sábado, 14 de junho de 2008

A revelação V

A POSITIVAÇÃO

Na positivação passaremos a imagem fixada no negativo para o papel, obtendo assim a fotografia final. Para isso projectamos a imagem do negativo sobre o papel fotográfico, sensível à luz, com a ajuda de um ampliador. Dado que o papel que utilizaremos é ortocromático (não é sensível a todos os comprimentos de onda de luz, somente a alguns), poderemos trabalhar iluminando o laboratório com uma luz de cor vermelho escuro (cor a que é insensível o papel ortocromático).

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Vamos tomar uma atitude para mudar esse estado de coisas?

Você precisa contribuir para segurar a água das chuvas. Para isso, pode manter a área verde com solo permeável, ou cobrir o solo somente com camadas de pedregulho, sem cimentar, ou construir uma cisterna para armazenar essa água, ou fazer um telhado verde na sua casa, ou fazer um poço de infiltração, para que essa água entre na terra, para que recarregue o lençol freático. Se alguém sugere que se faça canais para escoar a água mais rapidamente, não entendeu que essa água fará falta depois, porque precisamos dela para alimentar o lençol freático.


Entendeu? Agora percebe o quanto é co-responsável pelo clima, pelas enchentes e pela seca que o afectam, à sua família, à sua cidade e à sua região? O que poderia fazer na sua casa, no seu terreno, na sua rua, na sua empresa, na sua comunidade para segurar o máximo de água da chuva no seu prédio, no seu bairro, na sua cidade? E o que pode fazer para sensibilizar os familiares e os colegas da empresa, da comunidade para colaborar neste movimento contra as enchentes e a seca? Se tiver ideias ou já estiver fazendo algo, divulgue, discuta em sua comunidade. Não se omita! Seja actor neste palco da vida!
Retenção de água da chuva: em estradas, no campo com terraços, em cisternas (com água que vem do telhado).Retenção de água da chuva: em estradas, no campo com terraços, em cisternas (com água que vem do telhado).

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Duração e períodos dos acampamentos

Um programa anual de unidade contempla habitualmente acampamentos de curta duração (dois ou três dias) e um acampamento de duração mais prolongada, geralmente o acampamento de verão. Embora tanto adultos como jovens não tenham sempre a disponibilidade pretendida, é desejável que este acampamento prolongado dure, pelos menos, uma semana. É uma condição para que uma vida comunitária enriquecedora se possa organizar e que uma diversidade de actividades permita o crescimento e progresso de cada um. 
Como um acampamento faz parte integrante do programa da unidade, não deverá haver uma longa distância entre as actividades correntes e o acampamento. Um tempo de espera justifica-se quando, por exemplo, o acampamento de verão está marcado para Agosto, ou seja, várias semanas depois do fim do ano escolar. Se o acampamento tem mesmo que ser naquela altura, deverão prever-se reuniões entre o final das aulas e o acampamento, de forma a se manter um certo espírito e a garantir uma boa preparação do mesmo.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O que é o airsoft? III

