quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Nós e amarras XIX

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.


Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:

  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.


Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 BALSO PELO SEIO
Também conhecido como Lais de Guia Duplo utilizado em ações de salvamento.


 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Rhinolophus euryale, Morcego-de-ferradura-mediterrânico

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Rhinolophidae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - –CR (B2ab(ii,iii,iv,v))
Fundamentação: A espécie tem uma área de ocupação reduzida (inferior a 10 km2) e fragmentação elevada; admite-se um declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do habitat, do número de subpopulações e do número de indivíduos maduros. A população é muito pequena (inferior a 2.500 indivíduos maduros).

Distribuição
Ocorre do Sul da Europa e do Noroeste africano ao Turquemenistão e ao Irão
(Ibáñez  999).

Em Portugal é mais raro no Sul que no Centro e no Norte, não tendo ainda sido encontrado no Algarve (Palmeirim et al. 1999).

População
A população nacional desta espécie deve situar-se abaixo de um milhar de indivíduos. Tanto durante a época de criação como na de hibernação, estão agrupados em menos de uma dezena de colónias, tendo as maiores poucas centenas de indivíduos.

De forma geral, as populações europeias desta espécie têm regredido substancialmente, tendo desaparecido de vastas regiões (Ibáñez 1999, Palmeirim et al. 1999). Em Portugal também parece estar a regredir (Rodrigues et al. 2003).

Habitat
No Sul do país, parece ocupar grutas e minas de dimensões relativamente grandes em todas as épocas do ano, embora no Norte tenham sido encontrados alguns grupos em edifícios (Palmeirim et al. 1999).

Os habitats de alimentação desta espécie não são bem conhecidos. Apesar de pouco  conclusivos, estudos realizados em Itália (Russo et al. 2002) e no País Basco (Aihartza et al. 2003) sugerem que esta espécie utiliza predominantemente áreas de floresta de folhosas autóctones e galerias ripícolas para se alimentar.

Factores de Ameaça

O reduzido efectivo da espécie, associado à baixa fertilidade característica dos morcegos, torna-a particularmente frágil. Também o carácter colonial desta espécie, que se concentra num número reduzido de locais, aumenta a sua vulnerabilidade.

As principais ameaças parecem ser a degradação do habitat por acção do Homem, quer através da destruição e perturbação de abrigos quer pela alteração de áreas de alimentação e uso de pesticidas.

Sendo uma espécie de voo baixo, encontra-se particularmente sujeita a mortalidade por atropelamento.

Medidas de Conservação
Recomenda-se  a  elaboração  e  implementação  de  um  Plano  de  Acção  para  a conservação desta espécie, que compreenda a protecção legal dos abrigos e o encerramento das suas entradas nas épocas críticas do ano, bem como a gestão do  habitat nas áreas envolventes aos seus principais abrigos, medidas para a racionalização do uso de pesticidas e a continuação do programa de monitorização das suas populações. Deverão também ser realizadas acções de sensibilização de modo a diminuir a perturbação resultante da presença humana em cavidades subterrâneas.

Sendo uma espécie pouco conhecida no nosso país, a definição de medidas de conservação requer a urgente realização de estudos para um melhor conhecimento da distribuição, do efectivo e das tendências populacionais e identificação das causas de declínio.

in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

GHK AKS-74U GBB Rifle (2012 version)


Marca GHK
Código do Produto GHK-GBB-GKS74U
Hop-Up Ajustável
Peso 2,900 kg
Comprimento 790.0 mm
Capacidade 50 bb's
Potência 365.0 fps
Fonte energia Gas
Blowback Sim
Modo de tiro semi-automático, Automático

Tendo visto as capacidades da alemã German Stg-44 durante a Segunda Grande Guerra, em primeira mão, Mikhail Kalashnikov desenhou a sua ideia para um sistema moderno baseado no conceito de uma arma automática de assalto com selecção de tiro, calibrada num calibre intermédio. Muito menos potente do que as espingardas de batalha das décadas prévias, construiu para ele um carregador de 30 munições, com um poder superior de fogo com alto ritmo de fogo que podia ser mudado facilmente.

Adore-se ou odeie-se, a família AK é um sistema íconico nas listas de todas as armas da história humana, dominando na sua própria era. Tornou-se na bandeira nacional de mais de um país, usada por incontáveis militares e forças armadas com algumas centenas de milhão construídas na segunda metade do último século.

