quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro III

16- Com várias se constrói facilmente um mastro de bandeira;

17- Ao atravessar um ribeiro a vau, serve como um óptimo apoio para manter o equilíbrio;

18- Segura com as duas mãos em cima das nádegas e por baixo da mochila, ajuda a aliviar o peso desta nas costas;


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Falco naumanni, Francelho, Peneireiro-das-torres

Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Falconidae.
 
Tipo de ocorrência
Estival nidificante.
 
Classificação
VULNERÁVEL –- VU (B1ab(iii)+2ab(iii); D1)
Fundamentação: Espécie com distribuição muito localizada, no Alentejo interior, apresentando extensão de ocorrência e área de ocupação reduzidas (inferiores a 20.000 km2 e a 2.000 km2 respectivamente), com menos de 10 localizações conhecidas e que apresenta declínio continuado da área, extensão e qualidade do habitat, como resultado das profundas alterações agrícolas desta região. Apresenta ainda população reduzida, inferior a 500  indivíduos  maturos.
 
Distribuição
Tem uma distribuição vasta no Paleárctico, ocorrendo na Península Ibérica e norte de África, Itália, Balcãs, Turquia, Ucrânia, Geórgia, Azerbeijão e Próximo Oriente (Cramp 1998). A sua distribuição enquanto nidificante inclui ainda as regiões que se estendem deste o sudeste do Mar Cáspio e norte do Mar de Aral até às estepes do leste do Cazaquistão e umas bolsas isoladas no Lago Baical e Nordeste da China (del Hoyo et al. 1994). Inverna a sul da península arábica e, em África, a sul do Sara, até ao extremo mais meridional da Província do Cabo. Existem zonas onde a espécie permanece todo o ano, como algumas áreas de Espanha (Atienza & Tella 2003), Norte de África e algumas regiões do próximo e médio oriente (del Hoyo et al. 1994).

Em Portugal, a partir de finais da década de 80, a espécie sofreu uma fortíssima regressão na sua extensão de ocorrência e área de ocupação (Rufino 1989; ICN dados não publicados). A espécie está hoje restrita a pouco mais de 20 quadrículas (10x10 km), essencialmente localizadas a sul do Tejo, em particular no Baixo Alentejo, sendo irregulares os casos de nidificação na zona do Tejo internacional (Almeida et al. 2003).

População
Reis Júnior (1931) e Coverley (c.1945) reconhecem que até às décadas de 30-40 este pequeno falcão era bastante comum no Alentejo, formando grandes colónias nas cidades e vilas, que nalguns casos atingiriam os 120-150 casais. De acordo com Rocha et al. (1996) e Almeida et al. (2003), é nas décadas de 1940 a 1960 que se dá início a um declínio marcado e contínuo da população portuguesa do francelho. Nessa altura, nos anos 1940, a população deveria rondar os 700 casais (Araújo 1990, Rocha et al. 1996). Este declínio tornou-se bem evidente nos finais dos anos 1980-inícios dos 1990, quando algumas grandes colónias ou núcleos desapareceram praticamente de um ano para o outro, como a da costa vicentina e sudoeste alentejano, e numericamente a população nacional se reduziu substancialmente (Rocha 1996, Palma et al. 1999a). A partir dessa altura e até ao presente apenas subsistiu uma colónia urbana a de Mértola–, com a larga maioria das restantes colónias não possuindo mais que 10 casais (Rocha 1996, Palma et al. 1999a, Almeida et al. 2003).

O último censo da espécie em Portugal, realizado em 2001, revelou a existência de 270-272 casais distribuídos por 31 locais de nidificação, admitindo-se como certa uma evolução positiva dos efectivos, principalmente na zona de Castro Verde e Mértola (Almeida et al. 2003, Rocha et al. 2001). Contudo, a larga maioria dos efectivos permanece ainda muito concentrada, com 80% da população localizada nas ZPE’s de Castro Verde e do Vale do Guadiana (Rocha et al. 2001, Almeida et al. 2003).

É uma espécie globalmente classificada como Vulnerável (VU) (IUCN 2004a), que em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa é considerada Depauperada, tendo sofrido um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004).

Habitat
O habitat de caça da espécie em Portugal é formado por terrenos abertos de cerealicultura extensiva – pousios, pastagens, restolhos e terrenos lavrados e outras manchas de solo nu –, constituindo os três primeiros os biótopos favoritos (Onofre 1996, Rocha 1996, Almeida et al. 2003). Hoje em dia, a larga maioria dos locais de nidificação resume-se a construções humanas antigas e/ou degradadas, como conventos e pequenos montes semi-abandonados de alvenaria de pedra e tijolo e de taipa (Rocha 1999, Cruz 1999). Contudo, no primeiro quartel do século XX, nidificava num muito mais variado tipo de substratos, naturais ou construídos pelo homem, como castelos, muralhas, igrejas, pontes, falésias costeiras, fragas do interior e até, embora mais ocasionalmente, em árvores, nos ninhos de outras aves de maior porte (Rufino 1989, Almeida et al. 2003). Nessa altura, chegava a criar em pleno interior das maiores cidades alentejanas, como Évora, Beja, Elvas, constituindo colónias de grande dimensão (Reis Júnior 1931).

