quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Nós e amarras LV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

IÇAMENTOS E MULTIPLICAÇÃO DE FORÇA

 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Sterna caspia, Garajau-grande, Gaivina-de-bico-vermelho


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.
 
Tipo de ocorrência
Invernante.

Classificação
EM PERIGO –- EN (D)
Fundamentação: Espécie com população muito reduzida (inferior a 250 indivíduos maturos).

Distribuição
Esta espécie ocorre em todos os continentes, excepto a América do Sul e Antártida. No Paleártico Ocidental, esta espécie ocorre do Báltico e Norte do Mar Vermelho até à Ásia Central. Na Europa existem três populações: mar Báltico, Norte do mar Negro e Norte do mar Cáspio. Estas três populações são migradoras. As populações europeias invernam sobretudo na zona do rio Niger, Mali, África Ocidental, mas alguns indivíduos invernam no Mediterrâneo (Hagemeiger & Blair 1997).

Em Portugal a espécie inverna sobretudo ao longo da costa algarvia: Ria Formosa, sapal de Castro Marim (Farinha & Costa 1999) e estuário do Arade (Elias 2000); é ainda observada pontualmente noutros locais, nomeadamente nos estuários do Tejo e do Sado (Farinha & Costa 1999).

População
Esta espécie inverna regularmente no Algarve, mas sempre em pequenos números. O número máximo de indivíduos contados na Ria Formosa e Castro Marim foi de 52, em 1992 (Farinha & Costa 1999). Não têm sido efectuadas contagens sistemáticas que possam contribuir para detectar possíveis oscilações na população invernante; no entanto, não há evidências que sugiram que a sua população esteja em declínio continuado.

Os indivíduos observados no nosso país são oriundos sobretudo da Escandinávia
(Farinha & Costa 1999).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara (BirdLife International 2004).

Habitat
Esta espécie inverna em estuários e zonas húmidas costeiras, em particular no Algarve.

Factores de Ameaça
A população nidificante europeia tem diminuído desde os anos 70 (Hagemeijer & Blair 1997), mas as causas não são conhecidas. A perturbação humana não é um factor importante, pois as colónias do mar Báltico, em regressão desde os anos 70, são protegidas e o seu acesso está vedado durante a reprodução. Uma causa possível de declínio poderá ser a caça durante a migração e nas zonas de invernada no Mali.

A pequena população que inverna no Algarve não está sujeita a ameaças particulares. Assim, a manutenção desta pequena população deverá estar dependente da conservação da espécie nas áreas de reprodução e nas principais áreas de invernada.


Medidas de Conservação
São necessários estudos para determinar as causas do declínio das colónias europeias. Em Portugal, a espécie inverna sobretudo em áreas protegidas. É importante a sensibilização do público em geral, e dos pescadores e mariscadores do Algarve em particular, para a importância desta população invernante.


Notas
A espécie ocorre também em Portugal Continental como migrador de passagem.


in Livro Vermelho dos Vertebrados


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Sensores de Imagem - Introdução

As origens da fotografia digital estendem-se a cerca de 200 anos. Começando pela primeira câmara, que não era mais que uma caixa preta com uma objectiva para focar a imagem, uma abertura para determinar a intensidade da luz e um obturador para definir durante quanto tempo a luz entrava. A grande diferença entre uma câmara de filme tradicional e uma digital é a forma como captam a imagem. Em vez de película, as câmaras digitais utilizam um dispositivo de circuito integrado chamado sensor da imagem. Em algumas câmaras digitais utiliza-se um sensor CCD (charge-coupled device), enquanto noutras é aplicado um sensor CMOS. Ambos os tipos de sensor permitem óptimos resultados. Na superfície destes pequenos chips de silício, do tamanho de uma unha, há milhões de díodos sensíveis à luz, cada um dos quais capta um único pixel da imagem.


