sábado, 23 de agosto de 2008

Os transístores

Cada transístor funciona como uma espécie de interruptor, que pode estar ligado ou desligado, como uma torneira que pode estar aberta ou fechada, ou mesmo como uma válvula. A diferença é que o transístor não tem partes móveis como uma torneira e é muito menor, mais barato, mais durável e muito mais rápido que uma válvula.

A mudança de estado por sua vez pode comandar a mudança de estado de vários outros transístores ligados ao primeiro, permitindo processador dados. Num transístor esta mudança de estado pode ser feita biliões de vezes por segundo, porém, a cada mudança de estado é gerada uma certa quantidade de calor e é consumida uma certa quantidade de electricidade. É por isso que quanto mais rápidos tornam-se os processadores, mais eles se aquecem e mais energia consomem.

Um 386 por exemplo consumia pouco mais de 1 Watt de energia e podia funcionar sem nenhum tipo de resfriamento. Um 486DX-4 100 consumia cerca de 5 Watts e precisava de um cooler simples, enquanto Athlon chega a consumir 80 Watts de energia e precisa de no mínimo um bom cooler para funcionar bem. Em compensação o 386 operava a 30 ou 40 MHz enquanto o Athlon opera a até 1.5 GHz.

Como são fabricados os processadores

Chegamos à ideia central deste capitulo que é mostrar como os processadores são fabricados. As ilustrações são cortesia da Intel Corp.

O componente básico para qualquer chip é o waffer de silício que é obtido através da fusão do silício junto com alguns produtos químicos que permitirão sua dopagem posteriormente. Inicialmente são produzidos cilindros, com de 20 a 30 centímetros de diâmetro, que posteriormente são cortados em fatias bastante finas.
Waffer de silício
Estas “fatias” por sua vez são polidas, obtendo os waffers de silício. A qualidade do waffer determinará o tipo de chip que poderá ser construído com base nele. Para construir um CI com meia dúzia de transístores, pode ser usado um waffer de baixa qualidade, que pode ser comprado a preço de banana de milhares de companhias diferentes. Entretanto, para produzir um processador moderno, é preciso de um waffer de altíssima qualidade, que são extremamente caros, pois poucas companhias tem tecnologia para produzi-los.

Cada waffer é usado para produzir vários processadores, que no final da produção são separados e encapsulados individualmente. Não seria possível mostrar todos os processos usados na fabricação de um processador, mas para lhe dar uma boa ideia de como eles são produzidos, vou mostrar passo a passo a construção de um único transístor. Imagine que o mesmo projecto será repetido alguns milhões de vezes, formando um processador funcional.

Tudo começa com o waffer de silício em seu estado original:
A primeira etapa do processo é oxidar a parte superior do waffer, transformando-a em dióxido de silício. Isto é obtido expondo o waffer a gases corrosivos e altas temperaturas. A fina camada de dióxido de silício que se forma é que será usada como base para a construção do transístor.
Em seguida é aplicada uma camada bastante fina de um material fotossensível sobre a camada de dióxido de silício.

Usando uma máscara especial, é jogada luz ultravioleta apenas em algumas áreas da superfície. Esta máscara tem uma padrão diferente para cada área do processador, de acordo com o desenho que se pretende obter. A técnica usada aqui é chamada de litografia óptica.
A camada fotossensível é originalmente sólida, mas ao ser atingida pela luz ultravioleta transforma-se numa substância gelatinosa, que pode ser facilmente removida.

Depois de remover as partes moles da camada fotossensível, temos algumas áreas do dióxido de silício expostas, e outras que continuam cobertas pelo que restou da camada:
O waffer é banhado com um produto especial que remove as partes do dióxido de silício que não estão protegidas pela camada fotossensível. O restante continua intacto.

Finalmente, é removida a parte que restou da camada fotossensível. Note que como temos substâncias diferentes é possível remover uma camada de cada vez, ora o dióxido de silício, ora a própria camada fotossensível. Com isto é possível “desenhar” as estruturas necessárias para formar os transístores. Temos aqui pronta a primeira camada. Cada transístor é formado para várias camadas, dependendo do projecto do processador. Neste exemplo, temos um transístor simples, de apenas quatro camadas, mas os processadores actuais utilizam um numero muito maior de camadas, mais de vinte em alguns casos, dependendo da densidade que o fabricante pretende alcançar.
Começa então a construção da segunda camada do transístor. Inicialmente o waffer passa novamente pelo processo de oxidação inicial, sendo coberto por uma nova camada (desta vez bem mais fina) de dióxido de silício. Note que apesar da nova camada de dióxido, o desenho conseguido anteriormente é mantido.

