domingo, 14 de outubro de 2012

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos



sábado, 13 de outubro de 2012

Sentido

QUE SENTIDO TEM A VIDA PARA TI?

Para mim, a convicção mais valiosa, a que dá valor a tudo o que vale, é ir intuindo, captando, sabendo, e vivendo de maneira consciente, a maravilhosa realidade de que a vida tem sentido, finalidade, meta.

Ir descobrindo dia a dia, momento a momento e detalhe a detalhe, que Deus é o princípio e a origem de toda a vida, o que a motiva, a impulsiona e a dirige amorosamente até à sua plenitude, é para mim uma alegria progressiva que flutua sempre, mesmo nas dificuldades mais duras.

Se bem compreendo que se Deus tivesse sido e continuasse sendo para mim somente uma ideia, uma abstracção, algo de não concreto, a minha vida não teria sentido, se o tem, é porque venho encontrando Deus em Cristo, e nele Cristo vivo, normal e próximo, que se descreve e se delineia no Evangelho, onde se explicita que ressuscitou, e que segue vivo nos que se propõe segui-lo em espirito e em verdade, sendo para todos e para tudo o Caminho, a Verdade e a Vida.

Estas realidades, quando tratei de mete-las no eixo do meu viver iluminaram-me qualquer situação e qualquer ocasião conjuntural, e ao aplica-las senti no íntimo, o eco do certo.

Isto é o sentido que tem a vida para mim. O sentido que sempre está vigente. Um sentido que dura, e perdura através do tempo. Porque um sentido que tem um depois, que se corta, mostra, expressa, aclara, que era "um" sentido, mas não o sentido, porque o sentido nunca se para nem, cessa. O sentido está sempre vivo e premente, por isso Cristo para mim é o desejo a que aponta o meu desejo mais premente.

HÁ ALGUM FACTO NA TUA VIDA QUE SE DESTAQUE DE ENTRE TODOS OS DEMAIS?

Em certa ocasião, sendo Presidente Diocesano dos Jovens de Acção Católica, vi um Sacerdote que exercia o seu ministério na prisão de Palma, pedir a nossa colaboração para um caso especial. Se tratava de dois jovens que haviam sido condenados à morte. Segundo as leis vigentes naquele tempo no nosso país, teriam que morrer pelo que se chama "garrote", pois segundo o juiz, o crime que haviam cometido, tinha todos os agravantes para que assim fosse: estavam em idade militar, tinha existido no acto, premeditação, traição, fora cometido de noite, etc. etc.

No geral, a sua disposição não era a mais adequada para fazer frente a tão irritante e dolorosa tarefa, pelo que o Sacerdote nos pediu a nossa ajuda para falar com eles e tratar pelo menos que se reconciliassem com Deus. Que morressem na sua graça.

Protegidos pelas orações de muitos e na companhia do que então era Vice-presidente da Acção Católica fomos à prisão, conhecemos os jovens em questão, conversámos com eles, estivemos falando toda a noite. Naquela ocasião podemos experimentar ao vivo e em directo a formidável potência da oração, nos fizemos amigos, o diálogo fluía com normalidade, apesar do anormal que era aquela situação, reagiram estupendamente, pediram a confissão, reconciliaram-se com Deus, de madrugada, celebrou-se a Missa dos justiçados e depois de nos despedirmos efusivamente daqueles dois amigos, executou-se a sentença. Naquele momento eu e o me companheiro permanecíamos junto ao Sacrário, ao sair da capela ao ver mortos e estendidos no ataúde aqueles amigos, a onda de emoção daquele momento, foi e continua a ser para mim, sem dúvida alguma, o facto que mais se destaca do que vivi.

CURRICULUM VITAE

Nasci em Palma de Maiorca no dia 4 de Maio de 1917 - Depois dos estudos normais daquele tempo no Colégio dos Padres Agostinhos e nos Irmãos de La Salle, incorporei-me no negócio familiar de exportação de fruta. Por ser da incorporação de 1938, tocou-me fazer nove anos de serviço militar.

Não pertencia à Acção Católica, tomei parte num dos cursilhos que naquele tempo realizavam os Jovens do Conselho Superior de Acção Católica o que foi um passo decisivo para resolver-me a solicitar a minha admissão nela. Em pouco tempo organizou-se uma peregrinação de dirigentes a Santiago de Compostela, e me comissionaram para ir lá representando Maiorca. Pouco depois me nomearam Presidente Diocesano dos Jovens, o que me fez reflectir muito, pensando que algo concreto tinha que fazer para motivar a juventude e juntamente com alguns amigos, depois de muito rezar e estudar e rezar, nasceram os hoje chamados Cursilhos de Cristandade, que na actualidade, chegaram já aos cinco continentes.

