sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Como Avaliar a Exposição Automática II

A maioria das câmaras digitais facultam formas de ignorar o sistema de exposição para conseguir a exposição pretendida. As opções mais comuns são a compensação da exposição, o bloqueador da exposição e o bracketing da exposição automática.

Compensação da Exposição
Pode tornar uma imagem mais clara ou escura alterando a velocidade do obturador ou a abertura, mas apenas no modo manual. Nos outros modos, quando muda um dos parâmetros o outro é automaticamente alterado, para manter a exposição
Este é o ícone
universalmente
reconhecido para a
compensação da
exposição.
constante. A opção de compensação da exposição é utilizada para captar uma imagem mais escura ou mais clara que a que seria produzida automaticamente pela câmara. Para clarear uma foto, deve aumentar a exposição; para escurecê-la, deve diminuir a exposição. A quantidade em que o faz é especificada em incrementos. Se escolher um valor positivo (+) a imagem ficará mais luminosa. Se seleccionar um valor negativo (-) ficará mais escura. É fácil utilizar as compensações da exposição, já que a maioria das câmaras apresenta uma escala para guiar o fotógrafo e é possível pré-visualizar o efeito dessas alterações no monitor, se a câmara permitir enquadrar aí as imagens. Pode também verificar a imagem no modo de revisão ou de reprodução e até, em muitas câmaras, verificar o histograma.

Muitas câmaras digitais
apresentam uma escala
quando utilize a
compensação da exposição.
Quando ajusta a compensação da exposição pode fazê-lo em incrementos inteiros ou em ajustes mais minuciosos – normalmente um meio ou um terço de incremento. Na maioria das câmaras, quando acede a este comando é apresentada uma escala. O “0” indica a exposição definida pela câmara. À medida que ajusta a exposição ao longo da gama positiva (+) a imagem fica mais clara; e à medida que percorre a gama negativa (-) ela fica mais escura. Aqui pode ver os resultados com ajustes desde +2 (à esquerda) a -2 (à direita). Os efeitos das alterações na imagem são notórios.

O histograma à esquerda mostra que a imagem está sobreexposta e os píxeis na extremidade direita (as altas luzes) estão sem informação. A utilização da compensação da exposição na captura da imagem deslocou o histograma para a esquerda (em baixo, à esquerda). Com este ajuste os detalhes das sombras e das altas luzes foram registados.

Premir o obturador até meio
bloqueia a exposição e
premi-lo completamente
capta a imagem.
Bloquear a Exposição Automática (AE Lock)
Pode ajustar a exposição bloqueando exposição automática (AE Lock). Para isso, aponte a câmara para a área da cena em que quer fazer a leitura (a medição Pontual funciona melhor), prima o obturador até meio para calcular a exposição (e focar) e bloqueie-os. Enquanto continua a premir o botão do obturador, reenquadre e capte a imagem utilizando essas definições.

Algumas câmaras têm uma função AE Lock que permite bloquear a exposição independentemente do foco. Primeiro prima o obturador até meio para  medir a exposição, depois prima o botão AE Lock para a manter bloqueada enquanto capta a imagem. Depois pode soltar o obturador, reenquadrar a imagem e premir o obturador até meio para definir o foco.

1. Aponte a câmara para a área onde quer fazer a leitura – neste caso ela está no centro.
Prima o obturador até meio para bloquear a exposição e o foco.
2. Sem soltar o obturador, componha a imagem como pretender e prima totalmente o obturador para tirar a foto.
Um ícone comum para o botão AE Lock.
Se a imagem fosse captada sem antes bloquear a exposição, ficaria demasiado escura, porque o fundo influenciaria a exposição.

Algumas câmaras permitem
seleccionar o número de
disparos e o incremento de
exposição entre cada uma
delas. Aqui, a escala não
tem bracketing (em cima),
e, nas imagens seguintes,
está definida para um, dois
e três incrementos de
diferença entre as
exposições.
Bracketing da Exposição Automática (AEB)
Para se certificar que consegue a melhor exposição utilize o bracketing da exposição automática (AEB) para captar uma série de fotos – cada uma das quais com uma exposição ligeiramente diferente. Este processo funciona como uma variante automatizada da compensação da exposição. Algumas câmaras permitem especificar o número de exposições, entre 3 e 5, e a alteração da exposição entre cada imagem. Há câmaras que captam as imagens todas com um único disparo do obturador, outras captam uma de cada vez que carrega no obturador. Alguns modelos de câmaras utilizam o mesmo método para controlar a balanço de brancos e até a focagem.
O ícone standard para o
bracketing de exposição
automática.