Em seguida é aplicada sobre a estrutura uma camada de cristal de silício. Sobre esta é aplicada uma nova camada de material fotossensível.
Novamente, o waffer passa pelo processo de litografia, desta vez utilizando uma máscara diferente.
Novamente, a parte da camada fotossensível que foi exposta à luz é removida, deixando expostas partes das camadas de cristal de silício e dióxido de silício, que são removidas em seguida.
Como na etapa anterior, o que restou da camada fotossensível é removida. Terminamos a construção da segunda camada do transístor.
Chegamos a uma das principais etapas do processo de fabricação, que é a aplicação das impurezas, que transformarão partes do waffer de silício num material condutor. Estas impurezas também são chamadas de íons. Note que os íons aderem apenas à camada de silício que foi exposta no processo anterior e não nas camadas de dióxido de silício ou na camada de cristal de silício.
É adicionada então uma terceira camada, composta de um tipo diferente de cristal de silício e novamente é aplicada a camada fotossensível sobre tudo.
O waffer passa novamente pelo processo de litografia, usando mais uma vez uma máscara diferente.
As partes do material fotossensível expostas à luz são removidas, expondo partes das camadas inferiores, que são removidas em seguida.
Temos agora pronta a terceira camada do transístor. Veja que a estrutura do transístor já está quase pronta, faltando apenas os três filamentos condutores.
Uma finíssima camada de metal é aplicada sobre a estrutura anterior. Nos processadores actuais, que são produzidos através de uma técnica de produção de 0.13 mícron, esta camada metálica tem o equivalente a apenas 6 átomos de espessura.
O processo de aplicação da camada fotossensível, de litografia e de remoção das camadas é aplicado mais uma vez, com o objectivo de remover as partes indesejadas da camada de metal. Finalmente temos o transístor pronto.
Cada processador é constituído por vários milhões de transístores. Um Pentium II possui pouco mais de 9 milhões de transístores. Um Pentium III Coppermine já possui 22 milhões. Um Athlon Thunderbird possui 35 milhões de transístores, enquanto um Pentium 4 possui incríveis 42 milhões. Graças ao nível de miniaturização que temos actualmente, estas quantidades fabulosas de transístores ocupam uma área muito pequena. Um Athlon Thunderbird por exemplo mede apenas 112 milímetros quadrados. Com isto, um único waffer de silício é suficiente para produzir vários processadores, que são separados no final do processo de fabricação.
Finalmente, os processadores são encapsulados numa estrutura de silício, que os protege e facilita o manuseio e instalação. O formato do encapsulamento varia de processador para processador, na foto abaixo temos um Athlon Thunderbird. Note que a parte central é a própria parte inferior do waffer de silício, exposta para melhorar a dissipação de calor. Não é preciso dizer que qualquer dano neste parte será suficiente para inutilizar o processador.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Detalhes sumarentos - Revelar destaques! Expor sombras!

Existem imensas coisas bonitas para fotografar em queda: as frescas folhas coloridas; as brilhantes maçãs vermelhas e as abóboras cor de cera. Infelizmente toda aquela bonita luz de Outono pode fazer as suas fotos parecerem com muito contraste. Enquanto algum contraste dá às suas fotos a necessária rotura, luzes demasiado brilhantes podem deixar as suas fotos com feios pontos brancos que imprimem brancos gritantes. Sombras demasiado escuras podem ir até ao preto, bloqueando áreas onde quer ver detalhe.

Entre no Adobe Photoshop's, ferramenta Shadow/Highlight - excelente para a correcção de imagens com fundos escuros ou primeiros planos muito brilhantes.
É também excelente para mostrar detalhes que estão escondidos por muita escuridão ou luminosidade.

