevenção contra este tipo de acidente ainda é o bom e velho backup, mas, caso o estrago já tenha sido feito, ou melhor, os dados já tenham sido perdidos, e não exista nem sombra de um backup actualizado, confira neste tutorial algumas dicas para recuperar dados.

Tanto arquivos apagados ou discos rígidos formatados, quanto discos rígidos que simplesmente pararam de funcionar.

Os defeitos mais comuns
Como você viu, os discos rígidos actuais ainda baseiam-se em componentes mecânicos, que não são tão confiáveis quanto componentes electrónicos, um processador por exemplo.

Os problemas físicos mais comuns nos discos rígidos são em primeiro lugar, os sectores defeituosos, que surgem depois de quebras na energia eléctrica, ou mesmo pelo envelhecimento do equipamento. Os sectores defeituosos não podem ser corrigidos, mas podem ser marcados, para que o restante do disco rígido possa continuar sendo usado.

Outro defeito comum, desta vez mais grave, é quando o motor de rotação do disco rígido simplesmente pára de funcionar, neste caso os discos não giram, o disco rígido não é mais reconhecido no Setup, simplesmente "morre".

Outra possibilidade são os erros de posicionamento nas cabeças de leitura. Isto acontece quando por qualquer motivo, a controladora não consegue detectar a posição das cabeças de leitura sobre os discos magnéticos. Este defeito é comum em discos rígidos antigos, onde os sinais magnéticos que permitem a identificação já estão mais fracos. Neste defeito, o disco rígido gira, mas você ouvirá alguns clicks, e ele não será reconhecido no Setup.

Apesar de ser mais raro, a culpada também pode ser a placa controladora do disco rígido. Neste caso a gama de problemas é grande. Pode ser que o disco rígido simplesmente "morra", que os discos girem, mas o disco rígido não seja reconhecido no Setup, nem funcione de forma alguma, etc. Pegue uma lupa e examine a placa lógica em busca de capacitores ou chips queimados, contactos rompidos, que possam ser responsáveis pelos defeitos.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro I

10 - Com a ajuda de espias, pode-se improvisar uma escada;

11 - Com um toldo formam um abrigo de emergência para a chuva;

12 - Passada entre as pernas, serve temporariamente de «banco»;


terça-feira, 8 de julho de 2014

Emberiza schoeniclus, Escrevedeira-dos-caniços

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Emberizidae.

Tipo de ocorrência
Residente.

Classificação
População residente: VULNERÁVEL - VU (D1)
Fundamentação: População reduzida (inferior a 1.000 indivíduos maturos).

Distribuição
Existem várias subespécies que ocorrem desde a Europa Ocidental até ao Japão e ilha Sacalina, e desde a zona subárctica até à zona quente continental da Ásia Central (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, durante a época de nidificação ocorre sobretudo a Norte do Tejo, de forma muito localizada em zonas húmidas litorais, mas também em algumas interiores. A população invernante apresenta uma área de distribuição alargada a todo o continente.

População
A população nidificante foi estimada como sendo inferior a 1.000 indivíduos maturos. A Ria de Aveiro, com 350-400 casais, deverá albergar a maior parte da população nidificante nacional, onde as densidades podem atingir 7-10 casais/10 ha (J Neto, com. pess.). A tendência populacional é desconhecida, mas existem evidências de redução na área de habitat disponível e mesmo de extinções locais, por exemplo no Baixo Mondego (C Pacheco, com. pess.).

Embora exista pouca informação sobre a população invernante, esta deverá ser superior a 1.000 indivíduos (J Neto, com. pess.), não havendo evidências de declínio continuado.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada (BirdLife International 2004).

Habitat
Caniçais Phragmites australis, juncais Juncus maritimus, valas de arroz com vegetação bem desenvolvida e outras zonas húmidas de água doce ou salobra (Rufino 1989).

Factores de Ameaça
Drenagem de zonas húmidas, em particular na Ria de Aveiro, e corte de vegetação durante o período de nidificação (Neto 2003)

Medidas de Conservação
Evitar a drenagem de zonas húmidas. O corte de caniço e junco apenas deverá ser efectuado de Setembro a Fevereiro, inclusivé.