O bracketing faculta-lhe uma série de imagens com  exposições diferentes.



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

RAID 0 (Striping)





Os modos RAID disponíveis em placas SCSI são:


RAID 0 (Striping)

É o modo que permite obter a melhor performance possível, sacrificando parte da confiabilidade.


Todos os discos passam a ser acedidos como se fossem um único drive. Ao serem gravados, os arquivos são fragmentados nos vários discos, permitindo que os fragmentos possam ser lidos/gravados ao mesmo tempo. Usando RAID 0 a performance um patamar próximo da velocidade de todos os disco rígidos somada. Ao usar 4 discos rígidos com taxa de transferência de 20 MB/s cada em RAID 0, você teria uma taxa de transferência total de 75, 76 MB/s. O problema é que caso qualquer um dos discos rígidos apresente problema, serão perdidos os dados armazenados em todos os discos rígidos, já que qualquer arquivo torna-se inútil caso uma parte do código seja perdida.


in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ALFABETO TRANSPOSTO

Por baixo do alfabeto normal, escreve-se mesmo alfabeto, mas começando na letra chave do código que, neste exemplo, é a letra V ( então A = V ). As letras de baixo são a codificação das de cima.

Exemplo: ESCUTEIRO = ZNXPOZDMJ

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Gelochelidon nilotica, Tagaz, Gaivina-de-bico-preto


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
EM PERIGO -– EN (B2ab(i,ii,iii,iv)c(i,ii,iii,iv); D)
Fundamentação: Espécie com área de ocupação muito reduzida (cerca de 50 km2), com nidificação conhecida em apenas quatro locais; tem sofrido declínio continuado da qualidade do habitat, podendo ainda sofrer declínio continuado da sua extensão de ocorrência, área de ocupação e do número de localizações; verifica-se flutuação acentuada da população reprodutora, que é muito reduzida (inferior a 250 indivíduos maturos).

Distribuição
Apresenta uma distribuição cosmopolita, mas descontínua. A subespécie nominal nilotica nidifica na Europa, África Ocidental, Médio Oriente, Manchúria, Paquistão e possivelmente no Sri Lanka (Hagemeijer & Blair 1997). Na Europa nidifica sobretudo na região do mediterrâneo (sobretudo Espanha, país europeu onde a espécie é mais abundante) e do mar Negro. A população europeia inverna em África: as aves da Europa Ocidental invernam possivelmente entre a Mauritânia e o Chade e as aves da Europa Oriental entre o Sudão e o Botswana (Hagemeijer & Blair 1997).

Em Portugal, ocorre no estuário do Tejo e em barragens no Alentejo (Farinha & Costa 1999), ocupando uma área inferior a 100 km2. A albufeira de Alqueva assume actualmente grande importância para a espécie (ICN dados não publicados).

População
Nos anos 30 nidificava na Ria de Aveiro e nos estuário do Sado e Mira (Tait 1924, Coverley 1939). Em anos seguintes, tornou-se possivelmente extinta como nidificante.

Na década de 80, a espécie foi detectada em alguns locais do sul do país, mas a sua nidificação não foi confirmada (Rufino 1989). Em 1999 foi confirmada a nidificação no Alentejo (Catry 1999).

A sua população será certamente inferior a 250 indivíduos maturos. O número total de indivíduos observados em zonas húmidas de Portugal (embora em diferentes anos) é de 55, valor obtido a partir dos noticiários ornitológicos da revista Pardela, publicada pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves; em trabalhos na região do Alqueva foram contabilizadas duas colónias com cerca de 70-80 indivíduos (F Moreira, com. pess.).

