sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Focagem – O Plano de Foco Principal

Aqui, o plano de foco
principal mudou da
águia (em cima) para
a rede (em baixo).
O foco é apenas um dos factores que afectam a nitidez das suas imagens, mas é fundamental, já que determinar que áreas da imagem ficarão mais nítidas. Para perceber como, imagine a área da cena que foca como um plano horizontal, semelhante a um vidro, que atravessa a imagem de um lado ao outro e que fica paralelo à superfície frontal do sensor da imagem – chamado plano do filme. As áreas dos objectos interceptadas por este plano imaginário serão abrangidas pelo foco principal - as áreas mais nítidas da fotografia. O plano de foco principal é pouco profundo e inclui apenas as partes da cena que estão à mesma distância da câmara. Quando foca, manual ou automaticamente, objectos mais próximos ou mais afastados, o plano focal move-se em concordância. Consoante o plano muda, os objectos a diferentes distâncias da câmara podem ficar focados ou fora de foco. Nas câmaras reflex, o plano de foco principal corresponde ao que normalmente aparece mais nítido no visor ou coincide com a área de foco activa.

Imagine a área da cena para onde definiu o foco (A) como um plano horizontal, semelhante a um vidro, paralelo ao sensor da imagem. Os objectos que coincidam com este plano imaginário estarão no foco principal e serão as áreas mais nítidas da sua imagem. Este plano de foco principal tem muito pouca profundidade e inclui apenas as áreas da cena localizada a uma distância idêntica da câmara.
Aqui o plano de foco principal mudou das flores no primeiro plano (à esquerda) para a torre (à direita).



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Raid 10





Este sistema combina características do RAID 0 e RAID 1, daí o nome. O RAID 10 pode ser implementando em sistemas com 4 discos ou mais, sendo obrigatório um número par (6, 8, etc.).


Metade dos discos armazena dados e a outra metade armazena uma cópia. A metade que armazena dados é combinada, formando um sistema RAID 0, aumentando a performance, porém mantendo a confiabilidade, já que temos cópias de todos os dados. Usando 4 discos rígidos de 20 GB em modo 10, teremos 40 GB de dados e o dobro de desempenho que num disco rígido sozinho.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Frase-chave-horizontal

Para este código é preciso uma tabela com 2 linhas e 13 colunas, de modo a caberem as 26 letras do alfabeto.

Vamos imaginar que a frase chave é «sempre alerta». Começamos por escrever as letras da frase, seguidas, mas sem repetir nenhuma!!! Ficamos com a palavra «SEMPRALT».


De seguida preenchemos a linha por baixo com as restantes letras do alfabeto, respeitando as mesmas regras. No final ficamos com a tabela de codificação completa:


O abecedário começa pela primeira linha, da esquerda para a direita, e acaba ao fim da segunda linha:


Na primeira linha: A=S ; B=E ; C=M ; D=P ; etc...
Na segunda linha: N=H ; O=I ; P=J ; etc...
Exemplo: ESCUTA =ROMUQS


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Hippolais opaca, Felosa-pálida


Taxonomia
Aves, Passeriformes, Sylviidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção. Com efeito, não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o estatuto da espécie em Portugal, o tamanho da população e as tendências populacionais.

Trata-se certamente de uma espécie sensível, dado o reduzido número de observações, sugerindo uma população muito pequena.

Distribuição
Distribui-se pela Península Ibérica e Noroeste de Africa até à Tunísia e à Líbia (Cramp 1998).

Em Portugal encontra-se apenas nalgumas localidades do Alto e do Baixo Alentejo, junto à fronteira espanhola, assim como nas serras algarvias (Rufino 1989, ICN dados não publicados, CC Moore, com. pess., R Matias, com. pess.). 

No entanto, não foi, até à data, identificado nenhum local neste país com uma população regularmente nidificante.
 
A espécie também é muito rara nas regiões espanholas próximas da fronteira portuguesa (Chiclana 2003).

População
Não está ainda confirmada a existência de uma população nidificante regular em Portugal, pelo que se desconhece o seu tamanho; no entanto, essa população, a existir, deverá contar menos de 1.000 indivíduos maturos.