Notas
Em Portugal Continental tem também uma população invernante numerosa e com distribuição alargada, em situação Pouco Preocupante (LC).

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Marushin 6mm BB Gas Raging bull X-Cartridge Ver. 8.375" - (Gloss Silver Heavyweight)


Marca: Marushin
Código do Produto: MRUS-048119
Hop-Up: Fixo
Peso: 1,222 kgs
Comprimento: 360 mm
Capacidade: 6 bb's
Potência: 300 fps
Fonte de energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: Semi-automático

O Raging Bull é um grande revólver fabricado pela Taurus para uso como arma de apoio para a caça devido à enorme potência de paragem dos seus calibres disponíveis. Em especial, a versão .454 Casull tornou-se conhecida por ser capaz de abater Búfalos do Cabo e até Elefantes.

O Raging Bull tem um cano armado pelo polegar e uma tira de borracha ao longo da traseira do punho, que amortece a mão do atirador e diminui o coice sentido na arma real mas é pouco mais do que um efeito estético na versão da Marushin. Funcionalmente, o Raging Bull tem um libertador frontal do tambor manualmente operado, cujo libertador pode ser visto na armação.

Travas frontais do tambor são necessárias nos revólveres reais de alta potência de dupla acção, e são encontradas no Ruger Super Redhawk e no S&W M500 mas são accionadas pela trava traseira do tambor. A trava manualmente operada no Raging Bull é mais simples (e por isso mais barata de produzir) embora igualmente forte mas requer duas mãos para abrir o tambor. Os factores de potência não entram em jogo no Airsoft mas a recriação das funções da arma real é uma prova do olho da Marushins para detalhes.

A série Marushin X Cartridge carrega seis falsas células nas câmaras; cada célula contém uma BB de 6mm. O reservatório de gás na pistola é carregado através de uma válvula standard no fundo do punho; carrega gás suficiente para disparar todos os seis tiros, cada um atingindo perto de 300 fps tornando-o num potente revólver.

in


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Controlos de Exposição – Porquê tantas opções?

A maioria das câmaras digitais permitem-lhe definir a velocidade do obturador e a velocidade para uma gama de diferentes parâmetros. Uma vez que só é necessária uma única combinação desses parâmetros, porque haverá tantas opções disponíveis? Isso acontece, porque elas lhe dão controlo criativo. Seleccionando a combinação certa pode tornar o fundo de um retrato nítido ou desfocado, bem como congelar ou arrastar o movimento numa cena.

Uma abertura pequena aumenta a profundidade de campo, de forma a que o primeiro plano e o fundo fiquem nítidos (em cima) e uma abertura grande diminui a profundidade de campo tornando o primeiro plano e o fundo desfocados (em baixo).





Neste livro e nas suas animações, o diafragma é
representado por estes ícones realistas, com
uma pequena abertura (à esquerda) e uma
grande (à direita).



Neste livro e nas suas animações, as velocidades
do obturador estão representadas por estes
ícones simbólicos, com um disparo mais lento
(à esquerda) e um mais rápido (à direita). O
recorte da figura em forma de “tarte fatiada”
indica o percurso necessário a um ponteiro
dos segundos imaginário.


Uma velocidade do obturador mais rápida congelou o
movimento giratório das lâminas do moinho de vento
(à direita) e uma mais lenta arrastou o as mesmas
(á esquerda).

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Partições

Até agora, vimos que existem vários sistemas de arquivos, e que geralmente os sistemas operativos são compatíveis com apenas um ou no máximo dois sistemas diferentes. Como então instalar o Windows 95 e o Windows NT ou mesmo o Windows 98 e o Linux no mesmo disco rígido?

Para resolver este impasse, podemos dividir o disco rígido em unidades menores, chamadas de partições, cada uma passando a ser propriedade de um sistema operativo. Poderíamos então dividir o disco em 2 partições, uma em FAT 16 (para o Windows 95) e uma em NTFS (para o Windows NT), poderíamos até mesmo criar mais uma partição em HPFS e instalar também OS/2.

Do ponto de vista do sistema operativo, cada partição é uma unidade separada, quase como se houvessem dois ou três discos rígidos instalados na máquina.

