segunda-feira, 15 de julho de 2013

Magpul PTS Masada Streamline Version - BK


Marca: Magpul PTS
Código do Produto: PT607680307
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,670 kg
Comprimento: 830 mm
Capacidade: 120 bb's
Potência: 370 fps
Tamanho da Bateria: 7.4 lipo tamiya
Modo de Tiro: semi-automático, automático

A PTS Masada Streamline Version (SV) é AEG (Automatic Electric Gun) de airsoft que é baseada no desenho Magpul® Masada GEN 3, completamente reproduzido em todos os detalhes.

A Streamline Version (SV) é o modelo económico da PTS Masada. Várias mudanças foram feitas à versão de airsoft da Masada mantendo no entanto algumas características marcantes incluindo um sistema de operação gás-pistão, sistema de mudança de cano sem ferramentas, compatibilidade de calibre e carregador rapidamente reconfigurável, tipo de coronha e configuração do controle de fogo.

A mira frontal e a mira traseira em metal PTS MBUS foram omitidas e o PTS PMAG Mid-cap
120 munições foi substituído por um PMAG em plástico ABS 75 munições. Estas mudanças permitem à PTS trazer para o mercado uma versão da Airsoft Masada de alta qualidade, mas com preços mais competitivos.

-
Gear box Enhanced Version III type AEG.
- Sistema de mudança rápida do cano sem ferramentas.
- Receptor superior em CNC maquinado de liga de alumínio.
- Montado no topo do receptor está um rail M1913 de 37 slots para montar ópticas.
- Receptor inferior em polímero.
- Controles totalmente ambidextros incluem o selector de fogo, libertador do carregador e libertador do ferrolho/retentor do ferrolho atrás.
- Pontos de montagem de rails opcionais estão integrados nas versões curtas e longas do fuste em polímero nas posições 3, 6 e 9 horas.
- A coronha fixa multi-ajustável pode ser facilmente trocada para adaptar aos requisitos da missão.
- Cano de carabina com 14,5" de comprimento.


in

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Nós e amarras XXXVI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


Ancoragens

 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Emberiza citrinella, Escrevedeira-amarela

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Emberizidae.

Tipo de ocorrência
Residente.

Classificação
VULNERÁVEL - VU  (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (entre 500 e 1.200 indivíduos maturos).

Distribuição
Distribui-se de forma contínua pelas regiões temperadas e boreal do Paleártico Ocidental, atingindo zonas montanhosas na região Mediterrânica (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, a espécie ocorre quase exclusivamente no Alto Minho, em particular no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

População
A população nacional foi estimada como contendo 500-1.200 indivíduos. No Parque Nacional da Peneda-Gerês, principal área de ocorrência da espécie, a população foi estimada em 250 a 350 casais (Pimenta & Santarém 1996). No decorrer dos trabalhos do Novo Atlas (ICN dados não publicados), a espécie foi ainda detectada fora deste Parque, numa área geográfica praticamente equivalente, ou mesmo superior, à da ocorrência no interior da área protegida. Desta forma, assumiu-se que poderia haver no máximo 250 casais fora da Peneda-Gerês.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
Mosaico de áreas de cultivo, e.g. centeio, associadas a matos, lameiros, bosquetes e sebes (Rufino 1989, Pimenta & Santarém 1996).

Factores de Ameaça
Abandono das actividades agrícola e pastoril extensivas.

Medidas de Conservação
Promoção da agricultura tradicional de forma a permitir a conservação do mosaico paisagístico, particularmente na região do Planalto da Mourela. Esta medida contribuirá também para a conservação de outras espécies com estatuto de conservação desfavorável (Lanius collurio e Sylvia borin).

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Maruzen Walther PPK/S - Black Metal Finish Version

Marca: Maruzen
Código do Produto: MRZ-166415
Hop-Up: Fixo
Peso: 385 grs
Capacidade: 22 bb's
Potência Aproximada: 220 fps
Fonte de Energia: HFC134
Blowback: Sim
Modo de Tiro: semi-automático

A Maruzen produziu esta nova "Black metal version", que parece mais realística do que nunca. Tudo é igual aos modelos anteriores, excepto que o acabamento é diferente. Esta edição especial da PPK/S tem gravações especiais a laser e as marcas do aniversário na culatra e carregador. Oficialmente licenciada pela Walther.

