sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Como... Criar um tríptico com fotos abstractas

Revelamos-lhe uma forma rápida de dar uma nova vida às suas fotos de eleição, transformando três imagens numa obra de arte contemporânea.

O QUE VAI PRECISAR Photshop Elements 6, Photoshop CS ou superior
O QUE VAI APRENDER Como usar as ferramentas do Photoshop para combinar três fotos abstractas num magnífico tríptico
DEMORA APENAS 10 minutos
 
Se procura uma forma criativa de exibir as suas fotos favoritas, fique a saber que a resposta poderá estar numa peça de arte contemporânea. Criar um tríptico no Photoshop Elements é surpeendentemente simples e, uma vez impresso e emoldurado, ficará com um aspecto digno de uma galeria de arte.

Este conceito remonta aos primórdios da arte cristã e consiste na criação de um conjunto de três imagens. Actualmente, artistas e fotógrafos usam os príncipios básicos desta técnica para conferir um aspecto criativo às suas imagens.

Neste passo a passo mostramos-lhe como criar um tríptico contemporâneo, com fotos abstractas, capaz de embelezar as paredes de uma galeria ou da sua casa.

Não é difícil encontrar cenários que se adeqúem a este desafio. Neste caso, optámos por captar imagens de uma passadeira. À primeira vista, a escolha do motivo pode parecer invulgar mas, depois de uns retoques, o conjunto das imagens ganha um novo fôlego. Continue a ler para descobrir como se faz.
1 Rodar as fotos
Abra as três imganes no Elements. Para orientar as imagens na vertical, vá a Image»Rotate»90º Right - terá de repetir o processo para cada uma das imagens. Para corrigir a cor de cada imagem, pode utilizar a funcionalidade Intelligent Colour Correction. Para isso, vá a Enhance»Auto Colour Correction. 
2 Ajustar os tons
Para optimizar os tons e escurecer um pouco as imagens, vá a Enhance»Levels. Deslize o ponteiro do lado esquerdo (Shadows) em direcção ao centro do histograma e arraste o ponteiro do meio (Midtones) ligeiramente para a direita. Repita este processo para cada uma das três imagens, certificando-se da consciência das alterações.
3 Criar a sua tela
Para criar um nova tela em branco, na qual irá reunir as suas três imagens editadas, vá a File»New»Blank File. Na nova janela que surge, defina Width para 85 cm e Heigth para 45 cm. Em seguida, use as restantes caixas para definir Resolution para 300 píxeis, Colour Mode para RGB e Background Contents para White.
4 Adicionar imagens
Regresse à primeira das imagens abstractas no Project Bin e pressione Ctrl+A para seleccionar toda a imagem e Ctrl+C para a copiar. Depois, volte ao novo documento que criou no passo 4 e prima Ctrl+V para colar a imagem na tela em branco. Repita o processo com as restantes imagens, para que todas surjam na tela.
5 Alinhar as imagens
Para concluir, seleccione a ferramenta Grab na paleta Tools, à esquerda, e use-a para mover e alinhar as imagens. Para facilitar o alinhamento correcto, vá a View e seleccione Grid, a partir do menu. Pode usar esta grelha para garantir que as suas fotos estão alinhadas e uniformente espaçadas. O seu tríptico está pronto a imprimir. 
Dica
Esteja atento ao invulgar
Mesmo nos cenários mais banais, ecnontrará imensas oportunidades para captar imagens que se adequam a este projecto. Isto aplica-se, sobretudo, se pretender combinar fotos abstractas em que, mais do que a representação realista do local, a forma, a cor e as linhas assumem um papel de destaque.

in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Como funcionam as memórias Rambus

As memórias Rambus não deixam de ser uma arquitectura bastante interessante, afinal, projectar um módulo de memória capaz de operar a 800 MHz tem os seus méritos.