Olhando para os externos, é principalmente construída de madeira e aço, com excepção do punho de pistola e carregador feitos de plástico, muito como a versão real em aço. Dobrando a coronha torna-a altamente manobrável em espaços compactos.



in



sábado, 5 de janeiro de 2013

Essência e Finalidade

ESSÊNCIA:
Natureza de uma coisa

FINALIDADE:
As coisas explicam-se e compreendem-se melhor expressando a sua finalidade A ESSÊNCIA dos Cursilhos é a ESSÊNCIA do cristão:
  • O nuclear
  • O central
  • O modular
  • O básico, o que chamamos:

O FUNDAMENTAL CRISTÃO
O que é o Fundamental cristão?

Não é uma doutrina que se tem que saber, é uma realidade que se tem que viver em conexão viva com a vida ela mesma, desde o que a vida é, interiorizando as realidades que mais apontam ao vértice do cristão, para ir encarnando-as no quotidiano. Tratando de compreender e assimilar que o Evangelho, não é a simples opção pela virtude, mas sim tentar, com honradez exercer sempre a virtude de optar por Cristo e pelo homem.

Deus em Cristo nos ama. Deus me ama a mim.

Ser cristão, mais que outra coisa, é sentir-se amado por Deus, e viver assombrando-se dele, já que o mais genuinamente cristão é deixar-se amar por Deus.

A atitude interna que esta realidade gera, quando se crê de verdade, e se vive em plenitude, fermenta e contagia. Mas para captá-la, para experimentá-la, para ir encontrando o Deus que é amor, tal como é, é necessário tratar de apresentar-nos perante Ele tal como somos.

Deus me ama. É a verdade mais verdadeira e o melhor bem.

O único valor que o valoriza todo, e que jamais se desvaloriza, porque é calcular o valor do que vale, do que verdadeiramente vale, ao câmbio que não muda.

É a realidade mais viva, mais real e mais dinâmica.
E o móbil, a orientação e o ritmo da realização mais eficaz, mais personalizada e mais plena. Esta realidade, ao ser captada, compreendida, vivida, convivida e partilhada pela pessoa, a faz rotunda, clara diáfana, com força para suscitar um dinamismo que todo o pode potenciar.

Impulsa as pessoas, os acontecimentos e as coisas, até à sua mais radical originalidade, até à sua mais desbordante plenitude e até à sua mais dinâmica criatividade.

Isto nos faz vê-lo todo, desde a visão de Deus, e portanto de maneira optimista, alegre e confiada. É uma maneira nova de ver as coisas de sempre.

O Cursilho foca o cristão desde esta realidade.

Parte de solução que a pessoa pode dar a partir de si mesma, desde o seu interior, desde já. Pede-se aos que tenham ouvidos para ouvir, uma atitude consequente, possível, imediata, concreta, ou seja: realizável desde agora mesmo, por ele mesmo e desde já. Mais que nada, o que se tenta conseguir é saber adoptar uma atitude positiva perante a vida.

A mensagem, o espírito do Cursilho, é um eixo que temos de dar à nossa história, e por ela à História, não somente uma realidade realizada na história.

Não é uma mudança no sistema, é uma mudança de sistema.

Trata-se de descobrir outra visão, sem dúvida mais profunda e mais autêntica.

Salvando a enorme distância, vem a ser algo parecido ao que diz o Senhor no Evangelho: "Foi-lhes dito que...", "mas eu vos digo..."

Porque, para entendê-lo, para captá-lo, há que passar do conceito do "mandamento" de amar a Deus, à Boa e perene Nova de que Deus nos ama.

Também há que ter em conta que, desde crianças, nos vem dizendo que temos de crer, amar e esperar em Deus, quase sempre sem termos comunicado antes, a Grande Noticia de que Deus, em Cristo, crê em nós, nos ama, e até espera com ilusão que lhe correspondamos.

Desde pequenos, nos vem dizendo que, se fazemos algo mal, Deus nos vê, e a ideia que temos tido é a de um Deus policia que nos está espiando, mas a realidade é muito diferente, o Senhor mais que ver-nos, nos olha, e nos olha com interesse, com ilusão, com amor, como um pai olha o seu filho, ou como um avô olha os seus netos, existe entre ELE e os homens, uma relação privilegiada e abrangente.