Um sensor de imagem assenta
sobre um fundo ampliado dos
seus píxeis quadrados, cada um
dos quais tem a capacidade de
capturar um píxel da imagem
final. Imagem cortesia da IBM.
Um CCD é semelhante a uma
sanduíche de três camadas. A
camada inferior contém os
fotodíodos. Sobre ela está uma
camada de filtros coloridos que
determinam qual a cor que cada
um dos díodos regista. Por fim, a
camada do topo contém lentes
microscópicas que concentram
a luz. Imagem cortesia da
Fujifilm.
 
Quando tira uma fotografia, o obturador da câmara abre por instantes e cada píxel do sensor da imagem grava a intensidade da luz que o atinge, acumulando fotões. Quanto maior a quantidade de luz que atinge um pixel, mais fotões serão gravados. Os píxeis que captarem as altas luzes de uma cena terão muitos fotões e os que captarem as sombras terão menos.

No final da exposição, quando o obturador fecha, os fotões de cada píxel são contabilizados e convertidos para valores digitais. Estas séries de números são depois utilizadas para reconstruir a imagem, definindo a cor e o brilho da combinação dos píxeis num ecrã ou numa prova impressa.


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Trilhas, Sectores e Cilindros

Para organizar o processo de gravação e leitura dos dados gravados no disco rígido, a superfície dos discos é dividida em trilhas e sectores. As trilhas são círculos concêntricos, que começam no final do disco e vão se tornando menores conforme se aproximam do centro. Cada trilha recebe um número de endereçamento, que permite sua localização. A trilha mais externa recebe o número 0 e as seguintes recebem os números 1, 2, 3, e assim por diante. Para facilitar ainda mais o acesso aos dados, as trilhas se dividem em sectores, que são pequenos trechos onde são armazenados os dados, sendo que cada sector guarda 512 bytes de informações. Um disco rígido possui até 900 sectores em cada trilha (o número varia de acordo com a marca e modelo), possuindo sempre mais de 3000 trilhas.

Para definir o limite entre uma trilha e outra, assim como, onde termina um sector e onde começa o próximo, são usadas marcas de endereçamento, pequenas áreas com um sinal magnético especial, que orientam a cabeça de leitura, permitindo à controladora do disco localizar os dados desejados. Em discos rígidos IDE estas marcas são feitas apenas uma vez, durante a fabricação do disco, e não podem ser apagadas via software. Existem alguns programas como o Norton Calibrate, que prometem uma formatação física não destrutiva, regravando as marcas de orientação o que, segundo os manuais, melhoraria a confiabilidade do disco. Entretanto, a grande maioria dos discos actuais não permite este tipo de regravação, também porque ela não é necessária. Ao utilizar estes programas, apesar de ser mostrado um indicador de progresso, não será feito absolutamente nada.

Além das trilhas e sectores, temos também as faces de disco. Um disco rígido é formado internamente por vários discos empilhados, sendo o mais comum o uso de 2 ou 3 discos. Em geral, apenas discos rígidos de grande capacidade utilizam 4 ou mais discos. Assim como num disquete, podemos usar os dois lados do disco para gravar dados, cada lado passa então a ser chamado de face. Num disco rígido com 2 discos por exemplo, temos 4 faces. Como uma face é isolada da outra, temos num disco rígido várias cabeças de leitura, uma para cada face.
Apesar de possuirmos várias cabeças de leitura num disco rígido, elas não se movimentam independentemente, pois são todas presas à mesma peça metálica, chamada braço de leitura. O braço de leitura é uma peça triangular, que pode se mover horizontalmente. Para aceder a um dado contido na trilha 982 da face de disco 3, por exemplo, a controladora do disco activa a cabeça de leitura responsável pelo disco 3 e a seguir, ordena ao braço de leitura que se dirija à trilha correspondente. Não é possível que uma cabeça de leitura esteja na trilha 982, ao mesmo tempo que outra esteja na trilha 5631, por exemplo, justamente por os seus movimentos não serem independentes.