Factores de Ameaça
De entre os factores de ameaça mais importantes para o francelho contam-se, segundo Rocha (1996,1998 e 1999), Cruz (1999) e Almeida et al. (2003):
  • a perda, degradação e fragmentação do habitat de caça, motivados pela alteração dos sistemas agrícolas tradicionais e a sua reconversão para sistemas agrícolas mais intensivos;
  • a perda de substrato de nidificação, principalmente devido a obras de melhoramento em construções históricas, religiosas e rurais, que levam ao encerramento de cavidades para a sua nidificação, causa esta que teve particular incidência a partir dos anos 1950-60 aquando do restauro de monumentos nacionais;
  • a diminuição dos recursos tróficos, devido ao incremento da aplicação de pesticidas;
  • a competição inter-específica pelos locais de nidificação, nomeadamente por gralha-de-nuca-cinzenta Corvus monedula e pombo (Columba livia var. domestica).
Para além destes, há a considerar a perturbação e pilhagem de ninhos, a predação natural (por p. ex. por ratazanas Rattus sp., gralha-de-nuca-cinzenta) e o abate ilegal (Rocha 1996 e 1999, Almeida et al. 2003).

Medidas de Conservação

Em Almeida et al. (2003) é proposto um conjunto vasto de medidas com vista à conservação e recuperação da espécie: 
  • Conservação e recuperação do habitat de alimentação, mediante: i) revisão e revitalização do Plano Zonal de Castro Verde e elaboração e implementação de outros planos zonais em áreas de ocorrência da espécie; ii) divulgação e extensificação do recurso genérico a Medidas Agro-Ambientais que minimizem a degradação do habitat e promovam e recuperem sistemas tradicionais de agricultura; iii) sensibilização de agricultores; iv) melhoria do habitat em torno das colónias existentes, como p. ex. assegurando a heterogeneidade espacial das áreas de alimentação, com a introdução de faixas não semeadas e incentivando o pastoreio nos pousios por ovinos (máximo de 0,5 CN/ha); v) definição de normas de uso do solo e cartografia das áreas sensíveis em torno das colónias;
  • Conservação e recuperação do habitat de nidificação: i) desenvolvimento de acções com vista à conservação das actuais estruturas – construções humanas–, onde a espécie nidifica; ii) criação de novos locais de nidificação e ensaio de estruturas (ninhos artificiais) adequadas à nidificação e à optimização do sucesso reprodutivo da espécie; iii) especificação e aplicação obrigatória de normas no restauro de edifícios históricos em geral;
  • Minimização da predação (por roedores, corvídeos e carnívoros), competição interespecífica (corvídeos ou columbiformes), e pilhagem através de: i) controle activo de roedores, carnívoros, corvídeos e pombos nos locais de nidificação (colónias); ii) desenvolvimento e avaliação de medidas que limitem a predação e competição nos  locais  de  nidificação; iii)  vigilância  activa  das  principais  colónias  de  Abril Julho.
Para além das medidas acima referidas, referem-se ainda: i) a realização periódica de censos; ii) recolha e recuperação de juvenis caídos do ninho; iii) alimentação artificial de crias em locais onde a escassez dos recursos tróficos constitui um factor limitante da produtividade das colónias; iv) desenvolvimento de campanhas de sensibilização dirigidas em  especial  a  proprietários  das  construções  onde  a  espécie  nidifica,  agricultores  e pastores, bem como ao público em geral.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


sábado, 23 de agosto de 2014

Rifas


Todos nós nos cruzamos amiúde com alguém que vende bilhetes para rifas pelas mais diversas razões, o que porventura não sabemos e creio que muitos dos autores dessas rifas, é que existe legislação que regula essa actividade.

Até há uns anos atrás todas as rifas tinham de ser autorizadas pelo Governador Civil do distrito, com a extinção dos Governadores Civis, essa responsabilidade foi transferida para o Ministério da Administração Interna.

Todas as rifas tem de ser efectuadas por entidades sem fins lucrativos e com a aplicação do correspondente lucro líquido em fins de assistência ou outros de interesse público.

A lei impõe que o valor dos prémios a sortear não pode ser inferior a um terço do valor total da importância de bilhetes emitidos.

O requerimento de autorização tem um custo de 500,00€ e a organização terá de pagar em Imposto de Selo o valor de 35% + 10% do valor dos prémios.

Por conseguinte quando nos propõe a aquisição de um bilhete para uma rifa basta-nos uma mera operação matemática para determinar a legalidade dessa rifa:

X - Valor do prémio
Y - Valor total dos bilhetes vendidos (3X)
Z - Resultado líquido

Assim teremos que: Z = Y - X - 0,45X - 500€ => Z = 3X - X - 0,45X - 500€ => Z=1,55X -500€ 
isso implica que para que essa rifa tenha um resultado líquido positivo ou seja Z > 0 o X terá de ser superior a 322,58€, presumindo que se venderam todos os bilhetes...

Isto presumindo que o prémio foi adquirido pela organização da rifa, se foi doado à organização a fórmula seria mais simples: Z = Y - 0,45X - 500€ => Z = 3X - 0,45X - 500€ => Z = 2,55X - 500€, ou seja o prémio tinha de ter um valor superior a 196,08€.

Por isso quando vejo rifas com prémios de valor inferior a 196,08€ tenho a perfeita noção de que aquela é uma rifa não autorizada e que o autor da mesma não tem consciência de que incorre numa multa de 50.000,00€ a 500.000,00€ se for uma pessoa singular e de 500.000,00€ a 5.000.000,00€ se for uma pessoa colectiva (por exemplo uma associação).



