domingo, 15 de março de 2015

Você


sexta-feira, 13 de março de 2015

Círculos de Confusão

A profundidade de campo é o resultado da focagem de diferentes partes da imagem em diferentes pontos da câmara. Aqui mostramos como funciona.

• Os pontos de uma cena que são interceptados pelo plano de foco principal são
projectados como pontos no sensor.
 
• A luz que forma estes pontos é em forma de cone, por isso qualquer ponto da cena em frente ou atrás do plano focal são projectados no sensor como círculos - chamados círculos de confusão. Estes, aumentam de diâmetro consoante aumenta a sua distância ao plano de foco principal. As áreas em que os pontos nítidos se expandem e passam a ser círculos fora de foco definem os planos de foco mais próximo e mais afastado, entre os quais está a profundidade de campo disponível.

Quando é utilizada uma abertura grande (em cima), o cone de luz é mais largo e os círculos de confusão rapidamente aumentam, tornando a profundidade de campo limitada. As aberturas mais pequenas (em baixo) formam cones mais estreitos por isso, os círculos não aumentam tanto e a profundidade de campo é maior.





quinta-feira, 12 de março de 2015

Dynamic Drive Overlays (DDO)


Se não existe um upgrade de BIOS disponível para sua placa mãe, e ao mesmo tempo você não está a fim de gastar muito dinheiro numa nova placa mãe, existe uma terceira solução (apesar de não ser muito recomendável como veremos adiante) que é instalar um driver tradutor, chamado Dynamic Drive Overlay.

Este pequeno programa substitui as instruções do BIOS, permitindo superar suas limitações.

Existem tanto programas destinados a placas mãe com limite de 504 MB, quanto para placas mãe com limite de 7.88 GB.

Como o disco só pode ser acedido com a ajuda do programa, é preciso instalá-lo antes do sistema operativo. Uma vez instalado, ele passa a ser referenciado no sector de Boot do disco rígido, e passa a ser carregado sempre que o computador é ligado.

Os fabricantes fornecem este programa na disquete que acompanha os discos rígidos vendidos em versão retail. Se você não recebeu a disquete, basta baixar o programa do site do fabricante. O nome varia de acordo com o fabricante, mas quase sempre é EZ-Driver ou Disk Manager. Alguns links são:

A Ontrack comercializa seu Disk Go!, que funciona com discos rígidos de qualquer fabricante, porém, este programa custa 60 dólares, enquanto as versões dos fabricantes são gratuitas.

Usar um driver de Overlay traz várias desvantagens: eles não são compatíveis com muitos programas de diagnóstico, não permitem o uso dos drivers de Bus Mastering, o que prejudica a performance do disco rígido e do sistema como um todo. Também temos problemas com a maioria dos boot managers, dificultando a instalação de mais de um sistema operativo no mesmo disco e, finalmente, temos o problema da desinstalação: para remover o driver é preciso limpar o sector de boot através do comando FDISK /MBR e em seguida reparticionar o disco.

Configurando os parâmetros manualmente

 
É possível instalar um disco maior que 504 MB em placas com esta limitação, configurando manualmente os parâmetros da geometria do disco através do Setup. O disco deve ser manualmente configurado como tendo 1024 cilindros, 16 cabeças e 63 setores. Isto fará com que o BIOS utilize apenas os primeiros 504 MB do HD, ignorando o resto. Claro que este procedimento não é recomendável, pois desperdiçará boa parte do disco rígido, mas pode ser usado como último recurso. Se, por exemplo, você precisar instalar um disco rígido de 512 MB, não fará mal perder 8 MB, mas, ao instalar um disco rígido maior o espaço desperdiçado será significativo.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 11 de março de 2015

Vogais por Pontos





As vogais são todas substituídas por pontos.


Exemplo: SEMPRE ALERTA = S.MPR. .L.RT.



terça-feira, 10 de março de 2015

Lanius senator, Picanço-barreteiro


Taxonomia
Aves, Passeriformes, Laniidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
QUASE AMEAÇADO - NT* (A2ac+3c+4ac)
Fundamentação: As observações de campo sugerem que a espécie pode ter sofrido uma redução populacional igual ou superior a 30% nos últimos 10 anos. Admite-se que as causas dessa redução podem não ter cessado e que essa tendência se pode manter no futuro próximo. Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se admitir que a população nacional poderá ser alvo de imigração significativa e que previsivelmente esta não diminuirá.

Distribuição
Como nidificante apresenta distribuição quase exclusivamente no paleártico ocidental, perimediterrânea; ocorre desde o Norte de África até à Europa central e a Este alcança o Irão; migrador subsariano, inverna na África central (Cramp & Perrins 1993).

Na Península Ibérica apresenta uma distribuição tipicamente mediterrânica, estando ausente da Galiza, franja cantábrica e cotas altas dos Pirinéus e das altitudes superiores a 1.500m. Em Portugal continental apresenta uma distribuição muito alargada, mas encontra-se ausente da faixa ocidental do norte do país.

População
A população nacional foi estimada como sendo superior a 10.000 indivíduos maturos.
No decorrer dos trabalhos do Novo Atlas foi detectado em 575 quadrículas (c. 57% do total) (ICN dados não publicados). É mais comum e abundante no sul do país. Na Serra da Nogueira foi detectado em 21 quadrículas de 2,5 x 2,5 km e estimou-se a sua população entre 15 e 30 casais nidificantes (Patacho 1998). Em Montesinho foi detectado em 12 quadrículas de 5x5 km (Reino 1994). Em montado de azinho no Alentejo foram registadas densidades de 5-6 casais/10 ha (Almeida 1997). Desconhece-se se a sua população se encontra em declínio continuado; no entanto, a situação desfavorável das populações  de  picanço-barreteiro  noutros  países  europeus  leva  a  considerar  essa possibilidade.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, embora ainda provisoriamente, tendo apresentado um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004).

Em Espanha está documentada regressão na área de distribuição e redução da população de pelo menos 20%, durante 1970-1990 (Hernández 2003). Em Espanha, está classificada como Quase-Ameaçada (NT) (Madroño et al. 2004). Atendendo a que não apresenta estatuto de ameaça, admitiu-se um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Habitat
Frequenta  habitats  agro-florestais,  como  montados  abertos,  mas  também  olivais, pomares, sebes e matas ribeirinhas.
 
Factores de Ameaça
O efeito do uso de biocidas na regressão desta espécie é referenciado para Espanha (Martí & del Moral 2003). O abandono da pastorícia extensiva, a expansão de mato, a instalação de povoamentos florestais, a eliminação de sebes e de bosques ripícolas, constituem também ameaças à conservação desta espécie.

Como ave migradora, está também sujeito a ameaças que operem nas áreas de invernada em África, como a caça, secas prolongadas e alterações nas práticas agrícolas (Tucker & Heath 1994).

Medidas de Conservação
Esta espécie carece de uma monitorização à escala nacional e investigação ecológica que permita conhecer com rigor a sua tendência populacional e avaliar os factores de ameaça.

Devem ser conservadas as manchas extensas de montado bem como os bosquetes associados a áreas abertas e evitada a concentração parcelária.

A sua inclusão no Anexo I da Directiva Aves é também apontada como uma medida importante para assegurar a sua conservação.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 9 de março de 2015

KTW Winchester M1873 Rifle

Marca: KTW
Código do Produto: KTW-4571383520233
Hop-Up: Fixo
Peso: 2,650 kgs
Length: 1,100 m
Capacidade: 37 bb's
Potência: 320 fps
Fonte de energia: Mola
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

A espingarda Winchester 1873 não a primeira arma de acção por alavanca mas é a mais famosa pelo seu uso intensivo no final do século XIX nas Américas para uso geral: defensivo, caça e combate. Foi usada em muitos filmes de cowboy ao longo dos anos e mais recentemente em filmes como Wild WIld West, Appaloosa, The League of Extraordinary Gentlemen e The Last Samurai.

Esta versão da carabina está a vários centímetros da carabina real com cerca de 110 cm e muito mais leve com aproximadamente 2.6 kgs, não é de todo muito pesada. O seu duro sistema de acção por alavanca pode ser traiçoeiro em estilo de combate total, mas funciona e é de confiança assim é o que funciona em seu favor.

Abundantes peças em metal incluindo o mecanismo de armar, cão, cano, gatilho, etc. O pesado receptor metálico é revestido para dar a sensação de metal. Arma como a real puxando para baixo a alavanca de armar para armar o cão. As BB's são armazenadas num carregador removível localizado no cano inferior da arma. O carregador (leva 37 bb's) é libertado da arma pelo simples rodar de um botão. Um carregador extra é incluído para rápido recarregamento! Mira traseira ajustável em metal. Câmara do sistema abre ao armar e o cão bate atrás. Muita diversão - armar e disparar!!


in

sexta-feira, 6 de março de 2015

Profundidade de Campo

Uma abertura pequena
permitiu uma profundidade
de campo suficiente para
manter as figuras do primeiro
plano e do fundo nítidas.
Quando analisa uma fotografias, facilmente se apercebe que há uma área considerável da imagem que parece nítida. Apesar de, teoricamente, apenas um único plano estar realmente focado, há partes da cena à frente e atrás desse plano que parecem aceitavelmente nítidas. Essas partes em que tudo parece nítido designam-se por profundidade de campo. As zonas da imagem fora da área da profundidade de campo disponível tornam-se cada vez menos nítidas, consoante estão mais afastadas do plano de foco principal. Eventualmente elas ficam tão desfocadas que não se distinguem. Os pontos mais próximo e mais distante com uma nitidez aceitável, definem os planos de foco mais próximo e mais afastado.
Estes limites normalmente não são visíveis como fronteiras definidas. E, também não é possível encontrar o plano de foco principal simplesmente observando uma fotografia, já que as áreas nítidas misturam-se imperceptivelmente com as desfocadas. Normalmente a profundidade de campo não é dividida em partes iguais pelo plano de foco principal. A uma distância de captura normal, cerca de um terço da profundidade de campo está à frente do plano de foco principal (mais próximo da câmara), e dois terços estão atrás dele (sempre a partir da câmara). Quando a câmara foca um objecto muito próximo, como na fotografia de close-up, a profundidade de campo torna-se mais uniformemente dividida.

Muitas vezes o mais importante não é exactamente o que foca, mas sim se as áreas que quer nítidas ficam dentro da profundidade de campo disponível. Quando pretende que grande parte da imagem fique nítida tem de aumentar a profundidade de campo e, quando preferir focar apenas alguns pormenores pode diminui-la. Em algumas cenas pode aumentar ou diminuir a profundidade de campo alterando o ponto de focagem ou a abertura do diafragma.

Os limites mais próximo e mais afastado da profundidade de campo estão representados aqui como dois planos (B e C), paralelos ao plano do foco principal (A).
Normalmente o
diafragma está
completamente
aberto para compor
a imagem (em cima)
e fecha quando tira
a fotografia (em
baixo).
As reflex digitais adoptam a abertura máxima para que o visor fique mais luminoso quando compõe a imagem. Quando prime o botão do obturador até meio a abertura é alterada para a que será usada na exposição. Para verificar a profundidade de campo algumas câmaras têm um botão de antevisão. Ao premir este botão a abertura da objectiva é fechada para o número/f que seleccionou, para que através do visor possa ter uma ideia do que ficará ou não nítido. No entanto, quando utiliza aberturas pequenas a imagem no visor é muito escura. Quando a abertura máxima é seleccionada, como acontece frequentemente em ambientes com pouca luz, não verá diferenças.




quinta-feira, 5 de março de 2015

As barreiras de 504 MB e 8 GB

Um grande problema que enfrentamos ao tentar instalar um disco rígido moderno numa placa mãe mais antiga, são as limitações quanto à capacidade do disco. Na época dos 486s o limite era quanto a discos rígidos maiores que 504 MB (528 MB na notação decimal utilizada pelos fabricantes) e, nas placas mãe produzidas até pouco tempo atrás, existe uma nova limitação, agora para discos rígidos maiores que 7.88 GB (8.4 GB pela notação decimal).

Estas limitações surgiram devido à falta de visão das pessoas que desenvolveram o padrão IDE e as instruções INT 13h do BIOS, as responsáveis pelo acesso à disco, desenvolvidas para serem usadas pelo PC AT, mas que acabaram sendo perpetuadas até os dias de hoje. Naquela época, discos rígidos com mais de 504 MB pareciam uma realidade muito distante, e o homem que viria a tornar-se o presidente da Microsoft e o empresário mais rido do mundo, acreditava piamente que ninguém um dia viria a precisar de mais de 640 KB de memória RAM.

A divisão do disco em clusters, usando um sistema de arquivos qualquer, visa o suporte por parte do sistema operativo. Num nível mais baixo, porém, é preciso aceder individualmente aos sectores do disco rígido e, para isso, é preciso que cada sector tenha um endereço único.

O padrão IDE reserva 16 bits para o endereçamento dos cilindros (65,536 combinações), 4 bits para o endereçamento das cabeças de leitura (16 combinações), 8 bits para o sector (256 combinações), o que permite endereçar 256 milhões de sectores. Como cada sector tem sempre 512 bytes, temos suporte a discos rígidos de até 128 GB.

Porém, o BIOS possui outras limitações para o acesso a discos (serviço chamado de INT 13h), reservando 10 bits para o endereçamento de cilindros (1,024 combinações), 8 bits para as cabeças de leitura (256) e 6 bits para o sector (63 combinações pois o endereço 0 é reservado), o que permite endereçar 1.61 milhões de sectores e consequentemente discos de até 7.88 GB.

Como é preciso usar tanto a interface IDE quanto as instruções INT 13h do BIOS, acabamos por juntar suas limitações. A interface IDE reserva 16 bits para o endereçamento dos cilindros, porém o BIOS só utiliza 10 destes bits. O BIOS por sua vez reserva 8 bits para o endereçamento das cabeças de leitura, porém só pode utilizar 4 por limitações da Interface. A capacidade de endereçamento então acaba sendo nivelada por baixo, combinando as limitações de ambos os padrões, permitindo endereçar discos de no máximo 504 MB, limite para a maioria dos computadores 486 ou inferiores. Este método de endereçamento é chamado de Normal ou CHS (cilindro, cabeça de leitura e sector). Veja a representação na tabela:


Esta configuração é apenas lógica, o modo como o BIOS enxerga o disco rígido, não tem nada a ver com a geometria física do disco rígido, que diz respeito apenas à placa lógica do disco rígido. Um disco de 504 MB, por exemplo, jamais teria 16 cabeças de leitura, tão pouco teria apenas 63 sectores por cilindro. A placa lógica neste caso encarrega-se de converter os endereços lógicos do BIOS para os endereços físicos reais.

Na época do 286, onde eram usados discos rígidos de no máximo 20 ou 40 MB, este limite não incomodava ninguém; mas a partir do momento em que passamos a ter discos rígidos de 800 MB, 1 GB, 1.2 GB, etc. alguma coisa precisava ser feita.

A primeira solução foi o Extended CHS ou modo Large. Este padrão continua com as mesmas limitações da interface IDE e do INT 13, mas usa um pequeno truque para burlar suas limitações.

O BIOS possui mais endereços para as cabeças de leitura (256 contra 16), porém, a interface IDE possui mais endereços para os cilindros (65,536 contra 1024). Usando o modo Large passamos a utilizar um tradutor, um pequeno programa integrado ao BIOS encarregado de converter endereços. A conversão é feita usando um simples factor multiplicativo: a interface IDE permite mais endereços para o cilindro, mas ao mesmo tempo permite menos endereços para a cabeça de leitura, podemos então aplicar a tradução de endereços dividindo o número de endereços do cilindro e multiplicando os endereços para cabeças de leitura pelo mesmo número. Podem ser usados os números 2, 4, 8 e 16.

Se por exemplo, instalássemos um drive com uma geometria lógica de 3,068 cilindros, 16 cabeças e 63 sectores, usando o factor 4 passaríamos a ter 3,086 / 4 = 767 cilindros, 16 x 4 = 64 cabeças e 63 sectores, veja que agora temos endereços dentro dos limites do BIOS e por isso podemos utilizar os 1.5 GB do disco sem problemas:


O modo Large nunca foi muito utilizado, pois logo depois surgiu uma solução bem melhor para o problema, conhecida como modo LBA, contração de Logical Block Addressing ou endereçamento lógico de blocos.

A ideia é a seguinte: o padrão IDE reserva 16 bits para o endereçamento do cilindro, 4 bits para o endereçamento da cabeça de leitura e mais 8 bits para o sector, totalizando 28 bits de endereçamento. O modo LBA abandona o endereçamento CHS, com endereços independentes para cilindros, cabeças e sectores, passando a adoptar um endereço único. Os sectores passam então a receber endereços sequenciais, 0, 1, 2, 3, 4 etc. assim como os clusters no sistema FAT. Os 28 bits de endereçamento permitem então 228 milhões de endereços, o que corresponde a discos rígidos de até 137 GB.

Claro que para usar o LBA é preciso que o disco rígido suporte este modo de endereçamento.

Felizmente, praticamente todos os discos rígidos acima de 504 MB e todos os discos rígidos actuais suportam o LBA.

Na verdade, o modo Large só deve ser usado nos raríssimos casos de discos rígidos com mais de 504 MB, que por ventura não suportem o LBA.

Veja que para endereçar os 137 GB permitidos pelo LBA, é preciso abandonar o uso das instruções INT 13h, o que significa desenvolver novas instruções de acesso ao disco para o BIOS.

Acontece que as placas mãe fabricadas há até pouco tempo atrás, apesar de incluírem suporte ao LBA, continuam utilizando as velhas instruções INT 13h para aceder ao disco rígido. Como no caso anterior, temos então que nivelar por baixo, ficando condicionados à limitação de 7.88 GB (8.4 GB pela notação decimal) imposta pelas velhas instruções. Esta lista inclui todas as placas Socket 7 antigas, para Pentium e MMX, as placas para 486 que eventualmente suportem LBA e, infelizmente uma grande parte das placas slot 1 e super 7 modernas. O mesmo pesadelo da época dos 504 MB da época dos 486s voltou em sua versão contemporânea, na forma do novo limite de 7.88 GB.

Como o problema é apenas das instruções do BIOS, é possível corrigi-lo através de um upgrade de BIOS, fazendo com que a placa mãe passe a suportar discos rígidos de até 137 GB. Veja que neste caso, você depende unicamente do suporte do fabricante. Se existe um upgrade disponível então é só utilizá-lo, caso contrário, não existe o que fazer a não ser trocar a placa mãe. Novamente recomendo o Win’s BIOS Page, http://www.ping.be/bios como ponto de partida para localizar os arquivos de actualização.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 4 de março de 2015

Grelha


Mensagem: TRAZER A TENDA

A mensagem para codificar é escrita num cartão quadriculado, intercalando letras aleatórias entre as letras da mensagem:


Para decifrar a mensagem, fazemos outro cartão quadriculado, igual, marcando cruzes nas quadriculas correspondentes ao sítio das letras da mensagem:

Este cartão de descodificação pode ser ainda feito da seguinte maneira: em vez de marcar com um X as quadriculas correspondentes, recortam-se essas quadriculas, com um canivete; depois, é só sobrepôr os dois cartões, e os buracos abertos deixarão ver as letras da mensagem.


terça-feira, 3 de março de 2015

Lanius collurio, Picanço-de-dorso-ruivo, Picanço-de-dorso-vermelho


Taxonomia
Aves, Passeriformes, Laniidae..

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
QUASE AMEAÇADO -– NT* (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (que se admite poder ser inferior a 1.000 indivíduos maturos). Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se considerar que a população em Portugal poderá ser alvo de imigração significativa das regiões vizinhas e por não ser previsível que essa imigração venha a diminuir.

Distribuição
Como nidificante apresenta distribuição paleártica, ocorrendo na Europa e Ásia Ocidental; a norte, ocorre desde o Sul da Escandinávia até à Sibéria Ocidental, e a sul desde o Noroeste da Península Ibérica até ao mar Cáspio; inverna na África Meridional, do Quénia à Africa do Sul (Cramp & Perrins 1993).

Em Portugal, apresenta uma distribuição restrita ao Norte do país, que actualmente estará em expansão. Concentra-se num núcleo central na Serra do Barroso e em bolsas localizadas em Castro Laboreiro, serra da Cabreira, Alvão, Corno do Bico, Vila Verde (M Pimenta & ML Santarém, com. pess.), na Nogueira (Patacho 1998) e em Montesinho (Reino 1994). Mais recentemente a sua nidificação foi confirmada num vale entre o Marão e o Alvão, re-descoberta nas zonas de Vila Pouca de Aguiar, Chaves e Boticas onde já existiam registos anteriores ao primeiro Atlas Nacional (Reino 2005). Em 2003, foi confirmada pela primeira vez a sua nidificação a Sul do rio Douro na área da Serra de Montemuro (Cardia et al. 2003) e em Junho de 2004 foi observada uma fêmea na Serra da Estrela (R Guerreiro, com. pess.).

População
A população nacional tem uma dimensão reduzida; não foram feitos censos actuais dirigidos para esta espécie, mas não será de excluir a possibilidade de o seu efectivo ser inferior a 1.000 indivíduos maturos (M Pimenta, com. pess.).

Em Montesinho, entre 1992 e 1993, o picanço-de-dorso-ruivo foi detectado em 6 quadrículas de 5x5 km, tendo sido quantificados para essa área 6 casais (Reino 1994); na Nogueira, entre 1995 e 1997, a espécie foi detectada em 6 quadrículas de 2,5x2,5 km e quantificaram-se 3 casais (Patacho 1998); no Parque Nacional da Peneda-Gerês, em 1996, a espécie foi detectada em 54 quadrículas de 2x2 km e estimaram-se na altura 600 a 800 casais (Pimenta & Santarém 1996). Actualmente, no decorrer dos trabalhos do Novo Atlas, o picanço-de-dorso-ruivo foi detectado em 41  quadrículas de 10x10 km (ICN dados não publicados). Os dados existentes sobre a espécie indicam que a sua densidade pode ser muito variável conforme as áreas, não havendo evidências de estar a sofrer declínio populacional continuado (M Pimenta & ML Santarém, com. pess.).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Depauperada, embora ainda provisoriamente, tendo apresentado um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004).

Atendendo a que em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004), admitiu-se um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Habitat
Frequenta lameiros, prados com sebes e carvalhais arbustivos, quase sempre entre os 800 e os 1.000 metros de altitude.

Factores de Ameaça
A perda e degradação do seu habitat, nomeadamente por abandono do pastoreio extensivo, intensificação agrícola ou florestação, constituem a principal ameaça desta espécie. A implantação de parques eólicos nas áreas serranas, ao concorrerem para a degradação do seu habitat, constitui uma ameaça potencial à conservação desta espécie em Portugal. O aumento de uso de biocidas, a concentração parcelária, o abandono do pastoreio extensivo que pode fomentar o aumento de áreas com mato, são factores de ameaça referenciados para Espanha (Martí & del Moral 2003), sendo de supor que se exercem os mesmos factores em Portugal.

As alterações climáticas são também referidas como possível causa do declínio e contracção da distribuição desta espécie na Europa (Tucker & Heath 1994).

Como ave migradora, está ainda sujeita a factores de ameaça que operem nas áreas de invernada em África.

Medidas de Conservação
Parte significativa da sua área de distribuição está incluída em Áreas Protegidas e em Rede Natura 2000.

A conservação do habitat desta espécie deve ser assegurada nos Planos de Ordenamento das Áreas Protegidas em que ocorre. Deve ser fomentada a pastorícia extensiva e a manutenção de sebes e evitada a intensificação agrícola e concentração parcelária.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 2 de março de 2015

VFC U.S.M.C M40A3 Airsoft Bolt Action Sniper Rifle


Marca: VFC
Código do Produto: VF4-M40A3-OD01
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,354 kgs
Comprimento: 1,134 m
Capacidade: 20 bb's
Potência: 410 fps
Fonte de Energia: Spring
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

A VFC's U.S.M.C M40A3 é uma espingarda de sniper de ferrolho totalmente licenciada e está preparada para competir com todas as outras espingardas de sniper de ferrolho. Todas as características standard da M40A3 estão presentes, tais como o apoios da face e coronha ajustáveis para a tornar mais confortável para o utilizador.

Puxar o ferrolho atrás é uma brisa, mesmo se ele tem uns 410 fps. Todas as modificações que pode fazer são muito simples. O hop-up pode ser ajustado debaixo do punho ajustando o disco embora precise de soltar o parafuso para ajustamentos futuros. Existem discos no lado do apoio da face que estão apertados, mas uma vez soltos até certo ponto, vão prender tornando as alterações ao apoio da face bastante simples.

Não trás uma mira telescópica, mas tem um rail para a mira telescópica onde se pode o tipo de mira telescópica que desejar. Depois de alinhada, é muito certeira e incrivelmente estável.

Escolher os alvos é fácil e pensamos que a VFC fez um excelente trabalho desenhando uma espingarda de sniper que pode competir neste mercado até tarde no jogo.

O único aspecto de reparo é sobre o carregador. Tem apenas capacidade para 20 bb's mas esconde-se muito bem e é guardado como um cartucho de shotgun numa Tokyo Marui M870. Existe uma pequena alavanca à frente da guarda do gatilho que tem de premir e o carregador deverá saltar. 20 BB's pode não ser muito, mas pode-se carregar uma quantidade destes carregadores!


in