O airsoft e um desporto dinâmico, que precisa de terrenos amplos, mas sem uma necessidade básica de infraestruturas concretas, porque um campo de batalha para airsoft, surge em qualquer lugar apto ao desenvolvimento do jogo. Se a aposta ocorre num bosque, o jogador de airsoft se adaptará a esse tipo de ambiente e como já se explicou anteriormente, usará elementos que lhe proporcionem vantagem ou facilidade para o desenvolvimento das suas estratégias e planos de jogo. Se o jogo se desenvolve num ambiente urbano, campo aberto, recintos fechados, etc., o jogador de airsoft continuará adaptando-se e envolvendo-se activamente para que o jogo seja atractivo e a simulação que se pretende, seja do nível de satisfação e exigência dos jogadores, que são os primeiros interessados nesse nível de simulação concreto. 
Para um correcto desenvolvimento de um jogo de airsoft, à parte do exotismo dos seus materiais, são necessárias outras condicionantes que devem estar perfeitamente executadas. A actividade em si, deve estar autorizada pela autoridade competente já que se trata de uma actividade de simulação, que fora do contexto em que se pratica, poderia resultar ofensiva. Outra questão muito importante é que o campo de jogo, conte com o consentimento do seu proprietário e que esteja perfeitamente sinalizada a actividade que se está realizando dentro, para evitar mal entendidos e situações desnecessárias. 
O airsoft como actividade lúdica, nasce em plena revolução industrial e social no Japão, na década dos anos 80. Esta actividade desportiva, teve logo grande aceitação entre adeptos de muitos países da Europa e da América do Norte. Com o passar dos anos e com o crescimento do número de adeptos e praticantes desta modalidade desportiva, foram criando-se clubes, associações e federações dedicadas à divulgação do airsoft como disciplina desportiva e recreativa. Em Portugal atinge o seu auge em 2006, existindo equipas, clubes e associações promotoras do desporto, trabalhando, divulgando e participando em eventos de nível local, regional, nacional e até internacional. Cada dia encontramos mais adeptos entre os jovens e adultos da sociedade portuguesa. 
Com carácter geral, realizam-se por todo o território português, eventos e concentrações de jogadores, equipas, clubes e associações. Estes eventos vão adquirindo paulatinamente, maior referência e os jogadores de airsoft mobilizam-se, aparecendo com cada vez maior número e interesse. 
Estes eventos de carácter supra-regional, aglutinam muitas vezes grupos de mais de 100 pessoas e as idades compreendidas oscilam entre a idade mínima para a prática que são os 18 anos e os 99. 
O grupo mais numeroso sem dúvida estará dentro do escalão etário dos 18 aos 30 anos. Entre os praticantes de airsoft, encontram-se pessoas de todos os estratos sociais e das mais diversas ocupações. São numerosos os jovens estudantes e também podemos encontrar agentes das forças de autoridade, militares, funcionários públicos, operários, empresários, etc. 
O airsoft é um desporto, sendo que não precisa mais do que entusiasmo e vontade de superar-se individualmente e sobretudo em equipa, respeitando o meio ambiente, o local onde se joga e acima de tudo não gerando resíduos, nem marcas, manchas ou odores, porque as bolas de PVC utilizadas muitas das vezes são biodegradáveis. 
A prática de airsoft, requer alguns elementos básicos de autoprotecção, dada a baixa perigosidade deste desporto, sómente se exigem uns óculos de protecção para os olhos, ficando ao bom critério de cada desportista o uso de outros elementos de protecção e segurança. Estes óculos de protecção para os olhos, devem ser capazes de suportar o embate de uma bola de PVC a uma distância inferior a 30cm e não se partir, nem sofrer qualquer alteração.

domingo, 8 de junho de 2008

O melhor custo-beneficio

Simplesmente comprar o melhor microcomputador que o dinheiro pode pagar, não é uma tarefa muito difícil, basta comprar os melhores e em geral mais caros componentes, encher de memória RAM e voilà. 
Porém, a não ser que seja algum milionário excêntrico, esta provavelmente não será uma boa ideia. Você já deve ter percebido que no mundo da informática as coisas evoluem muito rápido. A cada semana, novos componentes são lançados. Mas, prestando um pouco de atenção na ciranda dos preços, você vai perceber duas coisas: 
1 - Em geral os fabricantes lançam novos componentes com pequenos avanços sobre os anteriores, porém com um grande aumento de preço. No ramo dos processadores por exemplo, os novos modelos são sempre apenas 33 ou 50 MHz mais rápidos que os anteriores. Na família Pentium III, por exemplo, tivemos em menos de um ano, lançadas versões de 450, 500, 533, 550, 600, 650, 667, 700, 733, 750, 800 e 1000 MHz. Sempre que uma nova versão é lançada, as anteriores caem de preço e as muito antigas são retiradas do mercado. A diferença de preço entre a versão topo de linha e a anterior, que é em geral apenas 5 ou 6% mais lenta, pode chegar a quase 50% e a diferença entre a versão mas rápida e a versão mais lenta encontrada à venda (que em geral tem um desempenho apenas 35 ou 50% menor) pode ser de mais de 10 vezes! Por exemplo, logo que o Pentium III de 1 GHz foi lançado, custava nos EUA, quase 1.000 dólares. Na mesma época, as mesmas lojas (nos EUA), vendiam um Celeron de 500 MHz por cerca de apenas 50 dólares! Em Portugal os preços claro são um pouco mais altos, mas a proporção é a mesma. 
Vendo isso, logo perceberá que simplesmente não vale à pena comprar o processador mais rápido, mas sim pagar 3 ou 4 vezes menos por um processador apenas um pouco mais lento.
Em outras áreas, como no ramo de placas de vídeo 3D, a diferença não é tão gritante assim, mas as placas topo de linha em geral custam 2 vezes mais do que as versões anteriores, sendo em geral 25 ou 30% mais rápidas. No caso da memória RAM, não existe uma grande evolução em termos de velocidade, porém muitas vezes é preciso trocar os módulos de memória ao actualizar um sistema antigo. No caso do disco rígido, o factor mais importante é a capacidade, mas o desempenho também é fundamental. Muitas vezes um disco rígido menor é muito mais rápido do que um de maior capacidade. No capítulo sobre discos rígidos encontrará uma tabela comparativa entre os principais discos rígidos à venda.
 
