sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Utilizar cartões de enchimento e reflectores

Os LiteDiscs da PhotoFlex
são flexíveis. Dobram-se
para serem facilmente
arrumados, e expandem-se
para serem utilizados.
Imagem cortesia de
PhotoFlex.
Os cartões de enchimento e os reflectores executam duas tarefas importantes - suavizam a luz ao aumentar a dimensão da sua fonte, e redireccionam-na para abrir as sombras e baixar o contraste.

Uma luz posicionada de um dos lados de um objecto, vai deixar o outro lado à sombra. Ao colocar um reflector – por vezes chamado de cartão de enchimento - no outro lado, é possível reflectir alguma da luz de novo para o objecto, abrindo desse modo as sombras com a luz reflectida. Uma pequena luz reflectida por um grande reflector, não só é redireccionada, mas também é suavizada, já que o reflector passa a ser considerado a fonte de luz – este é o mesmo efeito causado pela luz de um flash reflectida numa parede ou num tecto. É possível adquirir reflectores com superfícies lisas ou enrugadas, numa extensa variedade de formas e cores, incluindo branco, preto, prateado ou dourado. Quanto mais enrugada for a superfície de um reflector, mais difusa é a luz por ele reflectida. A utilização de um reflector dourado proporciona uma luz de tons mais quentes. É possível fazer reflectores a partir de placas de k-line, disponíveis nas lojas de arquitectura ou belas-artes, ou cortando uma caixa de cartão, cobrindo-a depois com folha de alumínio. Também é possível amachucar a folha de alumínio e voltar a alisá-la para obter um efeito de luz mais difusa. Quando cortar as caixas de cartão, aproveite as dobras para fazer grandes reflectores desdobráveis. Também pode considerar usar os reflectores usados para os pára-brisas dos automóveis em dias de sol. O tipo de reflector mais portátil e de mais fácil arrumação é o tipo que se torce e dobra, ficando com dimensões suficientemente reduzidas para caber dentro de uma pequena bolsa.

Este par de fotografias mostra o impacto dramático que um cartão de enchimento pode ter. Na imagem de cima, o carro está iluminado por trás, e por isso a parte da frente está à sombra. Na imagem de baixo, foi utilizado um cartão de enchimento para reflectir a luz de novo para o automóvel.

O suporte de bolso para
reflectores da LastoLite
permite colocar um
pequeno reflector em
qualquer lado. Imagem
cortesia de Bogen Photo Corp.
sistema reflector
TableTop da LumiQuest.
Um tipo muito popular de reflector é a sombrinha. O flash dispara na direcção da sua parte interna, que está virada para o objecto. Este é iluminado por uma luz suave, que é reflectida pela superfície de grandes dimensões da sombrinha.

Como a superfície da sombrinha é maior do que a da lâmpada, esta reflecte uma luz mais suave no objecto. Imagem cortesia de Smith-Victor.
Um simples espelho de
toilette pode ser um
prático reflector.
As sombrinhas estão disponíveis em vários formatos, desde as de montar na câmara, às de tamanho jumbo. Imagem da sombrinha Jumbo, cortesia de Bogen Photo Corp. Imagem da sombrinha de montar na câmara, cortesia do BKA Group.



quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Nvidia Riva TnT 2 Pro


Este chipset possui exactamente os mesmos recursos do TnT 2. Na verdade, trata-se do mesmo projecto, a única diferença é a técnica de fabricação. Enquanto o TnT 2 “normal” é fabricado usando uma técnica de fabricação que permite transístores medindo 0.25 mícron, o TnT 2 Pro é fabricando usando uma nova técnica, com transístores medindo apenas 0.22 mícron. Com transístores menores, o chip gera menos calor, sendo capaz de trabalhar com estabilidade a frequências maiores. Enquanto no TnT 2 a frequência recomendada é 125 MHz, no TnT 2 Pro a frequência ideal é de 143 MHz

Ficha Técnica Riva TnT 2 Pro


Desempenho


in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 29 de agosto de 2018

O Machado

A diferença entre o machado e a machada (ou machadinha) está no tamanho. O machado é grande e usa-se com as duas mãos. A machada é mais pequena e basta uma mão para a manobrar. O Escuteiro costuma usar a machada.

Nomenclatura do Machado:



segunda-feira, 27 de agosto de 2018

KTW Winchester M1873 Carbine Custom Rifle



Marca: KTW
Código do Produto: KTW-4571383520264
Hop-Up: Fixo
Peso: 2,266 kg
Comprimento: 920 mm
Capacidade: 37 bb's
Potência: 285 fps
Fonte de energia: Spring
Blowback: Não
Modo de Tiro: Acção de alavanca

A espingarda Winchester 1873 não a primeira arma com acção por alavanca mas é a mais famosa pelo seu uso extensivo durante o fim do século XIX nas Américas com o objectivo geral de espingarda de defesa, caça e combate. Foi usada em muitos filmes de cowboy ao longo dos anos e mais recentemente em filmes como Wild WIld West, Appaloosa, The League of Extraordinary Gentlemen e The Last Samurai.

