terça-feira, 22 de julho de 2008

O programa do acampamento

Um programa de acampamento é indispensável para todo o tempo. É um documento escrito que será igualmente útil tanto aos pais e aos jovens, como aos educadores adultos. Nele se encontrará tudo o que pode ser previsto bem como informações úteis. Aqui está um exemplo do conteúdo de um programa: 
  • Capa: identificação do Agrupamento/unidade, tema do acampamento, datas do acampamento
  • Informações gerais:
  1. lista dos participantes
  2. local e itinerário para lá se chegar
  3. informações sobre a partida e a chegada
  4. referências para situações de urgência
 
  • Objectivos do acampamento (pedagógicos, técnicos, etc.)
  • Apresentação do programa:
  1. mensagem aos jovens
  2. mensagem aos pais
 
  • Tema:
  1. descrição
  2. hino
  3. vestuário, instalações, pequenas tarefas
  4. léxico
 
  • Actividades:
  1. horário-tipo
  2. programa de cada dia
  3. descrição dos jogos e actividades (regras, materiais)
  4. actividades em caso de chuva
 
  • Enquadramento técnico:
  1. lista de material individual
  2. lista de material colectivo
  3. ementas diárias
  4. estojo de primeiros socorros (conteúdo)
  5. regras de campo
  6. previsão orçamental
 
  • Formalidades:
  1. seguros
  2. autorização dos pais
  3. autorização para o acampamento
  4. ficha de saúde
 

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Código de honra, infracções e faltas

CÓDIGO DE HONRA

Este código é válido para qualquer jogador, convidados, reféns ou similares. Se recebes um impacto, estás morto. Em certas ocasiões dada a dificuldade de comprovar o impacto, por parte do atacante, tem de se estar muito seguro de ter atingido o adversário. Nesse caso indicar-se-á ao inimigo que se o atingiu, gritando algo como: EHH! ATINGI-TE, DE CERTEZA! O atacante que grite isso, não baixará a guarda por nenhuma razão, já que o inimigo pode não tê-lo escutado e esteja repelindo um ataque. Se o jogador não cai morto e é reincidente, poderá ser expulso do jogo e inclusive pode ser excluído da lista de jogadores para os jogos seguintes ou expulso do grupo.
 
Por favor sê cívico e cuida do meio ambiente. Respeita o lugar onde estás jogando. Na natureza, respeita os animais e plantas, deposita os teus resíduos nos lugares indicados u leva-os contigo para os eliminares posteriormente. 
INFRACÇÕES E FALTAS

Estão completamente proibidas as discussões durante os jogos. Nos casos em que seja pedido, pode nomear-se um árbitro por cada equipa, que velará pelo cumprimento das normas, ordem e disciplina da sua equipa.
 
Em caso de discussão, esta acabará de imediato e se retomará uma vez terminado o jogo, estando presentes todos os jogadores. 
O respeito entre todos nós é uma premissa muito importante a cumprir. É proibido insultar, vexar, ou desqualificar qualquer jogador, seja membro ou não do grupo. Se a pessoa que insulta persiste na sua atitude, será expulsa do jogo e será considerada como falta grave, podendo ser expulso do grupo. Por segurança, cada um dos membros ou jogadores devem ter as suas réplicas de acordo com as normas legais e fazerem-se acompanhar dos seus comprovativos de propriedade bem como do cartão de federado. 
NÃO TE ESQUEÇAS: ISTO É UM JOGO PARA NOS DIVERTIRMOS. NÃO É UMA COMPETIÇÃO.

domingo, 20 de julho de 2008

Linguagens de programação V

VISUAL BASIC

Por ser uma linguagem visual, o VB é extremamente fácil de usar, janelas, botões e muitas funções já vem prontas, bastando ao programador usa-las em seus programas. O custo da praticidade é o fato dos programas serem bem mais pesados do que equivalentes feitos em outras linguagens, como em C e de rodarem apenas dentro do Windows. 


DELPHI

O Delphi também é uma linguagem visual, baseada no Pascal. Hoje em dia, o Delphi divide com o Visual Basic a preferência da maioria dos programadores.

Apesar de também ter algumas deficiências, a opinião das maioria dos programadores é que de uma forma geral, os programas escritos em Delphi são mais rápidos do que os desenvolvidos em Visual Basic.