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Usar os Modos de Cena

Ícones dos modos Retrato e Paisagem.
Os modos de cena funcionam como modos os totalmente automáticos, mas cada um deles recorre a uma série de definições para situações específicas. Por exemplo, no modo Retrato a câmara selecciona parâmetros que garantam uma reduzida profundidade de campo, para que o fundo fique suave. No modo Paisagem, acontece o oposto, é seleccionada uma abertura pequena para maximizar a profundidade de campo. (Para saber mais sobre o conceito de Profundidade de Campo, veja o Capítulo 4). Estes são os modos que lhe poderão ser mais úteis:

Ícones dos modos Close-up e Desporto.
• O modo Retrato define a câmara para a profundidade de campo mínima para que o retrato tenha um fundo suave e menos distractivo. Para maximizar o efeito aproxime o assunto com o zoom ou utilize uma objectiva com uma distância focal longa (teleobjectiva) para que o motivo preencha praticamente todo o visor. Certifique-se também que há uma grande distância entre o assunto principal e o fundo.

Ícones dos modos Retrato Nocturno
e Paisagem Nocturna.
• O modo Paisagem define a câmara para a máxima profundidade de campo, para que a imagem fique nítida desde o primeiro plano até ao plano do fundo. Se for necessário utilizar uma velocidade de obturação baixa terá de apoiar a câmara. Este modo funciona melhor com uma objectiva de distância focal curta (grande-angular) e o flash da câmara deve ser desligado para que não dispare.

• O modo Close-up é utilizado para fotografar flores e outros objectos pequenos, mas nas câmaras reflex esse modo não substitui uma objectiva macro. Este modo funciona melhor com assuntos a uma distância correspondente à distância de focagem mínima.

• O modo Desporto é ideal para desporto de acção ou outros assuntos em rápido movimento, pois a definição da velocidade do obturador é a mais rápida possível para congelar a acção. Em algumas câmaras, o modo de focagem automática é definido automaticamente para manter o motivo em movimento focado, e o modo de disparo Contínuo é seleccionado para que possa captar uma imagem a seguir à outra enquanto tiver o dedo no obturador. Para obter os melhores resultados utiliza uma objectiva de distância focal longa.

• O modo de Retrato Nocturno ou Crepúsculo foi concebido para fotografar pessoas ou assuntos próximos ao crepúsculo, noite ou madrugada. O flash é disparado para iluminar os assuntos em primeiro plano e a definição da velocidade do obturador é suficientemente baixa para iluminar o plano de fundo. Uma vez que é utilizada uma velocidade de obturação precisa de apoiar a câmara. O obturador também poderá permanecer aberto depois do disparo do flash, por isso mantenha a câmara estável até ele se fechar e se houver pessoas no fundo peça-lhes peça-lhes para ficarem imóveis durante alguns segundos depois do flash disparar.

• O modo de Paisagem Nocturna não dispara o flash e utiliza uma velocidade lenta para captar uma paisagem, sobretudo cenas urbanas ao amanhecer, ao anoitecer ou à noite. Como será utilizada uma velocidade de obturação lenta, precisa de apoiar a câmara. Se a cena incluir assuntos no fundo, pode optar também por usar o modo de Retrato Nocturno.

O modo Sépia produz uma
imagem semelhante a uma
impressão em albumina,
em 1800.
• Os modos de Preto e Branco e Sépia captam imagens em escala de cinzentos. No modo Sépia as imagens adquirem um tom castanho avermelhado semelhante ao das antigas impressões em albumina.

• O modo Panorâmico, também chamado de “assistente de junção”, ajuda a alinhar séries de imagens de forma a que possam ser unidas no seu computador através de um programa de junção panorâmica. Algumas câmaras conseguem mesmo fazer essa junção na própria câmara. Mas se pretende os melhores resultados e imagens maiores, o melhor é fazê-lo no seu computador.

• Outros modos de cena disponíveis podem ser: Festa/Interiores, Praia/Neve, Nascer do sol/Pôr-do-sol, Museu, Fogo-de-artifício, Cópia e Contraluz.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O disco rígido pifou, e agora?


Sem dúvida, esta não é uma experiência muito agradável não é mesmo? Existem companhias especializadas em recuperação de dados de discos rígidos com defeito, algumas equipadas com salas limpas e outros tipos de equipamentos, o grande problema é o preço deste tipo de trabalho, que facilmente pode ultrapassar os 2000 reais. Além disso, nunca existe garantia de que os dados realmente serão recuperados. Se você prefere tentar você mesmo, a seguir vão algumas dicas úteis:


Os dados foram apagados mas o HD funciona
O modo através do qual os dados são gravados no disco rígido, permite que praticamente qualquer dado anteriormente apagado possa ser recuperado. Na verdade, quando apagamos um arquivo, seja através do DOS ou do Windows Explorer, é apagada apenas a referência a ele na FAT, a tabela gravada no início do disco rígido que armazena a localização de cada arquivo no disco.

Com o endereço anteriormente ocupado pelo arquivo marcado como vago na FAT, o sistema operacional considera vaga a parcela do disco ocupada por ele. Porém, nada é realmente apagado até que um novo dado seja gravado subscrevendo o anterior. É como regravar uma fita cassete: a música antiga continua lá até que outra seja gravada por cima.

O Norton Utilities possui um utilitário, chamado “Rescue Disk”, que permite armazenar uma cópia da FAT em disquetes. Caso seu HD seja acidentalmente formatado por um vírus, ou por qualquer outro motivo, você poderá restaurar a FAT com a ajuda destes discos, voltando a ter acesso a todos os dados como se nada tivesse acontecido.

