segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Airsoft Surgeon Infinity Golden Hammer Open Deluxe With Doctor Sight


Marca: Airsoft Surgeon
Código do Produto: AS-GBB-143
Hop-Up: Ajustável
Peso: 960 grs
Comprimento: 255 mm
Capacidade: 30 bb's
Potência: 330 fps
Fonte de Energia: Green Gas
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

A Airsoft Surgeon apresenta a nova Golden Hammer, que surgiu na feira 2013 IWA na Alemanha para muito espanto e admiração mesmo de muito fabricantes de armas reais. Com o objectivo de criar uma arma especial que é altamente refinada e afinada. O resultado é uma arma de extrema alta-performance Infinity que define standards inteiramente novos, devido ao seu desenho, qualidade, durabilidade e performance que são marcadamente superiores aos comparáveis substitutos.

Airsoft Surgeon. Oh, Airsoft Surgeon. Porque fazes as coisas parecerem tão bonitas? Num primeiro olhar você pensa que é alguma forma de Transformer, transformando-se num caminhão de seguida num robot e de novo numa pistola. Cada ranhura, curva e canto parecem ter de estar ali. A corrediça da Infinity definitivamente parece parte com a inclusão da Doctor Sight parece um atordoador! A Sight tem baterias dentro assim ela funciona à saída da caixa. O punho tem um padrão de bola de golfe que assegura o facto de que ele fica seguro em você pela sua vida o que é uma coisa positiva porque você não vai querer largar esta beleza.

A espectacular performance das pistolas de airsoft da Airsoft Surgeon's é fundada na perfeita interacção de todos os seus parâmetros de desenho e montagem, do preciso trabalho de máquina em CNC e a escolha de materiais para a sofisticada e elaborada construção e acabamento da pistola. Junto com mais de 20 anos de experiência na montagem de armas, a reputação da Airsoft Surgeon's como montador de armas é de novo enfatizada.

É baseada numa da mais confiáveis plataformas de pistola GBB. Com o uso de partes em aço e alumínio CNC 6061 combinados com o delicado trabalho artesão da Surgeon's, esta pistola é verdadeiramente única e marcada por componentes e materiais de primeira qualidade.

À saída da caixa, as pistolas Marui são perfeitamente boas; o famoso hop-up da Marui torna-as pistolas de longo alcance apesar da sua pouca potência. O momento em que abre uma, a magia parece evaporar-se pelo que em ordem de efectuar o upgrade a uma pistola Marui você tem de entender a gravidade do que isso é não apenas para preservar aquela magia mas para sair dela.

Nas pistolas gás blow back, quanto mais suave a corrediça deslizar, mais estável a arma irá manter a posição na suas mãos enquanto dispara. As corrediças da Marui são espectaculares como estão, personalizadas serão ainda melhores. Se perder o tempo para preparar e ajustar a armação e a corrediça para que elas se montem com a exacta precisão no entanto, você atinge um nível de perfomance apenas possível com tal trabalho personalizado. Este toque de engenharia é aplicado um-a-um numa pistola específica; uma armação específica, uma corrediça específica.

Um atirador de pressão é uma coisa, um atirador preciso é outra. A arma pode colocar as balas através de uma linha recta, mas você ainda tem de colocar a linha no local correcto. Como uma pistola típica da classe open IPSC ela não, pode fazer uso das opções de miras electrónicas mais avançadas mas a curta distância um bom atirador apenas precisa de miras de metal de qualquer maneira.

A pistola vem com um único carregador Hi-Capa e nenhum acessório; vem num saco de próprio da Airsoft.

in


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Formatos de Imagem

Na captação de imagens, uma das decisões relacionadas com o fluxo de trabalho digital mais importantes é a escolha do formato do ficheiro. Todas as câmaras permitem o uso de ficheiros JPEG, mas muitas permitem também o uso de ficheiros RAW, de qualidade superior. Algumas oferecem formatos alternativos, tais como TIFF e DNG

Formatos
Como a maioria das câmaras digitais oferecem mais do que um formato de imagem, aqui estão algumas informações que ajudam na escolha do melhor formato para as necessidades de cada um.

• JPEG é o formato usado pela totalidade de câmaras digitais. Designado à semelhança do seu criador, o Joint Photographic Experts Group, este formato permite-lhe quase sempre especificar o tamanho e a compressão da imagem. No momento em que uma imagem é capturada neste formato, um chip de processamento, baseando-se nos parâmetros usados na câmara, irá comprimir e reduzir o tamanho da imagem. As alterações feitas à imagem não podem ser desfeitas, visto que é a imagem final alterada que é gravada no ficheiro. Alguma da informação original é perdida permanentemente.

• O RAW é um formato que está disponível em muitas câmaras, em especial nas câmaras reflex. Uma das expressões mais conhecidas de Ansel Adam, tirada da sua experiência como pianista é “O negativo é a pauta, a impressão é a performance”.