O Delphi possui uma versão for Linux, o Kylix, também desenvolvido pela Borland e gratuito para o desenvolvimento de softwares cobertos pela GNU. Os programas para Delphi 6 e Kylix rodam nas duas plataformas, bastando que o código seja recompilado. O código desenvolvido em versões anteriores precisa ser adaptado para rodar no Linux.

Naturalmente, além destas que citei, existem inúmeras outras linguagens, cada uma com seus pontos fracos e fortes e determinada área onde é mais usada.

sábado, 19 de julho de 2008

Dádiva do sangue

Decorreu hoje em Grândola a recolha da dádiva do sangue.

Como é do seu conhecimento, o sangue não se fabrica artificialmente e só o Ser Humano o pode doar. Como tal, o sangue existente nos serviços de sangue dos hospitais depende diariamente de todos os que decidem dar sangue, de forma benévola e regular, partilhando um pouco da sua saúde com quem a perdeu.

Todos os dias existem doentes com anemia, doentes que vão ser submetidos a cirurgias, doentes acidentados com hemorragias, doentes oncológicos que fazem tratamento com quimioterapia, doentes transplantados e muitos outros que necessitam de fazer tratamento com componentes sanguíneos. Enquanto que um doente com anemia pode necessitar de 1 ou 2 unidades de sangue, um doente com transplante de fígado ou um doente com leucemia pode necessitar de um número bastante elevado de componentes sanguíneos. 
A recolha, realizada por uma equipa do Instituto Português do Sangue, decorreu entre as 09:00 horas e as 13:30 horas na Escola Básica 2,3 D. Jorge de Lencastre.
Mas desta feita saí de lá com alguma amargura! Porquê? Cheguei à EB 2,3 pelas 11:00 horas e quando normalmente tenho de esperar na fila pela minha vez, desta feita fui de imediato atendido em todas as fases... Deveria estar satisfeito por isso, não? Não, não estou! Porque se isso aconteceu, foi porque o número de dadores que compareceram foi muito menor do que o habitual! No entanto não acredito que os doentes dos nossos hospitais que necessitam de transfusões de sangue, também tenham ido de férias ou fugido do calor do sol para as águas da praia...
Um dador de sangue não deve ser só quando lhe convém! A necessidade de sangue ocorre todos os dias, por isso a nossa ajuda ao próximo deve ter de ser uma prioridade!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Cuidado com os piratas - Eles podem roubá-lo com um click de um rato

Navegando recentemente pelo seu email, Brian L. Robison viu uma mensagem de uma agência de viagens. Email de lixo típico, pensou ele e preparou-se para o apagar. Mas era para descontos em taxas aéreas do Reino Unido para a Austrália, e como australiano dando aulas em Londres, Robinson, num capricho, fez duplo click para abrir a mensagem. Por trás da publicidade estava uma foto da Sydney Opera House. Boa foto, pensou Robinson e guardou-a. Ele já vira aquela foto antes.
De facto, ele tirara-a. “Por causa das cores únicas da foto, da forma das nuvens e das ondas no porto, não havia a mínima dúvida que ela era minha,” diz Robinson.
Onde a foram buscar? Robinson não é um profissional, apenas um entusiasta. Como milhares de outros pelo mundo, ele coloca versões de baixa resolução das suas fotos num site de partilha de fotos. Robinson usa o www.webshots.com e mostra fotografias das suas viagens em community.webshots.com/user/ozzieblr. Algumas são muito boas, outras meros instantâneos. E são todas de baixa resolução, cerca de 72dpi. (Como um ponto de referência, imagens imprimidas no POP PHOTO tem de ter pelo menos 300dpi).
Mas a baixa resolução é suficiente para a internet e para o uso por email e não se consegue saber quantas fotos que aparecem em Web sites comerciais e nos seus incontáveis emails invasivos foram desviadas de fotógrafos inadvertidos.
“A infracção dos direitos de autor é galopante,” diz Joel A. Siegel, um advogado de Manhattan que representa fotógrafos em casos desses. “E a maioria das pessoas nem se apercebe que o seu trabalho foi roubado.”
O primeiro passo em segurança é colocar avisos anti-roubo. Isto é, colocar um aviso de direitos de autor junto com qualquer foto que enviar por email ou colocar na internet. Ainda assim, como Siegel indica, “Pessoas roubam material. E em sites populares de partilha de fotos tais como webshots.com ou o pertencente ao Yahoo! – www.flickr.com, eu não encontro nenhuma discussão de direitos de autor – excepto na pequena impressão dos “Termos de Uso”.
Adicionar uma marca de água visível com o seu nome e direitos de autor torna uma imagem sem jeito para os ladrões usarem. Vá a muitos sites profissionais ‘ou agências de stock” para ver essas marcas de água em acção. Alguns programas de edição de imagem têm a capacidade de marca de água. Se o seu não tiver, apenas escreva na imagem com a comum capacidade de texto transparente.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sabe qual é o tamanho da sua pegada ecológica? Vamos ver se é amigo ou inimigo da natureza?