Admite-se que esta espécie apresenta fragmentação elevada, dado o elevado grau de isolamento entre os núcleos nidificantes. As observações sugerem ainda flutuações acentuadas no número de indivíduos. Não há evidências da sua população ter declínio continuado.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Vulnerável, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
Nidifica em zonas húmidas costeiras, em barragens e arrozais. A cobertura vegetal é um factor importante como habitat de nidificação, pois os ninhos são construídos junto a um tufo de vegetação. Alimenta-se voando a baixa altitude sobre a superfície da água ou em zonas abertas e secas.

Factores de Ameaça
As principais ameaças são a destruição de locais de nidificação em arrozais e barragens no interior. A perturbação humana, principalmente por embarcações e pescadores, afectará também esta espécie durante a época de reprodução. Por outro lado, a perturbação, seca e pesticidas nas zonas de invernada podem também ser factores importantes (Tucker & Heath 1994).

Medidas de Conservação
É necessário um inventário de todos os arrozais e barragens onde nidifica. A caracterização dos habitats de nidificação e a monitorização da população são essenciais para propor medidas de gestão adequadas. A  interdição do acesso a ilhas onde a espécie nidifica (por exemplo definindo um perímetro com bóias de sinalização) nas grandes albufeiras, como o Alqueva poderá ser uma medida eficiente para aumentar o seu sucesso reprodutor, à semelhança do que ocorreu na albufeira do Caia.

Com excepção do estuário do Tejo, as pequenas barragens onde a espécie ocorre no Alentejo não estão designadas como Zona de Protecção Especial.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Como Avaliar a Exposição Automática I

Uma subexposição de dois
incrementos manteve o fundo
escuro e expôs correctamente as
áreas iluminadas pelo projector.
Quando uma cena é mais escura ou mais clara que um cinzento médio é necessário ajustar a exposição para captar a cena de forma realística. Para isso, os modos de exposição automática de muitas câmaras permitem aumentar ou diminuir a exposição em dois incrementos ou mais. Aqui apresentamos as definições mais comuns.

• +2 é utilizado quando a luz é extremamente contrastada e as áreas de sombra mais importantes são demasiado escura relativamente às áreas mais iluminadas.
 
• +1 é o mais apropriado para assuntos com luz lateral ou em contraluz, cenas de praia ou neve e para o pôr-do-sol ou outras situações que incluam uma fonte de luz intensa. É também o ideal para objectos muito luminosos.
 
• 0 (o valor predefinido) é mais indicado para cenas uniformemente iluminadas e quando as áreas de sombra importantes não são muito mais escuras que as áreas luminosas.
 
• -1 deve ser utilizado quando o fundo é bastante mais escuro que o assunto, como em cenas nocturnas, ou retratos em frente a uma parede muito escura.
 
• -2 é aplicado a cenas com contraste invulgar, como em cenas nocturna em que um fundo extremamente escuro ocupa grande parte da imagem e importa reter os detalhes das áreas mais luminosas.

1. Estes três cartões foram enquadrados de forma a preencher o visor quando a foto foi captada.

2. O sistema de exposição da câmara fez com que todos os cartões aparecessem a cinzento na fotografia. Apenas o cartão cinzento médio, ao centro, está correctamente exposto.

3. Aumentando a exposição do cartão branco e diminuindo a do cartão preto permitiu captá-los de forma realística. Para o cartão cinzento médio, ao centro, não foi necessário qualquer ajuste manual.



quinta-feira, 16 de outubro de 2014

RAID com HDs SCSI

Actualmente, o disco rígido e um dos componentes mais lentos em qualquer PC.

Muito mais lento que o processador, que a memória RAM, que a placa de vídeo, etc.

O grande problema é que devido à sua natureza mecânica, não é possível produzir discos rígidos muito mais rápidos com a tecnologia actual, pelo menos a um custo aceitável. No futuro este problema poderá ser resolvido com o uso de discos rígidos de estado sólido, onde será usada memória Flash (ou outra tecnologia que surja nos próximos anos) ao invés de discos magnéticos. De qualquer forma, esta ainda é uma solução distante da realidade. Os discos rígidos de estado sólido já existem para uso militar e em alguns servidores de alto desempenho, mas seu custo é muito alto, entre 2 e 5 dólares por MB.

