sábado, 29 de maio de 2010

Festas de Nossa Senhora da Penha

No dia 29 de Maio, realizou-se na Praça da República, a missa integrada nas Festas de Nossa Senhora da Penha, a que se seguiu a procissão das rosas:

Almoço convívio dos dadores de sangue de Grândola

Realizou-se pelas 13:00 horas, no restaurante Chaminé, o almoço convívio da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Grândola.
Desta feita com mais uma razão de comemoração, a atribuição da Medalha de Prata de Serviços Distintos do Ministério da Saúde ao presidente da associação, o sr. Fernando Pereira do Vale. 
Com perto de meio milhar de associados presentes, o almoço contou com as presenças do Presidente da Câmara Municipal de Grândola, a Directora do Centro de Saúde de Grândola, o pároco de Grândola, o presidente da Federação das Associações de Dadores de Sangue, representantes de várias juntas de freguesia do concelho e de várias associações de dadores de sangue do país, etc. 
No decorrer do almoço foi divulgado que o encontro anual nacional de dadores de sangue em 2011 terá lugar em Grândola. 
Deste dia festivo, fica o registo fotográfico.


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Fazer fotos!

É nesta secção que nos vamos divertir. Nela entraremos em cheio a conhecer a fundo como manejar os elementos básicos de que falámos anteriormente (a câmara, o objectivo, a luz e o fotógrafo).

Com isto, o manual da nossa câmara e prática, chegaremos a fazer grandes fotos.

Sobre o manual da nossa câmara... esse livrinho que não sabes onde está neste momento e que provavelmente está numa caixa ou numa estante, eu recomendo que o leiam profundamente. Conhecendo a fundo as vossas ferramentas conseguireis fazer fotos melhores, fazê-lo com mais comodidade e não perder oportunidades únicas. Que nunca chegues a dizer aquilo: "Ah, mas a minha câmara faz isso?". 


MANEJO DA CÂMARA

Não vou entrar demasiado em detalhes porque todas estas recomendações podem ser encontradas no manual da tua câmara e, como confio em que o tenhas lido não quero aborrecer-te.

Começamos pelo principio, o mais importante do manejo de uma câmara reflex é usar a faixa, bem, quase... A primeira coisa que deves saber é pegar a câmara no peito.
 
Não seria a primeira vez que uma câmara voa até ao chão ou mais além. E quando estás mostrando as tuas fotos a outra pessoa, é melhor deixar que ela se chegue e inclusive que a maneje para andar para a frente e para trás. É muito mais seguros e evitará sustos. 

COMO AGARRO A MINHA CÂMARA?

O mais ergonómico e hábil é agarrar com a mão direita a câmara e com a esquerda por debaixo da objectiva. Deste modo manejarás a objectiva com a mão esquerda (para ajustar o zoom e a focagem se este está em modo manual) e com a direita manejarás todos os demais botões da câmara. Recomendo manejar o zoom por debaixo da objectiva para não estorvar o flash em caso de estar a utiliza-lo.
 
Se queres melhorar o teu manejo, recomendo-te que pratiques a maneja-la com os olhos fechados.

Aprender de memória onde estão os botões ajudar-te-á muito a agilizar a captura de fotos e a aborrecer menos os teus modelos e companheiros de viagem. Assim não perderás fotos espontâneas e serás capaz de manejar rapidamente e com segurança quando não tenhas luz (concertos, nocturnas, etc...)

Durante o momento do disparo deves manter a câmara firme para que esta se mova o menos possível. Aperta o botão de disparo suavemente para que a câmara não se mova.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Como podes estudar as aves

Para veres bem as aves deves usar binóculos. Estuda o aspecto e o nome das várias espécies de modo a poderes distingui-las no campo.

Regista cuidadosamente num bloco o aspecto geral e os pormenores das aves que ainda não conheces, de modo a poderes identificá-las mais tarde. Se anotares regularmente quantos indivíduos de cada espécie costumas ver numa dada área, depressa descobrirás quais são as espécies migradoras. Habitua-te a observar as aves enquanto se alimentam, para veres o que comem e quando o fazem. Podes juntar-te a outros interessados e aprender como se anilham as aves.
 
Também podes ver as aves de perto escondendo-te dentro de um abrigo. Vai com um amigo que te acompanhe até ao abrigo e depois volte para trás sozinho. Desta forma as aves julgam que não ficou ninguém no abrigo. 
Aproxima-te das aves em silêncio, caminhando por trás dos arbustos ou usando outro tipo de abrigo. Se assim fizeres, consegues chegar muito mais perto delas. Nunca mexas nos ninhos.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Métodos de jogo

Simulação militar

O "MilSim", diminutivo para a Simulação Militar, geralmente combina o jogo de airsoft com alguns elementos de interpretação de acção viva militar. Este tipo do jogo pode ser considerado "acção dura" por muitos jogadores por causa da quantidade de interpretação necessária. Vários objectivos ou as missões podem ser destinados a cada equipa, junto com uma quantidade básica (isto é, provisão) de munições, alimentos e rádios.
 