Quando estas realidades são captadas, elaboradas e concretizadas com inteligência, e levadas à vida de cada um, por cada um, com ilusão, tenacidade e coração, vão sendo órbita e canal da melhor realização pessoal e da necessidade inevitável que todo o mundo tem de uma acertada integração social.

O que viveu a experiência de um Cursilho, e o entendeu, não costuma deixar de aproveitar-se dos meios precisos e concretos que se lhe brindam: a Reunião de Grupo e a Ultreia, que quando se praticam tal e como exige a sua finalidade, e pelo que tem e contém de espírito e de verdade, servem não somente para conservar o ânimo e o empurrão descoberto, redescoberto e experimentado nos três dias do Cursilho, mas sim para dinamizá-lo, activá-lo e expandi-lo, desde o seu ser e seu estar de pessoa em exercício, na sua circunstância concreta, isto é, onde Deus a colocou; algo, evidentemente mais difícil, que querer representar papéis de "cristãos comprometidos" que quase sempre são cristãos comprometedores, vendedores obstinados de orações, reuniões, e obras pias que, ao não estar dinamizadas pela fé, a convicção, o entusiasmo e la pressão evangélica que todo o cristão, para ser cristão, tem de conter e expressar, perde de vista o alvo que se propôs um dia, e logo se é experimentando o que alguém certeiramente chamou "o cansaço dos bons".

Para tratar que o entusiasmo que suscita o Cursilho não fique encalhado no aborrecido arsenal do pio, perdendo ou malbaratando ao interessado as suas qualidades humanas, ao fim de mais ou menos tempo, o Pós-cursilho procura antes que outra coisa, que cada um trate de ser ele mesmo, e que procure ir descobrindo-se e conduzindo-se pelo caminho do seu viver, dando graças a Deus pelas suas qualidades, e sabendo oferecer as suas limitações, que sempre costumam dar-se ao redor das circunstâncias crucificantes que cada um tem que suportar.

A interiorização, pela graça consciente que vive, quer viver ou lhe dói não viver, aprofundada pela sua reflexão pessoal e o contacto vivo, amistoso e periódico com os irmãos, faz que vá percebendo a sua pessoa, fazendo-o mais pessoa, o Cristo vivo, normal e próximo que, todo o cristão está chamado a transparentar no seu viver.

Quando na vida normal alguém, alguns ou muitos, podem experimentar em si mesmos e nos que vivem próximo deles, que Cristo vive, que está vivo, que pode avivá-lo todo e que com ELE a bordo das suas pessoas, a vida é bonita, as pessoas são importantes e vale a pena viver, vai-se aprendendo também a ver a Cristo nos demais homens, sejam ou não cristãos.

Vivendo e partilhando com os irmãos as verdades que no Cursilho conheceram e que experimentam na vida, vai-se compreendendo que o cristão é o fermento evangélico que, situado e activado no mais pessoal da pessoa, forma e acrescenta a sua convicção, a que, conforme vai alcançando as zonas pessoais do humano de cada um, as desperta e consciencializa fazendo-se decisão.

Nos dói o mundo como está, e quisemos que fosse como Cristo quer. A nossa tarefa – sabemo-lo bem - não está em saborear e desfrutar do descoberto, mas sim em fazê-lo possível a muitíssimos mais. Também sabemos, que a pessoa convencida e decidida é a única que pode convencer, e decidir e até entusiasmar os demais.

Não podemos esquecer que o Movimento de Cursilhos não está pensado para o melhor conforto dos que se dizem "bons", e que talvez se crêem sê-lo, mas sim para conseguir que os que se dizem "maus", e que quase nunca o são tanto como a gente crê: os não informados, os mal informados e os desinformados, possa chegar-lhes de maneira simples, concreta e atractiva, a Grande Noticia de que Deus, em Cristo, está vivo e os ama.

Eduardo Bonnín

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Como... Captar vídeo HD com a sua reflex

As câmaras de objectivas intermutáveis começam a explorar novos terrenos, como o da gravação de vídeo HD. Esclarecemos todas as questões sobre esta funcionalidade.


Existe um único formato para os filmes HD gravados por uma reflex digital?
 