Shadow/Highlight trabalha mais como uma ferramenta de limpeza do que o faz Dodge ou Burn, que encontra arestas e melhora-as para revelar e criar detalhes. E trabalha muito bem. Os Passos 1 a 4 são simples; siga através do Passo 5 para um bónus de pontos extra.

PASSO 1Copie aquele fundo. Não quer arruinar o seu original, assim faça uma cópia do layer do fundo (o único layer que existe de momento) e trabalhe nisso. Vá a Layer > Duplicate Layer e clique OK. Olhe para a sua palete de Layers (se não a consegue encontrar, clique F7 para a fazer esconder ou aparecer). Agora tem dois layers, o seu Fundo e a Cópia. Irá seleccionar a Cópia, pode seguir para o Passo 2.
PASSO 2Escolha Shadow/Highlight. Pegue a ferramenta de que precisa indo a Image > Ajustments > Shadow/Highlight. Se vir um intimidante número de opções, desactive Show More Options. Vai ver uns relaxantes dois cursores: um para Shadows e outro para Highlights.
PASSO 3O Shadow sabe. As definições de defeito desta ferramenta estão destinadas à reparação de imagens com fundos escuros, mas para a maioria das situações esses números irão provavelmente parecer demasiado fixos. Para se lembrar de como a sua foto era antes, desactive o Preview. É interessante o que a ferramenta pode fazer, mas não é o mesmo que tirar uma foto no exterior, as pálidas sombras resultantes nas árvores são irrealistas e simplesmente estranhas.
PASSO 4Luz da sua vida. O nascer do Sol brilhante é bonito, mas demais é cegante (especialmente nas abóboras sempre com cores quentes). Até mesmo para fora da imagem, temos de lhes baixar o tom. Peque no cursor Highlights e mova-o lentamente para a direita. Luminosidades geralmente requerem um toque mais suave do que as sombras e tem a tendência para parecer demasiado trabalhada no Photoshop rapidamente. Ainda precisa de mais trabalho? Siga para o Passo 5.
PASSO 5Aquelas irritantes opções avançadas. Se ainda não gosta do aspecto da sua imagem, seleccione ‘Show More Options’.
LARGURA DOS TONS: Isto define o tamanho do leque de tons que quer para luminosidade ou sombra. Tente baixar para 50% da definição se achar que muitos meios-tons estão a ser afectados.
RAIO: Isto monitoriza quantos pixels escuros ou claros serão contados como sombras ou luminosidades. Imagens pequenas devem ter um raio pequeno. Se estiver a trabalhar numa imagem com 72 dpi, baixe-o para perto de 10. Se estiver a trabalhar numa foto maior, o valor por defeito, 30, deve ser suficiente. Um Raio definido muito alto pode não apresentar detalhes suficientes.
CORRECÇÃO DE COR: Não gosta da forma que a ferramenta afectou as cores em luminosidades e sombras que alterou? Pode aumentar ou diminuir a sua saturação movendo a Correcção de Cor para a esquerda para a baixar, ou para a direita para a levantar. Isto é uma questão de gosto.
CONTRASTE DE MEIOS-TONS: Isto é confortantemente óbvio: mova-o para a esquerda ou direita para baixar ou aumentar o contraste.
CLIP: Genericamente falando, não mexa no Clip. Se quer que os seus tons mais escuros virem pretos ou os mais claros virem brancos, pode aumentar a percentagem. Mas desde que a única razão porque abriu esta ferramenta foi para reduzir o contraste, é provavelmente melhor deixá-lo em paz.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Recomendações ambientais IV