Juntamente com o Rev. Dom Miguel Fernández, escrevi a publicação "O COMO E O PORQUÊ"; e em colaboração com Francisco Forteza, o livro "ESTRUTURAÇÃO DE IDEIAS" e "EVIDÊNCIAS ESQUECIDAS – ESTRUTURAÇÃO DE IDEIAS" e o folheto intitulado "MANIFESTO DOS CURSILHOS DE CRISTANDADE".

Colaboro com certa regularidade na revista do Organismo Mundial de Cursilhos de Cristandade, chamada "TESTEMUNHO".

Palma de Maiorca 22 Fevereiro de 1992



Sr. Don Francisco Ventura
Carretera de Cornellá, 37 - 4 - 2
Esplugas de Llobregat - BARCELONA 

Meu bom amigo Ventura:
Te envio o que me encarregastes, tenho uma grande quantidade de coisas que fazer e não pude dedicar-lhe mais tempo. Não me agrada, mas poucas vezes me agrada o que faço, por isso não lhe dou mais voltas e lhe envio. Se não lhe parece bom pode jogá-lo no lixo.

Lembremo-nos do que se passa no próximo dia 25 de Março.
Em Maio próximo, dia 9, começa aqui em Maiorca um Cursilho de Mulheres, e no dia 21 do mesmo mês, um de homens. Os encomendamos à vossa oração.

Um abraço e até qualquer dia.

Eduardo Bonnín

© Fundación Eduardo Bonnín Aguiló
documentos@feba.info
Mateo Enrique Lladó 3_1ºA y 2ºB - E-07002 Palma de Mallorca - Spain

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Kata 3N1-20

As mochilas 3N1 da Kata podem ser utilizadas em diferentes posições, para facilitar o acesso ao seu equipamento. Fomos ver como funcionam na prática.
 
Numa saída fotográfica é importante manter o equipamento protegido, mas também rapidamente acessível, sob pena de se perder aquela foto fantástica. A gama 3N1 da Kata foi criada com isso em mente. Este sistema três em um prevê a utilização da mochila de várias formas: a convencional, com as alças paralelas; com apenas uma alça a tiracolo, para que possa rodar a mochila sobre o tronco e aceder rapidamente à câmara (posição "Sling"); e com as alças cruzadas sobre o peito para uma melhor distribuição do peso, podendo rapidamente colocá-la em apenas uma alça e rodá-la para a frente.
 
Experimentámos três membros desta família, diferentes no tamanho e na capacidade, mas baseámos o teste mais aprofundado no modelo médio, a 3N1-20, ideal para um kit completo. Nela pode acomodar uma câmara reflex, com um punho e uma teleobjectiva zoom média montada, três a quatro objectivas extra e um flash. A 3N1-20 situa-se entre a mais pequena 3N1-10 - com espaço para apenas uma a duas objectivas extra - e a de maiores dimensões 3N1-30 - para uma reflex profissional, com uma teleobjectiva zoom longa montada, cinco a seis objectivas extra e um flash.
 
Todas tem um compartimento no topo, dois bolsos exteriores e vários interiores, que permitem levar outros acessórios ou objectos pessoais variados.
 
Posição variável
Agradou-nos o formato rectangular e muito compacto desta mochila. Para uma maior protecção, todas as superfícies são almofadadas e há uma estrutura "vertebral" ao centro da tampa, que garante a rigidez e robustez da superfície frontal, sem se perder a facilidade de manuseamento e de acesso ao compartimento do equipamento. Este pode ser completamente personalizado, com divisórias que se fixam com velcro. Uma vez arrumado o equipamento, são vários os mecanismos de fecho que garantem a segurança do mesmo. Num primeiro contacto, a quantidade de fechos e mecanismos de segurança pode deixá-lo confuso, mas, após algumas utilizações, tudo se torna muito intuitivo. Na parte de trás existe uma estrutura sólida, a toda a extensão da mochila, que, para além de reforçar a ergonomia e correcta acomodação da mochila ao corpo, permite encaixar a alça que o utilizador optar por excluir quando usa a mochila em modo "Sling". Como já referimos, as alças são o ponto forte desta gama. Importa referir que são totalmente almofadadas e têm uma forma curva, que se molda bem às costas e aos ombros. Durante o nosso teste, que incluiu uma visita ao Zoo e uma sessão tardia no Rock in Rio, concluímos que a melhor forma para poupar as suas costas é colocar as alças na forma convencional até chegar ao local da sessão e, aí, alterar a posição das mesmas para a posição "Sling". Desta forma, em utilização prolongada, não há a assinalar desconforto ou dores musculares significativas.
 
