(a curta distância)
O espaço de devaneio de um açoriano que vive nas terras alentejanas...
Etiquetas
- Airsoft (347)
- Ambiente (328)
- Escutismo (326)
- Fotografia (310)
- Guitarra (215)
- Informática (315)
- Leitura (9)
- Outros (202)
Os meus espaços
quarta-feira, 2 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Otis tarda, Abetarda
Taxonomia
Aves, Gruiformes, Otididae.
Aves, Gruiformes, Otididae.
Tipo de ocorrência
Residente.
Classificação
EM PERIGO - EN (C2a(ii)
Fundamentação: Espécie com população inferior a 2.500 indivíduos maturos, que se admite estar em declínio continuado, concentrada numa única subpopulação.
Distribuição
A área de distribuição da abetarda estende-se de uma forma descontínua, desde a Península Ibéria e Norte de Marrocos até às planícies de Amur no Leste da China (Cramp & Simmons 1980). Na Europa compreende a Alemanha, Áustria, Eslováquia, Espanha, Hungria, Moldávia, Portugal, República Checa, Roménia, Rússia, Sérvia e Montenegro, Turquia e Ucrânia (BirdLife International 2004).
Em Portugal pode ser observada desde o Sudoeste da Beira Baixa até ao Algarve (Elias et al. 1998).
População
Em 2002 a população portuguesa de abetardas foi avaliada em cerca de 1.150 indivíduos (Pinto et al. 2005). A espécie tem sido alvo de censos desde 1980 que indicam que, após uma subida lenta do tamanho da população, a partir de 1984 ocorreu um decréscimo populacional, tendo-se observado um valor mínimo do tamanho da população nacional em 1994. A partir de meados da década de 90 verificou-se um aumento no números total de indivíduos, resultante da recuperação do núcleo de Castro Verde, continuando a verificar-se decréscimo nos restantes núcleos populacionais. Os estudos efectuados entre 1980 e 2002 demonstram diminuição na área de ocorrência da abetarda em Portugal, com a extinção de oito dos dezassete núcleos reprodutores conhecidos na década de oitenta (Pinto et al. 2005).
Se não cessarem as alterações de habitat desfavoráveis, este padrão de extinção dos núcleos populacionais mais reduzidos manter-se-á no futuro próximo. Evidências apontam no sentido de esta espécie ter uma reduzida capacidade de colonização de novas áreas e sugerem uma tendência de aumento populacional em áreas com áreas de habitat com qualidade por oposição a um declínio em áreas com menor qualidade, sendo pouco provável a recolonização de áreas históricas de ocorrência, mesmo havendo recuperação e melhoria do habitat. As preocupações quanto à manutenção da qualidade do habitat em Castro Verde, nomeadamente quanto a aderência no futuro próximo ao plano Zonal de Castro Verde, colocam como possível a inversão da actual tendência de aumento populacional nos próximos anos (Pinto et al. 2005).
É uma espécie que em termos de estatuto de ameaça é, globalmente e a nível da Europa, considerada Vulnerável (IUCN 2004a, BirdLife International 2004).
Habitat
Requer grandes extensões de campo aberto e pouco ondulado. Frequenta áreas de mosaico de searas, restolhos, pousios e pastagens, que providenciem uma diversidade de oportunidades alimentares, sendo fundamental a abundância de invertebrados para alimentar as crias. A selecção do habitat é condicionada pela disponibilidade dos recursos alimentares e ainda pelos requisitos de acasalamento e nidificação.
Para alimentação, de Inverno utiliza sobretudo as forragens, sementeiras, restolhos e ainda olival, tendo sido detectada uma preferência por culturas leguminosas. Na Primavera, são utilizados principalmente os pousios que proporcionam uma grande variedade de alimento vegetal e animal. No Verão, verifica-se um aumento da amplitude dos habitats utilizados, o que está relacionado com uma maior componente insectívora da dieta. No Outono, a grande disponibilidade de alimento (animal e vegetal) nos restolhos ocasiona uma utilização intensa desses campos. Na Primavera, os machos seleccionam extensas áreas de pousio com ampla visibilidade para as suas paradas nupciais, enquanto as fêmeas efectuam uma selecção de pousios e de searas pouco densas para a nidificação.
Factores de Ameaça
As principais ameaças á conservação desta espécie em Portugal são a perda e fragmentação do habitat pseudo-estepário, tendo sido identificados os seguintes factores: intensificação da agricultura, florestação das terras agrícolas, expansão de cultivos lenhosos, abandono agrícola e do pastoreio extensivo, sobrepastoreio, incremento da instalação de vedações, construção de estradas, albufeiras e outras infraestruturas, utilização de agro-químicos, perturbação humana e a colisão com linhas aéreas de transporte de energia.
Medidas de Conservação
Parte significativa da actual área de ocorrência da abetarda está classificada como Zona de Protecção Especial (Campo Maior, Moura/Mourão/Barrancos, Castro Verde, Vale do Guadiana). A espécie beneficiou já da implementação do Plano Zonal de Castro Verde. A Liga para a Protecção da Natureza desenvolveu um projecto LIFE Conservação da avifauna estepéria de Castro Verde que permitiu, nomeadamente, a aquisição de terrenos onde se localizam algumas das principais áreas de parada de abetarda na Zona de Protecção Especial de Castro Verde.
Esta espécie é contemplada no Plano de acção para a conservação das aves dependentes da estepe cerealífera (Almeida et al. 2003).
Conforme identificado nessa proposta de Plano, a conservação da abetarda em Portugal depende: da promoção da cerealicultura extensiva com rotação de culturas, mediante aplicação de medidas agro-ambientais e/ou indemnizações compensatórias em áreas estepárias prioritárias); da manutenção do pastoreio extensivo e condicionamento do encabeçamento nas áreas mais importantes de reprodução; da manutenção de manchas de olival tradicional nas suas áreas de ocorrência; do incremento da sustentabilidade económica das áreas estepárias, nomeadamente através da certificação de produtos provenientes de áreas amigas da avifauna estepária; da elaboração e implementação de Planos de Gestão nas ZPEs com ocorrência da espécie (Moura-Mourão-Barrancos, Campo Maior, Castro Verde); da classificação de novas ZPEs em área importantes para a espécie, particularmente para o período reprodutor; do estabelecimento de uma estratégia conjunta Portugal/Espanha visando a conservação das aves dependentes da estepe cerealífera; do condicionamento/regulamentação da edificação, da actividade turística e da actividades cinegética em ZPEs importantes para avifauna estepária; da implementação do protocolo estabelecido entre ICN /EDP /REN / SPEA/QUERCUS, que visa compatibilizar os traçados das linhas áreas de transporte de energia eléctrica com a conservação das aves. Também a construção de vias de comunicação, de vias férreas, de linhas para o transporte de energia e outras infra-estruturas, de plantações florestais, vinhas e perímetros de rega nas áreas prioritárias para a conservação da espécie devem ser sujeitas a AIA, tendo em conta a perda de habitat estepário e a sua fragmentação, o incremento esperado no número de predadores e o efeito cumulativo/sinérgico dos projectos individuais.