A grande diferença entre um módulo de memória Rambus e um de memória DDR, e justamente o que permite aos módulos RDRAM atingir frequências de operação altíssimas, é o facto de serem divididos num número muito maior de bancos de memória. Com mais bancos, é possível manter mais bancos transferindo dados ao mesmo tempo, obtendo frequências de operação mais altas.

Isto leva à segunda característica, que é ao mesmo tempo uma vantagem e desvantagem: o facto dos módulos transmitirem apenas 16 de dados bits por ciclo, enquanto os módulos DDR transmitem 64 bits.

Esta limitação surge em decorrência da frequência de operação mais alta. Se cada via de dados realiza mais transferências de dados por segundo, consequentemente também gerará mais ruído eletromagnético, ou seja, gerará mais interferência. Com isto, as vias de dados precisarão ficar mais distantes umas das outras. Já que o espaço num módulo de memória é muito restrito, a única solução foi diminuir o número de vias de dados, de 64 para apenas 16.
Por outro lado, isto pode ser vantajoso do ponto de vista dos fabricantes de placas mãe, pois se os módulos de memória possuem apenas 16 vias de dados, será preciso usar menos trilhas na placa mãe, o que significa custos de desenvolvimento e produção mais baixos. Existe inclusive a possibilidade de aumentar o número de vias, de 16 para 32 e aceder a dois módulos ao mesmo tempo. Com isto a velocidade de acesso à memória duplica.

Cada módulo transmite dados (limite teórico) a 1.6 GB/s, então dois módulos juntos transmitirão pares. Mais dores de cabeça, mais gastos, porém acesso à memória mais rápido. Estes 3.2 GB/s de barramento com a memória são um dos principais motivos para o Pentium 4 ser muito rápido no Quake 3, um jogo que depende muito da velocidade do acesso à memória, mas não ajuda tanto em outras aplicações.

O uso de mais bancos de memória traz um efeito colateral, que é a necessidade de usar um circuito de controle mais complexo, e mais caro. Este circuito de controle é um dos factores que faz os módulos RDRAM serem mais caros, e é o culpado pelos tempos de latência mais altos.

A organização mais complexa e o circuito de controle mais lento, faz com que os acessos demorem muito mais tempo. O primeiro acesso à memória demora muito mais que num módulo DDR, apesar dos seguintes demorarem apenas um ciclo cada.

Isto explica por que um Pentium III instalado numa placa mãe com o chipset i820, que usa memórias Rambus, é mais lento que um Pentium III usando memórias PC-100 comuns em muitas aplicações, ganhando noutras. Apesar de transferir mais dados por ciclo, os módulos RDRAM demoram mais para começar a transferir dados, o que significa mais ciclos de processamento desperdiçados.

Aplicações que realizam vários acessos a memória, transferindo um número pequeno de dados por acesso, acabam apresentando um desempenho inferior do que apresentariam com memórias PC-100 comuns, enquanto aplicações que manipulam grandes quantidades de dados são beneficiadas. É uma faca de dois gumes.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Nós e amarras II

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.
 
Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

NÓ DE CIRURGIÃO

De utilização semelhante à do nó direito, se mostra mais adequado quando utilizado em cabos de materiais sintéticos mais escorregadios.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Nações Unidas contra aumento de impostos às famílias

As novas medidas de austeridade são noticia em todo em lado em Portugal...

A VISÃO publica um texto das Nações Unidas de cuja leitura só me resta uma pergunta: Será que os políticos portugueses vivem num planeta diferente?
"A Agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) mostrou-se hoje contra o aumento de impostos em tempos de crise e chegou mesmo a aconselhar uma redução das contribuições das famílias para reduzir as desigualdades e estimular o consumo.

"Não aumentaria os impostos num momento de recessão, não é uma boa ideia aumentá-los, excepto talvez em certas taxas desde que não tenham impacto sobre a procura", disse o director da divisão de estratégias de desenvolvimento da UNCTAD, Heiner Flassbeck, numa conferência de imprensa.