2 - Nos últimos anos, os equipamentos evoluíram muito mais rapidamente do que os requisitos dos programas. Ao contrário do que tínhamos a alguns anos atrás, um microcomputador de há dois anos atrás, completamente ultrapassado pelos padrões actuais, pode utilizar com desenvoltura quase todos os aplicativos mais actuais. A menos que trabalhe em uma área muito crítica em termos de desempenho, como edição de vídeo por exemplo, muitas vezes sequer notará muita diferença entre o desempenho de um microcomputador topo de linha e um equipamento um pouco mais antigo, desde claro, que ambos estejam correctamente configurados. 
Actualmente, temos apenas dois tipos de aplicativos que realmente utilizam todo o poder de processamento de um microcomputador topo de linha: aplicativos profissionais de renderização de imagens e edição de vídeo e os jogos mais actuais. Isso não significa que estes aplicativos não funcionem ou fiquem muito lentos em um microcomputador um pouco ultrapassado, mas que ficam mais rápidos, ou com mais detalhes (no caso dos jogos) num microcomputador topo de linha. Se vale à penas gastar duas vezes mais num microcomputador topo de linha para ter apenas um pouco mais de desempenho aí já é consigo, mas na minha opinião realmente não vale à pena, a menos que realmente trabalhe com este tipo de aplicativo, o que é raro. 
Em aplicações mais leves, como processamento de textos, acesso à Internet, jogos um pouco mais antigos (lançados a mais de 18 meses) e mesmo programas gráficos (com excepção apenas de filtros e operações mais demoradas) a diferença para o utilizador é mínima. Não se iluda muito com os resultados mostrados nos benchmarks; qual seria a diferença, para você, se uma imagem demorasse 2.5 segundos ao invés de apenas 1.5 segundos para ser aberta no Photoshop, ou se o Word demorasse 0.5 segundo ao invés de apenas 0.35 segundo para abrir uma nova janela? Para alguém que trabalha editando imagens e aplicando filtros e efeitos que muitas vezes demoram horas para serem processados, talvez um ganho de 10 ou 15% de desempenho resultasse em um grande ganho de produtividade, mas será que este é o seu caso?
Além de saber escolher os componentes com relação à qualidade, preocupe-se em se perguntar “será que realmente vou precisar de tudo isso” quando for comprar um novo microcomputador. Claro que não vale à pena comprar um equipamento muito ultrapassado, mas também não vale a pena comprar um topo de linha. O ponto ideal está em algum lugar destes dois extremos.

sábado, 7 de junho de 2008

A revelação IV

LAVAGEM

A lavagem tem por fim eliminar os compostos químicos utilizados nos passos anteriores. Lavaremos os negativos com água da torneira (a uns 20 graus) durante pelo menos 20 minutos. renovando constantemente a água. É muito importante lavar bem os negativos, já que restos do fixador na película farão com que esta se degrade com o passar dos anos, destruindo-se a imagem fixada.
 
HUMIDIFICAÇÃO

O humidificador é um sabão suave cuja única missão é eliminar a tensão superficial da água, evitando assim que se formem gotas. Depois da lavagem submergiremos o negativo em água com umas gotas de humidificador, evitando assim que se formem gotas na superfície da película, que ao secar produziriam manchas no nosso negativo.
 
SECAGEM

Depois de lavar e humidificar o negativo devemos secá-lo. Isto podemos fazê-lo simplesmente pendurando-o e deixando-o secar no ar, ou utilizando uma secadora.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

As leis do mercado

Que as leis do mercado condicionam a vida no dia a dia de todos nós é uma realidade inquestionável...