Abundantes partes em metal incluindo o mecanismo de armar, cão, cano, gatilho, etc. O corpo da arma em metal pesado é chapeado para sentir-se como metal. Arma como a real puxando para baixo a alavanca de armar para armar o cão. As bb's estão armazenadas num tubo carregador removível guardado no cano inferior da arma. O carregador (leva 37 bb's) é libertado da arma por um simples rodar de um botão. Um carregador extra é incluído para carregamentos rápidos! Mira traseira ajustável em metal. A câmara abre ao armar e o cão recua. muita diversão - armar e disparar à vontade!!



in



sexta-feira, 20 de abril de 2018

Compreender a luz dura e suave

A Smith-Victor fabrica
um dispositivo de luz
suave que esconde a
lâmpada e reflecte a
luz num grande
reflector curvo
A luz que ilumina as cenas em interiores ou exteriores, pode variar de luz suave a luz dura. O facto que faz com que a luz que ilumina um objecto seja dura ou suave depende de uma coisa apenas, os tamanhos relativos do objecto e da fonte de luz. Uma fonte de maiores dimensões envolve um pequeno objecto com a sua luz. Uma fonte mais pequena que direcciona a luz para um maior objecto, cria sombras duras e um contraste muito elevado. Para imaginar este conceito, pense na luz que ilumina uma paisagem num dia de sol. O sol é pequeno comparado com a paisagem, e por isso a sua luz é dura. As fotografias ficam com sombras negras ou altas luzes queimadas. Agora imagine uma fina camada de nuvens ou nevoeiro a cobrir o céu. O sol bate nas nuvens ou no nevoeiro, transmitindo assim a sua luz a partir de toda a área do céu. A fonte de luz tornou-se dramaticamente maior, e a sua luz difusa suaviza as sombras e baixa o contraste das imagens. 

Existem duas maneiras de suavizar a luz em interiores, além de a aproximar do objecto – utilizando reflectores e difusores. Para obter uma luz mais dura, afaste a fonte do objecto, ou use uma lâmpada ou um flash desprotegidos. Quando uma lâmpada é montada num reflector, este passa a ser a fonte de luz a considerar, que é muito maior. Usar uma lâmpada sem reflector, torna a fonte de luz muito mais pequena. Como pode ser considerada quase como uma fonte pontual, ela projecta uma luz dura no objecto. No entanto, como lhe falta um reflector, para fazer convergir a luz, o seu alcance também é menor do que o de outros tipos de luz.

A luz dura é criada quando a fonte é pequena em relação ao objecto.
Uma caixa de luz cria um banco de luz suave quando é posicionada perto de um objecto. As caixas de luz também são equilibradas para luz de dia.

A luz suave é criada quando a fonte de luz é extensa em relação ao objecto.

A bola de basebol foi fotografada com luz dura (em cima, à esquerda) e com luz suave (em baixo, à direita). As diferenças são flagrantes. A luz suave “envolve” a bola, porque a sua fonte é muito maior. A luz dura tem um efeito mais dramático na textura da superfície da bola.
A Smith-Victor fabrica um ecrã difusor que alarga o tamanho da fonte de luz. Este ecrã reduz a influência da luz directa da pequena lâmpada montada no reflector.



quinta-feira, 19 de abril de 2018

Nvidia Riva TnT 2


Em termos de recursos, este chipset é muito parecido com o TnT original; houveram apenas algumas modificações na máquina de renderização e algumas melhorias no acesso à memória. Basicamente, temos um TnT remodelado e produzido através de técnicas mais avançadas, podendo trabalhar a freqüências bem mais altas que o anterior. 

Enquanto no Riva TnT a freqüência normal de operação é de 90 MHz, no Riva TnT 2 a freqüência normal é de 125 MHz para o chipset e 150 MHz para as memórias. Como no caso do TnT, existem placas overclocadas onde o TnT 2 trabalha a até 145 MHz.

Ficha Técnica Riva TnT 2

Desempenho

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 18 de abril de 2018

Segurança com faca e machado

A Faca de Mato do Escuteiro

A faca de mato é uma ferramenta bastante útil para o Escuteiro e, por isso, deve ser bem comprada e bem cuidada.  
Ao comprares a faca de mato, verifica se o cabo é resistente e se está bem equilibrada.  
Normalmente as facas de mato já são vendidas com uma bainha. Se a tua não tiver, deves arranjar-lhe uma o mais depressa possível. Podes sempre decorar a bainha da faca com motivos escutistas que te identifiquem, como uma espécie de marca pessoal. 