A PPK/s é uma excelente mas muito ocultável arma com um carregador de coluna simples com cano fixo/haste de guia da mola.

Excelente para coleccionadores ou candidatos a agentes secretos tipo James Bond.

A PPK/S era uma revisão real em aço da pistola original PPK para ultrapassar as restrições de importação americanas em 1968. Quer dizer, a diferença é apenas mínima, assim se olhar para uma pistola da era da II Guerra Mundial usada pelos pilotos da Luftwaffe ou apenas precisar de algo pequeno como o James Bond a opção da Maruzen oferece-lhe uma pistola de Airsoft 6mm gás blowback totalmente funcional.

Como arma da Maruzen ela utiliza HFC134a/gás Duster (qualquer um com maior pressão irá danificar a arma imprevisivelmente). Usando BB's de 0.2g ela regista uns modestos 220 FPS que tem o beneficio de a tornar numa excelente arma de back-up de emergência para uso a curta distância. A 220 FPS é mais do que utilizável em curtas distâncias do que armas mais potentes, e o HFC é mais simpático para o nariz do que o Green/Propane. O carregador compacto armazena em dupla fila bb's com uma capacidade de 22 munições, o que é muito decente para uma arma tão pequena.

Tem uma culatra e armação em plástico mas mantém um peso decente para uma pistola daquele tamanho na mesma.

Apesar disso, esta é uma pistola de colecção para qualquer sério fã do Bond. O acabamento é espectacular à vista. As fotos realmente não lhe fazem justiça.

A Maruzen não constroi a PPK todos os anos por isso compre-a enquanto está disponível. O tempo de espera entre ciclos de produção é normalmente pelo menos um ano, e os preços sobem todas as vezes!


in

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pedido de interrupção (IRQ)

Começando do básico, os endereços de IRQ são interrupções de hardware, canais que os dispositivos podem utilizar para chamar a atenção do processador. Apesar de podermos utilizar muitos programas ao mesmo tempo, os processadores são capazes de fazer apenas uma coisa de cada vez. A multitarefa surge de um chaveamento muito rápido entre as aplicações abertas, dando a impressão de que todas realmente estão sendo executadas ao mesmo tempo.

Mas, o que fazer quando o processador está ocupado, processando qualquer coisa e você digita um carácter do teclado, o modem precisa transmitir dados para o processador, ou qualquer coisa do género? É neste ponto que entram os endereços de IRQ. Ao ser avisado através de qualquer um destes canais, o processador imediatamente pára qualquer coisa que esteja fazendo e dá atenção ao dispositivo, voltando ao trabalho logo depois.

Se não fossem pelos endereços de IRQ, o processador não seria capaz de ler as teclas digitadas no teclado, nem os clicks do rato, a sua conexão pararia toda vez que abrisse qualquer programa e assim por diante. Se você está sentado na cadeira agora, lendo este texto é graças a eles.

A má notícia é que um mesmo IRQ não pode ser compartilhado entre dois dispositivos e existem apenas 16 endereços disponíveis, que não podem ser expandidos, ou seja, temos que nos desenrascar com o que temos. (actualmente muitas placas PCI podem compartilhar o mesmo IRQ, mas na verdade apenas um dispositivo, o controlador PCI usa uma canal de interrupção, como veremos com detalhes mais adiante).

Mas, veja pelo lado bom, poderia ser pior e na verdade já foi mesmo. Lembra-se do XT? Aquele dinossauro de 16 bits que foi o avô de todos os PCs modernos? Ele tinha apenas 8 endereços de IRQ, numerados de 0 a 7. A explicação é simples, o XT usava o processador 8088, que apesar de ser internamente um processador de 16 bits, usava um barramento de apenas 8 bits para comunicar com os periféricos. Com isto, tinha apenas 8 IRQs.