A comparação dos dois Atlas nacionais sugere que poderá ter havido um recuo nas zonas de ocorrência no Algarve oriental, mas por outro lado indica uma possível expansão no Alto Alentejo. Nenhuma destas tendências pode ser comprovada com segurança com base na informação actualmente disponível. É portanto impossível saber qual a tendência populacional dominante.

Em Espanha é considerada Quase Ameaçado (NT), por apresentar uma distribuição bastante reduzida e fragmentada, sendo assim muito sensível a qualquer perda ou alteração do habitat (Chiclana 2003, Madroño et al. 2004).

Habitat
Habita zonas quentes e secas do interior, onde predominam matos esparsos, montados de azinho Quercus rotundifolia pouco desenvolvidos, olivais, pomares e amendoais; frequenta vegetação arbustiva e arbórea junto a linhas de água, como sejam silvados, salgueiros Salix spp., freixos Fraxinus spp., ou mesmo hortas com pequenas sebes (Rufino 1989, CC Moore, com. pess., R Matias, com. pess.).

Factores de Ameaça
O abandono dos usos do solo tradicionais, com a consequente sucessão natural e alteração da vegetação, e as plantações de eucaliptos Eucalyptus spp. ou pinheiros Pinus spp., são ameaças potenciais, mas cuja influência real é desconhecida.

Medidas de Conservação
É urgente avaliar a situação desta espécie em Portugal, através de censos dirigidos, estudos de selecção do habitat e monitorização da população.

Notas
Existem diversas observações de machos a cantar em habitat apropriado mas a nidificação não está confirmada.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

KWC P08 Full Metal CO2 Versão 4 polegadas


Marca: KWC
Código do Produto: KCB41DHN
Hop-Up: Ajustável
Peso: 0,834 kgs
Comprimento: 220 mm
Capacidade: 15 bb's
Potência: 350 fps
Fonte de energia: CO2
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

A pistola Parabellum, também conhecida como pistola Luger, é uma pistola recarregável introduzida ela Deutsche Waffen und Munitionsfabriken (DWM) no início dos anos 90 do século XIX. Na primeira metade do século XX tornou-se numa popular pistola de serviço, sendo usada pela Alemanha durante a I e II Grande Guerra.

Esta P08 lançada pela KWC de Taiwan, é construída em metal, o que a torna realística no segurar por causa do peso e do toque frio. As únicas peças exteriores em plástico são as platinas do punho! Ela opera tal como a arma real, com a função de acção de alternância que salta para trás e para cima para cada disparo, e bloqueia aberta como carregador vazio. Ela providência 350fps usando BB's de 0.20grs, o que é um bom resultado para um cano de 4" e um carregador de fila única.

A única razão porque os fps são tão altos é porque o carregador tem espaço para um cartucho de CO2. Sim, isto é uma Luger CO2! O coice é espantoso, tudo é sólido. Mencionei já o coice? Penso que devo fazê-lo de novo. É devastadoramente potente. A culatra é tão leve, mesmo apesar de ser metálica, que escoceia como uma mula quando se puxa o gatilho.


in


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Como Fotografar o Movimento com Nitidez

A nitidez das diferentes áreas de uma imagem ajudam a direccionar o olhar do observador, que tende a fixar-se na área mais focada. Para além disso, a nitidez, ou a falta dela, pode ser parte da mensagem de uma fotografia. A imobilidade de uma figura estática pode ser realçada desfocando as pessoas em movimento noutras áreas da imagem.

Numa imagem, o desfoco por movimento deve-se ao facto de o assunto focado no sensor se deslocar enquanto o obturador está aberto. Para captar nitidamente um objecto em movimento, é necessário que obturador abra e feche antes que a imagem focada se desloque significativamente. Mas quão rápido é suficientemente rápido? A resposta depende de vários factores que tornam difícil prever a quantidade de movimento será registado na imagem final. Para garantir bons resultados, o melhor é utilizar diferentes definições e captar várias fotos. Experimente fotografar de um ângulo diferente, esperar por uma pausa na acção, ou acompanhe com a câmara o movimento do assunto. Terá muito mais possibilidades de conseguir uma boa foto se tiver várias por onde escolher. Mas tenha atenção ao facto de ser difícil de avaliar a nitidez ou desfoco de uma imagem no pequeno ecrã da câmara.

