sábado, 16 de março de 2013

Exposição de design e comunicação multimédia

Uma excelente forma de conhecer alguns projectos da futura geração grandolense.

Infelizmente com pouca participação de público assistente...

Fotos da Câmara Municipal de Grândola

sexta-feira, 15 de março de 2013

Como… Criar um filme HD

Captar vídeos em HD com a sua reflex digital é simples, mas o que fazer com eles? Ensinamos-lhe a editar os seus registos no Premiere Elements 8.

A captura de vídeo de alta definição (HD) é uma funcionalidade muito em voga, oferecida por muitas câmaras reflex e de objectivas intermutáveis recentes. 
A possibilidade de captar imagens em movimento alarga os horizontes da criatividade, mas o problema está no que fazer com os vídeos, depois de registados.
 
São poucos os fabricantes de câmaras reflex que incluem um software de edição e publicação de vídeo HD, portanto, se desejar criar o seu primeiro filme, ou se possuir uma selecção de vídeos, este artigo é para si. Nas próximas semanas, iremos mostrar-lhe as bases da edição de vídeo e como partilhar os seus filmes com familiares e amigos.
 
Precisará de uma reflex digital capaz de captar vídeo, dos ficheiros em HD para editar, de um computador e de um editor de vídeo. como o Adobe Premiere Elements. Pode descarregar uma versão de experimentação em www.adobe.com/pt»Dowloads»Download de versões de teste.
 
Para facilitar, vamos usar o Media Download do Premiere Elements para transferir e organizar os ficheiros automaticamente. Depois mostramos como editar, publicar e arquivar um pequeno filme.

in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010


quinta-feira, 14 de março de 2013

Placas mãe - Barramentos X

USB
 
Até à pouco tempo atrás, podíamos contar apenas com as portas de série e paralelas para a conexão de dispositivos externos, como impressoras e ratos. Mas, tendo apenas duas portas de série e uma paralela, temos recursos de expansão bastante limitados. Além disso, a velocidade destas interfaces deixa muito a desejar.

O USB é a tentativa de criar um novo padrão para a conexão de periféricos externos. As suas principais armas são a facilidade de uso e a possibilidade de se conectar vários periféricos a uma única porta USB.

Com excepção talvez do PCMCIA, o USB é o primeiro barramento para computadores PC realmente PlugandPlay. Podemos conectar periféricos mesmo com o computador ligado, bastando fornecer o driver do dispositivo para que tudo funcione, sem ser necessário nem mesmo reinicializar o computador. A controladora USB também é suficientemente inteligente para perceber a desconexão de um periférico.

Existem no mercado vários periféricos USB, que vão de mouses e teclados à placas de rede, passando por scanners, impressoras, zip drives, gravadores de CD, modems, câmaras de videconferência e muitos outros.

Apesar de, a partir do chipset i430VX (lançado em 96) todos os chipsets oferecerem suporte ao USB, e de praticamente todas as placas mãe equipadas com eles disponibilizarem duas portas USB, devido ao pouco interesse por esses periféricos, os fabricantes não costumavam fornecer os cabos de conexão, que deviam ser adquiridos separadamente. A excepção fica obviamente por conta das placas ATX.

Procure na sua placa mãe sockett 7 uma saída com 10 pinos (duas fileiras de cinco), com a sigla USB decalcada próxima à ela. Caso você possua o manual basta examinar o diagrama da placa mãe. Cada fileira de pinos é uma saída USB, bastando conectar a ela o cabo apropriado.

Cabo USB

Topologia
Podemos conectar até 127 periféricos em fila a uma única saída USB, ou seja, conectando o primeiro periférico à saída USB da placa mãe e conectando os demais a ele.

A controladora USB do computdaor é o nó raiz do barramento. A este nó principal podemos conectar outros nós chamados de hubs. Um hub nada mais é do que um benjamim que disponibiliza mais encaixes, sendo 7 o limite por hub. O hub possui permissão para fornecer mais níveis de conexões, o que permite conectar mais hubs ao primeiro, até alcançar o limite de 127 periféricos permitidos pela porta USB.

A ideia é que periféricos maiores, como monitores e impressoras possam servir como hubs, disponibilizando várias saídas cada um. Os “monitores USB” nada mais são do que monitores comuns com um hub USB integrado.

Existem dois tipos de conectores USB, chamados de conector A e conector B. O conector A é o conector usado na placa mãe, enquanto o B é o utilizado pelos periféricos.

