sexta-feira, 14 de março de 2014

Organizar os seus Ficheiros de Imagem

Esta é uma árvore
criada pelo Lightroom,
onde são mostrados
dois projectos – um
sobre Manchester, e
outro sobre
borboletas monarca.
Quando transfere imagens da câmara para o computador, e depois para um CD/DVD, é necessário fazê-lo de uma forma organizada. Não é preciso muito tempo para ter demasiadas imagens, e todas elas com nomes sem significado aparente. Felizmente, com algum planeamento, combinado com o conhecimento e as ferramentas correctos, é possível trabalhar com milhares de imagens sem se perder. Antes de transferir as imagens da câmara para o computador, deverá desenvolver um sistema que lhe permita encontrá-las facilmente mais tarde. As pastas são o cerne de qualquer sistema de gestão de imagens. A melhor forma de organizar as imagens no seu computador é criando uma ou mais pastas, e depois sub-pastas que identifiquem as imagens, de uma forma que faça sentido. O que deve ter sempre presente é que o objectivo de organizar imagens não é arquivá-las, mas sim encontrá-las quando quiser.

Pergunte-se a si mesmo qual seria o sítio mais provável onde iria procurar imagens de interesse, daqui a um ano, muito depois de se ter esquecido onde as guardou.Existem várias maneiras de organizar e identificar pastas, dependendo do tipo de fotografias que tira, ou da forma como as usa.

• Uma organização cronológica usa pastas cujos nomes são datas, escritas no seguinte formato: aaaa-mm-dd. Quando usa datas para nomear pastas, certifique-se que adiciona um zero aos dias e meses que têm apenas um algarismo, se não, as pastas não ficarão ordenadas correctamente.

• Uma organização por assuntos usa pastas cujos nomes identificam objectos, eventos, projectos ou experiências. Por exemplo, uma pasta com o nome “Natal_2008” conteria imagens desse dia. A pasta “Aniversário_Emily_2008” conteria imagens dessa festa de anos.

Estas duas abordagens não são incompatíveis entre si. Por exemplo, se organizar as imagens cronologicamente, pode adicionar um comentário, depois da data, que identifique o assunto dessas imagens. Apesar de não ser aconselhável usar imagens duplicadas, também pode criar um sistema cronológico, e depois copiar as imagens desejadas para pastas separadas, identificadas com o assunto ou projecto. As pastas organizadas cronologicamente funcionam como um arquivo das imagens originais, e as pastas organizadas por tópicos contêm as imagens que edita, imprime ou distribui.

Como vai poder verificar brevemente, os programas de gestão de imagem mais recentes, oferecem as mesmas vantagens, recorrendo ao uso de colecções ou álbuns (baseado no mesmo conceito das playlists do iTunes), e edição não-destrutiva, de maneira a que nunca precise de mais do que uma cópia da imagem original, visto que esta pode ser exportada em várias versões.

Assim que tenha desenvolvido o seu sistema de organização pessoal, é necessário decidir quais as pastas que devem ser transferidas para CD/DVD, ou para outra forma de armazenamento a longo prazo. Mesmo que alguma vez venha a precisar delas, estarão sempre acessíveis.

As ferramentas que utiliza para criar pastas, e ver, transferir e gerir imagens podem ser as que estão incluídas no seu sistema operativo. No entanto, as aplicações de gestão de imagens armazenam miniaturas e descrições das fotografias, numa base de dados, onde poderá sempre localizar os ficheiros que estão guardados em CD/DVD.


quinta-feira, 13 de março de 2014

Sistema NTFS

O NTFS é um sistema de arquivos mais antigo do que muitos acreditam. Ele começou a ser desenvolvido no início da década de 80, quando o projecto do Windows NT dava os seus primeiros passos.

A ideia foi desde o início, criar um sistema de arquivos que pudesse ser usado durante décadas, por mais que os discos rígidos evoluíssem.

Já que o grande problema no sistema FAT 16 era o facto de serem usados apenas 16 bits para o endereçamento de cada cluster, permitindo apenas 65 mil clusters por partição, o NTFS incorporou desde o início a capacidade para endereçar os clusters usando endereços de 64 bits. Isso permite mais de 18 bilhões de bilhões de clusters, um número quase infinito. A única limitação agora passa a ser o tamanho dos sectores do HD. Como cada sector possui 512 bytes, o tamanho de cada cluster usando NTFS também poderá ser de 512 bytes, independentemente do tamanho da partição.

É sem dúvida um grande avanço sobre os clusters de 32 KB e as partições de até 2 GB da FAT 16.

Mas, existe um pequeno problema em endereçar partições muito grandes usando clusters de 512 bytes, o desempenho. Com um número muito grande de clusters, o processamento necessário para encontrar os dados desejados passa a ser muito grande, diminuindo a performance.

Assim como na FAT 32, ficou estabelecido que o tamanho mínimo de clusters seria usado por default apenas em partições de um certo tamanho.


Apesar do default ser usar clusters de 4 KB em qualquer partição maior do que 2 GB, você pode criar partições com clusters do tamanho que desejar através do assistente para criação de partições do Windows 2000, que pode ser encontrado em Painel de controle > Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do computador > Armazenamento > Gerenciamento de disco.

Do lado direito do ecrã será mostrado um mapa dos HDs instalados na máquina, basta clicar com o botão direito sobre uma área de espaço livre e em seguida em “criar partição”.