Se quiser levar um tripé ou monopé (como no nosso caso) deverá utilizar uma bolsa opcional para o efeito. Esta fixa-se através de uma correia com velcro na argola existente na parte frontal da mochila e, depois, prende-se ao fundo através dos dois pequenos fechos para evitar oscilações.
 
Sobre rodas
Para facilitar o transporte do seu equipamento, sobretudo em viagens mais longas, a Kata disponibiliza o trolley VG-DTS. Compatível com os modelos 3N1-20 e 3N1-30, este acessório opcional está preparado para encaixar e acomodar a sua mochila e, literalmente, dar-lhe rodas. Se, por exemplo, tem de passar horas em aeroportos, a caminho do seu próximo destino de férias, este sistema pode ser a solução que procura. É prático, útil e muito fácil de utilizar.
 
Veredicto
A gama 3N1 da Kata é um sistema de transporte de equipamento suficientemente robusto, seguro e confortável para uma boa jornada fotográfica.
 
Os diversos tamanhos correspondem às necessidades de diferentes tipos de utilizadores, bem como às exigências do tipo de sessão fotográfica a realizar.
 
A versatilidade na disposição das alças, com destaque para o modo "Sling", à partida pode parecer complexa, mas, na prática, funciona bem e reflecte-se numa maior rapidez e facilidade de acesso à câmara.
 


in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Placas mãe - Fonte de alimentação

Além do tamanho e da disposição mais prática dos encaixes das portas de série, paralelas, PS/2 e USB, outra grande diferença do padrão ATX sobre o antigo padrão AT, é a fonte de alimentação.

Enquanto no AT a fonte é “burra” limitando-se a enviar corrente ou interromper o fornecimento quando o botão liga-desliga é pressionado, no padrão ATX é utilizada uma fonte inteligente. A fonte ATX recebe ordens directamente da placa mãe, o que permite vários recursos novos, como a possibilidade de desligar o computador directamente pelo sistema operativo, sem a necessidade de pressionar o botão liga-desliga, programar o computador para ligar ou desligar sozinho num horário pré-programado, entre outros.

O próprio funcionamento do botão liga-desliga numa caixa ATX também é diferente.

Em primeiro lugar, o botão não é ligado na fonte, como no padrão AT, mas sim ligado ao conector “ATX Power Switch”, um conector de dois pinos da placa mãe, que fica próximo aos conectores para as luzes do painel da caixa. O comportamento do botão ao ser pressionado também é diferente. 

Estando o computador ligado, apenas um toque no botão faz o computador entrar em modo "suspend". Para realmente cortar a eletricidade, é preciso manter o botão pressionado por mais de 4 segundos.

Mais uma diferença, diz respeito ao conector da fonte de alimentação. Em placas mãe padrão AT, o conector possui 12 contactos, que recebem da fonte tensões de 5 e 12 volts. Em placas padrão ATX, o conector é um pouco diferente, possuindo 20 contactos e recebendo também a tensão de 3.3v.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
Fonte de Alimentação AT
Fonte de Alimentação ATX

 
 
 
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Nós e amarras VI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

NÓ DE CAÇADOR

Utilizado em cabos rígidos ou escorregadios.




terça-feira, 9 de outubro de 2012

Oryctolagus cuniculus, Coelho-bravo

Taxonomia
Mammalia, Lagomorpha, Leporidae.

Tipo de ocorrência
Continente: Residente.

Classificação
Continente: QUASE AMEAÇADO . NT* (A2bde+4bde)
Fundamentação: A espécie teve uma redução da população que pode ter atingido os 30% nos últimos 10 anos, por causas que podem não ter cessado, não ser compreendidas ou não ser reversíveis, de acordo com a avaliação de um índice de abundância, que se supõe persistir em consequência dos níveis de exploração e efeitos de agentes patogénicos; na adaptação à escala regional, desceu uma categoria por se considerar a possibilidade de ocorrer imigração significativa a partir de territórios adjacentes.

Distribuição
O coelho-bravo é originário da Península Ibérica. A sua actual distribuição mundial, desde a Europa à Austrália e em mais de 800 ilhas, resulta de numerosas e repetidas introduções.