Além do Norton, existem vários outros programas extremamente amigáveis especializados em recuperação de dados, mesmo caso não exista backup algum da FAT. A Ontrack tem o seu Easy Recovery (chamado de Tiramissu, em versões anteriores) com versões para Fat 16, Fat 32, NTFS, Novel Netware e discos Zip/Jaz. Estes programas são capazes de recuperar arquivos apagados, ou mesmo um disco rígido inteiro vítima da acção de vírus, mesmo que qualquer vestígio da FAT tenha sido apagado. Ele faz isso baseando-se nas informações no final de cada cluster, e baseado em estatísticas. Realmente fazem um bom trabalho, recuperando praticamente qualquer arquivo que ainda não tenha sido reescrito. Estes não são exatamente programas baratos. A versão Personal, custa 179 dólares, enquanto a Professional, que oferece alguns recursos avançados, custa absurdos 489 dólares. Existe uma demonstração gratuíta que apenas mostra os arquivos que podem ser recuperados. Os programas podem ser comprados em: http://www.ontrack.com.

Na mesma categoria, temos também o Lost and Found da Power Quest. O modo de recuperação é bem parecido com o usado pelo Easy Recovery, e a eficiência também é semelhante, sua vantagem é ser bem mais barato, e ter versão em Português. Existe ainda um demo que pode ser baixado gratuitamente. Informações disponíveis em http://www.powerquest.com.br.

Usando qualquer um dos dois programas, a chance de recuperar dados que ainda não tenham sido reescritos é muito grande, isso caso o disco rígido não tenha nenhum defeito de hardware claro.

Mais uma dica é que alguns vírus podem bloquear o acesso ao disco rígido, fazendo com que você não consiga aceder a ele nem mesmo usando um disco de boot. Neste caso, dê boot via disquete e use o Manual de Hardware Completo 3º ed. - Carlos E. Morimoto – http://www.guiadohardware.net comando FDISK /MBR, isto apaga o sector de boot do disco rígido. Em seguida, passe um antivírus actualizado. Pode ser que você nem precise do programa de recuperação de dados.


O disco rígido não é sequer detectado pelo BIOS
Existe um truque que costuma dar certo, e vale à pena tentar primeiro pois não traz riscos.

Coloque o disco rígido dentro de um plástico hermeticamente fechado e deixe no congelador por 4 horas ou mais. Parece estranho, mas tem sua lógica, o frio altera a posição das marcas magnéticas nos discos (contração do material) e alguns componentes do disco rígido funcionam melhor a baixas temperaturas. Reinstale rapidamente o disco rígido, cruze os dedos. Existem uma possibilidade razoável dele voltar a funcionar durante alguns minutos, tempo suficiente para fazer uma cópia dos dados mais importantes e reformá-lo definitivamente. Por incrível que pareça, isso também costuma funcionar com CDs riscados que não lêem mais.

Experimente também passar no site do fabricante e configurar o disco rígido manualmente no Setup, dando o número de pistas, sectores e cilindros, como nos computadores antigos, resolve em alguns casos raros. Experimente também dar boot usando um disquete com o boot manager do fabricante, muitas vezes ele é capaz de aceder ao drive, mesmo sem ter sido reconhecido pelo BIOS.

Se você ouvir o ruído dos discos girando, seguido de um "click", "click", "click", significa que a placa lógica está tentando posicionar as cabeças de leitura, mas não está conseguindo. Este defeito é comum em discos rígidos antigos. Experimente apoiar o disco rígido sobre uma mesa, na vertical e dar uma
pancada sobre o lado superior. Um pancada leve, pois como os discos rígidos estão girando uma pancada mais forte pode danificar os discos magnéticos e aí que os dados não vão mais ser recuperados mesmo.

Lembre-se que sempre, seja usando um programa de recuperação, seja usando algumas das outras dicas, você precisará manter um segundo disco rígido instalado para onde possa copiar os dados.


O disco rígido "morreu", nem ouço o ruído dos discos girando
Neste caso, existem duas hipóteses, o motor de rotação não está girando ou existe algum defeito grave na placa lógica. Comece testando as voltagens do plug alimentação, só para eliminar a possibilidade de defeitos na fonte. Também experimente instalá-lo na segunda controladora IDE ou em outro computador, verificar o jumpeamento, o cabo IDE, etc. Apenas para eliminar estas possibilidades mais banais.

Em seguida, examine a placa lógica do disco rígido em busca de algum dano visível. Tente descobrir também as circunstâncias em que o disco rígido parou de funcionar.

O motor de rotação do disco rígido não para de uma vez, é como um cooler, que vai perdendo potência gradualmente. Se o problema for mesmo no motor de rotação, experimente dar uma pancada no disco rígido, cerca de 2 ou 3 segundos após ligar o computador. Na maioria dos casos, o motor volta a girar com a "pancada". Como no caso anterior, recupere imediatamente os dados que forem importantes, pois ele pode voltar a falhar.

Se a pancada não funcionar, você pode tentar uma pancada um pouco mais forte, ou mesmo usar algum objecto, o cabo de uma chave de fenda por exemplo. Como os discos não estão girando, a possibilidade de "terminar de danificar o drive" são pequenas. Desde que os impactos estejam dentro do razoável claro, não adianta bater com uma marreta.

Outra coisa, que às vezes dá certo é segurar o disco rígido e girá-lo rapidamente, no sentido anti-horário logo após ligar o computador. Este é o sentido de rotação dos discos. Caso tenha sorte, a lei da inércia se encarregará de dar o "empurrãozinho" que o motor de rotação precisa.

Se for encontrado algum defeito na placa lógica, trilhas quebradas, capacitores queimados, algum CI que explodiu, etc. etc. as opções são tentar corrigir o defeito, caso seja simples, ou então tentar encontrar outro disco rígido da mesma marca e modelo e pegar "emprestada" a placa lógica.

Recupere os dados, devolva a placa ao doador e aposente o disco rígido defeituoso.