Devem ainda ser realizados estudos sobre a distribuição e abundância da espécie durante os períodos de reprodução, pós-nupcial e inverno, que permitam esclarecer os movimentos da espécie e as áreas concretas de que depende ao longo do ano. Deve ser assegurada a monitorização de parâmetros populacionais, por forma a avaliar as tendências na distribuição e no tamanho da população. Foi ainda identificada a necessidade de inventariar as zonas com características estepárias no Alentejo.
Importa também informar a comunidade rural e a população em geral sobre os valores naturais das áreas agrícolas extensivas de sequeiro e sobre as necessidades de conservação das espécies delas dependentes.
in Livro Vermelho dos Vertebrados
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
G&G GM1903 A3 Gas Version
Marca: G&G
Código do Produto: GGS-193-GAS-WNB-NCM
Hop-Up: Ajustável
Código do Produto: GGS-193-GAS-WNB-NCM
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,200 kgs
Comprimento: 1,120 m
Capacidade: 9 bb's
Potência: 400 fps
Fonte de Energia: Gás
Blowback: Não
Modo do Tiro: Semi-automático
Comprimento: 1,120 m
Capacidade: 9 bb's
Potência: 400 fps
Fonte de Energia: Gás
Blowback: Não
Modo do Tiro: Semi-automático
O M1903 Springfield, formalmente o rifle dos Estados Unidos, Calibro .30-06, Modelo 1903, é um rifle americano de serviço, de ferrolho, com carregador de 5 munições incorporado, usado principalmente durante a primeira metade do século XX. Foi oficialmente adoptado como rifle militar de ferrolho dos Estados Unidos em 19 de Junho de 1903, e prestou serviço na I Guerra Mundial. No entanto, o M1903 Springfield continuou ao serviço como rifle standard de infantaria durante a II Guerra Mundial, a Guerra da Coreia, e até nos inícios da Guerra do Vietname.
O GM1903 parece-se muito com o Kar98k porque o sistema de ferrolho é muito similar. Apesar de poder não ser tão complexo como o Tanaka Kar98k, o suave ferrolho é satisfatório de ver e ouvir também. Dado que isto é uma réplica de airsoft, você não precisa de puxar o ferrolho todo até atrás para carregar a próxima BB dado que apenas uma polegada atrás é suficiente.
É construído em madeira real com uma combinação de partes de aço e zinco. Ele parece fantástico apesar de poder não ser melhor rifle sniper para skirmish, mas não vai levá-lo muito para o skirmish. O GM1903 pertence a uma parede. Se estiver para o utilizar, os 400 fps que ele atinge são suficientes para alcançar os seus alvos mais afastados sem problemas nenhuns. Vai definitivamente precisar de transportar mais carregadores porque as 9 munições podem ir mais rápido do que pensa.
in
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Grandes Guitarristas XI
Inspirado por grandes músicos como o guitarrista country Jimmy Bryant e o guitarrista rock Cliff Gallup, bem como por numerosos homens de jazz, Albert Lee atinge um incrível nível técnico e um perfeito domínio da guitarra country. Imprime a este estilo um novo sopro e enriquece o seu vocabulário com uma técnica de picking, conferindo-lhe um ritmo arrebatador e uma tonalidade metálica.
Lee consolida a sua fama de guitarrista talentoso com o álbum Hiding (1979), onde figura "Country Boy", um instrumental rico em variações fascinantes que testemunham a mestria da sua técnica. Com uma tonalidade fresca e cortante, cria linhas melódicas com motivos enérgicos graças a passagens em cordas duplas perfeitamente dominadas e efeitos como o muting ou a reverberação. Tem tocado com grandes músicos, dos Everly Brothers a Eric Clapton. A sua articulação e musicalidade incisivas renovam e enriquecem a técnica country tradicional.
Guitarrista com uma técnica fingerpicking ímpar, Adrian Legg utiliza uma variedade de acordes abertos e voicings originais bem como notas puxadas em duas ou três cordas para produzir variações com articulações fluídas e arpejos rápidos que ilustram como domina a melodia e o contraponto.
Marcada por uma grande espiritualidade, a sua música evidência influencias clássicas, cruzamentos musicais e outras referencias. O álbum Technopicker (1983) ilustra este estilo ímpar, com "Pass The Valium", rico em linhas legato fluídas e de uma agressividade contida, ou "Een Kleyne Komedye" com técnicas folk e country brilhantes e futuristas.
in
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Compreender a Distância Focal
| A distância focal de uma objectiva determina o seu ângulo de visão. |
A distância focal da objectiva tem influência sobre as suas imagens e é uma ferramenta criativa importante. Nas câmaras com objectiva fixa a distância focal é alterada através do zoom. Nas câmaras reflex digitais também é possível fazê-lo mudando de objectiva. Os diferentes tipos de objectivas são designados por vários sinónimos que podem criar confusões.
• Grande-angular, distância focal curta, objectiva curta e zoom out (afastamento com o zoom) referem-se à mesma coisa – objectivas que captam uma grande extensão de uma cena.
• Teleobjectiva, distância focal longa, objectiva longa e zoom in (aproximação com o zoom) também se referem ao mesmo – objectivas que aproximam assuntos distantes.
A distância focal que escolhe é uma opção criativa porque tem dois efeitos nas suas imagens:
• O ângulo de visão refere-se à quantidade da cena que a objectiva cobre. As objectivas olho-de-peixe - as mais abrangentes de todas - podem captar 180 graus. Á medida que faz zoom in, ou muda de objectiva para aumentar a distância focal, o campo de visão fica mais pequeno e pode isolar pormenores de uma cena sem ter de se aproximar do assunto.
• A Ampliação/Magnificação está relaciona com o ângulo de visão da objectiva. Quando utiliza uma objectiva de distância focal curta, ou faz zoom out para incluir uma área extensa da cena, todos os objectos são diminuídos para caberem na imagem. Ao fazer zoom in, ou quando utiliza uma objectiva de distância focal longa, consegue uma ângulo de visão mais apertado, por isso os objectos na cena parecem maiores.