Para verificares se a faca está bem equilibrada, tenta precisamente equilibrar a faca em cima de um dedo, colocando este no início da lâmina, mesmo junto ao cabo.

Como entregar a Faca de Mato a outra pessoa

Alguns pata-tenras acabam sempre por se cortarem com facas de mato (e mesmo canivetes) ao receberem-nas de outra pessoa. O Escuteiro deve saber como entregar correctamente uma faca de mato, e também ter o devido cuidado ao recebê-la de outra pessoa. 
Não há uma maneira única de entregar a faca de mato. Apenas é preciso ter cuidado para ninguém se cortar na lâmina.

NÃO - ao dar a faca com a lâmina para a frente, a pessoa que a recebe pode-se cortar, mesmo que lhe vá pegar no cabo. Uma faca deve sempre ser entregue com o cabo livre para se lhe pegar. 

NÃO - quando a pessoa que recebe puxar a faca, a lâmina desliza sobre os dedos de quem está a entregar, cortando-os de imediato. 

SIM - a pessoa que entrega a faca de mato nunca se corta, porque os dedos estão fora do alcance da lâmina. Por seu lado, a pessoa que a recebe, tem o cabo completamente livre para lhe pegar, ficando igualmente fora do alcance da lâmina. 

Como cortar um pau com a Faca de Mato

SIM
NÃO
Para evitar que se corte um dedo ou uma mão, os movimentos da faca devem ser sempre feitos para fora do nosso corpo, no sentido oposto à mão com que seguramos no pau ou ramo. Assim, a lâmina da faca nunca vem contra nós por azar !




Cuidados a ter com a Faca de Mato
A faca deve andar sempre na baínha, quando não estiver a ser usada. No fim dos acampamentos e actividades, deves sempre cuidá-la, seguindo os seguintes passos: 
1- limpá-la cuidadosamente de todos os detritos, usando petróleo se for preciso; 
2- secar bem toda a faca, por causa da ferrugem; 
3- afiar bem a lâmina para ficar pronta para a próxima actividade; 
4- untar toda a lâmina (e outras partes metálicas) com óleo para a proteger da ferrugem; 
5- embrulha-la num bocado de plástico, para conservar o óleo;  
6- guardá-la numa gaveta ou caixa onde ficará em segurança. 
Enquanto estás no campo e te estás a servir da faca de mato, podes precisar de a pousar e não teres a bainha perto, ou então teres a faca tão suja que não a queiras guardar na bainha. Os pata-tenras cometem os maiores erros nestas alturas, mas tu, como bons escuteiros, farás o correcto. 

NUNCA deves espetar a faca numa árvore viva (lembra-te da Lei do Escuta) nem na terra. Se espetares a lâmina na terra poderás encontrar uma pedra que te estrague o fio da lâmina. De qualquer maneira, mesmo espetando em areia, há sempre prejuízo para o fio da lâmina.

Para além disto, deves ainda ter o cuidado de deixar a faca de maneira a que ninguém se corte na lâmina. Deixar a lâmina no meio do chão é um dos erros mais comuns dos pata-tenras: para além de apanhar demasiada humidade e de alguém a poder pisar e parti-la, alguém descalço ou de chinelos pode passar e cortar-se. Também espetar uma faca num cepo pode ser perigoso, pois alguém se pode cortar ao passar com um pé ou uma mão, para além de acabar por torcer o bico da faca caso seja espetada de ponta.


Deves nunca esquecer que quando espetas uma faca num cepo, é apenas por alguns minutos ou segundos, e que o local não pode ser frequentado por outras pessoas, senão alguém se pode cortar.

NÃO deves usar a tua faca de mato (ou canivete) num veículo em movimento, como por exemplo num comboio ou autocarro. Um solavanco inesperado pode causar um acidente com a lâmina. No caso de uma travagem brusca, a faca pode vir mesmo a espetar-se no corpo (teu ou de outra pessoa). Quando começas a usar a faca de mato, e tal como no caso do machado, deves ter a preocupação de verificar se tens pessoas junto a ti, que poderiam vir a ser vítimas de algum deslize da lâmina. 
Se transportares a tua faca de mato dentro da mochila, deves ter cuidado para não a enfiar à força no meio das coisas, pois o bico da faca pode furar a bainha e rasgar o material ou mesmo a mochila. Ao cortares uma espia ou cabo, não cortes na vertical, mas sim obliquamente, tal como com o machado. 



segunda-feira, 16 de abril de 2018

Tokyo Marui Biohazard Revelations 2 Samurai Edge Barry Burton Model Ver. II


Marca: Tokyo Marui
Código do Produto: TM-4952839142658
Hop-Up: Ajustável
Peso: 1,164 kg
Comprimento: 260 mm
Capacidade: 25 bb's
Potência: 325 fps
Fonte de energia: Green Gas / Top Gas
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-Automático