Para quem precisa de discos rígidos mais rápidos, seja por precisar de um servidor de arquivos forte, ou por qualquer outro motivo, mas ao mesmo tempo não pode gastar muito, uma solução é o RAID.

RAID significa “Redundant Array of Inexpensive Disks”, ou disposição redundante de discos baratos. A ideia é um sistema “unidos venceremos”, onde vários discos rígidos são combinados para aumentar a performance. Num nível mais complexo, o RAID pode ser usado também para melhorar a confiabilidade do equipamento, através de espelhamento ou paridade. Num sistema RAID 1, onde temos dois discos rígidos, sendo que o segundo armazena uma cópia fiel dos dados do primeiro, mesmo que um dos discos rígidos pife de uma hora para a outra, o sistema continua intacto, funcionando como se nada tivesse acontecido.

Como o nome sugere, um sistema RAID utiliza discos rígidos IDE ou SCSI comuns, o que permite construir sistemas com vários discos rígidos a um custo relativamente baixo. Várias placas mãe actuais estão vindo com controladoras RAID IDE embutidas, permitindo combinar até 4 discos rígidos IDE.

À pouco falei sobre como montar um sistema RAID usando discos rígidos IDE, agora é a vez de explicar sobre o RAID usando discos rígidos SCSI.

O primeiro passo para montar um sistema RAID SCSI é comprar uma controladoras SCSI com suporte a RAID. A maioria das controladoras SCSI actuais suportam RAID, custando (no Brasil) a partir de 150 dólares. As controladoras diferenciam-se pelos recursos. Em primeiro lugar, existem controladoras SCSI de 8 bits e de 16 bits, as de 8 bits permitem usar até 7 discos rígidos, enquanto as de 16 bits permitem um máximo de 15 e são duas vezes mais rápidas.

Outra diferença diz respeito ao padrão suportado pela placa, que dita a velocidade da interface.


Placas Ultra SCSI (Fast 20) operam a 20 MB/s (placas de 8 bits) ou 40 MB/s (placas de 16 bits).
 
Placas Ultra-2 SCSI (Fast 40) operam a 40 MB/s (8 bits) ou 80 MB/s (16 bits). 

As placas Ultra-3 SCSI (Fast 80) são as mais rápidas. operam a 80 MB/s ou 160 MB/s.

Também existem controladoras com buffer embutido. Este buffer funciona como um cache de disco, melhorando a performance, principalmente nas operações de escrita. Podem ser encontradas placas com até 32 MB de buffer. Naturalmente, quanto mais buffer, mais cara a placa.

Resolvido o problema da placa SCSI, resta escolher qual modo RAID será usado. O modo pode ser configurado através do BIOS da placa SCSI, que pode ser acedido pressionando uma combinação de teclas durante o boot. O mais comum é Ctrl + C.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ALFABETO INVERTIDO

Por baixo do alfabeto normal, escreve-se o mesmo alfabeto, mas invertido. As letras de baixo são a codificação das de cima.

Exemplo: ESCUTEIRO = VHXFGVRIL


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Gallinula chloropus, Galinha-d'água


Taxonomia
Aves, Gruiformes, Ralllidae.

Tipo de ocorrência
Açores: Residente e estival nidificante.
Madeira: Residente.

Classificação

Açores: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não há informação suficiente para aplicar os critérios. Com efeito não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho da população e tendências de declínio.

Madeira: EM PERIGO - EN* (D)
Fundamentação: População extremamente reduzida, que se admite ser inferior a 50 indivíduos maturos. Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se considerar que a população na Madeira poderá ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir.

Distribuição
Espécie com distribuição alargada na Europa, na Ásia, em Africa e na América nas zonas temperada e tropical, ocorrendo regularmente em ilhas oceânicas. Na Europa, ocorre na Finlândia, na Escandinávia, nas ilhas Britânicas e nas ilhas Atlânticas (Cramp & Simmons 1980).

Nos Açores, a espécie ocorre na Terceira, em São Miguel e nas Flores (Bannerman & Bannerman 1966).

No arquipélago da Madeira, ocorre de uma forma dispersa em represas do Porto Santo e numa lagoa semi-natural costeira de dimensões extremamente reduzidas da Ilha da Madeira, a lagoa do Lugar de Baixo (Fagundes & Nunes 2003).

