sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Manfrotto 055XPROB

Este tripé promete rigidez, estabilidade e versatilidade à sua fotografia. Será que cumpre?

Qualquer fotógrafo sabe, e tantas vezes o temos afirmado, que, em muitas situações, um tripé é indispensável para obter imagens nítidas e de qualidade. Porém, nem sempre este é om mais prático dos acessórios, não só no que respeita ao transporte, mas também quando se trata de manuseá-lo. Entre alavancas, travões e sistemas de ajuste pouco ergonómicos e intuitivos, a utilização do tripé pode ser um verdadeiro desafio e, não raramente, motivo para "desistências". A pensar nisso, a Manfrotto propõe o 055XPROB, com o intuito de tornar ainda mais simples o seu sistema patenteado de utilização da coluna central na posição horizontal.

O funcionamento é deveras simples: basta desapertar ligeiramente uma alavanca junto à base para a cabeça, estender a coluna central até à sua altura vertical máxima, premir um pequeno botão na extremidade desta e rodá-la para a posição horizontal, sem a retirar do encaixe. Esta característica mostrou-se realmente vantajosa quando é necessário mudar a orientação da câmara para fotografar, por exemplo, de cima para baixo paralelamentente ao solo.

Construção
O Manfrotto 055XPROB é um tripé robusto, de gama profissional, para uma utilização geral - seja em interiores, como um estúdio fotográfico, seja em exteriores, para fotografia de paisagem, urbana, entre tantos outros géneros.
Ao nível do aspecto exterior e do design, estamos perante um vulgar tripé de alumínio, com acabamento suave, em preto. A parte superior das pernas está revestida a borracha,o que as torna mais aderentes, e até mais agradáveis ao toque, e facilita a movimentação do tripé no terreno.

Utilização
Este tripé está preparado para dar firmeza a câmaras reflex encorpadas e pesadas, como as de gama profissional, com diversos tipos de objectivas acopladas - suporta até sete quilos. A avaliar por aí, não surpreende que não seja um tripé propriamente pequeno, nem particularmente leve, uma vez que é construído em alumínio e não em carbono (tipicamente mais leves, mais resistentes, mas também mais caros). Não obstante, os seus 65,5 cm (quando fechado) e 2,4 quilos são perfeitamente transportáveis, com um nível de conforto aceitável. O seu peso pode até ser vantajoso para o manter firme em algumas situações, como quando fotografa em áreas ventosas - um lugar-comum para quem gosta de captar paisagens costeiras.

O seu alcance em altura é de um metro e 42 centímetros (através das três secções extensíveis das pernas) mas pode ir até 178,5 cm se subir totalmente a coluna central - sofrerá uma natural perca de estabilidade.

Nos nossos testes, o processo de ajuste da altura do tripé não ofereceu qualquer resistência, nem demos nota de que houvesse deslizes, depois de bloquearmos cada extensão máxima, sempre que necessário.

As pernas deste tripé podem ser ajustadas em diferentes ângulos: 23, 45, 65 e 88 graus. Na sua maior abertura, as pernas ficam quase perpendiculares à coluna central, a uma altura de cerca de dez centímetros. Aliada à possibilidade de colocar a coluna central na horizontal, esta configuração é óptima para, por exemplo, fotografar vida selvagem ao nível do olhar dos assuntos, ou para explorar a macrofotografia - também pode inverter a coluna central para este fim. Para controlar o alinhamento das suas fotos, este tripé integra um útil nível de bolha.

Em resumo
O Manfrotto 055XPROB não é o mais leve dos tripés, mas oferece-lhe uma resistência e estabilidade excelentes. A sua versatilidade faz dele um acessório ideal para os mais diversos géneros fotográficos. É um excelente tripé, que transmite confiança e agradará a utilizadores exigentes. Resta escolher a cabeça que mais se adequa às suas necessidades.