Num XT, os 8 endereços disponíveis ficavam geralmente configurados da seguinte forma:

0 - Sinal de clock da placa mãe
1 - Teclado
2 - Livre
3 - COM 2
4 - COM 1
5 - Disco Rígido
6 - Drive de disquetes
7 - Porta paralela
 
O número do endereço de IRQ indica também a sua prioridade, começando do 0 que é o que tem a prioridade mais alta. Não é à toa que o IRQ 0 é ocupado pelo sinal de clock da placa mãe, pois é ele quem sincroniza o trabalho de todos os componentes, inclusive do processador. Logo depois vem o teclado, que ocupa o IRQ 1. Veja que o teclado é o dispositivo com um nível de prioridade mais alto, para evitar que as teclas digitadas se percam. Isso pode parecer desnecessário, já que um processador actual processa mil milhões de operações por segundo e dificilmente alguém digita mais do que 300 ou talvez 400 teclas por minuto, mas, na época do XT, as coisas não eram assim tão rápidas.

Em seguida vêm os demais periféricos, como as portas de série e a drive de disquetes. A IRQ2 ficava livre para a instalação de um periférico qualquer. Na verdade, na maioria das vezes o 5 também ficava livre, pois os discos rígidos não eram algo muito comum naquela época. Aliás, nem o rato usavam...

A partir do 286, houve uma evolução neste esquema, pois finalmente os PCs passaram a ter 16 endereços de IRQ, numerados de 0 a 15, como nos dias de hoje. Como quase todas as evoluções na família PC, foi preciso manter compatibilidade com o padrão anterior, para que as placas para XT pudessem funcionar nos PCs 286 em diante.

Assim, resolveram manter o controlador de IRQs original para que tudo continuasse funcionando da mesma maneira que antes e simplesmente adicionar um segundo controlador para obter os 8 novos endereços. Este segundo controlador passou a ser ligado no IRQ 2, que costumava ficar livre. 

Todos os pedidos de interrupção dos periféricos ligados aos endereços entre 8 e 15, controlados pelo segundo controlador, passam primeiro pelo IRQ 2, para só depois chegar ao processador. Isto é chamado de cascateamento de IRQs.

Dá para notar duas coisas neste esquema. Em primeiro lugar que o IRQ 2 não pode mais ser utilizado por nenhum periférico. Caso você jumpeie um modem para usar o IRQ 2, ele será remapeado para o IRQ 9. Ou seja, na prática, não temos 16 endereços de IRQ, mas apenas 15.

Em segundo lugar, como o segundo controlador está ligado ao IRQ 2, todas as placas que utilizarem os endereços de 8 a 15, terão prioridade sobre as que usarem os IRQs de 3 a 7, pois, do ponto de vista do processador, estão ligadas ao IRQ 2, que é por onde todos os pedidos chegam a ele:

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Nós e amarras XXXV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

Ancoragens
 
 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Ziphius cavirostris, Zífio

Taxonomia
Mammalia, Cetacea, Odontoceti, Ziphiidae.

Tipo de ocorrência
Continente: Desconhece-se se é residente ou visitante.
Açores: Desconhece-se se é residente ou visitante.
Madeira: Desconhece-se se é residente ou visitante.
 
Classificação
Continente: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Açores: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Madeira: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto ao tamanho da população e tendências de declínio.

Distribuição
O zífio tem uma ampla distribuição a nível mundial, estando presente em todos os oceanos, com excepção das regiões polares (Leatherwood & Reeves 1983, Jefferson et al. 1993). Trata-se de uma espécie cosmopolita, associada a águas profundas. Ao longo das costas europeias as populações mais importantes concentram-se no Golfo da Gasconha e na região ocidental do Mar Mediterrâneo (costa de Espanha, França e Itália) (Marchessaux 1980, Duguy & Robineau 1982, Duguy 1983, Mead 1984).

A presença desta espécie no Continente tem sido assinalada, quase exclusivamente, através de animais arrojados.

Nos Açores, têm sido avistados indivíduos por toda a Zona Económica Exclusiva com maior incidência durante o Verão (dados não publicados, DOP Univ. Açores). No Arquipélago da Madeira, estes animais têm sido observados em redor das ilhas, em profundidades entre os 500 e 2.000 m.
 
População
Não há estimativas populacionais para a espécie.

Habitat
O zífio é uma espécie pelágica, associada a grandes profundidades. Ocorre perto de costa em zonas onde não existe plataforma continental (Jefferson et al. 1993), como é o caso dos Açores e Madeira. No Continente, têm sido registados arrojamentos em zonas da costa próximas de canhões submarinos (e.g. zona da Nazaré).