Infelizmente, não! Se lidar com JPEG, RAW w TIFF já lhe parecia complicado, prepare-se para ficar algo confuso com os formatos de vídeo. A sua complexidade deve-se ao facto de se tratar não apenas da captura digital da imagem, mas também da do som. Basicamente, um formato é composto por duas partes. Primeiro, existe o "recipiente", que representa a forma como os dados da câmara são armazenados à medida que decorre a gravação.
 

As reflex digitais da Nikon, da Olympus e da Pentax usam o fidedigno formato AVI, criado pela Microsoft. Já as reflex da Canon usam o formato QuickTime (.Mov), inventado pela Apple.
 

A Panasonic usa um formato mais recente, o AVCHD.
 

Outra componente importante do formato é o codec - o algoritmo usado para codificar e descodificar o vídeo em formato digital. O codec afecta o nível de compressão do vídeo e, por conseguinte, o tamanho que o ficheiro gerado terá. As opções neste campo têm acrónimos confusos e longos, como MPEG-4/H.264.
 

Com o software adequado, pode converter diferentes formatos com relativa facilidade. É perfeitamente viável, por exemplo, gravar o vídeo num formato, editá-lo noutro e depois gravar o filme final num terceiro formato diferente (ou até em vários).

in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Placas mãe - Monitorização de funções

Um recurso que vem sendo cada vez mais usado nas placas mãe actuais é a monitorização de algumas funções, como a temperatura do processador, velocidade de rotação do cooler, temperatura do chipset, da corrente eléctrica enviada pela fonte etc. Os recursos suportados dependem da placa mãe, mas o objectivo é sempre o mesmo: prevenir possíveis danos ao equipamento.

Se, por acaso, o cooler do processador apresentar algum defeito e o processador começar a super aquecer, será soado um alarme alertando o utilizador sobre o problema. Se, por acaso, a fonte de alimentação começar a enviar correntes maiores, ou menores que as ideais para a placa mãe, novamente será soado o alarme avisando o utilizador antes que algo mais grave aconteça.

As informações fornecidas pelo monitor podem ser vistas através do Setup, ou mesmo dentro do Windows, através de um programa de monitorização. Existem vários exemplos de programas, mas, quase sempre, as placas com suporte a este recurso trazem um programa compatível gravado no CD de drivers que a acompanha.

A monitorização é obtid através da adição de um chip especial e sensores de temperatura na placa mãe. Existem várias soluções disponíveis no mercado, vamos apresentar alguns dos modelos de chips disponíveis para que tenha uma ideia do que pode encontrar por ai:


Winbond 83781D: Entre os chips em uso actualmente este é o mais simples, mas que ainda é usado por vários fabricantes. O 83781D permite monitorar 7 tensões (5 positivos e 2 negativos), 3 sensores de temperatura (o posicionamento dos sensores fica a cargo do fabricante da placa mãe) e é capaz de monitorizar a rotação de até 3 coolers, tudo simultâneamente. A precisão dos sensores, assim como o seu tempo de resposta depende da qualidade dos sensores utilizados pelo fabricante da placa mãe.

Winbond 83782D: Permite monitorizar 9 tensões, 3 sensores e 3 coolers. A sua principal vantagem sobre o 83781 é o facto de permitir monitorizar a temperatura do processador através do díodo térmico embutido em todos os processadores Intel, a partir do Pentium II 350. Este díodo é mais sensível que a maioria dos sensores usados em placas mãe, e traz a vantagem adicional de já vir embutido no processador, dispensando o uso de componentes adicionais.

Winbond 83783S: Esta é a versão mais barata. Tem os mesmos recursos do 83782, com
excepção de monitorizar apenas 3 tensões, contra 9 do anterior.


Winbond 83627HF: Este é na verdade um circuito de super I/O com recursos de monitorização semelhantes ao do 83782D embutidos. O circuito de super I/O é o chip da placa mãe que controla as portas de série e paralelas, assim como a controladora de drives de disquetes. Alguns chipsets, como o Via Apollo Pro 133 trazem o chip super I/O embutido, mas, na maioria dos casos, o fabricante da placa mãe precisa comprar o chip separadamente. Neste caso, um chip super I/O com recursos de monitorização aparece como uma boa opção para cortar custos.

