segunda-feira, 22 de julho de 2013

Socom Gear DD MFR model (12 polegadas)

Marca: Socom Gear
Código do Produto: SG-MFR12A
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,620 kg
Compirmento: 797 mm
Capacidade: 450 bb's
Potência: 380 fps
Tamanho da Bateria: 7.4 Lipo small tamiya
Modo de Tiro: semi-automático, automático

A Daniel Defense MFR é uma AEG totalmente licenciada, totalmente personalizada, totalmente preparada à saída da caixa! Ela vem com opções de comprimento do rail em 7, 9 e 12 polegadas. A arma traz marcas totalmente licenciadas por Daniel Defense e características da Daniel Defense MFR (Modular Float Rail).

Este rail é um leve CNC Machined Modular Free Float Handguard. É especificamente desenhado para cobrir adequadamente um bloco de gás de baixo perfil numa carabina ou um sistema de gás de cano de médio comprimento. Se o atirador desejar, o cano pode correr 'liso' com um rail superior interrupto que corre o comprimento do cano. Além disso, a instalação do Modular Picatinny Rails é efectuada com pouco esforço. Isto permite-lhe ter rails em qualquer lugar que precise e não em lugares que não precisa. A protecção de poeiras do corpo totalmente em metal caracteriza-se por uma protecção de poeiras que é gravada com a palavra 'Infidel' e a bandeira dos EUA.




in

sábado, 20 de julho de 2013

Recolha de dádivas de sangue em Grândola


Como habitualmente ocorre em cada trimestre, deslocou-se hoje a Grândola uma equipa do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, a fim de proceder à recolha de dádivas de sangue na EB2,3 D. José de Lencastre, com o apoio da Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Grândola.

Mais uma vez dei o meu contributo, e infelizmente mais uma vez em pouco mais de trinta minutos regressava a casa...

Infelizmente porquê? Porque o número de dadores presentes era tão pequeno que não existiram tempos de espera nas diversas etapas do processo.

É verdade que numa manhã de sábado, em que o sol brilhante convida para a praia, provavelmente muitos terão sido os dadores grandolenses que tomaram essa opção. Mas será só isso? Recordo-me que em Outubro de 2012 ocorreu o mesmo e já não estávamos em pleno Verão!


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como… Obter retratos intensos e criativos

Popular entres os fotógrafos de moda, o efeito de processamento cruzado confere um estilo verdadeiramente inovador às suas fotos. Experimente!

O QUE VAI PRECISAR Photoshop Elements 8 ou Photoshop CS, ou superior
O QUE VAI APRENDER Como usar selecções, camadas de ajuste e gradientes para recriar o efeito de processamento cruzado
DEMORA APENAS 30 minutos
 
O processamento cruzado começou por ser uma técnica química muito apreciada pelos fotógrafos de moda. O processo funcionava através da revelação deliberada de um tipo de filme com químico próprio para outro filme - diapositivoa cores revelado com produtos para C-41, por exemplo. O efeito, embora um pouco imprevisível e difícil de controlar, produzia resultados surpreendentes, com mudanças radicais de matriz, saturação e contraste.

Actualmente, pode recriar este efeito através do Photoshop, e com resultados bem mais consistentes, tal como lhe iremos mostrar. Para os utilizadores do Adobe Photoshop CS, este processo é relativamente simples. Basta usar uma predefinição básica presente na janela de ajuste Curves (Curvas). Se o estilo predefinido não lhe agradar ou não funcionar com a imagem em questão, pode ajuastar facilmente a curva para alterar o efeito e obter o resultado que pretende.

