sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Outros tipos de saídas

O programa de actividades de uma unidade escutista pode contar com outros tipos de saídas além dos acampamentos. Serão geralmente saídas de um dia ou de meio dia, que exigem menor preparação que um acampamento mas que podem, mesmo assim, ser fonte de descobertas importantes para as crianças/jovens.
Excursões ou dias campestres
As saídas de um dia a ambientes de natureza têm o mérito de causar uma certa mudança às crianças/jovens permitindo-lhes um grande número de actividades: passeio de bicicleta ou a pé, piquenique, equitação, escalada, patinagem, ski de fundo… Mesmo que a saída só dure um dia, é importante que haja uma certa variedade. Prevê-se geralmente uma refeição e pausas e, devendo-se ter o cuidado de equilibrar as actividades.

 
Visitas
Uma outra saída pode ser a descoberta de um bairro, a visita a uma fábrica, a um estúdio de televisão, a um museu, a uma barragem hidroeléctrica, a um jardim zoológico, a um jardim botânico… Estas saídas podem constituir um elemento de preparação de uma actividade de maior envergadura, tendo como finalidade, por exemplo, documentar-se com vista a um acampamento (visita-se uma reserva com vista a um acampamento sobre esse tema).
Algumas visitas implicam custos, os quais terão que ser previstos no orçamento. É possível que a unidade tenha que realizar uma actividade de financiamento para cobrir estes gastos. Assegurar-se que as crianças/jovens têm mesmo que fazer esta saída e que têm consciência que terão que trabalhar para a poder efectuar.
Por fim, que nos lembremos que as actividades em público permitem às pessoas ver o que somos e o que as crianças e jovens fazem. É pois a imagem do Movimento escutista que pode ser potenciada, reforçando internamente o que fazemos.

 
Inter-unidades
É sempre enriquecedor para as crianças/jovens de uma unidade contactarem com escuteiros de outro Agrupamento ou de outra unidade. Esta actividade pode concretizar-se de diversas formas:

  • visitar uma outra unidade no momento de uma reunião semanal;
  • um dia no campo em conjunto;
  • um torneio desportivo (futebol, voleibol…);
  • um rally;
  • um concurso de improvisação entre várias unidades;
  • apadrinhamento de um agrupamento em formação.
Quando nos encontramos com uma outra unidade escutista, devemos mostrar cortesia e respeito. Cada unidade não tem nada a provar à outra. O que se deve procurar antes de tudo, é confraternizar. 
Outros tipos
Para terminar, mencionemos outros tipos de saídas, simplesmente a título sugestivo:

  • participação em Jamboree no ar/Jamboree na Internet;
  • participação num acampamento regional ou num jamboree regional ou nacional;
  • participação em eventos públicos (festivais, festas de bairro ou da cidade, festa nacional, concursos de esculturas no gelo, concurso de construções na areia, concurso de decoração de abóboras, corridas de bicicleta…);
  • participação em actividades do agrupamento.
 

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Minigun ECHO1 M134 por CAW

Fabricante: Craft Apple Works for Echo 1
Modelo:
M134 Minigun

Capacidade: 1700 tiros
Peso: 16 kgs
Potência:
350 fps
Motor: TD3378-120
Hop-up: Ajustável
Bateria: 12V 7Ah lead battery
Modo de tiro: Full auto
Construção: Toda em metal

Prós
Alucinante ritmo de fogo, acima de qualquer outra arma! Construção realística toda em metal e funcionando Torna-se também numa excelente peça de exibição também.

Contras
Muito pesada Processo de carregamento lento Falta de sistema de mira

Veredicto
Um clássico revivido das idades antigas do airsoft, com um exterior muito bem feito e uma qualidade interior brilhante para uma performance que dá nas vistas. Talvez não a mais indicada arma de jogo, mas de certeza que faz efeito quando se trata de psicologicamente esmagar os seus oponentes.

REVISÃO HISTÓRICA

Quando vemos as modernas armas Gatling de alimentação externa com um alucinante ritmo de fogo de milhares de tiros por minuto, é fácil esquecer que de facto a primeira metralhadora usou um mecanismo similar de alimentação e um conjunto de canos rotativos – apenas eram inicialmente rodados à mão em vez de usar um motor eléctrico ou pneumático. Nos anos 1860’s não existiam metralhadoras autocarregáveis, assim a arma Gatling representava o máximo volume de poder de fogo no terreno.