A distância focal das objectivas baseia-se em características físicas, por isso são valores absolutos. No entanto, determinada distância focal pode corresponder a uma objectiva grande-angular numa câmara e uma teleobjectiva noutra. Isso deve-se ao facto de a designação “grande-angular” ou “teleobjectiva” depender do tamanho do filme ou do sensor da imagem utilizado. Á medida que esses se tornam mais pequenos, a distância focal é aumentada. Nas câmaras digitais actuais utilizam-se vários tamanhos de sensores de imagem. Por essa razão, são necessárias diferentes distâncias focais para projectar um círculo da imagem que cubra por completo o sensor das diferentes câmaras. Devido à confusão que isto causa, a maioria dos fabricantes de câmaras atribuem a distância focal efectiva das suas objectivas e depois uma distância focal equivalente que corresponda ao formato de 35 mm. Por exemplo, uma câmara pode ter uma objectiva de 7.7 mm (equivalente a 50 mm numa câmara de 35 mm). Uma vez que os equivalentes digitais variam muito, neste livro adoptamos as distâncias focais correspondentes ao formato 35 mm, porque são mais familiares.
A influência do tamanho do sensor na distância focal não se aplica apenas às câmaras com objectiva fixa. As reflex digitais também são adaptadas ao formato 35 mm e utilizam objectivas concebidas para projectar um círculo de imagem suficientemente grande para cobrir um fotograma de filme 35 mm. Quando estas objectivas são utilizadas em câmaras digitais o ângulo de visão captado na imagem depende do tamanho do sensor que se encontra neste círculo de imagem.
• Quando o sensor tem um tamanho correspondente a um fotograma de película de 35 mm, chamado sensor full-frame ou de tamanho integral, o ângulo de visão, e consequentemente a distância focal, é igual à que seria na versão de uma câmara de filme.
• Quando o sensor da imagem é mais pequeno que um fotograma de filme, como muitos são, captura uma área mais pequena do círculo, diminuindo a distância focal da objectiva para um factor de 1,5 x ou mais comparativamente á distância focal indicada na objectiva. Dessa forma, uma objectiva de 100 mm numa câmara de filme será de 150 ou 160 mm na versão digital. Nas câmaras digitais esta multiplicação funciona com toda a gama de objectivas, tornando as objectivas grande-angular menos amplas e as teleobjectivas mais abrangentes.
Grande parte dos fabricantes de câmaras que utilizam sensores de imagem mais pequenos nas suas reflex digitais disponibilizam objectivas especialmente criadas para esses sensores. Por criarem um círculo de imagem mais pequeno, essas objectivas podem ser mais leves e mais baratas. No entanto, se trocar a sua câmara por outra com um sensor de tamanho equivalente ao 35 mm não poderá utilizar essas objectivas, porque o círculo da imagem será demasiado pequeno para abranger todo o sensor. Os fabricantes de câmaras tornam isso evidente, desenhando sistemas de montagem de objectivas incompatíveis com câmaras de sensor equivalente ao 35 mm.
Escalas de profundidade de campo
Algumas objectivas grande-angular têm uma escala de profundidade de campo que lhe permite definir o foco para a distância hiperfocal e utilizar a “zona de focagem” (ver capítulo 4).
Algumas objectivas grande-angular têm uma escala de profundidade de campo que lhe permite definir o foco para a distância hiperfocal e utilizar a “zona de focagem” (ver capítulo 4).
| As câmaras reflex digitais utilizam ligações electrónicas para definir a abertura da objectiva e ajustar o foco. |
Distância de focagem mínima
A distância de focagem mínima de uma objectiva determina o quão próximo pode estar de um assunto para poder focá-lo. Normalmente as objectivas de distância focal mais curta permitem-lhe aproximar-se mais. Por exemplo, a objectiva de 14 mm da Canon permite-lhe aproximar-se até cerca de 30 cm e a de 600 mm até cerca de 5,5 m. Estas informações costumam estar disponíveis no manual ou nas especificações das objectivas.
A distância de focagem mínima de uma objectiva determina o quão próximo pode estar de um assunto para poder focá-lo. Normalmente as objectivas de distância focal mais curta permitem-lhe aproximar-se mais. Por exemplo, a objectiva de 14 mm da Canon permite-lhe aproximar-se até cerca de 30 cm e a de 600 mm até cerca de 5,5 m. Estas informações costumam estar disponíveis no manual ou nas especificações das objectivas.
OEM e fabricantes terceiros de objectivas
A Canon e a Nikon fabricam as suas próprias séries de objectivas para as suas câmaras, o que as coloca em vantagem relativamente a outros fabricantes de reflex digitais. Uma vez que desenvolver uma linha de objectivas é extremamente dispendioso, há apenas duas formas de as companhias mais pequenas ultrapassarem esta questão.
A Canon e a Nikon fabricam as suas próprias séries de objectivas para as suas câmaras, o que as coloca em vantagem relativamente a outros fabricantes de reflex digitais. Uma vez que desenvolver uma linha de objectivas é extremamente dispendioso, há apenas duas formas de as companhias mais pequenas ultrapassarem esta questão.
• A forma mais fácil consiste em licenciar o sistema de montagem das objectivas de um dos fabricantes principais, para que essas objectivas funcionem com as suas câmaras. A Fujifilm fez isso com a Nikon, por isso pode comprar uma câmara Fujifilm e utilizá-la com objectivas Nikon. A Sony também adquiriu a Minolta e utiliza o seu sistema de montagem de objectivas em várias câmaras e objectivas novas.
| Parece ficção científica, mas as lentes líquidas que focam alterando a forma, estão a ser utilizadas em alguns telemóveis com câmara. Cortesia da Varioptics. |
• Uma forma mais dispendiosa é juntar-se a outros fabricantes para partilhar os custos do desenvolvimento dos produtos. A Olympus (juntamente com outros fabricantes como a Kodak, a Fuji Photo Film, a Panasonic, a Sanyo e a Sigma) fez isso com o sistema QuatroTerços.
Há também fabricantes terceiros independentes que produzem objectivas. Para reduzir os custos, as suas objectivas podem ser utilizadas em mais do que uma câmara adaptando o sistema de montagem - por vezes através de um adaptador. Muitas destas objectivas são bastante boas e normalmente mais baratas que as dos fabricantes das câmaras.