Heiner Flassbeck explicou que a redução dos impostos às empresas seria "a coisa mais estúpida", e que "os negócios não são determinados por impostos, mas pela procura", pelo que defendeu um corte de impostos às famílias já que esta medida "seria sim um grande benefício para as empresas e os governos"."

Nyctalus noctula, Morcego-arborícola-grande

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Vespertilionidae.

Tipo de ocorrência
Desconhece-se se é residente ou visitante.

Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE. DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto ao tamanho da população e tendências de declínio.

Distribuição
Esta espécie encontra-se em grande parte da Europa e Ásia, estendendo-se para a Sibéria, China, Norte do Vietname e Taiwan. Também foi referenciado em África (Bogdanowicz 1999b).

Trata-se de uma espécie praticamente desconhecida em Portugal. O único registo no país é um exemplar do Museu Bocage capturado em Pavia (Palmeirim et al. 1979), sendo deste modo impossível caracterizar a sua distribuição.

População
O morcego-arborícola-grande é ainda abundante na maior parte da sua área de distribuição, com densidades que variam entre os 30 e os 80 indivíduos/km2, mas é actualmente raro nalguns países, particularmente em áreas agrícolas (Bogdanowicz 1999b).

O tamanho da população e a tendência são desconhecidos em Portugal.

Habitat
É uma espécie predominantemente florestal. No verão refugia-se sobretudo em cavidades de árvores, mas pode também ocupar edifícios (Gaisler et al. 1979).

Durante o Inverno utiliza estes abrigos e fendas rochosas (Bogdanowicz 1999b).

Parece caçar predominantemente sobre lagos e outras áreas abertas em zonas florestadas (Kronwitter 1988, Vaughan et al. 1997).

Factores de Ameaça
Em algumas áreas da Europa as suas populações têm sido afectadas por perda de habitat (Bogdanowicz 1999b).

O uso generalizado de pesticidas poderá ser uma ameaça, dado causar a diminuição da diversidade de presas e a contaminação dos morcegos por ingestão de insectos contaminados.

Sendo uma espécie de voo alto é particularmente susceptível de colisão com aerogeradores.

Medidas de Conservação
Dada a reduzida informação que existe sobre esta espécie no país, a sua conservação depende do desenvolvimento de acções de investigação para melhorar o conhecimento da distribuição, do efectivo e das tendências populacionais, que permitam avaliar a situação da espécie e planear medidas de conservação.

No entanto, a correcta gestão das zonas florestais de folhosas, com a preservação de árvores antigas, é essencial para a preservação desta espécie. Deve ser considerada a possibilidade de instalar caixas-abrigo em áreas de habitat favorável mas que não disponham de árvores com cavidades.

A racionalização do uso de pesticidas e a realização de acções de sensibilização poderão também beneficiar esta espécie.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

WE EBR MK14 Mod 1 (GBB)

Marca WE
Código do Produto GUNT0406
Hop-Up Ajustável
Peso 4,760 kg
Comprimento 930.0 mm
Capacidade 25 bb's
Potência 370.0 fps
Fonte de Energia green / top gás
Blowback Sim
Modo de Tiro semi-automático, totalmente automático

Melhorando a M14 Mod 0, a Sage criou uma variante conhecida como Mod 1, com melhoramentos tais como melhor precisão, menor recuo, e mais algumas características ajustáveis. Claro que isto foi unicamente nas armas reais, mas para aqueles que optam pela autenticidade, esta M14 EBR Mod 1 será aquilo porque estão esperando.

Utilizar o gás como fonte de energia significa uma melhor sensibilidade do blowback, mas claro que uma vez que utiliza bb's de 6mm e não munições de 7.62mm, não irá enfrentar esses notórios problemas que as M14 reais apresentam.