Quando outras metralhadoras autocarregáveis mais ligeiras e baratas foram inventadas, a arma Gatling evaporou-se dos campos de batalha por algumas décadas, até que foi ressuscitada como arma de apoio para aviação em meados do século 20. O peso e custo não é tão significativo nesta área e o benefício de ser capaz colocar toneladas de barreiras de chumbo num curto espaço de tempo sem aquecer demais é significativo.


Numa arma com seis canos, um máximo teórico de 6.000 tiros por minuto apenas significa uns moderados 1.000 tiros por minuto por cano, sem mencionar que metralhadoras convencionais não podem atingir estes ritmos de fogo para começar. Quando disparada a um ritmo lento, o tiro por minuto por cano fica suficientemente baixo para permitir rajadas muito longas sem danificar os canos.


As Miniguns também têm um papel nas histórias dos filmes, sendo adaptadas em imaginárias armas de suporte de transporte manual como se viu nos filmes Predator e Terminator 2. Como ocorrência curiosa, mais tarde, ambos, Jesse Ventura e Arnold Schwarzenegger acabaram por vir a ser governadores do Minnesota e da Califórnia respectivamente. Por isso se procura uma carreira na política, disparar uma Minigun à mão no grande ecrã não é necessariamente um mau passo.

Retire a capa para revelar o mecanismo. É uma máquina!
Área de alimentação exposta. O gear principal actua alimentando.
O motor desligado da gear principal. Gear bastante musculosa, em comparação com uma AEG!
AS VERSÕES COSPE BB’S

Mesmo com a M134 com pegas para carregá-la sem suporte é apenas um modelo semi-realístico, a bem sucedida apresentação em filmes tornou-a num item procurado, que os construtores de airsoft decidiram replicar. Não é a única arma de airsoft inspirada em filmes – ou jogos, no mercado, mas mesmo se fossem apenas os diletantes que se preocupassem com a não existência da sua parceira real. Os dois modelos mais recentes são construídos pela Toy-Tec e Asahi, dos quais o primeiro era totalmente eléctrico enquanto o último usava electricidade para rodar os canos e um tanque de gás externo para mover as BB’s. Desde então um híbrido gás/eléctrico foi construído pela P3 nos EUA e o desenho da Toy-Tec foi usado à alguns anos atrás pela Creation para lançar o seu modelo M134. A Minigun CAW/Echo1 M134 tem um mecanismo similar ao da Toy-Tec M134.

Conteúdo da caixa de madeira exposto. Basta adicionar uma bateria e BB’s.
O receptor está montado na posição vertical para uma melhor desmontagem.
Desaparafusar o anel da tampa traseira.
DESCASQUE A CEBOLA. RÁPIDO!

A Minigun Echo1 é embalada numa caixa de madeira verde com marcas de stencil pretas informando o fabricante e o modelo. A caixa é convincente bem como o conteúdo – esteja preparado para provar que é realmente uma arma de brinquedo quando ela chegar à alfândega. O topo da caixa desliza para um lado, revelando algum material da embalagem, uma parcialmente desmontada M134, sistema de carga, manual de instruções e CD.


Para completar a M134, só precisa apertar dois parafusos para terminar o sistema de transporte, então instala-o na arma com pinos de aço e clips de retenção. Tudo o que precisa é de uma chave allen e tudo o resto se monta sem ferramentas. As instruções dizem como ligar os cabos e depois de carregar a bateria de 12 volts (vendida à parte), você está preparado para o rock 'n roll!


As peças de metal são pintadas de preto e tem um excelente aspecto. As únicas peças de plástico são o punho e ele serve solidamente tal como o resto da arma. Não existe nada que possa cheirar ou tocar ou olhar que dê a impressão de ser um brinquedo.


Os princípios operacionais são realistas como na origem: Quando os canos são rodados por um motor eléctrico, a gear principal também activa o sistema de alimentação. As BB’s são enviadas para um tambor helicoidal de alimentação e empurradas para o corpo principal numa linha simples. Dentro corpo principal existe um disco tipo espiral que pega a BB num momento e começas a movê-la para a câmara. Quando a BB chega à câmara, o pistão foi armado por uma superfície cam no interior do corpo principal e está pronta para libertar, disparando a BB. Cada cano tem o seu próprio cilindro e pistão, assim os processos de carregar e armar a arma aconteceu simultaneamente numa fase diferente para cada cano.