Objectivas antigas
As câmaras reflex digitais têm ligações electrónicas para definir a abertura do diafragma e ajustar o foco. Quando passa para o digital pode assumir que as suas objectivas antigas vão funcionar com a câmara nova, mas isso depende de quão antiga ela é. As objectivas de montagem mecânica não são compatíveis com as câmaras digitais e mesmo objectivas mais antigas com ligações electrónicas podem não funcionar ou perder algumas das suas funcionalidades.
As câmaras reflex digitais têm ligações electrónicas para definir a abertura do diafragma e ajustar o foco. Quando passa para o digital pode assumir que as suas objectivas antigas vão funcionar com a câmara nova, mas isso depende de quão antiga ela é. As objectivas de montagem mecânica não são compatíveis com as câmaras digitais e mesmo objectivas mais antigas com ligações electrónicas podem não funcionar ou perder algumas das suas funcionalidades.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Frame-Rate e desempenho
A medição de performance para placas de vídeo mais aceite actualmente, é justamente a quantidade de quadros por segundo que cada placa é capaz de gerar em um determinado jogo.
Como vimos, o trabalho da placa de vídeo é basicamente desenhar as imagens e mostrá-las no monitor, e o objectivo de se ter uma placa rápida é justamente poder jogar qualquer jogo a altas resoluções, com todos os efeitos 3D activados e com um bom frame rate.
Escolhe-se então um jogo popular, e compara-se o número de quadros por segundo (FPS) gerados por cada placa, todas espetadas na mesma configuração de processador, placa mãe, disco rígido, etc.
Para medir o número de quadros gerados pela sua placa de vídeo no Quake 2 por exemplo, basta abrir o console e digitar: “timedemo demo1”.
O jogo rodará um demo, uma sequência de imagens pré programadas, e calculará o frame rate médio mantido pela placa durante a exibição. A maioria dos jogos actuais possuem este recurso: Unreal, Shogo, Half Life, Quake 3, etc.
A ideia de usar jogos para medir a performance das placas ao invés de programas de benchmark como o 3D Winbench vem tornando-se cada vez mais popular entre os sites especializados e revistas de informática, pois mostra o desempenho da placa em aplicações reais, onde elas realmente serão usadas. Os benchmarks normalmente perdem neste aspecto, pois sempre acabam levando em consideração alguns factores que não influenciam tanto nos jogos, apresentando resultados que nem sempre reflectem o desempenho em aplicações reais.
Lógico que para terem validade, os testes devem ser realizados com computadores de configuração exactamente igual, usando a mesma resolução de ecrã e o mesmo jogo, mudando apenas a placa de vídeo usada entre uma medição e outra. Depois os resultados são comparados e a placa que for capaz de gerar mais quadros por segundo é a mais rápida.
Para que não seja possível perceber qualquer falha na fluidez da imagem, o ideal seriam pelo menos 20 ou 25 quadros por segundo. Para você ter uma ideia, a TV exibe 24 quadros, e desenhos animados variam entre 16 e 24 quadros. Normalmente 30 quadros são o valor considerado ideal no mundo dos games.
O problema é que em cenas mais pesadas, com muitos inimigos, tiros, explosões, etc., e consequentemente mais polígonos, o frame rate pode cair até pela metade. Isto significa que os 30 fps médios em algumas cenas do jogo poderão cair para 15 ou até menos. Prevendo isto, os fabricantes dizem que o ideal seriam 60 fps, pois assim dificilmente o frame rate cairia para menos de 30 fps mesmo nas cenas mais pesadas. Claro que eles dizem isso para convencer os compradores a trocar as suas placas antigas por placas topo de linha, pois apenas as placas mais potentes (e às vezes nem elas...) são capazes de manter 60 fps ou mais a 1024 x 768 de resolução nos jogos mais recentes.
Pessoalmente, considero 30 fps médios um índice mais do que aceitável, pois as quedas momentâneas para 15 ou 13 quadros não chegam a atrapalhar tanto a ponto de justificar gastar mais 200 ou 300 dólares para ter um equipamento topo de linha.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
de Carlos E Marimoto
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Oenanthe leucura, Chasco-preto
Taxonomia
Aves, Passeriformes, Turdidae.
Aves, Passeriformes, Turdidae.
Tipo de ocorrência
Residente.
Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR
Fundamentação: Admite-se que esta espécie tenha experimentado, nos últimos 10 anos, uma redução muito acentuada do tamanho da população (podendo eventualmente ser superior a 80%), sendo esta hipótese baseada nas evidências de redução da área de distribuição; as causas dessa redução não terão cessado, admitindo-se que essa tendência se mantenha no futuro próximo.
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR
Fundamentação: Admite-se que esta espécie tenha experimentado, nos últimos 10 anos, uma redução muito acentuada do tamanho da população (podendo eventualmente ser superior a 80%), sendo esta hipótese baseada nas evidências de redução da área de distribuição; as causas dessa redução não terão cessado, admitindo-se que essa tendência se mantenha no futuro próximo.
Distribuição
Distribuição global limitada ao Paleárctico Ocidental, onde ocorre quase exclusivamente na Península Ibérica e no Noroeste de África (Cramp 1992).
Em Portugal, este chasco está actualmente confinado a alguns vales de rios no interior, sendo os núcleos principais localizados na região do Parque Natural do Douro Internacional e no Parque Natural do Tejo Internacional.
População
Estima-se que a população nacional esteja compreendida entre os 250 e os 2.500 indivíduos.
Esta espécie foi detectada em apenas 20 quadrículas de 10x10 km durante a realização dos trabalhos do Novo Atlas (ICN dados não publicados). O conhecimento das duas principais áreas de ocorrência da espécie (C Pacheco & A Monteiro, com. pess.), leva a assumir que, em média, poderão existir ente 15 e 100 indivíduos maturos por quadrícula onde a espécie está presente e, como tal, a população estará compreendida no intervalo acima citado.
Esta espécie, outrora largamente distribuída em Portugal, tem vindo a sofrer um decréscimo persistente ao longo de grande parte do século XX e até à actualidade. Áreas onde se sabe que ocorria no passado, e onde hoje está ausente ou é muito raro, incluem, por exemplo, a quase totalidade do curso do Rio Douro (hoje confinado a um pequeno sector), a Serra do Gerês, a região de Coimbra, a ilha da Berlenga, a Serra de Penha Garcia / Monsanto, Castelo-de-Vide, Marvão, Vila Viçosa e Noudar / Barrancos (Tait 1887 e 1924, Reis Júnior 1931, Themido 1933, Lockley 1952). Estes dados sugerem uma distribuição muito alargada no passado. A comparação dos resultados dos dois Atlas das Aves Nidificantes confirma que a forte tendência regressiva se mantém até ao presente.