Velocidade do assunto
Quanto mais rápido for o movimento do assunto, mais rápida terá de ser a velocidade do obturador para produzir uma imagem nítida. No entanto, não é propriamente a velocidade do assunto que determina o desfoco. É a velocidade a que ele se move no sensor de imagem enquanto faz a exposição. Isso depende não só da real velocidade do assunto, mas também da direcção em que se move, da distância a que está da câmara e da distância focal da objectiva.

A velocidade do obturador congelou o bailarino central mas foi suficientemente lenta para desfocar os outros. Isto torna o bailarino central o centro das atenções na fotografia.
Foi utilizada uma velocidade do
obturador alta para congelar
este salto da Emily.
Direcção do Movimento
Quando o obturador está aberto, um assunto que se mova paralelamente ao sensor da imagem irá passar por mais píxeis do sensor e por isso ficar mais desfocado do que um motivo que se mova na direcção ou na direcção oposta da câmara. É por essa razão que é possível utilizar uma velocidade mais lenta para os assuntos que se dirijam ou afastem da câmara do que para os assuntos que percorram a cena de um lado ao outro – estes ficarão mais desfocado se utilizar as mesmas definições.

Distância ao Assunto e Distância Focal das Objectivas
Se o assunto estiver próximo da câmara, o mais pequeno movimento é o suficiente para causar desfoco. Um motivo – ou parte dele – longe da câmara pode deslocar-se consideravelmente antes que a imagem no sensor se mova muito. A distância focal das objectivas também influi sobre isso porque determina a distância aparente a que está o assunto. Aumentar a distância focal da sua objectiva – para, por exemplo, aproximar o motivo com o zoom – produz o mesmo efeito dos assuntos próximos. Quanto mais aproximar um assunto com o zoom, menos ele terá de se deslocar para que o movimento da imagem no sensor seja o suficiente para a imagem ficar desfocada. Para ver os efeitos da distância no desfoco da imagem, olhe pela janela de um carro em alta velocidade (mas não quando está a conduzir). Os objectos do primeiro plano parecem voar ao passo que os do horizonte não parecem mexer-se.

A velocidade do obturador necessária para controlar a nitidez de um objecto em movimento é determinada pela velocidade do assunto, pela direcção do movimento e pela distância.

Nesta imagem de um comboio a alta velocidade,
as áreas mais próximas da câmara são as mais
desfocadas, ao passo que as áreas mais distantes
parecem mais nítidas. Uma vez que todo o comboio
se desloca à mesma velocidade, a foto mostra em
que medida a distância  afecta o desfoco.
Para aumentar a nitidez de assuntos em movimento, aqui estão algumas coisas que pode fazer:
  • Fotografar assuntos em rápido movimento que se desloquem na sua ou na direcção oposta.
  • Deslocar-se para longe do assunto ou utilizar uma objectiva de distância focal abrangente.
  • Optar pelo modo de Prioridade ao Obturador e escolher uma velocidade rápida, como 1/500 seg.
  • Aumentar o ISO, mas isso faz aparecer algum ruído na imagem.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

RAID 6


É um padrão relativamente novo, suportado por apenas algumas controladoras. É semelhante ao RAID 5, porém usa o dobro de bits de paridade, garantindo a integridade dos dados caso até 2 dos discos rígidos falhem ao mesmo tempo. Ao usar 8 discos rígidos de 20 GB cada um em RAID 6, teremos 120 GB de dados e 40 GB de paridade.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Frase-chave-vertical

Para este código é preciso uma tabela com 2 linhas e 13 colunas, de modo a caberem as 26 letras do alfabeto.

Vamos imaginar que a frase chave é «sempre alerta». Começamos por escrever as letras da frase, seguidas, mas sem repetir nenhuma!!! Ficamos com a palavra «SEMPRALT».


A seguir juntamos outras letras do alfabeto, por ordem alfabética (desde o inicio do alfabeto), sem ficarem letras repetidas, e até perfazerem um total de 13 letras (primeira linha completa).