Mais uma vantagem do sistema NTFS é que os nomes de arquivos e pastas utilizam caracteres em Unicode, ao invés de ACSII. O ASCII é o sistema onde cada caracter ocupa 1 byte de dados, mas são permitidas apenas letras, números e alguns caracteres especiais. No Unicode, cada carácter ocupa dois bytes, o que permite 65 mil combinações, o suficiente para armazenar caracteres em vários idiomas. Isso permite que utilizadores do Japão, China, Taiwan e outros países que não utilizam o alfabeto ocidental, possam criar arquivos usando caracteres do seu próprio idioma, sem a necessidade de instalar drivers que adicionem o suporte.

Outro ponto importante onde o NTFS é superior ao sistema FAT é na tolerância a falhas. No sistema FAT, sempre que o sistema trava ou é desligado enquanto estão sendo actualizados arquivos os diretórios no HD, existe uma possibilidade muito grande do sistema tornar-se inconsistente, com arquivos interligados, agrupamentos perdidos e os outros problemas que vimos à pouco.


No NTFS, o sistema mantém um log de todas as operações realizadas. Com isto, mesmo que o computador seja desligado bem no meio da actualização de um arquivo, o sistema poderá, durante o próximo boot, examinar este log e descobrir exatamente em que ponto a atualização parou, tendo a chance de automaticamente corrigir o problema. Além de não ser necessário perder tempo passando o scandisk, a possibilidade de perda de dados é muito menor.


Também existe o recurso de “Hot fix”, onde sectores danificados são marcados automaticamente, novamente sem a necessidade de usar o scandisk ou qualquer outro utilitário.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

quarta-feira, 12 de março de 2014

O Fogo de Conselho I

O Animador

O papel do animador é de grande importância já que dele depende em grande parte, o sucesso ou insucesso do Fogo de Conselho. Ele é a alma viva de cada Fogo de Conselho.

O animador de Fogos de Conselho não se improvisa mas forma-se ao longo de cada Fogo. Todavia, o animador requer características especiais, ele não manda mas provoca no grupo uma acção necessária para que a festa decorra. Antes de mais, um animador tem que ser uma pessoa dinâmica, imaginativa e que possua uma capacidade de improvisação. No entanto, deve acautelar-se para não cair no vulgar. O animador é também aquele que cria o ambiente e organiza
tudo á volta do Fogo, comunicando com os participantes conduzindo-os à harmonia.

O Ritmo

O ritmo de progressão do teu Fogo de Conselho deve respeitar o ritmo da fogueira.

Ao acenderes a fogueira ela começa a atear, e progressivamente vai aumentando a sua luz e o seu calor. Vais colocando mais lenha até atingir o ponto máximo, depois, vai morrendo até ficar só em brasas, que imitem pouca luz.

Assim deve ser o ritmo das apresentações começam a elevar-se pouco a pouco, para uma parte mais rápida e alegre, outra mais rápida até ao clímax do Fogo de Conselho, tal como a fogueira, o ritmo vai decrescendo para uma parte moderada, depois mais lenta até que termina muito lentamente.

Um Fogo de Conselho não deve ser só um momento ruidoso, com canções rápidas e sonoras, gritos e anedotas, do princípio ao fim.

Vou-te mostrar como se desenrola um programa de Fogo de Conselho :

1- Começo o ritual com o acender do Fogo
a. Abertura com o ritual que a grandeza da actividade o justificar;
b. Canção de abertura (Hino do Fogo ou outra);
c. Palavras do Chefe de campo;
d. Acordes suaves de violas ou outros instrumentos;
e. Poesias ou entreactos sérios;
f. Canções escutistas;
g. Canções populares;
h. Aplausos.

2- Parte rápida e muito alegre (alimenta-se bem a fogueira)
a. Números cómicos;
b. Música instrumental;
c. Anedotas ou poesia cómica;
d. Entreactos cómicos;
e. Aplausos fortes;
f. Canções escutistas;
g. Canções populares.

3- Parte muito rápida (alimenta-se bem a fogueira)
a. Partidas ou graças;
b. Música barulhenta com instrumentos improvisados;
c. Entreactos muito cómicos e rápidos;
d. Canções escutistas;
e. Canções populares;
f. Aplausos.

4- Clímax do Fogo de Conselho
a. Neste momento a fogueira está no máximo e é altura para se fazer uma pausa.
b. Aproveita-se a ocasião para o Chefe falar, homenagear Escutas ou personalidades e oferecer lembranças. (depois não se alimenta mais a fogueira)

5- Parte rápida e moderada
a. Música instrumental;
b. Entreactos e poesias moderadas;
c. Canções escutistas;
d. Canções populares;
e. Aplausos.

6- Parte lenta (a fogueira começa a esmaecer)
a. Poesias dramáticas;
b. Entreactos sérios;
c. Música de viola;
d. Canções escutistas;
e. Canções populares;
f. Aplausos.

7- Parte final, muito lenta (a fogueira está quase braseiro)
a. Música de violas (dolente e séria);
b. Canones sérios;
c. Canções escutistas;
d. Canções populares;
e. Meditação;
f. Oração;
g. Silêncio.

Para que os grupos não sejam apresentados quando estão desprevenidos é aconselhável que o apresentador ao anunciar um número avise qual vai ser o próximo grupo. Outra forma é informar um grupo da sua próxima actuação enquanto outro está a actuar.



terça-feira, 11 de março de 2014

Prunella collaris, Ferreirinha-serrana, Ferreirinha-alpina


Taxonomia
Aves, Passeriformes, Prunellidae.

Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
QUASE AMEAÇADO - NT*
Fundamentação: Espécie com população reduzida (inferior a 1.000 indivíduos maturos).