Em fotografia digital, o ficheiro de imagem é a nossa pauta e a performance é feita num programa de edição de imagem. Para obter a maior qualidade possível, é necessário começar com a melhor pauta possível – um ficheiro RAW. Estes ficheiros contêm toda a informação sobre a imagem capturada pelo sensor da câmara sem ser processada ou ajustada de nenhuma forma. Isto permite a interpretação da informação por parte do utilizador e não por parte da câmara. Quando se pretende ter o controlo total sobre a exposição, balanço de brancos e outros parâmetros, este é o formato a usar, já que há apenas quatro parâmetros que afectam um ficheiro RAW permanentemente – a abertura, o tempo de obturação, a sensibilidade e o foco.

Os outros parâmetros da câmara são guardados como metadados e afectam a aparência das miniaturas ou apresentação das imagens, mas não o ficheiro RAW em si.

Em muitas câmaras é possível capturar imagens RAW sozinhas ou acompanhadas de um ficheiro JPEG, o que faz com que tenhamos um ficheiro RAW idêntico, de alta qualidade, e um ficheiro de imagem mais pequeno e mais facilmente ordenável.

Tanto o ficheiro RAW, como o JPEG têm nomes iguais, mas extensões diferentes.

As aplicações mais recentes, tais como o Lightroom tornaram o trabalho com ficheiros RAW tão fácil que esta opção deixa de ser necessária, já que os JPEG só ocupam espaço.

Uma das informações a reter é que nem sempre se nota à partida uma qualidade superior nas imagens RAW. Estas são brilhantes quando têm problemas na exposição ou no balanço de brancos.

Como as imagens RAW contêm muito mais informação com a qual podemos trabalhar, é possível iluminar áreas de sombra, recuperar detalhes perdidos nas altas-luzes e fazer ajustes óptimos nas cores.

Logótipo do DNG
• DNG (Digital Negative). Os fabricantes de câmaras introduziram muitos formatos RAW diferentes, que são frequentemente alterados. Há uma fonte que indica que existem mais de 140 formatos RAW, sendo que continuam a aumentar. Alguns deles são específicos de apenas um modelo de câmara. Ainda por cima, os fabricantes são geralmente reservados no que diz respeito às suas especificações, de maneira que há quase sempre ficheiros RAW que um determinado programa não consegue ler, pelo menos até alguém os manipular de forma a serem aceites. Estes inconvenientes e demoras são da responsabilidade dos fabricantes de câmaras.

A continuidade destes ficheiros RAW com direitos de propriedade, está em risco a longo prazo, já que hoje em dia, tanto as empresas como os interesses económicos são muito voláteis. Uma solução para este problema crescente é um novo formato da Adobe chamado Digital Negative (Negativo Digital) – DNG. Este ficheiro, que está publicamente definido e que é partilhado abertamente, é uma tentativa de assegurar no futuro, a possibilidade de aceder a qualquer imagem.
Sempre que uma câmara não captura imagens RAW neste formato, é sempre possível convertê-lo usando um programa como o Photoshop ou o Lightroom. Ao fazê-lo também é possível escolher armazenar o ficheiro RAW original dentro do ficheiro DNG, caso seja necessário extraí-lo mais tarde.

Ícone universalmente
reconhecido referente
a Qualidade de Imagem.
O formato DNG é suportado pelo Photoshop e pelo Lightroom, bem como por outros produtos da Adobe, alguns programas de outras empresas e uma série de fabricantes de câmaras. Como acontece com todas as coisas na informática, apenas o tempo dirá se este formato será universalmente aceite ou se vai gradualmente desaparecendo.

• TIFF (tagged image file format) é um formato usado regularmente para o intercâmbio de imagens entre aplicações e plataformas. É suportado por virtualmente todos os programas de pintura, edição de imagem e paginação. Os ficheiros TIFF tendem a ser maiores que os JPEG ou RAW e podem ser gravados usando tanto 8, como 16 bits por cor.




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Convertendo unidades de FAT 16 para FAT 32

Caso esteja usando o Windows OSR/2 ou 98, mas o seu disco rígido esteja formatado com FAT16, pode convertê-lo para FAT32 usando alguns programas específicos.
O primeiro é o FDISK, que pode ser encontrado num disco de arranque do Windows 98 ou Windows 95 OSR/2. Para usá-lo, basta inicializar o computador utilisando a disquete de arranque e digitar “FDISK” no prompt do DOS.
Outra alternativa para fazer a conversão, é usar o programa “Partition Magic” da Power Quest, que consegue converter a FAT16, sem perda de dados, não só para FAT32, mas para outros sistemas de arquivos, como NTFS, EXT2 (do Linux), e outros. O Partition Magic já existe em Português, podendo ser adquirido em lojas de informática. Para mais informações, basta visitar o site
da Power Quest em, http://www.powerquest.com. 
Se está usando o Windows 98, será muito mais fácil, pois este sistema acompanha um conversor, que apesar de não ter todos os recursos do Partition Magic, faz o trabalho sem perda de dados. O conversor para FAT 32 está na pasta ferramentas de sistema, dentro do menu iniciar, junto com o Scandisk e o Defrag.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Nós e amarras LXII

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:

  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

NÓS DE TRAVAGEM

Nó Simples
O nó simples também designado por laçada, pode ser:
- Singelo Começa-se com um cote directo ou inverso passando por baixo do seio (Fig.4).
- Dobrado Para a execução deste nó existem dois processos:
1ª - Dá-se à corda tantas voltas com o chicote quantas as desejadas até ficar com uma disposição semelhante à da figura 5. Para terminar o nó (Fig.6) puxa-se pelas extermidades até ele ficar devidamente socado.
2ª - Aconselha-se quando se deseja um nó com muitas voltas: Enrola-se a corda à volta de um bocado de madeira as veses que se quiser (Fig.7). Seguidamente, retira-se a madeira e faz-se passar o chicote “A” por dentro das voltas dadas, e simultaneamente por detrás do chicote “B”, como mostra a figura 8. Finalmente, depois de socado, obtém-se o nó desejado (Fig.9).

