quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Nós e amarras LVI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

IÇAMENTOS E MULTIPLICAÇÃO DE FORÇA
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sterna albifrons, Chilreta, Andorinha-do-mar-anã


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
VULNERÁVEL -– VU (B2ab(iii); D1)
Fundamentação: Espécie com área de ocupação reduzida (inferior a 1.000 km2), que ocorre em 10 localizações e tem sofrido declínio continuado da qualidade do habitat; a sua população é reduzida (menor que 1.000 indivíduos maturos).

Distribuição
Ocorre em zonas temperadas e tropicais, entre a Finlândia e Tasmânia. As maiores populações europeias ocorrem em Itália, Espanha e Reino Unido (Hagemeijer & Blair 1997). A maioria da população europeia inverna em África entre a Guiné e os Camarões (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal nidifica em colónias localizadas nas rias de Faro-Olhão, Aveiro e Alvor, estuários do Tejo, Sado e Mondego, nas lagoas de Santo André e Melides, no sapal de Castro Marim e numa barragem em Elvas, perfazendo uma área de ocupação reduzida (inferior a 1.000 km2, segundo cálculos de áreas apresentados por Farinha e Trindade 1994). A área de distribuição no litoral tem permanecido constante, mas a nidificação no interior do país parece ser recente. As zonas ocupadas dentro da área de distribuição do litoral sofreram uma redução, tal como atestam os ovos recolhidos no finais do século XIX em Estarreja (Themido 1948), área onde actualmente não nidifica.

População
Esta espécie foi sujeita a censos dirigidos, que abrangeram todo o território em 1976/1980, 1981/1983 e 2000/2002. A estimativa mais recente aponta para cerca de 440 casais (Catry et al. 2004). A população nidificante apresenta-se mais ou menos estável desde os anos 70 mas, em termos de habitat de nidificação, houve uma deslocação das praias e áreas dunares para salinas (Catry et al. 2004).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, apresentando um declínio continuado moderado (BirdLife International 2004).

Habitat
A reprodução ocorre, entre finais de Abril e Julho, em praias e dunas com cobertura de vegetação reduzida, sapais, salinas, pisciculturas e em ilhas situadas em lagoas ou barragens. Alimenta-se em lagoas costeiras e rias mas também no mar, sobretudo no Algarve.

Factores de Ameaça
A alteração e degradação das zonas costeiras e dunares, que têm ocorrido por intensificação turística, constituem as maiores ameaças à conservação da espécie. A predação por cães assilvestrados e aves (nomeadamente alcaravão Buhrinus oedicnemus, no cordão dunar da Ria Formosa (Catry et al. 2004)) e a perturbação por pessoas constituem os principais factores de insucesso reprodutor. Marés altas e ventos fortes podem ser factores limitantes importantes em algumas colónias. O crescente abandono das salinas e transformação em pisciculturas são também ameaças relevantes.

Desconhece-se o impacto de actividades pesqueiras artesanais e da aquacultura praticada em lagoas costeiras sobre os recursos alimentares desta espécie.

Medidas de Conservação
As maiores colónias situam-se em áreas protegidas tais como a Ria Formosa e o Sapal de Castro Marim. A maioria das outras áreas onde ocorre já foram designadas como Zonas de Protecção Especial.

A espécie tem beneficiado de acções pontuais de intervenção nos habitats de nidificação (Catry 2000, Catry et al. 2000), mas medidas de ordenamento do litoral e a implementação de planos de gestão são necessárias para assegurar a conservação das áreas costeiras em que nidifica. A sensibilização do público em geral, e em particular dos veraneantes, que terão de ser impedidos de utilizar determinadas praias durante a estação reprodutora, é uma medida de conservação prioritária. Esta espécie tem beneficiado de uma monitorização regular em todo o país, a qual deverá continuar.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

BO Manufacture AKM13 Automatic Electric Rifle


Marca: BO Manufacture
Código do Produto: AR10100
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,508 kgs
Comprimento: 910 mm
Capacidade: 70 bb's
Potência: 340 fps
Tamanho da Bateria: 7.4 LIPO
Modo de Tiro: Semi-automático, automático

A AKM13 (Avtomat Kalashnikova Modernizirovanniy) é uma espingarda de assalto de 7.62mm desenhada por Mikhail Kalashnikov. É uma versão actualizada da espingarda AK-47 e foi desenvolvida nos anos 1950.

A Bo Manufacture é uma companhia situada em França fabricando produtos de alta qualidade como esta AKM13. Pode quase dizer-se que os seus produtos tem a mesma alta qualidade dos produtos da Inokatsu, e todos nós sabemos como são bem construídos.

Esta AKM13 imita o mesmo desenho simplista e efectivo num produto muito sólido. É construída em madeira real e aço que são todos artesanais o que a torna uma excelente e muito única peça de arte. Até o punho parece fazer parte apesar de ser mais grosso do que poderia esperar. É construído em plástico mas é desenhado para parecer fibra de vidro e parece bastante convincente, o  que explica o seu preço. Cada modelo é controlado e assinado pelo engenheiro que o construiu, assim de alguma forma, elas são todas diferentes à sua maneira. Dentro está uma gearbox V3 roxa que funciona muito suavemente com uma bateria 7.4V Lipo (que recomendamos).

A AKM13 inclui todos os acessórios e botões que pode esperar numa arma estilo AK.

Miras frontais e traseiras estampadas ajustáveis em elevação, tratadas, corpo em metal bem soldado e rebitado e um carregador metálico muito bem desenhado.

Coronha e punho em madeira autêntica, punho de pistola em plástico construído para parecer como fibra de vidro.

Unida de hop up ajustável, acessível quando abre o ferrolho deslizando-o.