Como na velha WE M14 EBR mod 0, o ferrolho recua e avança com cada disparo, efectuando um notório coice enquanto o mecanismo roda para armar o cão e carregar a bb na câmara. O Recuo é auxiliado pelo facto de que o receptor desta arma é todo em metal, e está montado num kit de metal, o que significa que o som do metal, no metal, em metal, é metálico, e fantástico.

O adiciona mais rails de acessórios do que você saberá o que fazer com eles. Rails laterais parciais e um rail de comprimento total no topo, a parte de baixo também tem um rail que é parcial, mas o guarda-mão é removível se quiser prescindir do conforto para ter acesso ao rail inferior de comprimento total por alguma razão. Como muitos outros produtos da WE, a arma tem um corpo em alumínio CNC que é um factor justificativo do peso e custo, a qualidade sendo simplesmente sublime e apresentando mais durabilidade do que a maioria dos corpos que por aí andam.

A contrário da Mod 0, desta feita a coronha não é ajustável em comprimento, nem o apoio do rosto é ajustável em altura; mas claro o comprimento é ajustável dado que é uma coronha tubular. Como na Mod 0, esta arma também tem anéis traseiros e dianteiros para montagem da correia, para se quiser transportar esta besta ao alto o poder fazer mais facilmente. A armas traz miras em metal embutidas, que são suficientemente boas, mas que pode substituir por uma mira telescópica do mercado da sua escolha (não incluída), ela pede por uma de qualquer forma.

Com cerca de 4.8kg / 11lbs não é demasiado pesada, mas é certamente mais pesada que muitas das espingardas no terreno. Com cerca de 101cm / 40 polegadas não é pequena, diminuindo para cerca de 93cm / 36 polegadas com a coronha recolhida para tornar o transporte uma tarefa mais fácil.
in 


sábado, 8 de setembro de 2012

Antecedentes Ideológicos

Chamamos assim às ideias que presidiram ao período de preparação dos Cursilhos de Cristandade e que constituem as linhas fundamentais do seu desenvolvimento, considerando a explicação da sua aparição. São:

CONCEITO TRIUNFAL DO CRISTIANISMO

Isto é, ter a absoluta certeza de que o Cristianismo é a solução de todos os problemas humanos. Não existe outro nome que o de Jesus para que possamos ser salvos. São Paulo é o defensor deste pensamento (Coríntios II, VI, 1)

Contraposição: Todos quantos cremos ser salvadores por nós mesmos ou pela força, ou pelas estruturas, ou pela inteligência ou por qualquer outra coisa. Toda a visão pessimista, triste, amargurada, do problema.

VISÃO DINÂMICA DO CATOLICISMO

A) Não só que temos a solução, mas também que a temos de comunicar.
B) Toda a paragem é retrocesso; visão ascética, visão de peregrino; ir continuamente da realidade ao Ideal, do homem existente ao homem possível.

Contraposição: Toda a visão burguesa, estática, conformista, inoperante.

O APOSTOLADO É UMA EXIGÊNCIA DE VIDA CRISTÃ

Não uma superabundância, não uma organização ou uma estrutura, mas um organismo vivo tão longe de a estrutura burocrática como da orgulhosa elite suficiente.

Contraposição: Só apostolando os (x) ou os (z). Os demais, massa desprezível.

CONHECIMENTO DOS HOMENS DE HOJE

Dos seus problemas e da sua angústia. Conhecimento vivo, experimental, não dos livros. Conhecimento aprendido da convivência com a massa que o fermento de Cristo deve vivificar.

Contraposição: Todo o "catolicismo" (?) de classe ou de capela, ou teorizante.

UM PRINCIPIO DE INSATISFAÇÃO

Simples, directo e cheio de esperança, fonte de realizações cada vez melhores. Cheio de disposição de melhoria. Revisão dos próprios métodos.