A pegada ecológica é um indicador que mede o tamanho do impacto de suas actividades sobre o ambiente. Ela mede a força de seu “pontapé na canela da natureza”. Mede se é amigo ou inimigo da natureza! A natureza que o acolhe tem limites na capacidade de fornecimento de recursos naturais, alimentos, serviços ambientais essenciais à vida e de reciclagem de dejectos e rejeitos.

A pegada ecológica considera a quantidade de espaço terrestre que requer para o armazenamento da água, para a produção dos alimentos e para geração da energia que consome, para construir sua casa, para colocar os seus dejectos e o seu lixo, para praticar o seu lazer. Mede o seu grau de consumo na forma de superfície terrestre produtiva demandada!

Só para ter uma ideia: em 2002 havia a disponibilidade de 1,7 hectares (ha) de terra cultivável para cada habitante na Terra. O norte-americano necessitava quase 10 ha e o europeu, 5,6 ha para atender a suas necessidades. Está previsto que em 2050 existirá somente 1,0 ha para cada pessoa, considerando o aumento populacional, sem levar em conta a degradação ou a destruição ambiental, que avançam de forma muito preocupante. Se está lendo e prestando a atenção, já deveria ter feito a seguinte pergunta: espera aí, se existe só 1,7 ha para cada pessoa e existem pessoas que precisam de 10 ha, então tem gente no mundo a passar sede e fome? Sim! Mais de 800 milhões de habitantes morrem de fome e mais 400 milhões passam extrema necessidade e mais dois biliões de pessoas começaram a sofrer restrições alimentares e de água potável nos últimos anos, conforme se lê nos relatórios de diferentes organizações internacionais! E se não tiver cuidado, você o seu filho ou o seu neto poderão ser os próximos!

Sabe-se que no mundo virtual não existem esses problemas. Mas, como tanto o mundo virtual quanto o mundo artificial das cidades dependem da conservação dos ambientes naturais (seja de florestas seja de áreas agrícolas) para se manter e muito poucos estão dando importância para isso, a situação já está ficando complicada, desesperadora, embora ainda pareça que está tudo bem. Não adianta: se não tem água ou alimento, não tem! Não adianta exigir os seus direitos! Comece a repensar os seus procedimentos quanto à conservação do ambiente natural e ao seu grau de consumo de recursos naturais, matérias primas, produtos e serviços que praticou e que ainda pratica! A natureza tem as suas normas: são rígidas, imutáveis, incorromptíveis e necessitam ser seguidas. A natureza não perdoa! Não adianta espernear e dizer que tem dinheiro para pagar e esbanjar. De nada servirá se não há o que comprar com ele...

Olhe, para contornar esse problema existem várias soluções. Ainda bem que o tem uma pegada ecológica relativamente pequena. Mas cada um necessita ajudar a reduzir, para não faltar. Como? Alguns defendem a necessidade de se fazer planeamento familiar, para não aumentar muito a população que vai competir por espaço. Mas essa solução, na nossa percepção, poderia ser colocada no fim da fila de prioridades se nos comprometermos seriamente a fazer o seguinte:

1) Reduzir o uso perdulário de energia, de água, de alimentos e de outros matérias primas, como combustíveis e celulose (papel, embalagens). O que é uso perdulário? É, por exemplo, cozinhar 1 kg de arroz se a pessoa só vai comer 100 g e deixar 900 g se estragar; atirar materiais recicláveis na lixeira e aumentar a área necessária no aterro sanitário; deixar as luzes acesas e as torneiras abertas desnecessariamente; andar de carro, consumindo combustível fóssil, quando pode ir a pé ou de bicicleta; na construção da casa, utilizar o processo constrói-desmancha-reconstrói- desmancha..., produzindo uma montanha de entulho, sem necessidade e sem planeamento; morarem dois numa casa de 500 m2; ir ao trabalho num carro de alto consumo; ir de carro à padaria da esquina.

