segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Processadores RISC X Processadores CISC

Sempre houve uma grande polémica em torno de qual dessas plataformas é melhor. Talvez você ache inútil eu estar falando sobre isto aqui, mas é interessante que você compreenda a diferença entre estas duas plataformas, para entender vários aspectos dos processadores modernos.
Um processador CISC (Complex Instruction Set Computer, ou “computador com um conjunto complexo de instruções”), é capaz de executar várias centenas de instruções complexas diferentes, sendo extremamente versátil. Exemplos de processadores CISC são o 386 e o 486.
 
No começo da década de 80, a tendência era construir chips com conjuntos de instruções cada vez mais complexos. Alguns fabricantes porém, resolveram seguir o caminho oposto, criando o padrão RISC (Reduced Instruction Set Computer, ou “computador com um conjunto reduzido de instruções”). Ao contrário dos complexos CISC, os processadores RISC são capazes de executar apenas algumas poucas instruções simples. Justamente por isso, os chips baseados nesta arquitectura são mais simples e muito mais baratos. Outra vantagem dos processadores RISC, é que, por terem um menor número de circuitos internos, podem trabalhar a frequências mais altas. Um exemplo são os processadores Alpha, que em 97 já operavam a 600 MHz.
 
Pode parecer estranho que um chip que é capaz de executar algumas poucas instruções, possa ser considerado por muitos, mais rápido do que outro que executa centenas delas, seria como comparar um professor de matemática com alguém que sabe apenas as quatro operações. Mas, um processador RISC é capaz de executar tais instruções muito mais rapidamente. A ideia principal, é que apesar de um processador CISC ser capaz de executar centenas de instruções diferentes, apenas algumas são usadas frequentemente. Poderíamos então criar um processador optimizado para executar apenas estas instruções simples que são mais usadas. Como de qualquer forma, pouca gente programa directamente em Assembly, bastaria alterar os compiladores, para que os programas fossem compatíveis com os novos processadores. 
É indiscutível, porém, que em muitas tarefas os processadores CISC saem-se melhor, principalmente pelo seu grande número de recursos. Por isso, ao invés da vitória de uma das duas tecnologias, actualmente vemos processadores híbridos, que são essencialmente processadores CISC, mas incorporam muitos recursos encontrados nos processadores RISC (ou vice-versa). 
Apesar de por questões de Marketing, muitos fabricantes ainda venderem seus chips, como sendo “Processadores RISC”, não existe praticamente nenhum processador actualmente que siga estritamente uma das duas filosofias. Tanto processadores da família x86, como o Pentium II, Pentium III e AMD Athlon, quanto processadores supostamente RISC, como o MIPS R10000 e o HP PA-8000 misturam características das duas arquitecturas, por simples questão de performance. Porque ficar de um lado ou de outro, se é possível juntar o melhor dos dois mundos? A última coisa que os fabricantes de processadores são é teimosos, sempre que aparece uma solução melhor, a antiga é abandonada. 
Examinando de um ponto de vista um pouco mais prático, a vantagem de uma arquitectura CISC é que já temos muitas das instruções guardadas no próprio processador, o que facilita o trabalho dos programadores, que já dispõe de praticamente todas as instruções que serão usadas em seus programas. No caso de um chip estritamente RISC, o programador já teria um pouco mais de trabalho, pois como disporia apenas de instruções simples, teria sempre que combinar várias instruções sempre que precisasse executar alguma tarefa mais complexa. Seria mais ou menos como se você tivesse duas pessoas, uma utilizando uma calculadora comum, e outra utilizando uma calculadora cientifica. Enquanto estivessem sendo resolvidos apenas cálculos simples, de soma, subtracção, etc. quem estivesse com a calculadora simples poderia até se sair melhor, mas ao executar cálculos mais complicados, a pessoa com a calculadora científica disporia de mais recursos. 
Nos chips actuais, que são na verdade misturas das duas arquitecturas, juntamos as duas coisas. Internamente, o processador processa apenas instruções simples. Estas instruções internas, variam de processador para processador, são como uma luva, que se adapta ao projecto do chip. As instruções internas de um K6 são diferentes das de um Pentium por exemplo. Sobre estas instruções internas, temos um circuito descodificador, que converte as instruções complexas utilizadas pelos programas em várias instruções simples que podem ser entendidas pelo processador. Estas instruções complexas sim, são iguais em todos os processadores usados em computadores PC. É isso que permite que um K6 e um Pentium sejam compatíveis entre si. 
O conjunto básico de instruções usadas em computadores PC é chamado de conjunto x86. Este conjunto é composto por um total de 187 instruções, que são as utilizadas por todos os programas. Além deste conjunto principal, alguns processadores trazem também instruções alternativas, que permitem aos programas executar algumas tarefas mais rapidamente do que seria possível usando as instruções x86 padrão. Alguns exemplos de conjuntos alternativos de instruções são o MMX (usado a partir do Pentium MMX), o 3D-NOW! (usado pelos processadores da AMD, a partir do K6-2), e o SSE (suportado pelo Pentium III).