Ficamos assim com «SEMPRALTBCDFG».


De seguida preenchemos a linha por baixo com as restantes letras do alfabeto, respeitando as mesmas regras. No final ficamos com a tabela de codificação completa:


As letras de cima correspondem às letras de baixo e vice-versa, ou seja: S=H ; E=I ; M=J ; etc...

Exemplo: ESCUTA LEAL = IHWTO QIOQ


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Hieraaetus pennatus, Águia-calçada

Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Accipitridae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.
 
Classificação
QUASE-AMEAÇADA - NT*  (D1)
Fundamentação: População reduzida (entre 500-1.000 indivíduos maturos). Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se admitir que a população nacional pode ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir.

Distribuição
No Paleárctico, a águia-calçada é uma espécie nidificante estival que se distribui por duas “regiões”, uma a Oeste e que compreende a França, Península Ibérica e noroeste de África, e outra a Leste que se estende desde a Grécia e os Balcãs até ao lago Baikal, e ainda a norte do subcontinente indiano, passando pelo Cáucaso e Ásia Menor (del Hoyo et al. 1994). A quase totalidade das suas populações são migradoras, deslocando-se no Inverno para o subcontinente indiano e para a África Tropical, numa faixa que vai desde o Senegal ao Sudão e Etiópia e que se prolonga depois até à África do Sul (del Hoyo et al. 1994, Hagemeijer & Blair 1997). A espécie é sedentária nas ilhas Baleares (Muntaner 1981), no norte da Índia e, ainda, na África do Sul e Namíbia (Brooke et al. 1980, Brown 1985, del Hoyo et  al. 1994, Cramp 1998).

Em Portugal está ausente em grande parte das regiões Centro e Norte do país e no Algarve. Ocorre regularmente em Trás-os-Montes, Beiras interiores e no Alentejo, apresentando uma distribuição contínua nos distritos de Évora, Portalegre, Setúbal, Santarém, Castelo-Branco e Guarda (Palma et al. 1999a, ICN dados não publicados).

População
Palma et al. (1999a) estimaram a população portuguesa em 250-350 casais, considerando-a estável. A sul do Tejo, no Alto Alentejo, onde predominam os montados de sobro Quercus suber densos, a espécie atinge as suas mais elevadas densidades – 19-25 casais/100 km2 (Onofre  et  al. 1999) ou 8-10 casais em 35 km2 (grosso modo 23-28 casais/100 km2) (Miravent 2001).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara, provisoriamente (BirdLife International 2004). Em Espanha a águia-calçada é classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004), possuindo populações abundantes, estáveis ou mesmo em expansão nalgumas regiões (Muñoz & Blas 2003).

Habitat
É uma espécie tipicamente florestal, com nidificação arborícola. Em Portugal, o seu habitat por excelência é o montado de sobro denso ou relativamente denso, associado ou não a pinheiros Pinus spp. dispersos ou em manchas (Onofre et al. 1986a). Ocorre também em montados de azinho Q. rotundifolia relativamente densos, de preferência também com pinheiros ou sobreiros à mistura, e ainda em áreas com mais elevada preponderância de pinhais mansos P. pinea ou bravos P. pinaster. A norte do Tejo, nas regiões serranas e planálticas do Leste, utiliza principalmente os pinhais bravos para nidificar, embora esporadicamente possa recorrer a matas ripícolas. Caça perfeitamente dentro dos próprios montados ou dos pinhais mansos mais abertos, mas faz uso também dos terrenos agrícolas, pastagens e matos, os quais, nas zonas serranas são o habitat praticamente exclusivo de caça (Onofre N dados não publicados).

Factores de Ameaça
De entre as ameaças a esta espécie contam-se as alterações de habitat, provocadas pelos incêndios no Centro e Norte do país, que destroem o seu biótopo de nidificação e tendem a favorecer a fragmentação das populações.