Em Portugal, está presente em todo o território continental. Após os Descobrimentos, foi introduzido nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira, nos quais só não ocorre na ilha do Corvo e nas ilhas Desertas (depois de ser objecto de uma campanha de erradicação (Bell 2001)).

População
Num estudo recente, foi estimado que, entre 1995 e 2002, houve um decréscimo populacional de 24% (Alves & Ferreira 2002).

A mixomatose foi introduzida em França na década de 50, tendo-se expandido rapidamente noutros países europeus (Gonçalves et al. 1998). A doença hemorrágica viral (DHV) foi detectada em populações selvagens em Portugal no início da década de 90, e rapidamente se expandiu por todo o território continental (Alves et al. 1998), ocorrendo igualmente em algumas ilhas do Arquipélago dos Açores.

Sabendo que em Espanha a mortalidade nos primeiros surtos em animais adultos foi de cerca de 55% (Villafuerte et al. 1994), em França de 88% (Marchandeau et al. 1998) e em algumas populações australianas de 90% (e.g. Cooke & Fenner 2002), estima-se que nos últimos 10 anos a redução no efectivo populacional, em Portugal, tenha sido superior a 30%.

Dado que continua a registar-se mortalidade causada pela mixomatose e pela DHV, que se trata de uma espécie cinegética, que está sujeita a uma significativa pressão de predação e se verifica uma contínua perda de habitat preferencial, admite-se continuar a existir uma regressão da população. No futuro, esta situação pode ser alterada dada a capacidade de recuperação da espécie.

Habitat
O seu habitat preferencial são as áreas mistas, do tipo mosaico, com abrigo (matos e bosques temperados) e zonas abertas (pastagens naturais e artificiais, terrenos agrícolas).

Factores de Ameaça
As populações desta espécie têm sido sujeitas a duas graves epizootias, mixomatose e DHV, para as quais não foram ainda descobertas vacinas ou outras formas de evitar a sua propagação.

A perda e degradação do habitat por redução de áreas de mosaico resulta da prática de agricultura intensiva, da produção florestal em grande escala, e do abandono agrícola.

A prática de medidas de gestão cinegética desadequadas como a sobreexploração e o recurso a acções de repovoamento sem um eficiente controlo sanitário e genético tem contribuído para a redução dos efectivos populacionais e para a descontinuidade na distribuição do coelho a nível nacional.

Medidas de Conservação
Só é legalmente permitido deter, criar e reproduzir em cativeiro e realizar repovoamentos com indivíduos da subespécie Oryctolagus cuniculus algirus, identificada como a que ocorre em Portugal. Esta medida tem por objectivo assegurar a integridade desta subespécie, minimizando as possibilidades de hibridação.

São necessários estudos para melhor conhecer a distribuição e efectivo populacional, à escala regional, bio-ecologia da espécie, estado do habitat e estrutura genética, assim como para monitorizar a tendência e estado sanitário da população.

Parece essencial recuperar os efectivos populacionais, assegurando a exploração adequada dos efectivos existentes (quer pelo controlo do número de animais abatidos quer pelo ajuste do período de caça), mantendo a estrutura do habitat tipo mosaico (incluindo o estabelecimento de pastagens e a construção de abrigos) e, caso necessário, recorrendo à utilização de cercados de reprodução com animais autóctones.

Notas
Estudos genéticos confirmam a existência em Portugal Continental e Insular da subespécie Oryctolagus cuniculus algirus e de uma acentuada estruturação genética a nível local (Van der Loo et al. 1991, Monnerot et al. 1994, Ferrand 1995, Hardy et al. 1995, Van der Loo et al. 1999, Branco et al. 2000, Branco et al. 2002).

Outra bibliografia consultada
Cabrera (1914); Soriguer (1980); Delibes & Hiraldo (1981); Soriguer (1981); Soriguer & Rogers (1981); Ribeiro (1983); Soriguer (1983); Iborra et al. (1990); Queirós et al. (1991); Alves (1994); Blanco & Villafuerte (1994); Rogers et al. (1994); Moreno & Villafuerte (1995); Alves & Moreno (1996); Gonçalves et  al. (2002).
in Livro Vermelho dos Vertebrados
 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

RWC Model 17 CNC Metal Version - (A-TACS / Black)

Marca RedWolf Custom
Código do Produto RWC-GBB-G17CNC-ATB
Hop-Up Ajustável
Peso 766 grs
Comprimento 850.0 mm
Capacidade 25 bb's
Potência 330.0 fps
Fonte de Energia gás green/top
Blowback Sim
Modo de Tiro semi-automático

Série Resistente á Água Personalizada da Redwolf. A Redwolf está a oferecer agora armas de airsoft de alta qualidade, resitentes a ranhuras, e a àgua e acessórios. O que está vendo é uma arma resitente à água Tokyo Marui Model 17.