Desempenho
Cada porta USB permite uma taxa de transferência de 12 Mbps, ou cerca de 1.5 MB/s, cerca de 100 vezes mais do que a permitida por um porta de série, e um pouco mais do que a permitida por uma porta paralela ECP.

Esta velocidade é suficiente para acomodar periféricos como impressoras, scanners, zip drives externos, modems e mesmo interfaces de rede de 10 Mbps. O problema é que os 12 Mbps são partilhados entre todos os periféricos conectados à porta. Se você conectar uma interface de rede e um zip drive à mesma porta, e utiliza-los ao mesmo tempo, notará uma visível queda no desempenho. Caso você pretenda utilizar dois periféricos USB que consumam muita banda, como um gravador de CD e uma interface de rede, procure instalar um em cada porta da placa mãe.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 13 de março de 2013

Nós e amarras XXVIII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


FALCASSA INGLESA
De todos os procedimentos é o que propicia o melhor acabamento e firmeza. A complexidade de execução é compensada pelo ótimo resultado.


terça-feira, 12 de março de 2013

Coracias garrulus, Rolieiro

Taxonomia
Aves, Coraciiformes, Coraciidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.
 
Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - –CR (C2a(ii))
Fundamentação: Espécie com população que se admite poder ser inferior a 250 indivíduos (estimada em 80-150 casais) e em declínio continuado, inferido a partir do declínio do habitat e também de situações locais conhecidas, admitindo-se que todos os indivíduos estão concentrados a uma única subpopulação.

Distribuição
Distribui-se como reprodutora pelo Paleártico, desde o Noroeste de África e Península Ibérica a Oeste dos Himalaias) e inverna na África subsariana (Tucker & Heath 1994, del Hoyo  et  al.  2001).

Em Portugal, a espécie apresenta uma distribuição algo fragmentada, podendo falar-se de três núcleos populacionais principais: Castro Verde, Vila Fernando/Elvas e Beira Baixa. Reproduz-se ainda, em número reduzido, na zona de Moura/Mourão, Monforte e Cuba (ICN dados não publicados). Aparentemente ter-se-á extinguido recentemente na zona de Évora e da Beira Alta/Trás-os-Montes e Alto Douro (Rufino 1989, ICN dados não publicados), pelo que se pode afirmar que a área de distribuição está a sofrer uma contracção significativa.

População
Em Portugal, a informação sobre distribuição e abundância é muito escassa em algumas regiões. No período de 1978-84, Rufino (1989) estima grosseiramente a população em 100 a 1000 casais. Em 2003, a SPEA consultou diversos ornitólogos com bom conhecimento das áreas de ocorrência e obteve uma estimativa de 100 a 300 casais (in BirdLife International 2004). Em 2004, efectuaram-se censos parciais em algumas áreas, ainda provisórios, que sugerem uma nova estimativa, menos ampla, que aponta para 80 a 150 casais (Silva 2003, I Moreira, C Pacheco & J Silva, com. pess.).

Apesar da clara falta de dados populacionais fiáveis, observa-se em algumas regiões (Beira Alta/Trás os Montes e Alto Douro, Beira Baixa e Alto Alentejo) um declínio continuado do seu habitat (por abandono das praticas agrícolas tradicionais, alteração de culturas e intensificação agrícola) pelo que se infere que a população se encontra em declínio. Esta tendência parece confirmada pelas observações de campo em alguns locais, cujo acompanhamento sugere declínio desta ave, nomeadamente na região da Beira Alta/Trás-os-Montes e Alto Douro (onde provavelmente se extinguiu), da Beira Baixa e do Alto Alentejo (A Monteiro, C Pacheco & JP Silva, com. pess.).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Vulnerável, tendo sofrido possivelmente um declínio recente acentuado (BirdLife International 2004).

Habitat
Na Beira Baixa frequenta áreas planas e abertas com árvores dispersas ou pequenos bosquetes de carvalho-negral Quercus pyrenaica e também montados de sobro Quercus suber e azinho Quercus rotundifolia esparsos. Utiliza principalmente pastagens, pousios, zonas incultas com matos esparsos e terrenos de cerealicultura extensiva. Nesta região, nidifica em árvores velhas com cavidades e também em antigos ninhos de picapau-malhado-grande Dendrocopus major, quer em árvores quer em postes telefónicos; os ninhos em habitações abandonadas são muito raros (C Pacheco, com. pess.).