Hoje conto-lhes um exemplo inacreditável que me sucedeu.
 
Sou proprietário de um Volkswagen Polo já com 14 anos, que no ano transacto, fruto da minha inabilidade, foi vitima de um acidente de viação, aproximando-se a data de ser presente à inspecção auto, urgia a sua reparação. Recorri a uma oficina de mecânico que me indicou que recorresse a uma oficina de bate-chapas porque era essa a área das reparações necessárias na viatura.

Porque as planícies alentejanas se tornam demasiado grandes para deslocações pedonais, vi-me forçado a seguir as indicações recebidas. Consultei uma oficina de bate-chapas no Bairro da Liberdade, em Grândola, que orçou a reparação em 1.375,00€... Em pânico perante um custo que ultrapassava o do valor da aquisição da viatura em 2002 comecei a pensar seriamente em mandar abater a viatura! 
Passados uns dias sou chamado pelo responsável da oficina que me diz ter conseguido encontrar peças mais baratas e por conseguinte me poderia reparar o carro por 900,00€. O valor continuava a ser ilogicamente elevado para mim e por conseguinte a viatura continuou sem ser reparada. 
Aproximando-se a data da inspecção urgia tomar uma decisão, desloquei-me a Setúbal e junto da SVP Auto e da Machete & Machete, tratei de obter preços das peças cuja substituição se impunha. 
Fiquei surpreso, resolvi pensar um dia ou dois para ter a certeza de que não estaria a precipitar-me, mas hoje decidi que era tempo de actuar e fui às compras! 
Resultado? Adquiri todas as peças por 104,57€...

Se eu que sou um consumidor final consegui adquirir as peças por este valor, uma empresa deste sector certamente as adquirirá por um valor muito inferior!

Resta-me concluir que neste mercado a montagem de peças que efectuarei pelas minhas próprias mãos, tem um custo de 900%!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Sabia que você contribui para as enchentes e a seca? E que pode ajudar a evitar que elas que elas aconteçam? II

A impermeabilização das áreas não construídas dos prédios residenciais e o lançamento das águas pluviais na rua, mesmo que atinjam a rede de águas pluviais, vão acabar nas zonas baixas, onde se acumulam e podem provocar enchentes, gerando vítimas e prejuízos.
Contribuímos para que existam flagelados de enchentes não somente no nosso prédio, na nossa cidade, mas ao longo de toda rede de drenagem ao qual pertence a bacia hidrográfica em que nós vivemos. Para ficar mais claro: se a água de chuva de seu prédio é lançada toda na rua e se ela se juntar com as águas dos vizinhos pode transformar-se num rio “lindo de matar e de destruir”, cinematográfico e que pode arrastar desde sedimentos e lixo, até carros nas descidas. E nas zonas baixas a água vai se acumular, tanto mais intensamente quanto mais lixo você ou seus familiares ou seus amigos também lançarem nas ruas.
As enchentes e a elevação do nível de vazão das águas do ribeiro que serve o seu bairro, levando prejuízo e desgraças pelo caminho, seguem adiante.
Ainda tem mais. Se o seu prédio urbano ou sua propriedade rural for um contribuinte da “ilha de calor” – que é o aquecimento do ar nas cidades, causado pelas construções, pelo revestimento do solo e pela actividade humana -, é também contribuinte das chuvas pesadas, que o solo muitas vezes não tem tempo de absorver e do aumento do drama das enchentes e do aumento do nível da vazão de riachos, de ribeiros e de rios.
 
Enchente provocada por água não retida em terrenos urbanos com solo impermeabilizado, impedida de recarregar o lençol freático e expulsa para a rua.
Esse seu acto ainda tem outros impactos. A água da chuva que você não deixou ser armazenada no lençol freático sob seu prédio, porque impermeabilizou o solo, fará falta na época de poucas chuvas. O lençol freático deveria ser a garantia de água para a época da seca. A natureza criou o lençol freático para estabilizar a oferta de água durante o ano e mandou a chuva para recarregar o lençol freático. Mas os nossos actos impensados geralmente proíbem a natureza de funcionar como deveria; por exemplo, com a impermeabilização do solo e o despejo de toda a água da chuva na rua, para que ela volte logo para o mar. Para que ela não fique aqui, armazenada, pois não foi entendido que a água das chuvas armazenadas no solo iria servir para nos ajudar na época seca do ano. Aquele que impermeabilizou o terreno é contribuinte do agravamento do período seco do ano. As plantas, por não encontrarem água no lençol freático, não podem vaporizar água no ar. As folhas vão murchar e vão cair mais cedo.
Se o cidadão urbano já é contribuinte da ilha de calor, quando não se tem uma área verde, nenhuma árvore no prédio, a pouca água que existe será rapidamente gasta pelas plantas que sobraram na vizinhança, por causa do ar quente. Essa água evaporada pelas plantas ainda vai ser levada embora pelas brisas e pelos ventos que as pequenas ilhas de calor geradas em cada prédio urbano sem verde ajudam a produzir.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Acampamentos e saídas II