No entanto, por ser um taxon visitante não reprodutor cujas condições não se estão a deteriorar nem fora nem no interior da região, o que leva a admitir um risco de extinção mais reduzido em Portugal, desceu uma categoria na adaptação à escala regional.

Distribuição
Espécie que na maioria das situações nidifica em encostas montanhosas rochosas entre os limites arborizados e as neves permanentes, numa distribuição que para a subespécie nominal inclui o noroeste africano, a Europa Ocidental e Central até à Roménia, chegando ao sudoeste europeu (Hagemeijer & Blair 1997).

População
A população nacional foi estimada como sendo inferior a 1.000 indivíduos, com base em informação recolhida em alguns atlas regionais (por exemplo o Atlas das Aves da Peneda-Gerês (Pimenta & Santarém 1996), bem como em observações de campo de ornitólogos (G Elias, C Pacheco, R Rufino, com. pess.). Este valor foi estimado de acordo com registos efectuados principalmente ao longo das duas últimas décadas, os quais revelam uma reduzida oscilação interanual nos efectivos observados.

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Não Ameaçada, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004) e Em Espanha, está classificada como Pouco Preocupante (LC)  (Madroño et al. 2004). Admitiu-se assim um risco de extinção em Portugal mais reduzido, tendo-se descido uma categoria na adaptação regional.

Habitat
Os registos da espécie no nosso país correspondem a observações de pequenos bandos em habitats de montanha, em particular a Serra da Estrela, aparentemente uma das áreas preferenciais de ocorrência, em Marvão, na Peneda-Gerês e noutras áreas de maior altitude. A sua presença no território nacional pode ser igualmente observada em habitats de outras tipologias, nomeadamente em zonas com boa cobertura arbustiva, junto a linhas de água, no interior alentejano (Elias et al. 1998), associada a zonas húmidas no Paul do Boquilobo e na faixa costeira, no litoral sul do país (R Rufino, com. pess.).

Factores de Ameaça
O seu ecletismo em termos de habitat durante o período invernada traduz-se numa ocorrência em habitats com diferentes características, não sendo por isso possível caracterizar eventuais factores de ameaça para a espécie.

Medidas de Conservação
Espécie que não necessita de medidas de conservação específicas, para além das que estão estabelecidas para a conservação e protecção das espécies de aves e respectivos habitats. É, no entanto, aconselhável elevar o esforço na obtenção de um maior volume de informação, nomeadamente com a monitorização da população da espécie em Portugal com recurso, por exemplo, a um atlas de aves invernantes a nível nacional.

in Livro Vermelho dos Vertebrados





segunda-feira, 10 de março de 2014

Viper Tech SR-16E3 Carbine MOD1 - GBB


Marca: Viper Tech
Código do Produto:  VP-GBB-SR16E3-MOD1
Hop-Up: Ajustável
Peso: 3,488 kgs
Comprimento: 844 mm
Capacidade: 30 bb's
Potência: 315 fps
Fonte de Energia: CO2
Blowback: Sin
Modo de Tiro: Semi-automático, automático

Baseada na altamente bem sucedida M4A1, a SR-16 é a edição das forças especiais que substitui o logotipo da COLT na coronha por um especial. A Viper Tech decidiu avançar com uma versão CO2 GBB da SR15E3/SR/16E3. A única diferença entre as duas é que a SR15E3 é uma espingarda Semi-automática enquanto a SR16E3 tem Semi-aumtomático e Automático.

É essencialmente construída em alumínio com um porta ferrolho em aço cromado, um punho de pistola em polímero e uma coronha estilo LMT SOPMOD com  soquete para correia QD. O punho e a coronha podem ser substituídos por qualquer peça do mercado para a série de GBB's M4 / SR15/16.

Para uma GBBR CO2, é provavelmente uma das melhores GBBR's que se podem disparar porque o CO2 dá um potente coice todas as vezes que se puxa o gatilho. Mas esperem, há mais! Experimentem a SR16 em automático! Agora tem algo para ficarem impressionados. Existem versões a gás disto mas nós apenas vendemos a CO2 neste momento. Existe um selector de tiro ambidextro, libertador do carregador e pontos de correia QD no receptor inferior. A Viper Tech realmente pensou em tudo!

Ela não traz nenhuma mira dianteira nem traseira mas existem rails quadrangulares para aplicar alguns acessórios o que pode definitivamente fazer para a tornar com um aspecto tão mau quanto queira! Existe espaço nos rails para adicionar ainda mais se dicidir que ainda não existe suficiente!


in


sexta-feira, 7 de março de 2014

Armazenar Imagens — Fora de Casa

Alguns iPods permitem o armazenamento,
bem como a visualização das suas imagens.
Armazenar imagens em casa é fácil. Quando é tempo de fotografar fora de casa, começam os problemas. Com câmaras tradicionais, basta encher a mochila com rolos e fotografar até estes chegarem ao fim. Se quiser, pode ainda comprar mais rolos. Com as câmaras digitais não é assim tão fácil. Quando tira muitas fotografias ou está muito tempo em viagem, vai chegar eventualmente a um ponto em que todos os seus cartões de memória estão cheios e é obrigado a mover imagens para outro dispositivo de armazenamento. Esta situação verifica-se especialmente quando captura imagens de alta resolução ou usa formatos tais como o RAW ou o TIFF, que proporcionam a melhor qualidade de imagem, mas criam ficheiros gigantescos – 15 Megabytes e mais. Aqui estão algumas alternativas para uma sessão ou expedição fotográfica mais extensa:

O iPod Camera Connector
proporciona uma maneira fácil e
rápida de transferir imagens da
sua câmara para o iPod. Basta
ligar o iPod à estação conectora,
ligá-la por cabo USB à câmara,
e esperar que as imagens
sejam transferidas.
• Encontre uma loja que grave CD/DVD. Quase todas as lojas de fotografia o fazem, no entanto, muitas vezes ignoram o procedimento correcto (Há lojas que usam um programa que reconhece e copia apenas os ficheiros JPEG, deixando os ficheiros RAW no cartão, onde os podemos eventualmente apagar, ao assumirmos que já foram copiados).