Winbond 83697HF: Uma versão de baixo custo do 83627HF, com menos recursos mas um preço um pouco menor.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto
 
 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Nós e amarras XVIII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 
 
LAIS DE GUIA
Útil em salvamentos, ou em casos em que se deseja uma alça não corrediça. 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Clamator glandarius, Cuco-rabilongo

Taxonomia
Aves, Cuculiformes, Cuculidae.


Tipo de ocorrência
Estival nidificante.


Classificação
VULNERÁVEL - VU* (C2a(ii))
Fundamentação: Espécie com população inferior a 10.000 indivíduos maturos, que apresenta declínio continuado do número de indivíduos e está concentrada numa única subpopulação. Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se admitir que a população em Portugal poderá ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir.


Distribuição
O cuco-rabilongo distribui-se pela Europa do sul (Península Ibérica, sul de França, Itália ocidental, Grécia, Bulgária),Turquia, Iraque, Irão e Médio Oriente até ao Egipto e Norte de África; ocorre também na África subsariana, do Senegal e Libéria até Sudão, Eritreia, Etiópia, Somália, Quénia, Tanzânia, Angola e África do Sul (del Hoyo et al. 1996). A população inverna em África.


Em Portugal Continental esta espécie ocupa, de norte a sul, a faixa mais interior do país.
 

População
A população nacional foi estimada como contendo entre 1.000 e 10.000 indivíduos maturos. Esta espécie foi detectada em cerca de 147 quadrículas 10x10 km durante a realização dos trabalhos do Novo Atlas (ICN dados não publicados).


Admite-se que a sua população esteja em declínio continuado. Com efeito, na década de 80 a espécie era pouco abundante em toda a sua área de distribuição e mais comum nas zonas do interior do que na proximidade do litoral (Rufino 1989). Esta situação acentuou-se, verificando-se que terá ocorrido uma contracção da sua área de ocorrência, agora restringida à faixa interior (ICN dados não publicados). As observações de campo sugerem também um decréscimo do número de indivíduos, admitindo-se uma redução populacional superior a 30% nos últimos 10 anos, tendência que se poderá manter no futuro próximo.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).


Em Espanha está classificado como Pouco Preocupante (LC) (Madroño et al. 2004) o que leva a admitir um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação regional.


Habitat
Em Portugal o cuco-rabilongo frequenta habitats mistos de bosque e zonas abertas (mato, culturas arvenses e pousios) e, por vezes, montados abertos; parasita sobretudo pega Pica pica e gralha-preta Corvus corone (Rufino 1989).


Factores de Ameaça
Não estão identificados factores de ameaça específicos à conservação desta espécie em Portugal.


Medidas de Conservação
Não foram identificadas medidas de conservação específicas, para além de normas gerais  de protecção das aves e dos seus habitats. A conservação desta espécie beneficiará com a manutenção de áreas agro-silvo-pastoris extensivas.

Dado que o cuco-rabilongo depende dos seus hospedeiros para se reproduzir, a sua conservação depende da manutenção dessas espécies num estado favorável.

Deve ser assegurada a monitorização das tendências na distribuição e no tamanho da população desta espécie. 


in Livro Vermelho dos Vertebrados

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

King Arms Kalashnikov Sniper Rifle Air versão de mola - Padrão em madeira


Marca King Arms
Código do Produto KA-AG-97-WO
Hop-Up Ajustável
Peso 2,700 kg
Comprimento 1220.0 mm
Capacidade 50 bb's
Potência 330.0 fps
Fonte de energia mola
Blowback Sim

Sistema de mola de ar construído totalmente em metal
  • Corpo totalmente construído em metal
  • Carregador com capacidade para armazenar 25 bb's de 6mm
  • Coronha e fuste em simulação de madeira realística
  • Mira traseira retráctil com indicador
  • Cano interno de precisão de 590mm
  • Cano externo em metal
  • Potência aproximada de 330fps à saída da caixa
  • Potência pode subir até aproximadamente 480-510fps quando for instalada a mola King Arms para SVD (KA-SPR-07)
  • Comprimento total 1220mm
  • Peso de 2700grs

in

sábado, 29 de dezembro de 2012

Pontos sobre o método dos Cursilhos

Às vezes critica-se os Cursilhos de Cristandade e não se critica a ideia original, mas sim uma paródia dos mesmos que fez à força de atrocidades algum Secretariado Nacional, onde mais que estudar e compreender a sua essência, que esta é a razão da sua criação e da sua actividade, tentou-se mudar as coisas ao ritmo e à disposição dos que, sem entendê-los, quiseram meter a sua marca.