Tipos de Acampamentos

Em tempos, o acampamento escutista não passava de uma base fixa onde se voltava todos os anos, muito embora várias unidades tenham conservado esta prática. Não se sabia encorajar a diversidade das experiências de acampamentos para estimular os jovens e incitá-los a progredirem no seio do escutismo.
 
Múltiplas possibilidades estão à disposição das unidades:
- acampamentos de verão, acampamentos de outono, acampamentos de inverno, acampamentos de primavera;
- alojamento em acantonamentos ou em parques de campismo;
- acampamento fixo ou acampamento itinerante;
- acampamento lacustre (instalação em jangada ou em estacaria);
- acampamento em viagem (descoberta de uma região);
- acampamento em quinta;
- acampamento de bicicleta;
- acampamento de barco;
- acampamento em estaleiro;
- acampamento de ski ou de raquetes;
- jamboree’s ou moot’s
- etc.
 
Os locais dos acampamentos determinam muitas vezes o seu tipo. Pode-se assim ter o acampamento:
- numa base ao ar livre
- numa base escutista
- num parque público (nacional, regional ou municipal)
- num centro de férias
- até na cidade
 
Não se sabia encorajar a autonomia. Tanto quanto possível a unidade assegurará ela própria todos os serviços de que necessite. 
Isso não quer dizer, necessariamente, que são os jovens que devem assegurar os seus serviços. Sabe-se que quanto mais os jovens se desenvolvem, mais estarão em condições de assegurarem as suas próprias tarefas.
Tal linha de conduta justifica-se não só por imperativos pedagógicos escutistas, nomeadamente a importância de cultivar o desembaraço, mas também por razões económicas. Que pensar de uma unidade que realizasse o seu acampamento numa base ao ar livre super equipada, onde monitores especializados organizam todas as actividades, mas a quem teriam que pagar 50 euros por dia e por criança/jovem.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O que é o airsoft? II

O airsoft é um desporto e honra, ao atingir um adversário, a única maneira de poder assegurar que o adversário foi atingido e eliminado, é o próprio reconhecimento do seu estatuto de eliminado, por parte do adversário que foi atingido pelos impactos, já que não existe outra possibilidade, dado que a bolinhas de pvc não deixam marca alguma. Por isso, os jogadores de airsoft, são pessoas desportistas, competitiva, mas acima de tudo sinceras, porque essa é a única maneira de validar as actuações, dentro do terreno de jogo. 
O objectivo final de um jogo de airsoft, é elevar ao estatuto de vencedor uma das equipas que competem, mas para chegar a esse objectivo principal, tem de se resolver e cumprir outros objectivos secundários, que passam pela eliminação do adversário, pelo correcto desenvolvimento de uma actividade proposta, pela perícia demonstrada em actividades concretas, pelo trabalho em equipa, pelas técnicas adoptadas para a execução das actividades, etc. Jogar airsoft é entrar em pleno numa actividade, na qual se sabe como começa a partida, mas uma vez colocados os jogadores no terreno, é impossível determinar um resultado, devido à constante evolução do jogo, através das correctas aplicações de estratégias e técnicas, que permitam a sobrevivência da própria equipa e a eliminação do adversário, ou então ser o melhor na prossecução dos objectivos e actividades propostas. 
A finalidade do Airsoft, é sem qualquer dúvida, experimentar as emoções que provoca a ambientação do jogo, como uma actividade ao ar livre, uma vez que se descobre e melhora, a velocidade de reacção perante o inimigo, a conjugação de ideias, o trabalho em grupo, o companheirismo, o aumento na rapidez de reflexos e a melhoria da condição física por tratar-se de uma modalidade desportiva, que requere suportar um esforço físico, de acordo com o nível dos jogos.

domingo, 1 de junho de 2008

Escolhendo os outros periféricos IV

Placa de Som

A placa de som não influencia em nada o desempenho do microcomputador, apenas determina a qualidade do áudio. Para uso normal, uma placa de som simples como uma Sound Blaster 32, ou mesmo uma daquelas placas “genéricas”, geralmente equipadas com chipsets Yamaha, dão conta do recado.