Contraposição: Já está bem assim! Não complique

CONVICÇÃO DA RESPOSTA

De que é realmente possível que quantos vivem à margem da religião, sintam a chegada da graça e sejam totalmente capazes de entregar-se a Cristo sempre que se lhes apresente tal qual é (sem deixar de ter em conta a sua liberdade) e uma ESPERANÇA FIRME de que se se realizava a experiência sucederia o mesmo de sempre: Madalenas e Zaqueus se converteriam nos seus mais dinâmicos apóstolos.

EM ESFORÇO POR ENCONTRAR UMA TÉCNICA

Da realização concreta calcada nos procedimentos apostólicos e que tenha em conta os problemas e exigências de cada pessoa para soluciona-los de raiz.

A CONVICÇÃO DE QUE A SOLUÇÃO TERIA QUE SER SIMPLES E UNIVERSAL

E por isso devia ser católica. Deveria viver-se no Cursilho a catolicidade efectiva e que portanto toda a classe de pessoas, raças, classes, etc., deveria convergir em tudo o que no Cursilho se dera, por muito distante que fosse a sua procedência ou o seu ponto de partida. 
 
Eduardo Bonnín
Francisco Forteza
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Mateo Enrique Lladó 3_1ºA y 2ºB - E-07002 Palma de Mallorca - Spain

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Como... Simular o efeito de infravermelhos

Aprenda a reproduzir o efeito da película tradicional para infravermelhos, combinando ferramentas de conversão monocromática e adição de grão.

O QUE VAI PRECISAR Photoshop Elements 6, Photoshop CS, ou superior
O QUE VAI APRENDER Como aplicar o efeito de infravermelhos às suas fotos
DEMORA APENAS 15 minutos
 
Os efeitos da fotografia em película para infravermelhos são incríveis - folhagem clara, céus escuros, muito grão e graus variados de brilho, que lhe conferem uma aparência muito característica.
 
Também é possível captar verdadeiras fotos de infravermelhos na sua câmara digital, mas têm de colocar um filtro de infravermelhos na sua objectivas ou converter a sua reflex digital, para poder captar o espectro infravermelho. Infelizmente ambas as opções envolvem gastar dinheiro.
 
As boas notícias é que vamos mostrar-lhe como obter esse look, sem gastar um cêntimo a mais, utilizando o Photoshop Elements para o efeito! Pode também usar o Photoshop, ajustando as mesmas técnicas à interface respectiva .
 
Umas das vantagens de aplicar o efeito de infravermelhos durante o processo de edição é que pode corrigir e ajustar alguns problemas decorrentes da operação. Ao utilizar as ferramentas de conversão monocromática do seu editor de imagem pode fazer uma conversão rápida, através de um estilo predefinido e ajustá-la posteriormente, para afinações pontuais. O mesmo se passa, aliás com a adição de grão. A outra vantagem clara é que, desta forma, pode ficar com a imagem original, na sua versão a cores, e obter uma outra representação da mesma realidade, a infravermelhos. Continue a ler para saber como pode fazê-lo.
1 Preparar o ficheiro RAW 
Para se certificar de que as cores e os tons são convertidos na perfeição, abra Infravermelhos_Antes.dng no ACR. Aqui, pode usar os ponteiros de ajuste para aclarar as sombras e reforçar as cores. Mude Temperature para 4800, Tint para -27, Exposure para 1.25, Fill Light para 58, Brightness para 25 e Contrast para 20.
2 Converter para infravermelhos
Clique em Open Image para abrir a imagem do Photoshop Elements. Depois, vá a Enhance»Convert To Black And White, e seleccione Infrared Effect na caixa Select A Style, à esquerda. Para reforçar o efeito e escurecer o céu, reduza o ponteiro de Blue ligeiramente e aumente Contrast. Clique em OK.