Apesar da inexistência de dados quantitativos sobre a população, a verdade é que todos os observadores experientes são unânimes na percepção de que os números continuam em acentuado declínio, mesmo nas áreas onde ainda ocorre (por exemplo, A Monteiro & C Pacheco, com. pess.). A possibilidade de a espécie estar a experimentar um declínio continuado em Portugal é consistente com o seu recente desaparecimento de várias áreas de ocorrência.
Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara, embora ainda provisoriamente, tendo-se extinguido em França entre 1990-2000 (BirdLife International 2004). Esta espécie não tem categoria de ameaça em Espanha (Madroño et al. 2004), mas são referidas regressões populacionais para esse país (Gainzarain 2003).
Habitat
Zonas rochosas e áridas, com vegetação esparsa, podendo incluir matos ou olivais em socalcos. Quando o nível das águas está baixo, frequentam o próprio leito rochoso dos rios. Por vezes, também surgem associados a construções humanas, como castelos ou ruínas, desde que implantados em áreas de habitat favorável.
Zonas rochosas e áridas, com vegetação esparsa, podendo incluir matos ou olivais em socalcos. Quando o nível das águas está baixo, frequentam o próprio leito rochoso dos rios. Por vezes, também surgem associados a construções humanas, como castelos ou ruínas, desde que implantados em áreas de habitat favorável.
Factores de Ameaça
De entre as ameaças conhecidas, há a referir a degradação ou a reconstrução de edifícios antigos, alterando as cavidades onde estas aves nidificam, e a florestação das áreas de nidificação. No entanto, a importância destas ameaças é desconhecida, estando por identificar os principais factores que levaram ao decréscimo marcado desta espécie na Península Ibérica. O chasco-preto parece estar em declínio rápido mesmo em áreas onde não se têm feito notar alterações significativas do habitat.
Medidas de Conservação
Enquanto não forem identificadas as principais causas de decréscimo desta espécie, não será possível preconizar medidas de conservação eficazes. Como tal, de momento, a prioridade será o estudo da ecologia da espécie, com vista à sua conservação. A preservação de construções humanas onde esta ave ainda nidifique e a proibição de acções de florestação em zonas ainda utilizadas pela espécie são também acções urgentes.
in Livro Vermelho dos Vertebrados
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Umarex / VFC HK417 GBB (Asia Edition)
Marca: Umarex
Código do Produto: VF2-LHK417-BK01
Hop-Up: Ajustável
Código do Produto: VF2-LHK417-BK01
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,600 kgs
Comprimento: 810 mm
Capacidade: 20 bb's
Potência: 390 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Sim
Modo de tiro: semi-automático, automático
Comprimento: 810 mm
Capacidade: 20 bb's
Potência: 390 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Sim
Modo de tiro: semi-automático, automático
A Umarex GBB HK417 é licenciada pelo fabricante de armas alemão, Heckler and Koch, apresenta por isso marcas reais. É uma versão modificada da carabina americana M4 com muitas alterações.
Na arma real, a mais notável é um novo sistema de operação de gases da Heckler & Koch G36.
Os clientes tem a opção de comprar um novo receptor superior, amortecedor e guia de mola para renovar M4's ou comprar uma completamente nova e completa HK476.
A HK417 incluí símbolos internacionais para Seguro, Semi-Automático, e Automático, uma redesenhada coronha retráctil que permite ao utilizador rodar a chapa do coice, um novo punho de pistola desenhado pela H&K, construído para mais ergonomicamente caber na mão e, adicionada à arma está um novo fuste numa peça única com um sistema RIS livre flutuante, usada para montar acessórios.
Material de Construção: Liga de alumínio / Aço / Fibra de polímero reforçado
Rail em alumínio livre flutuante CNC
Capacidade do Carregador: 35 ( 6mm )
Sistema: Gás Blowback, Semi-automático / Automático, Hop-Up
Velocidade de disparo: 360-390fps com bb's 0.2grs
Sistema: Gás Blowback, Semi-automático / Automático, Hop-Up
Velocidade de disparo: 360-390fps com bb's 0.2grs
Rosqueamento 14mm CCW para Silenciadores e Tapa-chamas
in
domingo, 10 de janeiro de 2016
Grandes Guitarristas X
BB King
N. 16 de Setembro de 1925, em Indianola, Mississippi, EUA.
N. 16 de Setembro de 1925, em Indianola, Mississippi, EUA.
Figura central da evolução do solo blues em guitarra eléctrica, BB King faz a ponte entre as tradições Delta da era moderna. Desde as anos 50 ate aos nossos dias, influenciou numerosos solistas de blues e de rock.
Esforça-se por aperfeiçoar a sua técnica linear preferindo aos acordes, o acompanhamento em arpejos que prolongam a voz e repetem as melodias cantadas. Os solos de grande simplicidade mas cheios de emoção, as linhas da guitarra, a utilização do vibrato e as notas puxadas conferem-lhe um som de guitarra muito expressivo e pessoal.
BB
King cresceu a tocar guitarra e a cantar no coração do território do
blues, o delta do Mississippi. Em 1946, vai a Memphis, onde descobre o
estilo do seu primo, o guitarrista e cantor de blues Bukka White. Tendo
crescido ao som do blues e do gospel, bem como do jazz, King é
influenciado por grandes nomes da guitarra como Blind Lemon Jefferson,
Lonnie Johnson, T-Bone Walker e ainda pelo guitarrista de jazz Charlie
Christian.
Esforça-se por aperfeiçoar a sua técnica linear preferindo aos acordes, o acompanhamento em arpejos que prolongam a voz e repetem as melodias cantadas. Os solos de grande simplicidade mas cheios de emoção, as linhas da guitarra, a utilização do vibrato e as notas puxadas conferem-lhe um som de guitarra muito expressivo e pessoal.