Desaparafusar a tampa traseira do eixo principal.
Grandes rolamentos expostos. E você pensou que 8 milímetros era grande?!
As unidades de cilindro saem uma a uma. Existe um cilindro dedicado para cada cano.
A MINHA MISSÃO É DISPARAR!

Antes de mais, há um folheto que explica de uma forma secamente cómica que tipo de BB’s deve usar. Os gráficos mostram um martelo atingindo uma BB e uma BB deformada significa NO-GO enquanto uma desfeita é OK. Espere um segundo, o que quer dizer isto? Sim: uma BB deformada significa que é suave. Não usar dessas. Vai precisar de uma BB rija que irá quebrar quando atingida pelo martelo, só para que ela se mantenha em condições e redonda no mecanismo de alimentação. Nos nossos testes achámos as BB’s EXCEL duras e funcionam na perfeição. Parece ser o que o construtor usa nos seus vídeos também.

Configurar a Minigun Echo1 M134 para disparar implica um passo que é uma novidade para nós, mas certamente uma boa dica para todos os proprietários de Miniguns Echo1 ToyTec. Além de usar BB’s suficientemente duras, o mecanismo de carga tem outra exigência. Quando a Minigun está rodando, as BB’s são introduzidas na arma a cerca de 50-70 BB’s por segundo, assim uma falha nessa área pode levar a resultados catastróficos.


Atenção: as BB’s já dentro da arma devem ser empurradas para a frente pelas outras BB’s atrás delas. Assim tenha a certeza que o mecanismo de alimentação está cheio com BB’s manualmente, antes de usar a parte eléctrica.

Para ter a certeza de que as BB’s estão a seguir através do mecanismo de alimentação sem interrupções, deve rodar os canos manualmente depois de ligar o sistema de alimentação de 1700 tiros e abrir a porta de carga. Rodar os canos 1/6 de uma volta permite-lhe disparar tiros simples mesmo sem a bateria ligada e isso não causa qualquer dano no mecanismo. (Isto é também útil quando quiser levar a sua arma a um cronógrafo) Só após cada cano ter disparado pelo menos duas BB’s, você deve ligar a bateria e começar a disparar.
A desmontagem frontal começa pela remoção de um anel. A montagem da gear principal e cabo.
Os cilindros estão normalmente em torno desta parte, com a frente virada para baixo.
A desmontagem da alimentação em espiral incluída em andamento.
RECARREGAR

Sim, você vai precisar de eventualmente carregar a Minigun. No entanto o sistema de carga leva aproximadamente 1700 tiros, o ritmo de fogo infernal gasta essas BB’s como se não houvesse amanhã. Mesmo no nível mais baixo do ritmo de fogo a besta cospe 100 BB’s cada 2 segundos, assim toda a capacidade de munições será esgotada em meio minuto! (Note que disparar rajadas de mais de 5 segundos pode sobreaquecer os componentes eléctricos, assim o fusível não o irá permitir a não ser que permite o descanso de alguns segundos entre as rajadas)

Pela mesma razão que os canos foram rodados manualmente para obter um ritmo contínuo de BB’s através do mecanismo de alimentação, a arma não deve ser disparada quando está vazia. Existe uma clara linha de marca no topo do carregador e quando o seguidor chega a esse ponto é tempo de recarregar. É mais rápido puxar o seguidor para trás, colocar BB’s no reservatório através do buraco e libertar o seguidor para continuar.
Não, não é uma shuriken. É a alimentação em espiral que vai buscar as BB’s para a arma atirar!
Os cilindros são desmontados por trás para aceder ao pistão.