Especificações
Contacto Flasheffects, 911 501 420 www.manfrotto.com
Alcance máximo/mínimo 178,5 m / 10cm
Capacidade 7 kg
Peso 2,4 kg

Veredicto
Não há praticamente nada a apontar a este tripé.
É certo que não é propriamente lve, mas a resistência, fiabilidade e estabilidade demonstradas são excelentes. O sistema de utilização da coluna central na horizontal é útil, simples e funcional, o que também joga a seu favor.



in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PCI IRQ Activated By


Com certeza já deve ter ouvido dizer que em alguns casos duas ou mais placas PCI podem partilhar o mesmo endereço de IRQ, mas caso esteja em dúvida sobre o porque isso acontece em alguns computadores e em outros não, esta opção do Setup, encontrada na sessão “PCI/Plug and Play Setup” de muitas placas mãe pode ser a resposta.

Apesar de desde as suas primeiras versões o barramento PCI permitir o compartilhamento de IRQs, os primeiros periféricos PCI não eram compatíveis com, o recurso. Por outro lado, quase todos os periféricos PCI actuais o são.

Esta opção possui duas alternativas, "Edge" e "Level". Caso esteja configurando o Setup dum computador antigo, montado à vários anos, então o recomendável é manter a opção em Edge, pois provavelmente o PC terá placas PCI incompatíveis com o recurso. Edge desactiva o compartilhamento de IRQs, o que irá evitar problemas.

Porém, caso esteja configurando um PC mais recentel escolha a opção Level, que habilita o compartilhamento de IRQs.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Nós e amarras XL

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

Ancoragens
 
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Melro-de-colar, Melro-de-peito-branco

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Turdidae.
 
Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação adequada para avaliar o risco de extinção. Com efeito, não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta  espécie, como o tamanho e as tendências da população.

Distribuição
Nidifica em zonas montanhosas de latitude média ou elevada no Paleárctico Ocidental, estendendo-se até à Ásia Central e ao Irão. Inverna principalmente em volta do Mediterrâneo (Cramp 1992).

Em Portugal, durante o Inverno, encontra-se sobretudo no litoral Centro e Sul, e na região da Serra da Estrela. No entanto, sendo uma espécie muito rara e bastante discreta, o seu estatuto como invernante neste país está ainda mal esclarecido.

População
Apesar de quase nada ser conhecido sobre a população invernante, parece ser seguro que esta é, geralmente, inferior a um milhar de indivíduos. Só na Costa Sudoeste e na Serra da Estrela têm sido observados, com alguma regularidade, indivíduos aparentemente invernantes.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada (BirdLife International 2004). Em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004).

Habitat
Em Portugal ocorre sobretudo em zonas montanhosas ou em habitats costeiros expostos e com vegetação esparsa, como por exemplo em sistemas dunares ou em zonas rochosas.

Factores de Ameaça

Ameaças potenciais para esta espécie incluem a caça e a florestação de zonas de habitat favorável. No entanto, pouco ou nada é conhecido sobre a importância real de cada um destes factores.

Medidas de Conservação
É recomendável o controle da caça e dos projectos de florestação nas áreas de ocorrência.

São também necessários estudos da avifauna invernante que esclareçam melhor o estatuto desta espécie em Portugal.

Notas
Ocorre também no Continente como migrador de passagem; as aves que passam em migração são, aparentemente, bastante mais numerosas do que as que ficam para o Inverno.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Marushin 6mm Double Derringer (Black)


Marca: Marushin
Codigo do Produto: MURS-4920136048003
Hop-Up: Fixo
Peso: 214 grs
Comprimento: 125 mm
Capacidade: 2 bb's
Potência aproximada: 220 fps
Fonte de Energia: Top / Green gás
Blowback:
Não
Modo de Tiro: Acção Simples, Semi

O termo derringer é um erro generalizado do apelido de Henry Deringer, um famoso construtor de pequenas pistolas de bolso no século XIX. Muitas cópias da original pistola Philadelphia Deringer foram construídas por outros fabricantes de armas em todo o mundo, e o nome foi normalmente mal escrito; este erro depressa se tornou num termo genérico para qualquer pistola de bolso.

A pistola Deringer original era uma pistola de tiro único de carregamento pela boca; com o advento das armas de cartucho, as pistolas começaram a ser produzidas de uma forma moderna ainda conhecidas como derringer. Uma derringer é geralmente a arma de mão mais pequena utilizável de um determinado calibre. Elas são frequentemente utilizadas por mulheres, porque são fáceis de esconder numa mala ou como arma nas meias.

