segunda-feira, 18 de junho de 2012

Airsoft Surgeon Smoking Hole Open

O desenho da pistola Airsoft Surgeon Smoking Hole, é uma fusão de inovação e arte que transformou como nunca, o conceito da pistola automática 1911.
Ambas as características (alta performance e qualidades estéticas), foram refinadas com um radical afastamento da visão tradicional de desenho e técnica de armas, é baseado no conceito de perfeição, de forma a que altos standards de precisão, confiança e beleza pudessem ser alcançados.
O resultado da superior customização e comprovado desenho da Smoking Hole Open é uma pistola tão finamente acabada que a perfeita performance apresentada é simplesmente de partir o coração.
in Redwolf Airsoft



sábado, 16 de junho de 2012

Fundir as exposições

As imagens com diferentes exposições podem ser fundidas num software de HDR, como o Photomatix Pro. Explicamos-lhe como conseguir fotos cheias de detalhes usando esta aplicação.

Agora que já domina a arte de captar uma mesma cena com várias exposições, só falta descobrir como combiná-las numa única imagem de alta gama dinâmica.

Nós utilizámos o Photomatix Pro 3. À partida, a quantidade de botões e ponteiros deslizantes pode parecer assustadora, mas na verdade o processo de edição é bastante mais simples do que aparenta! Para se certificar da qualidade da imagem final mantenha-se atento ao histograma, à medida que realiza dos ajustes - verifique se a distribuição dos tons no gráfico se mantém equilibrada. O truque é ir trabalhando com os ponteiros até alcançar o resultado que deseja.

Acompanhe o passo a passo que se segue para saber como obter fantásticas imagens de HDR. 

1. CARREGAR AS SUAS IMAGENS
Para criar a sua imagem de alta gama dinâmica, abra o Photomatix Pro 3 e clique no botão Generate HDR Image, que surge em seguida. Na nova janela, clique em Browse e localize a pasta com a sua sequência de exposições. Seleccione todas as imagens e clique en OK. 
2. GERAR A IMAGEM DE HDR
Mesmo que use um tripé, vale a pena clicar no botão Align Source Images (alinhar imagens de origem) e, neste caso, activar também By Matching Features. Active as restantes opções da caixa Generate HDR e, em Attempt To Reduce Ghosting Artefacts, seleccione Background Movement. Em seguida clique em Generate HDR. 

3. PRÉ-VISUALIZAÇÃO
Antes de aplicar as alterações de mistura tonal, verá uma pré-visualização da imagem de HDR. Nesta fase não precisará de se preocupar com o aspecto - ao arrastar o cursor pela imagem, os tons surgirão na janela de pré-visualização. Clique em Tone Mapping para começar a ajustar a imagem e a criar o efeito de alta gama dinâmica que pretende. 

4. COMBINAÇÃO DE TONS
Verifique o histograma - os tons devem estar concentrados no centro, sem áreas destacadas nas altas luzes e nas sombras. Defina Strength para 89, Colour Saturation para 64, Luminosity para 10, Light Smoothing para Med/High, Microcontrast para 5, White Point para 0.006, Black Point para 0.001 e Gamma para 1. 

5. ABRIR NO PHOTOSHOP
Clique em Process e guarde o ficheiro como TIFF de 8 bits. Abra a imagem no Photoshop Elements e ajuste os tons em Levels - faça coincidir os ponteiros laterais com as respectivas extremidades do gráfico. Para aclarar os meios-tons, vá a Enhance»Adjust Colour»Colour Curves e aumente Increase Midtone Brightness. 
6. RETOQUES FINAISSeleccione a ferramenta Burn e um pincel grande e suave. Defina Exposure para 5% e Range para Shadows. Passe o pincel no primeiro plano. Crie uma nova camada de Hue/Saturation e, em Edit, defina Reds para 30 e Blues para 20. Vá a Enhance»Ajust Sharpness e configure Amount para 65% e Radius para 1.5.
in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Memórias FPM

A primeira melhoria significativa na arquitectura das memórias veio com o FPM, ou “modo acesso rápido.” A ideia é que, ao ler um arquivo qualquer gravado na memória, os dados estão na maioria das vezes gravados sequencialmente. Não seria preciso então enviar o endereço RAS e CAS para cada bit a ser lido, mas simplesmente enviar o endereço RAS (linha) uma vez e em seguida enviar vários endereços CAS (coluna).