• Compre mais memória. Esta é uma solução comum, mas pode ser cara, quando se fotografa muito ou se está muito tempo em viagem.

• Leve consigo um computador portátil. É possível que já possua um computador portátil. O seu ecrã de maiores dimensões e a possibilidade de executar as aplicações que preferir, faz com que este computador seja uma versão móvel do seu computador de secretária. Todavia, este tipo de computadores nem sempre constituem o dispositivo portátil ideal devido ao seu tamanho, peso, curta duração da bateria, e longo tempo de arranque. Numa viagem de carro é perfeito, especialmente porque o pode ligar à bateria do carro, através de um inversor de voltagem. Numa viagem de avião ou numa excursão ao ar livre, é muito difícil usar o computador portátil, se não mesmo impossível. Em viagens ao estrangeiro pode precisar de usar adaptadores de corrente. Se usar um disco duro externo ligado ao computador portátil, pode depois ligá-lo ao seu computador de secretária quando chegar a casa. É possível transferir ou editar as imagens directamente no disco externo.

O Epson P-5000 é um dispositivo de
armazenamento e reprodução portátil com
um disco duro de 80 GB e um ecrã de
4 polegadas.
• Adquira um dispositivo de armazenamento portátil com um disco duro ou uma drive de CD/DVD. Alguns destes dispositivos têm ranhuras para cartões de memória, ou ligam-se directamente à câmara. Depois de transferir as imagens, pode formatar o cartão, obtendo assim mais espaço para novas fotografias. As imagens podem depois ser copiadas do dispositivo de armazenamento para o computador, para serem editadas, impressas ou distribuídas. Muitos dispositivos de armazenamento portáteis tais como alguns modelos de iPod também permitem visualizar (no ecrã do próprio dispositivo ou num televisor) as imagens armazenadas, bem como rodá-las ou aumentá- las. Alguns dispositivos podem ser ligados a uma impressora e combinam o armazenamento de fotografias digitais, vídeos e ficheiros MP3. Com dispositivos destes é possível criar slide shows com transições especiais entre fotografias, acompanhados com músicas, e que podem ser reproduzidos em qualquer lugar. Se considerar a compra de um destes dispositivos, assegure-se que ele reconhece os formatos de imagens que costuma utilizar, já que alguns destes dispositivos não suportam muitos formatos de ficheiros, tais como o RAW.

• Use um serviço de transferência de ficheiros. Existe um serviço chamado GoToMyPC, que é muito usado por pessoas que pretendem aceder ao seu computador de casa ou do escritório, a partir de outro computador em qualquer parte do mundo, incluindo os computadores das bibliotecas e dos cyber-cafés. Se assinar este serviço, pode transferir ficheiros e pastas entre computadores, ou de uma câmara ou cartão de memória, simplesmente “arrastando e largando” os ficheiros. Existem ainda sistemas de transferência de ficheiros peer-to-peer.


quinta-feira, 6 de março de 2014

FAT 12





A FAT 12 foi o primeiro sistema de arquivos utilizado em computadores PC's, antes mesmo da FAT 16.


Neste arcaico sistema de arquivos, são usados apenas 12 bits para formar o endereço de cada cluster, permitindo um total de 4096 clusters. O tamanho máximo para cada cluster neste sistema é 4 KB, permitindo partições de até 16 MB.

Em 1981, quando o IBM PC foi lançado, 16 MB parecia ser uma capacidade satisfatória, já que naquela época os discos rígidos mais caros (chegavam a custar mais de 2000 dólares) não tinham mais que 10 MB, sendo mais comum o uso de discos de apenas 5 MB. Claro que, tratando-se de informática, por maior que seja um limite, ele jamais será suficiente por muito tempo. Um excelente exemplo é a célebre frase “Porque alguém iria precisar de mais de 640 KB de memória RAM?” dita por Bill Gates numa entrevista, no início da década de 80. Logo começaram a ser usados discos de 40, 80 ou 120 MB, obrigando a Microsoft a criar a FAT 16, e incluí-la na versão 4.0 do MS-DOS.

Por ser um sistema de arquivos mais simples do que a FAT 16, a FAT 12 ainda é utilizada pelo Windows 95/98/NT/2000 para formatar disquetes, onde temos clusters de 512 bytes.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto





quarta-feira, 5 de março de 2014

O Fogo de Conselho


Desde que o Homem conquistou o fogo, os Homens reunem-se à sua volta. As utilizações do fogo são as mais variadas. Em civilizações mais antigas o Homem servia-se do fogo para afastar os animais ferozes, para se reunir com as suas comunidades, para se aquecer, para preparar as suas refeições e para se alumiar. Naquela altura o fogo era tomado como símbolo de vida e da luta pela sobrevivência. Nas tribos nómadas e povos guerreiros, era usual acenderem-se colunas de fogo, que indicavam o perigo eminente e também a vitória sobre o inimigo.

Mais tarde o Homem começou a aperceber-se que o fogo também é perigoso e é a causa de muitas destruições.
 