sábado, 6 de dezembro de 2008

A fotografia digital: primeiros passos II

Rápida ou lenta?

Depois de carregar o botão, frequentemente se verifica que as câmaras digitais económicas demoram um momento antes de fazer a foto. Os “fotógrafos analógicos” não costumam estar habituados a ele e, na prática, poder ser bastante irritante se o atraso da obturação é muito longo. Por exemplo, é muito possível que o grupo de pessoas que se deseja fotografar se separe antes da câmara ter tido tempo guardar a imagem. Recomendação: A maioria das câmaras digitais reagem com muito maior rapidez se se enganam os circuitos electrónicos para que realize uma focagem prévia, carregando no botão do obturador até meio antes de realizar efectivamente a foto.
Tempo de ligação

Esta é outra diferença em relação às câmaras clássicas. Uma câmara digital é como um pequeno computador e depois de accionar o interruptor de ligação costuma demorar alguns segundos até estar preparada para funcionar. É importante ter isto em conta antes de sair em busca de instantâneos.

Disparo continuo

Segundo a velocidade do processador interno, uma câmara digital também necessitará de um espaço antes de tirar uma foto para processar os dados da imagem e armazená-los no cartão de memória. Tal como ocorre com os demais aspectos anteriormente mencionados, existem importantes diferenças entre um modelo e outro, pelo que vale a pena comparar.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

As Aves VI

Pernilongo Himantopus himantopus 38 cm
Parece uma ave muito comprida quando voa, porque as patas projectam-se quase 20 cm para trás da cauda. Encontra-se em terrenos pantanosos, lagoas e salinas.
Constrói o ninho em charcos e lamaçais, por entre os tufos de erva.
 
Alfaiate Recurvirostra avosetta 43 cm
Encontra-se nas lamas dos estuários e também em charcos e paúis. Tem um modo original de se alimentar, oscilando lateralmente com o bico na água pouco profunda. Consegue nadar com facilidade e 'fazer o pino' à superfície.
Abibe Vanellus vanellus 30 cm
É muito comum durante os meses de Outono e Inverno. Encontra-se em terrenos planos. Possui uma crista, formada pela reunião de algumas penas no alto da cabeça. As asas são largas e arredondadas e tem um voo lento. Emite um 'pi-uui' característico.
Alcaravão Burhinius oedicnemus 41 cm
Vive em terrenos secos e descobertos, incluindo searas e extensões semidesérticas. Os olhos são grandes de cor amarela. Tem um voo rectilíneo, relativamente vagaroso. Emite um grito estridente (´coo-leee'), com frequência também durante a noite.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

As viagens e os acampamentos no estrangeiro

Algumas actividades escutistas podem ser realizadas noutro país, o que lhes confere uma atracção suplementar. Pode tratar-se de um acampamento no estrangeiro, de uma série de visitas, da participação num grande encontro escutista como o Jamboree mundial ou ainda de um serviço comunitário.
A preparação deste género de projecto deve ser, no entanto, mais minuciosa que para um acampamento local, porque as viagens ao estrangeiro requerem várias formalidades e o contexto no qual se desenvolvem as actividades pode ser muito diferente daquele a que se está habituado. É preciso muito mais tempo de antecedência para a preparação.
Formalidades

Por exemplo o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Canadá, publica brochuras com informações sobre as formalidades a cumprir para se ir ao estrangeiro, nomeadamente o processo de obtenção de passaporte, cujo formulário de pedido está disponível nos correios. Existem outras formalidades sobre vacinas e Visas exigidos. Há também informações sobre as formalidades aduaneiras para saber o que se pode trazer sem pagar taxas bem como o processo para registar objectos de valor. Estas informações também podem ser obtidas nas agências de viagens.