O nó simples dobrado ou laçada dobrada, pode ainda ser designado por: Nó simples Mordido, Nó de Frade, Nó de Satura ou Nó de Capucho.
Nó de Azelha
Este nó executa-se do mesmo modo que o nó simples mas é dado com a corda dobrada (Fig.10).
Nó de Trempe
Também designado por nó de Oito ou Volta de Fiador, iniciase com um cote e leva-se o chicote a passar pelo interior deste contornando o seio (Fig.11).




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Pyrrhula murina, Priôlo


Taxonomia
Aves; Passeriformes; Fringillidae.

Tipo de ocorrência
Residente. Endémico dos Açores.

Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO -– CR (B1ab(iii,v)+2ab(iii,v); C1+2a(ii))
Fundamentação: Espécie dependente da floresta natural de altitude, com extensão de ocorrência e a área de ocupação extremamente reduzidas (inferiores a 100 km2 e 10 km2 respectivamente). Ocorre apenas numa localização e tem apresentado declínio continuado da área, extensão e qualidade do seu habitat. A população, estimada em cerca de 235 indivíduos, evidencia declínio continuado do número de indivíduos maturos, que foi superior a 25% em 3 anos, estando todos os indivíduos concentrados numa única subpopulação.

Distribuição
Esta espécie é endémica dos Açores e encontra-se confinada à zona Oriental da Ilha de São Miguel. A população ocorre em zonas de altitude entre 300-700 m, na Serra da Tronqueira, Pico Bartolomeu e encostas acima da Algarvia (costa norte) e Povoação (costa sul). Têm ainda sido observados juvenis, com regularidade, na zona do Salto do Cavalo (Furnas) (Ramos 1996a).

População
Segundo crónicas históricas a espécie foi abundante no século XIX tendo-se tornado rara a partir de 1920 (BirdLife International 2000). A população reprodutora tem sido alvo de monitorização contínua desde 1989, tendo sido estimada em 238 e 235 indivíduos maturos respectivamente em 2002 e em 2003 (Farragolo & Nunes 2003).

É uma espécie globalmente classificada como Em Perigo (EN) (IUCN 2004a); a nível da Europa é considerada Em Perigo, provisoriamente, uma vez que não existem dados que permitam confirmar a tendência de declínio para o período 1990-2000 (BirdLife International  2004).

Habitat
O priolo ocorre preferencialmente na floresta natural de altitude. No entanto, durante a Primavera desloca-se para altitudes mais baixas em busca de alimento. Esta espécie alimenta-se de pelo menos 37 plantas diferentes, das quais 13 são importantes para a sua dieta. Durante a Primavera, quando outros recursos são escassos, os botões florais do azevinho Ilex perado, uma planta nativa e endémica dos Açores, constituem um importante recurso alimentar. No período entre Maio e Novembro, e para além da floresta natural de altitude, a espécie utiliza também as orlas da floresta de produção de Cryptomeria japonica e as orlas das ribeiras (Ramos 1995, 1996b).

Factores de Ameaça
Durante este século a área de distribuição da espécie foi reduzida devido à substituição, em larga escala, de áreas de floresta natural por pastagens e plantações de Cryptomeria japonica. A rápida expansão de plantas não indígenas muito competitivas constitui a ameaça actual mais importante para o priolo. Algumas destas plantas, tais como Hedychium gardneranum, Pittosporum undulatum e Clethra arborea, estão rapidamente a alterar a floresta natural de altitude (Ramos 1996a).

Esta população, dado o seu tamanho reduzido, é ainda vulnerável a factores estocásticos ambientais e demográficos (BirdLife International 2000).

Medidas de Conservação
A área de distribuição da espécie foi designada como Reserva Florestal Natural e como Zona Importante para as Aves (Costa et al. 2003). Esta área foi também designada como Zona de Protecção Especial, estando a ser elaborado o respectivo plano de gestão.

Em 1996 foi publicado um plano de acção para a espécie (Ramos 1996c.) Esta espécie foi ainda alvo de projectos co-financiados pelo programa LIFE “Conservação do Priolo” e “Estudo e Conservação do Património Natural dos Açores”, com vista a aumentar a área de habitat adequado (substituindo em algumas zonas as plantas não-indígenas por plantas endémicas), e a controlar a expansão de plantas não indígenas.

Paralelamente, têm sido desenvolvidas acções de educação ambiental, que incluíram a produção de folhetos e brochuras.

Um vasto programa de investigação sobre a ecologia da espécie (Ramos 1995, 1996a) permitiu definir as acções de conservação prioritárias para o habitat e para a espécie.