A Marushin Derringer tem o mesmo propósito da arma real; uma das armas de airsoft mais pequenas, tem um tamanho pequeno e um peso super leve tornando-a a escolha ideal para o back up, como arma escondida na bota ou no bolso.

Esta Marushin Derringer é uma arma de 6mm; armar o cão e puxar o gatilho dispara o cano de cima, rearmar e disparar de novo dispara o segundo de baixo. Disparando a 200 FPS com bb's de 6mm (0.2g) com top / Green gás, é do que suficientemente potente para atingir alvos a curta distância, mas tudo o que seja a mais de 12 metros é melhor uma arma de mão normal tornando esta em nada mais do que uma arma de backup de emergência.

A capacidade de duas munições limita ainda mais o uso desta arma para apenas arma de emergência ou pelo menos uma escolha cómica para arma principal. Se se sente quixotesco, pode sempre armar-se em Deringer Meryl (Animação Japonesa da série Trigun); usando mais ou menos uma dúzia de armas por todo o corpo num casaco e então proceder a um saque rápido, disparar e guardar para efectuar uma avalanche de saques e tiros. Pode não ser prático mas será certamente divertido.
 
Alternativamente, leve um par e mantenha-as perto como pistolas de duelo; leve-as para jogos ou quintais, desafie os seus amigos para pistolas a 10 passos ou o que tiver. Capaz de realizar ainda mais baixos FPS com gás HFC/Duster, a vantagem do potência super baixa significa que pode utilizá-la impunemente a curtas distâncias sem receio de provocar grandes danos ou magoar desde que todas as partes envolvidas usem protecção ocular.

A Marushin oferece Derringer's em preto e prateado, em variantes de 6mm e 8mm.





in

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Como... Aplicar cor em fotos a preto-e-branco

Quer dar um toque de cor e vida às suas fotos monocromáticas?
Revelamos-lhe uma forma simples de criar o efeito de pintura manual.

O QUE VAI PRECISAR Photoshop Elements 8 ou Photoshop CS, ou superior
O QUE VAI APRENDER Como aplicar o efeito de pintura manual às suas imagens a preto-e-branco no Photoshop Elements, através da função Colour Variations (Variações de cor), Blending Modes (Modos de mistura), camadas e pincéis
DEMORA APENAS 30 minutos
 
Se guarda impressões antigas a preto-e-branco, ou mesmo fotos monocromáticas registadas com uma câmara digital, às quais quer dar vida, esta pode ser a técnica que procurava.
 
Neste passo a passo, vamos mostrar-lhe como recriar efeitos semelhantes aos de uma fotografia pintada manualmente.
 
Muito antes da chegada da fotografia digital, esta técnica era amplamente utilizada pelos fotógrafos de viagens do final do século XIX e início do século XX. No entanto, revelava-se um processo incrivelmente exaustivo, sendo necessárias várias horas de trabalho especializado para o aplicar correctamente.
 
Hoje em dia, esta técnica pode ser facilmente recriada na câmara escura digital, através de algumas ferramentas simples, que incluem pincéis e camadas com vários modos de mistura, tal como lhe iremos mostrar de seguida.
 
Inspirámo-nos nas memoráveis fotografias de viagens de Burton Holmes e utilizámos alguns retratos do povo indiano. Após digitalizarmos os negativos, tratámos da aplicação da pintura manual à imagem. Continue a ler para saber como decorre todo o processo.


 in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Conseguindo mais IRQs

Com raras excepções, todos os dispositivos do computador precisam enviar informações ao processador.

Para isto, cada um precisa de um canal de IRQ, que funciona como uma espécie de campainha, que o dispositivo “toca” para chamar a atenção do processador para si. A má notícia é que qualquer computador PC possui apenas 16 IRQ's disponíveis, 15 na verdade, já que o IRQ 0 é usado pelo sinal de relógio da placa mãe, sem o qual computador nenhum poderia funcionar.

Num PC básico, com modem, placa de som e impressora, as IRQ's disponíveis são suficientes, aliás nestes computadores ainda costumam sobrar um ou dois IRQ's disponíveis. Qualquer conflito de hardware neste caso não surgirá por falta de IRQ's, mas por falta de experiência do usuário que não soube configurar tudo direito.