Factores de Ameaça
Os principais factores de ameaça são: capturas acidentais em artes de pesca e a poluição por organoclorados e metais pesados (Johnston et al. 1996, Read 1996). Desconhecem-se, no entanto, os impactos destas ameaças nas populações. A poluição acústica, causada principalmente por sonares de baixa frequência, tem sido considerada uma possível causa de mortalidade, cuja importância ainda é desconhecida (Frantzis 1998).

Nos Açores e na Madeira, as actividades de observação de cetáceos poderão causar alguma alteração comportamental, mas não devem ser uma fonte de ameaça à conservação da espécie.

Medidas de Conservação
No Continente, está em vigor legislação específica nacional de protecção de mamíferos marinhos, bem como transposição e regulamentação de legislação internacional. O “Guia de Identificação de Cetáceos” (Sequeira & Farinha 1998) foi produzido como material de divulgação.

Nos Açores, para além da legislação internacional em vigor, foi criada regulamentação para a actividade recreativa e comercial de observação de baleias e golfinhos.

Estão a ser realizadas campanhas de educação e sensibilização ambiental, no âmbito de projectos de investigação diversos.

Na Madeira, para além da legislação internacional em vigor, foi implementada legislação regional de protecção. O Museu da Baleia dinamiza a investigação, a divulgação e sensibilização para a conservação dos cetáceos neste Arquipélago. No âmbito do “Projecto para a Conservação dos Cetáceos no Arquipélago da Madeira”, promove-se a avaliação dos efectivos populacionais, estudos de biologia e ecologia, bem como a avaliação das principais ameaças no sentido de apresentar às entidades competentes propostas de novas medidas de conservação e campanhas de educação e sensibilização ambiental. Uma das medidas de conservação actualmente em processo de implementação é o regulamento de adesão voluntária para as embarcações comerciais de observação de cetáceos no sentido de minimizar o impacto desta actividade na Região Autónoma da Madeira. Igualmente no âmbito daquele projecto, está a ser preparado um plano de monitorização das populações de cetáceos a longo prazo.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

terça-feira, 25 de junho de 2013

Elanus caeruleus, Peneireiro-cinzento

Taxonomia
Aves, Accipitriformes, Accipitridae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
QUASE AMEAÇADA - NT* (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (inferior a 1.000 indivíduos). Na adaptação à escala regional desceu uma categoria por se admitir que a população nacional pode ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir.
 
Distribuição
A distribuição desta espécie compreende a Península Ibérica, o extremo sudoeste de França, a zona litoral de Marrocos e Tunísia e o vale do Nilo, no Egipto e ainda desde o Paquistão às Filipinas e Indonésia e toda a África subsariana (Cramp 1998). É principalmente sedentário no Paleárctico Ocidental e errante ou flutuante nas restantes regiões da África e Ásia (Cramp 1998). Esta espécie tem estado em expansão bem marcada na Península Ibérica desde as décadas de 1960 e 1970, tendo chegado a França por volta de meados dos anos 1980, onde nidificou com sucesso pela primeira vez em 1990 (Cramp 1998).

Em Portugal está presente principalmente no Alentejo e na Beira Baixa, mas também na Estremadura, no vale do Tejo, na Beira Alta e em Trás-os-Montes, por onde se tem expandido ultimamente.

População
A maior parte dos peneireiros-cinzentos portugueses está localizada nas planícies alentejanas, tendo Palma et al. (1999a) estimado a população portuguesa em 100-150 casais, a qual na altura se encontraria provavelmente estável. Contudo, é provável que estes números estejam hoje ultrapassados e a tendência seja de aumento. Com efeito, as observações de campo indicam que os efectivos de peneireiro-cinzento aumentaram nos anos mais recentes, p.ex. nalgumas zonas do Alentejo (MC Pais, com. pess.) e em Trás-os-Montes, região onde antes não existia (A Monteiro, com. pess., Rufino 1989, Palma et al. 1999a). Apesar de nesta espécie e neste género serem típicas as flutuações demográficas sazonais ou anuais, inclusive diminuições e aumentos drásticos a nível local e regional (Ferrero 1996, Cramp 1998), a expansão no sudoeste europeu tem sido sustentada desde pelo menos a década de 1960 (Palma 1985, Rufino 1989, Ferrero 1996). Esta expansão terá sido favorecida pelo aclaramento, limpeza e colocação sob cultivo cerealífero das áreas de montados na Península, segundo Palma (1985) e Carbajo & Ferrero (1985).