Nas áreas de Castro Verde e Vila Fernando (Elvas) o habitat do rolieiro é caracterizado fundamentalmente por um mosaico de cerealicultura extensiva em sistema rotativo (campos cultivados e lavrados, pousios, etc.) e pastagens, com árvores (principalmente azinheiras, sobreiros e oliveiras Olea europaea) e habitações abandonadas dispersas, onde nidifica (Silva 2003, I Moreira, com. pess.). Nestas regiões, o número crescente de construções humanas abandonadas parece estar a beneficiar a espécie (I Moreira, com. pess.).

Observa-se em algumas regiões, nomeadamente Beira Alta/Trás os Montes e Alto Douro, Beira Baixa e Alto Alentejo, um declínio continuado do seu habitat devido a abandono agrícola, intensificação agrícola por substituição das práticas agrícolas tradicionais por culturas de regadio e florestações de áreas de uso extensivo.

Factores de Ameaça
As principais ameaças para o rolieiro são a perda e fragmentação do seu habitat, devido a intensificação agrícola (e.g. transformação de sequeiro em regadio, supressão da rotatividade cultural, aumento da utilização de agro-químicos, substituição de culturas tradicionais por outras não adequadas), florestação de terrenos agrícolas, abandono agrícola (com consequente desenvolvimento de matagais) e do pastoreio extensivo (Tucker & Heath 1994, C Pacheco, com. pess., JP Silva, com. pess., S Infante, com. pess.).

A perturbação humana junto dos locais de nidificação pode levar ao abandono das posturas ou das crias. A predação e a pilhagem dos ovos e das crias são também factores negativos.

Outra ameaça relevante é a perda de suportes de nidificação, por obstrução ou destruição das cavidades em construções humanas, ou por corte (geralmente devido à morte induzida por fungos do género Phytophora sp. ou por incêndios) e queda de árvores maduras.

Também a competição inter-específica pode contribuir para uma redução dos locais de nidificação adequados. A escassez de locais de nidificação, parece ser um factor limitante importante, pelo menos na região da Beira Baixa (C Pacheco, com. pess.).

Há ainda a referir a mortalidade não natural, causada por electrocussão em linhas de transporte de energia eléctrica (S Infante, com. pess.), embora a magnitude deste fenómeno seja desconhecida.

Medidas de Conservação
As medidas de conservação mais prioritárias são as que levem à preservação dos habitats de alimentação e de nidificação. Neste sentido, importa nomeadamente: informar os agricultores das áreas agrícolas extensivas de sequeiro sobre os incentivos existentes para a manutenção desses sistemas; criar novos incentivos de modo a melhorar a adesão dos agricultores; promover a agricultura biológica; criar mecanismos que impeçam utilização de outros subsídios com efeitos negativos sobre aqueles habitats (e.g. florestação de áreas pseudo-estepárias); manutenção de construções humanas em ruínas e, quando possível, criar cavidades que favoreçam a nidificação e sejam de difícil acesso a predadores; colocar ninhos artificiais em áreas onde estes sejam um recurso limitado. A espécie beneficiaria com a classificação de mais áreas com características estepárias.

Será necessário também reduzir a mortalidade por electrocussão, corrigindo as linhas identificadas como perigosas e criando normas para a construção de novas linhas que reduzam a probabilidade de electrocussão.

Por outro lado, é importante implementar um programa de monitorização da espécie bem como promover uma campanha de informação para a comunidade rural e a população em geral sobre os valores naturais das áreas agrícolas extensivas de sequeiro e sobre as necessidades de conservação das espécies delas dependentes.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 11 de março de 2013

Socom Gear HITMAN M9 GBB com um compensador com gravação personalizada


Marca Socom Gear
Código do Produto SG-HM9-BK
Hop-Up Ajustável
Peso 1,160 kgs
Comprimento 260 mm
Capacidade 25 bb's
Potência 350 fps
Fonte de Energia gás green, top
Blowback Sim
Modo de Tiro semi-automático

A Socom Gear Hitman M9 é a mais elegante, estilizada, e inesquecível M9 toda em metal para entrar no mundo das pistolas gas blow back. Desenhada para qualquer candidato a pistoleiro do airsoft, esta semi-automática M9 apresenta punhos suaves e comfortáveis, uma mira frontal pintada, uma argola de cabo para ligação ao cabo de segurança, um selector ambidextro e um compensador com gravação agressiva.

O corpo da Socom Gear Hitman's tem gravação personalizada em diversos locais com as frases "No Women, No Kids" "The Hitman" e "Made in Hell". A capacidade do carregador da M9 é de 25 bb's e foi desenhado para green gas ou uso de propano. Com a adição do compensador, os utilizaodres tem a opção de aumentar o cano inetrior. O compensador inclui roscas para a opção de adicionar uma extensão do cano.

