domingo, 31 de dezembro de 2017

Grandes Guitarristas XXIII




sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Utilizar a Iluminação Contínua

Suporte de luz desmontável.
Imagem cortesia de
Smith‑Victor.
Umas das coisas que o uso de câmaras digitais fez renascer é a iluminação contínua em estúdio, semelhante aos candeeiros de pé ou de mesa, que temos em casa. Este tipo de luz desapareceu, quando a iluminação de flash foi introduzida na fotografia de filme. Era necessário utilizar filtros na objectiva ou no projector, para fazer corresponder a luz com o tipo de filme utilizado. A escolha dos filtros certos requer muitos conhecimentos e experiência, já que só se podem conferir os resultados depois do filme ser revelado. No entanto, com as câmaras digitais, o balanço de brancos elimina esta preocupação, e por isso a iluminação contínua voltou a ser popular, especialmente em estúdios domésticos, ou de pequenos negócios. Uma das grandes vantagens da luz contínua é que torna possível visualizar o seu efeito directamente, ou através do visor da câmara. Quando muda as luzes de posição, consegue ver as alterações nas altas luzes e nas sombras. Isto permite-lhe interagir directamente com a montagem da iluminação, fazendo com que pareça que está a pintar com luz.

O único problema deste tipo de iluminação é o calor que é gerado por alguns tipos de lâmpadas, especialmente as de tungsténio e as de halogénio. A utilização de lâmpadas mais recentes, muito mais frias, elimina ou reduz dramaticamente este problema. Existem três componentes a ter em conta neste tipo de iluminação: suportes, reflectores e lâmpadas.

Os reflectores para projectores
e outro tipo de lâmpadas estão
disponíveis para quase todos os
suportes de luz. Imagem cortesia
de tabletopstudio.com
Suportes
Existem suportes de variados estilos e preços. O seu objectivo é servir de apoio a projectores, sombrinhas, difusores, caixas de luz, e outros dispositivos de iluminação com posições fixas. Geralmente são desmontáveis, para facilitar a sua arrumação, e têm pernas seccionadas para permitir o ajuste da altura. Também é possível adicionar um braço extensor (boom) para aumentar a distância a que se encontram as luzes, os reflectores, difusores e outros dispositivos. Para a maioria das finalidades, os suportes não precisam de ser muito altos, basta que tenham entre 1,8 e 2,5 metros.

Um braço de extensão montado num suporte
de luz permite posicionar o projector por cima
do objecto sem que o suporte apareça na
fotografia. Imagem cortesia de Smith-Victor.
Reflectores
Existem vários tipos de reflectores, desde os que se encontram em lojas de ferragens, a dispendiosos reflectores profissionais. Há várias características a considerar ao escolher reflectores:

• A forma como são montados nos suportes que planeia usar. Se a montagem não for segura, o reflector pode sair de posição a qualquer altura.

Lâmpada compacta fluorescente.
• O tamanho e o ângulo da luz que o reflector projecta. Alguns projectam feixes de luz mais estreitos que outros. Alguns são mesmo classificados como pontuais ou amplos por causa dos seus ângulos de cobertura.

• A voltagem para a qual estão projectados.


O Tri-Lite da Calumet usa três
lâmpadas fluorescentes que quase
não geram calor. Isto permite
posicionar a luz perto do objecto,
para obter o nível máximo de
iluminação sem o danificar
devido à exposição a calor intenso.
Lâmpadas
A lâmpada é a parte mais crítica do sistema de iluminação contínua.

• As lâmpadas de tungsténio, especialmente os projectores para fotografia, geram uma enorme quantidade de calor. Algumas têm durações muito curtas (até 3 horas). Como eram o único tipo de lâmpada disponível quando uso deste tipo de iluminação era mais popular, são responsáveis pelo nome alternativo da iluminação contínua – hot lights (luzes quentes).

• As lâmpadas HMI (Halide Metal Oxide) são lâmpadas em arco, pequenas e dispendiosas, que geram 4 ou mais vezes luz que as de tungsténio, com menor emissão de calor. A temperatura de cor da sua luz é semelhante à da luz de dia.

Os projectores mais baratos
para fotografia digital são os
candeeiros de mesa com braço
articulado. Combinam suporte
e lâmpada em apenas uma
unidade.
• As lâmpadas fluorescentes são baratas, geram menos calor, gastam 90% menos energia e duram 100 vezes mais do que as lâmpadas de tungsténio (até 10000 horas). A sua potência também pode ser descida até 3% do total, proporcionando uma temperatura de cor mais consistente. Um novo género de lâmpada fluorescente, chamada lâmpada fluorescente compacta (CFL) está disponível em várias temperaturas de cor. A lâmpada de 6500ºK emite luz branca, geralmente chamada de Cool Daylight (luz de dia fria), as de 5000ºK equiparam-se à luz do meio-dia. Como estas lâmpadas têm tão boas características, são a melhor opção para a fotografia digital.