Nesse sentido arrancou em 2004 um projecto financiado pelo programa LIFE “Recuperação do habitat do Priolo na ZPE Pico da Vara/Ribeira do Guilherme” que prevê a monitorização da população, o controlo de espécies não indígenas invasoras, a propagação de espécies endémicas, o alargamento da área designada para protecção e a implementação de medidas sectoriais, nomeadamente o incentivo à plantação de pomares com árvores de fruta que desenvolvem botões florais no final do Inverno, que poderão ser consumidos pelo priolo.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Action T96 Airsoft Sniper - Black


Marca: Action
Código do Produto: A-CS-T96-BB
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,736 kgs
Comprimento: 1,140 mm
Capacidade: 40 bb's
Potência: 440 fps
Fonte de Energia: Mola
Blowback: Não
Modo de Tiro: semi-automático

Como substituor da velha espingarda de snioer L42 Enfiield, o L96 foi desenhado pela Accuracy International, Inglaterra, e foi escolhido pelo British Army no início da década de 80.

A Action é bem conhecida por todas as suas peças de upgrade para muitos diferentes tipo de armas de airsoft.

Agora eles decidiram que querem uma pequena fatia da acção e assim fizeram a sua espingarda de sniper, o Type 96. O Type 96 é bem conhecido pela sua precisão pela comunidade de airsoft mas também tem algo a ver com os internos.

Internamente, é tudo peças ACTION o que inclui a unidade hop up e a unidade do gatilho. É compatível com peças Maruzen assim não tem de se preocupar com os upgrades se o pretender.

Mas isso não é a única coisa boa sobre tudo isto.

Quando abre a  caixa, ela vem em duas partes, mas não tem de se preocupar com juntá-las, porque são apenas 2 peças. Ela vem com parafusos, chaves de parafusos e chaves allen pelo que eles prepararam tudo para si! O cano externo é construído em metal e tem um aspecto muito único com ranhuras do meio para o fim. Existem buracos no fim para 'ventilação' mas são só para aspecto neste caso. O corpo é construído em Polímero com protecção de água nele. Vem em PRETO, OLIVE DRAB e ATACS que são todos muito únicos.

Pode precisar de adicionar-lhe um pouco de óleo mas depois de efectuado a acção do ferrolho de mola será muito suave e irá disparar 440 fps à saída da caixa o que é bastante potente!


in




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Fluxo de trabalho digital





apturar uma fotografia digital é apenas um dos passos de um processo chamado fluxo de trabalho digital. Cada fotógrafo personaliza o seu fluxo de trabalho digital até um certo ponto, mas todos os fluxos integram os mesmos passos, após a captura das imagens e a sua transferência: rever, organizar e classificar, e depois ajustar, publicar e arquivar. Muitos destes passos, sempre foram realizados através do uso de uma variedade de aplicações, incluindo aquelas que fazem conversão de ficheiros RAW, e as de gestão e edição de imagem. No entanto, a primeira geração de aplicações verdadeiramente inovadoras, tais como o Aperture, da Apple e o Lightroom da Adobe, estão a dar uma nova forma ao trabalho digital. Estes programas integram quase todos os passos do fluxo de trabalho numa única aplicação, tornando o trabalho em fotografia digital, depois da captação das imagens, mais fácil, rápido e eficiente. Estes programas também tornam o trabalho com ficheiros RAW tão fácil como com ficheiros JPEG. Neste capítulo exploraremos os passos do fluxo de trabalho digital, desde a captação de imagens até à sua organização e edição no computador. A ênfase dada ao Adobe Lightroom, deve‑se ao facto de este poder ser executado tanto no Mac OS, como no Windows. O Aperture da Apple é um programa muito conceituado e partilha muitos dos mesmos objectivos e características.


Quando realizamos a mesma tarefa inúmeras vezes, o mais provável é que tenhamos desenvolvido uma rotina – uma série de passos que eliminam do processo as variações e os problemas. Em fotografia digital chamamos a esta rotina, fluxo de trabalho. A criatividade está confinada à captação e edição da imagem. O resto do processo, pelo contrário, é bastante estruturado. Apesar de cada fotógrafo personalizar o seu fluxo de trabalho de maneira a satisfazer as suas necessidades, todos incluem uma variação dos passos seguintes – os quais podem ser divididos numa série de “sub-passos”. Aquilo que é excitante no Aperture e no Lightroom é o facto de conseguirem lidar com todos esses passos, proporcionando uma solução para a totalidade do fluxo de trabalho. 

1º Passo. Capturar fotografias
Quando pegamos na câmara no início de uma sessão, os primeiros passos relacionados com o fluxo de trabalho incluem verificar se a objectiva está limpa, se a bateria está carregada, se o cartão de memória está na câmara e se tem espaço suficiente para o número de fotografia que pretendemos tirar, e se todos os parâmetros da câmara estão correctos.

2º Passo. Armazenar e Organizar Fotografias
Depois de capturadas, as fotografias são geralmente transferidas para um computador, de forma a serem armazenadas permanentemente. É necessário transferi-las de uma maneira organizada, para que possam ser facilmente encontradas mais tarde. Os mais recentes programas de gestão de imagens proporcionam várias ferramentas que tornam a organização das imagens mais fácil, tais como a capacidade de as classificar, adicionar palavras-chave e separar as imagens com base em diferentes critérios. 