População
Nos Açores, a espécie nunca foi alvo de estudos ou censos dirigidos e nesse sentido não existem dados sobre a sua abundância a nível regional.

No arquipélago da Madeira, com base em contagens efectuadas em três anos distintos (2001 a 2003) ao longo de toda a ilha da Madeira e Porto Santo, a população foi estimada como sendo inferior a 50 indivíduos (J Nunes & I Fagundes, com. pess.). Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se considerar que a população na região da Madeira poderá ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir. Com efeito, o fenómeno de dispersão, nomeadamente para ilhas oceânicas remotas, é generalizado na família Rallidae,
sendo conhecido que algumas espécies destas aves migram por distâncias longas (del Hoyo et al. 1996); por outro lado, a espécie apresenta globalmente um estatuto favorável.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada (BirdLife International 2004). Em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004).

Habitat
Espécie com hábitos secretivos que ocorre em charcos e lagoas com vegetação nas margens. Este tipo de habitat não existe naturalmente no Arquipélago da Madeira (Oliveira 1999), pelo que os locais onde ocorre são artificiais (pequenas represas para retenção de água) ou no mínimo semi-naturais.

Factores de Ameaça
A destruição de zonas húmidas constitui a principal ameaça para esta população.

Na Madeira, o facto de a área de habitat disponível ser muito reduzida e associada à intervenção humana, constitui uma ameaça muito relevante.

Medidas de Conservação
A espécie encontra-se protegida por legislação nacional e internacional no âmbito das normas gerais de protecção das aves e dos seus habitats, não tendo sido alvo de acções específicas de conservação.

Nos Açores, as prioridades de conservação incluem a clarificação do estatuto fenológico e taxonómico da população de galinha-d’água, assim como a obtenção de dados sobre a sua distribuição e abundância a nível regional.

Na Madeira não existem medidas especificas que a curto prazo possam resultar numa efectiva protecção do seu habitat de nidificação.

Notas
Nos Açores segundo Bannerman & Bannerman (1966) ocorrem as subespécies chloropus e correiana: a subespécie chloropus é migratória e tem origem no continente europeu e a subespécie correiana reside no arquipélago, nomeadamente na Terceira, em São Miguel e nas Flores.

No Continente, a espécie encontra-se em situação Pouco Preocupante (LC), apresentando uma população numerosa e com distribuição alargada.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

APS Cartridge Airsoft Marker CAM870M


Marca: APS 
Código do Produto: CAM870M
Hop-Up: Nenhum
Peso: 2,716 kgs
Comprimento: 1,010 mm
Capacidade: 6+1 células
Potência: 220 fps
Fonte de Energia: CO2
Blowback: Não
Modo de Tiro: Semi-automático

Está olhando para uma das réplicas mais realísticas da M870 no mercado. A APS CAM870M parece quase de certeza a mesma, tem dimensões similares à versão da arma real e é definitivamente uma shotgun que você não quer estar do lado contrário dela. Até porque vai receber 12 bb's no corpo por cada disparo.

À primeira vista, pode não pensar nisto como uma réplica de shotgun para jogo, mas isso vai mudar quando perceber que traz um receptor de células que é altamente conveniente para aqueles que não querem ou não podem aborrecer-se a apanhar as células no fim de cada jogo.

Existe uma regra em Hong Kong onde o maior objecto que sai de uma réplica de airsoft tem de estar abaixo dos 2 Joules / 465 fps. where the largest object that leaves an airsoft replica has to be
under 2 Joules / 465 fps. O copo de tiro é o maior objecto e é ejectado a perto de 220 fps, tendo em atenção o tamanho e peso, vai rondar os 2 joules. As 12 bb's voam a perto de 280 fps depois de saírem do cano. Pode pensar que isso afinal não é muito, mas lembre-se que são 12 bb's pelo que vai senti-las de certeza!

Provavelmente está a pensar, como é que 12 bb's efectuam o seu caminho nos canos internis? A APS decidiu rejeitar toda a ideia do cano interno e apenas tem o cano ele próprio o que é fantástico!