No Sul, as ameaças resultantes da alteração ou perturbação do habitat não assumirão gravidade comparável, mas interferem sem dúvida na desestabilização (abandono ou deslocação de territórios), e na produtividade de alguns casais. De entre os factores conhecidos mais importantes no Sul, contam-se (Onofre N dados não publicados): o corte de pinheiros de grandes dimensões, pelos quais a espécie mostra preferência para construir o ninho; as podas, principalmente as pesadas arreias, que frequentemente se efectuam em grandes extensões de montado; a arborização com eucalipto de terrenos abertos (vales e outras terras de agricultura marginal, matos); as acções de adensamento excessivo de montados, que limitam o habitat de caça potencial; a pilhagem de ninhos durante as tiragens de cortiça ou apanha de pinhas, que localmente poderão afectar a produtividade das populações; a perseguição através do abate directo a tiro (e.g. por caçadores isolados ou por guardas de caça em zonas de regime cinegético especial).

Outras causas de mortalidade ou de diminuição da produtividade por vezes assinaladas (cf. Muñoz & Blas 2003) são a colisão ou electrocussão em linhas de média tensão e a acumulação de metais pesados, pesticidas organoclorados ou organofosforados, entre outros. Contudo, nas populações estudadas do Alto Alentejo (cf. Onofre  et al. 1999), não foi observada uma incidência significativa destes factores (Onofre N dados não publicados).

A nível nacional desconhece-se a gravidade resultante da morbilidade ou mortalidade de juvenis devido a Tricomoníase ou Candidíase, uma vez que é uma espécie que captura pombo doméstico. No entanto, nas populações do Alto Alentejo já mencionadas, a incidência destas doenças não é significativa, apesar de as suas dietas incluírem percentagens significativas de pombo (principalmente pombo-correio) (Onofre N dados não publicados).

Medidas de Conservação
As medidas de conservação para esta espécie prendem-se com a conservação do habitat, que no caso do montado de sobro parece garantido no médio-longo prazo. Contudo, quer para esta quer para as restantes aves de rapina que nele habitam, impõe-se que sejam seguidas algumas regras de conservação de habitat, nomeadamente: i) gestão correcta das podas (tanto na intensidade como na extensão e ordenamento no espaço); ii) condicionamento das plantações florestais de elevada densidade, e.g. de eucalipto ou pinheiro,  nas  clareiras  existentes  no  seio  de  áreas  de  montado  ou  a  ele  adjacentes (incluindo em particular os vales e linhas de água); iii) recomendação de limites máximos de densidade de plantação nas acções de beneficiação ou arborização de montados, com sobreiro, azinheira ou pinheiro.

Esta espécie beneficiaria ainda do incentivo e generalização do recurso às Medidas Agro-Ambientais para apoio à manutenção e recuperação de sistemas de agricultura e ovinicultura tradicionais e também do reordenamento da floresta portuguesa de modo a promover espaços florestais diversificados, tanto ao nível dos cobertos arbóreos como de outros, e a prevenir a ocorrência dos grandes incêndios florestais. Adicionalmente, com vista à conservação do habitat das aves de rapina florestais e de outros valores naturais, deviam ser incluídas medidas específicas nos manuais de boas práticas florestais.

A sua conservação requer ainda o desenvolvimento de campanhas de sensibilização para a conservação das aves de rapina e do seu habitat, junto a proprietários rurais, agricultores, pastores, caçadores, guardas e gestores de caça e público em geral e o reforço da vigilância e aplicação da lei mais efectivas relativamente às infracções e crimes contra a natureza e as aves de rapina em particular.

Importa realizar estudos de biologia e ecologia de populações de outras regiões do país e, à semelhança das restantes espécies de rapinas florestais, deverão ser realizados censos ou programas de monitorização.

Notas
A águia-calçada é também uma migradora de passagem em Portugal, sendo notórios tais movimentos na zona de Sagres em particular, durante o Outono, onde representa entre 30 a 40% do total de aves planadores que por ali passa (Tomé et al. 1998).

Durante o Inverno verifica-se a ocorrência regular de um número reduzido de águias-calçadas no nosso país, sobretudo junto à faixa litoral, suspeitando-se de uma presença permanente nalguns locais ou mesmo de uma pequena população invernante (Rufino 1989, Costa 1994 e 1998c).