  • Os pesticidas e os fertilizantes químicos devem ser aplicados com muito cuidado e com as doses absolutamente necessárias para evitar a poluição do ambiente.
  • Quando levar o seu cão à rua remova as fezes, porque elas são geralmente portadoras de bactérias, vírus ou parasitas que podem contaminar as águas ou provocar doenças. Lembre-se que uma criança pode involuntariamente cair em cima de uma delas.
  • Quando comprar um jogo ou brinquedo verifique se é bem feito, de forma a durar bastante tempo, para que seja bem aproveitado. Lembre-se que um brinquedo só dura se colaborar e não o estragar.
  • Prefira as impressoras a jacto de tinta em relação às de laser, pois as primeiras usam menos 99% de energia durante a impressão.
  • Quando comprar um aparelho electrodoméstico, escolha o que gastar menos energia.
  • Se for possível, opte por um computador portátil. Este consome 1% da energia de um computador de secretária
  • Ao comprar presentes ou objectos decorativos, certifique-se de que não são feitos de materiais extraídos de animais ou plantas em vias de extinção.
  • Não compre produtos não certificados feitos com madeira proveniente das florestas tropicais - pau-rosa, mogno, teca, ébano.
  • Não compre conchas nem corais, pois, ao fazê-lo, está a contribuir para a destruição dos recifes.
  • As folhas, os ramos, as ervas, o estrume e alguns lixos orgânicos podem ser aproveitados para fazer fertilizantes orgânicos, que ajudam a preservar o solo.
  • Quando for dispensável não utilize o carro para se deslocar, prefira os transportes públicos.
  • Mantenha o carro afinado de forma a poupar combustível.
  • O líquido anticongelante usado no sistema de refrigeração dos automóveis é tóxico. Não deixe, por isso, pingos de anticongelante no chão.
  • Andar de bicicleta em vez de conduzir um automóvel poupa energia, reduz a poluição e contribui para o seu exercício físico.
  • Na praia, não colha nem pise as plantas que crescem nas dunas. O solo desnudado facilita a erosão, e o ataque de agentes atmosféricos, físicos ou químicos.
  • Ao visitar uma área protegida, não colha flores, não corte ramos nem faça inscrições nas árvores.
  • Quando for caçar, respeite os regulamentos cinegéticos.
  • Poupe combustível evitando a condução nervosa e as acelerações bruscas.
  • Partilhe a utilização do seu automóvel.
  • Mantenha os pneus com a pressão correcta, evitando o seu desgaste prematuro e um maior consumo de combustível.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

A disciplina

A vida comunitária no acampamento exige disciplina. Deve ser estabelecido um regulamento que tem que ser conhecido e cumprido por todos. Poder-se-á até associar à elaboração do regulamento as crianças/jovens, tanto quanto possível e gradualmente, dependendo das suas idades.
Esta regulamentação será positiva. Deve-se evitar a utilização de frases do estilo É totalmente interdito…, sendo preferível fórmulas positivas que indiquem coisas a fazer ou atitudes a adoptar. Por exemplo:
- arranjo o meu saco cama todas as manhãs, ao levantar;
- levo o meu prato à cozinha depois de cada refeição;
- respondo sempre que me chamarem;
- permaneço sempre no interior dos limites do campo, a não ser que tenha licença para sair.

A aplicação deste regulamento não implicará nem sanções nem recompensas.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

SOCOM GEAR CQB ELITE vs. TOKYO MARUI M.E.U. PISTOL

Fabricante: SOCOM GEAR / Tokyo Marui
Modelo: Wilson Combat CQB Elite / M.E.U. Pistol
Capacidade: 15+1 / 28+1
Peso: 950g / 850 g
Power: 290 fps / 300 fps
Power Source: HFC134a / Top Gas
Blowback: Sim
Hop-up: Ajustável
Modo de disparo: Semi
Construção: Toda em metal / ABS e detalhes em metal

Pros
Os aspectos fortes da Tokyo Marui incluem alta performance e precisão com um bom acabamento geral e uma qualidade confiável. A SOCOM GEAR oferece resistência e durabilidade com a sua construção metálica e inclui dois carregadores e painéis reais do punho por um preço acessível.

Contras
A Tokyo Marui é bastante leve e a aquisição de peças metálicas irá aumentar o preço significativamente. A SOCOM GEAR tem pesadas peças em metal, mas o ajuste das peças deixa margem para melhorias e afecta a precisão e o desempenho.

Veredicto
Não há melhor pistola do que destas, apenas uma pistola é a melhor para você. É uma decisão subjectiva e todos devem poder escolher a mais adequada delas depois de ler esta análise.

A 1911 é muito como o metal pesado – parece nunca morrer! Saber se isso é uma coisa boa ou não, naturalmente que depende de a quem você perguntar. Estamos vivendo o último semestre de 2008 e o venerável calibre de pistola .45 de há quase uma centena de anos atrás ainda é encontrado no uso regular e serviço em todo o mundo. Quer goste ou não da pistola, um certo John Moses deve ter feito alguma coisa bem.