As nossas resistentes à água são de alta qualidade, resistentes a ranhuras, com uma durabilidade e performance nitidamente superiores aos modelos comparáveis no mercado, irá sobreviver em condições continuadas de exposição directa.

Isto é excelente para aqueles para aqueles que o Airsoft ou a caça ou cujo trabalho tenha algo a ver com vida militar, forças da lei, segurança privada ou são apenas fans de um estilo de vida militante.

Este produto está disponível numa vasta gama de diferentes esquemas de camuflagem, incluindo Digital Desert, Digital Woodland, ACU, Multicam e A-TACS.

Uma câmara +studio está instalada nesta Marui 17, é precisa e potente!
 in 

sábado, 6 de outubro de 2012

Passou a hora dos Cursilhos?

Sem dúvida para ajudar-nos a explicar melhor o que queremos dar a entender, não para voltar ao passado, mas sim para ver as possibilidades reais que podem existir onde se esforcem para compreendê-lo e concretizá-lo, cremos conveniente trazer a este IV Encontro, umas perguntas que para abrir o caminho até à mentalidade dos Cursilhos, fazíamos já há mais de trinta ou quarenta anos, aos que já queriam então e parece que querem também hoje - queira Deus que não o consigam - levar os Cursilhos por caminhos afastados e estranhos à sua finalidade:

1. Não é um grave problema o que muitos baptizados não vivam o seu baptismo?

2. Não valeria a pena que houvesse um Movimento encarregado de resolver este grave problema?

3. Não é verdade que o problema não se resolveria fazendo-os viver o baptismo somente três dias?

4. Não crês que todas as obras da Igreja sairiam ganhando e teriam que dar as boas-vindas a um movimento que viesse preencher este vazio durante tanto tempo sentido na Igreja?

5 Crês que o viver o baptismo há-de coincidir necessariamente com o estar enquadrado numa organização ou associação católica?

6. Crês que a salvação está condicionada à vida de graça ou ao estar enquadrado em alguma associação? Com que convém mais preocupar-se, com o enquadrar ou o salvar?

7. Podem os analfabetos ser santos?

Hoje estas perguntas, colocadas pelo Vaticano II, entendemos que deveriam formular-se assim.

1. Não é um grande problema que exista no nosso ambiente muita gente que não sabe que Deus o ama?

2. No valeria a pena citá-la em algum lugar isolado, para que, com muita fé, muita esperança e muita caridade em acto, demonstrada por uma atitude de compreensão atenta e ilusionada, trataríamos de contagiar-lhes a fé que temos nós em tão boa noticia?

3. Não é verdade que, se nós nos limitarmos somente a três dias de amistosa convivência e não lhes facilitarmos e lhes simplificarmos o caminho para que o vivido durante três dias possam vivê-lo na sua vida normal, lhes teríamos feito uma maldade? Por aquilo de que: “Um cego que nunca viu e não sabe o que é ver, nunca tem tanta pena, como o que já viu e não vê”.

4. Não crês que todo o que vimos chamando cristão, apesar da boa vontade e a entrega generosa de muitos, necessita de uma aproximação real e efectiva até às pessoas que não tem fé ou não sabem se a tem, porque vivem absorvidos por coisas que crêem importantes, mas que não lhes chegam. De entre elas e talvez as de mais personalidade, costumam ser protagonistas de muitas coisas erradas, pelo único motivo de que não lhes chegou a notícia de que Deus os ama numa linguagem, acessível e de estilo apropriado para não só captá-la, mas também para até ter vontade de ir aprofundando-a?

5. Crês que estas pessoas que com o maior respeito e sem menosprezá-las, vem a ser o que na primitiva Igreja, chamavam os gentios, temos que exigir-lhes que, de boa vontade, cumpram todos os requisitos da Lei, antes de um contacto, efectuado com tacto amistoso, natural, verdadeiro e continuado, que a Reunião de Grupo e a Ultreia, quando são verdadeiras, simplificam, facilitam e dinamizam?