Autorização de permanência no estrangeiro e a “Carta Internacional de recomendação”

Deve-se também obter uma autorização de permanência e a Carta Internacional de recomendação, espécie de passaporte escutista reconhecido por todas as associações da Organização Mundial Escutista. Ninguém, passeando no estrangeiro, pode provar a sua pertença ao movimento se não estiver munido desta Carta (espécie de passaporte escutista, reconhecido por todas as associações da Organização Mundial).

Estabelece a identidade do portador e assegura o seu acolhimento; todavia não dá nenhum direito à hospitalidade.
O pedido de autorização de permanência no estrangeiro é um documento que está disponível no Governo Civil. O projecto que será objecto deste pedido dever ter sido aprovado pelo Governo Civil e pela Associação. O comissário internacional assina esta autorização e ao mesmo tempo despacha a Carta Internacional. No caso de uma unidade, é passada apenas uma só autorização e uma só Carta Internacional de Recomendação.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Systema PTW5-A4

Fabricante: Systema Engineering
Modelo: PTW5-A4 
Capacidade: 40
Peso: 3.600 grs 
Potência: 320 fps
Motor: Systema 480 
Hop-up: Ajustável
Bateria: 9.6 V 2400 mAh
Modo de tiro: Semi-automático, rajada de 3 tiros, totalmente automático 
Construção: Toda em metal + polímero fibra reforçada
Prós
Contras
Veredicto
- Construção sólida (toda em metal e fibra reforçada polímero
- Um pouco pesada
A Systema está expandindo o PTW line-up da série M4/M16 para o PTW5, e os PTW5-A4 é uma arma eléctrica muito boa como é esperado. Cheia de avanços tecnológicos no mecanismo, o PTW5 também é mais forte e mais realista
- Gears em aço e cabeça do pistão em aço
- Carregador com capacidade limitada
- Pára sempre os gears na posição correcta

- Apropriada rajada de três tiros


UMA BREVE HISTÓRIA DA SMG

Como todos sabemos, o desenvolvimento das armas tem os maiores saltos logo antes ou durante as guerras. Apesar de individualmente não seja tão poderosa como as armas nucleares desenvolvidas durante a II Guerra Mundial, a submetralhadora da primeira grande luta espalhou-se pelo mundo fora e produziu mudanças significativas nas tácticas de combate a pequenas distâncias por todo o lado. Ela deixou de ser considerada uma arma do tipo PDW (Personal Defence Weapon) e o uso em combate da SMG providenciou ideias notáveis que levaram ao desenvolvimento do rifle de assalto nos anos 40’s.

Ainda que posteriormente a ideia de disparar munições de pistola com uma carabina pareça óbvia, não o era até 1918 quando a primeira submetralhadora a entrar ao serviço surgiu: a italiana Beretta Modelo 1918. Algumas semanas mais tarde os alemães adoptaram a Bergmann MP18, que a primeira a ver um combate real. Muitos historiadores americanos argumentam que a submetralhadora Thompson foi o primeiro projecto a ser começado das três e por essa razão deve ser intitulada “a primeira”.


As primeiras experiências foram feitas com a adição de uma coronha e um carregador maior numa pistola. Alguns modelos foram convertidos para ter a capacidade plena de fogo automático. A coronha ajudou a apontar melhor a arma e, para assegurar a estabilidade durante o fogo rápido. Um carregador redondo em caracol de 32 munições foi desenvolvido para a pistola Luger P08. Adicionando acessórios para uma pistola não concebida para este uso conduziu a um resultado de compromissos, mas eram promissores, assim o desenho continuou para criar uma família própria de armas. O comprimento do cano foi aumentado não para aumentar a precisão, mas para ganhar uma maior velocidade com a relativamente baixa potência de um cartucho de pistola. Finalmente as armas eram robustas e compactas e, estavam prontas para serem utilizadas como " vassouras de trincheira".


Após a I Guerra Mundial durante os anos 20's e 30's, muitos países desenvolveram as suas próprias submetralhadoras. Os franceses desenharam a MAS-38, os alemães desenvolveram a MP18 mais para a MP28/II e MP38, os ingleses inicialmente copiaram o MP28 e chamaram-lhe Lanchester, mas avançaram então para desenvolver a mais barata Sten. Os finlandeses usaram um desenho próprio, a M31 para desviar a invasão soviética. Enquanto isso, na América, a Thompson SMG tinha sofrido algumas alterações e ganhou uma reputação notória nas mãos de gangsters. A submetralhadora de mão tinha encontrado os seus utilizadores, mas ainda havia um avanço no caminho...

Os modelos enviados para os Estados Unidos da América tem aplicada uma marca laranja. Não se preocupe! Ela será preta nos países onde não existe esta restrição de cor!
A PTW5-A4.Um exemplo de excelente engenharia de dentro para fora.
Em 1964, um grupo de engenheiros alemães na Heckler & Koch começaram a trabalhar numa nova arma na família de4 armas HK54. Inicialmente chamado "Project 64", a MP5 (Maschinen Pistole) entrou em produção em 1966. Foi adoptada pela polícia de fronteira alemã bem como pela polícia suíça no mesmo ano. Enquanto "Maschinen Pistole" é literalmente traduzido para “pistola-metralhadora” em português, o par de palavras tem um significado diferente. Pistola-metralhadora significa uma pistola totalmente automática como a Glock 18C, mas Maschinen Pistole em alemão significa actualmente o que os ingleses chamam uma arma submetralhadora.

Ao contrário de quase todos as outras SMG’s até então, a MP5 tinha algumas funcionalidades engenhosas, que a tornam um hit instantâneo e de sucesso garantido durante décadas. Primeiro, ela dispara com o ferrolho fechado, o que significa que uma arma carregada tem o ferrolho adiantado e uma munição na câmara. Após a puxar o gatilho, um martelo cai e inflama o detonador. Isso resulta num primeiro tiro de muito melhor precisão em comparação com os desenhos do tradicional ferrolho aberto, onde puxar o gatilho liberta o pesado ferrolho a partir da posição vertical, que ronda as câmaras e inflama-as. Outra característica única da MP5 é que o peso do ferrolho é drasticamente reduzido, graças ao sistema de ferrolho atrasado de rolo reduzido derivado da família do rifle G3. Normalmente as SMG’s apenas tem um ferrolho pesado o suficiente para resistir ao recuo e pressão do cartucho, mas o rolo-temporizador permite peças móveis muito mais leves.


A MP5 foi, de facto, um hit instantâneo e tornou-se um ícone, como arma, em filmes e jogos. Embora muitas organizações militares se tenham afastado do cartucho de pistola de 9 milímetros para rifles de assalto mais curtos com um cartucho mais poderoso, a MP5 ainda é largamente vista na aplicação da lei e na utilização de operações especiais.

As partes de polímero do PTW5 são de fibra de vidro nylon reforçada.
Dura o suficiente para armas reais!
As peças são conectadas com push-pins assim como a verdadeira.
Estas são apertadas e não caem sozinhas.
Aqui está uma alavanca de armar, outros deveriam basear a sua nesta.
Você pode usá-la durante todo o dia e ela vai ficar sempre bem!
...E A VERSÃO DE AIRSOFT

Constituindo uma popular e famosa arma na utilização real, assim como nos filmes, não é de admirar que a MP5 tenha sido uma das principais armas longas (em oposição a armas de mão) para incluir nas linhas de venda. Várias versões operadas por mola e gás foram produzidos para captar o sentimento de uma MP5 e até mesmo a indústria de armas reais produz MP5 ao gosto em diversos calibres para capitalizar sobre a forma facilmente reconhecida. Mas de volta às armas de airsoft. A Tokyo Marui não hesitou em produzir a família como uma AEG MP5, no início dos anos 90, mas a fase de desenvolvimento não foi tão longe nesse momento e isso ainda pode ser visto nos modelos AEG da MP5.