Então, se não tem uma unidade de hop up ou um cano interno de precisão, as bb's não vão voar apenas perto de 10 metros antes de começarem a cair? Sim vão, mas a shotgun é construida para atirar um grande grupo a pouca distância  pelo que foi perfeitamente desenhada para um cenário de CQB.

O Pacote Inclui:
CAM870M
Receptor de Células
2 Células
Carregador de gás CO2
Muitos copos de tiro Shot Cups
Muitas Cápsulas


in




sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Como Avaliar a Exposição Automática

Nem todas as cenas perfazem uma média de cinzento médio. Vamos ver algumas das situações mais comuns em que o seu sistema de medição automática pode ter problemas e terá de pôr de parte as definições de exposição indicadas.

Cenas mais luminosas que um cinzento médio
As cenas mais claras que um cinzento médio, como na praia, ou paisagens cobertas de areia brilhante ou neve, reflectem mais que 18% de luminosidade. O sistema de autoexposição não “sabe” que a cena deveria parecer luminosa, por isso calcula uma exposição para um cinzento médio, tornando a imagem demasiado escura. Para tornar a imagem tão clara como o original, terá de ignorar o sistema automático da câmara e aumentar a exposição.
Esta cena de neve é um exemplo de situações em que a imagem é mais luminosa que um cinzento médio. Grande parte dos tons mais importantes da imagem está na extremidade mais luminosa da gama de cinzentos. O tom “médio” geral da imagem será cerca de um incremento mais luminoso que o cinzento médio. Para conseguir uma boa fotografia tem de aumentar a exposição em um incremento (+1), para a clarear. Se não o fizer, a neve na imagem ficará demasiado cinzenta (em baixo).

Cenas mais escuras que um cinzento médio
As cenas mais escuras que um cinzento médio, como sob sombras intensas, folhagem escura, cenas nocturnas, ou roupas pretas, reflectem menos que 18% de luminosidade. Se fotografar esse género de cenas utilizando a exposição automática, elas ficarão demasiado claras. O fotómetro não consegue avaliar se a imagem é originalmente escura ou apenas uma cena vulgar com menos luz. Em ambas as situações ele aumenta a exposição para registar a imagem como um cinzento médio. Para captar uma imagem com um tom geral mais escuro que um cinzento médio, precisa de ignorar a leitura automática dada pela câmara e diminuir a exposição.

Este gato preto está entre um a dois incrementos mais escuro que um tom de cinzento médio. Para escurecer a cena, para que o gato não fique cinzento médio, a exposição tem ser diminuída em um (-1) ou dois (-2) incrementos.

Esta cena foi subexposta para criar
a silhueta das pessoas contra o fundo.
Para mostrar detalhes nas pessoas,
a exposição teria de ser aumentada
em dois incrementos (+2).
Assuntos contra Planos de Fundo Muito Luminosos
Os assuntos contra fundos muito luminosos, como um retrato contra um céu brilhante, areia clara ou neve, podem enganar o sistema de exposição, sobretudo se o assunto ocupar uma área relativamente pequena da cena. O plano de fundo pode ser de tal forma predominante que o sistema de exposição automática reduz a exposição para transformar a luminosidade geral num tom de cinzento médio. O resultado é uma imagem subexposta, com o motivo principal demasiado escuro. Para a captar realisticamente precisa de aumentar a exposição.







Sem uma compensação da exposição, os assuntos escuros contra planos de fundo luminosos ficarão subexpostos.

Assuntos contra Planos de Fundo Muito Escuros
Quando um assunto claro e pequeno se encontra contra um fundo escuro, o seu sistema de exposição automático aumenta a exposição para registar um tom de cinzento médio. Uma vez que este tom é mais luminoso que a cena, o assunto principal também é mais claro. Para captar a imagem da mesma forma que a vê, tem de diminuir a exposição para a tornar mais escura.

O sol do início da manhã iluminou este íbis pernalta, num lago. Se a exposição não tivesse sido reduzida, o fundo seria demasiado claro, tal como a ave branca. Numa cena como esta o mais indicado é utilizar uma medição Pontual.

