terça-feira, 17 de junho de 2008

Sobre as armas

As armas que os praticantes de airsoft utilizam, dividem-se em três grandes grupos, segundo o seu mecanismo de funcionamento e os parâmetros de jogo que oferecem:
- AEG's (Airsoft Electric Gun);
- Gás;
- Mola.
 
 
AEG's (Airsoft Electric Gun)

Este tipo de armas, estão equipadas com um motor eléctrico de distintas potências que é capaz de mover um pistão que, gerando uma determinada pressão, exerce um impulso com ar, num grande número de bolas de PVC em pouco tempo (quanto mais potente o motor, mais disparos em menos tempo).
 
A potência dos motores varia segundo o modelo ou o fabricante. As AEG's trabalham com baterias e o seu funcionamento é automático ou semi-automático, emulando fuzis, pistolas-metralhadoras e metralhadoras. 
Gás

Este tipo de armas costumam ser na maioria, réplicas de pistolas, mas também existem alguns tipos de modelo semelhantes às pistolas-metralhadoras. As pistolas de GÁS funcionam com gás comprimido, que armazenam num depósito no interior ou exterior (segundo o modelo) da arma.
 
O funcionamento é semi-automático, disparando de 1 a 3 bolas de PVC por segundo como máximo. Sendo utilizadas este tipo de armas, como armas de apoio no jogo.

Mola

São as mais clássicas, quase todos os participantes e adeptos do airsoft de todo o mundo tem uma. São de funcionamento semi-automático, devido a que a cada disparo de bolas de PVC, se segue um movimento de carga do sistema de impulso. Neste grupo existem armas que emulam pistolas, fuzis, pistolas-metralhadoras, etc.

domingo, 15 de junho de 2008

Benchmarks, medindo sem erros

Existem vários programas dedicados a medir a performance de um componente isolado, o disco rígido por exemplo, ou o desempenho do microcomputador como um todo, neste caso simulando o trabalho de programas do dia a dia.
Porém, é muito fácil forjar resultados, fazendo parecer que um produto é muito melhor do que o do concorrente, mesmo sem distorcer os resultados obtidos pelo programa.
Em geral, um determinado componente, um processador por exemplo, mesmo que no geral seja um pouco mais lento do que o do concorrente, sempre se sairá melhor do que ele em algumas aplicações. Se for criado um programa de benchmark que privilegie estas operações que são executadas mais rápido, temos o milagre de fazer um equipamento inferior parecer mais rápido. 
No mundo capitalista, este tipo de estratégia, de divulgar as vantagens de um produto, ao mesmo tempo que se esconde seus defeitos, é muito usada em todos os sectores, não apenas no mundo da informática. Por isso que em geral não se deve dar tanta atenção aos benchmarks divulgados pelos próprios fabricantes. Muitos são honestos ao apresentar os resultados, mas outros não; sempre nos deixando com o pé atrás. 
Mesmo tratando-se de testes feitos por pessoas bem intencionadas, sem nenhum tipo de vínculo com os fabricantes, muitas vezes temos resultados errados, simplesmente por serem usados programas de benchmark inadequados ou ultrapassados. Por exemplo, utilizando o Norton System Info para DOS, que é um benchmark bem antigo, num Pentium IV 3.0GHz e num Intel Core 2 Duo 2.2Ghz, os resultados obtidos mostrarão o Pentium IV comum mais de duas vezes mais rápido do que o Core 2 Duo , quando na prática o Core 2 Duo é muito mais rápido. 
Existem programas que realmente conseguem mostrar resultados bastante precisos. A Ziff Davis por exemplo, desenvolve excelentes programas de benchmark para várias situações; para medir o desempenho dentro de aplicativos de escritório, para medir o desempenho em gráficos 3D, etc.
Os programas da Ziff Davis podem ser encontrados em http://www.ziffdavis.com 
A fim de medir correctamente a performance, é preciso executar testes relativamente demorados.
Esta é a principal diferença entre bons programas de benchmark e outros que mostram erros gritantes, justamente o tempo do teste. Enquanto no Business Winstone da Ziff Davis, o teste pode durar várias horas, no Wintune o teste dura poucos segundos. Em 99% dos casos, estes testes rápidos são imprecisos. 
Outro diferencial são as próprias configurações utilizadas para executar os testes. Para medir o ganho de desempenho obtido na troca de um processador por outro ou de uma placa de vídeo por outra, é preciso manter todos os demais componentes, drivers, mesma versão do sistema operativo, etc., mudando apenas o componente a ser testado. Caso contrário, outros componentes contaminarão os resultados, tornando o teste impreciso. A simples troca do driver da placa de vídeo entre os testes pode fazer um equipamento aparecer muito mais rápido ou lento que o outro.
Naturalmente, é necessária também uma boa dose de bom senso e de conhecimento do quanto cada componente utilizado influencia na performance de cada programa. Por exemplo, certa vez vi um teste feito por um site estrangeiro, que media a performance de vários processadores, aplicando um filtro do Adobe Photoshop, chamado Gaussian Blur. Os resultados mostravam um mero Celeron 450 quase 15% mais rápido do que um Pentium III de 600 MHz. Lógico que alguma coisa tinha saído errado no teste. Vendo as configurações, foi fácil perceber que as máquinas utilizadas no teste tinham apenas 64 MB de memória RAM, enquanto o filtro utilizava arquivos de imagem grandes, de 100 MB cada um. Como os microcomputadores não tinham memória suficiente, eram obrigados a utilizar memória virtual para armazenar parte dos arquivos de imagem, fazendo com que o desempenho do disco rígido contaminasse os resultados. No teste, o Celeron havia sido equipado com um disco rígido mais rápido.
Moral da história: não acredite em todos os números que ver por aí. Lembre-se dos comerciais de sabão em pó; nem sempre um produto é tão melhor que outro quanto parece; tudo depende das condições onde os testes são realizados. 
Tão importante quanto o programa de benchmark escolhido, são os conhecimentos da pessoa que executar o teste, que deve ser capaz de escolher uma configuração ideal, eliminando qualquer factor que possa contaminar os resultados.

sábado, 14 de junho de 2008

A revelação V

A POSITIVAÇÃO

Na positivação passaremos a imagem fixada no negativo para o papel, obtendo assim a fotografia final. Para isso projectamos a imagem do negativo sobre o papel fotográfico, sensível à luz, com a ajuda de um ampliador. Dado que o papel que utilizaremos é ortocromático (não é sensível a todos os comprimentos de onda de luz, somente a alguns), poderemos trabalhar iluminando o laboratório com uma luz de cor vermelho escuro (cor a que é insensível o papel ortocromático).

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Vamos tomar uma atitude para mudar esse estado de coisas?

Você precisa contribuir para segurar a água das chuvas. Para isso, pode manter a área verde com solo permeável, ou cobrir o solo somente com camadas de pedregulho, sem cimentar, ou construir uma cisterna para armazenar essa água, ou fazer um telhado verde na sua casa, ou fazer um poço de infiltração, para que essa água entre na terra, para que recarregue o lençol freático. Se alguém sugere que se faça canais para escoar a água mais rapidamente, não entendeu que essa água fará falta depois, porque precisamos dela para alimentar o lençol freático.


Entendeu? Agora percebe o quanto é co-responsável pelo clima, pelas enchentes e pela seca que o afectam, à sua família, à sua cidade e à sua região? O que poderia fazer na sua casa, no seu terreno, na sua rua, na sua empresa, na sua comunidade para segurar o máximo de água da chuva no seu prédio, no seu bairro, na sua cidade? E o que pode fazer para sensibilizar os familiares e os colegas da empresa, da comunidade para colaborar neste movimento contra as enchentes e a seca? Se tiver ideias ou já estiver fazendo algo, divulgue, discuta em sua comunidade. Não se omita! Seja actor neste palco da vida!
Retenção de água da chuva: em estradas, no campo com terraços, em cisternas (com água que vem do telhado).Retenção de água da chuva: em estradas, no campo com terraços, em cisternas (com água que vem do telhado).

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Duração e períodos dos acampamentos

Um programa anual de unidade contempla habitualmente acampamentos de curta duração (dois ou três dias) e um acampamento de duração mais prolongada, geralmente o acampamento de verão. Embora tanto adultos como jovens não tenham sempre a disponibilidade pretendida, é desejável que este acampamento prolongado dure, pelos menos, uma semana. É uma condição para que uma vida comunitária enriquecedora se possa organizar e que uma diversidade de actividades permita o crescimento e progresso de cada um. 
Como um acampamento faz parte integrante do programa da unidade, não deverá haver uma longa distância entre as actividades correntes e o acampamento. Um tempo de espera justifica-se quando, por exemplo, o acampamento de verão está marcado para Agosto, ou seja, várias semanas depois do fim do ano escolar. Se o acampamento tem mesmo que ser naquela altura, deverão prever-se reuniões entre o final das aulas e o acampamento, de forma a se manter um certo espírito e a garantir uma boa preparação do mesmo.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O que é o airsoft? III

O airsoft e um desporto dinâmico, que precisa de terrenos amplos, mas sem uma necessidade básica de infraestruturas concretas, porque um campo de batalha para airsoft, surge em qualquer lugar apto ao desenvolvimento do jogo. Se a aposta ocorre num bosque, o jogador de airsoft se adaptará a esse tipo de ambiente e como já se explicou anteriormente, usará elementos que lhe proporcionem vantagem ou facilidade para o desenvolvimento das suas estratégias e planos de jogo. Se o jogo se desenvolve num ambiente urbano, campo aberto, recintos fechados, etc., o jogador de airsoft continuará adaptando-se e envolvendo-se activamente para que o jogo seja atractivo e a simulação que se pretende, seja do nível de satisfação e exigência dos jogadores, que são os primeiros interessados nesse nível de simulação concreto. 
Para um correcto desenvolvimento de um jogo de airsoft, à parte do exotismo dos seus materiais, são necessárias outras condicionantes que devem estar perfeitamente executadas. A actividade em si, deve estar autorizada pela autoridade competente já que se trata de uma actividade de simulação, que fora do contexto em que se pratica, poderia resultar ofensiva. Outra questão muito importante é que o campo de jogo, conte com o consentimento do seu proprietário e que esteja perfeitamente sinalizada a actividade que se está realizando dentro, para evitar mal entendidos e situações desnecessárias. 
O airsoft como actividade lúdica, nasce em plena revolução industrial e social no Japão, na década dos anos 80. Esta actividade desportiva, teve logo grande aceitação entre adeptos de muitos países da Europa e da América do Norte. Com o passar dos anos e com o crescimento do número de adeptos e praticantes desta modalidade desportiva, foram criando-se clubes, associações e federações dedicadas à divulgação do airsoft como disciplina desportiva e recreativa. Em Portugal atinge o seu auge em 2006, existindo equipas, clubes e associações promotoras do desporto, trabalhando, divulgando e participando em eventos de nível local, regional, nacional e até internacional. Cada dia encontramos mais adeptos entre os jovens e adultos da sociedade portuguesa. 
Com carácter geral, realizam-se por todo o território português, eventos e concentrações de jogadores, equipas, clubes e associações. Estes eventos vão adquirindo paulatinamente, maior referência e os jogadores de airsoft mobilizam-se, aparecendo com cada vez maior número e interesse. 
Estes eventos de carácter supra-regional, aglutinam muitas vezes grupos de mais de 100 pessoas e as idades compreendidas oscilam entre a idade mínima para a prática que são os 18 anos e os 99. 
O grupo mais numeroso sem dúvida estará dentro do escalão etário dos 18 aos 30 anos. Entre os praticantes de airsoft, encontram-se pessoas de todos os estratos sociais e das mais diversas ocupações. São numerosos os jovens estudantes e também podemos encontrar agentes das forças de autoridade, militares, funcionários públicos, operários, empresários, etc. 
O airsoft é um desporto, sendo que não precisa mais do que entusiasmo e vontade de superar-se individualmente e sobretudo em equipa, respeitando o meio ambiente, o local onde se joga e acima de tudo não gerando resíduos, nem marcas, manchas ou odores, porque as bolas de PVC utilizadas muitas das vezes são biodegradáveis. 
A prática de airsoft, requer alguns elementos básicos de autoprotecção, dada a baixa perigosidade deste desporto, sómente se exigem uns óculos de protecção para os olhos, ficando ao bom critério de cada desportista o uso de outros elementos de protecção e segurança. Estes óculos de protecção para os olhos, devem ser capazes de suportar o embate de uma bola de PVC a uma distância inferior a 30cm e não se partir, nem sofrer qualquer alteração.

domingo, 8 de junho de 2008

O melhor custo-beneficio

Simplesmente comprar o melhor microcomputador que o dinheiro pode pagar, não é uma tarefa muito difícil, basta comprar os melhores e em geral mais caros componentes, encher de memória RAM e voilà. 
Porém, a não ser que seja algum milionário excêntrico, esta provavelmente não será uma boa ideia. Você já deve ter percebido que no mundo da informática as coisas evoluem muito rápido. A cada semana, novos componentes são lançados. Mas, prestando um pouco de atenção na ciranda dos preços, você vai perceber duas coisas: 
1 - Em geral os fabricantes lançam novos componentes com pequenos avanços sobre os anteriores, porém com um grande aumento de preço. No ramo dos processadores por exemplo, os novos modelos são sempre apenas 33 ou 50 MHz mais rápidos que os anteriores. Na família Pentium III, por exemplo, tivemos em menos de um ano, lançadas versões de 450, 500, 533, 550, 600, 650, 667, 700, 733, 750, 800 e 1000 MHz. Sempre que uma nova versão é lançada, as anteriores caem de preço e as muito antigas são retiradas do mercado. A diferença de preço entre a versão topo de linha e a anterior, que é em geral apenas 5 ou 6% mais lenta, pode chegar a quase 50% e a diferença entre a versão mas rápida e a versão mais lenta encontrada à venda (que em geral tem um desempenho apenas 35 ou 50% menor) pode ser de mais de 10 vezes! Por exemplo, logo que o Pentium III de 1 GHz foi lançado, custava nos EUA, quase 1.000 dólares. Na mesma época, as mesmas lojas (nos EUA), vendiam um Celeron de 500 MHz por cerca de apenas 50 dólares! Em Portugal os preços claro são um pouco mais altos, mas a proporção é a mesma. 
Vendo isso, logo perceberá que simplesmente não vale à pena comprar o processador mais rápido, mas sim pagar 3 ou 4 vezes menos por um processador apenas um pouco mais lento.
Em outras áreas, como no ramo de placas de vídeo 3D, a diferença não é tão gritante assim, mas as placas topo de linha em geral custam 2 vezes mais do que as versões anteriores, sendo em geral 25 ou 30% mais rápidas. No caso da memória RAM, não existe uma grande evolução em termos de velocidade, porém muitas vezes é preciso trocar os módulos de memória ao actualizar um sistema antigo. No caso do disco rígido, o factor mais importante é a capacidade, mas o desempenho também é fundamental. Muitas vezes um disco rígido menor é muito mais rápido do que um de maior capacidade. No capítulo sobre discos rígidos encontrará uma tabela comparativa entre os principais discos rígidos à venda.
 
2 - Nos últimos anos, os equipamentos evoluíram muito mais rapidamente do que os requisitos dos programas. Ao contrário do que tínhamos a alguns anos atrás, um microcomputador de há dois anos atrás, completamente ultrapassado pelos padrões actuais, pode utilizar com desenvoltura quase todos os aplicativos mais actuais. A menos que trabalhe em uma área muito crítica em termos de desempenho, como edição de vídeo por exemplo, muitas vezes sequer notará muita diferença entre o desempenho de um microcomputador topo de linha e um equipamento um pouco mais antigo, desde claro, que ambos estejam correctamente configurados. 
Actualmente, temos apenas dois tipos de aplicativos que realmente utilizam todo o poder de processamento de um microcomputador topo de linha: aplicativos profissionais de renderização de imagens e edição de vídeo e os jogos mais actuais. Isso não significa que estes aplicativos não funcionem ou fiquem muito lentos em um microcomputador um pouco ultrapassado, mas que ficam mais rápidos, ou com mais detalhes (no caso dos jogos) num microcomputador topo de linha. Se vale à penas gastar duas vezes mais num microcomputador topo de linha para ter apenas um pouco mais de desempenho aí já é consigo, mas na minha opinião realmente não vale à pena, a menos que realmente trabalhe com este tipo de aplicativo, o que é raro. 
Em aplicações mais leves, como processamento de textos, acesso à Internet, jogos um pouco mais antigos (lançados a mais de 18 meses) e mesmo programas gráficos (com excepção apenas de filtros e operações mais demoradas) a diferença para o utilizador é mínima. Não se iluda muito com os resultados mostrados nos benchmarks; qual seria a diferença, para você, se uma imagem demorasse 2.5 segundos ao invés de apenas 1.5 segundos para ser aberta no Photoshop, ou se o Word demorasse 0.5 segundo ao invés de apenas 0.35 segundo para abrir uma nova janela? Para alguém que trabalha editando imagens e aplicando filtros e efeitos que muitas vezes demoram horas para serem processados, talvez um ganho de 10 ou 15% de desempenho resultasse em um grande ganho de produtividade, mas será que este é o seu caso?
Além de saber escolher os componentes com relação à qualidade, preocupe-se em se perguntar “será que realmente vou precisar de tudo isso” quando for comprar um novo microcomputador. Claro que não vale à pena comprar um equipamento muito ultrapassado, mas também não vale a pena comprar um topo de linha. O ponto ideal está em algum lugar destes dois extremos.

sábado, 7 de junho de 2008

A revelação IV

LAVAGEM

A lavagem tem por fim eliminar os compostos químicos utilizados nos passos anteriores. Lavaremos os negativos com água da torneira (a uns 20 graus) durante pelo menos 20 minutos. renovando constantemente a água. É muito importante lavar bem os negativos, já que restos do fixador na película farão com que esta se degrade com o passar dos anos, destruindo-se a imagem fixada.
 
HUMIDIFICAÇÃO

O humidificador é um sabão suave cuja única missão é eliminar a tensão superficial da água, evitando assim que se formem gotas. Depois da lavagem submergiremos o negativo em água com umas gotas de humidificador, evitando assim que se formem gotas na superfície da película, que ao secar produziriam manchas no nosso negativo.
 
SECAGEM

Depois de lavar e humidificar o negativo devemos secá-lo. Isto podemos fazê-lo simplesmente pendurando-o e deixando-o secar no ar, ou utilizando uma secadora.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

As leis do mercado

Que as leis do mercado condicionam a vida no dia a dia de todos nós é uma realidade inquestionável...

Hoje conto-lhes um exemplo inacreditável que me sucedeu.
 
Sou proprietário de um Volkswagen Polo já com 14 anos, que no ano transacto, fruto da minha inabilidade, foi vitima de um acidente de viação, aproximando-se a data de ser presente à inspecção auto, urgia a sua reparação. Recorri a uma oficina de mecânico que me indicou que recorresse a uma oficina de bate-chapas porque era essa a área das reparações necessárias na viatura.

Porque as planícies alentejanas se tornam demasiado grandes para deslocações pedonais, vi-me forçado a seguir as indicações recebidas. Consultei uma oficina de bate-chapas no Bairro da Liberdade, em Grândola, que orçou a reparação em 1.375,00€... Em pânico perante um custo que ultrapassava o do valor da aquisição da viatura em 2002 comecei a pensar seriamente em mandar abater a viatura! 
Passados uns dias sou chamado pelo responsável da oficina que me diz ter conseguido encontrar peças mais baratas e por conseguinte me poderia reparar o carro por 900,00€. O valor continuava a ser ilogicamente elevado para mim e por conseguinte a viatura continuou sem ser reparada. 
Aproximando-se a data da inspecção urgia tomar uma decisão, desloquei-me a Setúbal e junto da SVP Auto e da Machete & Machete, tratei de obter preços das peças cuja substituição se impunha. 
Fiquei surpreso, resolvi pensar um dia ou dois para ter a certeza de que não estaria a precipitar-me, mas hoje decidi que era tempo de actuar e fui às compras! 
Resultado? Adquiri todas as peças por 104,57€...

Se eu que sou um consumidor final consegui adquirir as peças por este valor, uma empresa deste sector certamente as adquirirá por um valor muito inferior!

Resta-me concluir que neste mercado a montagem de peças que efectuarei pelas minhas próprias mãos, tem um custo de 900%!!!!!!!!!!!