O fogo que em tempos tinha sido a sua maior conquista, torna-se também um símbolo de morte. Foi então, que o Homem aprendeu o duplo significado; é que o fogo aquece, mas também queima.
 
Perante tudo isto o Homem passou a ver o fogo como símbolo de poderes superiores e forças ocultas, foi então que começou a adorá-lo e a sacrificar-se por ele...
 
O que é o Fogo de Conselho
 
Diz Léon Chamterelle, que o Fogo de Conselho é "a transição entre o dia e noite; a passagem da actividade ao repouso".
 
E é bem verdade que depois de um dia cheio de actividades, emoções fortes e de verdadeira excitação tens necessidade de descansar bem e restabelecer as tuas forças para um novo dia.
 
Nada melhor que uma reunião de amigos, que compartilharam os mesmos momentos e depois se prepararam para o seu recolher fazendo reflexão individual ou colectiva das suas faltas.
 
Esta comunicação assim constituída permite a todos uns momentos de convívio são e alegre que conduz todos à meditação final do dia.
 
É importante que tenhas presente, que num Fogo de Conselho, o teu papel não será de apresentador nem de espectador, no Fogo de Conselho, tu és participante porque contribuis para o desenrolar da festa. Procura sempre dar o teu melhor evitando a falta de dedicação e vulgaridade, a tua expontaniedade e o teu improviso deixados cair por um sorriso vai concerteza garantir-te maior sucesso, embora todos os números apresentados devam deixar transparecer um elevado nível artístico, de modo a atingir o belo, manifestando-se em todos a alegria e felicidade de estarem presentes.
 
Tipos de fogo de Conselho
 
O Fogo de Conselho comunitário (pequenos grupos)
 
É um Fogo de Conselho calmo, de reflexão. Depois de um dia de corridas, e cheio de aventuras, é agradável ao fim do dia sentares-te ao redor da fogueira tomando um chocolate quente ou um café, observando o lume que te aquece.

É um momento onde se partilha as opiniões, e as experiências de cada um e onde podes cantar uma ou outra canção se tiveres vontade.

O Fogo de Conselho formal (grandes grupos)
 
É um Fogo de Conselho onde desgastas o excesso de energias.

É um encontro onde darás largas à tua imaginação e fortaleces, também, os laços de amizade que tenhas conquistado.

Nestes Fogos de Conselho podem existir convidados que participem contigo na festa, e naturalmente a cerimónia de abertura deverá ser preparada e apresentada de forma mais solene.



terça-feira, 4 de março de 2014

Pterocles alchata, Ganga, Cortiçol-de-barriga-branca

Taxonomia
Aves, Pteroclidiformes, Pteroclididae.

Tipo de ocorrência
Residente.

Classificação
CRITICAMENTE EM PERIGO - CR (B1ab(iii,iv)+2ab(iii,iv); D)
Fundamentação: Espécie com extensão de ocorrência e área de ocupação extremamente reduzidas (inferior a 100 km2 e 10 km2, respectivamente); população com fragmentação elevada e que apresenta declínio continuado da área, extensão e/ou qualidade do habitat. A espécie tem população extremamente pequena (3-6 casais).

Distribuição
A área de nidificação da ganga estende-se pela Península Ibérica, Sudeste de França e Norte de África, Sudeste da Turquia e Médio Oriente; apresenta áreas de invernada no Turquestão, Arábia, Paquistão e Índia (del Hoyo et al. 1997).

Na Europa, ocorre essencialmente em Espanha e na Turquia, ocorrendo na França e em Portugal populações com efectivos muito reduzidos (BirdLife International/European Bird Census Council 2000).

Em Portugal Continental, actualmente apenas existem registos na zona de Castelo Branco (Pacheco C dados não publicados, Cardoso 2003). Nos finais da década de 70 e até meados da década de 80, ocorria sobretudo em zonas estepárias e planícies cerealíferas de Trás-os-Montes e no Sul do Alentejo (Rufino 1989).

População
Desde 2002, no âmbito dos trabalhos de monitorização da avifauna do Parque Natural do Tejo Internacional, tem sido seguido um núcleo populacional de 14-16 indivíduos, estimando-se que contenha entre 3 e 6 casais; esse núcleo é já observado regularmente desde finais dos anos 80 (Pacheco C dados não publicados). As observações da espécie nesta localização ocorrem apenas durante a época de reprodução, sendo de supor que este núcleo se desloque depois para território espanhol, nas proximidades.

Em Portugal, apenas se conhece uma observação recente de um bando de inverno, afastada da localização de nidificação (S Infante, com. pess.).

Comparando a informação de Rufino (1989), em que as estimativas eram 10-100 casais, com as estimativas actuais, verifica-se uma diminuição extremamente acentuada dos efectivos populacionais desta espécie, associada a uma contracção da área de ocorrência de 10 cartas 1:50.000 para 1 carta, no Novo Atlas de Portugal (ICN dados não publicados).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Em Declínio, embora ainda provisoriamente, apresentando um declínio continuado moderado (BirdLife International 2004).

Habitat
Em Portugal frequenta pousios e pastagens, em áreas com vegetação herbácea e arbustiva pouco desenvolvida e cobertura arbórea pouco densa. Utilizam cevadouros para as rolas como área de alimentação.

Factores de Ameaça
Como principais ameaças à conservação desta espécie em Portugal foram identificados os seguintes factores: intensificação ou abandono das terras agrícolas e florestação. A perturbação humana, resultante nomeadamente da actividade cinegética, e a caça ilegal podem afectar negativamente esta espécie.