Cada partição possui seu próprio directório raiz e sua própria FAT. As informações sobre o número de partições, a sua localização no disco, e o espaço ocupado por cada uma, são armazenadas na tabela de partição, que compartilha o primeiro sector do disco com o sector de boot.

Antes de formatar o disco rígido, é necessário particioná-lo. O mais comum (e também o mais simples) é estabelecer uma única partição englobando todo o disco, mas dividir o disco em duas ou mais partições traz várias vantagens, como a possibilidade de instalar vários sistemas operativos no mesmo disco, permitir uma melhor organização dos dados gravados e diminuir o espaço desperdiçado (slack), já que com partições pequenas, os clusters também serão menores (desde que seja utilizada FAT 16 ou 32, claro).
Para dividir o disco em duas ou mais partições, sejam duas partições com o mesmo sistema de arquivos, ou cada uma utilizando um sistema de arquivo diferente, você precisará apenas de um programa formatador que suporte os formatos de arquivo a serem usados. Um bom exemplo é o Partition Magic da Power Quest (www.powerquest.com) que suporta praticamente todos os sistemas de arquivos existentes. Outros programas, como o Fdisk do Windows ou o Linux Fdisk, possuem recursos mais limitados. Usando o Fdisk do Windows 98 poderá criar partições em FAT 16 ou FAT 32, e usando o Linux Fdisk é possível criar partições em FAT 16 e EXT2.

Caso pretenda instalar vários sistemas operativos no mesmo disco, precisará também de um gestor de boot (Boot Manager), que é um pequeno programa instalado no sector de boot ou na primeira partição do disco, que permite inicializar qualquer um dos sistemas operacionais instalados.

Durante o boot, o gestor mostrar-lhe-á uma lista com os sistemas instalados e lhe perguntará qual deseja inicializar. Se, por exemplo, tiver o Windows 98 e o Windows NT instalados na mesma máquina, carregar o Windows NT e, de repente precisar fazer algo no Windows 98, bastará reinicializar a máquina e carregar o Windows 98, podendo voltar para o NT a qualquer momento, simplesmente reinicializando o computador.


Existem vários gestores de Boot. O Windows NT e o Windows 2000 por exemplo, possuem um gestor simples, que suporta apenas o uso simultâneo do Windows 95/98 e do Windows NT/2000. O Linux traz o Lilo, que já possui mais recursos, apesar de ser mais difícil de configurar.

Existem também gestores de boot comerciais. O Partition Magic, por exemplo, acompanha um Boot Manager com recursos interessantes.

Outra coisa a considerar ao se dividir o disco em várias partições, é a velocidade de acesso aos dados. Como o disco rígido gira a uma velocidade fixa, o acesso às trilhas mais externas, que são mais extensas, é muito mais rápido do que às trilhas internas, que são mais curtas. Na prática, a velocidade de acesso à primeira trilha do disco (a mais externa) é cerca de duas vezes mais rápido que o acesso à última.

Como as partições são criadas sequencialmente, a partir do início do disco, o acesso à primeira partição será sempre bem mais rápido do que o acesso à segunda ou terceira partição. Por isso, prefira instalar na primeira partição o sistema operativo que você utilizará com mais frequência.

Também é válido dividir o disco em duas partições, deixando a primeira para programas e a segunda para arquivos em geral.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro

1- Unidas entre si pelas mãos dos
escuteiros e conservadas
horizontalmente, servem para
fazer uma barreira;

2- Usada como vara de
saltos serve para atravessar
cursos de água;

3- Pode servir para puxar
alguém que caiu a um rio ou
poço;

4- Colocada aos ombros de dois escuteiros
serve para transportar qualquer coisa,
dividindo o peso pelos dois;

5 - Com uma peça de roupa
atada e agitando-se no ar serve
para chamar a atenção ao
longe;

6- Quando alguém se
magoa num tornozelo,
serve como muleta;

7- Colocadas em forma de
tripeça, para sustentar uma
bacia, dão um bom lavatório de
campo;

8- Em tripé, podem
sustentar uma panela ao
lume, ou uma lanterna;

9- Serve de estendal para roupa a secar,
colocada entre os ramos de uma árvore
ou arbusto;




terça-feira, 10 de junho de 2014

Pelagodroma marina, Calcamar, Paínho-de-ventre-branco

Taxonomia
Aves, Procellariformes, Hydrobatidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
VULNERÁVEL -– VU (D2)
Fundamentação: Espécie que apresenta uma área de ocupação reduzida (inferior a 20 km2), encontrando-se num número restrito de localizações.