A culatra dos modelos tradicionais da AEG MP5 é um reservatório de plástico leve produzido a partir de duas metades como uma garra, e é comum que as metades da culatra deixem uma feia lacuna para revelar a natureza de brinquedo do modelo, bem como permitir o carregador caber folgadamente. O tubo de armar não é muito forte e é frequente um ponto de ruptura. Embora isto tenha sido actualizado nas versões Tokyo Marui HG, as MP5s com culatra de metal ainda sofrem deste ponto fraco. O cano interior corre solto sob o tubo de armar, e não tem suporte sólido após o colar de aço em frente ao receptor. No pior caso, o tubo de armar pode afectar o rumo natural do cano e desafogar a devastação na precisão.


Anteriores modelos de AEG representam quase a totalidade da seleção de modelos MP5, mas nenhum deles tem a característica distinta de rajada curta acrescentada (para além dos cosméticos, como na TM MP5J). Como tal, os modelos vendidos como Tokyo Marui MP5A5 e A4 por exemplo deveriam ser, na realidade, chamados A2 e A3, não obstante o grupo pictograma do gatilho, porque lhes falta a rajada curta!

A culatra é tão grande como é sólida.
Se uma destas for encontrado quebrada, a pessoa que a segurava terá lesões também.
O pistão tem uma ponta toda em aço e um corpo durável em polímero.
Nunca vi um destes quebrar!

O grupo do gatilho tem espaço para conter uma um pouco mais tradicional gear,
em comparação com a M4/M16 PTW, mas os excelentes electrónicos estão todos ali!
A desmontagem de campo da PTW5 em componentes principais.
Não há ninguém fazendo isso com uma AEG!

Carregadores em aço prensado e soldados contêm 40 munições e usam todos elas.
Após o último tiro, a PTW5 pára de disparar.
POR DENTRO

A PTW5 da Systema tem um aspecto e sente-se muito bem e é bastante sólida exteriormente, mas o que é que se encontra sob a superfície? Como já foi referido, o motor é um PTW estilo desenho raso para manter o punho pequeno, por isso vamos até às gears! O grupo do gatilho da MP5 é mais generoso em termos de espaço, de modo que o sistema de engrenagem planetária tipo PTW M4/M16 não foi adoptado. Em vez disso, as gears lembram as gears de upgrade de AEG produzidas pela Systema, mas não são a mesma peça. Por exemplo o sector das gears é livre de corte de cames e excêntrico de chapa nub, mas, em vez disso é feito para ser fácil de detectar pelo sensor óptico do circuito. Sobre as faces do carril da gear, uma engrenagem de acoplamento foi adicionado para transferir o selector da alavanca de movimento para o outro lado para uso ambidestro. Esta abordagem permitiu a montar o eixo seletor de alavanca no centro, de forma que ele realmente gira em torno do eixo correto.


O movimento das gears é "inalado" por um sensor óptico, que está ligado a um micro chip que controla o ciclo através de disparos de alta potência MOSFETs. Não importa se você está atirando em semi, rajada de 3ou em auto, libertando o gatilho vai dizer ao chip para parar de disparar após esse ciclo ter terminado. Com o selector em semi ou rajada de três, o chip vai simplesmente parar o ciclo mesmo se você continuar a manter o gatilho puxado - mas até mesmo o mais rápido toque no gatilho irá acabar, pelo menos um ciclo. A rajada de três tiros funciona correctamente como na real MP5, o que significa que se você libertar o gatilho antes da rajada de três tiros ter terminado, a arma vai parar de disparar, teimosamente, em vez de disparar três tiros com um toque do gatilho.