No Photoshop Elements, o processo é um pouco mais complexo, uma vez que não existe uma predefinição. No entanto, é possível criar um ajuste incrivelmente versátil, que irá fornecer resultados semelhantes, através da combinação de camadas de ajuste e canais de cor. Continue a ler este passo a passo para saber como fazê-lo.


in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pedido de interrupção (IRQ) I

Num PC actual, os endereços de IRQ, esta é a configuração de endereços mais comum:

IRQ 0 - Sinal de clock da placa mãe (fixo)
IRQ 1 - Teclado (fixo)
IRQ 2 - Cascateador de IRQs (fixo)
IRQ 3 - Porta de série 2
IRQ 4 - Porta de série 1
IRQ 5 - Livre
IRQ 6 - Drive de disquetes
IRQ 7 - Porta paralela (impressora)
IRQ 8 - Relógio do CMOS (fixo)
IRQ 9 - Placa de vídeo
IRQ 10 - Livre
IRQ 11 - Controlador USB
IRQ 12 - Porta PS/2
IRQ 13 - Coprocessador aritmético
IRQ 14 - IDE Primária
IRQ 15 - IDE Secundária

Veja que com apenas a placa de vídeo e os dispositivos da placa mãe, já ficamos com apenas dois endereços de IRQ disponíveis. Ao adicionar uma placa de som e um modem, todos os endereços estariam ocupados, não dando mais margem de expansão para uma placa de rede ou uma placa SCSI por exemplo. A solução seria desabilitar dispositivos que não estivessem sendo usados, como por exemplo, a segunda porta de série, a porta PS/2, o controlador USB, etc. Mas, de qualquer forma, logo chegaria o ponto em que não haveria mais nada a ser desabilitado.

Este problema começou a tornar-se cada vez mais evidente, à medida que mais e mais periféricos começaram a tornar-se padrão. Os únicos periféricos “de fábrica” num 286 eram o monitor e o teclado, todo o restante era opcional. Hoje em dia, é raro encontrar um PC à venda sem pelo menos placa de som, modem e CD-ROM, enquanto as placas de rede também estão tornando-se cada vez mais comuns. Isso sem falar nas placas de captura de vídeo, da segunda placa de rede, necessária para compartilhar a conexão de banda larga, etc.

Felizmente, pensaram neste problema quando desenvolveram o barramento PCI, incluindo o recurso de PCI Steering, que permite que dois, ou mais periféricos PCI compartilhem o mesmo endereço de IRQ. Neste caso, o controlador PCI passa a actuar como uma ponte entre os periféricos e o processador. Ele recebe todos os pedidos de interrupção, encaminha-os para o processador e, ao receber as respostas, novamente encaminha-os para os dispositivos correctos. Como o controlador é o único directamente conectado ao processador é possível ocupar apenas um endereço de IRQ.

Nem todos os dispositivos PCI suportam trabalhar desta maneira, mas a grande maioria funciona sem problemas. Veja que screenshot abaixo, temos as duas placas de rede e a placa de som compartilhando o IRQ 9:


in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Nós e amarras XXXVII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

Ancoragens
 
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Emberiza hortulana, Sombria

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Emberizidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.
 
Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação adequada para avaliar o risco de extinção. Com efeito, não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho real da população e tendências de declínio e distribuição.

Distribuição
A área de nidificação da espécie estende-se deste o Norte do Mediterrâneo ao círculo árctico e até à Ásia Central (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal distribui-se principalmente no Centro e Norte do Continente, geralmente em altitudes superiores a 800m (Rufino 1989, ICN dados não publicados).

População
Não há censos dirigidos para esta espécie. No entanto, atendendo ao número de quadrículas em que a espécie foi detectada nos trabalhos do Novo Atlas (c. 75 quadrículas 10x10 km) (ICN dados não publicados), assumiu-se que a população estará compreendida entre 250 (admitindo no mínimo 1 casal por quadrícula) a 2.500 indivíduos (admitindo uma densidade 10 vezes superior à mínima).

Desconhece-se se esta população tem sofrido declínio continuado, se houve alguma redução populacional relevante nos últimos 10 anos, ou qual a tendência para o futuro próximo.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Depauperada, embora ainda provisoriamente, tendo apresentado um declínio histórico acentuado (BirdLife International 2004). Em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004).

Habitat
Mosaico paisagístico de urzais e pastagem em zonas de montanha, normalmente com blocos de pedra (Rufino 1989).

Factores de Ameaça
Alterações nas paisagens rurais onde ocorre, incluindo perda de sebes arbóreas, arbustivas e redução da diversidade de cultivos, são os principais factores de ameaça descritos a nível europeu (Tucker & Heath 1994). Os potenciais factores de ameaça em Portugal não são conhecidos.

Medidas de Conservação
São necessárias estimativas mais fiáveis da sua abundância e distribuição, bem com estudos sobre a sua ecologia.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Magpul PTS Masada Streamline Version - BK


Marca: Magpul PTS
Código do Produto: PT607680307
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,670 kg
Comprimento: 830 mm
Capacidade: 120 bb's
Potência: 370 fps
Tamanho da Bateria: 7.4 lipo tamiya
Modo de Tiro: semi-automático, automático

A PTS Masada Streamline Version (SV) é AEG (Automatic Electric Gun) de airsoft que é baseada no desenho Magpul® Masada GEN 3, completamente reproduzido em todos os detalhes.

A Streamline Version (SV) é o modelo económico da PTS Masada. Várias mudanças foram feitas à versão de airsoft da Masada mantendo no entanto algumas características marcantes incluindo um sistema de operação gás-pistão, sistema de mudança de cano sem ferramentas, compatibilidade de calibre e carregador rapidamente reconfigurável, tipo de coronha e configuração do controle de fogo.

A mira frontal e a mira traseira em metal PTS MBUS foram omitidas e o PTS PMAG Mid-cap
120 munições foi substituído por um PMAG em plástico ABS 75 munições. Estas mudanças permitem à PTS trazer para o mercado uma versão da Airsoft Masada de alta qualidade, mas com preços mais competitivos.

-
Gear box Enhanced Version III type AEG.
- Sistema de mudança rápida do cano sem ferramentas.
- Receptor superior em CNC maquinado de liga de alumínio.
- Montado no topo do receptor está um rail M1913 de 37 slots para montar ópticas.
- Receptor inferior em polímero.
- Controles totalmente ambidextros incluem o selector de fogo, libertador do carregador e libertador do ferrolho/retentor do ferrolho atrás.
- Pontos de montagem de rails opcionais estão integrados nas versões curtas e longas do fuste em polímero nas posições 3, 6 e 9 horas.
- A coronha fixa multi-ajustável pode ser facilmente trocada para adaptar aos requisitos da missão.
- Cano de carabina com 14,5" de comprimento.


in

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Nós e amarras XXXVI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:


Ancoragens

 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Emberiza citrinella, Escrevedeira-amarela

Taxonomia
Aves, Passeriformes, Emberizidae.

Tipo de ocorrência
Residente.

Classificação
VULNERÁVEL - VU  (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (entre 500 e 1.200 indivíduos maturos).

Distribuição
Distribui-se de forma contínua pelas regiões temperadas e boreal do Paleártico Ocidental, atingindo zonas montanhosas na região Mediterrânica (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, a espécie ocorre quase exclusivamente no Alto Minho, em particular no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

População
A população nacional foi estimada como contendo 500-1.200 indivíduos. No Parque Nacional da Peneda-Gerês, principal área de ocorrência da espécie, a população foi estimada em 250 a 350 casais (Pimenta & Santarém 1996). No decorrer dos trabalhos do Novo Atlas (ICN dados não publicados), a espécie foi ainda detectada fora deste Parque, numa área geográfica praticamente equivalente, ou mesmo superior, à da ocorrência no interior da área protegida. Desta forma, assumiu-se que poderia haver no máximo 250 casais fora da Peneda-Gerês.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
Mosaico de áreas de cultivo, e.g. centeio, associadas a matos, lameiros, bosquetes e sebes (Rufino 1989, Pimenta & Santarém 1996).

Factores de Ameaça
Abandono das actividades agrícola e pastoril extensivas.

Medidas de Conservação
Promoção da agricultura tradicional de forma a permitir a conservação do mosaico paisagístico, particularmente na região do Planalto da Mourela. Esta medida contribuirá também para a conservação de outras espécies com estatuto de conservação desfavorável (Lanius collurio e Sylvia borin).

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Maruzen Walther PPK/S - Black Metal Finish Version

Marca: Maruzen
Código do Produto: MRZ-166415
Hop-Up: Fixo
Peso: 385 grs
Capacidade: 22 bb's
Potência Aproximada: 220 fps
Fonte de Energia: HFC134
Blowback: Sim
Modo de Tiro: semi-automático

A Maruzen produziu esta nova "Black metal version", que parece mais realística do que nunca. Tudo é igual aos modelos anteriores, excepto que o acabamento é diferente. Esta edição especial da PPK/S tem gravações especiais a laser e as marcas do aniversário na culatra e carregador. Oficialmente licenciada pela Walther.

A PPK/s é uma excelente mas muito ocultável arma com um carregador de coluna simples com cano fixo/haste de guia da mola.

Excelente para coleccionadores ou candidatos a agentes secretos tipo James Bond.

A PPK/S era uma revisão real em aço da pistola original PPK para ultrapassar as restrições de importação americanas em 1968. Quer dizer, a diferença é apenas mínima, assim se olhar para uma pistola da era da II Guerra Mundial usada pelos pilotos da Luftwaffe ou apenas precisar de algo pequeno como o James Bond a opção da Maruzen oferece-lhe uma pistola de Airsoft 6mm gás blowback totalmente funcional.

Como arma da Maruzen ela utiliza HFC134a/gás Duster (qualquer um com maior pressão irá danificar a arma imprevisivelmente). Usando BB's de 0.2g ela regista uns modestos 220 FPS que tem o beneficio de a tornar numa excelente arma de back-up de emergência para uso a curta distância. A 220 FPS é mais do que utilizável em curtas distâncias do que armas mais potentes, e o HFC é mais simpático para o nariz do que o Green/Propane. O carregador compacto armazena em dupla fila bb's com uma capacidade de 22 munições, o que é muito decente para uma arma tão pequena.

Tem uma culatra e armação em plástico mas mantém um peso decente para uma pistola daquele tamanho na mesma.

Apesar disso, esta é uma pistola de colecção para qualquer sério fã do Bond. O acabamento é espectacular à vista. As fotos realmente não lhe fazem justiça.

A Maruzen não constroi a PPK todos os anos por isso compre-a enquanto está disponível. O tempo de espera entre ciclos de produção é normalmente pelo menos um ano, e os preços sobem todas as vezes!


in

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pedido de interrupção (IRQ)

Começando do básico, os endereços de IRQ são interrupções de hardware, canais que os dispositivos podem utilizar para chamar a atenção do processador. Apesar de podermos utilizar muitos programas ao mesmo tempo, os processadores são capazes de fazer apenas uma coisa de cada vez. A multitarefa surge de um chaveamento muito rápido entre as aplicações abertas, dando a impressão de que todas realmente estão sendo executadas ao mesmo tempo.

Mas, o que fazer quando o processador está ocupado, processando qualquer coisa e você digita um carácter do teclado, o modem precisa transmitir dados para o processador, ou qualquer coisa do género? É neste ponto que entram os endereços de IRQ. Ao ser avisado através de qualquer um destes canais, o processador imediatamente pára qualquer coisa que esteja fazendo e dá atenção ao dispositivo, voltando ao trabalho logo depois.

Se não fossem pelos endereços de IRQ, o processador não seria capaz de ler as teclas digitadas no teclado, nem os clicks do rato, a sua conexão pararia toda vez que abrisse qualquer programa e assim por diante. Se você está sentado na cadeira agora, lendo este texto é graças a eles.