Baseada no sistema de recuo de cano curto de J. M. Browning, a 1911 introduziu este Modus Operandi ainda encontrado em quase todas as populares pistolas de serviço. Com o cano e a culatra travados em conjunto em bateria, o cartucho será inflamado quando o gatilho é puxado para deixar cair o martelo. A força de recuo da bala em aceleração faz a culatra e o cano recuarem em conjunto – ainda travados em conjunto para conter a alta pressão no interior da câmara. A diferença de peso entre a bala e a culatra fazem a última mover-se mais lentamente, assim a bala tem tempo para sair do cano e deixar a pressão dentro do cano baixar. Com o impulso/inércia o cano e a culatra continuam movendo-se para trás e após alguns milímetros de viagem a traseira do cano retida em baixo por uma ligação, permitindo que a culatra continue viajando para trás e extraia a cápsula a câmara.

Quando a 1991 foi substituída pela Beretta M92FS nas forças armadas dos EUA com pistola de serviços nos anos 80, o velho desenho continuou a viver ao uso dos atiradores civis e modelos personalizados melhorados foram desenvolvidos para mais exigentes usos, tais como tiro desportivo competitivo e unidades especiais policiais e militares. A quantidade de diferentes variantes “Tactical” da 1911 provavelmente atinge as centenas e todas elas introduzem algum tipo de melhorias ou “melhorias” ao desenho original. Vamos agora dar uma vista de olhos em réplicas de duas dessas pistolas: A M.E.U. Pistol e a Wilson Combat CQB Elite.

VAIDADE OU APENAS UM ASPECTO EXIGENTE?

Ambas as pistolas embaladas em caixas algo bonitos. A caixa da pistol Tokyo Marui M.E.U. tem um esquema de cores desérticas como a tendência actual e os insertos de esferovite cobertos com um pano com um padrão digital de camuflagem deserto. Tal como nós esperávamos da Tokyo Marui, os acessórios são recomendados e o pacote inclui:


A pistola

Um carregador
Um saco de BBs
Tampa do cano
Vara de limpeza
Chave de bucha / ferramenta de auxílio de carregamento
Estas pistolas são familiares próximas na prática. A Tokyo Marui tem as marcas da Novak sobre licença.
Ambas tem serrilhado para armar na frente e um forte suporte de recuo da mola. Note-se possíveis encaixes para adaptador de silenciador na CQB Elite.
A SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite vem numa caixa de cartão rijo castanho com uma etiqueta com um forte tema Wilson Combat. Isto não é surpresa, já que a pistola é oficialmente licenciada pela Wilson Combat. É sempre refrescante ver fabricantes de airsoft afixar logos legalmente e claro isto não poderia ser feito sem contar também com as mentes abertas dos fabricantes de armas reais. A esferovite é coberta neste caso com um tecido negro e o pacote inclui:

A pistola
2 carregadores
Um manual de utilizador SOCOM GEAR
Um manual de utilizador da WE 1911

A lista pode parecer curta, mas é muito importante enfatizar que esta pistola vem com dois carregadores de 15 tiros. O manual WE é o mais detalhado dos dois e é escrito em Inglês, Espanhol, Alemão e Italiano, enquanto o simplista manual da SG é apenas em Inglês.
A entrada do carregador da CQB Elite está em calha nos lados, enquanto a M.E.U. Pistol tem a borda angular na retaguarda também.
A M.E.U. vem com um carregador de 27 tiros e uma ferramenta manual. A CQB Elite inclui por seu lado 2 carregadores de 15 tiros.

MAIS ESTÉTICA E DETALHES

Enquanto estas pistolas são réplicas de diferentes modelos, elas podem ser comparadas em termos de qualidade de construção e detalhes. Quando pela primeira ver pegar num 1911 de Airsoft, rapidamente verificará se é pesada ou não. A pistola TM M.E.U. não é certamente uma arma pesada com 850 gramas com o carregador, mas pode dizer claramente a diferença pela mão quando a compara com a SG CQB Elite, que sobe a escala para 960 gramas. A M.E.U. tem grandes pesos metálicos escondidos nos painéis do punho, enquanto a CQB Elite punhos ocos assim o balanço das contas para esta grande diferença no sentir, mesmo sendo 110 gramas, não é assim tanta diferença como peso total.