A sua presença magnética em palco, como testemunha o álbum Live At The Regal (1965), destaca a fluidez da sua técnica pontuada de solos enérgicos e poderosos.
| O rei do blues Os fraseados da guitarra e os breaks melódicos de BB King fazem parte da historia do blues.
in
|
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Introdução às Objectivas
| As câmaras de apontar‑e-disparar normalmente têm uma objectiva com zoom de 3x, mas podem ter uma gama muito maior. Esta câmara da Canon está equipada com um zoom de 12x. |
A maioria das câmaras digitais têm uma objectiva zoom fixa que não pode ser removida ou trocada. Uma das grandes vantagens disso é o facto de a câmara estar fechada, o que impede a entrada de poeiras para o sensor da imagem. As câmaras reflex digitais têm objectivas intermutáveis, por isso pode mudá-las consoantes as circunstâncias, mas a câmara fica exposta às poeiras. Muitas objectivas apresentam informações que podem ser úteis para as suas fotografias. Tenha -as em consideração quando escolhe uma objectiva e dispense algum tempo para a leitura de informações que venham com qualquer modelo que compre.
| As câmaras reflex dos principais fabricantes permitem-lhe escolher ma vasta gama de objectivas. Esta é a gama disponibilizada pela Canon. |
A informação em torno da objectiva pode incluir:
• A distância focal da objective ou a gama do zoom em mm. A gama do zoom da objectiva é muitas vezes apresentada como um multiplicador. Por exemplo, 6.0-72.0 mm corresponde a 12x (72 dividido por 6).
• A abertura máxima determina o quanto a objectiva abre. Isso está indicado nas objectivas como um rácio, por exemplo
1:2.8-3.7. Na maioria das objectivas zoom são dados dois valores máximos, porque a abertura muda consoante utiliza a maior ou menos definição do zoom. No entanto, algumas objectivas não alteram a abertura ao longo da gama total do zoom. Isso permite-lhe definir a exposição e utilizar qualquer gama focal do zoom sem alterar a abertura ou a velocidade do obturador. Uma abertura máxima grande é melhor, porque permite utilizar uma profundidade de campo mais curta, uma velocidade de obturação mais rápida para congelar a acção, e aumentar a gama do flash. Uma objectiva com uma abertura máxima de f/1.4 é três incrementos (stops) mais rápida que uma objectiva com uma abertura máxima de f/5.6. Isso significa que em vez de utilizar uma velocidade do obturador de 1/15 seg. pode utilizar 1/125 seg. Os inconvenientes das objectivas com uma abertura máxima grande são: o preço, o tamanho e o peso. A abertura máxima de uma objectiva é determinada através da divisão do diâmetro real do diafragma aberto pela distância focal da objectiva. Esta é a razão pela qual a abertura da maior parte (mas não todas) das objectivas zoom muda à medida que percorre a gama do zoom e altera a distância focal.
| As objectivas com aberturas máximas grandes permitem usar velocidades de obturação rápidas e designam-se por objectivas rápidas ou luminosas. |
• O tamanho dos filtros ou de outros acessórios que possam ser encaixados na parte frontal da objectiva. O diâmetro é muitas vezes apresentado com o símbolo φ, como φ85 mm.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Conceitos gerais sobre Placas 3D
Antes de começarmos a estudar os recursos das placas e chipsets de vídeo disponíveis no mercado, gostaria de explicar mais alguns conceitos gerais sobre as aceleradoras 3D. Vamos a eles:
A divisão das tarefas
Como vimos, uma imagem 3D nada mais é do que um enorme conjunto de polígonos. Quem trabalha com Corel Draw ou outro programa de desenho vetorial, sabe bem que uma das diferenças entre uma imagem vetorial (composta por polígonos) e uma imagem em bitmap, é que a primeira pode ser esticada livremente, assumindo qualquer tamanho mas mantendo a mesma qualidade. Por outro lado, se esticarmos a segunda os pontos estourarão e acabaremos com um borrão disforme em mãos.
Isso acontece porque uma imagem poligonal na verdade é apenas um conjunto de equações matemáticas que indicam a forma, posição e tamanho relativo dos polígonos. Ao ampliar a imagem, o processador apenas irá refazer estes cálculos, reconstruindo a imagem no tamanho desejado. Porém, ampliando uma imagem em bitmap poderemos apenas aumentar o tamanho dos pontos, resultando em uma imagem de baixa qualidade.
Este mesmo conceito aplica-se a uma imagem 3D, que repito, é apenas um conjunto de polígonos.
Uma aceleradora 3D serve para auxiliar o processador na construção das imagens 3D usadas nos jogos e aplicações. Veja que a placa 3D é apenas uma assistente (apesar de fazer a parte mais pesada do trabalho), isto significa que o processador também tem as suas tarefas. Vejamos quem faz o que:
O processador é encarregado de montar armação da imagem, ou seja, montar a estrutura de polígonos que a compõe, calculando o tamanho e posição de cada um. Esta tarefa exige uma quantidade gigantesca de cálculos matemáticos, justamente por isso, é essencial que o processador possua um coprocessador aritmético poderoso.
Após terminar de desenhar a armação da imagem, o processador a transmite para a placa 3D, junto com as texturas que devem ser aplicadas sobre os polígonos, informações sobre as cores de cada polígono, posição de cada textura e assim por diante.
A placa de vídeo por sua vez, tem como tarefa aplicar as texturas, colorir os polígonos, aplicar os efeitos 3D, determinar quais partes da imagem estarão visíveis e, finalmente, gerar a imagem que será mostrada no monitor.
Num jogo, este processo é repetido indefinidamente, gerando a movimentação da imagem.
Quanto mais poderosos forem o processador e a placa de vídeo, mais imagens poderão ser geradas por segundo, resultando em um frame rate mais alto. O frame rate nada mais é do que o número de quadros apresentados por segundo. Um frame-rate ideal seriam pelo menos 30 quadros por segundo, enquanto o mínimo seria em torno de 20 quadros. Abaixo disso, o jogo começará a apresentar saltos, que prejudicarão a jogabilidade. Vale lembrar que o frame-rate nada tem a ver com o refresh-rate, que é a quantidade de vezes que a imagem armazenada na memória da placa de vídeo é lida pelo RAMDAC e atualizada no monitor. Podemos ter, ao mesmo tempo, um frame-rate de 30 quadros por segundo e um refresh-rate de 75 Hz por exemplo.
O frame rate é determinado basicamente por 4 factores:
1- A potência da placa de vídeo
2- O nível de detalhes da imagem (com 16 ou com 32 bits de cor por exemplo)
3- A resolução de vídeo utilizada (800 x 600 ou 1024 x 768 por exemplo)
4- A potência do processador
1- A potência da placa de vídeo
2- O nível de detalhes da imagem (com 16 ou com 32 bits de cor por exemplo)
3- A resolução de vídeo utilizada (800 x 600 ou 1024 x 768 por exemplo)
4- A potência do processador
Como vimos, antes da imagem ser transferida para a placa de vídeo, tem que ser “esboçada” pelo processador. Este esboço é então transferido para a placa de vídeo que cuida do resto. Quanto mais texturas tiverem que ser aplicadas, mais efeitos de luz etc. mais tempo a placa de vídeo demorará para terminar cada imagem.
Outro factor é a resolução de vídeo utilizada. Usando 640 x 480 ou 1024 x 768, o trabalho do processador é exatamente o mesmo, pois como vimos, os polígonos podem ser redesenhados e a imagem ampliada para qualquer tamanho sem que haja perda de qualidade. Porém, quanto maior for a resolução, maior será o trabalho da placa de vídeo (que terá que renderizar mais pixels), e consequentemente mais baixo será o frame-rate.
É como se alguém dissesse para um pintor: eu quero um desenho assim e assim. Quanto maior for o quadro, maior será o trabalho do pintor, mas as instruções dadas a ele serão as mesmas.
Usando uma resolução de vídeo muito alta, a placa de vídeo ficará com a parte mais pesada do trabalho, fazendo com que o processador tenha que ficar esperando a placa de vídeo terminar as imagens para poder enviar os quadros seguintes. Nesta situação, trocar a placa de vídeo 3D por outra mais rápida aumentaria de imediato o frame-rate. Vale reforçar que o frame rate não tem nada a ver com a velocidade do jogo, seja com 60 ou com 5 quadros por segundo, o boneco vai demorar o mesmo tempo para correr até o outro lado da tela, apenas a movimentação será mais precária.
Usando uma resolução mais baixa, 640 x 480 ou menos, o cenário se inverte. Os cálculos feitos pelo processador a cada quadro continuarão os mesmos, porém o trabalho da placa de vídeo será bem mais leve, pois as imagens a serem geradas serão menores. Consequentemente, a placa de vídeo fará seu trabalho muito rapidamente, e teremos o cenário oposto, com a placa de vídeo ociosa esperando pelo processador.
Em termos de qualidade de imagem, todas as placas de vídeo fabricadas a menos de um ano ficam bem próximas umas das outras. Um especialista pode ser capaz de diferenciar as imagens com facilidade, mas um usuário normal normalmente sequer notará grandes diferenças na imagem de uma para outra, desde que usada a mesma resolução claro.
Porém, existe uma variação muito grande em termos de desempenho. Apesar da maioria dos jogos actuais serem jogáveis mesmo em placas 3D relativamente simples como uma Viper v550 uma TnT Vanta ou uma Voodoo 3, na maioria dos casos você só terá um frame-rate aceitável usando resolução de vídeo de 640 x 480, e em alguns casos desabilitando algumas opções relacionadas com a qualidade da imagem.
Usando uma placa mais parruda, como uma GeForce 2 GTS ou uma ATI Radeon DDR por exemplo, você terá um frame rate satisfatório mesmo usando resoluções bem mais altas e habilitando todos os efeitos visuais.
Em qualquer caso, você precisará de um processador pelo menos razoável. Algumas placas 3D são menos dependentes do processador do que outras, apresentando um bom frame rate mesmo em processadores mais lentos. Este é o caso das placas equipadas com o chipset Voodoo (todas as versões). Outras placas como as baseadas nos chipsets Riva 128 e Riva TnT (como as Viper) manifestam todo o seu potencial apenas em conjunto com processadores mais potentes. Se você tiver um Pentium 200 por exemplo, provavelmente uma Voodoo apresentará um desempenho melhor do que uma TnT, mas caso o processador seja um Pentium III 500 o cenário provavelmente irá se inverter. Analisaremos caso a caso mais adiante.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
de Carlos E Marimoto
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Oenanthe hispanica, Chasco-ruivo
Taxonomia
Aves, Passeriformes, Turdidae.
Aves, Passeriformes, Turdidae.
Tipo de ocorrência
Estival nidificante.
Estival nidificante.
Classificação
VULNERÁVEL - VU (A2c+3c+4c; C2a(ii))
Fundamentação: A contracção da área de distribuição da espécie (e possivelmente também uma redução da extensão e da qualidade do habitat) registada nas últimas décadas, leva a admitir que tenha ocorrido, nos últimos 10 anos, uma redução do tamanho da população que poderá ter sido superior a 30%; as causas dessa redução não terão cessado, prevendo-se que possam continuar a fazer sentir-se no futuro próximo. A população tem um tamanho reduzido (provavelmente inferior a 10.000 indivíduos maturos) e encontra-se em declínio continuado, com todos os indivíduos concentrados numa única subpopulação.
VULNERÁVEL - VU (A2c+3c+4c; C2a(ii))
Fundamentação: A contracção da área de distribuição da espécie (e possivelmente também uma redução da extensão e da qualidade do habitat) registada nas últimas décadas, leva a admitir que tenha ocorrido, nos últimos 10 anos, uma redução do tamanho da população que poderá ter sido superior a 30%; as causas dessa redução não terão cessado, prevendo-se que possam continuar a fazer sentir-se no futuro próximo. A população tem um tamanho reduzido (provavelmente inferior a 10.000 indivíduos maturos) e encontra-se em declínio continuado, com todos os indivíduos concentrados numa única subpopulação.
Distribuição
A área de reprodução do chasco-ruivo estende-se desde Marrocos e da Península Ibérica, ao longo do Mediterrâneo e do Médio Oriente, até ao Irão e ao Cazaquistão; migrador transariano, que inverna em África (Cramp 1992).
Esta espécie tem uma distribuição muito ampla no território continental nacional, estando no entanto praticamente ausente das regiões litorais para norte de Lisboa.
População
A população nacional foi estimada como contendo mais de 2.500 indivíduos maturos.
Esta espécie foi detectada em cerca de 300 quadrículas de 10x10 km durante a realização dos trabalhos do Novo Atlas (ICN dados não publicados), sendo de admitir que em cada quadrícula existirão, em média, pelo menos 9 indivíduos adultos.
Na região de Mértola e de Castro Verde, encontraram-se densidades em pousios com cistáceas que variaram entre 0 e 0,6 casais/ha (Santos 2000). Em vários habitats onde a espécie ocorre, as densidades médias variaram entre 0,26 e 1,77 casais por km2 (Pina et al. 1990). Próximo da fronteira portuguesa, na província de Salamanca, a densidade primaveril em montados de azinho com gado (4 áreas de estudo) foi de 0,43 indivíduos/10 ha (Alvarez & Noceda 1992).