A má notícia é que um mesmo IRQ não pode ser compartilhado entre dois dispositivos e existem apenas 16 endereços disponíveis, que não podem ser expandidos, ou seja, temos que nos desenrascar com o que temos. (actualmente muitas placas PCI podem compartilhar o mesmo IRQ, mas na verdade apenas um dispositivo, o controlador PCI usa uma canal de interrupção, como veremos com detalhes mais adiante).

Mas, veja pelo lado bom, poderia ser pior e na verdade já foi mesmo. Lembra-se do XT? Aquele dinossauro de 16 bits que foi o avô de todos os PCs modernos? Ele tinha apenas 8 endereços de IRQ, numerados de 0 a 7. A explicação é simples, o XT usava o processador 8088, que apesar de ser internamente um processador de 16 bits, usava um barramento de apenas 8 bits para comunicar com os periféricos. Com isto, tinha apenas 8 IRQs.

Num XT, os 8 endereços disponíveis ficavam geralmente configurados da seguinte forma:

0 - Sinal de clock da placa mãe
1 - Teclado
2 - Livre
3 - COM 2
4 - COM 1
5 - Disco Rígido
6 - Drive de disquetes
7 - Porta paralela
 
O número do endereço de IRQ indica também a sua prioridade, começando do 0 que é o que tem a prioridade mais alta. Não é à toa que o IRQ 0 é ocupado pelo sinal de clock da placa mãe, pois é ele quem sincroniza o trabalho de todos os componentes, inclusive do processador. Logo depois vem o teclado, que ocupa o IRQ 1. Veja que o teclado é o dispositivo com um nível de prioridade mais alto, para evitar que as teclas digitadas se percam. Isso pode parecer desnecessário, já que um processador actual processa mil milhões de operações por segundo e dificilmente alguém digita mais do que 300 ou talvez 400 teclas por minuto, mas, na época do XT, as coisas não eram assim tão rápidas.

Em seguida vêm os demais periféricos, como as portas de série e a drive de disquetes. A IRQ2 ficava livre para a instalação de um periférico qualquer. Na verdade, na maioria das vezes o 5 também ficava livre, pois os discos rígidos não eram algo muito comum naquela época. Aliás, nem o rato usavam...

A partir do 286, houve uma evolução neste esquema, pois finalmente os PCs passaram a ter 16 endereços de IRQ, numerados de 0 a 15, como nos dias de hoje. Como quase todas as evoluções na família PC, foi preciso manter compatibilidade com o padrão anterior, para que as placas para XT pudessem funcionar nos PCs 286 em diante.

Assim, resolveram manter o controlador de IRQs original para que tudo continuasse funcionando da mesma maneira que antes e simplesmente adicionar um segundo controlador para obter os 8 novos endereços. Este segundo controlador passou a ser ligado no IRQ 2, que costumava ficar livre. 

Todos os pedidos de interrupção dos periféricos ligados aos endereços entre 8 e 15, controlados pelo segundo controlador, passam primeiro pelo IRQ 2, para só depois chegar ao processador. Isto é chamado de cascateamento de IRQs.

Dá para notar duas coisas neste esquema. Em primeiro lugar que o IRQ 2 não pode mais ser utilizado por nenhum periférico. Caso você jumpeie um modem para usar o IRQ 2, ele será remapeado para o IRQ 9. Ou seja, na prática, não temos 16 endereços de IRQ, mas apenas 15.

Em segundo lugar, como o segundo controlador está ligado ao IRQ 2, todas as placas que utilizarem os endereços de 8 a 15, terão prioridade sobre as que usarem os IRQs de 3 a 7, pois, do ponto de vista do processador, estão ligadas ao IRQ 2, que é por onde todos os pedidos chegam a ele:

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Nós e amarras XXXV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

Ancoragens
 
 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Ziphius cavirostris, Zífio

Taxonomia
Mammalia, Cetacea, Odontoceti, Ziphiidae.