Nós jogadores de airsoft, temos de lidar com o facto de que a maioria de nós não tem forças de superhomem, assim usar uma arma pesada como esta num jogo pode ser cansativo. As pessoas que 1) tem capacidade financeira para isso e 2) são capazes de usar a Minigun efectivamente são uma excepção, assim não será certamente a arma principal. Um uso potencial para a Minigun será ser montada num veículo ou outro suporte, tal como são empregadas na vida real.
Nós primeiro tentamos testá-la no cronógrafo, mas revelou-se difícil de alinhar.
Uma lata de Coca-cola era mais fácil de segurar.
Um tiro limpo através de ambos os lados e uma rasgada mossa no fundo!
O alimentador helicoidal também é simples de se desmontar.
Disparar um Minigun de airsoft é uma experiência mesmo sem BB’s, mas os internos feitos pela CAW são melhores do que nunca. A M134 dispara as BB’s a 1,2-1,5 joules, o que se traduz em aproximadamente 350-400 fps. Alinhar o cano com o cronógrafo e medir vários tiros (para testar cada um dos canos do grupo) provou ser difícil, porque uma BB atingindo a face do cronógrafo não dá resultado nenhum e se ela atinge o lado ou passa pelo cronógrafo em ângulo a leitura será errada. Então decidimos utilizar uma lata de Coca-cola, mesmo sendo a precisão deste método questionável também. A Minigun Echo1 M134 foi capaz de penetrar de uma forma limpa através de ambos os lados da lata e fez uma profunda mossa com um claro rasgo no fundo. A velocidade é provavelmente maior quando a arma é disparada com uma bateria, porque rodando com a mão empurra o pistão para a frente um pouco antes de ser libertado. No nosso ponto de vista o anúncio do construtor de 400 fps é uma aproximação realista da velocidade actual. Em conjunto com um hop-up ajustável o alcance efectivo é bastante generoso.
Esta gear pega o movimento de alimentação e gira o alimentador helicoidal.
Chegando à excepção ...
Dividir e abrir para ver o que está dentro
ULTIMAS PALAVRAS

Como foi dito, a Minigun não é uma arma para qualquer um. Se você escolher uma e os outros disserem “É assim mesmo!”, considere-o. Mas se você disser “AI AS MINHAS COSTAS!” quando puser a suas mãos na M134, nós preferimos não a recomendar. Se você for mordido pelo Minigun-bug, o modelo construído pela CAW para a Echo1 é realmente uma boa opção. Não só é excelente na apresentação, mas a performance também é louvável e é relativamente simples de utilizar.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Coprocessador aritmético

Todos os processadores da família x86, usada em microcomputadores, são basicamente processadores de números inteiros. Muitos aplicativos porém, precisam utilizar valores de maior precisão, assim como funções matemáticas complexas, como Seno, Coseno, Tangente, etc., para realizar suas tarefas. Este é o caso dos programas de CAD, folhas de calculo, jogos com gráficos tridimensionais e de processamento de imagens em geral.

A função do coprocessador aritmético é justamente auxiliar o processador principal no cálculo destas funções complexas, cada vez mais utilizadas, principalmente em jogos. É como um matemático profissional que ajuda o processador a resolver os problemas mais complexos, que ele demoraria muito para resolver sozinho.
Até o 386, o coprocessador era apenas um acessório que podia ser comprado à parte e instalado num encaixe apropriado da placa mãe, sendo que cada modelo de processador possuía um modelo equivalente de coprocessador. O 8088 utilizava o 8087, o 286 o 287, o 386SX e 386DX utilizavam respectivamente o 387SX e o 387DX e o 486SX utilizava 487DX. O problema nesta estratégia é que como poucos usuários equipavam seus microcomputadores com coprocessadores aritméticos, a produção destes chips era baixa, e consequentemente os preços eram altíssimos, chegando ao ponto de em alguns casos o coprocessador custar mais caro que o processador principal. Com o aumento do número de aplicativos que necessitavam do coprocessador, sua incorporação ao processador principal a partir do 486DX foi um passo natural. Com isso, resolveu-se também o problema do custo de produção dos coprocessadores, barateando o conjunto.

Actualmente, o desempenho do coprocessador determina o desempenho do micro em jogos e aplicativos gráficos em geral, justamente as aplicações onde os processadores actuais são mais exigidos. Infelizmente, o desempenho do coprocessador é uma característica que varia muito entre os processadores actuais.
Encaixe para o coprocessador aritmético

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Os conselhos mais importantes

Podem-se conseguir preços muito bons por modelos que não pertencem à última geração do fabricante. Por exemplo, neste momento podem comprar-se excelentes câmaras de 7,2 megapíxeis por menos de 200 euros, que é menos da metade do que custavam antes da aparição dos modelos de 10 megapíxeis.
Preste atenção, além da resolução, a velocidade da câmara, sobretudo na relação com os seguintes aspectos:
  • Depois de ligar a câmara, quanto demora em estar preparada para tirar a primeira foto? Se demora muito, é possível que o motivo que deseja fotografar esteja já a um quilómetro de distância quando estiver pronto...
  • Qual é o atraso do obturador típico das câmaras digitais, quer dizer, o tempo que passa desde que se carrega o botão até que se realiza efectivamente a foto?
  • Quanto tempo demora a câmara a preparar-se para a foto seguinte?
  • Dispõe a câmara de modo de disparo continuo? Se é assim, a que velocidade e com que resolução?
  • Que capacidade tem o cartão de memória que vem com a câmara?
  • Que software vem incluído com a câmara? Talvez um programa de foto edição que custaria quase tanto como a própria câmara se o adquirisse à parte?
  • Funciona a câmara com pilhas recarregáveis e estão incluídas?
  • Inclui a fonte de alimentação?
  • Pode obter os acessórios que necessita para o modelo que está pensando adquirir, como um flash externo, filtros de enroscar ou um módulo teleobjectiva ou grande angular?
Tome-se o tempo necessário para analisar todos estes aspectos (ou para que a loja da sua eleição o explique). O melhor é que trate de experimentar algumas coisas.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