Não tenho mais nada a perder, mais alguma sugestão?
As dicas a seguir devem ser usadas apenas após ter esgotado todas as anteriores, pois permitirão fazer o disco rígido funcionar por mais alguns minutos ou horas, tempo suficiente para fazer uma cópia dos dados importantes, mas, em troca, o disco rígido será definitivamente condenado. Depois deste último fôlego servirá no máximo para fazer um relógio de parede.

Mas, se você acha que não tem mais nada a perder, está ponto de arrancar os cabelos e jogar o finado disco rígido pela janela, vamos lá:

O último recurso para tentar recuperar os dados é abrir o disco rígido. Tente fazer isso num ambiente com o ar mais limpo possível. De qualquer forma, o disco rígido estará condenado apartir do momento que abri-lo. A poeira que entrar começará a lentamente destruir os discos magnéticos. Mas, antes disso você terá tempo de recuperar os dados.

Depois de aberto, ligue o cabo de força e o cabo flat. Ligue o computador e veja que é o comportamento do disco rígido. Se ele não estiver girando, use o dedo para dar um empurrãozinho, se o motor estiver desgastado, isto fará com que ele gire. Com isto bastará reconhecê-lo no Setup e recuperar os dados. Toque o dedo no eixo de rotação, e não nos discos magnéticos.

Se os discos estiverem girando, mas as cabeças de leitura estiverem fazendo o click, click, click, como no exemplo anterior, peque uma caneta, ligue o computador e empurre o braço de leitura cerca de 2 segundos após ligar o computador. Na maioria dos casos, isto fará a placa lógica se achar" e prosseguir com o boot. Novamente, faça backup o mais rápido possível.

Lembre-se que os dados ficam armazenados nos discos magnéticos do disco rígido, o resto do mecanismo tem a função de dar acesso aos dados gravados. Uma possibilidade é sempre encontrar um outro drive do mesmo modelo, abrir ambos e trocar os discos magnéticos. Com isto o HD "bom" será aproveitado para ler os dados armazenados nos discos do HD ruim. Claro que isto deve, ou deveria ser feito dentro de uma sala limpa, o velho problema da poeira. Mas, se não for possível enviar o disco rígido para nenhuma companhia especializada, e não houver possibilidade de encontrar uma sala limpa, você pode, em último caso tentar fazer isto sem o uso da sala, claro, que como no caso anterior, será só o tempo de fazer backup dos dados.


Apagando dados com segurança
Como você viu, é perfeitamente possível recuperar dados, mesmo que o disco rígido tenha sido formatado.

Na verdade, técnicas mas avançadas de recuperação de dados, utilizadas por algumas empresas especializadas e, em geral, pelos próprios fabricantes, são capazes de recuperar dados anteriormente gravados mesmo que já tenham sido subscritos. Ou seja, mesmo que você tenha formatado o disco e gravado dados por cima, ainda é possível recuperar os dados anteriores, a partir de subtis vestígios deixados na superfície magnética sempre que um bit é alterado.
 
Claro que estas técnicas exigem aparelhos especiais e são extremamente trabalhosas e caras, mas não deixam de ser uma possibilidade. Segundo a Ontrack, para realmente não haver possibilidade de recuperação de dados, devem ser feitas pelo menos 7 regravações sobre os dados originais.

Isto nos trás outro problema, e se realmente precisássemos apagar os dados gravados no disco rígido, de modo a ninguém ter como recuperá-los posteriormente? Você poderia formatar o disco e subscrever os dados várias vezes, ou então utilizar um programa que faz esta tarefa automaticamente, como o Data Eraser, da Ontrack. A principal vantagem é que o programa faz a regravação em poucos minutos, enquanto o processo manual demoraria muito mais tempo.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro II

13 - Colocada ao ombro ou segura nas mãos entre dois escuteiros, forma um bom degrau para outro escuteiro escalar um muro;

14 - Apenas com uma, ou com várias ligadas umas às outras, serve para medir a profundidade de ribeiros, lagos ou tanques;

15 - Atando ramos numa extremidade pode ser usada como uma vassoura rudimentar;




terça-feira, 19 de agosto de 2014

Falco columbarius, Esmerilhão


Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Accipitridae.

Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
VULNERÁVEL - VU* (D)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (entre 50-250 indivíduos maturos). No entanto, por ser um taxon visitante não reprodutor cujas condições não se estão a deteriorar nem fora nem no interior da região, o que leva a admitir um risco de extinção mais reduzido em Portugal, desceu uma categoria na adaptação à escala regional.

Distribuição
Tem uma vasta distribuição, essencialmente circumpolar no Holárctico como nidificante. À excepção de um pequeno número de populações (no Sudeste da Islândia, Grã Bretanha, no extremo sul da Noruega, na região dos países bálticos e Bielo-Rússia (Cramp 1998) e no leste da América do Norte (del Hoyo et al. 1994)), as restantes populações são migradoras. Embora as populações ocidentais invernem fundamentalmente na Europa, em regra as áreas de invernada não se sobrepõem às áreas de nidificação (del Hoyo et al. 1994). A região circunmediterrânea (e.g. Península Ibérica e Itália) não parece assumir muita importância como quartel de Inverno (ao contrário do que acontece na região europeia central) e são poucos os indivíduos que chegam ao norte de África (de Juana et al. 1988,  Cramp  1998).

Em Portugal Continental, o esmerilhão ocorre praticamente em todo o território continental português (Costa et al. 1996). Não obstante a ainda deficiente cobertura geográfica e a possibilidade de algum enviesamento nas observações registadas, a espécie tende a ocorrer com maior frequência no baixo Tejo, a sul deste rio e junto ao litoral. Segundo Costa et al. (1996), esta tendência poderá ser explicada pelo facto de o esmerilhão ser essencialmente ornitófago e procurar regiões e locais ricos em aves, como as zonas húmidas e os terrenos agrícolas das extensas planícies alentejanas. Estes autores, reforçados pelas observações de Sunyer & Viñuela (1990), acrescentam ainda que, globalmente em termos nacionais, as regiões onde não se obtiveram registos da espécie correspondem a zonas de habitat desfavorável para a espécie (áreas acima dos 1.000 metros ou densamente florestadas).