O que evidência que não se tem clara a ideia original, ou que se pretende desviar o Movimento até outras metas, são as "actualizações" que modificam ou prescindem de elementos do Cursilho, manipulando-os de tal forma, que dificilmente podem servir ao seu fim genuíno.

Por exemplo:

O pré-cursilho não pode fazer-se em série, por umas pessoas que ensinam e outros que aprendem. O pré-cursilho é simplesmente o início de uma amizade que geram, quando não se distorcem, a Reunião de Grupo e a Ultreia.

A disposição com que acodem os cursilhistas hoje, é mais humana e mais sincera que antes, mas em pequenas nuances.

A óptica religiosa sempre aborrece, há que falar aos que vão a um Cursilho desde a óptica da fé.

O retiro introdutório não pretende ser uma exposição básica da fé cristã.
A primeira Meditação é uma paragem no viver de cada um, para que reflexione e se encontre consigo mesmo. Na segunda meditação trata-se de tentar reunir os fazeres dispersos que o que vai a um Cursilho pode ter do transcendente, e polarizá-los até à imagem do Pai, que sabe fundir num abraço de compreensão, de perdão e de ternura todo um distanciamento, algumas vezes culpado, e outras fruto de superficialidades executadas mais por distracção e despiste, que por maldade.

A palavra "acolhida", além de paternal, é tremendamente sentimental; o que acolhe ao cursilhista é Cristo, o que se deixa acolher por outros, evidentemente, geralmente não será o mais apto para ir a um Cursilho.

Certas apresentações que, além do nome e os apelidos, acrescentam profissões ou títulos, produzem uma certa incomodidade aos que não tem nem um nem o outro.

O rolho de "Ideal", mais que abrir o caminho ao Transcendente, tem que abri-lo ao transcendente.

É uma falta de sentido comum e de caridade, avassalar o primeiro dia ao cursilhista com quatro rolhos pios, sobretudo temos visto alguns que no melhor estariam bem para um retiro de noviças confusas, mas não para uns homens que, por viver a sua vida de outro modo, tem uns conceitos e uns valores, que peneiram as verdades à sua maneira, sempre muito distanciada do mundo clerical.

Se se pesca no mar da vida, da vida que vivem os demais, os "peixes" que acodem à nomeação para um Cursilho, a não ser que o recrutamento tenha apontado a "pessoas da Igreja", acodem com as suas entranhas e com as suas espinhas que, se, de entrada, se lhes procura uma circunstância onde cada um pode manifestar ao seu modo estas entranhas e estas espinhas, se soltam dúvidas e se contam façanhas, o que cria um clima incómodo, por haver pensado que a liberdade de dizer o que se pensa, favorece o clima que se pretende criar no Cursilho.

O Cursilho, hoje mais do que nunca, tem que estar firmemente fundado, na fé que vivem, querem viver ou lhes doí enormemente não viver os dirigentes, que tem que dirigir necessariamente o Cursilho até à sua finalidade. Dirigidos por sua vez estes por um reitor que, em todo o momento, em união estreita, cordial e amistosa com todos, mas principalmente com os Directores Espirituais e os demais dirigentes, tem de orientar, sem autoritarismo nenhum, com união, com santo real medo, com assombro continuado, com a sobrenatural naturalidade, não de crer saber, mas sim de saber crer.

Os dirigentes não tem de dedicar-se a aclarar e dissipar dúvidas, é muito corrente em clausura ouvir dizer a mais de um cursilhista: "Vim carregado de problemas, de dúvidas, de dificuldades, aqui eliminei bastantes, vou-me com uma confiança enorme para as ir superando."

O encontro dos que não tem fé, ou não sabem ver a que tem, ao contacto e ao contágio de umas pessoas que a vivem e a encarnam, que lhes servem sem servilismos, que os atendem com entusiasmo, não só com desinteresse, mas sim sendo para eles um gosto, que se portam em todo o momento como amigos, e que querem sê-lo de verdade, e não só nos três dias de Cursilhos, é o estímulo mais premente, atractivo e interessante que podemos brindá-los.