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ICS CXP16 L Metal AEG


Marca: ICS
Código do Produto: ICS-238
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,500 kgs
Comprimento: 750 mm
Capacidade: 450 bb's
Potência: 390 fps
Tamanho da Bateria: 7.4 Lipo Tamiya
Modo de Tiro: Semi-automático, automático

A ICS CXP16 L Metal AEG vem em preto e tan e é na realidade uma AR com muito estilo. Parece ser uma mistura das plataformas SIG e AR e trabalha muito bem porque não é suficientemente pesada para cansar o utilizador num jogo longo.

A maior parte dela é composta por metal porque o punho ergonómico e a coronha tubular são feitos em plástico. Nela um sistema de rail quádruplo com um aspecto bastante único onde se pode se louco com acessórios dado existirem tantas opções disponíveis. Ela vem com um silenciador QD que realmente melhora o seu aspecto.


O que vai encontrar de momento nos rails são miras ajustáveis de combate dianteiras e traseiras. Ela também traz um punho dianteiro que se estende num bípede com a pressão de um botão. O carregador de alta capacidade de 450 bb's que traz é mais do que suficiente para o levar a alguns jogos sozinho e permite espaço para uma bateria 7.4 lipo com um conector tamiya na traseira de coronha.

O ferrolho é parecido e muito bem construído com uma aspecto muito realístico. Quando puxa a alavanca de carga para trás, o hop up é revelado e pode ajustá-lo. A potência é decente com cerca de 390 no entanto isso é um pouco extremo para cenários CQB pelo que sugerimos que a use no exterior.



in




sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A Nitidez Não é Tudo

As suas fotos nem sempre têm de ser nítidas para serem eficazes. Em muitos caso, o melhor é ter uma área da imagem mais nítida que as outras. A sua fotografia pode ter vários tipos de nitidez e desfoco. O primeiro está relacionado com a forma como o movimento é transmitido e é determinado por factores como a sensibilidade do sensor da imagem, a luminosidade geral da cena, a distância focal da objectiva, bem como a velocidade, direcção e distância a que está o assunto. Um outro tipo está relacionado com profundidade de campo, que define que quantidade da imagem, desde o primeiro plano até ao plano de fundo, ficará focada. Mesmo que esteja a fotografar uma cena estática, parte da imagem pode não ficar nítida se não tiver profundidade de campo suficiente. No entanto, uma profundidade de campo limitada pode fazer com que um fundo confuso se torne menos distractivo, colocando-o fora de foco.

Numa cena, o movimento pode ser arrastado ou desfocado
dependendo da velocidade do obturador, entre outros factores.
A falta de nitidez pode ser utilizada criativamente para dar
expressão ao movimento, como nesta foto de uma queda de água,
no Yosemite National Park.

Uma profundidade de campo reduzida permite chamar a atenção do observador para o assunto
em primeiro plano, mantendo o fundo pouco definido.








quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

RAID 5

Diagrama da configuração do RAID 5 com paridade distribuída
com cada cor representando o grupo de blocos no respectivo
bloco de paridade (uma listra). Este diagrama apresenta
um algoritmo assimétrico à esquerda

É mais um sistema que baseia-se no uso de paridade para garantir a integridade dos dados caso um disco rígido falhe. A diferença sobre o RAID 3 é que ao invés de dedicar um disco rígido a esta tarefa, os dados de correção são espalhados entre os discos. A vantagem sobre o RAID 3 é alcançar taxas de leitura um pouco mais altas, pois será possível ler dados a partir de todos os discos rígidos simultaneamente, entretanto as gravações de dados são um pouco mais lentas.

O RAID 5 pode ser implementado com a partir de 3 discos. Apesar dos dados de paridade serem espalhados pelos discos, o espaço equivalente a um dos discos rígidos é consumido por eles. Usando 4 discos rígidos de 20 GB cada um, teremos 60 GB para dados e 20 GB para os códigos de paridade. Usando 8 discos rígidos teremos 140 GB para dados e os mesmos 20 GB para paridade, e assim por diante.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Jornal

Usa-se o recorte de um jornal, ou fotocópia de um livro, ou mesmo um texto escrito à mão. Com um alfinete, perfuram-se as letras correspondentes à mensagem, por ordem.

Texto


Exemplo: JANTAR AS FEBRAS