O que melhor reparará quando comparando o peso será o punho. Este volta vai para a SOCOM GEAR sem sombra de dúvidas: A adaptação de borracha que envolve o punho da Tokyo Marui é plastificada e feita de múltiplas peças, no entanto providencia um punho adequado e parece bom. A SOCOM GEAR decidiu usar o actual punho Wilson Combat e eles são possivelmente os melhores painéis de punho que vimos para a 1911 até hoje. Embebidos com a medalha Wilson’s Eagle, os painéis do punho são em polímero preto com um pequeno padrão interessante, que não só parece excelente, mas providencia também um bom punho. Os sulcos entre os cumes parecem linhas e não linhas de altitude linhas num mapa

Além dos punhos e peso, a maioria dos pontos em acabamento externo vão para a Tokyo Marui. Tendo aparentemente aprendido alguma coisa depois de lançarem a sua 1911 que parece ser de plástico mesmo a um metro de distância, eles trabalharam para criar um mais bonito acabamento mate para a M.E.U. Pistol e ela lembra o famoso acabamento WA “Carbon Black” – embora não seja tão cinzento. A Toky Marui tem apenas a suas próprias marcas de fabrico e claro ASGK no lado direito da armação, mas as miras tem as marcas da Novak debaixo da licença oficial. As miras não tem pontos brilhantes, o que é bom para tiro ao alvo mas seria uma boa adição para condições de baixa luz. A mira frontal é serrilhada para prevenir encadeamento e a imagem é bastante acentuada.

A SOCOM GEAR CQB Elite é em metal, mas o acabamento não é tão convincente com desigualdades e marcas de fundição. As marcas estampadas são bastante boas e só um pequeno logo WE é encontrado no lado esquerdo da guarda do gatilho e “Made in Taiwan” está escondido debaixo de “Wilson Combat Brryille, AR U.S.A.” no lado direito da armação. A mira contém três pontos brancos nos lugares óbvios, que não aparecem na escuridão mas ajudam quando a luz é pouca. Infelizmente o acabamento das miras é fraco com cantos redondos, que fazem uma imagem de tiro abaixo do óptimo.
As miras da CQB Elite tem pontos brancos para pontaria rápida, mas falta-lhes nitidez. A mira frontal não pode ser removida.
A M.E.U. Pistol tem uma excelente mira, mas uma limitada capacidade com pouca luz. Ambas as miras podem ser removidas.
O incrível grupo de 25 mm com cinco tiros 8 metros com a the Tokyo Marui M.E.U. Pistol.
O mais pequeno grupo produzido pela SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite foi 45 mm.
A batalha terminou e ambos os contendores estão ainda fortes no ringue. Você será o juiz de qual deles ganhou!
VEREDICTO

Como já estava implícito no sumário no inicio, é impossível dizer “X é melhor”. Ambas as pistolas têm os seus pontos fortes em áreas diferentes e são traídas por pequenas falhas noutras áreas. Ambas estas pistolas irão encontrar os seus fans e nós esperamos que esta análise o ajude a escolher uma que não o desaponte em áreas que valoriza numa pistola de airsoft.

Se valorize uma arma pesada e clincks metálicos numa pistola, então escolher a CQB Elite é a opção clara. Como bónus também traz um rail para um laser ou uma lanterna, para aqueles que querem colocar acessórios na pistola. Com dois carregadores incluídos, a CQB Elite faz uma boa oferta pelo valor e aqueles painéis do punho reais são um bom detalhe também.

Tokyo Marui é uma marca de confiança e a M.E.U. Pistol não surpreendeu negativamente nem positivamente. É imensamente precisa com uma elevada qualidade de construção e de muita confiança, mas um pouco leve para segurar e com um preço bem alto. O generoso carregador dá-lhe um bom poder de fogo fora da caixa, assim é especialmente atractiva para jogadores.