6. Crês que despois que o Vaticano II, que fez entrar pela porta grande da Igreja, o conceito e o critério de liberdade, se tem que pressionar os recém-convertidos, para que entrem a formar parte de alguma das organizações cristãs de sempre, onde as coisas funcionam com distintas revoluções e onde, quase de certeza, não vão ser compreendidos, apesar da melhor vontade por ambas as partes, somente ao risco de que se lhes apague o espirito, no lugar de facilitar-lhes os meios para que lhes seja acrescentado, convivendo próximo dos que como ele, viveram um dia a bonita aventura de um Cursilho? Crês que a salvação está condicionada a ter que metê-los, queiram ou não, nas nossas velhas redes de sempre? Crês que pelo mero facto de estar nelas percorrerão já automaticamente, o caminho que vai desde o seu comportamento à sua plena convicção?

7. Não é surpreendente que uma pessoa sem muita cultura humana, mas com muita graça divina, possa ser o instrumento, não somente para que um intelectual se encontre com Cristo, mas para que, ao vê-lo vivo nos irmãos, se assombre verdadeiramente, descubra dimensões novas no seu viver, se torne mais humilde e se alegre, se o Senhor lhe concede a graça que, sem sentir-se superior, ou mais ainda, sentindo-se todo o contrário, chegue a qualificar de grande presente de Deus, o que tenha propiciado uma circunstância que lhe faça possível viver amistosamente lado a lado, com gente simples, fazendo Reunião de Grupo e assistindo à Ultreia?

Eduardo Bonnín

© Fundación Eduardo Bonnín Aguiló
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Mateo Enrique Lladó 3_1ºA y 2ºB - E-07002 Palma de Mallorca - Spain

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Adobe Photoshop CS5

O Photoshop CS5 traz novas e excelentes ferramentas, mas que impacto terão nas suas fotografias? Experimentámos a versão final para descobrir.

Com as novas ferramentas de selecção adaptáveis é mais fácil separar contornos difíceis, como cabelos e outros elementos complexos.
O Photoshop já tem fama de conseguir o (praticamente) impossível. A Adobe levou este mote ainda mais além. Então, o que traz o Photoshop CS5 de novo que o torna ainda melhor para fotógrafos? Experimentámos a versão final. De forma resumida, os destaques desta edição vão para uma interface refinada, um Camera Raw melhorado, para as ferramentas de selecção totalmente redesenhadas, para a substituição automática de áreas da imagem a apagar, para o novíssimo HDR, para o modo de correcção automática de objectivas e para o suporte 64 bits para a plataforma Mac OS. Há ainda imensas pequenas alterações, aqui e ali, que o ajudarão a melhorar significativamente a sua produtividade. Vamos por partes!

Seleccionar e substituir

Em primeiro lugar, existem novas modificações "adaptáveis" com que é agora mais fácil aperfeiçoar selecções complexas. Feita uma selecção, por exemplo com a Magic Wand, pode retocar os contornos com Smart Radius, Refine Radius e Erase Refinements, e depois gravar a selecção alterada de várias formas - como uma nova camada com máscara, por exemplo.

Este processo faz todo o sentido, e o princípio é o mesmo da antiga ferramenta Extract, em que se usava um pincel para destacar o limite do objecto e depois o Photoshop tentava definir, com precisão, onde estavam esses limites. Agora, começa-se comm uma selecção e usam-se as ferramentas para alterá-las nas zonas em que o contorno é particularmente complicado. Requer alguma prática, e o processo é, há que dizê-lo, complicado de dominar inicialmente, mas os resultados são notáveis.

Muitos fotógrafos já se resignaram e aceitam que alguns objectos são, e serão sempre, demasiado difíceis de seleccionar. Esta versão CS5 vem mudar este estado das coisas.

Os novos processos de selecção não são infalíveis nem se adequam a todos os assuntos, mas são extremamente eficazes em situações onde, antes, teria desistido. São particularmente úteis para criar recortes de objectos ou pessoas, ou para remover um plano de fundo.

Para quem já passou pelo problema de seleccionar assuntos complicados, estas ferramentas são quase magia, mas não tanto como as novas opções Content-Aware Spot Healing Brush e Fill.

Irá usar esta opção com o Spot Healing Brush para remover linhas de força ou outros pequenos detalhes das suas imagens. Basta arrastar o pincel sobre o objecto em causa e o Photoshop substitui-o automaticamente com detalhes anexos. Nem sempre funciona, mas quando resulta, é muito eficaz.

A opção Content-Aware Fill pode ser usada para objectos de maiores dimensões. Aqui, terá de criar uma selecção maior do que o objecto que pretende remover para incluir elementos vizinhos. Mais uma vez, nem sempre funciona - fundos complexos e painéis em ângulo são problemáticos -, mas se o fundo tiver um padrão ou uma área texturizada simples, os resultados impressionam, até os mais cépticos.