O sistema de balanço de brancos da câmara é capaz de captar correctamente as cores sob qualquer tipo de iluminação. No entanto, é preciso lembrar que tipos de luzes diferentes projectam cores diferentes numa composição. É por isso que as fotografias tiradas dentro de casa têm normalmente uma dominante avermelhada, e as que são tiradas sob luzes fluorescentes têm uma aparência esverdeada. Quando escolher luzes ou lâmpadas para o estúdio, especialmente de iluminação contínua, deve investigar dois termos relacionados com a cor, usados para as descrever – temperatura de cor e índice de reprodução de cor (color rendering index)

Para verificar se os seus fusíveis
ou disjuntores vão aguentar as
luzes que pretende usar, adicione
todas as voltagens e divida-as por
110, para calcular o número de
amperes. Se o resultado for um
número superior ao dos fusíveis ou
dos disjuntores, use menos potência
ou ligue as luzes em circuitos
diferentes
• A temperatura de cor descreve o quão fria ou quente é a fonte de luz. Por exemplo, as lâmpadas incandescentes têm uma tonalidade mais quente e mais avermelhada do que as HMI, que são mais frias. A temperatura de cor é expressa em graus Kelvin (K). A luz de dia, num dia sem nuvens, ronda os 6500º Kelvin, uma mistura da luz do sol a 5500ºK com a luz do céu a 9500ºK. As luzes com temperaturas de cor mais baixas são mais avermelhadas, as de maior temperatura têm tonalidades azuis. Para medir a temperatura de cor, é possível usar um colorímetro. Este dispositivo é bastante dispendioso, e apesar de ser crucial em fotografia de filme, não é tão necessário em fotografia digital, por causa do sistema de balanço de brancos.

• O índice de reprodução de cor (CRI – Colour Rendering Index) é uma medida relativa que indica a forma como as cores mudam, quando iluminadas por um género de lâmpada particular, quando comparada com uma fonte de luz de referência, como a luz de dia. A luz de dia tem um CRI de 100, o máximo valor possível.

Quanto mais perto o CRI de uma fonte de luz estiver dos 100, mas exactamente reproduz as cores. A potência da luz contínua é geralmente expresso em watts, e ocasionalmente em lúmen.
• Os watts descrevem o consumo da potência, e não a quantidade de luz emitida. Por exe
mplo, pode haver vários sistemas de iluminação que usem lâmpadas de 100 watts, mas a sua eficiência de rendimento pode variar até 100%, ou mais.

• Os lúmenes indicam a intensidade da luz contínua e são a medida da potência total de uma lâmpada. Uma lâmpada fluorescente compacta de 27 watts tem 1750 lúmenes, o mesmo que uma lâmpada de tungsténio de 100 watts.

• A eficiência do reflector assegura que a luz disponível seja direccionada para o objecto a ser fotografado, e não para áreas fora do campo de visão da câmara. Geralmente, quanto mais brilhante for uma luz, menor é a abertura de diafragma necessária, ou maior pode ser a distância entre o objecto e os projectores. No entanto, para fotografar sobre uma mesa, quase qualquer tipo de luz funciona. Alguns projectores de luz contínua vêm equipados com um interruptor regulador de potência. Isto permite ajustar a luminosidade da lâmpada sem alterar a distância entre o projector e o objecto. No entanto, é preciso lembrar que a alteração da luminosidade de uma lâmpada, afecta a temperatura de cor da sua luz. Ajuste sempre o balanço de brancos da câmara depois de alterar a luminosidade de uma lâmpada.



quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A família Nvidia


Depois da 3dfx, a Nvidia foi a primeira companhia a entrar no mercado oferecendo boas placas 3D. A Nvidia foi a número 2 durante muito tempo, mas atualmente é seguramente a maior fabricante de placas, tanto que abocanhou até mesmo a 3dfx. Outras empresas, como a ATI e a Matrox continuam no mercado, apesar de terem uma participação muito menor.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto



quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Orientação por indícios

O Escuteiro deve ainda saber orientar-se por indícios que pode encontrar no campo e nas aldeias.