A página Web ImageStation da
Sony permite projectar um
livro de fotografias AlbumPrint
e imprimi-lo e encaderná-lo,
tanto na vertical como na
horizontal.
3º Passo. Editar fotografias
Quando uma fotografia está em formato digital, é possível editá-la ou manipulá- la com um programa de edição de imagem. Em alguns casos, melhora-se a imagem ao eliminar ou reduzir os seus defeitos, ajustando os tons, cores e nitidez. Noutros casos, ajusta-se a imagem para um uso específico, por exemplo, torná-la mais pequena para enviar por e-mail ou publicar numa página Web. Os programas mais recentes tais como o Aperture da Apple e o Lightroom da Adobe tornam o melhoramento das imagens muito mais fácil e todas as mudanças são não-destrutivas, de maneira a que possam ser desfeitas em qualquer altura.

4º Passo. Partilhar Fotografias

Assim que a edição da fotografia termina, verificamos que há muitas maneiras de exibi-la e partilhá-la, incluindo a impressão (em qualquer coisa, desde papel artístico até canecas), a inserção num documento, a publicação numa página Web de partilha de imagens, ou num blog, o envio por e-mail, a inclusão num livro impresso, ou num slide show que pode ser reproduzido num leitor de DVD ligado a um televisor, numa drive de DVD num computador, ou ainda numa moldura digital.

5º Passo. Arquivar e Proteger Fotografias
Quando temos fotografias para as quais não há uso imediato, mas que é necessário guardar, ou fotografias importantes que não queremos perder, é possível copiá-las para CD/DVD, ou mesmo para outro disco rígido. Se depois disto, apagarmos as imagens do disco duro do sistema principal, os ficheiros restantes são referidos como ficheiros de arquivo. Se as mantivermos no sistema principal, chamamos cópias de protecção aos duplicados. (back-up copies).


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sistema FAT 32

Uma evolução natural da antiga FAT16, a FAT32 utiliza 32 bits para o endereçamento de cada cluster, permitindo clusters de apenas 4 KB, mesmo em partições maiores que 2 GB. O tamanho máximo de uma partição com FAT32 é de 2048 Gigabytes (2 Terabytes), o que permite formatar a maioria dos discos rígidos actuais numa única partição.

Usando este sistema de arquivos, os nossos 10.000 arquivos de texto ocupariam apenas 40 Megabytes, uma economia de espaço considerável. De facto, quando convertemos uma partição de FAT16 para FAT32, é normal conseguirmos de 15 a 30% de diminuição do espaço ocupado no Disco. O problema, é que vários sistemas operativos, incluindo o Windows NT 4.0 e o Windows 95 antigo, não são capazes de aceder a partições formatadas com FAT32. Felizmente, sistemas mais actuais como o Windows 2000 e versões recentes do Linux já oferecem suporte.

O único porém, fora a menor compatibilidade é que a desfragmentação do disco, seja qual for o programa usado também será um pouco mais demorada devido ao maior número de clusters.

Usando o defrag do Windows 98 por exemplo, a desfragmentação de um disco grande pode demorar mais de uma hora. Outros programas como o Norton Speed Disk já são bem mais rápidos, apesar de, mesmo neles, a desfragmentação demorar mais do que em unidades FAT 16.

Apesar do uso de endereços de 32 bits para cada cluster permitir que sejam usados clusters de 4 KB mesmo em partições muito grandes, por questões de desempenho, ficou estabelecido que por default os clusters de 4 KB seriam usados apenas em partições de até 8 KB. Acima disto, o tamanho dos clusters varia de acordo com o tamanho da partição:


in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Nós e amarras LXI

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:

  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado

A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Nós de travagem - São destinados a rematar a ponta de uma corda de modo a engrassá-la ou evitar que se desfie.

Nós de Junção - Servem para ligar entre si duas cordas de espessura igual ou diferente.

Nós de salvação - São considerados como tal, os formados por uma ou mais alças que não correm e destinados a subir ou descer pessoas ou objectos.

Nós de Ligação - São utilizados quando se pretende ligar varas ou troncos. A corda necessária à sua execução é proporcional ao diametro das varas ou troncos utilizados, e por cada centimetro de diâmetro é necessário 30 centimetros de corda.

Nós diversos - São aqueles que não se enquadram dentro dos capitulos anteriores.

Falcassas - Utilizam-se em volta do seio de um cabo de maior diametro de espessura segurando-o.

Costuras - Utilizam-se nos chicotes de um cabo para que este não se desfie.

A espessura de uma corda é designada por bitola e é a partir do seu valor que sabemos se se trata de uma espia (bitola igual ou inferior a 1 cm.)

Cabo solto ou solteiro é aquele que, não tendo uma utilidade especifica, serve para qualquer trabalho.

Num cabo ou numa espia, as extermidades têm o nome de pontas ou chicotes e no caso de a corda estar amarrada, a extermidade que segue o nó tem o nome de Lado Firme e a parte restante da corda designa-se por seio (Fig.2).
 
A volta na corda que forma um olhal chama-se Cote (Fig.3) e será directo se o cruzamento se der com o chicote por cima do seio, e inverso se o chicote passar por baixo.


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Recurvirostra avosetta, Alfaiate


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Recurvirostridae.