Produtos analisados:
  • Tokyo Marui M.E.U. Pistol carregador de 28 tiros para a M.E.U.
  • SOCOM GEAR Wilson Combat CQB Elite carregador de 15 tiros para a CQB Elite (Disponível em breve)

sábado, 16 de agosto de 2008

Como são fabricados os processadores

Até mudarem o mundo como o conhecemos, os chips passaram por um longo processo evolutivo. Tudo começou com as válvulas, que evoluíram para os transístores, considerados a maior invenção do século.

Fora o preço, os primeiros transístores não foram lá nenhuma revolução sobre as antigas válvulas, tanto que elas sobreviveram durante vários anos depois que os transístores começaram a ser produzidos em escala comercial.

O grande salto veio quando se descobriu que era possível construir vários transístores sobre a mesma pastilha de silício. Isso permitiu diminuir de forma gritante o custo e tamanho dos computadores. Entramos então na era do microchip.

O primeiro microchip comercial foi lançado pela Intel em 1971 e chamava-se 4004. Como o nome sugere, ele era um processador de apenas 4 bits que era composto por pouco mais de 2000 transístores. Veja uma foto dele abaixo:
De lá pra cá, foi um longo caminho. Enormes investimentos foram feitos e muitos dos maiores génios do planeta trabalharam em busca de soluções para questões cada vez mais complexas. Veremos agora como os computadores evoluíram, das válvulas ao Athlon e Pentium 4.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Tendo uma visão mais ampla

Nunca utilizar uma câmara digital para filmar uma longa mesa de jantar auxiliado por um directo flash. Essa foi a lição que aprendi e discuti em Janeiro de 2005 no "SLR" ( "Digital ou Filme"). Apesar de o flash fazer um incrível trabalho de iluminação do comprimento da mesa e as lentes de 18 milímetros configuradas a f/5.6 providenciarem espantosamente nítidos detalhes em cada face, o sensor digital de limitação da latitude de exposição queimou a iluminação de primeiro plano.

Leitores simpáticos fizeram sugestões. Porque não utilizar flash com limites de rejeição? Nada feito. O limite máximo era demasiado elevado.  
Porque não fotografar com a luz existente? Devido ao facto de a principal fonte de iluminação ser a partir da janela do fundo, à direita da mesa.

Porque não deixar a câmara digital, e fotografar com película, que tem mais exposição de latitude? Porque eu não tinha trazido uma câmara de película SLR 35 milímetros.


Porque é que não me movi para a esquerda e fotografei a mesa de lado? Devido ao facto de a esquerda do restaurante estar cheio de mesas com pessoas jantando, não podia claro obter um ângulo adequado para filmar uma tal imagem. 
Mas, recentemente, eu tive outra oportunidade. No mesmo restaurante, na mesma altura do dia (tarde). Mesmo evento, com muitas das mesmas pessoas: alguns directores e accionistas da McPhee's Grill, em Templeton, na Califórnia. Muitos dos mesmos problemas técnicos, mas desta vez uma prorrogação...!

Apenas quando eu tinha começado a esfregar as minhas mãos de desespero, toda a gente nas outras mesas de repente se levantou e saiu!


Descobri que todos os outros clientes eram membros de uma associação automobilística, com um menu fixo e tempo da partida. 
Pode apostar que eu rapidamente rodei para o meio do lado da mesa, o meu zoom 18-200 milímetros f/3.5- 6.3D II Tamron para o ângulo mais amplo, e de utilizado até que eu ter todos os accionistas e directores.

"Tenha certeza que pode ver a minha lente," gritei para as pessoas do outro lado da mesa, por isso os seus rostos não estariam escondidos por aqueles ao lado na mesa.

Com a minha Konica Minolta Maxxum 7D configurada para programa de exposição e a Sigma 500 EF-500 DG Super Flash em ecrã amplo (para corresponder à luz da janela a partir do outro lado da mesa º), tive a oportunidade de obter uma foto no último cartão de memória. Foi um tiro de sorte.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Recomendações ambientais III

Na Rua

- Nunca deite lixo para o chão. Se for para o campo, praia ou andar de barco leve um recipiente para guardar o lixo. Se puder, apanhe algum lixo que esteja já nos diferentes locais quando aí chegou.

- A água é indispensável à existência da vida animal e vegetal. Deve-se evitar poluir a água, talvez começando por não deitar lixo para os rios, lagos e mares.