CARACÓIS – encontram mais nos muros e paredes voltados para Leste e para Sul.
FORMIGAS – têm o formigueiro, especialmente as entradas, abrigadas dos ventos frios do Norte.
IGREJAS – as igrejas costumavam ser construídas com o Altar-Mor voltado para Este (nascente) e a porta principal para Oeste (Poente), o que já não acontece em todas as igrejas construídas recentemente.
CAMPANÁRIOS E TORRES – normalmente possuem no cimo um cata-vento, o qual possui uma cruzeta indicando os Pontos Cardeais.


CASCAS DAS ÁRVORES – a casca das árvores é mais rugosa e com mais fendas do lado que é batido pelas chuvas, ou seja, do lado Norte.
FOLHAS DE EUCALIPTO – torcem-se de modo a ficarem memos expostas ao sol, apresentando assim as «faces» viradas para Leste e Oeste.
MOINHOS – as portas dos moinhos portugueses ficam geralmente viradas para Sudoeste.


INCLINAÇÃO DAS ÁRVORES – se soubermos qual a direcção do vento dominante numa região, através da inclinação das árvores conseguimos determinar os pontos cardeais.
MUSGOS E COGUMELOS – desenvolvem-se mais facilmente em locais sombrios, ou seja, do lado Norte.
GIRASSÓIS – voltam a sua flor para Sul, em busca do sol.




sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Fotografia de Estúdio


A luz que necessita para fotografar é muitas vezes proporcionada pela Natureza. No entanto, há alturas em que não existe luz suficiente, ou o tipo certo de iluminação, para a realização dos seus objectivos. Nestas alturas, os fotógrafos usam flashes electrónicos ou luzes de estúdio, acompanhados de reflectores, difusores e outros dispositivos que ajudam a controlá-los. Os estúdios profissionais gastam pequenas fortunas em equipamento de iluminação, mas nem toda a gente precisa de um estúdio profissional. Ruth Bernhard, que recebeu parte dos seus conhecimentos de Edward Weston, fez fotografias fantásticas de conchas, com o equipamento mais simples e barato que se possa imaginar. Em 1945, escreveu: “Antes de fotografar, eu dedico muito tempo ao estudo da iluminação. Gosto de utilizar projectores pequenos e pouco potentes em combinação com espelhos de toilette – do tipo das “lojas dos 300”. Raramente direcciono a luz directamente para a superfície, prefiro usá-la tangencialmente. Se alguma sombra mais dura interfere com a delicadeza da composição, uso ecrãs de difusão, mesmo nos espelhos. Com uma luz suave e pouco abundante, e um planeamento cuidado, a lindíssima forma plástica da concha pode ser recriada.” Por causa do custo e dos conhecimentos requeridos, a fotografia de estúdio tem estado reservada aos fotógrafos profissionais. No entanto, com o aparecimento das câmaras digitais e a enorme expansão de publicações baseadas na Internet e de leilões on-line, este tipo de fotografia é realizado hoje em dia por milhões de fotógrafos amadores.




quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Orientação pelo método das sombras iguais

Este método é muito mais preciso do que o anterior, mas é mais exigente na sua execução. A hora ideal para o aplicar é por volta do meio-dia solar e a vara a usar deve ficar completamente vertical e proporcionar pelo menos 30cm de sombra.

Começa-se por marcar, com uma pedra ou uma estaca, a ponta da sombra da vara. Com uma espia atada a uma estaca e a outra ponta atada à vara, desenha-se um arco cujo centro é a vara e raio igual ao comprimento da sombra inicial marcada, tal como na figura da esquerda.

Com o passar do tempo, a sombra vai-se encurtando e deslocando, mas a partir de certa altura volta a aumentar o seu comprimento e acaba por chegar até ao arco que foi desenhado no chão. Marca-se então o local onde incide a ponta da sombra. Unindo as duas marcas, obtemos uma linha que define a direcção Este-Oeste, tal como na figura da esquerda. Uma vez que a vara está exactamente à mesma distância entre as duas marcas, é fácil traçar então a linha da direcção Sul-Norte.

Usando um ramo com ponta bifurcada, uma vara ou ramo e algumas pedras, monta-se um sistema como o da figura à esquerda. As pedras ajudam a segurar a vara. Dependurando da ponta da vara um fio com uma pedra atada na ponta, obtém-se uma espécie de fio-de-prumo que garante assim termos uma linha exactamente vertical, tal como se exige neste método.





segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ARES SA VZ58 Assault Rifle AEG - Versão curta


Marca: ARES
Código do Produto: VZ-58-S
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,874 kgs
Comprimento: 663 mm
Capacidade: 160 bb's
Potência: 320 fps
Tamanho da Bateria: 7.4v
Modo de Tiro: Semi-automático / Automático

A vz. 58 (modelo 58) é uma espingarda de assalto em 7.62mm construída na Checoslováquia e aceite ao serviço nos fim dos anos 50. Apesar de externamente a vz. 58 lembrar a soviética AK-47, tem um desenho base diferente baseado num pistão de gás de curso-curto. Não partilha peças com as espingardas Kalashnikov, incluindo o carregador.