Tipo de ocorrência
Nidificante, que se desconhece se é residente ou migrador.

Classificação
População nidificante: QUASE AMEAÇADO - NT* (D1)
Fundamentação: Espécie com população reduzida (inferior a 1.000 indivíduos maturos).

Na adaptação à escala regional desceu uma categoria, por se admitir que a população em Portugal poderá ser alvo de imigração significativa e não ser de esperar que a imigração das regiões vizinhas possa vir a diminuir.

Distribuição
Ocorre na Europa e Ásia Central e oeste até ao Sudeste da Sibéria e Nordeste da China.

Inverna na Europa Ocidental, África, Médio Oriente, China Oriental (del Hoyo et al. 1996).

Em Portugal, a população nidificante distribui-se principalmente no Sotavento algarvio (Rufino 1989, ICN dados não publicados, Catry et al. in press); existem registos de nidificação esporádica nos estuários do Tejo e do Sado (Farinha & Costa 1999).

População
A população nidificante é relativamente pequena. De acordo com Catry et al. (in press), em 2001 e 2002 foram registados 702 e 908 indivíduos maturos, respectivamente.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, o alfaiate é considerado Não Ameaçada, (BirdLife International 2004).

As populações ocidentais desta espécie apresentam-se estáveis ou em aumento (Wetlands International 2002). Para Espanha é referido um incremento populacional (Muñoz & Hortas 2003). Esta tendência, juntamente com o facto de se admitir que o habitat não esteja em declínio em Portugal, levou a assumir um risco de extinção da população invernante no nosso território mais reduzido, tendo descido uma categoria na adaptação à escala regional.

Habitat
Utiliza salinas activas ou abandonadas, aquaculturas e outras zonas húmidas costeiras (e.g. lagoas, salinas) como habitat de nidificação (Rufino 1989, Catry et al. in press.)

Factores de Ameaça
Perda ou degradação de habitat (por acção do Homem), nomeadamente abandono ou degradação de salinas e a transformação de salinas em aquacultura marinhas são as principais ameaças à conservação desta espécie.
 
Medidas de Conservação
A maior parte das áreas estuarinas utilizadas por esta população durante a nidificação estão incluídas em áreas com estatuto legal (Reservas Naturais, Zonas de Protecção Especial, Sítio Ramsar) ou Zonas Importantes para as Aves (Costa et al. 2003). São necessárias acções de controle da predação e perturbação humana e restauração e manutenção dos complexos de salinas utilizados por esta espécie.

Notas
Em Portugal Continental apresenta população invernante numerosa e com distribuição alargada, em situação Pouco Preocupante (LC); ocorre também como migrador de passagem.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Marushin M1 Carbine 6mm (CO2 Plastic Stock Wooden Grain Version)


Marca: Marushin
Código do Produto: MRUS-14670
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,000 kgs
Compeimento: 910 mm
Capacidade: 15 bb's
Potência: 350 fps
Fonte de Energia: CO2
Blowback: Sim
Modo de Tiro: Semi-automático

Linda réplica da Carabina utilizada pelas forças US Military na Segunda Guerra Mundial, este modelo alimentado a gás é construído com uma coronha em madeira rela, cano e mecanismo de armar em metal.

A acção Blow back é forte e rápida em todos os disparos. Dispara tão rápido quanto conseguires puxar o gatilhos e sente o coice de cada disparo através dos teus ombros. Potente  com um excelente alcance graças à excelente potência. A M1 é um colecionável que todos os fãs da Segunda Guerra Mundial devem ter. Este modelo usa bb's de 6mm.

Mas a melhor notícia é que ela usa cápsulas de CO2 em vez de green gás. E ainda mais, foi desenhada para disparar a velociades acima dos 400fps usando bb's de 0,20grs. Isto porque esta versão é desenhada especialmente para a Redwolf Airsoft pela Marushin para o mercado de exportação (fora do Japão onde apenas existe com o limite de 1J). Para aqueles que vivem na Suécia onde o Green Gás é ilegal, então esta versão CO2 não deve criar problemas com a alfândega! 


in



sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sensores de Imagem - Limpeza

Quando se substitui a objectiva de uma câmara reflex digital, ou em ambientes ventosos e poeirentos, o pó pode entrar na câmara e ultrapassar o filtro protector do sensor da imagem. Estas partículas de pó formam pontos escuros em qualquer imagem que capte posteriormente. Uma das formas de verificar se tem sujidade no sensor consiste em captar algumas fotos de um céu luminoso ou de um cartão branco. Depois, abra a imagem no seu programa de edição fotográfica e aumente-a para ver se há algum ponto de pó escuro nas áreas luminosas, que deveriam ser uniformes.

Este problema é de tal forma sério que os fabricantes de câmaras fazem todos os possíveis para o evitar, incluindo o seguinte:

• Reduzindo o pó, minimizando as partículas produzidas pela própria câmara. Para isso adoptam materiais para a construção do corpo e do obturador que não criem poeiras ou outras partículas durante o desgaste normal.
• Dificultando a entrada de pó através do filtro de protecção (low-pass), com revestimentos mais resistentes. (O filtro low-pass está em frente ao sensor da imagem e foi projectado para eliminar o efeito moiré e conseguir cores mais exactas.)
• Repelindo as poeiras através da aplicação de uma carga anti-estática ao filtro low-pass que cobre o sensor, para prevenir que a electricidade estática atraia o pó.