2) Lutar para que os produtos consumam menos energia. Para que os veículos rodem mais quilómetros por litro de combustível, os figorificos e os aparelhos de TV e outros electrodomésticos gastem menos energia e outros.

3) Lutar para que os produtos que consome sejam de sistemas de produção eficientes, muito bem planeados, não perdulários no uso de recursos naturais ou de adubos, de alimentos, de remédios e de venenos e fundamentados nas normas da natureza. Como assim? Se os sistemas de produção utilizam muita terra, para produzir pouco alimento e ainda assim degradam a área e necessitam derrubar florestas para continuar as mesmas práticas agrícolas, eles não servem. Como consumidores, compradores dos produtos, podemos exigir mais cuidado com os recursos do nosso planeta! Questione. Por exemplo, produzir 1.000 kg de milho por hectare e por ano em área degradada, em vez de 7.000 kg em ambiente conservado, constitui uso perdulário dos recursos naturais em sistemas de produção altamente ineficientes.

4) Lutar para que práticas agrícolas inadequadas às nossas condições não sejam utilizadas, destruindo a capacidade produtiva dos solos. Por exemplo, as queimadas necessitam ser abolidas. Os solos não devem ser impermeabilizados. As áreas verdes permanentes devem ser mantidas de maneira estratégica. Os sistemas de plantio directo (a cultura – como a soja – é plantada em solo protegido por palha), a integração lavoura-pecuária (se a pastagem está com falhas, quase não produz mais, essa área pode ser usada para plantar uma cultura anual, como o milho; depois da colheita do grão, a área volta a ser utilizada como pastagem, que aproveita o que ficou no solo da adubação do milho) ou, melhor ainda, os sistemas agrossilvipastoris (são sistemas que integram árvores nas pastagens e cultivos agrícolas) necessitam ser incentivados e promovidos.
Vaca maltratada, faminta, em pleno verão chuvoso, “imaginando” como seria diferente se o proprietário cuidasse das pastagens e de sua alimentação e assim reduzisse a pegada ecológica do consumidor.
5) Lutar para que os materiais consumidos não sejam produto de extrativismo predador e destruidor, como de madeira para construir nossas casas ou de carvão para as churrascadas ou de lenha para fazer os pãezinhos nas padarias. A madeira necessita ser plantada para essa finalidade. Os peixes deveriam ser produzidos para o consumo e não vir de pesca predatória.

6) Lutar para que nas áreas agrícolas (lavouras e pastagens) e urbanas se realizem práticas de conservação de solo e de água, a fim de não degradarem e depois serem abandonadas, com a necessidade de se destruir mais área florestal importante para garantir os serviços ambientais essenciais. Lutar para que as áreas degradadas sejam recuperadas e que voltem a produzir.

7) Exigir que no processo de colheita dos produtos não ocorram grandes perdas, que as máquinas sejam reguladas e que os operadores sejam capacitados e profissionalizados.

8) Exigir que os produtos colhidos sejam bem manipulados, bem embalados, bem transportados e bem armazenados, para reduzir perdas e desperdícios inúteis e que aumentam a pegada ecológica de cada consumidor.

9) Lutar para que a quantidade de lixo produzido seja reduzida e que o lixo seja reutilizado ou pelo menos reciclado. Para isso deve ser praticado a separação selectiva em cada casa ou estabelecimento comercial ou industrial.

10) Lutar para que se pare imediatamente a destruição das florestas e dos manguezais – berçários do mar - remanescentes no mundo.

11) Passar adiante o que não se usa mais – pode-se doar a quem precisa, vender num bazar ou para um amigo, mas nada de guardar coisas sem uso para si, que podem diminuir a necessidade de outra pessoa e diminuir o impacto sobre os recursos naturais.

12) Fazer rodízio de boleia com os colegas – muitas pequenas coisas que fazemos podem ajudar a diminuir a nossa pegada ecológica.

Se entendeu bem o que é isso, logo terá uma porção de ideias. Para começar a reduzir a pegada, faça as seguintes perguntas e reaja:

Moradia: quantas pessoas moram em sua casa? Quantas torneiras há em sua casa? Qual o sistema de aquecimento da água? Em que tipo de moradia vive?

Alimentação: Quantas vezes por semana come em casa? Quantas refeições de carne ou de peixe faz por semana? Procura comprar alimentos produzidos localmente?