A partir das gears a energia é transferida para o pistão. O cilindro é actualmente similar à unidade que temos vindo a adorar na série PTW M4/M16, apenas com uma forma diferente do lado de fora para encaixar na culatra do PTW5. Isto significa que o tamanho do corpo do pistão é reduzido junto com o tamanho da mola (e guia da mola), para permitir mais espaço para uma mais forte ponta do pistão. A ponta do pistão é toda feita de aço e insere-se de forma segura numa ranhura cativa na base do pistão de polímero. O corpo do pistão é sólido em todo o seu torno, por isso é mais forte que o tradicional pistão de AEG com uma ponta toda em metal.

Quando o sector das gears puxa o pistão para trás, o nozzle continua ligado à cabeça do pistão por algum tempo, movendo-se para trás e permitindo uma BB para avançar até à linha de alimentação. À medida que o pistão recua mais, a mola carregada na cabeça do pistão cabeça permanece para trás um pouco para manter o nozzle de volta um pouco mais, até o O-ring dentro da cabeça do pistão deixar ir o nozzle. Então as respectivas molas empurram o nozzle para a frente colocando a BB na câmara, enquanto a cabeça do pistão é puxada para trás contra a face frontal do corpo do pistão. O pistão é libertado, disparando a BB para fora e o mecanismo é reposto para o próximo tiro. Isto tudo acontece em uma fracção de segundo e você pode disparar tão rápido como pode puxar o gatilho.

Se estiver neste final do muzzle, será saturado calmamente e com precisão com BBS. Silenciador ligado com um adaptador RedWolf personalizado.
O sistema de montagem de mira telescópica da G & G foi encontrado para ser um ajuste perfeito. Instale a mira de sua escolha em cima dela!
Sendo uma arma de cano longo calibrada para um cartucho de pistola, a MP5 real não precisava de um enorme "poder"

SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO 

Incluído com cada PTW5 vem um carregador standard. Tem um exterior aço estampado e soldado com acabamento azulado, e parece e sente-se como um carregador verdadeiro. Se não fosse pela falta de lábios de alimentação, poderíamos ter pensado que era um carregador verdadeiro para carregar munições 9x19! Estes carregadores serão certamente capazes de resistir a um tratamento inadequado e levam 40 BB’s cada. A quantidade pode parecer pequena, mas temos a certeza que os jogadores de MilSim ficarão satisfeitos por estes subcarregá-los com 30 BB’s, como é a capacidade real. O carregador alimenta todos e cada uma das munições graças ao seguidor, assim das 40 BB’s o carregador irá alimentar 40. Quando você remove um carregador da PTW5 ainda com BB’s nele, você vai perder uma BB, o que é uma melhoria em relação às quatro BB’s que você perde quando faz o mesmo com uma AEG.

O topo do carregador para a retaguarda apresenta uma característica interessante, que é, naturalmente norma nos modelos PTW, mas que ainda não foi encontrada em nenhuma outra AEG: Quando a última BB é alimentada, um rebite surge de trás do carregador e activa um microswitch no interior do poço do carregador. Isso faz o PTW5 parar de disparar até você o recarregar. Embora não encontrado no protótipo utilizado no vídeo, o recurso será adicionado à versão de produção.
Um agrupamento bastante agradável: cinco tiros disparados de 10 metros dentro de uma área máxima de 37 mm

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Memória Cache

Enquanto os processadores tornaram-se quase 10 mil vezes mais rápidos desde o 8088 (o processador usado no XT), a memória RAM, sua principal ferramenta de trabalho, pouco evoluiu em performance.

Quando foram lançados os processadores 386, percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de acompanhar o processador em velocidade, fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando” os dados serem liberados pela memória RAM para poder concluir suas tarefas, perdendo muito em desempenho.

Se na época do 386 a velocidade das memórias já era um factor limitante, imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos actualmente. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória cache,um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais frequentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Sem ela, o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória, podendo cair em até 95%!. São usados dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário, ou cache L2 (level 2).
O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido, é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centenas de vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela. O 486 traz apenas 8 KB, o Pentium traz 16 KB, enquanto o Pentium II e o Pentium III trazem 32 KB, enquanto o Athlon e o Duron da AMD trazem 128 KB.

Para complementar, usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma do cache secundário, que por ser muito mais barato, permite que seja usada uma quantidade muito maior. Nos microcomputadores 486 o mais comum é o uso de 128 ou 256 KB de cache L2, enquanto nos microcomputadores mais modernos o mais comum é o uso de 512 KB. Dependendo do processador usado, o cache L2 pode vir embutido no próprio processador ou fazer parte da placa mãe.