É de todo necessário que o cursilhista saiba que todos na Igreja nos vamos convertendo. É uma verdade básica que nos irmana a todos pela base.

Chamar aos dirigentes responsáveis é uma expressão além de pouco afortunada, inexacta, porque responsáveis o somos todos na Igreja.

Resulta muito cristão que um homem de humilde profissão possa no Cursilho ser Chefe de um que sempre o foi e o é na sua vida profissional. Mais do que uma cura de humildade, é uma cura de verdade que necessitamos todos.

Não preencher as folhas de passatempos e suprimir os periódicos murais, é deitar pela borda fora duas maneiras muito eficazes para conhecer muito melhor "a João".

A palavra "compromisso" é palavra incómoda. Alguém disse que "Crer é comprometer-se", e não somente crer, mas sim ainda o simples acto de viver é já comprometer-se. E para que um homem feito e direito, lhe dá a realíssima gana de comprometer-se, há que saber bem porquê.

Há palavras no que hoje chamamos comportamento cristão que pelos méritos contraídos em sentido contrário do que significam, costumam despistar e confundir, já que o dicionário nos diz o que a palavra significa e a vida nos mostra, ao vivo e em directo o que a coisa ou o acontecimento é.

Um homem normal, desde a sua calçada, vê ao “cristão comprometido” sempre entre aspas, como o homem sobrecarregado por compromissos secundários que sempre o tem enredado e que lhe fica muito pouco tempo para estar com a sua família, sair com a esposa, falar com os filhos ou jogar com as crianças, porque tem sempre uma multitude de actividades que solicitam a sua presença e a sua dedicação.

Chamar "formação" ao rolho de "Estudo" é enfraquecer a sua finalidade, não se trata de nenhum tipo do que entendemos por formação, mas sim a simples aplicação da inteligência para captar da maneira mais simples possível o dom de Deus e a sua projecção no seu ambiente.

A celebração comunitária da Penitência é um acto cem por cento clerical, que não faria mais do que estorvar o processo do Cursilho. Há muita gente que leva muito tempo na Igreja e segue sendo alérgica ao folclore das celebrações desta classe. Pretender que o entendam os novatos, é tão arcangélico como crer que com a exposição friamente ordenada de umas verdades se vai conseguir que ordenem a sua vida com elas no momento.

Uma conversão crescente não se pode ensinar nem realizar.

Nem no segundo, nem no terceiro dia é oportuno avassalá-los com expressões triunfais sobre a Igreja. A amamos demasiado para pensar que seja fácil assimilar uns conceitos que somente a fé, a esperança e a caridade em acto, vivida, encarnada e expressada podem contagiar.

A história dos Cursilhos nos veio demostrando que a autêntica conversão, que tem de ser perene e contínua em todo o cristão, não necessita nem de três dias, já com meio segundo, tem Deus mais do que bastante.

A Graça não actua mais além de todo o projecto, mas sim que como é algo vital, da nervatura e calibração evangélica ao projecto.

O "Secular na Igreja" se afastou, precisamente o rolho chave que melhor aclara que o secular não é para fazer coisas, fazer fazer coisas, assistir a actos, fazer assistir a actos, mas sim para que crescendo e desenvolvendo-se onde Deus o plantou, com fé, com esperança e com caridade, feita vida pela sua conexão com Cristo, possam ser manancial inesgotável de sentido, emissores de autenticidade, e impulsores de energia e alegria evangélica na sua família, no seu trabalho e na sua diversão.

Isto é a contribuição germinal, radical, básica, essencial e vital que o homem secular tem de trazer ao mundo. Unicamente desde esta raiz que deve de ser o indispensável ponto de partida, pode chegar-se a todo o demais.

Precisamente o Cursilho não é nem pode ser de maneira alguma uma "comunidade fugaz", pois de sê-lo, tudo o descoberto no Cursilho seria mentira. Os Cursilhos não foram jamais individualistas, nem estiveram jamais na defensiva.

Os moldes dos Cursilhos os quebraram os Secretariados Nacionais não fiéis ao compromisso de ser fiéis à finalidade e ao método.