Transporte: Como vai ao trabalho diariamente? Que tipo de veículo você tem? Quantos quilómetros tem de percorrer para chegar ao local de trabalho? Para onde viajou nas últimas férias? Em quantos fins-de-semana por ano viaja de carro (mínimo de 20 km de distância)?

Consumo: Quantas compras significativas você (ou seus familiares) fez (ou fizeram) nos últimos doze meses (ex.: televisor, vídeo, computador, móveis)? Costuma comprar produtos de baixo consumo de energia?

Resíduos: Procura reduzir a produção de resíduos? Ex.: evita adquirir produtos com muita embalagem, reutiliza papel, evita sacolas plásticas. Pratica compostagem com os resíduos orgânicos que gera? Faz separação selectiva do lixo? Quantos sacos de lixo (100 litros) sua casa produz por semana?

Percebeu? Reduzir consumo perdulário, consumir produtos de sistemas eficientes de produção e de agregação de valor, fazer separação selectiva de lixo, incorporar áreas degradadas ao sistema produtivo ajudam a diminuir em muito a pegada ecológica de cada cidadão. Mas isso necessita ser exigido e praticado. Tem de perguntar de onde vem o produto, como é produzido, se tem algum produto perigoso (como as pilhas). Às vezes, quem está vendendo não tem a menor ideia, nunca se preocupou com essas coisas. Foi só depois de aparecer a doença da vaca louca e outros problemas parecidos que os consumidores da Europa começaram a perguntar como era produzida a carne que eles consumiam...

Ser um verdadeiro cidadão consciente dá trabalho. Mas a gente se acostuma e melhora o planeta!

E os biocombustíveis, não constituem um grande benefício ambiental? A pergunta deve ser: para alimentar um sistema de uso perdulário de energia? A partir de um cultivo pouco eficiente e que produz pouco óleo ou pouco álcool por hectare? A partir de um cultivo que requereu o corte de novas áreas de floresta? Nesses casos, será um “coice” na natureza. A pegada ecológica ficará maior ainda, pois essas culturas utilizam área produtiva. Você, cidadão consumidor, se praticar consumo perdulário e de produtos originados de processos perdulários, pode chegar a ser um pegada-grande que contribui decisivamente para a destruição do futuro agrícola e ecoturístico do país e da humanidade!

Entendeu todos os pontos abordados? O que deve ser considerado? O que deve ser evitado? O que necessita replanear e repensar? Então, o que deve ser feito para reduzir sua pegada ecológica e para ser amigo da natureza e assim garantir o futuro dos seus filhos e dos seus netos? O que você poderia fazer em sua casa, em sua comunidade para reduzir a sua pegada ecológica, da sua família, da sua comunidade, do seu país? Reduza o desperdício de água, de energia eléctrica, de combustíveis, de alimentos. Elimine os vazamentos e os gastos desnecessários. Ajudar a tornar os sistemas de produção mais eficientes. E o que pode fazer para sensibilizar os familiares e os colegas da comunidade para colaborar neste movimento contra as “patadas” e “coices” contra a natureza? Se tiver ideias ou já estiver fazendo algo, divulgue, discuta em sua comunidade. Não se omita!

terça-feira, 15 de julho de 2008

O transporte

O transporte é a maior parte das vezes um ponto orçamental considerável. Para lá dos queridos pais “sempre prontos” para conduzir as crianças/jovens ao acampamento gratuitamente (ou quase) e ir buscá-los, há várias outras possibilidades. Só há uma palavra de ordem: auscultar e comparar os preços.
  • Transportes públicos: autocarro, comboio, avião?
  • Alugueres: mini autocarro, autocarro, camioneta, carrinhas?
No próprio acampamento, não se torna necessário ter vários veículos em permanência. Porque não uma bicicleta ou uma motorizada para as deslocações mais pequenas? No acampamento de Inverno, uma moto da neve poderá ser útil em caso de urgência.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Segurança de cumprimento obrigatório!


  • NÃO APONTAR NUNCA a arma contra nada quando não se está jogando.
  • Retirar sempre o dedo do gatilho e activar a segurança quando não se está no decorrer de um jogo, ou quando se está na zona de descanso ou no hospital.
 