Tipo de ocorrência
Continente: Desconhece-se se é residente ou visitante.
Açores: Desconhece-se se é residente ou visitante.
Madeira: Desconhece-se se é residente ou visitante.
 
Classificação
Continente: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Açores: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Madeira: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto ao tamanho da população e tendências de declínio.

Distribuição
O zífio tem uma ampla distribuição a nível mundial, estando presente em todos os oceanos, com excepção das regiões polares (Leatherwood & Reeves 1983, Jefferson et al. 1993). Trata-se de uma espécie cosmopolita, associada a águas profundas. Ao longo das costas europeias as populações mais importantes concentram-se no Golfo da Gasconha e na região ocidental do Mar Mediterrâneo (costa de Espanha, França e Itália) (Marchessaux 1980, Duguy & Robineau 1982, Duguy 1983, Mead 1984).

A presença desta espécie no Continente tem sido assinalada, quase exclusivamente, através de animais arrojados.

Nos Açores, têm sido avistados indivíduos por toda a Zona Económica Exclusiva com maior incidência durante o Verão (dados não publicados, DOP Univ. Açores). No Arquipélago da Madeira, estes animais têm sido observados em redor das ilhas, em profundidades entre os 500 e 2.000 m.
 
População
Não há estimativas populacionais para a espécie.

Habitat
O zífio é uma espécie pelágica, associada a grandes profundidades. Ocorre perto de costa em zonas onde não existe plataforma continental (Jefferson et al. 1993), como é o caso dos Açores e Madeira. No Continente, têm sido registados arrojamentos em zonas da costa próximas de canhões submarinos (e.g. zona da Nazaré).

Factores de Ameaça
Os principais factores de ameaça são: capturas acidentais em artes de pesca e a poluição por organoclorados e metais pesados (Johnston et al. 1996, Read 1996). Desconhecem-se, no entanto, os impactos destas ameaças nas populações. A poluição acústica, causada principalmente por sonares de baixa frequência, tem sido considerada uma possível causa de mortalidade, cuja importância ainda é desconhecida (Frantzis 1998).

Nos Açores e na Madeira, as actividades de observação de cetáceos poderão causar alguma alteração comportamental, mas não devem ser uma fonte de ameaça à conservação da espécie.

Medidas de Conservação
No Continente, está em vigor legislação específica nacional de protecção de mamíferos marinhos, bem como transposição e regulamentação de legislação internacional. O “Guia de Identificação de Cetáceos” (Sequeira & Farinha 1998) foi produzido como material de divulgação.

Nos Açores, para além da legislação internacional em vigor, foi criada regulamentação para a actividade recreativa e comercial de observação de baleias e golfinhos.

Estão a ser realizadas campanhas de educação e sensibilização ambiental, no âmbito de projectos de investigação diversos.

Na Madeira, para além da legislação internacional em vigor, foi implementada legislação regional de protecção. O Museu da Baleia dinamiza a investigação, a divulgação e sensibilização para a conservação dos cetáceos neste Arquipélago. No âmbito do “Projecto para a Conservação dos Cetáceos no Arquipélago da Madeira”, promove-se a avaliação dos efectivos populacionais, estudos de biologia e ecologia, bem como a avaliação das principais ameaças no sentido de apresentar às entidades competentes propostas de novas medidas de conservação e campanhas de educação e sensibilização ambiental. Uma das medidas de conservação actualmente em processo de implementação é o regulamento de adesão voluntária para as embarcações comerciais de observação de cetáceos no sentido de minimizar o impacto desta actividade na Região Autónoma da Madeira. Igualmente no âmbito daquele projecto, está a ser preparado um plano de monitorização das populações de cetáceos a longo prazo.

in Livro Vermelho dos Vertebrados