3 Aumentar o contraste
A imagem está já a adquirir o aspecto de infravermelhos, mas neste momento os tons apresentam falta de contraste. Para escurecer as sombras, aclarar as altas luzes e aumentar o contraste geral da imagem, vá a Enhance»Adjust Lighting»Levels. Na janela que surge, aumente Shadows para 32 e reduza Highlights para 200.

4 Adicionar grão
Uma das características da película para infravermelhos é a presença de grão. Para o reproduzir, crie uma camada nova e vá a Edit»Fill Layer. Defina Contents para 50% grey e clique em OK. Para adicionar o grão, vá a Filter»Noise»Add Noise e aumente Amount para 12.5. Seleccione as opções Gaussian e Monochromatic.

5 Misturar o grão
Clique em OK para aplicar o grão à Fill Layer. Em seguida, defina o modo de mistura das camadas para Overlay, através do menu situado no topo da paleta de camadas. Se a influência do grão lhe parecer excessiva, reduza a opacidade da camada para 75%. Pode agora fundir a camada com grão com as restantes através de Layer»Flatten Image.

6 Clarear e escurecer selectivamente
Para terminar, seleccione a ferramenta Burn, na paleta de ferramentas, e escolha um pincel com um diâmetro de cerca de 300 píxeis. Defina Exposure para 5% e Range para Shadows. Pode agora usar o pincel para escurecer selectivamente áreas do céu. Mude para a ferramenta Dodge e utilize-a para reforçar as altas luzes.

in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A necessidade de memórias DDR

O grande trunfo das memórias DDR é um grande apoio da indústria, que vem ganhando força depois do lançamento dos chipsets DDR para o Athlon (o AMD 760 foi o primeiro da lista) e para o Pentium III (liderados pelo Via Apollo 266). O primeiro chipset para Pentium 4 a suportar memórias DDR é o i845, seguido pelo SiS SiS645 e Ali M1671.

O ganho de desempenho utilizando memórias DDR varia de acordo com a aplicação usada. Em aplicações de manipulam pequenas quantidades de dados por vez, como por exemplo, aplicações de escritório em geral, programas de compactação de áudio e vídeo, browsers, etc. o ganho é muito  pequeno, já que a quantidade de dados de que a aplicação necessita podem ser atendidos facilmente por um módulo PC-133 comum, neste caso, os gargalos são o processador, cache, HD, etc. não a memória.
Porém, em aplicações que manipulam grandes quantidades de dados, como por exemplo grandes bancos de dados, jogos 3D em geral, programas de engenharia como o CAD ou programas científicos, apresentam grandes ganhos de desempenho em conjunto com memórias DDR.

Isto vale para uma processador Athlon de 1.33, um Pentium 4, etc. Conforme os processadores foram evoluindo, o uso de memórias DDR trouxe ganhos de desempenho cada vez mais tangíveis, já que eram usados multiplicadores cada vez mais altos, aumentando o abismo entre a velocidade do processador e a velocidade da memória.

Um exemplo é o Celeron. Em suas primeiras versões, a 333, 366, 400 MHz, o Celeron, mesmo usando barramento de 66 MHz rivalizava em desempenho com os Pentium II de 350 e 400 MHz, que já utilizavam bus de 100, simplesmente porque a 366 MHz o Celeron ainda não era muito penalizado pela memória mais lenta.

Porém, conforme o Celeron foi sendo lançado em versões cada vez mais rápidas, o barramento de 66 MHz começou a limitar severamente a performance. A Intel resolveu então lançar no mercado o Celeron de 800 MHz usando bus de 100 MHz. A diferença de desempenho entre um Celeron 766 (que usa bus de 66) e um Celeron 800 (que usa bus de 100) chega a ser de quase 20% em algumas aplicações, mesmo a frequência do processador sendo quase a mesma. Afinal, o Celeron 766 usa multiplicador de incríveis 11.5x, enquanto o Celeron 800 usa multiplicador de apenas 8x, perdendo muito menos tempo ao aceder à memória.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Nós e amarras I

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

NÓ DIREITO ALCEADO

Variação do Nó Direito, tem como característica principal o fato de poder ser desfeito facilmente.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Caprimulgus ruficollis, Noitibó-de-nuca-vermelha

Taxonomia 
Aves, Caprimulgiformes, Caprimulgidae.