O melhor na Ares VZ58 AEG é que replica a arma real ao pormenor.

As características que encontra na réplica de airsoft são as que vai encontrar na arma real. Por exemplo, quão rígida é a coronha dobrável, mas uma vez na posição não há virtualmente qualquer oscilação.

O guarda-mato do gatilho curvo é bastante único mas foi propositadamente colocado ali tornando fácil para pessoas dextras usar a sua mão esquerda para recarregar. Pode ser difícil no entanto se usar luvas.

Dispara de uma forma muito similar à série Ares Amoeba M4 significando que usam um sistema interno muito similar. Basicamente, o puxar o gatilho é incrivelmente duro pelo que cada pressão parece leve, significando que pode puxar o gatilho tão rapidamente como consegue premir o botão esquerdo do rato em todo os jogos de tiro. Uma das mais convenientes características é a localização do disco de ajustamento do hop-up. Uma vez que puxe para trás a alavanca de carga, vai verificar que ele está exactamente ali.

Rodando no sentido do relógio aumenta o hop-up e vice-versa.

Existem correntemente duas versões da VZ58. Uma longa e a versão curta. A principal diferença entre ambas é obviamente a diferença de comprimento, mas a versão curta faz mais por isso ao ter a localização da bateria debaixo do fuste enquanto você tem de remover uma data de peças externas para chegar ao compartimento da bateria na versão longa que é no punho dianteiro.

Eles afirmam que AEG's como a versão curta são perfeitas para CQB com a potência de 320 fps. A versão longa é melhor adequada para jogos no campo porque há um salto significativo nos fps em cerca de 80. Usando uma bateria 7.4 Lipo será suficiente porque será rápida, precisa e consistente.


in


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Flash Externo e Acessórios

Os alimentadores aceleram os tempos de reciclagem e
permitem a realização de sessões fotográficas
mais longas.
Existe uma variedade de acessórios para flashes externos, tanto para uso geral, como para fotografia de estúdio.

• Os alimentadores para flash contêm grandes baterias recarregáveis que se ligam ao flash por cabo, e são suficientemente compactos para transportar no cinto. Eles não só possibilitam a realização de sessões fotográficas mais longas, como também reduzem o tempo de reciclagem da carga do flash (o tempo que demora o flash a recarregar para estar pronto para a próxima fotografia). Com um acessório deste tipo, nunca vai falhar uma fotografia por causa da falta de bateria ou porque o flash não reciclou suficientemente depressa. Quando acontece, numa série de fotografias, aparecer uma que é muito mais escura que as outras, quer dizer que foi tirada antes do flash ter tido tempo para recarregar.

Suporte para flash.
• Os suportes para flash, muitas vezes utilizados pelos fotógrafos de casamentos, elevam o flash para que fique mais afastado do eixo da objectiva. Isto não só elimina os olhos vermelhos, como também permite iluminar a cena de um ângulo que produza algumas sombras. Estes suportes são montados na câmara através do encaixe para o tripé. O flash é encaixado numa sapata sem ligações e estas são feitas através de um cabo de sincronia.

• Os reflectores de flash reflectem a luz emitida pelo flash, suavizando-a, porque usam uma maior superfície reflectora. Uma das versões destes reflectores usa aberturas para permitir que alguma da luz seja reflectida pelo tecto, enquanto que o resto é reflectido na direcção do objecto.

Reflectores de flash.
• Os difusores de flash são como caixas de luz translúcidas que espalham a luz do flash, de forma a suavizá-la.

• Os cabos de extensão (mostrados abaixo) permitem ligar o flash à câmara sem ter que o montar na sapata. Isto permite usar o flash a alguma distância da câmara, através do uso de um tripé. O flash integrado na câmara está muito perto do eixo da objectiva, e dispara ao longo desse mesmo eixo. Afastar o flash da objectiva usando um cabo de extensão permite obter efeitos de luz mais interessantes e projectar sombras que mostram a textura e o relevo dos objectos.

Difusor de flash.




quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Soft Shadows e Reflectance Blur


Estes efeitos permitem suavizar as sombras de objetos. No mundo real, quando temos uma sombra sobre uma superfície que não é muito reflexiva, como plástico ou madeira por exemplo, a sombra aparece distorcida. Este recurso permite simular o mesmo efeito dentro dos jogos.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto