quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Nós e amarras XXVI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


FALCASSA DE VELEIRO
Como o próprio nome diz, é usada em marinharia e proporciona grande firmeza e bom acabamento aos cabos.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Columba livia, Pombo-das-rochas

Taxonomia
Aves, Columbiformes, Columbidae.

Tipo de ocorrência
Continente: Residente.
Açores: Residente.
Madeira: Residente.
Classificação
Continente: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação suficiente para avaliar o risco de extinção. Com efeito não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho da população e tendências de declínio.
Açores: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação suficiente para avaliar o risco de extinção. Com efeito não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho da população e tendências de declínio.
Madeira: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação adequada para avaliar o risco de extinção. Com efeito, não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho da população e tendências de declínio.

Distribuição
A distribuição mundial original desta espécie é difícil de determinar pela sua longa história de domesticação e pelas populações ferais assim criadas. Considerando a forma feral e a selvagem, actualmente a espécie apresenta uma distribuição vasta que inclui todos os continentes com excepção da Antártida. As populações selvagens ocorrem numa área bastante mais reduzida, estando praticamente ausentes nas Américas do Sul e do Norte, na parte sul de África, no Norte da Europa e da Ásia e em toda a Austrália (Gibbs et al. 2001).

No Continente a espécie tem uma distribuição bastante alargada, não sendo no entanto conhecida com precisão a distribuição das populações selvagens. A costa sudoeste e os vales superiores do Tejo e Douro são referidas como contendo núcleos populacionais selvagens ou pelo menos com mais características da população original (Rufino 1989), não se conhecendo bem a situação actual.

Nos Açores a espécie nidifica em todas as ilhas do arquipélago (Bannerman & Bannerman, 1966), desconhecendo-se a distribuição da população.

No Arquipélago da Madeira ocorre na Ilha do mesmo nome e no Porto Santo; nidifica esporadicamente nas Desertas e indivíduos domésticos surgem frequentemente nas Selvagens. A distribuição dos indivíduos ferais inclui praticamente toda a área das ilhas onde nidifica, não existindo dados relativamente à existência ou não de indivíduos puros.

População
Desconhece-se o tamanho da população selvagem, em qualquer uma das três regiões.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente, dado que o estatuto das populações selvagens pode ser obscurecido pela confusão com as aves ferais (BirdLife International 2004). Em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004), sendo no entanto referido que as populações selvagens se encontrem em declínio (Farfán & Vargas 2003).

Habitat
No Continente, a população selvagem nidifica em buracos em escarpas dos vales alcantilados e das falésias costeiras (Rufino 1989).

Nos Açores, os hábitos de nidificação do pombo-da-rocha não diferem muito da espécie nominal, ocupando as falésias rochosas ao longo da costa das ilhas (Bannerman & Bannerman 1966).

Na Madeira as populações ferais ocorrem ao longo de toda a Ilha, nidificando desde as falésias costeiras até às mais altas zonas escarpadas do interior da mesma. No Porto Santo está também presente em habitats semelhantes.

Factores de Ameaça
A hibridação com pombos domésticos e a caça excessiva constituem as  principais ameaças para as populações selvagens deste pombo.

Medidas de Conservação
Esta espécie cinegética encontra-se protegida por legislação nacional e internacional no âmbito das normas gerais de protecção das aves e dos seus habitats, não tendo sido alvo de acções específicas de conservação.

As prioridades de conservação incluem a clarificação do estatuto taxonómico da população de pombo-da-rocha e a obtenção de dados sobre a sua distribuição e abundância a nível regional.

Notas
Nos Açores e na Madeira ocorre a subespécie atlantis.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

RWC Water Transfer G&P M14 DMR - Digital Woodland

Marca RedWolf Custom
Código do Produto RWC-AEG052-DW
Hop-Up Ajustável
Peso 4,720 kgs
Comprimento 1,150 m
Capacidade 160 bb's
Potência 380 fps
Motor M120 DMR High Speed
Tamanho da Bateria 8.4v tipo pequeno
Modo de Tiro semi-automático
Baseada na incrível G&P M14 DMR, a RedWolf Airsoft adicionou alguns cosmeticos a esta beleza e transformou-a numa das melhores M14 camufladas de sempre.
Digital Woodland não é nehum novato no airsoft. Com um padrão compoto de pequenos pixels rectangulares de woodland, esta camouflagem borra o corpo da arma para o tornar mais imerso no ambiente, dando-lhe uma grande capacidade de esconder.


A arma é uma G&P M14 DMR. DMR significa Designated Marksman Rifle, é uma versão modificada da M14 com precisão e alcance melhorados. Como arma de longo alcance, ela bate a M40 devido ao seu modo semi-automático; e bate também a sua irmã M16A4, porque recebe munições 7.62 (com melhor precisão a longas distâncias). Assim, apesar da velhinha M14 ter sido desactivada em 1970, a DMR M14 continua em serviço no USMC. A DMR tem um cano, coronha, e punho diferentes da M14 básica, pode também utilizar bipés e miras telescópicas.


Assim a prolifíca G&P volta de novo, com a útlima beleza G&P M14 DMR:


Construída em: Metal & ABS
Comprimento do cano interno: 500mm
Gearbox: M14 7mm Bearing Gearbox
Motor: G&P M120 DMR High Speed Motor
Bateria: Aconselhável o uso de baterias 7.2v ou 8.4v ou GP784A (nenhuma bateria incluída)


in


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Como… Captar vídeo HD com a sua reflex VIII

Só é possível captar vídeo com orientação horizontal (formato de paisagem)?

Não é possível captar vídeo em orientação vertical (formato de retrato), uma vez que os televisores e monitores, em geral, onde os vídeos serão exibidos têm uma orientação horizontal. Para além disso, se estiver a usar um formato HD, tem de enquadrar a cena de forma a tirar partido da proporção de 16:9, que é mais larga do que a habitualmente usada nas fotografias.
 
A vantagem do vídeo é que não tem de mostrar toda a cena numa só imagem, uma vez que pode jogar com uma série de planos. Combine planos afastados, que dão uma visão geral da cena, com vários planos fechados que destaquem pormenores. Quando filmar pessoas, assegure-se de que a maioria dos planos capta a pessoa da cintura para cima, mas faça também planos aproximados de cabeça e ombros, ou até apenas do rosto, para tornar a cena mais cativante. Quanto maior a variedade de planos captados, mais fácil será obter um resultado interessante na edição.
 
Para apreender melhor a linguagem cinematográfica, veja filmes com um bloco notas e um cronómetro. Avalie a forma como são organizados os planos afastados e aproximados e quanto tempo duram. Ficará espantado com a quantidade de planos exibidos por minuto.

in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Placas mãe - Barramentos VII

Plug-and-Play
Traduzindo ao pé da letra, Plug-and-Play significa “conecte e use”. O objectivo deste padrão é fazer com que o computador seja capaz de reconhecer e configurar automaticamente qualquer periférico instalado, reduzindo o trabalho do utilizador a praticamente apenas encaixar o novo componente.

Apesar de ser uma ideia antiga, (para se ter uma ideia, o MCA lançado em 87 já possuía suporte a PnP) somente há poucos anos atrás o PnP tornou-se popular. A dificuldade é que além de um barramento compatível, é necessário suporte também por parte do BIOS, do sistema operativo e também por parte do periférico para que tudo funcione.

Tudo começa durante a inicialização do computador. O BIOS envia um sinal de interrogação para todos os periféricos instalados no computador. Um periférico PnP é capaz de responder a este sinal, permitindo ao BIOS reconhecer os periféricos PnP instalados.

O passo seguinte é criar uma tabela com todas as interrupções disponíveis e atribuir cada uma a um dispositivo. O sistema operativo entra em cena logo de seguida, devendo ser capaz de trabalhar cooperativamente com o BIOS, recebendo as informações sobre a configuração do sistema e fornecendo todo o software de baixo nível (na forma de drivers de dispositivo) necessário para que os dispositivos possam ser utilizados pelos programas.

As informações sobre a configuração actual da distribuição dos recursos entre os periféricos é gravada em uma área do CMOS chamada de ESCD. Tanto o BIOS (durante o POST) quanto o sistema operativo (durante a inicialização), lêem esta lista, e caso não haja nenhuma mudança no Hardware instalado, mantém suas configurações. Isto permite que o sistema operativo (desde que seja compatível com o PnP) possa alterar as configurações caso necessário. No Windows 95/98, o próprio utilizador pode alterar livremente as configurações do sistema através do gerenciador de dispositivos, encontrado no ícone sistema, dentro do painel de controle.

Actualmente, apenas o Windows 95, 98, 2000, XP, 7 e 8, são compatíveis com o Plug-and-Play. Alguns sistemas, como o Windows NT 4 e algumas versões do Linux oferecem uma compatibilidade limitada, enquanto sistemas antigos, como o Windows 3.x não oferecem suporte algum.

Problemas com o Plug-and-Play
A maneira como o Plug-and-Play foi implementado nos computadores PC's, permite (pelo menos em teoria), que ele funcione bem. O problema é que nem todos os periféricos usados actualmente são compatíveis com o PnP (placas de som e modems mais antigos por exemplo), enquanto outros são apenas parcialmente compatíveis (muitas placas de som e modems actuais, portas seriais e paralelas, entre outros). Estes periféricos são chamados de “Legacy ISA”.

Como o BIOS não possui recursos para identificar quais recursos estão sendo ocupados por este tipo de periférico, é bem possível que atribua os mesmos valores para outros dispositivos PnP, causando conflitos.

Para evitar este problema, é preciso reservar manualmente os endereços de IRQ e DMA ocupados por periféricos ISA de legado através da sessão “PNP/PCI Setup” do CMOS Setup. Se, por exemplo, você tiver uma placa de som não PnP, que esteja configurada para utilizar o IRQ 5 e os canais de DMA 1 e 5, você deverá reservar estes três canais, para que o BIOS não os atribua a nenhum outro periférico.

Na foto ao lado temos a sessão “PnP/PCI” do Setup de uma placa mãe com BIOS Award. Veja que cada endereço de IRQ pode ser configurado separadamente.

A opção default é não reservar os endereços, deixando-os livres para o uso de qualquer dispositivo PnP; para reservar um endereço, basta alterar a opção.
PnP PCI Setup
O Windows 95/98/2000 possui algumas rotinas que permitem identificar estes periféricos antigos de maneira indirecta, configurando-os e salvando as configurações no ESCD. Esta verificação é feita durante a instalação e através do utilitário “Adicionar novo Hardware”. Apesar de não ser infalível, este recurso permite diminuir bastante os conflitos gerados por periféricos antigos.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Quando se faz a justiça perder tempo


É uma queixa comum em inúmeros meios, a lentidão da justiça em Portugal...

Culpam-se os juízes, os advogados, a falta de equipamento adequado, a falta de verbas, etc etc etc

Mas por vezes o problema está fora do próprio sistema judicial! Eu próprio acabei de viver um episódio demonstrativo desse facto.


Em 04 de Maio de 2011, decidi proceder à queima dos ramos resultantes da poda das oliveiras em 2010 e 2011, que eram abundantes, porquanto a quando da poda efectuada em 2010, as mesmas não eram podadas à largos anos e por conseguinte muitos dos ramos podados tinham dimensões acima do habitual.

Estando os ramos amontoados em vários espaços do quintal, optei por começar a queima pelo amontoado mais distante. Infelizmente, a meio da queima desse amontoado, o vento ganhou alguma energia e as chamas começaram a propagar-se ao pasto em redor e apesar dos meus infrutíferos esforços o fogo ganhava cada vez mais terreno. A opção mais do que óbvia foi pedir socorro aos Bombeiros Voluntários de Grândola, que como é determinado nestas situações alertaram de imediato a Guarda Nacional Republicana.

Em escassos minutos os Bombeiros dominaram e extinguiram o fogo. No entanto de acordo com o determinado na lei a GNR elaborou os autos competentes que remeteu como é determinado ao Município de Grândola.


Em 18 de Maio de 2011 recebo um oficio do Munícipio de Grândola onde afirmam o seguinte:

"No local a G.N.R. verificou que o incêndio teve origem numa queima de sobrantes da poda de umas oliveiras ali existentes, que degenerou numa queimada em extensão, visto que existia muito pasto na zona envolvente e também pela acção do vento que se fazia sentir no momento, sem que V. Exa. tivesse licença, para o efeito."

Dizem mais: "a realização de queimadas só é permitida após licenciamento na respectiva câmara municipal..."

Não se ficam por aqui: "...poderá V. Ex.ª proceder ao pagamento voluntário da coima, em qualquer altura do processo, mas sempre antes da decisão, a qual será liquidada pelo mínimo de 500€ a que acresce o montante de 51,00€ referente a custas do processo..."

De imediato fiz uma exposição ao Presidente da Câmara Municipal...

No dia 24 de Maio de 2011 recebo novo ofício do Munícipio de Grândola onde me dizem que: «onde se lê: "...a qual será liquidada pelo mínimo de 500€ a que acresce o montante de 51,00€ referente a custas do processo..." deverá ler-se: "...a qual será liquidada pelo mínimo de 140€ a que acresce o montante de 51,00€ referente a custas do processo..."»

Continuando a discordar, aguardei a decisão final, que recebi por ofício em 31 de Agosto de 2012, assinado pelo vereador do pelouro, Aníbal Cordeiro: "determino: d) A aplicação à arguida de uma coima pelo mínimo, no valor de 140,00€; ... f) A fixação das custas do processo nos termos... no valor de 51,00€..."

Apesar de saber que não mudei de sexo, nem faço a mínima intenção de mudar, recorri novamente apenas pelo facto de não concordar com a contra-ordenação, volto a receber novo ofício em 07 de Setembro de 2012 onde me dizem: "... o requerimento e documentos apresentados por V. Ex.ª no dia 03 de Setembro de 2012 não substitui a formalidade prevista..." e "...o recurso é feito por escrito e apresentando à autoridade administrativa que aplicou a coima, devendo do mesmo constar alegações e conclusões."

Como diz a voz do povo, 'albarda-se o burro á voz do dono'... E lá apresentei novo recurso onde no ponto 1. da secção 'Factos' digo: "Na tarde de 04 de Maio de 2011, quando procedia à queima de alguns ramos de oliveiras no quintal da casa onde reside, ramos esses originários da poda das oliveiras existentes no mesmo quintal, o requerente perdeu o controlo do fogo, em virtude do facto de o pouco vento que existia o ter propagado ao pasto existente;".

Mesmo assim entendeu o Munícipio de Grândola remeter o processo para o Ministério Público, tendo sido notificado, em 16 de Janeiro de 2013, pelo Juízo de Instância Criminal de Grândola da Comarca do Alentejo Litoral, de que teria de comparecer no mesmo no dia 21 de Fevereiro de 2013 para ser ouvido em audiência de julgamento.


E assim, hoje decorreu a audiência, com a presença de uma Dra. Juiz, de uma Dra. Delegada do Ministério Público, de uma Oficial de Justiça, do militar da GNR que elaborou o auto e da minha pessoa. Para quê? Para no fim ser decretada a minha absolvição porque a realização de uma queima não exige qualquer licença conforme estipulado pelo Decreto-Lei nº 124/2006, de 28 de Junho, sendo atribuídas ao Munícipio de Grândola as custas do processo.

Resta perguntar porque razão o Munícipio de Grândola insistiu em atribuir-me a realização de uma queimada e punir-me pela falta de licença para a mesma, quando o próprio auto da GNR é claro: "...o incêndio teve origem numa queima de sobrantes da poda de umas oliveiras ali existentes, que degenerou numa queimada em extensão..." eu não precisava de uma licença para realizar uma queima e obviamente não podia supor que a força do vento iria subir o suficiente para perder o controle dessa queima!






Assim aumentou-se desnecessariamente os custos do Munícipio, colocou-se mais um entrave no sistema judicial (a título de exemplo, á hora que terminou o julgamento deste caso seria suposto iniciar-se o segundo julgamento depois desse, que certamente terá ocorrido muito mais tarde do que estava previsto, com óbvios prejuízos para todos os envolvidos nesse julgamento e para o que terá decorrido de imediato e supostamente deveria ter ocorrido 30 minutos antes...




quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Nós e amarras XXV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


FALCASSA COM AGULHA
De execução um tanto complexa, dá um ótimo acabamento ao conjunto.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Rhinolophus mehelyi, Morcego-de-ferradura-mourisco

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Rhinolophidae.

Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR (B2ab(ii,iii,iv,v))
Fundamentação: A espécie tem uma área de ocupação reduzida (inferior a 10 km2) e fragmentação elevada; admite-se um declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do habitat, do número de subpopulações e do número de indivíduos maduros.

Distribuição
A espécie distribui-se desde o Sul da Europa e o Norte de África, até à Transcaucásia e ao Irão Ocidental através da Ásia Menor (Rodrigues & Palmeirim 1999). Na Europa a espécie está restrita a regiões de clima mediterrânico.

Em Portugal, ocorre nas grutas e minas do Centro e do Sul de Portugal, estando circunscrita às poucas zonas com abrigos apropriados (Palmeirim et al. 1999).

População
A população nacional desta espécie é constituída por poucos milhares de indivíduos. Tanto durante a época de criação como na de hibernação, estão agrupados em menos de uma dezena de colónias. As maiores subpopulações são constituídas por poucas centenas de indivíduos.

Verifica-se uma regressão populacional na Europa que está a reduzir a espécie a núcleos descontínuos (Palmeirim et al. 1999) encontrando-se praticamente extinta em França (Stebbings 1988). Em Portugal está também a declinar de forma preocupante (Rodrigues et al. 2003).

Habitat
Abriga-se unicamente em grutas e minas de grandes e médias dimensões (Palmeirim et al. 1999). O seu comportamento e habitat de caça são desconhecidos.

Factores de Ameaça
O reduzido efectivo da espécie, associado à baixa fertilidade característica dos morcegos, torna esta espécie particularmente frágil. Também o carácter fortemente colonial desta espécie, que se concentra num número reduzido de locais, aumenta a sua vulnerabilidade.

As principais ameaças parecem ser a degradação do habitat por acção do Homem quer através da destruição e perturbação de abrigos quer pela alteração de áreas de alimentação e uso de pesticidas.

Sendo uma espécie de voo baixo, encontra-se particularmente sujeita a mortalidade por atropelamento.

Medidas de Conservação
Recomenda-se a elaboração e implementação de um Plano de Acção para a conservação desta espécie, que compreenda a protecção legal dos abrigos e o encerramento das suas entradas nas épocas críticas do ano, bem como a gestão do habitat nas áreas envolventes aos seus principais abrigos, medidas para a racionalização do uso de pesticidas e a continuação do programa de monitorização das suas populações. Deverão também ser realizadas acções de sensibilização de modo a diminuir a perturbação resultante da presença humana em cavidades subterrâneas.

Sendo uma espécie pouco conhecida no nosso país, a definição de medidas de conservação requer a urgente realização de estudos para um melhor conhecimento da distribuição, do efectivo e das tendências populacionais e identificação das causas do declínio.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

G&P Magpul Battle Rifle AEG - BK


Marca G&P
Código do Produto GP-AEG056BK
Hop-Up Ajustável
Peso 3,298 grs
Comprimento 800 mm
Capacidade 120 bb's
Potência 350 fps
Motor m120
Tamanho da Bateria 7.4v lipo
Modo de tiro Semi-automático, Automático

Mais do que apenas outra m4, é uma espingarda de batalha com muitas peças da Mapgul PTS instaladas. Coronha UBR, AFG2, punho moe, corpo e carregador Magpul.

Utilizando peças populares da Magpul e receptor totalmente em metal, isto é o que muitas M4 armalites aspiram ser quando crescerem. Uma AR totalmente magpulized com um recuperador inferior de Magpul  e todo o equipamento original da Magpul que serve nela

Internamente não precisa de tocar nela dado que é completa com as peças de alta qualidade da G&P. Ela funciona excelentemente à saída da caixa com um ritmo de tiro decente mesmo com uma bateria lipo de 7.4v.


in