Placas mais caras farão diferença caso pretenda trabalhar com edição musical, ou faça questão de ouvir músicas em MIDI com o máximo de qualidade.

Existem também placas de som 3D, como a Turtle Beath Montego e a Sound Blaster Live, que geram sons que parecem vir de todas as direcções, mesmo usando caixas acústicas comuns. Este efeito é muito interessante em jogos, pois oferece uma sensação de realidade muito maior.

Imagine ouvir o som de um tiro como se ele tivesse sido disparado por alguém que está bem atrás de você.
 
 
Upgrades e actualizações

Fazer um upgrade, significa trocar alguns componentes de um microcomputador já ultrapassado a fim de melhorar seu desempenho. Porém, muitas vezes, o microcomputador está tão desactualizado que seria preciso trocar quase todos os componentes para conseguir atingir um desempenho aceitável. Neste caso, compensaria mais vender o microcomputador antigo e comprar um novo.

O segredo para realizar um bom upgrade, é detectar os “pontos fracos” da configuração, componentes que possuem um desempenho muito inferior ao restante do conjunto. Para exemplificar, analisarei agora algumas configurações:
 
Configuração 1:
Processador Pentium III de 800 MHz
128 MB de memória RAM
HD de 10 GB
Placa gráfica onboard de 32 MB
Monitor SVGA de 15 polegadas
Temos aqui um microcomputador bem antigo, de configuração extremamente modesta, mas que tem um grave ponto fraco: a pouca quantidade de memória RAM. O ideal aqui seria adicionar mais 128 MB de memória, totalizando 256 MB, o que multiplicaria a velocidade do equipamento.
Também valeria à pena trocar o processador por um Pentium de 1100 MHz, já que neste caso não precisaríamos trocar também a placa mãe.
 
Configuração 2:
Pentium IV 3,0Ghz
512 MB de memória RAM
HD de 120 GB
Placa gráfica AGP de 64 MB
Monitor SVGA de 17 polegadas
Agora temos uma configuração equilibrada. As únicas mudanças viáveis seriam o aumento da quantidade de memória para 1 GB ou a troca do disco rígido (caso o utilizador esteja com problemas de espaço).
Não seria uma boa ideia pensar em trocar o processador, pois para instalar um Dual Core, um Cores 2 Duo, ou mesmo um AMD Phenom neste microcomputador, teríamos que trocar também a placa mãe. Caso os módulos de memória actuais sejam DDR, o gasto seria ainda maior, já que as placas mãe mais modernas possuem usam memórias DDR2 o que nos obrigaria a trocar também as memórias.
Caso o utilizador do microcomputador goste de jogos, ou pretenda trabalhar com imagens tridimensionais, então uma placa de gráfica AGP 512MB, seria uma boa ideia.
 
Configuração 3:
Intel Dual Core
1GB de memória RAM
HD de 250 GB
Placa de gráfica PCIx de 512MB
Monitor TFT de 20 polegadas
A primeira coisa a considerar neste exemplo seria a troca do processador por um Intel Core 2 Duo, já que poderíamos trocar apenas o processador. Teríamos então um excelente configuração, com excepção do disco rígido, muito pequeno e lento para um microcomputador deste porte.
Seria uma boa ideia troca-lo por um de 500 GB ou mais. Se fosse adicionada também uma placa gráfica SLI passaríamos então a ter praticamente um topo de linha. O aumento da quantidade de memória para 2 GB deveria ser considerado caso o utilizador tenha o hábito de trabalhar com vários programas abertos ao mesmo tempo, ou tenha o hábito de abrir arquivos muito grandes.
As peças antigas, no caso o processador o disco rígido e a placa gráfica poderiam ser vendidas depois para cobrir parte da despesa do upgrade. Existe um mercado muito grande para discos rígidos usados.