A arcada estava na
sombra e a
catedral iluminada
pelo sol. Não era
possível captar
correctamente os
dois elementos, por
isso, a arcada foi
registada como um
sólido preto.
Cenas com alto contraste
Muitas cenas, especialmente as que têm altas luzes brilhantes e sombras intensas, têm uma gama de luminosidades que excede a gama que um sensor de imagem pode captar. Perante estas condições, tem de decidir qual a área mais importante (a das sombras ou a das altas luzes), e depois definir a exposição de forma a que essa área seja registada correctamente na imagem final. Em situações de alto contraste como esta, deve:
  • Medir e basear a exposição na área mais importante e deixar o resto da imagem sub ou sobreexposta.
  • Iluminar as sombras utilizando o flash de enchimento ou um reflector branco. Por exemplo, um retrato iluminado por trás ou lateralmente pode tornar-se melhor e mais interessante do que com uma iluminação frontal. Mas quando a luz da cena é contrastada, grande parte do rosto do modelo pode estar na sombra.
  • Nas definições de alto contraste, algumas câmaras permitem-lhe diminuir o contraste na altura em que capta a fotografia.

Cenas difíceis de Medir
Ocasionalmente pode deparar-se com cenas cuja medição é pouco conveniente ou até impossível. Anúncios luminosos nas ruas, espectáculos com projectores, fogo-de-artifício, cenas ao luar, e outras situações semelhantes, são difíceis e por vezes até impossíveis de medir. Nestes casos, o melhor é fazer experiências com os controlos de exposição da câmara. Por exemplo, depois de captar uma imagem com a exposição apontada pela câmara, utilize compensações ou bracketing da exposição automática para captar outras exposições, quer mais claras quer mais escuras que as indicadas pelos parâmetros iniciais.


Esta cena tem um céu claro e um pescador iluminado contra um fundo escuro. Uma cena deste género é difícil de medir devido à variedade da iluminação.
Um assunto relativamente pequeno contra uma grande extensão de céu, na maioria das vezes ficará subexposto, a menos que utilize as compensações da exposição.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ultra 160 SCSI

“Caro Morimoto, estou interessado em adquirir um disco rígido e uma placa Ultra 3 SCSI, de 160 MB/s, mas estou em dúvida sobre qual placa mãe usar, já que o barramento PCI opera a apenas 133 MB/s, bem menos que a velocidade da controladora...”

Realmente, o barramento PCI da placa mãe, opera a apenas 133 MB/s, o que limita a velocidade da controladora SCSI a no máximo 133 MB/s, isso em teoria, já que na prática o barramento PCI será compartilhado entre as outras placas PCI que você tiver na máquina, fazendo com que a velocidade disponível para a controladora seja muito menor.

Apesar disso, existem vários modelos de placas Ultra 3 SCSI para slots PCI de 32 bits comuns.

Estas placas nunca trabalharão à sua velocidade máxima, mas usando apenas 2 ou 4 discos rígidos, você realmente não vai precisar. Lembre-se que a taxa de um disco rígido topo de linha dificilmente supera a marca de 30 MB/s. Os 160 MB/s são apenas a velocidade da controladora, que será compartilhada entre todos os discos rígidos e outros periféricos SCSI que tenha no computador.

Caso realmente haja necessidade de ter a placa SCSI trabalhando a 160 MB/s, a solução seria comprar uma placa mãe que tenha slots PCI de 64 bits e uma placa SCSI neste formato. Um exemplo de placa mãe com este suporte é a ASUS CUR-DLS da foto abaixo. Naturalmente esta será uma solução bastante cara.

Asus CUR-DLS

Os slots PCI de 64 bits já existem no mercado há um bom tempo, eles são capazes de transferir dados a 266 MB/s, o dobro dos slots PCI de 32 bits. Em geral, eles são usados apenas em placas mãe destinadas a servidores.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

CÓDIGO DATA

O código Data é feito com uma tabela em que na coluna mais à esquerda se coloca uma data (a data chave do código, que neste exemplo é 1984). Cada letra é composta de dois algarismos: o 1º corresponde à linha e o 2º à coluna. A mensagem codificada é escrita com os algarismo todos juntos.

Exemplos: C = 13; R = 98; V = 82; ALERTA = 119215989011