Já que todas as cabeças de leitura sempre estarão na mesma trilha de seus respectivos discos, deixamos de chamá-las de trilhas e passamos a usar o termo “cilindro”. Um cilindro nada mais é do que o conjunto de trilhas com o mesmo número nos vários discos. Por exemplo, o cilindro 1 é formado pela trilha 1 de cada face de disco, o cilindro 2 é formado pela trilha 2 de cada face, e assim por diante.

Trilhas, sectores e cilindros (Cortesia da Quantum)
in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Nós e amarras LIV

Todo o escuteiro deve saber fazer nós. Eles são essenciais para o acampamento e também para a vida do dia a dia.
  • Simplicidade em ser feito
  • Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.
  • Facilidade em ser desatado
A melhor forma de aprender a fazer nós é pedindo a alguém, que saiba, que te ensine. Depois a prática fará o resto. Da perfeição de um nó pode depender uma vida.

Existem muitos nós, cada um com a sua utilidade diferente. Vamos aqui abordar alguns deles que podemos classificar do seguinte modo:
 

 IÇAMENTOS E MULTIPLICAÇÃO DE FORÇA
 
 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Sterna dougallii, Gaivina-rosada, Andorinha-do-mar-rosada


Taxonomia
Aves, Charadriiformes, Sternidae.

Tipo de ocorrência
Estival nidificante.

Classificação
VULNERÁVEL - VU (D2)
Fundamentação: Espécie colonial que se admite apresentar área de ocupação muito restrita, de tal forma que está vulnerável aos efeitos das actividades humanas ou a acontecimentos estocásticos.

Distribuição
Espécie com distribuição muito alargada incluindo o Atlântico, o Índico e o Pacífico. A população europeia distribui-se pelos Açores, Ilhas Britânicas, Irlanda e França (Cramp 1985). As populações de áreas tropicais são mais numerosas do que as populações de zonas temperadas (Gochfeld 1983).

No Arquipélago dos Açores nidifica em todas as ilhas, em colónias numerosas mas de extensão reduzida, localizadas em pequenos ilhéus junto à costa.

População
As crónicas históricas de Gaspar Frutuoso, do século XVI, referem a existência de colónias de garajaus no Faial, Pico, Terceira, Graciosa e Santa Maria e mencionam a colheita de ovos (Instituto Cultural de Ponta Delgada 1998).

A espécie nidifica em todas as ilhas do Arquipélago dos Açores, sendo mais abundante nas Flores, Graciosa e Santa Maria. Censos completos de toda a zona costeira realizados em 1989 permitiram estimar uma população de 992 casais, o que representa cerca de 65% da população do Paleártico Ocidental (Monteiro et al. 1996b).

Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, a espécie é considerada Rara e apresenta declínios populacionais pontuais no Reino Unido (BirdLife International 2004).

Habitat
Espécie que nidifica em falésias costeiras e em ilhéus, em praias de areia ou calhau, estabelecendo colónias conjuntas com garajau Sterna hirundo. Esta ave costeira permanece nas colónias ao longo do dia (Monteiro et al. 1996a).

Factores de Ameaça
Uma das principais ameaças é a destruição do habitat de nidificação. Esta destruição ocorre directamente através da ocupação da zona costeira e indirectamente com a introdução de plantas e animais não-indígenas. Outras ameaças estão relacionadas com a perturbação devido à presença humana perto das colónias na época de nidificação, com predadores naturais, como a gaivota-de-patas-amarelas Larus cachinnans atlantis e com a competição por presas alimentares com as pescarias locais.

Medidas de Conservação
A maior parte das colónias desta espécie ocorre em Zonas de Protecção Especial, tendo o regime de protecção destas Zonas sido reforçado através da elaboração de planos de gestão e da sinalização e vigilância das mesmas.

Ao abrigo de um projecto LIFE “Conservação de comunidades e habitats de aves marinhas nos Açores, decorreu um programa experimental de recuperação do habitat natural através da erradicação de espécies não indígenas invasoras. O mesmo programa permitiu ainda investigar a biologia e a ecologia das aves marinhas dos Açores, definir as medidas prioritárias de conservação e assegurar a monitorização da distribuição e das tendências populacionais. Foram também realizadas acções de sensibilização ambiental sobre as aves marinhas que nidificam nos Açores, para as quais foram produzidos materiais promocionais e didácticos adequados.

As prioridades de conservação incluem a erradicação de mamíferos não indígenas e o restauro dos habitats naturais dos ilhéus, e também a monitorização contínua das populações do arquipélago. Na área da investigação, constituem prioridades a obtenção de dados de produtividade e a avaliação do impacto das diferentes ameaças.

Notas
A espécie ocorre também em Portugal Continental como migrador de passagem.

in Livro Vermelho dos Vertebrados


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

WE 999K AEG


Marca: WE
Código do Produto: WE-AEG0004
Hop-Up: Ajustável
Peso: 2,632 kgs
Comprimento: 880 mm
Capacidade: 470 bb's
Potência: 430 fps
Tamanho da Bateria: 7.4v tamiya lipo
Modo de Tiro: semi-automático, automático

A 999k da WE é a família de AEG's desenhada sobre uma espingarda de assalto operada por pistão de gás com corpo em polímero. Enquanto a 999k esquece as munições 5.56mm em favor das BB's de 6mm, este grupo de AEGs ainda faz a sua parte.

A este nível, todas as armas são iguais usando os mesmo interno e receptor principal; onde os modelos específicos variam é no comprimento do fuste, comprimento do cano e suporte/rail/tipo de mira telescópica.

Alguns modelos também recebem acessórios especiais.

Elas disparam a cerca de 390 fps para uma razoável de potência de meio alcance para skirmish. O selector de tiro, libertador do carregador e alavanca de armar o ferrolho são todos acessíveis ambidextros tornando-a uma boa escolha não para os jogadores esquerdinos para também para os jogadores veteranos em geral que trocam de ombros/mãos no voo.

Características:
- Tapa-chamas em metal 14mm CCW.
- Fuste curto em polímero com 3 rails para adicionar equipamento extra.
- Armação do corpo em polímero com etiqueta WE.
- Suporte superior standard de 20mm com rail e miras em metal.
- Função de fecho e abertura do ferrolho realística.
- Sistema de Hopup ajustável.
- Comprimento: 640mm, 880mm (Coronha aberta)
- Comprimento do Cano: 247mm
- Modo de Tiro: Segurança, Semi-Automático & Automático
- Bateria: 7.4V lipo Battery (mini type)
- Capacidade do Carregador: 470 bb's
- Material: Polímero & Metal
- Tipo de Munições: 6mm BB
- Potência (Muzzle Velocity): 390FPS


in

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quando as coisas correm mal

Os ícones do painel de
controlo ou do ecrã da
câmara indicam o estado
da bateria. Esses ícones,
muitas vezes semelhantes
aos aqui apresentados,
indicam quando a bateria
está completamente
carregada (à esquerda) e
fraca (à direita).
De acordo com a lei de Murphy, se há alguma coisa que possa correr mal, isso acontecerá certamente. Aqui estão algumas das barreiras que terá de enfrentar com uma câmara digital.
 
• Se a câmara parecer estar desligada, pode simplesmente estar em modo de descanso. Quando não utiliza nenhum controlo durante determinado espaço de tempo, a câmara entra nesse modo para poupar a bateria. Para a reactivar basta premir o botão do obturador até meio. Após um longo período de inactividade, algumas câmaras desligam-se completamente e terá de ligá-las novamente. É possível alterar o intervalo de tempo necessário para que qualquer uma destas acções ocorra.
 
• Não conseguir ligar a câmara, as baterias estiveram descarregadas ou forem removidas, ou não tiver inserido o cartão de memória.
 
• Se a sua bateria acaba rapidamente, pare de utilizar o ecrã para enquadrar e reproduzir fotografias. Se estiver frio, mantenha as baterias ou a câmara dentro do casaco.
 
• Quando ligar a câmara, aparece um ícone no painel de controlo que indica se a bateria está totalmente carregada, a ficar fraca, ou quase descarregada e a precisar de ser substituída imediatamente. É aconselhável levar sempre baterias suplentes com a carga completa.
 
• Quando liga a câmara pode ser apresentada uma mensagem de erro se houver algum problema com o cartão de memória ou com a câmara.

• Se não conseguir captar imagens, isso pode dever-se ao facto de o cartão de memória estar cheio. Para libertar espaço para novas fotografias, transfira as imagens para um computador e formate o cartão de memória, apague algumas fotos que não quer, ou mude para um tamanho de imagem inferior. Muitas câmaras também não disparam até que a imagem esteja focada.
Pense bem antes de apagar
ficheiros ou formatar o seu cartão
de memória. É fácil perder ficheiros.
Se alguma vez apagar fotos ou
formatar um cartão por engano,
a única alternativa é tentar recuperar
as imagens com um software - basta
fazer uma pesquisa na internet por
“digital image recovery”, para os
encontrar online.

• Para controlar qual a parte da cena que a câmara deverá focar, leia o manual do utilizador da sua câmara para perceber como funciona o foco nos vários modos de exposição.
 
• Se a luz auxiliar de focagem piscar quando pressiona o obturador até meio, a câmara pode estar com dificuldade em fixar o foco.
 
• Se a luz do flash piscar quando prime o botão do obturador até meio, o flash está a carregar. Liberte o obturador por alguns segundos e tente novamente.
 
• Se as fotografias com flash ficarem escuras, provavelmente estará demasiado distante do assunto. A maioria dos flashes incorporados só consegue iluminar assuntos a cerca de três metros de distância, não têm potência suficiente para iluminar assuntos demasiado distantes.
 
• Se as fotografias ficarem demasiado claras quando utilizar o flash, pode ter de reduzir a potência do flash.
 
• Se as suas fotografias ficarem desfocadas, pode não ter a câmara firme quando dispara o obturador. As maiorias das imagens desfocadas deve-se ao impulso demasiado brusco quando dispara o obturador. Mas também pode estar muito próximo do assunto, ou o motivo pode estar a deslocar-se demasiado rapidamente.
 
• Nunca tire fotografias ao sol ou a outras fontes de luz intensa. Isso pode prejudicar os seus olhos ou danificar o sensor de imagem da câmara.
 
• Se os resultados não forem os esperados, isso pode dever-se ao facto de a câmara estar a assumir parâmetros que definiu anteriormente. Algumas câmaras memorizam as alterações de parâmetros que fez, mesmo depois de a desligar e voltar a ligar. Verifique se a sua câmara tem uma opção que reponha os parâmetros predefinidos de origem.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Materiais utilizados nos discos rígidos


Existem pesquisas para desenvolver materiais mais baratos que as ligas de alumínio usadas actualmente, mas ao mesmo tempo rígidos o suficiente para substitui-las, o que poderia baratear substancialmente os discos rígidos. Há muito os grandes fabricantes vêm fazendo pesquisas, a maioria com compostos de vidro ou plástico.

A IBM foi a pioneira com os discos de vidro, com seu Deskstar 75GXP. A tecnologia desenvolvida pela IBM oferece até mesmo, algumas vantagens sobre os discos de alumínio tradicionais, já que o vidro é uma material mais duro, e justamente por isso, os discos são mais estáveis à altas rotações. Porém, os discos da IBM ainda são mais caros que modelos equivalentes com discos de alumínio.
 
A Samsung vem trabalhando actualmente em discos de compostos plásticos, visando produzir discos de baixo custo. Porém, ao contrário do vidro, o plástico é um material muito pouco resistente, e os discos muito mais susceptíveis a deformações a altas temperaturas e altas rotações. É de se esperar que se chegarem a ser lançados, os discos de plástico sejam bem mais baratos que os de alumínio ou vidro, mas ao mesmo tempo, mais lentos e menos duráveis.

in Manual de Hardware Completo
de Carlos E Marimoto