Distribuição
A distribuição mundial desta espécie inclui os Oceanos Atlântico e Índico, bem como a parte Sul do Pacífico.

As Ilhas Selvagens (Selvagem Grande, Selvagem Pequena e Ilhéu de Fora) são o único local do Arquipélago da Madeira onde ocorre, representando o extremo norte da distribuição mundial desta espécie. Neste Arquipélago e no Arquipélago Canário ocorre a subespécie endémica da Macaronésia, P.m. hypoleuca. Em Cabo Verde ocorre outra subespécie que é P.m. eadesi.

População
A sua população está estimada como sendo superior a 36.000 (Campos & Granadeiro 1999) e a 25.000 casais (Oliveira et al. dados não publicados), respectivamente para a Selvagem Grande e Selvagem Pequena. Estes núcleos constituem a quase totalidade da população europeia desta espécie.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Vulnerável (BirdLife International 2004).

Habitat
Ave marinha que nidifica em buracos profundos e extensos escavados em solos arenosas.

Factores de Ameaça
Esta ave apesar de não ter sido alvo de uma predação humana dirigida, era seguramente afectada pelo pisoteio das suas áreas de nidificação. Os ninhos, escavados em solos arenosos, são muito frágeis e facilmente colapsam sufocando as aves. Um trabalho de campo efectuado na Selvagem Grande em 1995 e 1996 (Campos & Granadeiro 1999) identificou a predação por murganhos como a causa de cerca de 25% do insucesso reprodutor da espécie.

Medidas de Conservação
As áreas de nidificação da espécie estão incluídas em zonas com o estatuto de Reserva Integral sob a gestão do Serviço do Parque Natural da Madeira, pelo que a ameaça relativa ao pisoteio está absolutamente controlada. Em 2002 foi levado a cabo um projecto com o objectivo de criar as condições para a recuperação dos habitats terrestres da Selvagem Grande, que passou, entre outras medidas, pela erradicação dos murganhos, o que veio obviar os efeitos negativos que esta espécie causava.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Marushin X Cartridge Super Redhawk 9.5 Inch HW (Black) 6mm


Marca: Marushin
Código do Produto: MRUS-047860
Hop-Up: Ajustável
Peso: 890 grs
Comprimento: 385 mm
Capacidade: 6 bb's
Potência: 320 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: semi-automático

A Ruger Super Redhawk é uma linha de revólveres que começou em 1987 mas continua nos dias de hoje com novas variantes e revisões de desenhos. O objectivo de desenho de revólver era utilizar calibres maiores e mais potentes, incluindo o .44 Magnum, .454 Casull e .480 Ruger.

A série Marushin X Cartridge carrega seis cápsulas em tamanho real no tambor; cada cápsula tem um única BB de 6mm. O reservatório de gás na arma é carregado através de uma válvula standard no fundo do punho; leva gás suficiente para disparar todos os 6 tiros, cada um atingindo perto de 320 fps tornando muito potente.

Uma BB de 6mm a 320 fps com uma massa aproximada de 0.2grs tem perto de 1.1 joules.

O punho em tamanho normal permite uma utilização confortável desta arma de armação grande, o seu desenho mostra as características de um desenho reforçado. A mira traseira, metálica, ajustável e o ponto de mira frontal vermelho também tornam bastante fácil apontar a um alvo. Uma arma com este aspecto e potência está claramente marcando uma posição; você transporte e usa uma mais pelo impacto psicológico do como arma; claramente uma arma para Marshalls do jogo ou líderes de equipa se existirem.


in


sábado, 7 de junho de 2014

Reencontro de amigos

Hoje, dia 07 de Junho de 2014, realizou-se em Setúbal um "Reencontro de amigos", basicamente um grupo de alunos e ex-alunos da Universidade Aberta que se reencontraram para recordar os muitos momentos em comum passados numa Universidade onde apesar de não existir ensino presencial o relacionamento pessoal também marca a sua presença.