População
Não obstante alguns esforços desenvolvidos, como os de Costa et al. (1996) e Elias et al. (1998), a informação sobre o efectivo de esmerilhão que inverna em Portugal é muito reduzida. Parece no entanto ser consensual que é baixa a abundância de esmerilhões a invernarem no país, tendo em conta o número de registos mais recentes, estimando-se que a população invernante esteja compreendida entre os 50 e 250 indivíduos. Uma análise grosseira do número de registos apresentados por Costa et al. (1996) e por Costa (1998e), apontam para uma média de cerca 10 e de 3 indivíduos por ano observados, respectivamente, no país e no Baixo Alentejo. É certo que se trata de uma espécie pouco conspícua, devido ao seu pequeno tamanho e comportamento, e logo difícil de detectar, pelo que é de calcular que estes valores estejam algo subestimados.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente, pois apesar de um ligeiro declínio na Suécia durante 1990-2000, a espécie permanece globalmente estável (BirdLife International 2004). Esta tendência levou a assumir um risco de extinção da população invernante no nosso território mais reduzido, tendo descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Habitat
O habitat onde a espécie ocorre em Portugal é constituído por culturas de sequeiro, pousios e pastagens, principalmente no Sul, lezírias, albufeiras, pauis, prados costeiros e prados de montanha (Costa 1995, Costa 1998e, Costa et al. 1996).

Factores de Ameaça
O continuado declínio dos sistemas de exploração tradicional agrícola e a sua substituição por culturas agrícolas ou florestais de carácter intensivo ou mesmo o mero abandono e conversão para matos degradados, pode vir a ter implicações negativas para a espécie no  médio-longo  prazo.

O uso abusivo e desregrado de pesticidas pode constituir uma ameaça para as populações cujos indivíduos vêm invernar no nosso país, em face dos efeitos nefastos da bio-acumulação no seu organismo e no sucesso reprodutor. Segundo Hagemeijer & Blair (1997), é provável que a elevada contaminação dos esmerilhões britânicos (a situação mais grave entre as aves de rapina dessa ilha), com organoclorados e outros pesticidas, e que afectou a produtividade das suas populações até inícios da década de 1990 (JNCC 2005), tenha tido origem nas áreas de invernada. Contudo, nos países escandinavos não existem evidências das suas populações estarem a ser contaminadas por pesticidas, desde os anos de 1980 (Hagemeijer & Blair 1997).

O abate a tiro constitui igualmente uma ameaça para esta espécie, pois a sua estadia coincide com a época venatória.

Medidas de Conservação
A conservação do esmerilhão requer a implementação das seguintes acções:
  • campanhas de sensibilização ambiental e de conservação da fauna, em particulardas aves de rapina e outros predadores, dirigidas quer a agricultores, caçadores, guardas  e  gestores  de  caça,  quer  ao  público  em  geral,  afim  de  minimizar  ou erradicar o abate ilegal;
  • sensibilização dos agricultores para a adopção de boas práticas agrícolas, tanto em termos da racionalização no emprego de pesticidas como da utilização preferencial pela luta integrada e de produtos de mais rápida e inofensiva degradação;
  • divulgação e incentivo ao recurso mais generalizado das Medidas Agro-Ambientais junto  a  proprietários  e  produtores  agrícolas,  de  modo  a  ser  mantida  uma  área suficiente de agricultura tradicional nos terrenos do Sul e/ou que minimizem a degradação do habitat e promovam a pecuária extensiva.
  • Tendo em vista a manutenção de habitat favorável a esta espécie, as acções de arborização de terras agrícolas marginais deverão ser efectuadas com folhosas autóctones (sobreiros e azinheiras), e em densidades de plantação que não levem à constituição de povoamentos demasiado densos (de preferência não com mais de 30% de ocupação do solo pelo copado  do  arvoredo).
Uma vez que é uma espécie sobre a qual se sabe muito pouco sobre aspectos demográficos e da sua ecologia no nosso país, é importante realizar censos que permitam conhecer os efectivos médios anuais que visitam o país no Inverno, identificar as regiões ou áreas de maior importância para a espécie e estudar temas como a selecção de habitat e alimentação invernal.

Notas
Enquanto ave de passagem, têm sido muito poucos os esmerilhões observados em Sagres, durante as campanhas de observação de aves migradores (Costa et al. 1998).

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Tokyo Marui M870 Tactical Shotgun


Marca: Tokyo Marui
Código do Produto: TM-4952839140302
Hop-Up: Fixo
Peso: 2,750 kgs
Comprimento: 960 mm
Capacidade: 30 bb's
Potência: 300 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: Pump Action

Graças à Tokyo Marui, que continua a inovar no mercado do Airsoft. A sua última invenção é um novo sistema baseado em células que permite às suas shotgun's M870 disparar entre 3 a 6 BB's de cada vez (é 3 ou 6 de cada vez, você não pode escolher nada no meio).

Continuando com a tradição das suas linhas de shotgun's mais antigas, esta nova M870 também tem 3 canos internos, cada um equipado com um hop-up fixo. Cada célula tem a capacidade de 30 BB's, assim pode continuar a disparar até a célula ficar sem munições antes de a ejectar. A arma apenas recebe uma célula de cada vez, e apenas trás uma célula no momento de compra. Claro, células adicionais estão disponíveis para venda em separado. O gás é armazenado em cartuchos de gás removíveis armazenados na coronha da arma, e tanques de gás adicionais são também vendidos em separado.