Sempre que o processador precisar ler dados, os procurará primeiro no cache L1. Caso o dado seja encontrado, o processador não perderá tempo, já que o cache primário funciona na mesma frequência que ele. Caso o dado não esteja no cache L1, então o próximo a ser indagado será o cache L2. Encontrando o que procura no cache secundário, o processador já perderá algum tempo, mas não tanto quanto perderia caso precisasse aceder directamente a memória RAM.
Por outro lado, caso os dados não estejam em nenhum dos dois caches, não restará outra saída senão perder vários ciclos de processamento esperando que eles sejam entregues pela lenta memória RAM. Para exemplificar, imagine que você estivesse escrevendo um e-mail e de repente precisasse de uma informação que você havia anotado em um papel. Se o papel estivesse sobre sua mesa, você poderia lê-lo sem perder tempo. Se estivesse dentro de uma gaveta da sua mesa, já seria necessário algum tempo para encontrá-lo enquanto se ele estivesse perdido em algum lugar de um enorme ficheiro do outro lado da sala, seria preciso um tempo enorme.
Antigamente, era comum as placas mães virem com soquetes apropriados, que permitiam ao utilizador adicionar mais memória cache caso quisesse. Os módulos adicionais, chamados de módulos COAST (cache on a stick) eram relativamente acessíveis, levando muita gente a fazer o upgrade. Entretanto, actualmente esta possibilidade não existe mais, pois a grande maioria dos processadores já trazem o cache L2 integrado, não permitindo qualquer modificação, já que não dá para abrir o processador e soldar mais cache. Mesmo no caso de processadores que ainda usam cache embutido na placa mãe, como o K6-2, não existe mais o encaixe para adicionar mais cache.

Ou seja, actualmente a quantidade de cache que você deseja no processador ou placa mãe deve ser decidida antes da compra, baseado nas opções disponíveis. Uma vez adquiridos o processador e a placa mãe não será possível fazer qualquer alteração.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A fotografia digital: primeiros passos

Basicamente, não há grandes diferenças entre a fotografia com câmara digital ou convencional. Os distintos modelos dispõe de numerosas funções automáticas graças às quais até os principiantes podem obter fotos excelentes rapidamente, com uma exposição correcta e uma focagem perfeita. 
Primeiras fotos

O modo automático da câmara é mais que suficiente para tirar as primeiras fotos, já que ajusta correctamente a velocidade de obturação, a abertura, o balanço de brancos e a focagem. Somente há que ligar a câmara, seleccionar o motivo que se deseja fotografar através do visor ou monitor LCD, premir o botão e já está.

A câmara captura a imagem e a grava no meio de armazenamento. De seguida efectua-se a ligação com o computador para ver as fotos no ecrã, imprimi-las ou enviá-las a um serviço de reprodução.
 
Exposição: controle totalmente automático ou manual...

Se prefere não deixar que as funções automáticas da câmara façam absolutamente tudo por você, os melhores modelos oferecem certo grau de controle manual. Costumam incorporar uma roda selectora de “programas” especiais para paisagens, retratos ou fotografia nocturna, que optimizam os ajustes da câmara especificamente para as circunstancias particulares da situação respectiva. E, por suposto, o fotógrafo especialista pode optar por alguma das numerosas câmaras digitais que permitem ajustar manualmente todos os parâmetros como se deseja.
 
Características especiais das câmaras digitais

Nos parágrafos anteriores se demonstrou que a fotografia com uma câmara digital vem a ser praticamente igual que com uma câmara normal com película. Como já se disse, a distância focal da câmara define que área do motivo capta a película. Apesar disso, para que a foto saia bem ou mal depende sobretudo do olho que mira pelo visor.

Não obstante, as câmaras digitais incorporam efectivamente algumas características especiais. Conhecê-las pode ser útil para melhorar as fotos obtidas.

sábado, 15 de novembro de 2008

Feira do Chocolate de Grândola

Hoje resolvi dedicar a minha noite, a realizar uma reportagem fotográfica da Feira de Chocolate de Grândola, assim, pelas 21:30 horas, pus-me a caminho do recinto do parque de exposições e feiras de Grândola.