Tipo de ocorrência

Estival nidificante.

Classificação
VULNERÁVEL. VU (C2a(ii))
Fundamentação: População estimada entre 1.000 e 10.000 casais que se encontra em declínio continuado, inferido a partir do declínio do habitat e também de situações locais conhecidas. Admite-se que todos os indivíduos estão concentrados numa única subpopulação. Dado o grande intervalo da estimativa populacional, a classificação poderia variar entre EN e LC; tendo-se admitido como mais provável um valor intermédio, optou-se por classificar a espécie como VU.

Distribuição
Encontra-se confinado à Península Ibérica e ao Noroeste de África (Marrocos, Argélia e Tunísia). Inverna na África subsariana (del Hoyo et al. 1999).

Em Portugal Continental distribui-se principalmente pela metade sul do país e no interior das regiões centro e norte (Rufino 1989). Está ausente em regiões montanhosas.

População
Não há estimativas precisas da população presente em Portugal. Rufino (1989) estima grosseiramente que a população deverá situar-se no intervalo de 1.000 a 10.000 casais. No entanto, e apesar da clara falta de dados populacionais fiáveis, observa-se um declínio continuado do seu habitat (por intensificação agrícola, aumento da área de povoamentos florestais densos, aumento da rede viária alcatroada, etc.), pelo que se infere que a população se encontra em declínio. Esta tendência parece confirmada pelas observações de campo em alguns locais, cujo acompanhamento sugere declínio desta ave, nomeadamente na região ocidental da Beira Interior sul e em áreas do concelho de Odemira (C Pacheco, com. pess.).

A nível europeu a espécie é considerada como Não Ameaçada, provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
Ocupa principalmente áreas compostas por arvoredo disperso, intercaladas com matagal mediterrâneo e zonas abertas (pastagens, áreas agrícolas) (Rufino 1989), utilizando estas últimas para se alimentar. É uma espécie de zonas de baixa ou média altitude, não sendo encontrado geralmente acima dos 800 m. Evita povoamentos florestais densos e extensos.

Factores de Ameaça
Os factores de ameaça para esta espécie em Portugal não são conhecidos com rigor, uma vez que não se conhece com detalhe a sua situação populacional, a magnitude do declínio e os requisitos ecológicos. A mortalidade por atropelamento é provavelmente a principal causa de mortalidade não natural. O alcatroamento de caminhos em zonas rurais, com consequente aumento da velocidade e intensidade de circulação, contribui para o aumento de mortalidade em algumas zonas (e.g. Beira Baixa) (C Pacheco, com. pess.). A degradação do habitat e o uso de pesticidas são provavelmente causadoras do seu declínio. Em Portugal tem-se verificado um aumento das áreas de povoamentos florestais densos (eucalipto e pinheiro), que são evitados pela espécie, e também alguma intensificação agrícola, da qual geralmente resulta um incremento do uso de agro-químicos desfavorável ao noitibó-de-nuca-vermelha.


Medidas de Conservação
Será necessário aprofundar o conhecimento sobre a dimensão do efectivo populacional, sua tendência e requisitos de habitat. Uma redução do uso de pesticidas e de produtos fito-sanitários na agricultura parece ser uma medida importante para a conservação do noitibó-de-nuca-vermelha. A manutenção dos sistemas agro-silvo-pastoris tradicionais e da agricultura extensiva serão positivos para a espécie. Limitar o alcatroamento de caminhos rurais e a velocidade nos mesmos contribuirá para não incrementar a mortalidade não natural.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

G&P MK18 Mod I (Black)

Marca G&P
Código do Produto GP-AEG038BK
Hop-Up Ajustável
Peso 3,350 kg
Comprimento 695 mm
Capacidade 130 bb's
Potência 360 fps
Modo de Tiro Semi.automático, Totalmente Automático

Outra AR sexy da família de armas da série M4 da G&P, uma marca que ganhou a reputação de qualidade, performance e compatibilidade ao ponto de estabelecer um standard para AEG's de metal.