A nível europeu a espécie é considerada como Rara (BirdLife International 2004), apresentando provavelmente um ligeiro declínio.

Em Espanha está classificada como Quase Ameaçada (NT) (Madroño et al. 2004), sendo registada uma tendência de expansão peninsular (Ferrero & Onrubia 2003). Admitiu-se assim um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação regional.
 
Habitat
O habitat de nidificação da espécie no sul de Portugal é tipicamente constituído por montados abertos de sobro Quercus suber e de azinho Q. rotundifolia, localizados em terrenos mais ou menos planos, com um sob-coberto constituído por culturas cerealíferas, pastagens e pousios relativamente novos (1-2 anos) (Rufino 1989, Palma et al. 1999a, Onofre et al. 1986, Onofre 1998a). Pode nidificar em montados mais densos, desde que disponha de clareiras com cereais e pastagens nas proximidades (Onofre et al. 1986; Onofre N dados não publicados). Para norte do Rio Tejo ocorre em habitat estruturalmente semelhante, só que com arvoredo constituído por carvalho-negral Q. pyrenaica ou castanheiro Castanea sativa (Rufino 1989), e em mosaicos constituídos por várzeas e lameiros com searas e pastagens adjacentes a bosquetes de carvalhos, outras folhosas ou pinheiros (Hagemeijer & Blair 1997, Silva 1998).

O habitat no Inverno é similar, excepto que no Sul muitos indivíduos descem às várzeas fluviais, aos campos de restolho de arroz ou de outras culturas de regadio (Rufino 1989, Onofre  1998a).

Factores de Ameaça
As ameaças à espécie residem principalmente na alteração e perda de habitat, em resultado das políticas agrícolas da Comunidade Europeia e dos sistemas e tipos de incentivos às culturas, de que pode resultar declínio a médio-longo prazo (Hagemeijer & Blair 1997, Palma et al. 1999a). De facto, a falta de incentivo à produção de cereais e a promoção de outros tipos de produções agro-pecuárias e florestais têm levado ao abandono do cultivo do cereal extensivo e do arrozal em largas áreas, ao adensamento e reflorestação de muitas destas terras com sobreiro ou outro arvoredo e ao incremento de novas culturas, de pastagens melhoradas e da bovinicultura, certamente com carácter intensivo. Entre outros factores conhecidas contam-se ainda o abate e o roubo de ninhos.
 
Medidas de Conservação
De entre as medidas de conservação a apontar, contam-se:
  • conservação do habitat através da implementação e extensificação de algumas Medidas Agro-Ambientais, nomeadamente pela reanimação do Plano Zonal de Castro Verde e implementação de outros planos zonais noutras regiões alentejanas;
  • desenvolvimento de campanhas de sensibilização junto a proprietários e gestores agro-florestais e cinegéticos, bem como da restante população, com vista à diminuição do abate ilegal e roubo de ninhos;
  • realização de censos periódicos ou programas de monitorização.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ARES MS700BK


Marca: ARES
Código do Produto: MSR-012
Hop-Up: Ajustável
Peso: 4,578 kgs
Comprimento: 1,100 mm
Capacidade: 78 bb's
Potência: 380 fps
Fonte de Energia: Mola acionada por ferrolho
Blowback: Não
Modo de tiro: Tiro a tiro

A muito esperada espingarda de sniper com mola accionada por ferrolho Ares MS700 está finalmente aqui. Uma réplica fiel da MSR, esta espingarda ganhou popularidade através de jogo de vídeo como MAG, Socom 4 US Navy Seals, Call of duty Modern warfare3, Ghost Recon Future Soldier, Ghost Recon Online, Sniper Ghost Warrior 2. Se jogou algum destes jogos como sniper, então sabe o que é a MS338!

Construção totalmente em metal, leve, espingarda de sniper de médio alcance, com um comprimento total de 890mm com a coronha fechada (para mais fácil portabilidade ou em condições apertadas) até 1100mm com a coronha aberta. Características ergonómicas incluem apoio da face ajustável e chapa de coice ajustável para utilização confortável. Rails mini RIS na coronha permitem-lhe montar acessórios ou um monopé na traseira para uma plataforma de tiro mais estável.