O pacote inclui:
1 x Socom gear Hitman M9 c/compensador
1 x manual de instruções
1 x carregador M9

Caracterísiticas:
- Corpo totalmente em metal com compensador
- Compensador roscado 14mm CCW
- Gravações personalizadas
- Acabamento em Preto Mate Profissional
- Botão selector de tiro ambidextro
- Ligação para cabo de segurança


in

sexta-feira, 8 de março de 2013

Como… Captar vídeo HD com a sua reflex X

Devo gravar no modo automático ou controlar a exposição, como nas fotografias?

O nível de controlo que tem sobre a exposição quando grava vídeo varia de modelo para modelo. No entanto, a maioria das câmaras permite o ajuste manual das definições, para além de fornecer a opção totalmente automática.

Quando grava vídeo não deve usar uma velocidade de obturação elevada, especialmente com assuntos que se movimentam rapidamente. Estará, tipicamente, a filmar 25 imagens por segundo, pelo que uma velocidade de obturação rápida dará um efeito tremeluzente. Mantenha a velocidade de obturação abaixo de 1/100 de segundo (ou suba se quiser criar efeitos de congelamento do movimento). Recorra também à sensibilidade ISO para controlar a exposição e garantir a abertura que quiser. Visto que o grande atractivo das câmaras de objectivas intermutáveis é a possibilidade de jogar com aberturas amplas e com a profundidade de campo, não prescinda de um filtro DN (densidade neutra), sobretudo em dias muito luminosos. Este acessório reduz a quantidade de luz que chega ao sensor e permite a utilização de aberturas amplas.

Há filtros de várias intensidades, que afectam a exposição em vários stops.

in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010

quinta-feira, 7 de março de 2013

Placas mãe - Barramentos IX

AGP Pro
 
Apesar de permitir um barramento de dados largo o suficiente para saciar mesmo as placas de vídeo 3D mais poderosas, o AGP 4x possui um grave problema, que dificulta a produção de placas de vídeo mais potentes.

O problema é que, como no caso dos processadores, quanto mais poder de processamento um chipset de vídeo possuir, mais transístores ele deverá ter. Quanto mais transístores, maior é o consumo eléctrico. Um slot AGP 4x comum, não é capaz de suprir estavelmente mais de 20 ou 25 Watts de corrente, o que limita bastante o potencial das placas de vídeo. Para ter uma ideia, a Voodoo 5 6000, consome mais de 70 Watts. Neste caso, a solução encontrada pelos projectistas da 3DFx foi usar uma fonte externa. Sim, parece ridículo, mas é preciso ligar a placa na tomada para que ela possa funcionar :-)

O AGP Pro é na verdade um slot AGP 4x com 48 contactos a mais, 20 de um lado e mais 28 do outro. Estes contactos adicionais são usados para aumentar a capacidade de fornecimento eléctrico do slot.

Existem dois tipos de slots AGP Pro: o AGP Pro50 e o AGP Pro110. O nome indica a capacidade de fornecimento eléctrico de ambos os padrões: o AGP Pro50 é certificado para fornecer até 50 Watts, enquanto o AGP Pro110 pode fornecer até 110 Watts.

Veja nas fotos a seguir a diferença de tamanho entre um Slot AGP tradicional e um slot AGP Pro:

AGP
AGP Pro

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 6 de março de 2013

Nós e amarras XXVII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


FALCASSA DO OCIDENTE
Seu trançado dá muita firmeza ao arremate do cabo.
 

terça-feira, 5 de março de 2013

Sorex granarius, Musaranho-de-dentes-vermelhos

Taxonomia
Mammalia, Insectivora, Soricidae.
 
Tipo de ocorrência
Residente. Endémica da Península Ibérica.

Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto à dimensão da extensão de ocorrência e da área de ocupação.

Distribuição
O musaranho-de-dentes-vermelhos tem uma distribuição restrita a uma faixa litoral Noroeste da Península Ibérica e, no interior Centro, às Serras de Gredos e Guadarrama (Mitchell-Jones et al. 1999). Em Espanha, está por confirmar a sua presença a norte do Sistema Central e em certos enclaves da Cordilheira Cantábrica (López-Fuster 2002b). Em Portugal, ocorre a norte do Tejo, nas zonas de clima atlântico (Mathias 1999, Mira et al. 2003).
 
População
Não há informação sobre os parâmetros populacionais da espécie em Portugal.

Habitat
A espécie ocorre em habitats com estrato arbustivo (Madureira & Ramalhinho 1981), com preferência pelos locais húmidos e com densa cobertura do solo (Mathias 1999). Encontra-se ainda em bosques de folhosas e resinosas, desde o
nível do mar até aos 2000 m de altitude (López-Fuster 2002b).

Factores de ameaça
Pode ser afectado negativamente pela destruição ou perda de habitat e pelo uso de pesticidas, alterações que provocam a diminuição da abundância dos invertebrados de que se alimenta.

Medidas de conservação
Dado o carácter de endemismo ibérico desta espécie, Portugal é particularmente responsável pela sua conservação. Recomenda-se a realização de estudos de bio-ecologia que permitam avaliar o estado real das populações para definir posteriormente, se necessário, acções de conservação.

Notas
A espécie é muito comum na dieta de rapinas nocturnas e de alguns carnívoros.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 4 de março de 2013

Echo 1 XCR Versão Plástica (Versão Longa Asia)

Marca ECHO1
Produto Code JP-72
Hop-Up Ajustável
Peso 2,456 kgs
Comprimento 820 mm
Capacidade 350 bb's
Potência 350 fps
Motor tipo longo
Tamanho da Bateria tamiya para coronha tubular
Modo de tiro Semi-automático, Automático
A Robinson Armament Co. XCR é um sistema de armas multi-calibre de pistão de gás, desenvolvido pela Robinson Armament Co. para o U.S. Special Operations Command (SOCOM) para satisfazer os requesitos do SOF Combat Assault Rifle ou competição de SCAR. Construído pela VFC assegura uma qualidade final bastante elevada e performance.
Vista por muitos como uma competidora directa com a FN SCAR e até com a Magpul Masada, a XCR é na realidade uma carabina táctica de moderna geração procurando uma possível futura substituição da venerável mas antiga M4.
Diferente do prévio modelo Echo 1, esta "versão plástica" tem uma gerabox normal Versão2 não uma do tipo dividida. (A prévia versão em metal tem uma gearbox do tipo dividida)

É leve mas ainda suficientemente pesada com a sua essencial construção metálica para parecer bastante sólida.
O aspecto pode ser descrito como uma mistura entre a Masada, SCAR e AR (M16/M4) com um libertador de ferrolho ambidextro estilo Masada apenas na frente e debaixo do guarda-mato, a alavanca de carga fica na esquerda mas o ferrolho abre à direita. O punho de pistola e o gatilho são exactamente no estilo AR e o selector de tiro fica na localização das AR mas roda um total de 90 graus (ao contrário dos 180 das AR's) com selecções na vertical (segurança), 45 graus (tiro simples) e horizontal (automático).
O inferior, apesar não moldado como a AR, tem um aspecto similar ao da AR mas o superior é uma peça única como na SCAR. A arma não vem com nenhuma mira metálica ou óptica de todo permitindo-lhe escolher o que quer. Funcionando a cerca de 390 FPS / 1.4j do seu carregado midcap de 120 bb's, esta é definitivamente uma arma pronta a usar à saída da caixa em skirmish. Ela recebe carregadores standard tipo AR pelo que procurar carregadores extra não podia ser mais simples.
A arma vem com um tapa-chamas laranja em cumprimento das leis de airsoft americanas, mas também vem com um tapa-chamas preto em metal para as áreas em que isso é legal.  
  • Bateria: Vem com uma bateria 1500mah Nickel Cadmium para coronha tubular.
  • Carregador: Vem com um carregador básico para baterias Nickel.
  • Carregador: Trás DOIS carregadores hi-cap, bom negócio!
A arma pode ser alimentada com carregadores standard da M16 e usa rosca 14mm CCW para mais opções de tapa-chamas e silenciadores. Baterias 7.4v LiPo com conector tipo Mini Tamiya podem ser usadas, mas a RedWolf não recomenda o uso de 11.1v


in


sexta-feira, 1 de março de 2013

Como… Captar vídeo HD com a sua reflex IX


Qual é o programa de edição de vídeo mais simples? Com que câmaras é compatível?

São muitos os programas de edição de vídeo disponíveis, desde downloads gratuitos a aplicações profissionais que custam centenas de euros.

A maioria tem um funcionamento semelhante, permitindo-lhe importar trechos e organizar planos e faixas de som numa cronografia - uma espécie de folha de cálculo visual na qual pode compor o seu filme. Nem todos os pacotes funcionam com qualquer tipo de gravação de vídeo, no entanto, é quase sempre possível converter a gravação para um formato compatível com o programa.

Uma boa escolha para quem está a dar os primeiros passos na área é o Adobe Premiere Elements - o equivalente do Photoshop Elements para a edição de vídeo.

in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010