Assinado:

Rvdo. Don Francisco Suárez
Delegado episcopal

Juan Aumatell
O Presidente

Rvdo. Don Antonio Pérez
Director Espiritual de Cursilhos de Cristandade, Presidente do Cabildo. Catedral.

Do Grupo de Iniciadores do Movimento:

Eduardo Bonnín
Rector do 1º. Cursilho de Cristandade

Bme. Riutort
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Dez formas de melhorar a sua... Fotografia urbana

Se prefere aproveitar as férias para descobrir novas cidades e, claro, captá-las no seu máximo esplendor, aqui ficam dez ideias simples que o ajudarão a conciliar o seu interesse por viagens com a sua paixão pela fotografia.

Saiba como conseguir abordagens menos "turísticas", centrando-se na cultura dos locais que visita, e lembre-se que os habitantes de uma cidade são tão importantes quanto a sua arquitectura.

Procure o fora do comum
À medida que vai descobrindo uma nova cidade, esteja atento a tudo o que tenha um aspecto diferente ou invulgar. Conseguirá fotos com mais interesse e impacto.
 
O percurso menos caminhado
Se limitar as suas excursões aos locais turísticos, não obterá imagens originais - dirija-se a locais menos visitados. Os mercados locais são excelentes cenários para o efeito.
 
Alivie a carga
As pessoas costumam sentir-se "intimidadas" quando vêem fotógrafos com muito equipamento. Viaje leve: uma objectiva superzoom é o ideal e permite-lhe registar praticamente qualquer tipo de oportunidade fotográfica.
 
Utilize o modo Programa
Para fins criativos, deve usar os modos de Prioridade à abertura ou ao obturador e Manual, mas para fotos instantâneas pode definir a câmara para Programa. Active também o modo de ISO automático e não terá de se preocupar com os parâmetros da câmara.
 
Fora de horas
Para obter vistas "limpas" e aproveitar a melhor luz, deve começar a fotografar bem cedo. A "hora dourada", antes do pôr-do-sol, também é boa.
 
Vida nocturna
Leva a câmara consigo quando sair à noite e aproveita para captar paisagens urbanas nocturnas. Na ausência de um tripé, aumente a sensibilidade ISO e apoie a câmara nas estruturas existentes.
 
Planeie antecipadamente
Faça uma investigação prévia sobre o seu destino e procure locais que sejam interessantes do ponto de vista fotográfico.
 
Suba
Os pontos estratégicos elevados permitem captar vistas aéreas fantásticas - não se esqueça de ir às torres com acesso público.
 
Estilos de imagem
Se estiver a fotografar em JPEG, use os modos de cena ou os Estilos de imagem - recorra, por exemplo, ao modo Paisagem quando fotografar elementos naturais e céus azuis. Ou fotografe em RAW para mudar o estilo na fase de edição.
 
É bom conversar
Por norma, os habitantes das cidades são receptivos à comunicação com estrangeiros. Tente conversar com as pessoas e peça-lhes se as pode fotografar, ao invés de fotografar furtivamente.
in O Mundo da Fotografia Digital - Agosto 2010



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Placas mãe - Conectores para a caixa

Numa das extremidades da placa mãe, encontrará um conjunto de encaixes que se destinam à conexão das luzes e botões do painel frontal da caixa. Aqui são ligados os botões reset, turbo, o keylock e os leds de power, disco rígido e turbo.

Nem todas as placas mãe possuem todos estes conectores. A chave do teclado e o botão turbo por exemplo, quase não são mais usados, justamente por não terem mais utilidade actualmente.
A tecla turbo da caixa serve para diminuir a frequência do processador. Isto era bastante útil na época dos computadores XT e 286, onde alguns programas projectados para funcionar em computadores lentos só funcionavam adequadamente com esta tecla pressionada. Porém, estes programas já não usados há muito tempo, e não existe nenhum outro motivo para que alguém queira tornar seu computador mais lento.

A chave do teclado (keylock) também quase não é mais usada, já que hoje existem meios menos antiquados de proteger o computador de bisbilhoteiros, como as senhas a nível de Setup e sistema operativo, assim como as protecções de ecrã com senha.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Nós e amarras XVII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:

LAIS DE GUIA ESPANHOL
A mesma finalidade da cadeira de bombeiro.