• Removendo as poeiras, colocando uma unidade vibratória ultra-sónica junto ao filtro
low-pass, para que as poeiras sejam afastadas antes de se fixarem. O pó expulso é depois agarrado por um material adesivo que evita que volte para o ar. Estas vibrações podem ocorrer automaticamente quando liga e desliga a câmara, ou manualmente através da selecção dos menu.
• Colocando o pó fora de foco. O filtro low-pass - normalmente uma única unidade -
pode ser dividido em duas camadas, uma frontal e outra traseira. A camada frontal, onde o pó ficará acumulado, é colocada suficientemente longe do sensor para que os pontos de pó fiquem fora de foco e menos visíveis na imagem.

• Processamento de limpeza. Basta fotografar uma parede ou uma folha branca (ou retirando a objectiva da câmara, mas por um curto espaço de tempo) e a
Estes são os cinco passos,
recomendados pela Photographic
Solution, para limpar o seu sensor
de imagem com os seus cotonetes
para sensores e o liquido de limpeza
Eclipse.
câmara regista o tamanho e a posição das partículas de pó no sensor. Isso cria um “mapa” que depois pode ser associado a todas as imagens como metadados. Quando as imagens e o “mapa” de dados anexo são transferidos para um computador, o software fornecido com a câmara pode utilizar a informação do “mapa” para remover o efeito dos pontos na imagem.
• Limpar o sensor manualmente. Quando tudo o resto falha, a sua única opção é enviar a sua câmara aos serviços centrais do fabricante (o que ao fim de algum tempo se pode tornar incómodo) ou limpá-lo você mesmo. Se a sua opção for esta última, utilize o comando do menu para bloquear o espelho, que ficará levantado e fora do seu “caminho”, e abra o obturador para alcançar a superfície do sensor. Depois deve limpar o sensor (aliás o filtro low-pass) com cotonetes e um líquido de limpeza desenvolvidos especificamente para o efeito. Nunca utilize ar comprimido ou outros produtos de limpeza no sensor. Os produtos para limpeza de sensores são disponibilizados por fornecedores como a B&H ou Calumet. Para mais informações faça uma pesquisa no Google por “cleaning image sensor”, mas não se esqueça que está “por sua conta”.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Sistema FAT 16


Este é o sistema de arquivos utilizado pelo MS-DOS, incluindo o DOS 7.0, e pelo Windows 95, sendo compatível também com o Windows 98 e a maioria dos sistemas operativos usados actualmente.

Hoje em dia, a FAT 16 é uma espécie de pau para toda a obra, pois discos rígidos formatados neste sistema podem ser acedidos sem dificuldade no Windows 2000, Linux, e em vários outros sistemas.

Porém, apesar da versatilidade, a FAT 16 possui pesadas limitações. O sistema de arquivos adopta 16 bits para o endereçamento de dados, permitindo um máximo de 65526 clusters, que não podem ser maiores que 32 KB. Esta é justamente a maior limitação da FAT 16: como só podemos ter 65 mil clusters com tamanho máximo de 32 KB cada, podemos criar partições de no máximo 2 Gigabytes utilizando este sistema de arquivos. Caso tenhamos um disco rígido maior, será necessário dividi-lo em duas ou mais partições. O sistema operativo reconhece cada partição como um disco distinto: caso tenhamos duas partições, por exemplo, a primeira aparecerá como C:\ e a segunda como D:\, exactamente como se tivéssemos dois discos rígidos instalados na máquina.

No Linux as partições aparecem dentro da pasta /dev. O primeiro disco rígido (o master da IDE primária) aparece como /dev/hda, o segundo disco rígido aparece como /dev/hdb, o terceiro como /dev/hdb e assim por diante. Caso os discos rígidos estejam divididos em várias partições, o número da partição aparecerá logo depois do nome do disco rígido. Por exemplo, caso o seu primeiro disco rígido (/dev/hda) esteja dividido em três partições, as partições aparecerão como /dev/hda1, /dev/hda2 e /dev/hda3.

Imagine agora que você tem um computador com o Linux instalado e resolveu instar nele um segundo disco rígido, formatado em FAT 16. O disco rígido aparecerá como /dev/hdb e a partição aparecerá como /dev/hdb1. Para acedê-lo, você precisa apenas abrir o terminal dar o comando: “mount /dev/hdb1 /win -t vFAT”. Com o comando, você explica ao Linux que o seu segundo disco rígido está formatado no sistema FAT e que deseja ter acesso a ele apartir da pasta /win. Depois de dar o comando, basta aceder à pasta /win para ter acesso a todos os arquivos do disco rígido. Se quiser, você pode trocar o “/win” por outra pasta qualquer que ache mais conveniente. Para criar pastas, basta usar o comando “mkdir” como em “mkdir nova_pasta”.

Este é o processo manual para montar partições, que funciona com qualquer distribuição do Linux, mesmo as antigas. As distribuições actuais sempre incluem utilitários gráficos que permitem montar partições sem sequer precisar usar o terminal.