Devido ao novo método de acesso, as memórias FPM conseguem ser cerca de 30% mais rápidas que as memórias regulares.

Apesar de já não serem fabricadas há bastante tempo, foram utilizadas em PCs 386, 486 e nos primeiros Pentiums. Você encontrará memórias FPM na forma de módulos SIMM de 30 ou 72 vias e com tempos de acesso de 80, 70 e 60 nanosegundos, sendo as de 70 nanosegundos as mais comuns.

Os tempos de acesso representam em quanto tempo a memória pode disponibilizar um dado requisitado.

Quanto mais baixos forem os tempos de espera, mais rápidas serão as memórias.

Instaladas numa motherboard mãe que trabalhe com Bus de 66 MHz, os intervalos de espera de memórias FPM podem ser de até 5-3-3-3, o que significa que o processador terá de esperar cinco ciclos da motherboard para a memória efetuar a primeira leitura de dados e somente mais 3 ciclos para cada leitura subsequente. O primeiro acesso demora mais tempo, pois nele é preciso enviar os dois endereços, enquanto nos subsequentes é necessário enviar apenas os endereços de coluna.

Os tempos de espera das memórias podem ser configurados no Setup, através da opção “Memory Timing”. Em placas para 486, era comum existirem opções como 4-3-3-3 ou 3-2-2-2, que representavam o tempo de acesso à memória. Lembre-se que os processadores 486 trabalhavam com bus de 33 ou 40 MHz. Com menos acessos por ciclo, era natural que cada acesso à memória demorasse menos ciclos da motherboard. Nas placas para processadores Pentium o mais comum são opções “slow”, “normal” e “fast”, que substituem os valores numéricos.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Inspecção de Gilwell II

Deixe os membros da Equipa visitarem as Patrulhas separadamente, pois assegura que toda a unidade esteja simultâneamente sob inspecção e nenhuma Patrulha fica esperando, ociosa ou tente completar trabalhos de última hora. As críticas, comentários devem ser feitos às Patrulhas na hora da inspecção.

Uma boa opção para as unidades com poucos dirigentes (um ou dois) seria o agendamento de Inspecções, isto é, marcar durante o dia quando cada patrulha será Inspeccionada (não se esqueça de rodar estes horários).

Conforme o acampamento for progredindo, ponha os guias em acção, por exemplo: os guias acompanham os membros da Equipe de Dirigentes, as Patrulhas inspeccionam-se umas às outras, ou forme Patrulhas mistas para inspeccionar locais designados.

O método de outorgar diariamente flâmulas de eficiência, usado por muitos anos em Gilwell produz bons resultados. Para isso é necessário simplesmente fixar um padrão para cada dia e outorgar uma flâmula a todas as Patrulhas que alcancem este padrão. A unidade deve ser incentivada a alcançar um padrão ou nível, e não a se classificar por ordem de mérito ou simplesmente atrás de uma flâmula.

As Flâmulas de Eficiência devem ser o incentivo e não o fim.

As Inspecções servem para incentivar e jamais desencorajar. Elogie antes de criticar e só critique construtivamente.

Tenha como alvo um alto padrão, mas nunca a uniformidade. As patrulhas devem ser incentivadas a preservar a sua própria maneira de tratar o local e o equipamento, desde que estejam dentro dos limites correctos. Iniciativa e individualidade (não confundir com individualismo) são valiosos quando contribuem para o bem comum.

Lembrem-se que os jovens respeitam a justiça e tem um sentimento real da imparcialidade.

ROTEIRO - SISTEMA USADO EM GILWELL
 
1.º dia - Inspecção pela Equipa de Dirigentes, não muito severa, pontos dados com igual ênfase. Padrão: 6 pontos em 10.

2.º dia - Inspecção pela Equipa de Dirigentes mais severa. O número máximo de pontos aumenta para a área da cozinha e é reduzido para a inspecção das pessoas. Padrão: 7 pontos em 10.

3.º dia - Inspecção pela Equipa de Dirigentes na mesma forma do segundo dia. Porém o Padrão é de 8 pontos em 10.

4.º dia - Inspecção pela Equipa de Dirigentes enquanto a Unidade está ausente (na exploração) e bastante severa. O padrão permanece: 8 pontos em 10.

5.ºdia* - Inspecção pelos Guias (Conselho de Honra), permanecendo o padrão: 8 pontos em 10.
6.º dia - Inspecção pelas Patrulhas, umas às outras, permanecendo o padrão: 8 pontos em 10.

7.º dia - Inspecção pelas Patrulhas dos seus próprios locais. O padrão permanece: 8 pontos em 10.

*Sugestão: Com a finalidade de trabalhar o Sistema de Patrulhas.
Utilize o Sistema de Patrulha.
Os Guias se sentirão importantes e participantes (é um bom exercício de responsabilidade senso de justiça e imparcialidade).
adaptado do "Manual do Curso Técnico do Ramo Escoteiro"
da União de Escoteiros do Brasil

terça-feira, 12 de junho de 2012

Calandrella rufescens, Calhandrinha-das-marismas

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Alaudidae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR
Fundamentação: Espécie que apresenta uma população muito reduzida (inferior a 250 indivíduos maturos) estando todos os indivíduos concentrados numa única subpopulação; a sua tendência populacional é desconhecida, admitindo-se que possa estar a sofrer declínio continuado. Admite-se que pode ter sofrido nos últimos 10 anos uma acentuada redução populacional (igual ou superior a 80%), atendendo à tendência de declínio registada para a área de ocupação e qualidade do habitat, e que as causas dessa redução não tenham cessado, podendo vir a sofrer no futuro próximo uma redução dessa ordem de grandeza.

Distribuição
Distribui-se de forma alargada nas regiões secas e semi-desérticas do Paleárctico, desde o Arquipélago Canárias, a oeste, até à Manchúria, a leste (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, ocorre exclusivamente numa área muito restrita (inferior a 14 km2) maioritariamente localizada na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

População
A população nacional foi estimada em 70-76 casais (Leitão 2003). Não existe informação concreta sobre a tendência populacional da espécie.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, apresentando um declínio continuado moderado (BirdLife International 2004).

Habitat
Sapais secos com vegetação herbácea e arbustiva com uma cobertura de arbustos entre 10 e 60%. 

Habitat ideal com cobertura arbustiva próxima dos 30% e uma altura inferior a 50 cm (Leitão 2003).

Factores de Ameaça
Abandono agrícola e pastoril dos sapais secundários. Predação de posturas e ninhadas por raposas e cães assilvestrados.

Medidas de Conservação
Mobilização periódica (em intervalos nunca inferiores a 3 anos), mas fora do período reprodutor (Abril a Junho), de alguns sapais de modo a evitar o desenvolvimento excessivo dos arbustos.

Manutenção de pastoreio por gado bovino, com baixo nível de encabeçamento (<0,5 CN/ha).

Instalação de vedações para evitar acesso de predadores aos locais de nidificação e controle de cães e gatos assilvestrados. Medidas de conservação mais detalhadas em Leitão (2003).

Notas
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves elaborou estratégia (Leitão 2003) para a conservação dos sapais que albergam a população desta espécie.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Socom Gear KelTec PMR30 (CO2 Blow Back Version)

Marca Socom Gear
Código do Produto SG-KTPMR30
Hop-Up Não tem
Peso 488 grs
Comprimento 200.0 mm
Capacidade 15.0 bb's
Potência 460.0 fps
Fonte de Energia Co2
Blowback Sim
Modo de Tiro semi-automático
À primeira vista a Keltec não é um Paris Hilton para ver. É mais como um caniche feio em dieta com pernas gordas e veias à vista. Mas estará errado se julgar um livro pela sua capa. Porque este caniche é um pitbull raivoso que irá morder a cabeça dos seus oponentes arrancando-o sem muito aviso.
Totalmente licenciada pela KelTec, a Socom Gear PMR-30 é uma réplica fiel com marcas reais. É leve e representa a pistola numa escala 1:1. Alimentada por uma botija de 12g de CO2, ela dispara a 460fps com BB's de 0.2g, tornando numa arma ideal de apoio para lutas ao ar livre a grandes distâncias ou tiro ao alvo no interior. Disparar contra os seus amigos a curta distância poderá fazer com que deixem de ser seus amigos, por isso pense duas vezes antes de a levar para um jogo CQB!
O gatilho é de acção simples com uma paragem no fim do curso. A segurança manual manual é uma alavanca activada ambidextramente, (para cima para SAFE, e para baixo para FOGO). A culatra prende atrás após o último disparo e uma alavanca de retenção manual é também fornecida. As miras ópticas em fibra tornam-a usável de dia e noite.
Os contras? Porque a maior parte do punho está devotado a armazenar a botija de CO2, o carregador é do tipo barra. Também não existe nenhuma rosca no cano por isso silenciadores ou extensões do cano estão fora de questão! Mas quem precisa de mais de 460fps numa pistola?
Características:
  • Carregador em coluna de 15 bb's.
  • Construção totalmente em polímero, o que significa que a pode trazer para o campo como arma de apoio.
  • Cano interno de 5 polegadas de comprimento, atingir alvos a 20-30m não é nada difícil.
  • Leva uma botija de 12g de CO2.
  • Miras ópticas em fibra de duas cores à frente e atrás.
  • Botão de segurança ambidextro.
  • Rail integrado para montar laser e acessórios tácticos.
  • Desmontagem para limpeza removendo apenas um pino.
A botija de CO2 está no punho da arma pelo que pode comprar carregadores extra para recarregar - uma vez que uma botija de CO2 vai descarregar mais de um carregador cheio de bb's. Com este tipo de poder à disposição, recomendamos o uso de bb's de 0.25g ou mais para uma melhor precisão e para impedir a dispersão.
in Redwolf Airsoft

sábado, 9 de junho de 2012

Rock ZB26

Marca ROCK
Código do Produto Rock-ZB26
Hop-Up Ajustável
Peso 5,450 kg
Comprimento 1,170 mm
Capacidade 160 bb's
Potência 300 fps
Tamanho da bateria 7.4 LiPo
Modo de Tiro Totalmente automático
A ZB26 real era uma metralhadora ligeira operada por gás, com arrefecimento por ar e fogo selectivo. Tinha um excelente cano de desmontagem rápida e disparava com ferrolho aberto. A acção da arma era potenciada por um pistão de gás de longo curso, situado debaixo do cano. O bloqueio do gás estava montado junto à boca do cano e também servia como base da mira dianteira. A acção era fechada movendo a traseira do ferrolho para cima, introduzindo-a na ranhura de retenção do receptor. A mola de retorno estava colocada na coronha da arma, e era ligada ao transporte do ferrolho/pistão do gás através de uma haste longa; adicionalmente existia uma pequena mola tampão colocada perto da mola de retorno na junção entre o receptor e a coronha, que suavizava o impacto do grupo de ferrolho no fim do golpe para rearmar. A alavanca de carga está localizada no lado direito do receptor e não retribui quando a arma é disparada.
O desenvolvimento da ZB-26 começou em 1923 depois da fábrica de armas checoslovaca Brno ter sido construída. O desenhador Václav Holek foi encarregado pelo exército checoslovaco de produzir uma nova metralhadora ligeira. Ele foi assistido pelo seu irmão Emmanuel, bem como por dois expatriados polacos: Marek e Podrabsky. Holek era um génio como desenhador de armas; ele rapidamente começou a trabalhar num prototipo e num ano o quarteto tinha uma metralhadora ligeira que foi mais tarde conhecida como a ZB. O exército checoslovaco rapidamente adoptou a ZB como a vz. 26, muitos outros países adoptaram mais tarde a ZB ou desenhos similares.
Esta é a versão AEG de airsoft da ZB26, que foi desenhada pela VIVA ARMS, construída pela ROCK e afinada pela RedWolf. Algumas peças chave foram também facturadas em colaboração  com a G&P, tornando esta arma um projecto conjunto de vários fabricantes de qualidade. A arma é construída com madeira real nos punhos, um cano e bipé de aço, receptor em alumínio. O cano de desmontagem rápida sai facilmente puxando para baixo uma alavanca, no entanto não existe nenhuma necessidade real de fazer isto no airsoft uma vez que não irá derreter os seus canos nos próximos tempos! O acabamento da arma é também intencionalmente fabricado para replicar o acabamento rude da ZB26.
A miras totalmente ajustáveis da ZB26 são replicadas fielmente aqui com o seu desenho único para mirar com o carregador vertical montado.

A bateria é montada no interior da coronha da arma, o pode utilizar baterias 7,2v ou 11,1v Lipo, ou as mais tradicionais baterias NiMH.

Esta ZB26 traz 3 carregadores de 160 bb's. Carregadores adicionais são vendidos separadamente.
in Redwolf Airsoft

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Dicas HDR

Depois de captarmos algumas fotos gerais da doca, fomos fotografar para uma zona com linhas de caminhos-de-ferro. Adoptámos uma perspectiva baixa, rente ao solo, para destacar o primeiro plano e os próprios comboios, atrás.

Variámos as exposições manualmente (+/-EV), em vez de confiarmos no modo de exposição automático da câmara, de forma a captarmos algum movimentos das nuvens. Definimos o modo de Prioridade à abertura e escolhemos f/16 para garantirmos uma profundidade de campo razoável. Depois da compensação da exposição para obter uma série de sete fotos sub e sobreexpostas. Usámos ainda um tripé e um cabo disparador, fazendo pausas entre os disparos para reduzir ao máximo a trepidação.

Abdicar da cor
O efeito de HDR também funciona muito bem com imagens a preto-e-branco. Não obstante as cores vibrantes da nossa imgem, o aspecto vintage da versão monocromática agradou-nos. Uma simples conversão no Photoshop permitiu realçar os tons negros e cinzentos em toda a cena.

Fotos sub e sobreexpostas do comboio. A sua combinação foi obtida através de um software de HDR.
in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Memórias Regulares

As memórias regulares ou “comuns” foram o primeiro tipo de memória usado em computadores PC. 

Neste tipo antigo de memória, o acesso é feito enviando primeiro o endereço RAS e em seguida o endereço CAS. Uma forma de acesso bem simples, que combina com a tecnologia da época, mas que não ajuda muito em termos de desempenho.

Este tipo de memória foi fabricado com velocidades de acesso a partir de 150 nanosegundos (mil milionésimos de segundo), mais do que suficientes para suportar o bus de 4.77 MHz do PC original. 

Foram desenvolvidas posteriormente versões de 120, 100 e 80 nanos para serem utilizadas em computadores 286.

As memórias regulares são encontradas apenas na forma de módulos DIP, e foram utilizadas em computadores XT, 286 e em alguns dos primeiros PCs 386.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Inspecção de Gilwell

HISTÓRICO
Desde os primórdios do escutismo que as inspecções fazem parte de seu Método Educativo, quer seja como colaborador na formação do carácter, no desenvolvimento do garbo e da disciplina ou até como factor organizacional.

Pelo seu nome "Inspecção de Gilwell" podemos dizer: 
Que são as inspecções com características daquelas utilizadas e formuladas em Gilwell Park  (consideradas por muitos como "a Meca ou o Norte" do Escutismo).

Todos os Cursos Avançados em Gilwell Park eram elaborados e executados com inúmeras peculiaridades que colaboravam para a formação dos adultos, dando suporte ao seu trabalho educativo. Uma destas peculiaridades seriam as Inspecções, um mecanismo muito utilizado por Baden-Powell para enfatizar alguns dos aspectos comentados no início deste texto.

Habitualmente ouvimos inúmeros outros termos como referência para estas inspecções, e adoptando o nome de Inspecção de Gilwell a muitas coisas que não fazem parte dela, contudo, não temos o intuito de engessar o seu conteúdo, prendendo-se apenas no passado, mas norteando os nossos campistas e aventureiros naquilo que seja realmente pertinente e importante para o processo educativo do jovem.

Objectivos Educativos

Como elemento de apoio educacional é utilizado no Método escutista e no Programa de Jovens, trabalhando alguns temas, tais como:

a. Ajudando a trabalhar a higiene pessoal e do ambiente em que vive;
b. Evidenciando o garbo e a disciplina, requeridos na preparação e durante a actividade;
c. Trabalhando a união e a cooperação colectiva, vividos pelos jovens integrantes da pequena comunidade (patrulha);
d. Motivando a criatividade, democracia e as actividades físicas:
e. Criando hábitos, introduzindo noções e estabelecendo medidas.

CARACTERÍSTICAS

As inspecções servem para conferir e aprimorar requisitos de higiene, manutenção e arrumação durante acampamentos e similares. Porém podem ser empregadas na sede ou no canto de patrulha, com a finalidade de instrução ou averiguação dos equipamentos à guarda da Patrulha.

São destinadas principalmente aos Exploradores e Pioneiros e devem ser praticadas também nos cursos oferecidos aos Dirigentes para aprimorar os seus conhecimentos.

A Inspecção deve ser positiva e bem feita, sem sensibilidades, porém, com uma atitude delicada para não ofender ou ferir. Também deve ser imparcial e progressiva.


Se há número suficiente de pessoas na Equipe de Dirigentes, distribua entre eles partes ou itens da inspecção, por exemplo: inspecção das pessoas (uniformes, aspecto, higiene), cozinha, barracas, material individual, construções e etc.
adaptado do "Manual do Curso Técnico do Ramo Escoteiro"
da União de Escoteiros do Brasil

terça-feira, 5 de junho de 2012

Myotis myotis, Morcego-rato-grande

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Vespertilionidae.
 
Tipo de ocorrência
Continente: Residente.
 
Classificação
Continente: VULNERÁVEL VU
Fundamentação: A espécie apresenta uma área de ocupação reduzida (inferior a 10 km2); admite-se um declínio continuado da qualidade do habitat e da área de ocupação.

Distribuição
Distribui-se pela Eurásia Ocidental a sul do Báltico, desde a Península Ibérica até à Ucrânia, Turquia, Israel, Líbano e Síria (Arlettaz et al. 1997). As populações do Norte de África parecem pertencer a uma espécie distinta (Castella  et al. 2000).

Em Portugal Continental é relativamente frequente nas regiões Norte e Centro.

Só esporadicamente surge no Algarve, onde parece não criar (Palmeirim et al. 1999). Foram encontrados crânios de indivíduos desta espécie na Ilha Graciosa, nos Açores (Palmeirim 1979), mas a sua actual presença neste arquipélago continua por confirmar (Rainho et al. 2002).

População
A população portuguesa é constituída por menos de 10.000 indivíduos agrupados, durante a época de criação, em menos de duas dezenas de colónias.

Após um declínio drástico entre os anos 50 e 70, as populações de morcego-rato-grande da Europa parecem ter estabilizado, embora em níveis bastante baixos (Stutz 1999). Em Espanha é considerada uma espécie relativamente abundante, ainda que esteja em declínio nalgumas regiões, tendo mesmo desaparecido de Ibiza (Blanco & González 1992). Durante as últimas décadas parece também ter ocorrido um ligeiro declínio em Portugal (Rodrigues et al. 2003).

Habitat
Cria quase exclusivamente em abrigos subterrâneos, mas parece utilizar também outro tipo de abrigos durante o Inverno (Palmeirim et al. 1999).

Caça em geral em zonas arborizadas, principalmente na ausência de coberto arbustivo (Arlettaz 1999).

Factores de Ameaça
O reduzido efectivo da espécie, associado à baixa fertilidade característica dos morcegos, torna-a particularmente frágil. Também o carácter colonial desta espécie, que se concentra num número reduzido de locais, aumenta a sua vulnerabilidade.

A destruição dos abrigos e a sua perturbação, em particular durante os períodos de criação e hibernação, têm-se revelado como as maiores ameaças às populações desta espécie.

A alteração de habitats de alimentação e o uso de pesticidas podem também ser graves, pois resultam na diminuição da diversidade e abundância de presas.

Medidas de Conservação
Recomenda-se a elaboração e implementação de um Plano de Acção para a conservação desta espécie, que compreenda a protecção legal dos abrigos e o encerramento das suas entradas nas épocas críticas do ano, bem como a gestão do habitat nas áreas envolventes aos seus principais abrigos, medidas para a racionalização do uso de pesticidas e a continuação do programa de monitorização das suas populações.

Deverão ainda ser realizadas acções de sensibilização de modo a diminuir a perturbação resultante da presença humana em cavidades subterrâneas.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Marushin X Cartridge S&W M36 HW 3inch (6mm BB Version)

Marca Marushin
Código do Produto MURS-4920136040557
Hop-Up Ajustável
Peso 492 g
Comprimento 185.0 mm
Capacidade 5 bb's
Potência 210.0 fps
Fonte de Energia Gás
Blowback Não
Modo de Tiro simples

 
O SW Model 36 é um revólver real no calibre .38 Special. Tal como todos os revólveres do seu tipo, ele tem uma capacidade de 5 munições num cilindro que roda lateralmente, incluindo um cão visível.
Disponível em versões com canos de 2 e 3 polegadas, este modelo de airsoft replica o original como uma arma de apoio altamente compacta. Sendo tão minúsculo ele pode caber nos bolsos das calças ou do casaco e até num pequeníssimo coldre de anca ou de ombro desenhado para este tipo de revólver.
Como arma da série X Cartridge 6mm, esta arma carrega 5 munições falsas cada uma delas contendo uma única BB de 6mm no seu interior. Disparando com uma velocidade de 210 fps as suas bb's de 6mm serve apenas para pequenas distâncias mas sem dúvida o mais adequado neste pistola de apoio de pequeno tamanho.
in Redwolf Airsoft

domingo, 3 de junho de 2012

Equipamento essencial

Tripé
 
A captura de múltiplas fotos para serem combinadas num software de HDR exige um tripé robusto. Para obter os melhores resultados, as suas imagens terão de se alinhar na perfeição.

Para estabilidade extra, experimente adicionar um peso à coluna central - a mochila da sua câmara servirá.
 
Cabo disparador
 
Para contornar os efeitos da trepidação da câmara, evite tocar-lhe por completo. Use um cabo disparador para minimizar movimentos indesejados.
 
Software de HDR
 
Há várias alternativas no mercado, entre as quais o Photomatix Pro, que permitem combinar as suas imagens. Pode também criar imagens de HDR com o Photoshop (CS ou Elements), ou com outros softwares de edição. Os programas dedicados costumam ser bastante eficazes. 

Photoshop
 
Assim que obtiver um resultado que lhe agrade, utilize o Photoshop ou outro editor de imagem para efectuar alguns ajustes tonais (Levels e Curves). Isto optimizará o contraste e tornará a sua imagem de HDR ainda mais apelativa.

in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010

sábado, 2 de junho de 2012

Almoço da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Grândola

Realizou-se no restaurante "A Chaminé", pelas 13:00 horas do dia 02 de Julho de 2012, o almoço de celebração do aniversário da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Grândola.

Apesar do aniversário ter ocorrido a 25 de Maio, a direcção optou, em boa hora, por realizar o almoço convívio em data posterior, para evitar que o evento voltasse a ocorrer em plena celebração da festas de Nossa Senhora da Penha, padroeira do concelho, permitindo desta forma aos participantes usufruir do convívio sem a pressão da agenda inerente a outros compromissos do período festivo.