A comparação entre os dados do primeiro Atlas das Aves que nidificam em Portugal Continental (Rufino 1989) e da distribuição referida para o Parque Nacional da Peneda-Gerês em 1996 (Pimenta & Santarém 1996) com os dados do Novo Atlas (ICN dados não publicados) sugere uma possível regressão na distribuição do chasco-ruivo no Minho, na parte ocidental de Trás-os-Montes e, possivelmente, na Estremadura. Em Espanha, esta espécie encontra-se em declínio continuado bastante acentuado (Mestre et al. 1987). Assim, embora não existam dados quantitativos relativos às populações nacionais, parece ser indiscutível que o chasco-ruivo se encontra em declínio populacional, declínio esse que poderá eventualmente ser muito acentuado.
Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Depauperada, embora ainda provisoriamente, tendo apresentado um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004).
Habitat
Encontra-se em espaços abertos, variando os detalhes do seu habitat de região para região. Factor importante para a sua ocorrência é a existência de áreas de solo nu ou de rocha. Frequenta alqueives, pousios, aceiros, caminhos, plantações jovens e uma grande diversidade de outros habitats com características similares. Prefere zonas de baixa altitude e com clima quente e seco.
Factores de Ameaça
Os factores de ameaça incluem a seca nas áreas de invernada no Sahel, assim como, nalgumas áreas, a intensificação da agricultura (por exemplo, por irrigação) e, noutras, o abandono dos campos, resultando numa regeneração natural dos matos ou em reflorestações (Mestre et al. 1987, Tucker & Heath 1994).
Medidas de Conservação
A manutenção de certas práticas agrícolas tradicionais poderá ser importante para esta espécie. No entanto, pouco se sabe sobre quais as práticas específicas mais favoráveis para o chasco-ruivo, pelo que é necessária alguma investigação neste domínio.
Igualmente relevante será compreender qual a importância das alterações nos habitats de invernada em África para a conservação desta espécie.
in Livro Vermelho dos Vertebrados
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Airsoft Surgeon Infinity White Tiger Standard
Marca: Airsoft Surgeon
Código do Produto: AS-GBB-176
Peso: 1,066 kgs
Código do Produto: AS-GBB-176
Peso: 1,066 kgs
A Infinity White Tiger Standard é uma arma especial para tiro prático, altamente customizada, construída com uma corrediça da Infinity e gravações Strayer Signature. Uma pistola de airsoft de alta perfomance, altamente confiável. As armas altamente customizadas da Airsoft Surgeon's são construídas para ganhar com estilo. A melhor pistola em ferragens mas não menos artística pois as parte mais óbvia da GBB são as riscas de tigre no punho.
A corrediça híbrida dá uma precisão extra e o ciclo é bastante rápido adicionando peso extra no cano e reduzindo o peso na corrediça para contribuir para esse resultado. A simplicidade da combinação de cores cria um estilo único que faz as pessoas virarem as suas cabeças apenas para a verem.
Por dentro tem o Cabo de Precisão Airsoft Surgeon Non-Hop Up 6.02mm tornando-a incrivelmente precisa e permitindo o uso com tiro a relativamente longa distância bem como aumentando a potência para 350 fps. Em dupla acção a 10 até 15 pés com um grupo de 1 polegada ou menos não é nada difícil.
Nas pistolas gas blow back, quando mais suave for o ciclo da corrediça, mais estável é a posição nas suas mãos quando ela dispara. As corrediças originais Marui são muito boas por isso, mas uma corrediça de precisão cortada e afinada da Airsoft Surgeon é simplesmente assombrosa.
Para ser capaz de alcançar este alto nível de precisão, são necessários mais de 20 anos de experiência e um muito fino sentido para todos os pequenos detalhes de preparação e apresentação da armação e corrediça para que elas liguem e deslizem ao longo uma da outra com extrema precisão. Este toque altamente pessoal de artesão e engenharia é aplicado a cada armação e corrediça fazendo uma arma que perfeita e unicamente afinada. Quando puxa atrás a corrediça pela primeira vez numa pistola Airsoft Surgeon Custom como esta, vai saber do que estamos a falar.
A corrediça híbrida dá uma precisão extra e o ciclo é bastante rápido adicionando peso extra no cano e reduzindo o peso na corrediça para contribuir para esse resultado. A simplicidade da combinação de cores cria um estilo único que faz as pessoas virarem as suas cabeças apenas para a verem.
Por dentro tem o Cabo de Precisão Airsoft Surgeon Non-Hop Up 6.02mm tornando-a incrivelmente precisa e permitindo o uso com tiro a relativamente longa distância bem como aumentando a potência para 350 fps. Em dupla acção a 10 até 15 pés com um grupo de 1 polegada ou menos não é nada difícil.
Nas pistolas gas blow back, quando mais suave for o ciclo da corrediça, mais estável é a posição nas suas mãos quando ela dispara. As corrediças originais Marui são muito boas por isso, mas uma corrediça de precisão cortada e afinada da Airsoft Surgeon é simplesmente assombrosa.
Para ser capaz de alcançar este alto nível de precisão, são necessários mais de 20 anos de experiência e um muito fino sentido para todos os pequenos detalhes de preparação e apresentação da armação e corrediça para que elas liguem e deslizem ao longo uma da outra com extrema precisão. Este toque altamente pessoal de artesão e engenharia é aplicado a cada armação e corrediça fazendo uma arma que perfeita e unicamente afinada. Quando puxa atrás a corrediça pela primeira vez numa pistola Airsoft Surgeon Custom como esta, vai saber do que estamos a falar.
Características:
- Punho ergonomicamente desenhado é uma grande sensação para a maioria dos tamanhos de mãos. O arco através da traseira do punho oferece uma grande posição para maior controlo da pistola, incluí o alojamento de uma mola principal alumínio cromado preto, libertador do carregador e botão.
- Segurança ambidextra com botões de desligar a segurança no punho para rápida activação.
- Serrilhado à frente e atrás, guia da haste de comprimento total.
- Tabela base de 4mm com um logo único Infinity.
- Punho de competição estilo Magwell 2011 Infinity, totalmente maquinado de alumínio qualidade aeronave, que permite recarregamento rápido dando-lhe uma maior abertura que é suave e guia o carregador para o seu lugar. Libertador do carregador largo e axadrezado, para acelerar a libertação do carregador. Para atiradores com mãos pequenas; competidores que requerem libertações do carregador rápidas, esta peça é imprescindível.
- Puxar o gatilho é super leve, 1 libra, configurado para o top dos standard de tiro do mundo, permite-lhe a dupla acção facilmente.
- Cão estilo triplo Xcelerated SV
- Parafusos hexagonais de aço Airsoft Surgeon para extra forte energia bem como uma fantástica resistência ao clima, ferrugem e desgaste.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