  • Não são permitidos disparos a menos de 5 metros (excepto em casos de não cumprirem uma rendição).
  • É completamente proibido disparar com uma pistola ou revolver a menos de 2 metros, inclusive nos casos de rendição. O jogador que o faça, será imediatamente eliminado. A 2 metros, não é necessário usar arma alguma. Basta dizer, "Estás morto". Será então uma eliminação "com faca". Se dois jogadores coincidem na eliminação mutua, ela não será válida e os dois continuarão jogando cada um para o seu lado.
 
  • É completamente proibido jogar sem o equipamento de segurança mínimo, sendo este uns óculos que cubram completamente os olhos, com lentes capazes de aguentar um impacto directo à queima-roupa. Não é permitido usar óculos de cristal, dado o risco que podem produzir fragmentos ou estilhaços com um impacto e podem causar danos graves nos olhos. Só temos dois olhos, temos de cuidar deles. Não há peças de substituição! Também é permitido usar máscaras de protecção que cubram o rosto.
 
  • Na zona designada e durante os períodos de descanso, reunião, briefing e debriefing (reunião prévia e posterior a um jogo) será completamente proibido disparar alguma arma, seja para experimentar ou por intentos de reparação das mesmas. Se alguém quer ou tem de disparar durante os períodos de descanso, deverá abandonar a zona de segurança.
 
  • Quando se inspecciona a arma TEM DE SE ACTIVAR SEMPRE A SEGURANÇA. Ao tirar o carregador podem ficar bolas na recâmera ou no cano, assim é de cumprimento obrigatório fazer estas comprovações APONTANDO SEMPRE PARA O SOLO E EM DIRECÇÃO CONTRÁRIA DE ONDE POSSA HAVER UM GRUPO DE PESSOAS.
 
  • Ainda que não seja obrigatório, recomenda-se estar SEMPRE COM OS ÓCULOS DE PROTECÇÃO COLOCADOS, seja na zona de descanso, hospital, ou qualquer outro sitio, esteja-se ou não em jogo. A norma de sobrevivência básica é cuidar sempre de si mesmo, portanto deves desconfiar do que os demais te digam sobre a situação da sua arma. Quer dizer, observa sempre em teu redor e vigia que nada, por descuido ou intencionalmente, te esteja apontado. Por muito que vejas que um jogador tem a segurança activada, ou que não tem o carregador colocado, o inclusive que não tem bateria procura sair sempre da sua linha de tiro. Não baixes a guarda nem sequer nas zonas de descanso.
 
  • O jogador que não respeite alguma das normas anteriores (salvo a última, que não é obrigatória, mas sim recomendável), pode ser sancionado e/ou expulso do jogo.
 

domingo, 13 de julho de 2008

Linguagens de programação IV

Cobol

Cobol significa “Common Business Oriented Language”. Esta linguagem foi desenvolvida no final da década de 50, com o objectivo de ser uma plataforma de desenvolvimento para aplicações bancárias e financeiras em geral. Comparado com o Pascal e o Assembly, comuns na época, o Cobol é uma linguagem bastante amigável, o que garantiu uma grande aceitação. Até hoje esta linguagem é usada em muitos sistemas bancários, o que explica a grande procura por programadores experientes nesta linguagem na época do bug do ano 2000. 
C

O C foi desenvolvido durante a década de 70, mas ainda é largamente utilizado. A grande vantagem do C é permitir escrever tanto programas extremamente optimizados para a máquina, como seria possível apenas em assembly, e ao mesmo tempo vir com várias funções prontas, como uma linguagem de alto nível, que podem ser utilizadas quando não for necessário gerar um código tão optimizado.

Esta flexibilidade, permitiu que o C fosse usado para desenvolver a maioria dos sistemas operacionais, como o Unix, Linux e o próprio Windows. Usando o compilador adequado, o C pode ser usado para desenvolver programas para várias plataformas diferentes. 
C++

O C++ mantém os recursos do C original, mas traz muitos recursos novos, como recursos orientados a objectos, sendo também bem mais fácil de utilizar. O C++ é bastante usado actualmente para desenvolver muitos programas para várias plataformas.
O Linux conta com um grande número de ferramentas para desenvolvimento em C, como o EMacs, o compilador GCC e até editores visuais, como o KDeveloper. Outro ponto forte é a fartura de programas de código aberto, que representam uma fonte de aprendizado quase inesgotável. O Linux é provavelmente o melhor lugar para aprender a programar em C.