Medidas de Conservação
Actualmente a espécie apenas nidificará na Zona de Protecção Especial do Tejo Internacional, Erges e Ponsul.

A conservação do cortiçol-de-barriga-branca em Portugal depende: da promoção da cerealicultura extensiva com rotação de culturas, mediante aplicação de medidas agro-ambientais e/ou indemnizações compensatórias em áreas estepárias prioritárias); da manutenção do pastoreio extensivo e condicionamento do encabeçamento nas áreas mais importantes de reprodução.

Devem ser definidas as áreas de máxima conservação que incluam as áreas de reprodução e de acesso ao bebedouros, por forma a assegurar a sua protecção. 

Devem ser realizados estudos sobre os requisitos ecológicos da espécie, que permita esclarecer as causas de tão acentuada regressão em Portugal.

Deve também ser assegurada a monitorização anual do núcleo de Castelo Branco, por forma a avaliar as tendências da distribuição e do tamanho desta população.

in Livro Vermelho dos Vertebrados



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Armazenar Imagens – No seu Sistema

A Maxtor fabrica uma linha
económica de discos duros
de alta capacidade, ideais
para fotógrafos digitais.
Quando transfere as sua imagens para um computador, normalmente grava-as num disco duro. A partir daí pode copiá-las ou movê-las para CD/DVD ou até para outro disco duro.

Discos duros

Quando transfere imagens de um dispositivo de armazenamento para o disco duro de um computador, torna-se possível a sua organização, edição e partilha. Os discos duros têm-se tornado tão baratos, e a sua capacidade é tão elevada, que é quase possível ter uma reserva infindável de espaço em disco duro. Hoje em dia, discos duros com preços acessíveis têm capacidades até 500 Gigabytes – espaço suficiente para armazenar mais de 33 000 imagens de 15 Megabytes. Se estas fossem imagens de filme, a 50 cêntimos a imagem, o disco duro seria
Os discos duros agrupados
numa configuração RAID
(Random Array of Inexpensive
Devices), não só armazenam
informação, como realizam
cópias de segurança automáticas.
Se um disco falhar, este pode
ser substituído e os ficheiros
danificados são automaticamente
reconstruídos pelos dispositivos
restantes.
uma pequena caixa de fotografias com um valor superior a 16 000 euros. Uma das formas de conceber esta capacidade impressionante é pensar no tempo que demoraria a enchê-la. Se fotografasse 100 imagens de 15 Megabytes por dia, poderia fotografar durante quase um ano inteiro até usar todo o espaço de um disco de 500 Gigabytes. Fazer cópias de segurança destes discos está fora de questão, Seriam necessários 106 DVD, ou mais de 700 CD para copiar um disco como este. Até as cópias de segurança em cassete ficaram para trás. A única forma acessível de copiar colecções inteiras de fotografias é fazê-lo noutro disco duro.

Discos Ópticos

Além dos discos duros, o único dispositivo de armazenamento disponível são os discos ópticos tais como os CD ou DVD. Estas drives existem em quase todos os sistemas recentes de computadores e os discos são usados frequentemente para guardar e proteger imagens importantes, partilhá-las com outras pessoas, ou para gravar slide shows que podem ser reproduzidos num computador ou num televisor ligado a uma leitor de DVD. (Quando um dispositivo de DVD está ligado a um televisor, chama-se leitor ou gravador. Quando está ligado a um computador, chama-se drive ou gravador).
 
Os CD-R Gold da Mitsui
são considerados um dos
melhores CD de
armazenamento, por
causa do ouro que é
adicionado à camada
reflectora – os outros
discos usam prata,
que não tem as mesmas
propriedades de arquivo.
Estes discos, têm, no entanto, vários problemas – a sua capacidade de armazenamento é relativamente baixa, a sua qualidade de arquivo é questionável e nem sempre são compatíveis.
 
Capacidade. Um CD pode armazenar, no máximo 700 Megabytes de informação. Numa era em que são comuns cartões de memória de 4 Gigabytes, e câmaras que criam imagens RAW ou TIFF com 15 Megabytes, 700 Megabytes podem ser pouco espaço. Actualmente, os DVD têm 4.7 Gigabytes de capacidade, mais do que 7 vezes a capacidade de um CD. A capacidade de um DVD aumenta para 9.4 Gigabytes quando falamos de discos com dois lados. Dispositivos mais recentes, que funcionam com laser azul (ao contrário do habitual laser vermelho), irão alargar os limites de capacidade dos DVD para lá dos 30 Gigabytes. Assim, os DVD têm um futuro prometedor, no que se refere ao armazenamento das suas fotografias.
 
Os CD e DVD são
mais baratos
quando são
comprados em
caixas com
grandes
quantidades.
Podem depois
ser guardados
em envelopes
ou bolsas.
Qualidade de arquivo. Tanto os CD como os DVD são formas de armazenamento relativamente recentes. Ainda não há certezas em relação ao tempo que demorará até se perder informação gravada num destes dispositivos. A maioria dos testes usam técnicas de envelhecimento acelerado que pode ou não reflectir com precisão o futuro das condições de armazenamento. É mais ou menos consensual, que se forem fabricados e armazenados correctamente, podem durar algumas décadas. Mas como não há certezas, o melhor é comprar CD e DVD de marca e guardá-los em bolsas de materiais livres de ácidos, num local bem seco e protegido da luz, tal como uma gaveta ou um álbum. Os discos que têm uma camada de gravação dourada duram supostamente mais que os que têm a mesma camada prateada.