Disparar a AKM13 é o que pode esperar de uma AEG pois todas elas soam muito similar. Tal como muitas armas de airsoft, esta AEG é usável em skirmish.

Pesando uns quase realísticos 3.5 kgs, esta beleza metálica é pesada. Com a AKM13, não é só a performance, mas parece chamar como um tributo e testemunho ao valor histórico da variante AKM.

Sugerimos o uso de baterias 7.4 Lipo ou qualquer coisa similar fazendo-a disparar com uns razoáveis 350 fps. A bateria (ligada via um conector estilo Tamiya) é colocada na coronha da AKM13 que tem muito espaço de armazenamento.


in



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sensores de Imagem – Tipos

Esta imagem mostra uma
ampliação dos píxeis de um
sensor de imagem. Imagem
cortesia da IBM.
Com as câmaras de filme era possível utilizar qualquer tipo de película. Era a película escolhida que dava ao fotógrafo determinado tipo de cores, tons e grão. Se um tipo de película registava imagens com cores demasiado frias ou quentes, bastava mudar para outro tipo. Com as câmaras digitais a “película” é uma parte permanente da câmara, e comprar uma câmara assemelha-se em muito à escolha da película a usar. Tal como na era do filme, os diferentes sensores da imagem também “interpretam” as cores de formas diferentes, e o mesmo acontece com o “grão”, com a sensibilidade à luz e por aí fora. Só poderá avaliar esses aspectos examinando algumas fotografias captadas com determinada câmara ou lendo artigos de revistas da especialidade.

Uma “bolacha” de silício, utilizada
para fazer sensores de imagem.
Inicialmente os CCD eram os únicos sensores de imagem utilizados em câmaras digitais. Já tinham sido desenvolvidos eficazmente para aplicar a telescópicos astronómicos, scanners e câmaras de vídeo. No entanto actualmente há uma alternativa bem implementada, o sensor de imagem CMOS. Tanto o sensor CCD como o CMOS captam a luz através de uma grelha de pequenos fotodíodos colocada na sua superfície. Diferem apenas na forma como processam a imagem e são fabricados.

• O sensor de imagem CCD. O CCD (charged-couple device) recebeu esta designação devido à forma como as cargas nos píxeis são lidas depois da exposição. As cargas da primeira fila são transferidas para um local do sensor chamado “read out register”. A partir daí são encaminhados para um amplificador e depois para um conversor analógico-para-digital. Cada vez que uma fila é lida e as suas cargas no read out register” são eliminadas, a próxima fila é introduzida e todas as outras acima descem uma fila. Desta forma, com cada fila “associada” à fila superior, cada uma das filas de píxeis é lida – uma de cada vez.

•O sensor de imagem CMOS. Os sensores de imagem são produzidos em fábricas chamadas “wafer foundries”, onde os minúsculos circuitos e os dispositivos são introduzidos em chips de silício. O maior problema dos CCD reside no facto de serem criados em fundições que recorrem a processos especializados e caros, que apenas podem ser utilizador para fabricar outros CCD. Por outro lado, as fundições maiores adoptaram um processo diferente, chamado CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductos) para produzir milhões de chips para processadores de computadores e memórias. O CMOS é de longe o mais comum e mais rentável processo de produção de chips a nível mundial. A utilização dos mesmos processos e equipamentos para produzir os sensores de imagem CMOS, permitiu baixar incrivelmente os custos de produção, pois os custos fixos da instalação fabril são cobertos por um número muito maior de dispositivos. Como resultado desta economia, os custos de fabrico de uma “bolacha” (wafer) CMOS são significativamente mais baixos que os do fabrico de uma “bolacha” semelhante através do processo especializado do CCD. Os custos tornam-se ainda mais baixos porque no mesmo chip de um sensor de imagem CMOS é possível incluir circuitos de processamento. Com os CCD, estes circuitos de processamento têm de ser criados num outro chip.

Apesar das diferenças, estes dois tipos de sensores são capazes de produzir excelentes resultados e ambos são utilizados pelas principais marcas de câmaras. A Canon e a Nikon utilizam sensores CMOS nas suas reflex digitais topo de gama, tal como muitos outros fabricantes.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Zoned Bit Recording (ZBR)

A trilha mais externa de um disco rígido possui mais que o dobro de diâmetro da trilha mais interna e, consequentemente, possui capacidade para armazenar muito mais dados. Porém, nos primeiros discos rígidos, assim como nas disquetes, todas as trilhas do disco, independentemente de seu diâmetro, possuem o mesmo número de sectores, fazendo com que nas trilhas mais externas, os sectores ocupem um espaço muito maior do que os sectores das trilhas mais internas.

Temos então um grande espaço desperdiçado, pois é preciso nivelar por baixo, fazendo com que todas as trilhas possuam o mesmo número de setores permitido pelas trilhas mais internas, acabando por desperdiçar enormes quantidades de espaço nas primeiras trilhas do disco.

O recurso de Zoned bit Recording permite variar a quantidade de sectores por trilha, de acordo com o diâmetro da trilha a ser dividida, permitindo uma organização mais racional do espaço em disco e permitindo aumentar a densidade de gravação. A quantidade de sectores em cada trilha é definida durante a formatação física do disco rígido, feita no final do processo de fabricação.

A seguir estão dois esquemas que ilustram dois discos, um mais antigo, que não utiliza o ZBR, e outro mais moderno que utiliza este recurso. Observe que a trilha mais interna do disco possui o mesmo número de sectores, mas a trilha mais externa possui o dobro de setores no disco com ZBR. As demais trilhas possuem números intermediários, de acordo com sua posição no disco e o seu diâmetro.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto