Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

Captar fotos para HDR

Registe diferentes exposições para obter uma imagem final de alta gama dinâmica.

Existem várias opções para captar um série de fotos com diferentes exposições. A mais simples é recorrer à função Bracketing (variação automática da exposição) da sua câmara - pode activá-la através do menu ou de um botão dedicado (consulte o manual da câmara). Esta função regista uma série de imagens automaticamente - uma terá a exposição "correcta" e as restantes estarão sub ou sobreexpostas. Fotografámos sete imagens com intervalos de um stop - uma com a exposição dada pelo fotómetro, três com compensações de exposição positivas (+EV) e três com compensações negativas (-EV).

Fotografe no modo de Prioridade à abertura (A ou AV), de forma a manter a mesma abertura e não alterar a profundidade de campo entre exposições. O modo Bracketing resulta bem se estiver a fotografar cenas com elementos em movimento, como nuvens ou árvores em dias ventosos. Se passar demasiado tempo entre cada exposição, surgem halos e os contornos dos objectos ficam pouco nítidos e arrastados.

Experimente fotografar cenários com muito contraste. Assim, a sua foto final terá uma maior amplitude dinâmica, dos brancos intensos às sombras densas.
in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010
O modo Bracketing (variação automática da exposição)
permite captar uma série de fotos com diferentes exposições.



Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Memória RAM: Bancos de Memória

Um processador x86 pode trabalhar com qualquer quantidade de memória, a partir de um mínimo de 64 KB. Porém, é preciso que exista um barramento de dados suficiente. Uma quantidade qualquer de memória, que atenda às exigências do processador quanto à largura de barramento é chamada de banco de memória.

No Pentium, cada banco de memória deve ser capaz de permitir o acesso de 64 bits de dados por vez, enquanto nos processadores 386 e 486 é necessário um barramento de 32 bits. Caso o módulo de memória possua um barramento de dados mais estreito que o necessário, é preciso combinar dois ou mais módulos para formar cada banco.

Como os módulos SIMM de 30 vias possuem um barramento de apenas 8 bits, são necessários 4 módulos para formar um banco de memória num computador 386 ou 486. Se estes módulos antigos chegassem a ser utilizados em computadores Pentium, seriam necessários 8 módulos para formar cada banco.

Os módulos SIMM de 72 vias já possuem um barramento de 32 bits, sendo um único módulo suficiente para completar um banco de memória num 486, e 2 módulos necessários para completar os 64 bits exigidos pelo Pentium.

Finalmente, os módulos DIMM possuem um barramento de 64 bits, sendo necessário apenas um módulo para formar um banco em computadores equipados com processadores Pentium ou superiores.
Dentro de um banco, todos os módulos são acedidos ao mesmo tempo, como se fossem um só.

Por isso, é necessário que todos os módulos sejam capazes de responder aos pedidos do controlador de memória sincronizadamente, como uma orquestra. A mínima falta de sincronia entre os módulos irá causar instabilidade no sistema, que poderá levar a bloqueamentos. Por isso, é altamente recomendável que sejam utilizados sempre módulos idênticos dentro de um mesmo banco (mesma marca, mesma capacidade, mesmo tempo de acesso, etc.), de preferência comprados juntos.

Geralmente temos numa placa mãe, dois ou três bancos de memória, que são numerados a partir de 0 (banco 0, banco 1, banco 2, etc.). Não existe problema em usar módulos de memória diferentes em bancos diferentes. Você pode até mesmo misturar módulos de diferentes velocidades, de 70 e 60 nanos, por exemplo, desde que configure os tempos de espera no Setup para a velocidade do módulo mais lento.

Uma curiosidade é que algumas placas mãe para Pentium, podem trabalhar com apenas um módulo de 72 vias. Neste caso, a placa engana o processador, fazendo dois acessos de 32 bits consecutivos, e entregando os dados de uma só vez para o processador. Apesar de funcionar, este esquema reduz bastante a velocidade do computador, pois a velocidade de acesso à memória fica reduzida a metade.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Cerimónias no escutismo

A INVESTIDURA ESCUTISTA

É o momento em que o jovem é formalmente aceite como membro de um grupo de amigos - a sua Patrulha, a sua Unidade, o seu Agrupamento.

Pode e deve ser uma cerimónia festiva a Investidura. O seu grupo de amigos o recebe como integrante dele. É na investidura que o jovem passa a ter o direito de usar o uniforme (facto marcante para o jovem), a boina/chapéu e o lenço de Escuteiro, e o mais importante deles: o Distintivo da Investidura.

Esta cerimónia pode ter a participação de pais, de outras secções do Agrupamento e de convidados do jovem.

A PROMESSA ESCUTISTA

 
A promessa é um compromisso voluntário de cumprir a Lei Escuta, feito diante de si mesmo, dos demais e de Deus. As palavras em que ela se expressa e os seus conceitos são bem simples, e apresentam o compromisso de uma forma muito próxima daquela que naturalmente seria escolhida por um jovem:

"Prometo, pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por:
  • Cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria;
  • Auxiliar o meu semelhante em todas as circunstâncias;
  • Obedecer à Lei do Escuta;".

A Promessa é um oferecimento voluntário, e não um juramento. Pela Promessa, o jovem assume livremente um compromisso, não renuncia a nada e nem faz um voto de carácter militar ou religioso.

Cumprir meus deveres para com minha Pátria é servir à terra em que vivemos. Servir à Pátria é proteger a natureza, garantir a fertilidade do solo, manter puro o ar e limpa a água, eliminar o lixo, proteger o ambiente em que vivemos.

A Promessa não se faz em um momento qualquer. É preciso cercá-la de importância que ela merece, criando um momento especial, um lugar apropriado e investindo um certo tempo em sua preparação. 
A Unidade, os amigos e a família devem ser informados com a devida antecedência e organiza-se uma pequena cerimónia.
adaptado do "Manual do Curso Técnico do Ramo Escoteiro"
da União de Escoteiros do Brasil

Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Myotis emarginatus, Morcego-lanudo

Taxonomia
Mammalia, Chiroptera, Vespertilionidae.
 
Tipo de ocorrência
Residente.
 
Classificação
INFORMAÇÃO INSUFICIENTE - DD
Fundamentação: Não existe informação adequada para avaliar o risco de extinção nomeadamente quanto à redução do tamanho da população.

Distribuição
Esta espécie ocorre na Europa, Centro e Sudoeste da Ásia e Norte de África (Cervený  1999).

Em Portugal tem uma distribuição ampla, mas é uma espécie relativamente rara (Palmeirim et al. 1999).
 
População
A população nacional desta espécie é constituída por menos de um milhar de indivíduos agrupados durante a época de criação num número muito reduzido de colónias.

Trata-se de uma espécie rara no Norte da Europa, podendo ser localmente abundante nas regiões mais meridionais. Tem-se registado uma melhoria do estado das populações na Europa Central (Cervený 1999), embora em Espanha se observe uma tendência populacional regressiva, com o desaparecimento de diversas colónias de criação (Blanco & González 1992).

A análise da tendência populacional desta espécie no nosso país não é conclusiva (Rodrigues et al. 2003).

Habitat
Em Portugal, só é conhecida uma colónia de criação desta espécie, que se abriga numa gruta (Palmeirim et al. 1999). Embora pareça ser uma espécie de hábitos essencialmente cavernícolas, pode também abrigar-se em edifícios e cavidades de árvores (Benzal et al. 1991).

O morcego-lanudo caça em zonas florestadas ou nos seus limites (Krull et al. 1991), embora também possa caçar sobre água e prados (Krull et al. 1989).

Factores de Ameaça
O reduzido efectivo da espécie, associado à baixa fertilidade característica dos morcegos, torna-a particularmente frágil. Também o carácter fortemente colonial desta espécie, que se concentra num número reduzido de locais, aumenta a sua vulnerabilidade.

A perturbação e destruição dos abrigos, em conjunto com a redução da área de floresta autóctone bem estruturada, estão provavelmente entre as principais ameaças a esta espécie no nosso país.

O uso generalizado de pesticidas poderá ser uma ameaça, dado que potencialmente causa a diminuição da diversidade de presas e a contaminação dos morcegos por ingestão de insectos contaminados.

Medidas de Conservação
Dada a reduzida informação que existe sobre esta espécie no país, a sua conservação depende do desenvolvimento de acções de investigação para melhorar o conhecimento da distribuição, do efectivo e das tendências populacionais, que permitam avaliar a situação da espécie e planear medidas de conservação. Recomenda-se a elaboração e implementação de um Plano de Acção para a conservação desta espécie, que compreenda a protecção legal dos abrigos e encerramento das suas entradas nas épocas críticas do ano, bem como a gestão do habitat nas áreas envolventes aos seus principais abrigos, medidas para a racionalização do uso de pesticidas e a continuação do programa de monitorização das suas populações. Deverão também ser realizadas acções de sensibilização de modo a diminuir a perturbação resultante da presença humana em cavidades subterrâneas.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

G&P M14 DMR SOCOM (Foliage Green)

Marca G&P
Código do Produto GP-AEG034FG
Hop-Up Ajustável
Peso 4,080 kg
Comprimento 1,140 mm
Capacidade 160 bb's
Potência 340 fps
Tamanho da Bateria 7.2v Lipo
Modo de tiro semi-automático, automático
Apresentando a G&P M14 DMR SOCOM. Como parte da série de cores - 4 cores diferentes disponíveis, Azul, Vermelho, Verde Folhagem e Arma Metal para animar a sua vida no Airsoft.
Baseada em internos G&P e corpo externo colorido, esta arma vai certamente trazer performance e atenção à saída da caixa. Vai receber também um carregador de 160 bb's e uma mira red dot G&P! O rail de 20mm no topo também recebe qualquer mira da sua escolha.
  • Silenciadores da variedade 14mm CW podem ser instalados se a mira dianteira for desmontada
  • Carregadores de M14 tipo Marui vão servir perfeitamente
  • A RedWolf recomenda o uso de baterias 7.4v LiPo com Conectores Deans
in Redwolf Airsoft

Sábado, 12 de Maio de 2012

Marushin Winchester M1892 Solid Zinc

Marca Marushin
Código do Produto MURS-4920136146648
Hop-Up Ajustável
Peso 2,630 kg
Comprimento 950.0 mm
Capacidade 24 bb's
Potência 260.0 fps
Fonte de Energia hfc134a
Blowback Não
Modo de tiro alavanca
Historicamente, foi a 1873 a espingarda que ganhou o oeste, a 1892 não apareceu até depois dos tempos da fronteira selvagem. Quer dizer, a 1892 que usava um cartucho mais pequeno, mais barato, tornava-se uma melhor escolha para os filmes de comboy nos anos 30 e 40 do século passado, o que resultou num vasto género de filmes sobre o tema clássico de 'cowboys' com armas que não eram realmente usadas no oeste selvagem. O facto mais notável, é que o próprio John Wayne transportava uma '92 num número incontável de filmes.
A réplica da Marushins é simplesmente fantástica; tem o tamanho real e um aspecto idêntico ao original, mas com 2.6kg é mais leve do que a real apesar de parecer tão sólida nas mãos graças à madeira verdadeira e metal no cano e corpo. Ela realmente parece ser uma espingarda real apesar de um peso leve. Definitivamente uma boa companhia para configurações de cowboy em interiores/CQB.
Photobucket
No caso de não ser óbvio, isto é uma espingarda de alavanca. Quer a associe ao oeste selvagem ou ao Arnies T-101, não existe qualquer dúvida que o padrão de armas de alavanca tem características tão únicas que são uma referência elas próprias. Elas tem o velho charme das armas de ferrolho, o impacto dramático dos pistoleiros do oeste selvagem e o fogo rápido de algo da mudança de século.
Photobucket
Ela recebe as BB's directamente na arma, elas vão para a porta de carga no corpo tal como na arma real (apesar de obviamente introduzir bb's de 6mm em vez de uma grande munição real). Tem a capacidade de 24 bb's e dispara-as a cerca de 290-310 FPS. O hop-up ajustável e o cano longo dão-lhe um excelente alcance e precisão para uma arma de gás deste tipo, definitivamente uma excelente escolha para efectuar tiros a longínquos nos corredores naqueles tiros de média distância em CQC.
Photobucket
O que é especial nesta versão é o material - zinco sólido. Não apenas nos dá um cheiro e peso de metal, o aspecto também a distância da outra versão. O corpo principal desta arma é em zinco fundido, a Marushin desenhou isto para os jogadores polirem e acabarem o aspecto das armas eles próprios.
in Redwolf Airsoft

Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Como... Obter fotos de HDR

As fotos de HDR são visualmente apelativas, mas os requisitos para a sua captura e edição tendem a desencorajar. Veja como é simples obter bons resultados!
 
Nem sempre é possível captar numa única imagem o máximo de detalhes nas sombras, nos meios-tons e nas altas luzes. Muitas vezes, para registar correctamente os tons mais luminosos, as áreas escuras perdem toda a informação, e para captar as sombras na perfeição, são eliminados os detalhes essenciais nas altas luzes.

A resposta a esta limitação é a fotografia de alta gama dinâmica, ou HDR, que permite obter uma imagem com uma amplitude tonal completa. Ao compor e captar um série de imagens da mesma cena, com exposições ligeiramente diferentes, pode depois combiná-las usando um software e, assim, obter uma única foto com detalhes quer nas áreas escuras quer nas mais luminosas.

Para explorar esta técnica, o ideal é procurar locais interessantes, com muitos detalhes, cor e texturas.

Na nossa sessão deparámo-nos com estas gruas erguendo-se sobre o rio. Gostámos do reflexo e das nuvens dramáticas, que conferiram mais profundidade à imagem. A cena representava precisamente o desafio que pretendíamos - um céu claro, a contrastar com zonas de sombra no primeiro plano. Descubra como tirar partido desta técnica.
in O Mundo da Fotografia Digital - Julho 2010

Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Memória RAM: Módulo DIMM de 168 vias

Ao contrário dos módulos SIMM de 30 e 72 vias, os módulos DIMM possuem contactos em ambos os lados do módulo, o que justifica o seu nome, “Double In Line Memory Module” ou “módulo de memória com duas linhas de contacto”. 

Como os módulos DIMM trabalham com palavras binárias de 64 bits, um único módulo é suficiente para preencher um banco de memória num computador Pentium ou superior, dispensando o seu uso em pares. Caso deseje instalar 64 MB de memória num Pentium II, por exemplo, será preciso comprar apenas um único módulo DIMM de 64 MB.

Os módulos DIMM de 168 vias são os únicos fabricados actualmente. Dificilmente encontrará módulos de 72 vias, ou placas mãe novas que os suportem à venda, apenas componentes usados.

Veja na foto abaixo as diferenças de formato e tamanho entre os três formatos:
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

Cerimónias no escutismo

As cerimónias escutistas são sempre motivadas pela alegria. Desde a origem do Movimento, ainda chefiado por B.P., a inspiração das cerimónias remeteu-se aos ritos e brincadeiras da tribo Zulu e da cultura de outros povos, mesclados com o cerimonial do Exército Britânico.

Por tradição, repletos de símbolos, destacam algo especial que deve ficar marcado na lembrança do jovem e da Secção ou do Agrupamento. 

As cerimónias escutistas devem ser:

Significativas: para que fique claro que o momento ressalta a importância de um passo, realização ou compromisso, o que acontecerá deve ser previamente explicado ao jovem (actor principal), a todos os participantes (outros jovens, escuteiros e dirigentes) e aos convidados.

Breves: a simplicidade deve marcar qualquer cerimónia escutista. Assim, devem ter um só propósito, evitando-se juntar na mesma ocasião tipos diferentes de cerimónias, repetir várias vezes o mesmo acto ou sobrecarregá-las com inúmeros rituais e longos discursos.
Dinâmicas: desenvolvidas de modo contínuo e sem intervenções, tudo o que se diz deve ser ouvido por todos. Os participantes devem ter cada qual o seu papel, o que os manterá atentos e activos.

Impecáveis: no dia da cerimónia, tanto o candidato como os outros participantes devem ter uma apresentação impecável, dando especial atenção ao uniforme. Deve haver uma preparação antecipada, de modo que todo o material esteja pronto e disponível no local antes que a cerimónia tenha início. Recomenda-se que todos saibam com antecedência o que têm a fazer e que tenham sido convidadas pessoas cuja presença seja importante tanto para o jovem quanto para a ocasião. Os horários estipulados devem ser rigorosamente respeitados.

Naturais e autênticas: as palavras, gestos e sinais que compõem a cerimónia devem ser expressos com naturalidade e adequados à faixa etária. O tom deve ser afectuoso, sem teatralizações e as lembranças e ideias que por ventura forem evocadas sejam do repertório de vida do jovem, objecto da cerimónia.

Em momento oportuno e local adequado: quando o principal interessado está disposto (decisão individual), preparado (consenso entre os envolvidos) ou quando atingir a idade limite (em caso de mudança de Secção) é chegado o momento de realizar a cerimónia. O local ideal é ao ar livre e o lugar e a hora devem ser cuidadosamente escolhidos para que propiciem conforto aos participantes. 

Devem-se evitar locais públicos para manter a intimidade e não expor os jovens à curiosidade de estranhos.

Individual e pessoal: por ser um momento especial, toda a cerimónia deve ser individual. Caso seja necessário contemplar vários jovens, cada um deles deve ter o seu momento.
adaptado do "Manual do Curso Técnico do Ramo Escoteiro"
da União de Escoteiros do Brasil
 

Terça-feira, 8 de Maio de 2012

Bulweria bulwerii, Alma-negra, Pardela de Bulwer

Taxonomia
Aves, Procellariiformes, Procellariidae.
 
Tipo de ocorrência
Açores: Estival nidificante.
 
Classificação
Açores: EM PERIGO EN (B2ab(iii); D)
Fundamentação: Espécie colonial que nidifica em apenas três ilhéus, apresentando área de ocupação muito reduzida (inferior a 0,3 km2); está restrita a apenas 3 localizações e apresenta declínio continuado da extensão e da qualidade do habitat; apresenta ainda população muito pequena (estimada entre 100 e 140 indivíduos maturos).

Distribuição
A nível mundial a espécie distribui-se pelos oceanos tropicais Atlântico e Pacífico. No Atlântico a espécie é relativamente rara distribuindo-se pelos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde. (Tucker & Heath 1994).

No Arquipélago dos Açores a espécie nidifica nas ilhas Graciosa e Santa Maria (Monteiro et al. 1999) em apenas 3 colónias, em 3 ilhéus distintos, que perfazem uma área total aproximada de 0,3 km2.

População
As crónicas históricas do século XVI, de Gaspar Frutuoso, referem a existência de colónias abundantes desta espécie no arquipélago dos Açores (Instituto Cultural de Ponta Delgada 1998). Censos realizados entre 1996 e 1998 registaram 3 colónias distribuídas pelo Ilhéu de Baixo (Graciosa), Ilhéu da Praia (Graciosa) e Ilhéu da Vila (Santa Maria), tendo sido estimada para o arquipélago uma população reprodutora de 50-70 casais (Monteiro et al.1999).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara, embora ainda provisoriamente (BirdLife International 2004).

Habitat
Espécie estival que se reproduz em colónias, em falésias costeiras e em ilhéus. No Arquipélago dos Açores nidifica em cavidades pouco profundas no período entre Abril e Setembro (Monteiro et al. 1996a). Nas Desertas, as zonas com maior densidade de ninhos são compostas por cascalheira.

Factores de Ameaça
Quer nos Açores quer na Madeira esta espécie, em tempos abundante, foi intensamente caçada desde a colonização destas Ilhas até poucas décadas atrás. Hoje em dia a principal ameaça é a destruição do habitat de nidificação. Esta destruição ocorre directamente através da ocupação humana da zona costeira (zonas urbanas, estradas, portos, etc.) e indirectamente com a introdução de plantas e animais exóticos. A predação pode conduzir a um declínio rápido da população e a presença de predadores diminui drasticamente o habitat de reprodução disponível. A presença regular de predadores naturais, como a gaivota-de-patas-amarelas Larus cachinnans atlantis, constitui outra ameaça para esta espécie (Monteiro et al. 1996b).

Medidas de Conservação
As colónias mais representativas do arquipélago dos Açores, onde poderão ocorrer mais de 75% da população, estão em Zonas de Protecção Especial. O regime de protecção dessas Zonas foi reforçado através da elaboração de planos de gestão e da sinalização e vigilância das mesmas. Ao abrigo do programa LIFE “Conservação de comunidades e habitats de aves marinhas nos Açores”, um programa de investigação sobre a biologia e a ecologia das aves marinhas dos Açores definiu medidas prioritárias de conservação e assegurou a monitorização da distribuição e das tendências populacionais nessa região. Foram ainda realizadas acções de sensibilização ambiental sobre as aves marinhas que nidificam nos Açores para as quais foram produzidos materiais promocionais e didácticos adequados. As prioridades de conservação a espécie nesta região incluem a erradicação de mamíferos exóticos e o restauro dos habitats naturais dos ilhéus e a monitorização contínua das populações dos arquipélagos em que ocorre. Na área de investigação constituem prioridades a obtenção de dados sobre selecção de habitat e sucesso reprodutor bem como a avaliação do impacto das diferentes ameaças.

Notas
Na Madeira, a espécie encontra-se em situação Pouco Preocupante (LC), apresentando uma população numerosa. Está presente ao longo de todas as ilhas deste arquipélago da Madeira, constituindo as Desertas provavelmente a maior concentração mundial desta espécie. Não existe um levantamento exaustivo desta espécie nesta região, mas as observações efectuadas indicam que os efectivos populacionais serão superiores aos 10.000 indivíduos, concentrados fundamentalmente nas  Desertas e Selvagens (Oliveira 1999).
in Livro Vermelho dos Vertebrados

Segunda-feira, 7 de Maio de 2012

Ares Stoner LMG (Knight's Marking)

Marca ARES
Código do Produto MG-006-K
Hop-Up Ajustável
Peso 4,200 kg
Comprimento 900 mm
Capacidade 1100 bb's
Potência 350 fps
Tamanho da Bateria stick batt/7.4v lipo
Modo de tiro apenas automático
Photobucket
(Última versão com as marcas Knight's)

A ARES produz uma excelente versão da metralhadora ligeira (LMG) construída por Eugene Stoner nos início dos anos 80 para rivalizar com a FN nos testes de Arma Automática de Esquadra (SAW).
Photobucket
O desenho da LMG de Stoner presta homenagem à legendária Stoner 63. O objectivo inicial de Eugene Stoner era desenvolver uma metralhadora leve com arma suplementar para soldados de infantaria para disparar um grande volume de fogo continuo automático muito superior ao das suas armas standard. O resultado foi altamente bem sucedido e provou que a LMG era uma muito controlável e fiável.
Photobucket
Um rail RIS completo à frente permite instalar lanternas, lasers, ou um suporte de correia se necessário. A LMG não traz de origem suporte de correia. A Ares LMG tem um corpo totalmente em metal, com uma bolsa de munições para 1100 bb's, esta é uma das poucas metralhadoras ligeiras/armas de suporte de esquadra com disparo em modo totalmente automático.
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Carregadores de reserva estarão disponíveis no futuro. A coronha, totalmente em metal é telescópica.

Ao contrário de outras LMG equivalentes no mercado actual, a Ares LMG tem um punho de pistola em tamanho real. O cano pode ser desmontado rápida e facilmente, ideal para mudanças de cano entre acções de espalhar fogo ou tiro de precisão no terreno.
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Remover o cano dá acesso à bateria que é armazenada no tubo de gás (bateria 7.4v LiPo recomendada para melhores resultados e fácil armazenamento). Se preferir uma bateria NiMH, uma bateria 8.4v ou 9.6v também servem. O auto municiamento do carregador é suportado pela bateria principal, o cabo de alimentação está escondido debaixo da cinta de falsas munições de 5.56mm. O carregador municia em sincronia com o puxar do gatilho.
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A Ares LMG até inclui uma gearbox com um desenho totalmente novo, reforçado, totalmente em metal, utilizando o sistema Ares' Easy Power Step Up com rolamentos de esferas de 8mm e buchas de aço oleadas com um pistão POM Hard em aço 7 dentado. O desenho da engrenagem é o standard da Marui e é compatível com peças de upgrade do mercado geral.
Com uma potência de 350fps usando bb's 0.2g, esta LMG permite-lhe conseguir um alcance e potência bastante bom. Tenha a certeza de que a utiliza apenas com uma bateria 7.4v LIPO ou bateria stick totalmente carregada (com uma ligação pequena de bateria estilo Tamiya) para gerar um bom ritmo de fogo, e terá uma terrível arma leve de apoio! Repare que a ARES intencionalmente (por razões estéticas) colocou as miras da arma um pouco baixas pelo que as bb's na realidade voam um pouco acima do indicado pelas miras de metal de origem. Recomendamos a instalação de miras ópticas no rail superior para uma maior precisão na aquisição do alvo.
in Redwolf Airsoft

Sábado, 5 de Maio de 2012

A nova toponimia da zona

Ontem os habitantes das redondezas foram surpreendidos com a colocação de placas toponímicas nas ruas de Ameiras de Cima e obviamente a consequente atribuição de nomes às mesmas:
Uma volta pelas redondezas fez-me pensar que oxalá a Câmara Municipal de Grândola, apesar das restrições orçamentais, tenho atribuído um prémio recompensatório aos autores do projecto, pelo esforço intelectual que desenvolveram...

Pensando melhor, porque amanhã irei estar presente numa acção ambiental onde entre outros vão estar presentes os alunos da Escola Básica das Ameiras, vou aproveitar a oportunidade para lhes perguntar se foram eles que, numa acção de integração da escola na comunidade, atribuíram os nomes às ruas!

Sexta-feira, 4 de Maio de 2012

Memória RAM: Módulo SIMM de 72 vias

Apesar de serem muito mais práticos do que os chips DIP, os módulos SIMM de 30 vias ainda eram bastante inconvenientes, já que era preciso usar 4 módulos idênticos para formar cada banco de memória. Quem os criou devia achar que os processadores de 8 bits eram o futuro...

Para solucionar este problema, os fabricantes criaram um novo tipo de módulo de memória SIMM, de 32 bits, que possui 72 vias. Esse tipo de memória foi usado em computadores 486 mais modernos e tornou-se padrão em computadores Pentium, deixando de ser utilizados apenas depois do advento dos
módulos de 168 vias.

Ao invés de quatro módulos, é preciso apenas um módulo SIMM de 72 vias para formar cada banco de memória nos computadores 486. Como o Pentium acede à memória usando palavras de 64 bits, são necessários 2 módulos em cada banco.
Na verdade, depois do Pentium, praticamente todos os processadores acedem à memória a 64 bits. Apesar do Pentium II, Pentium III, Celeron, Athlon, Duron, etc. serem todos processadores de 32 bits, aceder a 64 bits por vez na memória ajuda a melhorar o desempenho. O processador é tão mais rápido que a memória RAM, que depois de esperar vários ciclos para poder acede-la, o melhor a fazer é pegar a maior quantidade de dados possível e guardar tudo no cache.

Naturalmente os dados serão processados em blocos de 32 bits, mas a poupança ajuda bastante.

Não é à toa que quase dois terços dos transístores de um Pentium III Coppermine são usados nos caches L1 e L2.
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto

Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

Reunião de Secção

CANÇÕES
O Movimento Escutista utiliza-se deste recurso em quase todas as actividades, pois além de desenvolver a musicalidade nos jovens, permite trabalhar a alegria, animação, socialização, confraternização, criatividade, etc..

DANÇAS
As danças desenvolvem o sentido rítmico, a musicalidade e a coordenação motora. Propiciam também o entrosamento do grupo, a atenção, a disciplina, memória, a observação, desinibição... de forma divertida e com entusiasmo.

DRAMATIZAÇÃO
A dramatização propicia a vivência social (vida em equipa), desenvolve a expressão oral, corporal, facial, sentido crítico, criatividade, imaginação, concentração e outros... além de ser uma excelente ferramenta de instrução.

TRABALHOS MANUAIS
Através dos Trabalhos Manuais, podemos desenvolver o carácter porque os jovens constroem e vencem desafios, ampliando a imaginação, a criatividade, habilidades, controlando tensões, aumentando a concentração, a auto-estima, a paciência... Baden Powell observou que jovens destruidoras, impacientes, travessas e descuidadas, conseguiam através dos Trabalhos Manuais desenvolver o interesse ou curiosidade por algumas habilidades: artesão, artista, músico, plastimodelismo...
adaptado do "Manual do Curso Técnico do Ramo Escoteiro"
da União de Escoteiros do Brasil