Surpreendentemente, uma empresa executou um teste de resistência à luz, que demonstrou que os discos de ouro conseguem aguentar apenas 100 horas de exposição contínua ao sol, sem sofrer danos. Os discos mais comuns, de coloração azul começam a deteriorar-se após apenas 20 horas e falham totalmente após 65 horas de exposição.
 
Drive de CD.
Compatibilidade. O grande problema dos discos ópticos está resumido na palavra “compatibilidade”, definida no dicionário como “coexistir em harmonia”. No caso dos CD, os problemas são mínimos. É possível escolher entre CD graváveis (CD-R), que podem ser gravados apenas uma vez, e CD regraváveis (CD-RW), que podem ser gravados, apagados e reutilizados, tal como um disco duro.
 
Existem inúmeros
computadores
portáteis que têm
drives de DVD
integradas, tal
como este
computador ultra
leve da Sony.
No caso dos DVD, os problemas são mais complexos. Até agora era possível escolher entre os formatos DVD+ e DVD- . Como estes formatos são incompatíveis, a indústria resolveu o problema, fazendo-o pagar pelos dois, na forma de uma drive de DVD dual, ou multiformatos. Agora, estão a ser introduzidos mais dois formatos incompatíveis, o HDDVD e o DVD Blu-ray. Só com o tempo se poderá dizer se algum deles se vai impor ou se o problema será
resolvido de novo através da criação de uma drive combinada.
 
Programas de gravação de CD/DVD
Para copiar ficheiros para um CD/DVD, é necessário um programa de gravação. O acesso a estes programas é fácil – por exemplo, os sistemas operativos mais recentes do Windows ou do Mac, permitem gravar em CD directamente, sem recurso a outros programas. Por outro lado, existem programas, tais como o Roxio’s Easy Media Creator, criado especialmente para executar essa tarefa. A capacidade de gravar CD/DVD está a ser cada vez mais integrada noutras aplicações. Por exemplo, tanto o iPhoto e o Aperture, da Apple, como o Lightroom da Adobe, permitem fazer uma selecção de imagens e gravá-la num CD/DVD sem ter que sair da aplicação. Muitas aplicações também permitem a criação de um slide show e a sua gravação num DVD, que pode ser reproduzido no computador, num leitor de CD, ou ainda uma leitor de DVD de última geração, ligado a um televisor.
 
Quando copiamos imagens
entre dispositivos, as pens
USB são muito úteis.
Podem-se transferir ficheiros
de um computador para a
pen, através de uma porta
USB e depois transferi‑los de
novo para outro computador.
Identificar os CD/DVD
Quando grava um disco, é criado, por si, ou pelo programa, um título que será mostrado pelo computador, quando acede ao mesmo disco numa drive do seu sistema.

O nome também será usado por programas de gestão de imagem, de forma a estar a par da localização das suas imagens. Por exemplo, na maioria dos programas, quando clica sobre uma imagem que não está disponível, o nome que deu ao disco é mostrado, e é-lhe solicitada a inserção desse disco na drive. É possível adicionar o seu próprio título descritivo ao disco, tal como “Viagem à Florida”, ou deixar que o programa lhe atribua um título automaticamente, baseado na data e na hora. Por exemplo, o número 070412_0849 indica que o disco foi gravado a 12 de Abril de 2007, às 8:49.
 
A Neato fabrica um aplicador
que centra o CD e a etiqueta,
de forma a aplicá-la
correctamente à primeira.
Mesmo que seja atribuído um título ao disco no momento em que este é gravado, continua a ser necessário identificar o objecto em si. Geralmente, a informação deve estar no disco e não num envelope ou numa bolsa, já que é demasiado fácil haver enganos. Uma maneira de identificar um disco é escrever a identificação no lado oposto ao da gravação, com um marcador cuja tinta não desapareça com o uso. Por questões de duração, a melhor escolha é um marcador que use tinta à base de água.

Alguns marcadores, tais como os Sharpie, usam tinta à base de solventes e devem ser evitados. É fácil identificar os marcadores que não se devem usar, pelo odor a dissolvente. Estes solventes podem atacar a camada protectora do disco, mesmo quando escreve apenas no lado correcto. Ao longo do tempo, possivelmente medido em décadas, é possível que a informação seja afectada.
 
Para um aspecto mais profissional, pode adquirir etiquetas circulares autocolantes para CD/DVD, que podem ser impressas numa impressora de jacto de tinta e coladas à superfície do disco. Um dos problemas destas etiquetas é o alinhamento, uma vez que, quando a etiqueta cola, já não é possível descolá-la. Para o ajudar a colar as etiquetas correctamente à primeira, existem mecanismos que as centram, enquanto as cola ao disco. Quando usar estas etiquetas, aplique- as apenas após gravar o CD/DVD. Se a aplicar antes, esta pode ficar descentrada e afectar assim a gravação.
 
Muitas aplicações de gravação de CD/DVD, incluem programas usados para dispor e imprimir etiquetas e até mesmo capas para caixas de CD/DVD. Algumas aplicações e programas têm várias imagens de fundo à escolha (ou permitem o uso das suas próprias imagens como fundo), e caixas, onde pode digitar o seu texto. Não é necessário ter muitos conhecimentos técnicos ou artísticos para obter um design decente.
 
Se pretender comercializar os seus CD/DVD, o próximo passo é uma impressora de rótulos. Estas impressoras imprimem em discos especiais que têm uma camada permeável num dos lados. Se um disco não tiver esta camada especial, a tinta vai formar gotas na superfície do disco e não vai agarrar. Os discos para impressão a jacto de tinta são produzidos por várias das maiores empresas e estão à venda em lojas de material informático e de escritório e em retalhistas on-line. Várias impressoras fotográficas da Epson têm a capacidade de imprimir rótulos directamente neste tipo de discos. Se o mercado aguentar esta funcionalidade, esta tornar-se-á mais comum. Estas impressoras incluem programas que são usados para projectar e imprimir os seus rótulos. Quando estes estão prontos a imprimir, coloca-se o CD ou DVD especial num tabuleiro que o protege, e o CD percorre na impressora o mesmo caminho que o papel.
 
Também existem impressoras que foram criadas com o único objectivo de imprimir rótulos em discos, e até robots que vão inserindo os discos na impressora, de forma a imprimirem uma série de discos sozinhos.
 
Quando precisar de grandes quantidades de um mesmo disco, é aconselhável mandá-lo duplicar e rotular por profissionais. Também é possível apenas rotular profissionalmente os seus discos, deixando um espaço para escrever o nome ou o título mais tarde.

As drives que usam tecnologia Lightscribe rotulam discos
Lightscribe ao mesmo tempo que estes são gravados.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Problemas com o sistema FAT


Como a FAT é um registo muito dinâmico, que precisa ser actualizado após qualquer alteração, por menor que seja, nos arquivos gravados no disco, é normal que às vezes surjam alguns problemas, felizmente fáceis de resolver na maioria dos casos.

Se, por exemplo, um programa qualquer altera um arquivo, aumentando o seu tamanho e consequentemente fazendo com que ocupe mais clusters e o sistema trava, sem dar chance à aplicação de fazer as alterações necessárias na FAT, provavelmente teremos clusters ocupados pelo arquivo que estarão sendo informados como livres na FAT. Qualquer programa poderia então escrever nestes clusters já ocupados, danificando o arquivo anteriormente gravado.

Os erros que costumamos ver com mais frequência são: agrupamentos perdidos (Lost Clusters), arquivos interligados (Cross-Linked Files), arquivos ou directórios inválidos (Invalid Files or Directories) e erros na FAT (Allocation or FAT Errors). Todos estes erros são somente a nível lógico, ou seja, apenas são corrupções nos dados gravados causadas por panes do próprio sistema operacional ou em outros programas, e não devido a mal funcionamento do disco rígido. Estes problemas são fáceis de resolver usando programas de diagnóstico, como o Scandisk ou o Norton Disk Doctor.

Agrupamentos perdidos: Os agrupamentos perdidos (“agrupamento” é a tradução da palavra “cluster” para o Português) nada mais são do que clusters marcados na FAT como ocupados, mas que na verdade não armazenam nenhum arquivo ou fragmento de arquivo. Agrupamentos perdidos surgem quando ocorre alguma pane, enquanto o programa está gravando algum arquivo.

Neste caso, são feitas as alterações na FAT mas o sistema (seja por um pico de tensão ou “pau” do Windows) trava antes que os dados sejam gravados.

Um programa de diagnóstico verifica todas as entradas na FAT, assim como todas as cadeias de arquivos durante seu teste. Ao encontrar um lost cluster ele altera a FAT, novamente informando o cluster como vago e oferece ao utilizador a opção de salvar os dados armazenados no cluster (sejam quais forem) na forma de um arquivo, ou simplesmente descartá-los. Escolhendo a opção de gravar como arquivo, você deverá especificar um nome e uma extensão para o arquivo a ser criado, podendo depois examiná-lo (você pode começar tentando através um editor de textos) para ver se é algo importante ou apenas lixo.

Arquivos Interligados: Qualquer arquivo maior que um cluster, é gravado no disco na forma de uma sequência de clusters ocupados, cada um armazenando um fragmento do arquivo. No final de cada cluster, existe um sinal indicando em qual cluster está gravada a continuação do arquivo.

Caso o trabalho dos aplicativos seja interrompido bruscamente, pode ser que alguns arquivos passem erradamente a apontar clusters usados por outros arquivos. Temos então, um ou mais clusters que são propriedade de dois arquivos ao mesmo tempo.

Para solucionar este problema, um programa de diagnóstico apagaria ambos os arquivos, oferecendo antes a opção de salvar seu conteúdo na forma de um novo arquivo.

Arquivos ou directórios inválidos: Algumas vezes, devido a um travamento do sistema, algum arquivo salvo, pode ter seu conteúdo danificado. Tendo o seu conteúdo corrompido, um directório, ou algum outro arquivo que possui uma estrutura definida, torna-se inútil.

Algumas vezes os programas de diagnóstico conseguem consertar o arquivo; em outras, não resta outra opção senão a clássica medida de permitir salvar o conteúdo do arquivo e, em seguida, apagá-la.

Erros na FAT: Pode ser que devido a uma pane, a própria FAT fique corrompida. Neste caso, um programa de diagnóstico poderia tentar corrigi-la (comparando as duas cópias da FAT, caso o dano seja pequeno), ou simplesmente substituir a titular pela cópia de segurança.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Nós e amarras LXIX

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.

Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

COSTURAS

Costura em Pinha
Vamos aqui fazer referência a 3 tipos de costuras. Esta, a costura em Pinha, utiliza-se para terminar a extermidade de um cabo para que este não se desfie (Fig.44).

Costura de Alça
Esta costura, tal como o nome indica, serve para fazer uma alça na extermidade de um cabo (Fig.45).

Costura Singela
Também designada por costura redonda ou de emendar, serve para ligar dois cabos identicos entre si pelas extermidades (Fig.46).