- As embalagens de plástico e outro lixo que se deita ao mar matam, por ano, milhares de animais marinhos. Por vezes estes ingerem-nos pensando que é comida. Não deixe lixo na praia.

- Não abandone linhas de pesca, sacos plásticos e garrafas de vidro, pois poderão causar ferimentos a animais.

- Quando circular em qualquer meio de transporte, não deite qualquer tipo de lixo pela janela, mesmo que seja só um papelito. Muito menos despeje lixo fora dos contentores ou nas bermas das estradas.

- Quando despejar lixo em caixotes ou contentores, prefira utilizar recipientes com tampa, para reduzir as hipóteses do lixo ser derramado e espalhado. O lixo espalhado atrai ratos, baratas e moscas, que podem funcionar como vectores de diversas doenças, para além de poluir visualmente.

- Em dias em que não é efectuada a recolha de lixo, evite colocar o seu nos contentores, para que estes não transbordem e o lixo se espalhe.

- O fundo de uma garrafa pode provocar um incêndio por fazer convergir os raios solares quando nele incidem. Não se devem abandonar garrafas no campo ou nas bermas das estradas.

- Quando for às compras prefira sacos de papel ou lojas que os forneçam. No entanto o melhor será levar de casa um saco que lhe tenham dado noutra altura, pois a produção de sacos de papel é, também, causadora de perturbações ambientais.

- Ao fazer compras, escolha produtos com embalagens de papel reciclado.

- Prefira produtos verdes. O rótulo ecológico europeu é a garantia de que o produto causa poucos danos ambientais durante o seu ciclo de vida.

- Muitas embalagens utilizadas nos supermercados e nas hamburguerias são feitas de poliestireno, um derivado do petróleo. Este material não pode ser reciclado e, quando queimado, liberta substâncias que destroem a camada de ozono. Evite-as.

- Evite comer fast food, pois a maior parte das empresas são responsáveis pela produção de enormes quantidades de resíduos. Ao evitar este tipo de alimentos estará a contribuir para a redução do volume de resíduos.

- Prefira alimentos biológicos, pois na sua produção são utilizados menos produtos químicos. Para a além de serem mais saudáveis, são menos ofensivos para o ambiente.

- Prefira as embalagens de cartão às de plástico, por exemplo quando for comprar ovos.

- Prefira os produtos com embalagens de tamanho familiar. As embalagens são responsáveis por cerca de metade do volume de lixo doméstico.

- Dê preferência à utilização de refrigerantes em garrafas recicláveis.

- Quando encontrar aros de plástico na praia corte-os ou, pelo menos ponha-os no lixo para não serem arrastados para o mar. Podem matar alguns animais marinhos.

- Não liberte balões para o ar. Quando os comprar mantenha-os presos para não fugirem, porque podem ir parar ao mar e se algum animal pensa que é comida e os ingere pode morrer.

- Quando passear numa floresta tenha muito cuidado com o que possa provocar um incêndio.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A higiene

Os hábitos de higiene, como o lavar-se, lavar os dentes, mudar de roupa, variam de pessoa para pessoa. O Acampamento, enquanto quadro de vida comunitária, deve favorecer a manutenção ou a aquisição de hábitos saudáveis de higiene. Não é somente uma responsabilidade perante os pais, mas também uma responsabilidade educativa que vai ao encontro dos objectivos da saúde no escutismo.
Nomeadamente, é preciso verificar que as crianças/jovens, à saída, levam roupa interior e meias suficientes para mudarem todos os dias. Por outro lado, o horário deve prever dois períodos por dia que permitam a cada um fazer a sua higiene, um de manhã e outro ao fim do dia.
Não é ecológico fazer-se a higiene nos locais de banho pois o sabão e os dentríficos, mesmo que biodegradáveis, são poluentes.
Além disso os adultos responsáveis deverão ter a preocupação de garantir que os diversos locais de campo estão limpos, particularmente a cozinha, o espaço de refeição ou refeitório e as casas de banho. Os espaços de dormir e a loiça devem também ser inspeccionados de tempos a tempos. Recomenda-se que, diariamente, de preferência depois do jantar, cada equipa cumpra uma curta faxina de serviços ou de limpeza. Estas faxinas efectuar-se-ão rotativamente.