A arma é decentemente robusta e definitivamente mais pesada do que as velhas shotgun's Marui M3 e SPAS 12. Com um cano todo em metal e um receptor em alumínio zincado, a arma realmente transmite uma boa sensação ao utilizar. A coronha e o fuste são em plástico. A MELHOR parte desta arma é o som que faz a arma. Muitos clicks e clacks que soam convincentemente ameaçadores e reais.

A boa notícia é que a M870 pode receber green gas! Uma carga completa pode permitir até 100 tiros de 3 BB's de cada vez.



in


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Modos de Exposição

As câmaras digitais normalmente oferecem mais que uma forma de controlar a abertura e a velocidade do obturador – são os modos de exposição. Todos esses modos permitem bons resultados na maioria das situações. No entanto, em situações específicas, cada um deles pode ter determinadas vantagens. Estes são os modos que pode encontrar:

• O modo totalmente Automático define a velocidade de obturação e a abertura sem a sua intervenção. Isso permite-lhe fotografar sem se preocupar com as definições, para que possa concentra-se na composição e na focagem. Neste modo não é possível alterar muitas das definições da câmara.

• Os modos de Cena, que podem ter várias designações, ajustam automaticamente as definições para condições específicas, como paisagem, retrato, retrato nocturno, desporto, ou close-up. Em algumas câmaras a quantidade de opções disponíveis tornou-se de difícil acesso, já que a selecção é feita a partir do menu.

Os modos de exposição e as suas designações
variam de câmara para câmara. Os que lhe
dão um maior controlo costumam estar
indicados por letras. Os que são totalmente
automáticos, normalmente chamados Modos
de Cena, estão identificados por ícones como
estes, apresentados num disco de modos da
Canon.
• O modo Programa AE (auto exposição) é semelhante ao modo totalmente automático, que define a velocidade e a abertura, mas permite-lhe alterar muitos dos parâmetros da câmara. Neste modo muitas câmaras também lhe permitem escolher uma série de combinações de abertura/velocidade que garantem a mesma exposição recomendada pela câmara. Isso dá-lhe um maior controlo sobre a profundidade de campo e sobre o registo do movimento. Uma das grandes vantagens deste modo é o facto de o fotógrafo ser avisado quando os parâmetros da exposição excedem a gama da câmara.

• O modo de Prioridade ao Obturador AE permite-lhe escolher a velocidade do obturador e a câmara selecciona automaticamente a abertura necessária para uma boa exposição. Opte por este modo quando a representação do movimento for o mais importante. Por exemplo, quando fotografas cenas de acção, como as registadas pelos fotógrafos de vida selvagem, de desporto ou fotojornalistas, o modo de Prioridade ao Obturador pode ser o ideal. Assim assegura-se que a velocidade do obturador é suficientemente rápida para congelar a acção, ou assaz lenta para a arrastar.

• O modo de Prioridade à Abertura AE permite-lhe escolher a abertura e a câmara define automaticamente a velocidade do obturador indicada para uma exposição correcta. Deve escolher este modo sempre a o controlo da profundidade de campo seja essencial. Para se certificar que toda a imagem ficará nítida, como numa paisagem, escolha uma abertura pequena. O mesmo deve acontecer com a fotografia de close-up (planos fechados) em que a limitada profundidade de campo é sempre uma preocupação. Para desfocar o plano de fundo, evitando que ele se torne distractivo num retrato, escolha uma abertura grande.
Em algumas câmaras a selecção dos modos
de exposição é feita através de botões ou
do menu.
• O modo Manual permite-lhe escolher tanto a velocidade do obturador como a abertura. Neste caso esses dois parâmetros não são conjugados automaticamente como nos outros modos. Normalmente este modo é utilizado apenas quando nenhum dos outros permite o resultado desejado. Algumas câmaras têm a opção Bulb neste modo, o que permite capar tempos de exposição muito longos quando fotografa com iluminação nocturna, por exemplo. No modo Bulb o obturador permanecerá aberto enquanto pressionar o botão do obturador.

• O modo Personalizado existente nas câmaras mais avançadas e permite-lhe guardar definições pessoais. Isso é tão simples quanto definir a câmara da forma que quer e depois seleccionar o comando do menu que lhe dá acesso às definições personalizadas. Algumas câmaras permitem-lhe salvar uma ou mais definições para que posteriormente possa aceder directamente a elas através do disco de modos. Se utiliza as mesmas definições constantemente, esta é uma óptima forma de as guardar. Por exemplo, pode salvar um conjunto de parâmetros para a macrofotografia e usar qualquer modo de exposição normal para captar outras cenas.




quinta-feira, 10 de julho de 2014

Como recuperar dados de discos rígidos defeituosos


Para muitos, o pior pesadelo seria o disco rígido do computador de trabalho, com todos os arquivos importantes simplesmente parasse de funcionar, ou então que os dados fossem apagados por um vírus ou semelhante.

A melhor prevenção contra este tipo de acidente ainda é o bom e velho backup, mas, caso o estrago já tenha sido feito, ou melhor, os dados já tenham sido perdidos, e não exista nem sombra de um backup actualizado, confira neste tutorial algumas dicas para recuperar dados.

Tanto arquivos apagados ou discos rígidos formatados, quanto discos rígidos que simplesmente pararam de funcionar.

Os defeitos mais comuns
Como você viu, os discos rígidos actuais ainda baseiam-se em componentes mecânicos, que não são tão confiáveis quanto componentes electrónicos, um processador por exemplo.