As aves IV

Gaivota-argêntea Larus argentatus 56-66 cm
Tem uma alimentação altamente oportunista; chega a comer os jovens da sua própria espécie. Segue os barcos de pesca, aproveitando os restos de peixe. Cria em colónias, situadas geralmente em ilhas rochosas ou em escarpas junto ao mar.
 
Gaivina-pequena Sterna albifrons 24 cm
É uma ave pequena, com um voo leve e muito gracioso. Paira no ar com frequência e mergulha para apanhar pequenos peixes. Cria no chão mas não constrói ninho; os ovos são postos directamente no solo. Passa o Outono e Inverno em África.
 
Gaivina Sterna hirundo 35 cm
Paira em voo, mergulhando em seguida no mar para aí apanhar os pequenos peixes de que se alimenta.
Tem as patas muito curtas e caminha com dificuldade em terra. Encontra-se na costa marítima, frequentando nomeadamente algumas praias e baixios arenosos.
 
Gaivina-dos-paúis Chlidonias hybrida 24 cm
Tem um voo gracioso, com mergulhos frequentes para apanhar insectos à superfície dos charcos, Muito barulhenta nas colónias de criação, situadas em paúis de água doce ou em charcos de água salobra.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Auxiliar de memória para os responsáveis de acampamento III


No regresso

- Arrumação do material (verificar que está tudo seco, acrescentar as fichas de reparações necessárias)
- Saldo financeiro
- Revelação das fotografias e diapositivos
- Classificação dos documentos
- Relatório ao grupo
- Serão de balanço (no regresso)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Jing Gong Sig 552