O receptor superior e o receptor inferior da MS700 é executado em liga de alumínio. O fuste, cano, tapa-chamas e rail são em CNC também para melhor precisão. Sistema TX patenteado significa que pode mudar o ferrolho de armação da mola por um ferrolho a gás ou CO2 que estará disponível em breve. Isto significa que uma espingarda pode ser utilizada com três diferentes sistemas de energia - pela primeira vez no Airsoft!

O sistema de armar a mola é compatível com o da Marui VSR-10, o que significa que pode utilizar nesta espingarda peças do mercado para melhorar a performance desenhadas para a VSR-10. Carregador em metal totalmente removível e recarregável.



in

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Nós e amarras XXXIV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


Ancoragens
 
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Tadarida teniotis, Morcego-rabudo

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Molossidae.
 
Tipo de ocorrência
Continente: Residente.
 
Classificação
Continente: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto ao tamanho da população e tendência de declínio.
 
Distribuição
Esta espécie ocorre desde as Ilhas Canárias pelo Norte de África, Sul da Europa e Sul da Ásia Paleárctica até ao Japão, Sul da China e Taiwan (Hutson 1999).

Está presente em grande parte do território continental (Palmeirim et al. 1999). Foi referida por Dobson (1878) para a Madeira, mas não se conhecem desde então quaisquer registos no arquipélago (Rainho & Palmeirim 2002).

População
O tamanho da população e a sua tendência são desconhecidos na generalidade da Europa (Hutson 1999) e em Portugal.

Habitat
Abriga-se geralmente em fendas rochosas, mas pode também surgir em edifícios (Palmeirim et al. 1999). Espécie de voo muito alto, utiliza uma área bastante alargada (superior a 30 km) em torno do abrigo para caçar (Marques et al. 2004).

Num estudo feito no estuário do Sado e península de Setúbal verificou-se ter utilizado uma grande variedade de biótopos florestais e agrícolas, mas concentrou a sua actividade em montados e, principalmente, pinhais mansos (Marques et al. 2004).

O relevo parece ter também influência na selecção de habitat, já que a sua actividade se parece concentrar ao longo de vales (Aellen 1962, Arlettaz 1990, Marques et al. 2004).

Factores de Ameaça
A perturbação das colónias, bem como a alteração e destruição dos seus abrigos (p.ex. alterações em edifícios e exploração de inertes) poderão ser considerados os principais factores de ameaça.

O uso de pesticidas tem como consequências generalizadas a diminuição da abundância e diversidade de presas bem como a contaminação dos próprios morcegos por ingestão de insectos contaminados.

Sendo uma espécie de voo alto é particularmente susceptível de colisão com aerogeradores.

Medidas de Conservação
Sendo uma espécie pouco conhecida no nosso país a sua conservação passa pelo esclarecimento da distribuição e efectivo populacional e pela realização de estudos de biologia, necessários para avaliar tendências e planear medidas de conservação.

A protecção dos abrigos já identificados e o acompanhamento das colónias conhecidas, particularmente se localizados em edifícios, podem evitar a sua destruição.

Tal como para as restantes espécies de morcegos a racionalização do uso de pesticidas e acções de sensibilização poderão também beneficiá-la.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 17 de junho de 2013

WE Raptor AEG - BK (Katana System - M120 Red Cylinder)

Marca: WE
Código do Produto: WE-AEG0007
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,014 kgs
Comprimento: 800 mm
Capacidade: 300 bb's
Potência: 340 fps
Motor: v2
Tamanho da Bateria: 7.4 LIPO, 8.4 NiCd
Modo de Tiro: semi-automático, automático

A M4 RAPTOR é de certeza a mais específica da série M4 Katana. A M4 ela própria é a réplica de airsoft mais popular por todo o lado de longe graças aos seus internos e ao facto de que o cano externo ter já rails para montar todos os acessórios que necessitar. É também muito única considerando que é como a WE apresenta o cano externo modular flutuante com um bloco de gás vísivel e rails adicionais para adicionar todos os extras que quiser. O seu aspecto geral e a sua fiabilidade são também factores muito comuns. A WE lançou algo diferente por uma vez. Agora utiliza um cilindro de motor que pode ser facilmente mudado simplesmente abrindo-o e substituindo-o por outro com menos ou mais potência. Se não quiser comprar outro cilindro, pode mudar facilmente a mola no cilindro.

É construída basicamente em metal com excepção da coronha tubular e o carregador hi-cap plástico.

A única coisa que é diferente nos externos é a coronha tubular e o único cano externo flutuante modular já mencionado e o facto de que os rails superiores percorrem 2/3 do comprimento da réplica. Outras além dessas só os internos. Internamente, é tudo Mariu com excepção do cilindro tornando-a muito fiável e irá até permitir montar um MOSFET nela. Dispara a 340 fps com o cilindro vermelho e funciona muito suavemente. Esperamos que a próxima geração de AEG's da We funcionem de forma similar porque assim é um prazer utilizá-las!


in

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Afinal, quando teremos um padrão?

Em 1984, a IBM apareceu no mercado com um computador revolucionário para a época, o 286.
 
Acredito que pouca gente hoje em dia ainda ache alguma utilidade para eles, mas mesmo os PCs actuais ainda conservam vários fósseis da época do 286. 

Porta Paralela
Um exemplo são os slots ISA, que felizmente já vem gradualmente desaparecendo, mas outros fósseis ainda ameaçam continuar connosco durante alguns anos: as portas de série e paralelas.

Sim, mesmo depois do USB, as portas de série e paralelas continuam sendo os principais meios de comunicação para periféricos externos. Basta comparar o número de ratos, scanners e impressoras de série e paralelas com o número de periféricos USB.

Os dois grandes problemas do USB são o facto de ser um padrão mais caro para os fabricantes - o que resulta em periféricos mais caros e vendas menores - e a taxa de transferência relativamente baixa, meros 12 mbps (ou 1,5 MB/s, como preferir) que equivalem à velocidade de uma simples porta paralela ECP.

Porta de série
Outro possível substituto que vem encontrando dificuldades é o Fireware, que já é comum nos Macs, mas que ainda está engatinhando nos computadores PCs. O Fireware é bem mais rápido que o USB: 400 megabits ou 50 MB/s.

Recentemente, surgiu mais um candidato, o USB 2.0, desenvolvido em uma parceria entre a Intel, NEC, Philips, Lucent, Microsoft e Compaq. O USB 2.0 resolve os dois principais problemas do USB antigo. Em primeiro lugar, a velocidade saltou dos antigos 12 mbps para incríveis 480 megabits, sim, isso mesmo, 480 mbps, ou 60 MB/s, velocidade próxima da permitida pelas Interfaces IDE actuais. A segunda vantagem é o custo: o USB 2.0 é um padrão aberto, livre de pagamento de royalties, o que será um grande estímulo para os fabricantes.

Em termos de recursos, temos facilidades semelhantes ao USB atual: a possibilidade de conectar vários periféricos na mesma porta, suporte a plug-and-play, etc.

Com estas duas vantagens é de se esperar que o USB 2.0 substitua o USB atual rapidamente. De facto, as primeiras placas mãe com suporte a ele devem estrear no mercado apartir do final de 2001. O novo padrão é compatível com todos os periféricos USB que seguem o padrão 1.1, isso corresponde à quase todos os periféricos USB fabricados de um ano pra cá e todos os novos.

É de se esperar que com a grande evolução, finalmente o USB “pegue”, o que facilitaria bastante nossa vida. Poderíamos finalmente aposentar as portas de série e paralelas; lentas, limitadas e que adoram entrar em conflito com outros periféricos.

USB 2.0
Pela lógica, os primeiros periféricos USB 2.0 que devem chegar ao mercado são scanners de alta velocidade, gravadores de CD portáteis e unidades de armazenamento em geral, discos rígidos externos por exemplo, seguidos por impressoras, ratos e todo tipo de periféricos externos. O problema é que isto só deverá acontecer perto do final do ano que vem, e podemos contar pelo menos mais um ano para a nova família de periféricos tornar-se padrão. Ou seja, teremos que conviver com os fósseis do 286 pelo menos mais uns 2 anos. Será mais um paradigma da computação: processadores de 2 GHz ou mais e portas de série transmitindo a 115 Kbp.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Nós e amarras XXXIII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


Ancoragens