Os problemas físicos mais comuns nos discos rígidos são em primeiro lugar, os sectores defeituosos, que surgem depois de quebras na energia eléctrica, ou mesmo pelo envelhecimento do equipamento. Os sectores defeituosos não podem ser corrigidos, mas podem ser marcados, para que o restante do disco rígido possa continuar sendo usado.

Outro defeito comum, desta vez mais grave, é quando o motor de rotação do disco rígido simplesmente pára de funcionar, neste caso os discos não giram, o disco rígido não é mais reconhecido no Setup, simplesmente "morre".

Outra possibilidade são os erros de posicionamento nas cabeças de leitura. Isto acontece quando por qualquer motivo, a controladora não consegue detectar a posição das cabeças de leitura sobre os discos magnéticos. Este defeito é comum em discos rígidos antigos, onde os sinais magnéticos que permitem a identificação já estão mais fracos. Neste defeito, o disco rígido gira, mas você ouvirá alguns clicks, e ele não será reconhecido no Setup.

Apesar de ser mais raro, a culpada também pode ser a placa controladora do disco rígido. Neste caso a gama de problemas é grande. Pode ser que o disco rígido simplesmente "morra", que os discos girem, mas o disco rígido não seja reconhecido no Setup, nem funcione de forma alguma, etc. Pegue uma lupa e examine a placa lógica em busca de capacitores ou chips queimados, contactos rompidos, que possam ser responsáveis pelos defeitos.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Aplicações para a Vara do Escuteiro I

10 - Com a ajuda de espias, pode-se improvisar uma escada;

11 - Com um toldo formam um abrigo de emergência para a chuva;

12 - Passada entre as pernas, serve temporariamente de «banco»;


terça-feira, 8 de julho de 2014

Emberiza schoeniclus, Escrevedeira-dos-caniços

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Emberizidae.

Tipo de ocorrência
Residente.

Classificação
População residente: VULNERÁVEL - VU (D1)
Fundamentação: População reduzida (inferior a 1.000 indivíduos maturos).

Distribuição
Existem várias subespécies que ocorrem desde a Europa Ocidental até ao Japão e ilha Sacalina, e desde a zona subárctica até à zona quente continental da Ásia Central (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, durante a época de nidificação ocorre sobretudo a Norte do Tejo, de forma muito localizada em zonas húmidas litorais, mas também em algumas interiores. A população invernante apresenta uma área de distribuição alargada a todo o continente.

População
A população nidificante foi estimada como sendo inferior a 1.000 indivíduos maturos. A Ria de Aveiro, com 350-400 casais, deverá albergar a maior parte da população nidificante nacional, onde as densidades podem atingir 7-10 casais/10 ha (J Neto, com. pess.). A tendência populacional é desconhecida, mas existem evidências de redução na área de habitat disponível e mesmo de extinções locais, por exemplo no Baixo Mondego (C Pacheco, com. pess.).

Embora exista pouca informação sobre a população invernante, esta deverá ser superior a 1.000 indivíduos (J Neto, com. pess.), não havendo evidências de declínio continuado.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada (BirdLife International 2004).

Habitat
Caniçais Phragmites australis, juncais Juncus maritimus, valas de arroz com vegetação bem desenvolvida e outras zonas húmidas de água doce ou salobra (Rufino 1989).

Factores de Ameaça
Drenagem de zonas húmidas, em particular na Ria de Aveiro, e corte de vegetação durante o período de nidificação (Neto 2003)

Medidas de Conservação
Evitar a drenagem de zonas húmidas. O corte de caniço e junco apenas deverá ser efectuado de Setembro a Fevereiro, inclusivé.

Notas
Em Portugal Continental tem também uma população invernante numerosa e com distribuição alargada, em situação Pouco Preocupante (LC).

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Marushin 6mm BB Gas Raging bull X-Cartridge Ver. 8.375" - (Gloss Silver Heavyweight)


Marca: Marushin
Código do Produto: MRUS-048119
Hop-Up: Fixo
Peso: 1,222 kgs
Comprimento: 360 mm
Capacidade: 6 bb's
Potência: 300 fps
Fonte de energia: Green Gas
Blowback: Não
Modo de Tiro: Semi-automático

O Raging Bull é um grande revólver fabricado pela Taurus para uso como arma de apoio para a caça devido à enorme potência de paragem dos seus calibres disponíveis. Em especial, a versão .454 Casull tornou-se conhecida por ser capaz de abater Búfalos do Cabo e até Elefantes.

O Raging Bull tem um cano armado pelo polegar e uma tira de borracha ao longo da traseira do punho, que amortece a mão do atirador e diminui o coice sentido na arma real mas é pouco mais do que um efeito estético na versão da Marushin. Funcionalmente, o Raging Bull tem um libertador frontal do tambor manualmente operado, cujo libertador pode ser visto na armação.

Travas frontais do tambor são necessárias nos revólveres reais de alta potência de dupla acção, e são encontradas no Ruger Super Redhawk e no S&W M500 mas são accionadas pela trava traseira do tambor. A trava manualmente operada no Raging Bull é mais simples (e por isso mais barata de produzir) embora igualmente forte mas requer duas mãos para abrir o tambor. Os factores de potência não entram em jogo no Airsoft mas a recriação das funções da arma real é uma prova do olho da Marushins para detalhes.

A série Marushin X Cartridge carrega seis falsas células nas câmaras; cada célula contém uma BB de 6mm. O reservatório de gás na pistola é carregado através de uma válvula standard no fundo do punho; carrega gás suficiente para disparar todos os seis tiros, cada um atingindo perto de 300 fps tornando-o num potente revólver.

in