Quando a embalagem chegou fui surpreendido por ver uma caixa tão pequena. Dentro da caixa ela tinha a coronha dobrada. Com a arma vinham um carregador High-cap de 220 bb's, um bateria 8,4v 1100 mah, um carregador de bateria, uma vara de limpeza e um rail para o topo da arma. 
Exterior
Quando levantei a arma achei-a bastante pesada. Mais de dois quilogramas, o que para uma arma tão pequena é muito. Para o exterior vou comentar do tapa-chamas à coronha.
O tapa-chamas é muito bom, em metal. O meu vinha todo pintado de vermelho fluorescente. Debaixo dele está uma rosca de 14mm ccw, com um espaçador de borracha
A mira dianteira é em metal e não é ajustável.
O fuste é feito de plástico resistente e tem um excelente acabamento metálico. Tem dois rails. Um debaixo e outro no lado direito. Ambos são feitos em metal e são facilmente removíveis com uma chave Allen.
Logo atrás do fuste, no topo, está uma peça metálica com o logo do exército suíço, o que é uma excelente adição. O corpo em si é um pouco desapontante. É de um plástico de boa qualidade, mas tem um acabamento ligeiramente brilhante, é óbvio ser plástico. No entanto o detalhe do corpo é muito bom.
A alavanca de armar é em metal e é excelente. Mas não vai tão para trás como iria numa Sig real e quando a arma, tem um som muito irrealista por causa do corpo de plástico. Debaixo está o ajuste do hop up e é muito similar a um hop up estilo G36.
O libertador do carregador é em metal e não deu quaisquer problemas. A guarda do gatilho é uma peça interessante. Pode dobrar para ambos os lados para o uso de luvas grossas. Penso ser desnecessário, mas é uma boa característica para possuir, O gatilho é em plástico, o que é uma surpresa e o percurso do gatilho é maior do que o de uma M16 e torna os disparos duplos difíceis de executar rapidamente. O selector é em metal e parece excelente. Clica sonoramente ao entrar na posição e não parece poder activar-se por acidente.
A mira traseira é uma mira metálica estilo rotativo. Tem quatro ajustamentos diferentes. Não sei exactamente para que servem cada uma das diferentes miras. É totalmente ajustável ao contrário da mira dianteira. Existem marcas na mira traseira que são bastante detalhadas, tendo um excelente aspecto.
O punho de pistola é em preto mate e parece muito bom, mas ao longo do tempo ele tende a ferir a base do meu polegar, mas nada de mais. A ligação da coronha é em metal e não parece ir partir tão cedo. O botão de libertação é também em metal. A coronha roda facilmente para a posição, de facto, a maior parte das vezes quando empurra o libertador, a coronha roda para a posição estendida quase que por si. É de um excelente acabamento negro mate, como o fuste e o punho de pistola. A chapa do coice é de borracha e é excelente. 
Carregar
Para introduzir a bateria, tem de empurrar o pino para fora da frente da culatra e puxar para trás a parte de baixo do fuste. Fazendo isto desmonta a secção superior. A bateria fica apertada e não há maneira de encaixar uma bateria de 9,6 volts a não ser que seja personalizada.
O carregador é suposto levar 220 bb's, mas parece mais próximo das 180. Só leva 20 bb's na mola e exige muito mais tediosos rodar do que os outros high-cap que já usei. Mas alimenta na perfeição. 
Disparando
Antes de disparar, eu lubrifiquei o cano e o hop-up, assim esperava que os primeiros disparos fossem bastante desviados e foram. Mas depois de cerca de 50 disparos, ela começou a ser muito mais consistente. Apesar de ter um cano bastante curto, é muito precisa. Sobre a precisão, não é menos precisa do que a minha JG M16. Eu atingi um amigo meu com uma rajada rápida de dois disparos a partir de 45 metros e deixou uma linda marca. Nas primeiras medições acusou 362 fps. Bastante potente para uma arma tão pequena. 
Problemas que encontrei
O semi-automático pode ser um pouco problemático. Algumas vezes o semi vai bloquear quando tenta efectuar disparos duplos. Algumas vezes vai disparar 2 bb's em vez de uma. 
Prós
Pequena
Barata
Potente
Precisa
Diferente da maioria das armas no terreno
Coronha dobrável
Contras
Capacidade do carregador
Capacidade da bateria
A alavanca de armar não tão boa como poder ser
Problemas em semi-automático
É muito barulhenta 
Conclusão
Eu adoro a minha nova Sig-552. Definitivamente vale o dinheiro, recomendo a sua compra.

domingo, 2 de novembro de 2008

Características dos processadores modernos

Existem no mercado vários modelos de processadores, que apresentam preços e desempenho bem diferentes. Este tópico inicial se destina a estabelecer os diferenciais básicos que determinam a performance de um processador, a parte teórica que vai lhe ajudar a compreender a diferença entre os processadores que vamos examinar com detalhes mais adiante. 
 
Quando vamos comprar um processador, a primeira coisa que perguntamos é qual sua frequência de operação, medida em Megahertz (MHz) ou milhões de ciclos por segundo, frequência também chamada de clock. Acontece, que nem sempre um processador com uma velocidade de operação mais alta é mais rápido do que outro que opera a uma frequência um pouco mais baixa. A frequência de operação de um processador indica apenas quantos ciclos de processamentos são realizados por segundo, o que cada processador é capaz de fazer em cada ciclo já é outra história.

 
Imagine um processador 486 de 100 MHz, ao lado de um Pentium também de 100 MHz. Apesar da frequência de operação ser a mesma, o 486 perderia feio em desempenho. Na prática, o Pentium seria pelo menos 2 vezes mais rápido. Isto acontece devido à diferenças na arquitectura dos processadores e também no coprocessador aritmético e cache.

sábado, 1 de novembro de 2008

Recomendações para o comprador

Hoje em dia é impossível equivocar-se, se se compra uma moderna câmara digital de marca: quase todos os modelos alcançam níveis de preço e prestações, que praticamente oferecem tudo o que se possa desejar e quase todos eles produzem fotografias de muito boa qualidade, sempre que disponham de suficiente resolução.

Sem dúvida, ainda se observam importantes diferenças quanto ao conjunto de funções e prestações. Para evitar surpresas desagradáveis, ou no mínimo inesperadas, convém analisar a questão com calma, colocar perguntas e realizar alguns testes. Se
pensa comprar numa loja na Internet, é possível que obtenha um bom preço, mas necessitará de saber exactamente o que deseja antes de encomendar. Para assessorar-se bem, é recomendável que recorra a uma loja de fotografia ou a um departamento especializado e bem equipado.