Sente-se como eliminando alguns zombies com um tiro na cabeça? Esta Custom Tokyo Marui Bio Hazard Revelations 2 - M9A1 Model é incrivelmente única e popular entre os Airsoft and Barry Cosplayers. É certamente cativante olhar para tudo o que é customizado para replicar o mesmo modelo dos jogos Bio Hazard. À frente, temos um compensador muito especial com uma mira frontal que é impressionante comparada com a versão anterior. Agora esta arma é ruidosa com aquele compensador montado! Ao longo da corrediça preta existe uma mira traseira com um cão trabalhado atrás. Em baixo do receptor frontal existe um sistema de trilho permitindo adaptar o que quiser. Existe uma marca Police Stars Racoon no lado do punho preto com aparência de madeira para adicionar autenticidade a ela. Apesar de ser uma pistola você tem de se lembrar que ela apenas tem um limitado carregador de 25 munições! No punho da pistola existem ranhuras que a tornam mais fácil e confortável de manusear. Ela recebeu todas as marcas da série Bio Hazard assim não ficará desapontado com os detalhes. Ela dispara a cerca de 325 fps o que é um pouco surpreendente numa arma de mão da Marui perfeita para jogos CQB ou arma de backup no terreno. Não é necessário efectuar qualquer modificação porque a potência e a precisão são perfeitas à saída da caixa. Existe um número limitado destas armas por aí, por isso se é fã dos jogos Bio Hazard ou quer uma M9A1 com um bom aspecto ponha as suas mãos nela rápido. Elas vão vender rápido como a versão anterior!

in



sexta-feira, 13 de abril de 2018

Ligar a câmara às luzes de estúdio

As câmaras têm uma sapata,
na qual pode ser introduzido
um flash externo.
Para fotografar com iluminação de flash, é necessário ligar as cabeças à câmara, de modo a que estas disparem quando pressiona o botão do obturador. (A iluminação contínua não precisa de ser ligada à câmara). Para isso, existem vários tipos de ligação.

SAPATAS
Muitas câmaras têm uma sapata na qual pode ser ligado um flash externo, que está projectado para funcionar com a câmara. As ligações eléctricas para o obturador e para o sistema de exposição automática são feitas automaticamente assim que o flash é colocado no seu lugar. Existem adaptadores para estas sapatas que permitem a ligação de cabeças de flash de estúdio. 

Terminal PC
TERMINAL PC
Um terminal PC (Prontor-Compur) localizado no corpo de algumas câmaras permitem a utilização de cabos para ligar as unidades de flash. O cabo que se liga a um terminal PC chama-se cabo de sincronização, ou cabo PC. Quando tira uma fotografia, é enviado um sinal, a partir da câmara e ao longo do cabo, que faz o flash disparar. Quando uma determinada câmara não possui um terminal PC, mas tem uma sapata, é possível usar um adaptador que permita a utilização de um cabo de sincronização.

Cabo de sincronização.
Cortesia de Paramount Cords.
Quando uma unidade de flash é ligada a uma câmara pode ser aconselhável o uso de um regulador de voltagem. Estes dispositivos reduzem a voltagem de sincronização para os 6 volts, protegendo a câmara de picos de voltagem, que a danificariam.

Lâmpada escrava. Imagem
cortesia de Smith-Victor.
FLASH REMOTO SEM FIOS
É possível transformar várias unidades de flash externas, em mini cabeças de estúdio, através da utilização de disparadores de flash remotos. Estes dispositivos económicos (integrados em algumas unidades de flash), transformam qualquer flash numa unidade escrava, disparando-o, sempre que detecta o disparo de outro flash. Isto permite obter efeitos de iluminação que não são possíveis com a utilização de apenas uma unidade de flash. Algumas unidades mais avançadas atingem o mesmo objectivo utilizando sinais ópticos ou de rádio. É montado um flash principal, ou um transmissor na sapata da câmara, que transmite sinais sem fios para as unidades escravas, indicando-lhes os parâmetros a utilizar e quando disparar. O flash principal da câmara pode ser activado ou desactivado, transmitindo na mesma o sinal para as unidades remotas de flash. 

Disparador de flash remoto.
Dispara o flash ao qual está
ligado quando o flash
principal é disparado.
Imagem cortesia de Vivitar.
Com unidades mais dispendiosas, a relação das potências de diferentes unidades escravas pode ser estabelecida para afinar as exposições. Esta situação é ideal para a iluminação do fundo, quando se fotografa num cenário de estúdio. Quando é utilizado um flash remoto sem fios, é possível recorrer a uma luz piloto, ou modeladora, que ilumina o objecto por um curto período de tempo, para ajudar a prever os efeitos do flash, tais como as sombras e as altas luzes.