Ferramentas de HDR

A Adobe tem consciência do interesse crescente na fotografia de alta dinâmica (HDR) e fez grandes alterações nesta área. Agora é possível ficar bem mais perto dos resultados de programas dedicados como o Photomatix.

Mais interessante é a introdução da função HDR Toning para imagens únicas, que usa os mesmos processos de aplicação de tons HDR mas não requer várias exposições diferentes. Se, na sua reflex, usar ficheiros RAW, muitas vezes conseguirá capturar toda a gama tonal de cenas de alto contraste só com uma exposição, e depois não precisa de preocupar-se com árvores, ramos ou pessoas a moverem-se entre exposições.

Outras ferramentas

A Adobe não se cansa de dizer que o Photoshop CS5 também se adequa a géneros fotográficos mais tradicionais, salientando a variedade de conversões de cor para preto-e-branco do painel Adjustments, a sua nova e sofisticada Action mono-tom, e o potencial das ferramentas de HDR para imagens monocromáticas.

Mas há bastante mais. Vem com uma nova versão do Adobe Camera Raw (6.1), que contém grande parte das funções mais interessantes deste lançamento. Contam-se entre elas novos e melhorados controlos de redução de ruído e a adição de grão, que agora se establece a um nível realmente convincente. Ainda relativamente ao Camera Raw, há que referir que a mais recente actualização, da versão 6 para a 6.1, ocorrida nas vésperas do fecho desta edição, passou a incluir as novas ferramentas automáticas de correcção de objectiva, que na versão inicial apenas estavam incluídas no Photoshop CS5.

E depois temos o painel Mini Bridge, que permite percorrer o conteúdo das suas pastas sem ter de estar sempre a entrar e a sair do Bridge, se bem que para grandes colecções de imagens pode tornar-se pouco prático de usar.

O Photoshop CS5 é um substancial upgrade, mas será que vale o preço? Os melhoramentos e novidades são de facto excelentes, em alguns casos diríamos mesmo inesperados, e muito inteligentes. Facilitam imenso algumas tarefas que anteriormente se revelavam (praticamente) impossíveis, e há imensas melhorias pontuais que visam aumentar bastante a sua produtividade.

Numa frase: sim, vale a pena actualizar, se o seu fluxo de trabalho obrigar a editar e manipular as suas fotografias.

Veredicto

O Photoshop CS5 traz importantes novidades e melhoramentos em relação ao CS4, que nos fazem recomendar de forma inequívoca esta nova versão. O valor pedido é mais do que justificado para a versão de actualização. Se quiser comprar a versão integral pondere se precisa mesmo de funcionalidades avançadas de edição e manipulação - pode dar-se o caso de apenas necessitar de um processador RAW com mais funcionalidades (Adobe Lightroom) e um editor mais ligeiro (Adobe Photoshop Elements).

in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dia Mundial da Música festejado em Grândola

Promovido pela Junta de Freguesia de Grândola, decorreu hoje no Cine-Teatro Grandolense, um espectáculo com a Companhia de Teatro Umbigo com o título "Dizendo e Cantando Ary dos Santos".

Um excelente momento de teatro, música e poesia com a participação dos artistas André Cruz, Ricardo Barceló, Rita Santana, Rogério Paulo e Tiago Gonçalves.

Placas Mãe - Formatos

Apesar do processador ser o principal componente de um computador, temos num computador vários outros periféricos, como memórias, discos rígidos e placas de vídeo, que sob seu comando desempenham várias funções essenciais. A função da placa mãe é justamente criar meios para que o processador possa comunicar-se com todos estes componentes com a maior velocidade e confiabilidade possíveis.

O suporte a novas tecnologias, as possibilidades de upgrade e, até certo ponto, a própria performance do equipamento, são determinados pela placa mãe.

Formatos

Antigamente, era possível encontrar à venda placas no formato AT, formato que vinha sendo utilizado desde os primeiros computadores, actualmente o mais comum é o formato ATX. Os dois padrões diferenciam-se basicamente pelo tamanho: as placas adeptas do padrão ATX são bem maiores, o que permite aos projectistas criar placas com uma disposição mais racional dos vários componentes, evitando que fiquem amontoados. Na da foto abaixo, veja que a posição do processador na primeira placa (que é padrão AT) impede que encaixemos placas de expansão mais longas em alguns dos slots PCI e ISA. As caixas para placas ATX também são maiores, o que além de garantir uma melhor ventilação interna, torna mais fácil a montagem.