O problema é que hoje em dia usamos cada vez mais acessórios, como placas de captura de vídeo, placas de rede, placa SCSI, RAID ou ambas, dispositivos USB, o cradle de Palm, ou outros dispositivos que ocupem portas de série, vários discos rígidos, e por aí vai, a lista de diapositivos possíveis é quase ilimitada.

Porém, continuamos com apenas as mesmas 16 (ou 15) IRQ's disponíveis, fazendo com que num PC mais equipado muitas vezes o utilizador se depare com uma falta crónica de endereços IRQ para instalar dispositivos. E, sem um IRQ disponível, nada da nova placa funcionar.


Infelizmente, não é possível instalar mais IRQ's, aliás o XT tinha apenas 8 IRQ's (de 0 a 7), as 16 que temos actualmente surgiram graças a uma quase gambiarra feita a partir do 286, um cascateador de IRQ's, que ocupa a IRQ 2 e permite aceder às IRQ's de 8 a 15, santa ideia.

Se as palavras de ordem hoje em dia são reciclar, economizar, racionar, etc. vamos aprender a racionalizar o uso das IRQ's disponíveis para conseguir conectar todos os periféricos desejados.

Vamos começar montando um PC imaginário bem simples: apenas a placa mãe, memória, processador, disco rígido, disquete, CD-ROM, placa de vídeo, monitor, teclado e rato PS/2.

Mantendo todas as configurações default do Setup (presumindo que seja uma placa mãe razoavelmente actual), e deixando o Windows detectar sozinho todos os dispositivos, sem alterar nada, teremos provavelmente o seguinte cenário:

IRQ 0 - Sinal de relógio da placa mãe (fixo)
IRQ 1 - Teclado (fixo)
IRQ 2 - Cascateador de IRQs (fixo)
IRQ 3 - Porta de série 2
IRQ 4 - Porta de série 1
IRQ 5 - Livre
IRQ 6 - Drive de disquetes
IRQ 7 - Porta paralela (impressora)
IRQ 8 - Relógio do CMOS (fixo)
IRQ 9 - Placa de vídeo
IRQ 10 - Livre
IRQ 11 - Controlador USB
IRQ 12 - Porta PS/2
IRQ 13 - Co-processador aritmético
IRQ 14 - IDE Primária
IRQ 15 - IDE Secundária
 
Lindo, só com a placa de vídeo o nosso PC já está com apenas duas IRQ's livres. Instalando uma placa de som e um modem, ocuparemos ambas, ficando sem um único IRQ disponível.

A partir daqui, para instalar novos dispositivos, teremos que racionalizar os endereços, desactivando dispositivos que não são necessários.

Por exemplo, mantendo a configuração que temos agora (placa mãe, memória, processador, disco rígido, disquete, CD-ROM, placa de vídeo, monitor, teclado, rato PS/2, placa de som e modem) poderíamos desabilitar vários dispositivos que estão ocupando endereços de IRQ:

* Ambas as portas de série : estamos usando um rato PS/2, e por enquanto não temos nada que necessite de uma porta de série.
* Porta paralela : Por enquanto não temos impressora scanner ou qualquer outro dispositivo que use a porta paralela.
* USB : Não temos nenhum periférico USB.

Com apenas uma rápida inspecção, já foi possível livrar quatro endereços que antes estavam ocupados. Todos estes dispositivos podem ser desactivados através do Setup. Caso você não tenha intimidade com ele, poderá encontrar um tutorial sobre a configuração do Setup na área de tutoriais do site.

Vamos então ao próximo problema:
Imagine que agora iremos adicionar a este PC uma placa de rede, uma placa SCSI, impressora, scanner USB e uma placa de captura de vídeo.

Em primeiro lugar, teríamos que reactivar a porta paralela, por causa da impressora, e a porta USB, por causa do scanner. A placa de rede e a placa SCSI consumiriam então os outros dois IRQs que estavam livres. Estaríamos então novamente sem endereços livres, ainda faltando instalar a placa de captura de vídeo.

Neste caso seria preciso usar um pouco de criatividade, existiriam várias opções: o rato, que está ocupando a porta PS/2 poderia ser substituído por um USB, permitindo desactivar a porta PS/2 e livrar o IRQ 12 usado por ela, desactivar a porta do drive de disquetes (ficando sem, ou substituindo-o por um USB), livrando o IRQ 6 ocupado por ela, desactivar a IDE secundária da placa mãe, instalando o CD-ROM como slave do disco rígido (livrando o IRQ 15) e assim por diante.
 