Ao chegar ao portão de acesso mais próximo da minha residência, é-me barrada a entrada, aquele portão estava reservado aos expositores, estranhando essa desusual opção rodeei o recinto até à entrada principal, estranhando as poucas viaturas no parque de estacionamento e o pouco movimento no acesso à feira...
À entrada da feira um carro vendia castanhas assadas e um dos vendedores queixava-se de algo que lhe estava a prejudicar gravemente o negócio, ao aproximar-me da zona de exposições apercebo-me de que à entrada alguém recebia os bilhetes de quem entrava, olhando em redor apercebi-me de que num sector próximo se procedia à venda de bilhetes para a entrada na feira, aproximei-me para verificar se não estaria em erro e verifico que, cada visitante tem de despender um euro por um bilhete recebendo de brinde um pequeno chocolate.
Fui rever o programa da feira, estaria eu em erro? Seria esta uma feira do interesse especial dos visitantes?

Uma breve análise confirmou a minha ideia. Esta é uma feira onde uma série de empresas na área do chocolate publicitam os seus produtos.
Assim pretendiam que eu pagasse um euro para ver expostos vinhos de Pinheiro da Cruz, que não bebo! Bombons finos da Amazónia, que não como! Livros da Saída de Emergência Edições, que não compro nem nunca li!
Fez-me lembrar a Netsize, que sem a minha autorização e em conluio com a Vodafone, pretendia cobrar-me dois euros por cada mensagem publicitária que me enviava para o telemóvel!

Como é óbvio retornei a casa sem ter entrado na feira, a pensar que génios do marketing teriam pensado que, numa vila alentejana, era uma excelente politica comercial, cobrar aos visitantes para verem a publicitação de produtos comerciais!
Assim em vez de uma reportagem fotográfica, o meu comentário à feira, reduz-se ao aspecto negativo de que alguém, em tempos de crise, pretende ganhar dinheiro de todas as formas, porque os expositores pagaram pelo direito de utilizar o espaço onde expõem os seus produtos, os visitantes pagam pelo direito de acesso ao recinto, a Câmara Municipal de Grândola, a Junta de Freguesia de Grândola, a Nestlé e a Triskel Azul Soluções Digitais, apoiaram de forma logística e/ou financeira. Presume-se assim que este evento teve por objectivo produzir lucros financeiros.
Espero que, pelo menos, a organização use parte dos lucros obtidos, para compensar os habitantes do Bairro da Esperança, pela poluição sonora derivada da componente musical da feira até altas horas da madrugada!

As Aves V

Flamingo Phoenicopterus ruber 127 cm
Nidifica em colónias, pondo um único ovo no cimo de um montículo de lama, em locais de água pouco profunda. Alimentam os filhos com secreções do tubo digestivo. O bico possui uma forma muito especial, adaptada à filtração de partículas alimentares em suspensão na água. É uma ave barulhenta, sobretudo quando voa. 
Grou Grus grus 114 cm
É uma ave assustadiça e costuma encontrar-se perto de água. Quando abandona as zonas de nidificação, na Escandinávia e na Rússia, migra para sul em bandos, voando em linhas ou em 'V'. O voo é lento, mas forte. Deixa ouvir um grasnido rouco, semelhante a um 'grooh' ou 'krr' intenso. 
Sisão Tetrax tetrax 43 cm
Costuma encontrar-se em terrenos planos e descobertos, principalmente nas planícies do centro e sul do país.
No Outono e Inverno juntam-se em bandos, aparecendo então com maior frequência junto do litoral. Quando voa, as asas emitem um zumbido surdo. 
Abertarda Otis tarda 102 cm (macho); 76 cm (fêmea)
Habita planícies descobertas, nomeadamente as searas e terrenos semidesérticos do sul do país. Vive em pequenos grupos. Apesar das suas dimensões consegue esconder-se com facilidade, deitando-se no chão. Tem um voo poderoso, batendo as asas com lentidão.