sábado, 12 de julho de 2008

Resumo do processo de revelação

Revelação do filme
Processo
Tempo
Reutilização
Revelação
Segundo tabelas
Não
Paragem
30 segundos
Sim
Fixação
7-15 minutos
Sim
Humidificação
1 minuto
Não
Lavagem
30 minutos
-
Positivagem
Processo
Tempo
Reutilização
Revelação
1,5 minutos
Sim
Paragem
30 segundos
Sim
Fixação
4 minutos
Sim
Lavagem
5 minutos
-

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sabia que contribui para a poluição do ambiente com venenos e substâncias perigosas? Que isso pode prejudicar a natureza, você e o próximo? II

Muitos desses venenos ou “remédios” que são despejados em esgotos e em ribeiros ou mesmo no fundo do quintal contaminam o lençol freático (água na terra que abastece poços e fontes) e, como não são eliminados pelo tratamento convencional de água, podem voltar para nossas torneiras e fazer mal à saúde. Quando você usa água de chuva recolhida do telhado, em áreas onde há pulverizações aéreas de veneno ou insecticida, deve-se desfazer da primeira água de chuva, para evitar água contaminada. Evite passar herbicida na vegetação do terreno baldio, pois seus resíduos, conforme o princípio activo, podem contaminar o lençol freático, ou eles podem ser levados pela enxurrada, até aos ribeiros e quando a água desses for usada para abastecimento da cidade, a água da sua torneira poderá conter resíduos de herbicida e prejudicar sua saúde. Por isso, para ser um legítimo cidadão precavido, não use venenos! Use maneiras alternativas para controlar pragas.

No caso de pragas de plantas, existem métodos alternativos de combate, dentre os quais a captura de eliminação mecânica de insectos ou pragas. Se você plantar flores no meio da horta, ajuda a esconder o tomate das pragas, por exemplo. A diversidade de plantas diminui os riscos de um insecto trazer a família para se banquetear na alface. Se o ambiente for amigo das joaninhas, fornecendo abrigo, elas ajudam a controlar os pulgões das laranjeiras. Consulte alguém que entenda do assunto, em caso de necessidade.

O que fazer? Em primeiro lugar deve-se reduzir o uso de venenos. É necessário usar medidas de prevenção, que podem ter mais impacto, como manter o ambiente limpo, eliminar água empoçada e realizar o despejo selectivo de lixo. Quando for utilizar veneno, deve verificar a dose correcta, a época mais adequada, o equipamento mais adequado para aplicar, o local exacto que deve receber o veneno, a vestimenta que se deve usar, como se deve lavar as mão após o uso, como guardar as embalagens não vazias e como manejar as embalagens vazias e outros detalhes.

Tem mais? Sim. Quando deita pilhas e baterias, que contêm elementos tóxicos (chumbo, cádmio, mercúrio, níquel, prata, lítio, zinco e manganês), ou ácidos, ou lâmpadas fluorescentes de mercúrio queimadas no lixo ou no terreno baldio, contamina o ambiente e cria fontes de intoxicação de crianças, de animais e de outros seres vivos. Já existem no mercado pilhas e baterias fabricadas com elementos não tóxicos, que podem ser despejadas, sem problemas, no lixo domiciliar. As baterias de carro, além de ácidos, contêm chumbo, elemento muito perigoso para a saúde humana, animal e do ambiente. Procure saber como desfazer-se desses materiais de maneira segura.

Ainda tem mais. Quando lança o esgoto da sua casa, que contém fosfato (por exemplo, dos sabões líquidos) e nitratos (por exemplo, das fezes e da urina) no ribeiro e estes se acumularem em lagoas ou em represas, gerando a eutrofização das águas, pode ocorrer estímulo de desenvolvimento de aguapés e de algas; algumas dessas algas podem ser tóxicas. O desenvolvimento excessivo de algas consome o oxigénio dissolvido na água, o que mata peixes e outros organismos aquáticos. Quando a água for submetida ao tratamento com cloro, a decomposição dessas algas (limo) pode resultar num cheiro horrível de BHC na água, ou as toxinas destas algas podem passar para a água, tornando-a tóxica. Pessoas hospitalizadas já morreram por causa dessas toxinas em água tratada convencionalmente. Procure usar detergentes sem fosfato. Despeje o esgoto na rede que vai para tratamento.