Lembre-se que existem no mercado adaptadores que permitem transformar uma porta USB numa porta paralela, caso usássemos um destes, seria possível desabilitar também a porta paralela.

Fazendo isto, ainda seria possível instalar vários outros periféricos novos, até novamente ficássemos sem endereços de IRQ. Neste caso, provavelmente já estaríamos sem slots PCI ou ISA livres e não poderíamos instalar mais nada de qualquer forma.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Nós e amarras XXXIX

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


Ancoragens

terça-feira, 30 de julho de 2013

Upupa epops, Poupa

Taxonomia
Aves, Coraciiformes, Upupidae.

Tipo de ocorrência
Madeira: Residente.

Classificação
Madeira: VULNERÁVEL - VU (D1+2)
Fundamentação: Espécie com população pequena (que pode ser inferior a 1.000 indivíduos), que apresenta área de ocupação reduzida (inferior a 20 km2) e que pode ocorrer num número restrito de localizações.

Distribuição
Distribui-se nas zonas temperadas e subtropical, das Ilhas Canárias até à costa chinesa do Pacífico, a oeste e até à Sibéria, a este (Hagemeijer & Blair 1997).

No arquipélago da Madeira a sua nidificação só está confirmada para o Porto Santo, onde é abundante (Câmara 1997). No que diz respeito à ilha da Madeira é uma ave rara, cuja nidificação não está confirmada.

População
No arquipélago da Madeira, com base nos levantamentos efectuados para o Novo Atlas das Aves que Nidificam em Portugal estima-se que a população desta subespécie deverá se situar entre 250 e 2.500 indivíduos maturos (Oliveira & Menezes 2004). A sua tendência populacional não é conhecida, mas provavelmente é estável.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
É uma ave que usa muito o solo pelo que o seu habitat envolve áreas com um coberto vegetal herbáceo ou arbustivo pouco denso e áreas agrícolas. No geral trata-se de uma espécie que procura zonas secas.

Factores de Ameaça
Apesar de serem escassos os conhecimentos existentes sobre esta espécie, a julgar pela sua tendência populacional não existem ameaças que, pelo menos a curto prazo, ponham em risco a perenidade da mesma (Oliveira 1999).

Medidas de Conservação
Não existe um plano de gestão dirigido exclusivamente a esta espécie e a sua principal área de ocorrência não tem qualquer tipo de protecção legal. Aparentemente este nível de protecção está adequado ao seu estado de conservação. Contudo, seria importante a confirmação deste facto através de estudos no terreno e criar um esquema de monitorização da sua tendência populacional.

Notas
Apesar de não existir referência sobre a sua nidificação na Ilha da Madeira, é muito provável que aí se reproduza (Oliveira & Menezes in press).

No Continente, a espécie encontra-se em situação Pouco Preocupante (LC). Apresenta uma população residente a que acresce uma população invernante, ambas numerosas e com distribuição alargada.

in Livro Vermelho dos Vertebrados



Inflação

Já inúmeras vezes escrevi aqui sobre este assunto, em todas elas questionei como são calculados os valores da suposta inflação em Portugal...

Neste momento o valor mais recente, referente ao mês de Junho de 2013, é de que a inflação anda pelos 0,98%!

Desde o início do ano a gasolina 95 aumentou em Grândola 3,1%!

Hoje fui ao Continente adquirir duas embalagens de levedura fresca, que desde Dezembro de 2012 custava 0,59€, hoje custa 0,65€. Um aumento de 10,1%!

Só posso concluir uma coisa... Estes estudos para determinação da inflação em Portugal são realizados num Portugal diferente!



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Revolver Tokyo Marui M66 6 polegadas


Marca: Tokyo Marui
Código do Produto: TM-4952839143167
Hop-Up: Fixo
Peso: 590 grs
Comprimento: 290 mm
Capacidade: 24 bb's
Potência: 240 fps
Fonte de Energia: HFC134a
Blowback: Não
Modo de Tiro: semi-automático



in