Um elemento-chave nos jogos de Simulação Militar é o uso de carregadores de baixa capacidade, replicando a capacidade do carregador real da arma do fogo autêntica que a arma de airsoft está imitando. Exemplos disso são os carregadores de 30 bb's da STANAG para M4, M16, Type 89, SCAR-L, e várias outros. 
As equipas permanecerão no campo durante o jogo, só voltando a uma área de organização ou "zona segura" para a emergência médica e para outras circunstâncias especiais. Os jogos de simulação militar muitas vezes duram vários dias. Por exemplo, o grande evento anual Berget na Suécia dura seis dias sem intervalos. Em grandes operações de simulação de militar, os jogadores muitas vezes usam transportes, como carrinhas pintadas e camiões. Em alguns casos, como a Operação Irene (uma simulação militar anual realizada no meio-oeste dos Estados Unidos), verdadeiros APC's e tanques são usados. Tais eventos de grande escala podem realizar-se em instalações MOUT (Operações Militares no Terreno Urbano). 
A verdadeira simulação militar necessita que os jogadores adiram a um nível aceitável da autenticidade do uniforme e joguem como parte de uma equipa.
 
Dias livres

Também conhecido como jogos rápidos ou escaramuças, entre outros nomes. Isto é a forma mais comum de airsoft. Esses jogos são consideravelmente menos estritos, com as suas regras e restrições e, por isso, é o estilo do jogo da maior parte de jogadores e um evento comum até de jogadores MilSim. O realismo pode ser quebrado neste estilo do jogo com coisas como, carregadores de alta capacidade, fardas que não combinam com nenhuma nação (ou fardas de estilo não-militar), e regras vagas, para denominar alguns exemplos. Ocasionalmente, as equipas podem usar uniformes específicos de ambos os lados, mas normalmente os jogadores vestem-se com vária roupa militar ou paramilitar ao seu gosto.
 
As escaramuças muitas vezes são estruturadas como múltiplos curtos ou meio longos jogos que contêm vários cenários diferentes, inclusive a captura da bandeira e jogos de estilo de atrito, jogos de morte ou jogos de CQB simplificados, e muitos outros. Outras escaramuças podem ocorrer para todo um dia de jogo, acabando como um evento MilSim muito mais curto, incluindo planos completos com objectivos, de algo tão simples como captura de certa posição, a algo tão complexo como reunir as partes de uma bomba, em todo o campo de jogo, montá-la e, logo colocar da bomba montada na base de forças inimiga.

domingo, 23 de maio de 2010

As previsões meteorológicas

Segundo as previsões meteorológicas efectuadas à uns dias atrás, o dia de hoje, domingo, iria ser alvo de uma acentuada descida da temperatura.

Como podem ver o meu cão, às 14:30 de hoje, estava plenamente de acordo:


sábado, 22 de maio de 2010

Procissão de Velas de Nossa Senhora da Penha

Pelas 21:30, a procissão saiu da Igreja Matriz de Grândola e, ao longo de mais de uma hora percorreu parte da zona central da vila.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

386

O 386 foi lançado apenas em Outubro de 85, três anos e meio depois do 286. Desta vez, a administração da IBM demorou muito para chegar a um acordo e desenvolver um sistema baseado no 386, dando tempo para a Compaq sair na frente. Este foi um verdadeiro marco pois, de repente, as companhias perceberam que não eram mais obrigadas a seguir a IBM. Qualquer um que tivesse tecnologia suficiente poderia sair na frente, como fez a Compaq. A partir daí, a IBM começou a gradualmente perder a liderança do mercado, tornando-se apenas mais um entre inúmeros fabricantes de PCs.


O 386 trouxe vários recursos novos. Para começar, o 386 trabalha tanto interna quanto externamente com palavras de 32 bits e é capaz de aceder à memória usando um barramento de 32 bits, permitindo uma transferência de dados duas vezes maior. Como o 386 pode trabalhar com palavras binárias de 32 bits, é possível aceder a até 4 GB de memória (2 elevado à 32º potência), mesmo sem usar a segmentação de endereços, como no 8088 e no 286.
 
Assim como o 286, o 386 continua possuindo os dois modos de operação. A diferença é que no 386 já é possível alternar entre o modo real e o modo protegido livremente. Um programa que rode sobre DOS, pode chavear o processador para o modo protegido, para beneficiar-se de suas vantagens e, voltar ao modo real sempre que precisar usar alguma sub-rotina do DOS, de maneira transparente ao utilizador. Neste caso, é usado um programa de DPMI (“DOS Protected Mode Interface”, ou “interface DOS de modo protegido”) para fazer o chaveamento entre os dois modos.
 