Com excepção do punho de pistola em polímero e da coronha ajustável, a arma toda em metal faz uso de alumínio de alta qualidade e aço, para uma combinação de resistência e peso, um balanço de massa controlável e durabilidade todo banhado num tratamento de acabamento de alta resistência.

Os internos da G&P são uma promessa de standards de referência; o grau de qualidade, confiança e performance que marcam o caminho a seguir pelas AEG's.

Boa limpeza, pode contar com uma sólida performance e se isso não for suficiente, elas são altamente compatíveis assim pode falar com os técnicos sobre mudar essas peças por outras com melhores características de potência e ritmo de fogo.

O RAS de 10 polegadas esconde o cano externo de 11,5 polegadas dando-lhe um perfil agressivo de arma curta de CQB. Rails nos quatro lados com comprimento total no topo dão um mais que amplo potencial de montagem de acessórios. Até traz um punho com rail vertical e coberturas para os rails.

Tal como a mais comprida, ele tem uma mira dianteira de se esconde ela própria como parte do sistema de rail quando não está em uso. Esta espingarda pesada usa o motor G&P M120 Hi-Speed, juntamente com a gearbox Version 2, tem uma velocidade de disparo de cerca de 360 fps, e é construída em metal e plásticos ABS robustos.

Recebe baterias tipo lipo, de 7.4v e 11.1v serão suficientes, com um conector normal.

in 

sábado, 1 de setembro de 2012

Viver a verdade e da verdade

As verdades teológicas somente têm conteúdo vital para o homem, não quando se mantêm puras e incontaminadas nas definições abstractas dos teólogos, mas quando são guia, base, impulso e meta da pessoa na dimensão da sua vida prática, concreta, visível e encarnada detalhe a detalhe, que é onde a rectidão da consciente atenção e intenção, dirigem o seu viver, que à medida que vai discorrendo pela via do amor a Deus, e ao próximo, vai comprovando com alegria que ele leva uma renovação constante da visão, da perspectiva e da valoração das pessoas, dos acontecimentos e das coisas.

Então é quando vai experimentando que qualquer reacção ante o quotidiano fluir da vida, o impulsa à reflexão disjuntiva de saber agradecer a Deus se gosta dele, ou saber oferecê-lo se não gosta dele.

Quando o homem crê de verdade e activa as sus qualidades para experimentá-lo na sua realidade, que Deus o ama em Cristo,

          encaixa o seu passado
          agradece o seu presente
          e confia no seu futuro

Porque Cristo ama o homem:

          e sofrem e morrem as crianças
          e sofrem e morrem  as mães
          e existem anormais
          e maníacos
          e loucos

e apesar disso, Deus em Cristo nos ama.

Crer no seu amor apesar de tudo isto e muito mais, que talvez nos toque de mais próximo, é confiar Nele. Um confiar que é um fiar-se Nele muito por cima de tudo o que parece que induz ao contrário.

A fé não é somente crer o que não vemos mas saber dar sentido de fé, ao que vemos, vivemos e experimentamos.    .

Saber crer é a melhor maneira de empregar a nossa capacidade de saber. Se queremos ser cristãos activos, só estamos obrigados a crer o que não podemos saber. O saber crer conduz ao saber mais, enquanto não se torce o caminho até o crer saber. Quando alguém crê saber, se fecha e muda a fascinante faculdade de viver aberto ao assombro, pela chata atitude de fechar-se na angústia.

A dimensão da fé no tempo é a esperança.


Eduardo Bonnín

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