Continuando a descrição de como funciona a FAT 16, um cluster é a menor unidade de alocação de arquivos reconhecida pelo sistema operativo. Apenas recapitulando, na FAT 16 podemos ter apenas 65 mil clusters por partição. Este limite existe devido a cada cluster ter um endereço único, através do qual é possível localizar onde determinado arquivo está armazenado. Um arquivo grande é gravado no disco fragmentado em vários clusters, mas um cluster não pode conter mais de um arquivo.

Num disco rígido de 2 Gigabytes formatado com FAT16, cada cluster possui 32 Kbytes. Digamos que vamos gravar neste disco 10.000 arquivos de texto, cada um com apenas 300 bytes. Como um cluster não pode conter mais do que um arquivo, cada arquivo iria ocupar um cluster inteiro, ou seja, 32 Kbytes! No total, estes nossos 10.000 arquivos de 300 bytes cada, ocupariam ao invés de apenas 3 MB, um total de 320 MB! Um enorme desperdício de espaço.

Como de qualquer forma não é possível ter mais de 65 mil clusters, é possível ter clusters menores, apenas caso sejam criadas partições pequenas: 


Justamente devido ao tamanho dos clusters, não é recomendável usar a FAT16 para formatar partições com mais de 1 GB caso contrário, com clusters de 32KB, o desperdício de espaço em disco será brutal.

De qualquer forma, mesmo que o desperdício de espaço não seja problema, o limite de 2 GB já é o suficiente para evitar usar este sistema de arquivos em qualquer PC minimamente actualizado.

O Windows NT pode criar e utilizar partições FAT 16 com clusters de 64 KB, o que permite a criação de partições FAT 16 de até 4 GB. Porém, este não é um bom negócio, pois com clusters tão grandes, o desperdício de espaço será enorme. Apenas o Windows NT 4 e alguns programas formatadores, como o Partition Magic da Power Quest (www.powerquest.com) são capazes de criar estas partições e apenas o Windows NT e 2000 são capazes de acedê-las correctamente. O Windows 98 até pode aceder a estas partições, mas você terá alguns problemas, como programas informando incorrectamente o espaço livre do disco. Mas, segundo a Microsoft, não existe perigo de perda de dados.

A versão OSR/2 do Windows 95 (conhecido também como Windows "B"), trouxe um novo sistema de arquivos chamado FAT32, o qual continua sendo utilizado também no Windows 98 e suportado pelo Windows 2000 e Linux.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto





quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Nós e amarras LX

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.
Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
IÇAMENTOS E MULTIPLICAÇÃO DE FORÇA

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Regulus regulus sanctae-mariae, Estrelinha-de-poupa, Estrelinha (Açores)


Taxonomia
Aves, Passeriformes, Sylviidae.

Tipo de ocorrência
Residente. Endémico dos Açores.

Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR (B1ab(iii)
Fundamentação: População confinada à ilha de Santa Maria, com uma extensão de ocorrência bastante restrita (inferior a 100km2), a que pode corresponder apenas uma localização; tem sofrido declínio continuado da extensão e da qualidade do habitat.

Distribuição
Regulus regulus sanctae-mariae encontra-se confinada à ilha de Santa Maria, no Grupo Oriental (Bannerman & Bannerman 1966).

Nos Açores foram descritas três subespécies distintas da espécie Regulus regulus: azoricus restrita à ilha de São Miguel, sanctae-mariae restrita à ilha de Santa Maria e inermis distribuída pelas ilhas das Flores, São Jorge, Terceira, Faial e Pico.

População
Não existem informações pormenorizadas sobre a distribuição e a abundância desta subespécie. No entanto, com base na informação disponível para a subespécie inermis (Melo 1998), admite-se que a sua população será superior a 10.000 indivíduos maturos.

Com efeito, na ilha do Pico foram referidas densidades de estrelinha entre 0,52 e 10,78 casais/ha, de acordo com os diferentes tipos de biótopo (Melo 1998).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada (BirdLife International 2004).

Habitat
Nos Açores, ocupa preferencialmente zonas de mato misto e mato de folhado Viburnum tinus e urze Erica azorica, nidificando em urzes e em cedros-do-mato Juniperus brevifolia (Bannerman & Bannerman 1966).

Factores de Ameaça
A substituição em larga escala de áreas de floresta natural por zonas de pastagem e a rápida expansão de algumas espécies de plantas exóticas invasoras constituem as principais ameaças para esta população.

Medidas de Conservação
A estrelinha encontra-se protegida por legislação nacional e internacional no âmbito das normas gerais de protecção das aves e dos seus habitats, não tendo sido alvo de acções específicas de conservação. No entanto, organizações locais de ambiente têm realizado acções de sensibilização sobre a avifauna que nidifica na ilha de Santa Maria, divulgando em particular a estrelinha.

As prioridades de conservação para esta espécie incluem a clarificação do estatuto taxonómico das populações de estrelinha, nomeadamente através da análise dos padrões biométricos, bioacústicos e de variabilidade genética.

Notas
As outras duas subespécies que ocorrem nos Açores, R. r. inermis e R. r. azoricus encontram-se em situação Pouco Preocupante (LC).

A espécie ocorre também como invernante no Continente, onde apresenta população numerosa e com distribuição alargada, classificada como Pouco Preocupante (LC).

in Livro Vermelho dos Vertebrados