Todas as vezes que o programa precisa usar alguma sub-rotina do DOS, ele passa o comando ao chaveador e fica esperando. O chaveador por sua vez, passa o processador para o modo real, executa o comando, chaveia o processador para o modo protegido e entrega o resultado ao aplicativo, que continua trabalhando como se nada tivesse acontecido. Um bom exemplo de programa de DPMI é o DOS4GW, que é usado por muitos jogos que rodam sobre o MS-DOS, como o Doom, Sim City 2000 e vários emuladores de vídeo-jogos. 
O esquema de chaveamento também é utilizado pelo Windows 3.x, que já inclui todas as rotinas necessárias, dispensando qualquer programa de DPMI. O Windows 95/98 também pode chavear para o modo real caso precise carregar algum driver de dispositivo de modo real. Porém, devido ao modo virtual 8086, que veremos logo a seguir, não é preciso colocar o processador em modo real para executar aplicativos MS-DOS dentro do Windows 95/98.
 
Ter um processador 386 é o requisito mínimo para executar qualquer sistema operativo ou aplicativo de modo protegido moderno. Com um 386, um mínimo de memória RAM e espaço em disco suficiente, você pode executar o Windows 95 e a maioria dos aplicativos para ele, embora bem lentamente devido à pouca potência do processador. Com um simples 286, no máximo você poderá executar o DOS e aplicativos mais simples, que trabalhem somente com o modo real. Também é possível executar o Windows 3.0, porém em modo “Standard”, onde é possível aceder todos os 16 MB de memória permitidos pelo 286, mas sem memória virtual nem multitarefa.

terça-feira, 18 de maio de 2010

As sétimas

Se se acrescenta mais uma nota, formam-se acordes com sétimas.
Estes acordes têm um som mais rico e alegre, e são muito comuns, por exemplo, na música brasileira.

A sétima é a nota 7 partindo da tónica. É igual à nota anterior à tónica na escala musical e esta é a distância que determina se a sétima é maior ou menor. Sétima maior (Maj7) é quando se encontra a meio-tom da tónica; a um tom de distância da tónica, é sétima menor.
O nome de um acorde menor com sétima escreve-se colocando um 7 ao lado, por exemplo D67.

domingo, 16 de maio de 2010

Visor

VISOR DIRECTO

Assim chamado porque o visor é independente da objectiva. O assunto é visto através de um sistema óptico montado em separado em que aparece enquadrada a cena da área coberta pela lente. Este tipo de objectiva é o que costumam usar as câmaras compactas que tem visor, nas quais não é necessário focar.
VISOR REFLEX 

A imagem projectada no sensor pela objectiva está de cabeça para baixo e invertida lateralmente. O visor reflex utiliza um espelho para a por de cabeça para cima e um pentaprisma (bloco de cristal de cinco faces, três delas prateadas) ou um pentaespelho, para corrigir a inversão lateral. Por isso o fotógrafa vê a cena na sua posição real. No momento do disparo o espelho se levanta e deixa passar a luz para o sensor.


Este é o tipo de visor que levam as câmaras DSLR, também chamadas reflex por esta razão.
FIABILIDADE DOS VISORES

O ecran LCD é o visor mais fiável em termos de corte, já que o aparece no ecran é exactamente o que será recolhido na foto. Sem dúvida este método não é o mais fiável no que toca á focagem, já que não tem a nitidez suficiente para ver se os objectos estão correctamente focados. Igualmente não é fiável quanto à exposição, já que se alteram facilmente com o excesso de luz ambiente. No caso de muita luz veremos as imagens escuras no ecran e ao vê-las no nosso computador as veremos muito mais brilhantes e claras.

O visor directo é o menos fiável dos três, já que tem um problema chamado paralelax, acentuado nas fotografias em que o assunto está próximo da câmara. Tal como mostra a imagem, consiste em que a imagem visualizada através do visor não coincide com a imagem focada pela objectiva. Exagerei-o um pouco, mas pode ver-se como ainda que tenhas enquadrado bem o cavalo com o visor directo (em azul), a imagem que a objectiva regista é outra (em vermelho), e podem não coincidir exactamente.
O visor reflex é muito fiável no tocante à focagem, mas tem um factor de corte, dependendo do modelo da câmara.


sábado, 15 de maio de 2010

Código Morse

ALFABETO


Algumas abreviaturas

C - esta letra significa: «a sua repetição está certa».
G
- «acuse a recepção repetindo»
R - «mensagem recebida»
T
- a letra "T" é usada para indicar a recepção de cada uma das palavras do texto.
W - «estou impossibilitado de ler a sua transmissão em virtude de a luz não estar em condições ou mal apontada»
EEEEEE
etc. - sinal de anulação ou erro.
TTTTTT etc. - sinal de reconhecimento.
UD - sinal de repetição. Emprega-se para obter a repetição de parte ou a totalidade da mensagem.
AR - fim de comunicação.