Outra vantagem é que nas placas ATX, as portas de série e paralelas, assim como conectores para o teclado, portas USB e PS/2, formam um painel na parte traseira da placa, eliminando a tarefa de conectá-las à parte de trás da caixa através de cabos e minimizando problemas de mau contacto.

Algumas placas com som e rede onboard também trazem no painel os conectores para estes periféricos.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
Placa mãe AT
 
Placa mãe ATX

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Nós e amarras V

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições: 
  • Simplicidade em ser feito;
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar;
  • Facilidade em ser desatado;
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine.

Depois a prática fará o resto. 

Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

NÓ DE ARNEZ

Fornece uma alça pelo seio do cabo ou da corda.




terça-feira, 2 de outubro de 2012

Borrelho-de-coleira-interrompida, Rolinha-da-praia (Madeira)

Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Charadriidae.

Tipo de ocorrência
Açores: Residente.
Madeira: Residente.

Classificação
Açores: INFORMAÇÃO INSUFICIENTE . DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção. Com efeito não são conhecidos parâmetros básicos referentes a esta espécie, como o tamanho da população e tendências de declínio.
Madeira: CRITICAMENTE EM PERIGO . CR (D)
Fundamentação: População extremamente reduzida, que se admite poder ser inferior a 50 indivíduos maturos.

Distribuição
Espécie com distribuição alargada que tem sofrido uma retracção nas últimas décadas.

Na Europa ocorre na Escandinávia, nas ilhas Britânicas, nas ilhas Atlânticas e na Europa Central e Oriental. Na Ásia ocorre no Sudoeste Asiático, na Síria, na Arábia Saudita e na China. Ocorre ainda em África, na Mauritânia, em Cabo Verde e na Etiópia, e junto à costa na América do Norte e na América do Sul (Cramp & Simmons 1982).

Nos Açores, a espécie ocorre nas ilhas Faial, Pico, Graciosa, Terceira, São Miguel e Santa Maria (Bannerman & Bannerman 1966).

No Arquipélago da Madeira ocorre unicamente no Porto Santo.

População
Nos Açores a subespécie tem sido registada durante a execução dos trabalhos de campo do Novo Atlas das Aves Nidificantes em Portugal, não tendo no entanto sido alvo de censos dirigidos. Não existem dados pormenorizados sobre a sua distribuição e abundância a nível regional.

No Porto Santo (Arquipélago da Madeira), com base em contagens efectuadas em três anos distintos (1999 a 2002) ao longo de toda a ilha, a população foi estimada como sendo seguramente inferior a 250 indivíduos e provavelmente inferior a 50 (M Nunes, com. pess.)

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, apresentando um declínio continuado moderado (BirdLife International 2004).

Em Espanha, foi classificada como Vulnerável (VU) (Madroño et al. 2004).

Habitat
Ocupa fundamentalmente ambientes costeiros, de preferência arenosos, podendo contudo ocorrer em zonas húmidas mais interiores.

Factores de Ameaça
A degradação e diminuição da área de habitat adequado, em virtude das actividades recreativas e turísticas, é a maior ameaça que esta espécie enfrenta quer na Madeira (Câmara 1997, Oliveira 1999) quer nos Açores. A introdução de mamíferos predadores constitui também uma ameaça para a população dos Açores.

Medidas de Conservação
Nos Açores, a espécie encontra-se protegida por legislação nacional e internacional no âmbito das normas gerais de protecção das aves e dos seus habitats, não tendo sido alvo de acções específicas de conservação. As prioridades de conservação incluem obtenção de dados sobre a distribuição e a abundância da população de borrelho-de-coleira-interrompida nesta região.

No arquipélago da Madeira, estão em preparação várias medidas de gestão que poderão resultar numa efectiva protecção do seu habitat de nidificação, nomeadamente a criação de novas áreas protegidas e declaração de novas Zonas de Protecção Especial.

Notas
Nos Açores, segundo Bannerman & Bannerman (1966) a espécie tem estatuto de invernante e apesar de não haver confirmação de nidificação, são observadas aves em todas as ilhas ao longo do ano.

No Continente, a espécie apresenta uma população nidificante (que não se sabe se é residente ou migradora) e uma população invernante, ambas numerosas e com distribuição alargada, que se encontram em situação Pouco Preocupante (LC). Ocorre ainda como migrador de passagem, não tendo sido avaliada essa população.
in Livro Vermelho dos Vertebrados

 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Airsoft Surgeon Springfield Operator Long Dust Cover

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