Evite fossas negras, que contaminam as águas do lençol freático. Quando a sua empresa tiver fossa séptica, não permita que o caminhão limpa-fossa lance esse material no ribeiro mais próximo e exija que o descarregue em local apropriado, para evitar a eutrofização de corpos de água. Existem diversos equipamentos, alguns simples e outros mais sofisticados, para o tratamento de águas negras (fossa); por exemplo, fossas biodigestoras domésticas, tratamento aeróbio e anaeróbio de águas sanitárias em lagoas de decantação e outros, inclusive para aproveitamento do metano para gerar energia, quando em grande volume.

Se na sua empresa houver tanques de combustível enterrados, procure trocá-los por reservatórios superficiais, para evitar que seu vazamento contamine as águas do lençol freático e dos aquíferos com substâncias tóxicas.

O que faz com resíduos sólidos, líquidos, gasosos e radioactivos de seus laboratórios químicos ou biológicos ou de seus processos industriais? São menos produzidos, reutilizados, reciclados ou inactivados, para despejo ou incineração?

Onde despeja os resíduos e os entulhos de construção e de demolição, incluindo tintas, solventes e outros?

Quanto ao problema com os agrotóxicos - insecticida, acaricida, fungicidas e bactericidas, formicidas, lesmicidas e outros-, já pensou a respeito, antes de usar, pois as consequências do mau uso, inclusive das suas embalagens, podem ser fatais? Primeiro, tome muito cuidado no manuseio. Nunca use a embalagem vazia de agrotóxicos e de venenos domésticos, para transportar água ou alimentos. Procure saber na loja onde comprou o produto e pediu a factura (deve guardar e levar ao lojista quando devolver a embalagem vazia) como deve proceder com a embalagem vazia. A loja tem de receber de volta a embalagem.
Preparo de embalagens de agrotóxicos para reciclagem e incineração de resíduos biológicos.

A embalagem não pode ser despejada por aí. Tanto o produto como a embalagem vazia têm de ficar longe das crianças. Antes de comprar um veneno, procure informar-se sobre as maneiras alternativas de combate a insectos, pragas, doenças e mato, assim como quando se compra um medicamento perigoso que necessita de receita e de acompanhamento médico.

Entendeu? O que poderia fazer na sua casa, no seu terreno, na sua rua, na sua empresa, na sua comunidade para reduzir a produção de esgotos tóxicos e de lixo desejado por aí e o uso de venenos e de substâncias tóxicas ou que podem ser tóxicas quando ingeridas em grandes quantidades, no seu bairro, na nossa cidade, no nosso concelho, no nosso País e no nosso mundo? O que pode fazer para sensibilizar os familiares e os colegas da comunidade para colaborar neste movimento contra o envenenamento global? Por exemplo, poderia reunir o pessoal e fazer o pedido ao vereador conhecido para que seja feita uma lei para a recolha de embalagens de venenos usados na cidade. Se tiver ideias ou já estiver fazendo algo, divulgue, discuta na sua comunidade. Não se omita!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O equipamento

O equipamento necessário depende, naturalmente, do tipo de acampamento escolhido. Devem ser consultados atentamente manuais e guias de Parques de Campismo, se o acampamento se desenvolver num parque de campismo. 
Consultar de modo especial os capítulos referentes a campismo em barco e velocampismo, bem como a lista de material que se encontra, habitualmente, em anexo.
Se se tiver necessidade de equipamento pesado, deve-se ponderar antes de o comprar novo:
  • pode-se alugar o equipamento no local (economia nas despesas com o transporte)?
  • pode-se alugar na nossa região e transportá-lo a bom preço?
  • pode-se comprar o equipamento usado em bom estado?
  • pode-se passar sem ele sem mudar o tipo do acampamento?
O equipamento pesado deve ser objecto de uma inspecção minuciosa para se ter a certeza que se encontra em condições de segurança e funcional.
Se os jovens construírem instalações, analisar cuidadosamente o seu trabalho preocupando-se com os riscos de inundação, de incêndio ou de desabamento.
O material ligeiro, colectivo ou individual, está muitas vezes registado nas listas que se fazem anualmente. É recomendável verificar estas listas para ver se algumas peças do equipamento ou alguns artigos não poderiam ser eliminados ou substituídos por outros em função da preocupação da segurança e do ambiente.
Por exemplo, pode-se determinar que os mata-moscas, os desodorizantes aerossóis e os detergentes com fosfatos são proibidos. Ou ainda levantar a questão das machadas, pela tentação de cortarem troncos vivos.